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domingo, 15 de julho de 2018

ARQUIVO LAÉRCIO FONSECA - [VÍDEO]

O polêmico arquivo com as declarações do Prof. Laércio Fonseca feitas para a Pozati Filmes e que provocou a reação de alguns nichos da ufologia, enfim publicado. 
  • Cientistas se tornarão médiuns? 
  • A vida após a morte é a chave para compreender o fenômeno UFO? 
  • Os ETs atuam no meio de nós? 

Assista, avalie, reflita, pense e repense. Tire suas próprias conclusões.


sexta-feira, 25 de maio de 2018

Cientista Brasileiro Relata sobre OVNIs na Antártica - [VIDEO]


O Prof. Dr. Rubens Junqueira Vilella é entrevistado pelo canal Cosmica. Club do YouTube:

O REVELAÇÃO CÓSMICA entrevistou em junho de 2016 o Prof. Dr. Rubens Junqueira Vilella, ex titular da cadeira de Meteorologia da USP. Ele já participou de 12 missões à Antártida (!). O professor Rubens no início da década de 50 estudou e morou nos EUA e participou ativamente do Relatório ‘Blue Book’ (!).

Em 1961, numa missão, ele relatou um OVNI sobre a embarcação em que se encontrava, pairando a poucos metros de altura. Curiosamente a forma da nave descrita pelo professor é equivalente a uma semente de abóbora, conforme descreveu Corey Goode ao se referir à frota obscura.


sexta-feira, 23 de junho de 2017

STAR WARS - A Verdadeira História da Ficção Científica


Star Wars é um dos filmes que revolucionou a ficção científica, porém foi uma produção que sofreu sério problemas e até correu o risco de ser cancelada. 

Descubra mais sobre essa obra.


sexta-feira, 10 de março de 2017

Operação Prato continua sob outro codinome


A Operação Prato foi sem dúvida a mais intensa pesquisa ovniológica efetuada pela Força Aérea do Brasil (pelo que sabemos), quando misteriosos objetos voadores não identificados começaram a ‘atacar’ os moradores da Ilha de Colares, na foz do Amazonas, entre outubro e dezembro de 1977.

Mas embora a Força Aérea dizer que a Operação Prato já tenha sido oficialmente encerrada em dezembro daquele ano, o ovniólogo Rafael Cury, no ponto alto da entrevista em vídeo abaixo, diz ter recebido uma informação de “fonte militar muito segura”, que ela continua, mas com nome diferente: “Operação Carajás” (aos 14 minutos do vídeo).

Assista o vídeo que contém muitas outras informações:


Seriam as informações recebidas pelo estudioso reais? Talvez algum dia saberemos.


quinta-feira, 21 de abril de 2016

SIXTO PAZ WELLS - Entrevista com o Peruano que mantém CONTATOS PROGRAMADOS com EXTRATERRESTRES


Sixto Paz Wells é um  famoso peruano conhecido por contactar com seres EXTRATERRESTRES, e muito requisitado para participar nos congressos internacionais mais importantes do mundo sobre o tema UFOs (OVNIS). Semelhantemente, tem sido alvo de muitas entrevistas na Rádio e na TV.

Sixto tem estado em contacto com uma raça mongol com semelhanças humanas originalmente da constelação de Orion. Esta raça estabeleceu uma grande base em Ganimedes, uma das luas de Júpiter. Depois de ter estabelecido uma comunicação telepática com os extraterrestres em 1974, Sixto tem tido vários avistamentos de OVNIs e contacto físico com os extraterrestres na área deserta de Chilca, no Peru.

Os avistamentos envolveram múltiplas testemunhas e os contatos físicos envolveram alguns indivíduos que estavam a ser preparados para interações mais extensivas entre humanos e extraterrestres. O caso de Sixto foi independentemente investigado por um jornalista espanhol, Juan José Benitez, que ficou tão impressionado com os avistamentos e contatos que escreveu alguns livros que descrevem o que estava a acontecer em Chilca no Peru.

Assista o vídeo de 2007, na Ilha de Páscoa. Assim que seu avião desceu, um OVNI pairou sobre o vulcão Ranu Kau, deixando pilotos e técnicos confusos e impactados com o que viam.



Assista a entrevista (em espanhol):




El Plan Cosmico - O PLANO CÓSMICO

Este é um documentário no qual Sixto partilha a informação que lhe foi passada pelos extraterrestres, sobre a Terra, a sua criação, o nascimento da espécie humana, a Atlântida, o mundo interior de Agartha, cidade de Shambhala, etc...

Assista ao documentário (em espanhol):



Outros vídeos de OVNIs com encontro marcado pelo grupo de Sixto Paz em Teotihuacan, México:





terça-feira, 29 de setembro de 2015

Contatos de 3° Grau - [VÍDEO]


Há alguns anos, o extinto canal Infinito transmitiu um documentário sobre pessoas no Chile, que tiveram contatos imediatos de 3° Grau com Extraterrestres. 

O programa é bem interessante, então resolvemos compartilhar com nossos leitores.

Segue:


terça-feira, 22 de setembro de 2015

Ufologia com Dra. Mônica de Medeiros no Talk Show, da FlixTV - [VÍDEO]

No mês de aniversário, o programa Talk Show, bate um papo com a Dra. Mônica de Medeiros, falando sobre Ufologia Científica e Espiritualista.


Mônica de Medeiros é médica formada pela Unicamp, com especialização na Universidade de Illinois, em Chicago, entre 1988 e 1990, quando se tornou membro da Sociedade Internacional de Cirurgia. Além disso, Mônica é médium, mestre reikiana, abduzida e contatada, conferencista internacional e escritora. Fundadora da entidade espiritualista Casa do Consolador que faz cerca de 5000 atendimentos gratuitos mensais e tem forte obra social, distribuindo cerca de 4 toneladas de mantimentos (na forma de cestas básicas a famílias cadastradas e 500 almoços para moradores de rua, todo domingo), 1 tonelada de ração animal a protetoras cadastradas, enxovais de gestantes, roupas.

Como se não bastasse tudo isso, ela ainda é colaboradora da Revista UFO e a a Casa do Consolador será sede do IV Encontro de Ufologia Avançada de SP, nos dias 29 e 30 próximos.

No bate-papo com Celia Coev, Ufologia Científica e Espiritualista, a Medicina do futuro e temas relacionados.


Assista abaixo, o vídeo mencionado na entrevista, onde aparecem os OVNIs.


domingo, 26 de julho de 2015

EVANGÉLICO relata suas experiências com OVNIs e EXTRATERRESTRES


Pettisson, um rapaz alagoano, simples e evangélico, resolveu contar suas experiências ufológicas. Sua principal intenção é descobrir mais pessoas que passem, ou que tenham passado por experiências semelhantes e que possam ajudá-lo a entender o que tem ocorrido em sua vida. Nesse sentido, o site ETs & ETc resolveu ajudar e nós do Filosofia Imortal estamos dando uma forcinha.

Ouça na edição abaixo, toda a história contada pelo próprio Pettisson.



segunda-feira, 18 de maio de 2015

Paulo Neto - O Médium e sua História de Trabalho e Cura


Uma rotina incansável de viagens, por centros espíritas de diversas cidades, longínquos estados e grandes distâncias. Os números impressionam. São centenas de atendidos por dia, até 2 mil km percorridos em apenas um mês. E isso tudo aos 81 anos de idade. Esta é a maratona de Paulo Neto, um mineiro da pequena cidade de Grupiara que percorre o país contribuindo para a cura de milhares, com a suposta ajuda dos espíritos, há quase 30 anos.

Paulo Neto
A cura, como se pode deduzir, é de difícil comprovação. Não há estudos científicos sobre seu trabalho e sobre os atendidos. Mas não se podem desprezar os inúmeros testemunhos daqueles que se disseram curados após serem atendidos por Paulo Neto, chamado de médium de cura de acordo com a nomenclatura espírita.

Responsável ou não pelas curas proclamadas por diversas pessoas, de todos os níveis sociais e culturais, Paulo Neto é um peregrino incansável. Mesmo idoso, se diz revigorado pela oportunidade de contribuir com o bem-estar de milhares. Seu combustível é o prazer de ajudar, que supera as dificuldades de um homem comum, dedicado a uma causa Maior, além da matéria.

Típico mineiro, de fala mansa, tímido, e hábil contador de histórias, Paulo Neto não costuma se referir a si mesmo no singular. Com frequência, inicia frases com “nós” e “a gente”, por força da humildade. De hábitos simples, conquista pela simpatia, fruto daquela alegria de quem aprendeu a valorizar as belezas da vida após enfrentar os obstáculos inerentes a ela.

Sua vida pode ser dividida em dois momentos: antes e depois do início do trabalho nas casas espíritas. De cada período, soube tirar boas lições. O primeiro foi marcado pelo casamento, com Dona Elenita, sua incansável companheira de viagem até hoje, e pela criação dos três filhos, sustentados com a lida no Exército.

Dos tempos de Forças Armadas, adquiriu a disciplina e a dedicação que o tornaram médium de confiança, das pessoas e dos espíritos. Apesar do bom aprendizado, deixa claro que guarda poucas lembranças deste período, que consumiu “35 anos, 5 meses e 12 dias” da sua vida, como ele mesmo ressalta, sem esconder a alegria pelo fim do trabalho militar.

Foi somente com a aposentadoria que ele pôde iniciar o trabalho mediúnico, em 1983. Sem cerimônias, diz que foi apresentado à tarefa por um espírito de vibrações elevadas que se manifestara através de um amigo médium. “Não houve nada especial, foi apenas um chamado para o trabalho. Nunca aconteceu nada especial”, conta Paulo Neto, com sua conhecida simplicidade.

“Tinha um amigo que recebia uma entidade de muita luz, que determinou que eu deveria fazer um tratamento de cura. Eu estranhei. Foi uma surpresa para a gente. Eu disse: o senhor poderia arranjar outra pessoa melhor”, relembra, ciente de suas limitações. “Porque eu nasci assim, meio tímido. Nunca me destaquei em nada na vida. Mas tudo o que me mandaram fazer, eu fiz. Dou tudo de mim em prol do que me proponho a fazer”.

Apesar do chamado, Paulo Neto manteve o jeito mineiro desconfiado de ser e resolveu testar sua própria capacidade. Em Araguari (MG), onde morava na época, visitou um doente que estava preso à cama há anos, sem possibilidades de andar. “Eu olhei para ele e pensei: este aí não vai levantar nunca, né? Achava que não tinha solução. Mas fiz o que me mandaram. Na outra semana, ele já estava dirigindo”, destaca, recordando o primeiro de muitos casos que viria a tratar nas décadas seguintes.

Feliz pelo resultado, ganhou confiança. “Pois então, acho que esse negócio vai dar certo”, afirmara. Paulo Neto partiu em busca do trabalho. Inicialmente recebia os atendidos em casa. Mas, aos poucos, percebeu que precisava ir além dos próprios muros. E, ao buscar as casas espíritas, enfrentou os primeiros obstáculos no trabalho espiritual. Muitas se recusaram a recebê-lo. “Algumas tinham medo porque poderia comprometer a Doutrina Espírita. Outras eram contra mesmo. A gente ainda enfrenta muita dificuldade”, revela.

Chico Xavier

As portas só se abriram com a ajuda de Chico Xavier, o médium mineiro mais conhecido do Brasil. “O Chico disse que devemos ajudar, servir, socorrer, amparar. E o que ele dizia era lei”, lembra Paulo Neto, que ganhou a aprovação de Chico em uma conversa decisiva em Uberaba. “Quando eu cheguei, ele estava todo cheiroso. Aí perguntei: ‘Por que tanto perfume para falar comigo?’”, recorda, entre risadas. “Aí ele foi me olhando e disse: ‘Você precisa trabalhar’. Eu pensei: ‘Ele já está me insultando. Não é isto o que eu esperava’”.

“Mas foi só aí que entendi que eu precisava de serviço. Antigamente, eu limitava meu trabalho a 200 pessoas por dia. Depois que o Chico determinou que eu tivesse que trabalhar, nunca mais limitei [o número de atendidos]”, afirma.

A aprovação de Chico não neutralizou todos os obstáculos. Até hoje Paulo Neto enfrenta resistência de casas e federações espíritas. Mas ele perde pouco tempo falando sobre as dificuldades, ofuscadas pela alegria de ver seu trabalho gerando boa recepção entre o público. É com sorriso no rosto que ele narra os inúmeros casos atendidos. A retribuição das pessoas, na forma de carinho e amor, serve de estímulo para as maratonas do médium pelo Brasil.

O apoio da família também é fundamental. Desde que iniciou seu périplo pelos mais distantes estados do país, há exatos 29 anos, ele viaja acompanhado da esposa, enquanto seus três filhos moram em Campinas (SP). O casal inicia o trajeto por Minas Gerais, onde percorre cerca de 2 mil km somente em janeiro. Depois alcança as cidades de Goiânia e Brasília, passando por Mato Grosso do Sul. Na sequência, desce para São Paulo e Paraná.

Sem cobrar nada pelo atendimento, Paulo Neto ainda despende boa parte de sua aposentadoria de reservista nas viagens, sempre de carro. “Viajo com meus próprios recursos. Não aceito nada de ninguém”, destaca. A tarefa mediúnica também não contempla férias. “O trabalho já é umas férias. A gente não sente cansaço. Nós nos realizamos junto com aqueles que sofrem”.

Suas “férias” se resumem ao atendimento mais próximo de casa, em Campinas, onde costuma concentrar seu trabalho em dezembro. “Trabalhamos menos nessa época porque as casas espíritas estão envolvidas com o Natal [atuação assistencial]”.

A Cura

Nas casas espíritas que visita, Paulo Neto, segundo explica, ajuda a promover a cura espiritual apenas com a imposição das mãos, sem qualquer intervenção cirúrgica. O médium serve supostamente de instrumento para a atuação de grupos espirituais especializados, através de sua forte intuição e do seu próprio poder de cura.

“Sinto as entidades que formam as equipes de trabalho. Nunca vi ou ouvi [os espíritos]. Só tenho essa mediunidade de cura. Eles não me deixam ver porque tenho que estar em sintonia. Se eu enxergar, não conseguiria fazer o atendimento ao mesmo tempo”, conta.

E, com esse apoio da espiritualidade, Paulo Neto já chegou a atender perto de 2 mil pessoas por dia no início do seu trabalho. Com o passar do tempo, a idade o obrigou a reduzir o ritmo. Aos 81 anos, o médium já apresenta saúde debilitada. Em 2011, precisou interromper temporariamente o atendimento por causa de uma pneumonia e de um problema no coração.

Paulo Neto, então, recebeu o devido auxílio dos espíritos, segundo revela. Mas a saúde frágil o obrigou a cancelar os planos de voltar a atender fora do país, como já havia feito na Itália e na Grécia. Sem poder se arriscar longe do Brasil, manteve a rotina em solo nacional.

Sua tarefa, contudo, não deverá se estender por muito mais tempo. Ele conta que, ao sair do hospital em 2011, foi avisado pelos espíritos que teria uma moratória, um tempo extra nesta encarnação, de aproximadamente 5 anos, uma vez que já cumprira com suas funções.

O “prazo de validade” não parece incomodá-lo. “Eu não sou dono de nada, nem da minha vida. Se eles quiserem me levar, estou pronto para a despedida. Só gostaria de ficar aqui em função do trabalho. Mas, no dia em que eu não puder mais trabalhar, não preciso ficar aqui. Quero ser útil”.

Fonte: MentePlural

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Chico Xavier e o Contato Extraterrestre

Relembrando o programa de entrevistas Pinga-Fogo, do qual Chico Xavier participou por duas vezes em 1971, sendo o maior record de audiência do programa e diante da recente polêmica a respeito de Chico ter ou não falado sobre a Data Limite de 2019, como momento derradeiro da humanidade, colocando mais lenha na fogueira, trazemos o trecho onde ele fala sobre extraterrestres.


Veja mais a respeito deste assunto em:

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

VIDA APÓS A MORTE - Crianças com memórias de vidas passadas surpreendem pesquisadores


O universo é cheio de mistérios que desafiam o nosso conhecimento atual. Em “Além da Ciência”, o Epoch Times coleta histórias sobre alguns fenômenos estranhos para estimular a imaginação e abrir a mente para novas possibilidades. Elas são reais? Você decide.

Diversos pesquisadores têm investigado cuidadosamente casos de crianças que relatam memórias de vidas passadas. Foram verificados muitos casos em que os detalhes dados por crianças (algumas vezes com uma precisão surpreendente) correspondem a pessoas falecidas. Em outros casos, os dados são mais difíceis de se verificar.

Mesmo nos casos mais convincentes, alguns encontrarão algum elemento de dúvida. Será que os pais influenciaram os seus filhos com uma certa linha de questionamento sugestionável? Será que as crianças ouviram informações e repetiram-nas, sem o conhecimento de seus pais? Poderia uma imaginação fértil ou desejo de atenção terem alimentado a conversa sobre uma vida passada? Talvez a probabilidade possa explicar como tais “memórias” correspondem a pessoas ou eventos reais, ou talvez sejam apenas palpites de sorte.

A psicologia

O psicólogo Dr. Erlendur Haraldsson, professor emérito da Universidade da Islândia, em Reykjavik, estudou 30 crianças no Líbano, que persistentemente falaram de memórias de vidas passadas, e as comparou com outro grupo de teste composto por outras 30 crianças. O Dr. Haraldsson se perguntou se as crianças que se associam tão fortemente a outra pessoa (sua encarnação de vida passada) são psicologicamente semelhantes a pessoas com múltiplas personalidades.

O Dr. Haraldsson testou as crianças para saber se elas estavam mais propensas a tendências dissociativas do que seus pares do grupo outro teste. Ele explicou em seu artigo “Crianças que falam de experiências de vidas passadas: Há uma explicação psicológica?”, publicado pela Sociedade Britânica de Psicologia, em 2003: “O conceito de dissociação tem sido usado para descrever uma variedade de processos psicológicos, que vão desde aqueles que são perfeitamente normais, como a atenção dividida e sonhar acordado, ao aparecimento de múltiplas personalidades na mesma pessoa com pouca ou nenhuma consciência umas das outras”.

Ele descobriu que as crianças com supostas memórias de vidas passadas “obtiveram pontuações mais elevadas em relação a sonhar acordado, busca de atenção, e dissociação, mas não em relação ao isolamento social e à facilidade de se deixarem levar por sugestões”. No entanto, ele descobriu “que o nível de dissociação foi muito menor do que nos casos de personalidade múltipla, e não foi clinicamente relevante”.

No mesmo artigo, ele fez referência ao seu estudo de campo no Sri Lanka. Ele descobriu que lá, as crianças que falavam de vidas passadas sonhavam acordadas mais do que seus pares do outro grupo teste, mas não houve nenhuma indicação de que elas eram mais propensas a fabricar experiências imaginárias. Nem foram encontradas evidências indicando que elas seriam mais facilmente levadas por sugestões. Em um de seus estudos no Sri Lanka, ele descobriu que essas crianças têm vocabulários maiores, obtiveram maior pontuação em um breve teste de inteligência e tiveram melhor desempenho escolar do que seus pares do outro grupo teste.

Haraldsson citou o Dr. Ian Stevenson, conhecido por seu estudo sistemático iniciado na década de 1960, sobre milhares de casos de crianças que relataram memórias de vidas passadas. Stevenson reexaminou muitas das crianças e descobriu que elas cresceram de forma saudável, se ajustaram apropriadamente à sociedade, e não tiveram diferenças psicológicas significativas comparadas com seus pares do outro grupo teste. Apenas uma das crianças que Stevenson reexaminou tornou-se esquizofrênica na vida adulta.


A busca pela verdade

Psicólogos como Haraldsson e Stevenson esforçaram-se para detectar qualquer influência psicológica que pudesse gerar dúvidas sobre as supostas memórias que eles investigaram.

Em 1975, o Jornal da Associação Médica Americana escreveu sobre Stevenson: “No que diz respeito à reencarnação, ele cuidadosamente e sem emoção coletou uma série detalhada de casos na Índia, casos em que as evidências são difíceis de serem ligadas a qualquer outra razão. … Ele registrou uma grande quantidade de dados que não podem ser ignorados.”

Em 1994, Haraldsson publicou um artigo intitulado “Estudos de Replicação de Casos Sugestivos de Reencarnação por Três Investigadores Independentes”, no Jornal da Sociedade Americana para a Pesquisa Psíquica, delineando estudos que replicaram a obra de Stevenson.

Ele resumiu: “Até o momento, Jurgen Keil estudou 60 casos na Birmânia, Tailândia e Turquia; Erlendur Haraldsson estudou 25 casos no Sri Lanka; e Antonia Mills estudou 38 casos no norte da Índia. … Em 80% dos 123 casos, foi identificada uma pessoa falecida que aparentemente correspondeu a algumas ou todas as declarações da criança. … Em 51% dos 99 casos resolvidos, a pessoa que a criança alegou ser era desconhecida pela família da criança; em 33% era conhecida e em 16% era parente. Da amostra combinada de 123 casos, apenas um dos casos [um estudado de Mills] parecia estar na fronteira entre o engano consciente perpetrado e o autoengano.”

O trabalho incluiu alguns exemplos de casos em que foram verificados os detalhes das memórias. Um desses casos foi o de Engin Sungur, nascido em dezembro de 1980 no Hospital Antakya, em Hatay, Turquia.


Caso de um menino na Turquia

Quando Sungur era um jovem garoto, fez uma viagem com sua família para longe de sua aldeia natal, Tavla. Durante a viagem, ele apontou para uma aldeia pela qual passava, chamada Hancagiz, e disse que ele morava lá. Ele disse que seu nome era Naif Cicek, e que ele tinha ido para Ancara antes de morrer.

Realmente existiu um Naif Cicek, que havia morrido naquela aldeia um ano antes de Sungur nascer. Mas a família de Sungur ficou sem saber disso por algum tempo. Eles não cederam imediatamente aos pedidos de Sungur para visitar a aldeia de sua vida passada.

Em data posterior, quando a filha de Cicek estava na aldeia de Tavla, onde Sungur vivia, antes da família de Sungur e Cicek terem qualquer contato, Sungur se aproximou dela e disse: “Eu sou o seu pai”.

A mãe de Sungur eventualmente levou-o para Hancagiz para conhecer a família de Cicek. O menino identificou corretamente vários membros da família, incluindo a viúva do falecido. Ele apontou para uma lamparina a óleo na casa de Cicek e disse que ele a havia feito sozinho. Ele disse que seu filho uma vez acertou-a com seu próprio caminhão enquanto estacionava de ré.

Todas as declarações feitas por Sungur estavam corretas, todas elas combinaram com os detalhes da vida de Cicek. Algumas outras declarações que ele fez não puderam ser verificadas, mas ele não fez nenhuma declaração incorreta.

O Dr. Jim Tucker, sucessor de Stevenson em estudos de reencarnação da Universidade de Virginia, contou casos semelhantes em que puderam ser verificados os detalhes das memórias de vidas passadas de uma criança, em seu livro “Retorno à Vida: Casos Extraordinários de Crianças que Lembram de Vidas Passadas”. Mas, ele observou, com relação aos casos que não podem ser verificados, “no mínimo, eles levantam a questão sobre o que poderia levar as crianças a acreditar que lembram dos acontecimentos que algumas delas relatam”.


Caso de uma menina no Canadá

O Dr. Tucker citou alguns exemplos, um dos quais envolveu uma menina do Canadá, que pareceu lembrar-se de ser uma senhora idosa. O pai da menina não tinha nenhum interesse por hóquei. Na verdade, ele evitava assistir ou falar sobre este assunto porque ele tinha más associações com o esporte – seu próprio pai era apaixonado por hóquei e sua falta de interesse pelo esporte havia afetado negativamente a relação entre os dois.

A menina, Hannah, quando tinha 3 anos de idade, perguntou ao seu pai por que o filho dela nunca mais levou-a para assistir jogos de hóquei. O pai perguntou quando o filho dela havia feito isso, e Hannah respondeu: “Você sabe, papai, quando eu era uma senhora idosa”.

Depois de algum tempo, ela falou mais sobre seu filho, dando detalhes como o carro branco com ferrugem que seu ele costumava dirigir e sua jaqueta de couro.

O 

Dr. Tucker escreveu: “Mesmo que as declarações da criança não possam ser verificadas neste caso, eu acho que são bastante impressionantes. O que levaria uma criança de 3 anos de idade, especialmente cuja família nem gostava de hóquei, a imaginar que ela tinha sido uma mulher idosa que desejava que seu filho a levasse para assistir a jogos de hóquei?”



domingo, 12 de outubro de 2014

CHEFE DA NASA diz: A Vida já existiu e PODE AINDA EXISTIR em MARTE - [VÍDEO]


Em 09 de outubro passado, Charles Bolden, chefe da NASA, declarou o seguinte sobre Marte:

“É um planeta, irmão da Terra. É o planeta mais provável no nosso sistema solar, que teve vida um dia… pode ter vida agora“.

Sobre esta declaração, o site ufosightingsdaily.com escreveu:

Este é o primeiro anúncio já feito pela NASA de que a vida existiu em Marte. É uma grande vitória para astrobiólogos e ovniólogos em todo o mundo. Bolden admite que a NASA sabe que Marte teve uma vez vida em sua superfície.

Bolden continuou declarando que "Marte ainda pode ter vida, mas você notou como ele hesitou fazer tal declaração. Ele hesitou quando começou a dizer… pode ter vida agora“. Ele até mesmo fechou seu olho e contraiu sua face direita, como se isso fosse algo dolorido para declarar. No fundo ele estava morrendo de vontade de contar ao mundo e finalmente se deu ao luxo de deixar escapar a declaração em público…

Veja abaixo o momento de hesitação de Charles Bolden:


Realmente esta é uma declaração muito importante vinda da NASA, pois, quando se fala do assunto ‘vida extraterrestre’ a agência espacial tem agido como certos políticos brasileiros: nunca sabem de nada!

Abaixo, o vídeo (em inglês) do segmento que Charles Bolden faz tal declaração


Fonte: ovnihoje.com

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Chico Penteado afirma no Programa do Jô, que é uma reencarnação de Extraterrestre Reptiliano

Ufólogo relata como foi a visita que recebeu de ETs.


Você acredita que existe vida fora da Terra? Chico Penteado é ufólogo e se declara uma reencarnação de um extraterrestre reptiliano. "Hoje tenho mais de 4 mil pessoas na minha rede social e metade se considera reencarnação de ETs e coisas desse tipo", afirma.

Durante sua entrevista no Programa do Jô, Chico comenta que foi visitado por extraterrestres que tinham uma mensagem para ele. "No meu caso, disseram que eu estava na forma humana, mas quando morrer, eu vou embora com eles."


Fonte: GShow

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Entrevista: Pedro Siqueira, o Médium Católico - [VÍDEO]

Pedro Siqueira, advogado, católico, que afirma ver e ouvir espíritos, Santos e Nossa Senhora, conta sobre seu passado com experiências mediúnicas, em entrevista com Marília Gabriela.

Em determinado ponto da entrevista, ele diz que seu "anjo da guarda" é alto, jovial e verde - pois é de uma outra linha evolutiva, diferente da humana. Um extraterrestre? Quem sabe?

Pedro Siqueira nasceu no Rio de Janeiro, em agosto de 1971, onde vive atualmente com sua esposa e exerce o cargo de Advogado da União. Conduz, na Zona Sul da mesma cidade, um grupo de oração baseado no Rosário e nos dons do Espírito Santo.


quarta-feira, 2 de abril de 2014

Ex-Conselheira do Banco Mundial: há uma ESPÉCIE AVANÇADA na Terra CONTROLANDO o SISTEMA FINANCEIRO

Em entrevista para o site www.futuremoneytrends.com, Karen Hude, ex-conselheira sênior do Banco Mundial, fez algumas declarações incrivelmente impactantes.  Ela vem alertando por algum tempo sobre a fraude e negligência dos sistema econômico e financeiro dos últimos anos, que ocorre no mundo todo.


A entrevista inicia com uma conversação sobre a economia em geral, os meios de comunicação, conspiração, etc., mas aos 23 minutos Hudes declara que há uma segunda espécie avançada no planeta, uma espécie nativa da Terra de crânio alongado, não extraterrestre, que tem se escondido no planeta.  Hudes diz que ele criaram as religiões humanas e estão escondidos no Vaticano.  Ela também vincula essa espécie avançada com a Atlântida e as antigas culturas terrestres.

Na entrevista Hudes também alega que a maioria do ouro do mundo está nas Filipinas e na Suíça, e que um desses seres de crânio alongado é o famoso Papa Negro.

Ela não menciona se estes seres são os famosos Nefilim, ou os Anunnakis.

Há pouco tempo, Hudes colocou em evidência a principal ferramenta para escravizar as nações e governos:

“Querem que sejamos todos escravos da dívida; querem ver todos os nosso governos escravos da dívida, e querem que todos os nossos políticos sejam dependentes das gigantes contribuições financeiras que eles canalizam em suas campanhas.  Como a elite também é dona de todos os meios principais de informação, esses meios nunca revelarão o segredo de que há algo fundamentalmente errado com a forma que funciona o nosso sistema.“


Quanto à outra espécie inteligente não humana no planeta ela disse em outra entrevista para o Red Ice Radio:

“Eles são muito inteligentes, pouco criativos, mas com um pensamento muito frio e matemático.  Acumularam muito poder na antiguidade.  Eles têm os crânios alongado e podem reproduzir ao copular com mulheres humanas, mas seus filhos são estéreis.  Vivemos num mundo de sociedades secreta e segredos, e a informação que o publico deveria conhecer não é pública.“


Karen Hudes estudou Direito na Universidade Yale e Economia na Universidade de Amsterdã.  Trabalhou no US Export Import Bank no período entre 1980 a 1985 e no Departamento Legal do Banco Mundial entre 1986 e 2007, como assessora de alto nível.

O FILOSOFIA IMORTAL não atesta à veracidade das declarações de Karen Hudes e esta matéria é colocada aqui meramente para a apreciação de nossos leitores. Que cada um tire suas próprias conclusões a respeito.

Assista a entrevista (em inglês):

Fontes:
futuremoneytrends.com
ovnihoje.com


quinta-feira, 20 de março de 2014

“A Máfia Médica” e a Indústria da Doença


“A Máfia Médica” é o título do livro lançado em 2010 que custou à doutora Ghislaine Lanctot a sua expulsão do colégio de médicos e a retirada da sua licença para exercer medicina. Trata-se provavelmente da denúncia publicada mais completa, integral, explícita e clara do papel que forma, a nível mundial, o complô formado pelo Sistema Sanitário e pela Indústria Farmacêutica.

O livro expõe, por um lado, a errônea concepção da saúde e da enfermidade, que tem a sociedade ocidental moderna, fomentada por esta máfia médica que monopolizou a saúde pública criando o mais lucrativo dos negócios. Além de falar sobre a verdadeira natureza das enfermidades, explica como as grandes empresas farmacêuticas controlam não só a investigação, mas também a docência médica, e como se criou um Sistema Sanitário baseado na enfermidade em vez da saúde, que cronifica enfermidades e mantém os cidadãos ignorantes e dependentes dele.

O livro é pura artilharia pesada contra todos os medos e mentiras que destroem a nossa saúde e a nossa capacidade de auto-regulação natural, tornando-nos manipuláveis e completamente dependentes do sistema. A seguir, uma bela entrevista à autora, realizada por Laura Jimeno Muñoz para Discovery Salud:



Medicina significa negócio

A autora de A Máfia Médica acabou os seus estudos de Medicina em 1967, numa época em que – como ela mesma confessa – estava convencida de que a Medicina era extraordinária e de que antes do final do séc. XX se teria o necessário para curar qualquer enfermidade. Só que essa primeira ilusão foi-se apagando até extinguir-se.

Porquê essa decepção? 
- Porque comecei a ver muitas coisas que me fizeram refletir. Por exemplo, nem todas as pessoas respondiam aos maravilhosos tratamentos da medicina oficial. Além disso, naquela época entrei em contato com várias terapias suaves – ou seja, praticantes de terapias não agressivas (em francês Médecine Douce) – que não tiveram problema algum em me abrir as suas consultas e em deixar-me ver o que faziam. Rapidamente concluí que as medicinas não agressivas são mais eficazes, mais baratas e, ainda por cima, têm menores efeitos secundários.

E suponho que começou a perguntar-se por que é que na Faculdade ninguém lhe havia falado dessas terapias alternativas não agressivas?
 – Isso mesmo. Logo a minha mente foi mais além e comecei a questionar-me como era possível que se chamassem de charlatães a pessoas a quem eu própria tinha visto curar e porque eram perseguidas como se fossem bruxos ou delinquentes. Por outro lado, como médica tinha participado em muitos congressos internacionais – em alguns como oradora – e me dei conta de que todas as apresentações e depoimentos que aparecem em tais eventos estão controlados e requerem, obrigatoriamente, ser primeiro aceitos pelo comitê científico organizador do congresso.

E quem designa esse comitê científico? 
- Geralmente quem financia o evento: a indústria farmacêutica. Sim, hoje são as multinacionais quem decide até o que se ensina aos futuros médicos nas faculdades e o que se publica e expõe nos congressos de medicina! O controle é absoluto.

E isso ficou claro para você? 
- E muito! Me dar conta do controle e da manipulação a que estão sujeitos os médicos – e os futuros médicos, ou sejam os estudantes – me fez entender claramente o que a medicina é, antes de tudo, um negócio. A medicina está hoje controlada pelos seguros públicos ou privados, o que dá na mesma, porque enquanto alguém tem um seguro perde o controle sobre o tipo de medicina que tem. Já não pode escolher. E há mais, os seguros determinam inclusivamente o preço de cada tratamento e as terapias que se vão praticar. E  se olharmos para trás das companhias de seguros ou da segurança social… encontramos o mesmo.

O poder econômico? 
– Exato, é o dinheiro quem controla totalmente a Medicina. E a única coisa que de verdade interessa a quem maneja este negócio é ganhar dinheiro. E como ganhar mais? Claro, tornando as pessoas doentes…. porque as pessoas sãs, não geram ingressos. A estratégia consiste em suma, em ter enfermos crônicos que tenham que consumir o tipo de produtos paliativos, ou seja, para tratar só sintomas, medicamentos para aliviar a dor, baixar a febre, diminuir a inflamação. Mas, nunca fármacos que possam resolver uma doença. Isso não é rentável, não interessa. A medicina atual está concebida para que a gente permaneça enferma o maior tempo possível e compre fármacos; se possível, toda a vida.


Um sistema da doença

Deduzo que essa é a razão pela qual no seu livro se refere ao sistema sanitário como “sistema da doença”. 
- Efetivamente. O chamado sistema sanitário é na realidade um sistema da doença. Pratica-se uma medicina da doença e não da saúde. Uma medicina que só reconhece a existência do corpo físico e não leva em conta nem o espírito, nem a mente, nem as emoções. E que além disso, trata apenas o sintoma e não a causa do problema. Trata-se de um sistema que mantém o paciente na ignorância e na dependência, e a quem se estimula para que consuma fármacos de todo o tipo.

Supõe-se que o sistema sanitário está ao serviço das pessoas! 
- Está ao serviço de quem dele tira proveito: a indústria farmacêutica. De uma forma oficial – puramente ilusória – o sistema está ao serviço do paciente, mas oficialmente, na realidade, o sistema está às ordens da indústria que é quem move os fios e mantém o sistema da doença em seu próprio benefício. Em suma, trata-se de uma autêntica máfia médica, de um sistema que cria enfermidades e mata por dinheiro e por poder.  

E que papel desempenha o médico nessa máfia? 
– O médico é – muitas vezes de uma forma inconsciente, na verdade – a correia de transmissão da grande indústria. Durante os 5 a 10 anos que passa na Faculdade de Medicina o sistema encarrega-se de lhe inculcar uns determinados conhecimentos e de lhe fechar os olhos para outras possibilidades. Posteriormente, nos hospitais e congressos médicos, é reforçada a ideia de que a função do médico é curar e salvar vidas, de que a doença e a morte são fracassos que se deve evitar a todo o custo e de que o ensinamento recebido é o único válido. E mais, te ensinam que o médico não deve implicar-se emocionalmente e que é um «deus» da saúde. Daí resulta o caça às bruxas entre os próprios profissionais da medicina. A medicina oficial, a científica, não pode permitir que existam outras formas de curar que não sejam servis ao sistema.

O sistema, de fato, pretende fazer crer que a única medicina válida é a chamada medicina científica, a que você aprendeu e que renegou. Precisamente no mesmo número da revista em que vai aparecer a sua entrevista, publicamos um artigo a respeito. 
– A medicina científica está enormemente limitada porque se baseia na física materialista de Newton: tal efeito obedece a tal causa. E, assim, tal sintoma precede a tal enfermidade e requer tal tratamento. Trata-se de uma medicina que ademais só reconhece o que se vê, se toca, ou se mede e nega toda a conexão entre as emoções, o pensamento, a consciência e o estado de saúde do físico. E quando a importunamos com algum problema desse tipo, cola a etiqueta de doença psicossomática no paciente e envia-o para casa, receitando-lhe comprimidos para os nervos.

É dizer, que no que lhe toca, a medicina convencional só se ocupa em fazer desaparecer os sintomas. 
– Salvo no que se refere a cirurgia, os antibióticos e algumas poucas coisas mais, como os modernos meios de diagnóstico, sim. Dá a impressão de curar mas não cura. Simplesmente elimina a manifestação do problema no corpo físico mas este, cedo ou tarde, ressurge. 

Você acha que dão melhores resultados as chamadas medicinas suaves ou não agressivas? 
– É a melhor opção porque trata o paciente de uma forma holística e ajuda na cura… mas tão pouco cura. Olhe, qualquer das chamadas medicinas alternativas são uma boa ajuda mas apenas isso: complementos! Porque o verdadeiro médico é você próprio. Quando está consciente da sua soberania sobre a saúde, deixa de necessitar de terapeutas. O enfermo é o único que pode curar-se. Nada pode fazê-lo em seu lugar. A autocura é a única medicina que cura. A questão é que o sistema trabalha para que esqueçamos a nossa condição de seres soberanos e nos convertamos em seres submissos e dependentes. Nas nossas mãos esteremos rompendo essa escravidão. 

E, na sua opinião, por que é que as autoridades políticas, médicas, midiáticas e econômicas o permitem? Porque os governos não acabam com este sistema da doença, que além de tudo é caríssimo? 
– Acerca disso, tenho três hipóteses. A primeira é que talvez não saibam que tudo o que se passa… mas é difícil de aceitar porque a informação está ao seu alcance há muitos anos e nos últimos vinte anos foram já várias as publicações que denunciaram a corrupção do sistema e a conspiração existente. A segunda hipótese é que não podem acabar com ele… mas também resulta, como difícil de acreditar, porque os governos têm poder. - E a terceira, suponho, é que não querem acabar com o sistema. - Pois o certo é que, eliminadas as outras duas hipóteses, essa parece a mais plausível. E se um Governo se nega a acabar com um sistema que arruína e mata os seus cidadãos é porque faz parte dele, porque faz parte da máfia.


A máfia médica

Quem na sua opinião, integra a “máfia médica”? 
- Em diferentes escalas e com distintas implicações, com certeza, a industria farmacêutica, as autoridades políticas, os grandes laboratórios, os hospitais, as companhias seguradoras, as Agencias dos Medicamentos, as Ordens dos Médicos, os próprios médicos, a Organização Mundial de Saúde (OMS) – o Ministério da Saúde da ONU- e, com certeza, o governo mundial na sombra do dinheiro. 

Entendemos que para você, a Organização Mundial da Saúde é “a máfia das máfias”? 
– É sim. Essa organização está completamente controlada pelo dinheiro. A OMS é a organização que estabelece, em nome da saúde, a “política da doença” em todos os países. Todo o mundo tem que obedecer cegamente às diretrizes da OMS. Não há escapatória. De fato, desde 1977, com a Declaração de Alma Ata, nada pode escapar ao seu controle. 

Em que consiste essa declaração? 
– Trata-se de uma declaração que dá à OMS os meios para estabelecer os critérios e normas internacionais da prática médica. Assim, foi retirada dos países a sua soberania em matéria de saúde para transferi-la para um governo mundial não eleito, cujo “ministério da saúde” é a OMS. Desde então, “direito à saúde” significa “direito à medicação”. Foi assim que impuseram as vacinas e os medicamentos a toda a população do globo. - Uma ação que não se questiona - Claro porque, “quem vai ousar duvidar das boas intenções da Organização Mundial de Saúde?” Com certeza, há que perguntar quem controla, por sua vez essa organização através da ONU? O poder econômico! 

Você acredita  que nem sequer as organizações humanitárias escapam a esse controle? 
– Com certeza que não. As organizações humanitárias também dependem da ONU, ou seja, do dinheiro das subvenções. E portanto, as suas atividades estão igualmente controladas. Organizações como Médicos Sem Fronteiras acreditam que servem altruisticamente as pessoas, mas na realidade servem ao dinheiro.

Uma máfia extremamente poderosa! 
– Onipotente, eu diria. Eliminou toda a competência. Hoje em dia, “orientam-se “ os investigadores. Os dissidentes são encarcerados, manipulados e reduzidos ao silêncio. Aos médicos “alternativos” os intitulam de loucos, retiram-lhes a licença, ou os encarceram também. Os produtos alternativos rentáveis caíram igualmente nas mãos das multinacionais graças às normativas da OMS e às patentes da Organização Mundial do Comércio. As autoridades e os seus meios de comunicação social ocupam-se a alimentarem, entre a população, o medo da doença, da velhice e da morte. De fato, a obsessão por viver mais ou simplesmente, por sobreviver, fez prosperar inclusive o tráfico internacional de órgãos, sangue e embriões humanos. E em muitas clínicas de fertilização na realidade “fabricam-se” uma multidão de embriões, que logo se armazenam para serem utilizados em cosmética, em tratamentos rejuvenescedores, etc. Isso sem contar com o que se irradiam os alimentos, se modificam os genes, a água está contaminada e o ar envenenado. E mais, as crianças recebem absurdamente, até 35 vacinas antes de irem para a escola. E assim, cada membro da família tem já o seu comprimido: o pai, o Viagra; a mãe, o Prozac; o filho, o Ritalin. E tudo isto para quê? Porque o resultado é conhecido: os custos sanitários sobem e sobem, mas as pessoas continuam adoecendo e morrendo da mesma forma.


As autoridades mentem

O que você explicou sobre o sistema sanitário imperante é uma realidade que cada vez mais gente começa a conhecer, mas nos surpreenderam alguns das suas afirmações a respeito do que define como “as três grandes mentiras das autoridades políticas e sanitárias”. 
– E reitero: as autoridades mentem quando dizem que as vacinas nos protegem, mentem quando dizem que a doença é contagiosa e mentem quando dizem que o câncer é um mistério. 

Bem, falaremos disso mas, já lhe adianto, na revista não compartilhamos alguns dos seus pontos de vista. Se lhe parece bem, podemos começar falando das vacinas. Na nossa opinião, a sua afirmação de que nenhuma vacina é útil, não se sustenta. Uma coisa com que concordamos, é que algumas são ineficazes e outras inúteis; às vezes, até perigosas.
– Pois eu mantenho todas as minhas afirmações. A única imunidade autêntica é a natural, e esta se desenvolve em 90% da população antes dos 15 anos. E mais, as vacinas artificiais curto-circuitam por completo o desenvolvimento das primeiras defesas do organismo. E que as vacinas têm riscos, é algo muito evidente; apesar da ocultação. Por exemplo, uma vacina pode provocar a mesma doença para que se destina. Porque não se adverte? Também é ocultado que a pessoa vacinada pode transmitir a doença ainda que não esteja enferma. Mesmo assim , não é dito que a vacina pode sensibilizar a pessoa perante a doença. Ainda que o mais grave seja a ocultação  da inutilidade, constatada, de certas vacinas. 

A quais se refere? 
–  Às das doenças como a tuberculose e o tétano, vacinas que não conferem nenhuma imunidade; a rubéola, de que 90% das mulheres estão protegidas de modo natural; a difteria, que durante as maiores epidemias só alcançava  7% das crianças apesar disso, hoje, vacinam todas; a gripe, a hepatite B, cujos vírus se fazem rapidamente resistentes aos anti-corpos das vacinas. 

E até que ponto podem ser também perigosas? 
- As inumeráveis complicações que causam as vacinas – desde transtornos menores até à morte – estão suficientemente documentadas; por exemplo, a morte súbita do lactante. Por isso há  numerosos protestos de especialistas na matéria e são inúmeras as demandas judiciais que foram interpostas contra os fabricantes. Por outro lado, quando se examinam as consequências dos programas de vacinações massivas extraem-se conclusões esclarecedoras. 

Agradeceria se mencionasse algumas.
– Olhe, em primeiro lugar as vacinas são caras e constituem para o Estado um gasto de milhões de euros ao ano. Portanto, o único benefício evidente e seguro das vacinas… é o que obtém a industria. Além disso, a vacinação estimula o sistema imunológico, mas repetida a vacinação o sistema esgota-se. Portanto, a vacina repetida pode fazer por exemplo, estalar a “doença silenciosa” e garantir um “mercado da doença”, perpetuamente. Mais dados: a vacinação incita à dependência médica e reforça a crença de que o nosso sistema imune é ineficaz. Ainda o mais horrível é que a vacinação facilita os genocídios seletivos pois permite liquidar pessoas de certa raça, de certo grupo, de certa região… Serve como experimentação para testar novos produtos sobre um amplo mostruário da população e uma arma biológica potentíssima ao serviço da guerra biológica porque permite interferir no património genético hereditário de quem se queira. 

Bom, é evidente que há muitas coisas das quais se pode fazer um bom ou mau uso mas isso depende da vontade e intenção de quem as utiliza. Bem, falemos então da segunda grande mentira das autoridades: você afirma que a doença não é contagiosa. Me  perdoe, mas assim como o resto das suas afirmações nos pareceram pensadas e razoáveis, neste âmbito não temos visto que argumente essa afirmação. 
- Eu afirmo que a teoria de que o único causador da sida  é o HIV o Vírus da Imunodeficiência Adquirida é falsa. Essa é a grande mentira. A verdade é que ter o HIV não implica necessariamente desenvolver a doença. Porque a sida não é senão uma etiqueta que se “coloca” num estado de saúde a que dão lugar numerosas patologias quando o sistema imunitário está em baixa. E nego que ter doença equivalha a morte segura. Mas, claro, essa verdade não interessa. As autoridades impõem-nos à força a ideia de que a sida é uma doença causada por um só vírus apesar de o próprio Luc Montagnier, do Instituto Pasteur, co-descobridor oficial do HIV em 1983, ter reconhecido já em 1990, que o HIV não é suficiente por si só para causar a sida. Outra evidência é o fato de que há numerosos casos de sida, sem vírus HIV e numerosos casos de vírus HIV, sem sida (seropositivos). Por outro lado, ainda não se conseguiu demonstrar que o vírus HIV cause a sida, e a demonstração é uma regra científica elementar para estabelecer uma relação causa-efeito, entre dois fatores. O que se sabe, sem dúvida, é que o HIV é um retrovírus inofensivo que só se ativa quando o sistema imunológico está debilitado. 

Você afirma no seu livro que o HIV foi criado artificialmente num laboratório.
- Sim. Investigações de eminentes médicos indicam que o HIV foi criado enquanto se faziam ensaios de vacinação contra a hepatite B em grupos de homossexuais. E tudo indica que o continente africano foi contaminado do mesmo modo durante campanhas de vacinação contra a varíola. Claro que outros investigadores vão mais longe ainda e afirmam que o vírus da sida foi cultivado como arma biológica e depois deliberadamente propagado mediante a vacinação de grupos de população que se queriam exterminar. 

Também observamos que ataca duramente a utilização do AZT para tratar a sida.
- Já no Congresso sobre SIDA celebrado em Copenhague em Maio de 1992 os sobreviventes da sida afirmaram que a solução então proposta pela medicina científica para combater o HIV, o AZT, era absolutamente ineficaz. Hoje isso está fora de qualquer dúvida. Pois bem, eu afirmo que se pode sobreviver à sida… mas não ao AZT. Este medicamento é mais mortal que a sida. O simples senso comum permite entender que não é com fármacos imuno-depressores que se reforça o sistema imunitário. Olhe, a sida converteu-se noutro grande negócio. Por isso, promociona-se amplamente combatê-lo, porque ele dá muito dinheiro à industria farmacêutica. Simples assim.

Vamos falar da “terceira grande mentira” das autoridades: a de que o câncer é um mistério. 
– O chamado câncer, ou seja, a massiva proliferação anômala de células, é algo tão habitual que todos nós padecemos varias vezes ao longo da nossa vida. Só que quando isso ocorre, o sistema imunológico atua e destrói as células cancerígenas. O problema surge quando o nosso sistema imunológico está frágil e não pode eliminá-las. Então o conjunto de células cancerosas acaba crescendo e formando um tumor. 

E é nesse momento quando se entra na engrenagem do “sistema da doença”.
– É sim. Porque quando se descobre um tumor se oferece de imediato ao paciente, com o pretexto de ajudá-lo, que escolha entre estas três possibilidades ou “formas de tortura”: amputá-lo (cirurgia), queimá-lo (radioterapia) ou envenena-lo (quimioterapia). Escondendo-se, que existem remédios alternativos eficazes, inócuos e baratos. E depois de quatro décadas de “luta intensiva”contra o câncer, qual é a situação nos próprios países industrializados? Que a taxa de mortalidade, por câncer, aumentou. Esse simples fato põe em evidência o fracasso da sua prevenção e do seu tratamento. Desperdiçaram milhares de milhões de euros e tanto o número de doentes, como o de mortos, contínua crescendo. Hoje sabemos a quem beneficia esta situação. Como sabemos quem a criou e quem a sustenta. No caso da guerra, todos sabemos que esta beneficia sobretudo aos fabricantes e traficantes de armas. Bom,  na medicina quem se beneficia são os fabricantes e traficantes do “armamento contra o câncer” ou seja, quem está detrás da quimioterapia, da radioterapia, da cirurgia e de toda a industria hospitalar.


 A máfia, uma necessidade evolutiva

No entanto, apesar de tudo, mantém que a máfia médica é uma necessidade evolutiva da humanidade. Que quer dizer com essa afirmação? 
– Você verá, pense num peixe comodamente instalado no seu aquário. Enquanto tem água e comida tudo está bem, mas se lhe começa a faltar o alimento e o nível da água desce perigosamente o peixe decidirá saltar para fora do aquário buscando uma forma de se salvar. Bom, pois eu entendo que a máfia médica pode nos ajudar a dar esse salto individualmente. Isso, se houver muita gente que prefira morrer a saltar. 

Mas para dar esse salto é preciso um nível de consciência determinado. 
– Sim. E eu creio que se está elevando muito e muito rapidamente. A informação que antes se ocultava agora é pública: que a medicina mata pessoas, que os medicamentos nos envenenam, etc. Além do mais, o médico alemão Ryke Geerd Hamer demonstrou que todas as enfermidades são psicossomáticas e as medicinas não agressivas ganham popularidade. A máfia médica irá desmoronar como um castelo de cartas quando 5% da população perder a sua confiança nela. Basta que essa percentagem da população mundial seja consciente e conectada com a sua própria divindade. Então decidirá escapar à escravatura a que tem sido submetida pela máfia e o sistema atual derrubará. Tão simples como isto. 

E em que ponto crê que estamos? 
– Não sei quantificá-lo, mas penso que provavelmente em menos de 5 anos todo o mundo se dará conta de que quando vai ao médico vai a um especialista de doença e não a um especialista da saúde. Deixar de lado a chamada “medicina científica” e a segurança que oferece, para ir a um terapeuta é já um passo importante. Também perder o respeito e a obediência cega ao médico. O grande passo é dizer não à autoridade exterior e dizer sim à nossa autoridade interior. 

E o que é que nos impede de romper com a autoridade exterior? 
– O medo. Temos medo de não chamar o médico. Mas é o medo, por si próprio, quem nos pode adoecer e morrer. Nós morremos de medo.  

E o que podem fazer os meios de comunicação para contribuir para a elevação da consciência nesta matéria? 
– Informar sem tentar convencer. Dizer o que sabe e deixar às pessoas fazerem o que queiram com a informação. Porque tentar convencê-las será impor outra verdade e de novo estaríamos noutra guerra. Necessita-se apenas dar referencia. Basta dizer as coisas. Logo, as pessoas escutarão, se ressoarem nelas. E, se o seu medo for maior do que o seu amor por si mesmos, dirão: “Isso é impossível”. Se pelo contrário têm aberto o coração, escutarão e questionarão as suas convicções. É então, nesse momento, quando quiserem saber mais, que se poderá dar mais informação.


Fontes:

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Astronautas CONFIRMAM terem presenciado OVNIs em missão na LUA [Vídeo]

Todos os dias centenas de pessoas dizem ter visto objetos incomuns no céu. Entretanto, a maior parte das autoridades desmente estes argumentos, sugerindo que são produtos da imaginação ou, simplesmente, mentira. Mas, quando a afirmação é feita por um astronauta experiente, a situação muda de figura.


O astronauta Edwin Aldrin, integrante da missão Apolo 11, que levou o homem à Lua pela primeira vez, concedeu a seguinte declaração: “Havia algo do lado de fora, próximo o bastante para ser observado... o que poderia ser”? Ele disse também que na época os astronautas fizeram um pacto de não reportar o testemunho com medo de receberem instruções para fazer contato. Por outro lado, Edgar Mitchell, integrante da missão Apolo 14, de 1971, disse que, depois de ir ao espaço, teve certeza de que somos observados por alienígenas. “Não sei quantos ou como atuam, mas estou seguro de que estão nos observando; vimos naves o tempo inteiro”. Mitchell ressaltou que a NASA possui diversos relatos dos integrantes da missão Apolo 11 sobre esse tipo de acontecimento.

Entre os relatos, o de Neil Armstrong impressiona: “As naves eram imensas... Não podíamos acreditar. Fomos advertidos para nos afastar”, teria declarado o astronauta. Tempos depois, o próprio Armstrong voltou ao assunto: “Não posso entrar em detalhes, exceto para dizer que essas naves eram muito superiores às nossas, tanto em tamanho como em tecnologia. Eram grandes e ameaçadoras”. Apesar dos depoimentos, a NASA, oficialmente, desmente qualquer encontro com supostos alienígenas ou outras espaçonaves. No entanto, quem fez a viagem foram os astronautas...




quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Antigos Crânios Alongados NÃO SÃO HUMANOS


Você está pronto para ser confrontado com a evidência que irá diretamente contradizer a versão da ‘história do mundo’ que lhe foi ensinada na escola?

Em anos recentes, centenas de crânios extremamente bizarros têm sido descobertos por todo o planeta.  Os testes científicos que têm sido conduzidos em alguns deles conclusivamente provam que estes antigos crânios alongados não são humanos.  Muitas pessoas não são capazes de aceitar o que você está para ver, porque é muito radical para elas.  Mas a verdade é que os textos antigos têm nos falado sobre estes “seres híbridos” por milhares de anos.  Têm até mesmo havido algumas tradições indígenas antigas que alegam que estas criaturas estiveram na América do Norte antes mesmo dos índios.  De fato, há ainda uma tradição indígena sobre uma guerra entre uma tribo de índios e uma raça de gigantes canibais de cabelo vermelho.  A Bíblia se refere a estes híbridos como “Os Nefilins“, e à medida que o tempo passa, as evidências aumentam de que eles eram muito reais.

No Peru, particularmente na península de Paracas, pesquisadores têm encontrado alguns enormes crânios alongados que são extremamente antigos.  Em sua página do Facebook, Brien Foerster publicou uma foto de um desse crânios antigos, que ainda tem cabelo vermelho nele.

Um outro exemplar com cabelo vermelho foi recém descoberto. Mas este era o crânio de uma criança. Este foto também é da página do Facebook de Brien Foerster.

Estes crânios alongados são muito maiores do que os crânios de um humano normal. A deformação craniana proposital pode mudar a forma de um crânio, mas não pode mudar seu volume. Além disso, estes crânios possuem algumas outras importantes características físicas que os separam dos crânios humanos normais. Brien Foerster discute sobre estas diferenças chave no seguinte vídeo de cinco minutos (em inglês):

Numa recente entrevista com o Examiner, Foerster explicou que sua pesquisa o levou à conclusão de que estas criaturas, ou eram “uma espécie diferente“, ou eram uma “mistura de DNA humano e alienígena“:

Examiner: Num vídeo recente, ‘Alien Hybrid Human Baby Found In Peru?‘ [Hibrido de Bebê Alienígena Humano Encontrado no Peru? - trad. livre n3m3] você mostra os restos de um bebê com um crânio alongado, bem como um feto com um crânio alongado. Você possui alguma teoria do porquê desses bebês terem sido desenvolvidos naturalmente com crânios anormais?

Foerster: Estes exemplares são completamente naturais em sua forma, e possuem um volume craniano enorme. Ou eles são uma espécie diferente da nossa, ou, possivelmente, são uma mistura de DNA humano com alienígena.

Uma amostra do cabelo vermelho de um desse crânios foi enviada para ser analisada por um laboratório. O que foi descoberto é absolutamente contundente. Você pode assistir o pesquisador L.A. Marzulli dizer o que o laboratório descobriu, começando aos 10 minutos do seguinte vídeo (em inglês):


Outras equipes de pesquisadores têm chegado a conclusões similares sobre estes antigos crânios alongados. Por exemplo, abaixo um trecho de um artigo do Daily Mail que foi publicado em 2011:


Um crânio alongado mumificado que foi encontrado no Peru poderá finalmente provar a existência de alienígenas.

A cabeça com forma estranha – quase tão grande quanto seu corpo de 50 cm – tem intrigado os antropólogos. Ela foi um dos dois restos mortais encontrados na cidade de Andahuaylillas, no província do sul de Quispicanchi.

Quando uma equipe internacional de antropólogos estudaram o crânio, eles concordaram que “não era um ser humano“:

Davila Requelme disse que três antropólogos, da Espanha e Rússia, chegaram no museu na semana passada para investigar a descoberta e concordaram que ele ‘não era um ser humano’ e que conduziriam mais estudos. 

Ele adicionou: ‘Embora a avaliação tenha sido superficial, é óbvio que estas características não correspondem a nenhum grupo étnico no mundo‘.

Um outro crânio antigo que tem causado muita controversa em recentes anos é o assim chamado “Starchild Skull”… [Para maiores informações, acesse a série de artigos publicados no OVNI Hoje sobre este crânio.]

…As evidências de que as ‘pessoas’ não humanas uma vez viveram na Terra continuam a chegar. A Bíblia se refere a eles como “Os Nefilins”. Outros textos antigos dão outros nomes a eles. Os índios Paiute alegam ter guerreado contra uma raça de gigantes canibais de cabelos vermelhos no estado de Nevada, EUA. Na verdade, uma impressão de uma mão de um desses gigantes ainda pode ser encontrada numa caverna da região…

…Mas muitas pessoas lá fora não estão dispostas nem ao menos de considerar estes fatos. Já que isto não encaixa com a ‘visão aceita da história’ que lhes foi ensinada, eles simplesmente irão descartar tudo isso sem mesmo fazer uma avaliação das evidências…

-Michael T. Snyder

Fonte: ovnihoje.com