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sexta-feira, 21 de agosto de 2020

Anomalia do Campo Magnético da Terra está Crescendo.

Por Felipe Miranda.

Existe uma enorme anomalia no campo magnético da Terra, bem acima de uma região da América do Sul, e também pega uma parte da África, como você pode ver na imagem acima. 

A anomalia, que está crescendo, é monitorada pela NASA. Isso, é claro, não significa o apocalipse, mas não deixa de ser um problema. Pode ser algo bastante ruim, principalmente se continuar crescendo. 

Uma anomalia do campo magnético da Terra significa que, naquela região, a intensidade do campo é menor. E você deve estar pensando: “mas por que isso me afetaria, se eu nem ligo pra esse campo magnético?”.

Bom. O campo magnético é, basicamente, uma das características da Terra mais importantes para possibilidade da existência da vida, por dois trabalhos principais que esse campo desempenha. 

O primeiro é que o espaço é muito radiativo. Somos bombardeados por radiação solar e de diversos outros locais. O campo magnético barra grande parte dessas ondas eletromagnéticas, que em excesso podem ser muito prejudiciais para os seres humanos.

O segundo papel também tem a ver com isso. Esses raios perigosos são chamados, na física, de raios ionizantes. Isso significa que eles são capazes de transformar um átomo em um íon, ou seja, retirar elétrons do átomo.

Além de serem cancerígenos (por isso os raios ultravioleta são perigosos), eles podem destruir a atmosfera. E é por isso que Marte só tem !% da densidade da atmosfera terrestre – seu campo magnético já se foi. 

O campo magnético é formado com a movimentação do ferro e níquel dentro da Terra. Marte é quase dormente nesse quesito, e seu quase insignificante campo magnético é gerado pelas interações dos próprios ventos solares.


 Observações da NASA 

Uma das maiores preocupações com relação aos ventos solares é sobre a tecnologia. Os equipamentos eletrônicos poderiam ser destruídos no caso de uma tempestade solar muito forte – e os satélites seriam os mais afetados. Esse deve ser, portanto, o principal motivo que leve a NASA a ficar tão atenta.

Para entender o enfraquecimento, devemos nos aprofundar um pouco mais nos assuntos. Ali em cima eu havia falado que é o ferro e o níquel que geram o campo magnético, correto? Bom, isso não está totalmente correto.

“O campo magnético é na verdade uma superposição de campos de muitas fontes atuais”, explica em um comunicado o geofísico Terry Sabaka, da NASA. Ele se refere às outras fontes de magnetismo.

Conforme o Serviço Geológico do Brasil, outras fontes, como os próprios ventos solares, rochas magnetizadas na superfície da Terra, por exemplo, correspondem a cerca de 10% do campo magnético da Terra.

E é esse o ponto. O campo dipolo, ou seja, aquele campo causado pelo ferro e níquel derretido, pode estar se enfraquecendo. “A SAA - (South Atlantic Anomaly) - observada também pode ser interpretada como uma consequência do enfraquecimento da dominância do campo dipolo na região”, explica Weijia Kuang. 


A perturbação parece estar se dividindo em duas bolhas. Um estudo recente percebeu que isso pode ser os primeiros sinais de um fenômeno recorrente: a inversão magnética, conforme o Science Alert.

A inversão magnética ocorre quando os pólos magnéticos de invertem ao ponto de o sul ficar onde hoje é o norte magnético, e já estamos vendo essa mudança lentamente. Entretanto, essa anomalia pode significar uma mudança mais rápida do que esperamos, gerando diversas instabilidades no campo magnético.

Fonte


segunda-feira, 25 de maio de 2020

Campo Magnético da Terra enfraquece: Satélites e Naves com problemas?

Os cientistas estão descobrindo que o enfraquecimento do campo magnético está causando problemas técnicos para os satélites e naves espaciais, e parece estar aumentando em seus efeitos.


O campo magnético da Terra, que é vital para proteger a vida em nosso planeta da radiação solar, está misteriosamente enfraquecendo.

Em média, o campo magnético do planeta perdeu quase 10% de sua força nos últimos dois séculos, mas há uma grande região localizada de fraqueza que se estende da África à América do Sul.

Conhecida como Anomalia do Atlântico Sul, a força do campo nessa área diminuiu rapidamente nos últimos 50 anos, assim como a própria área cresceu e se moveu para o oeste.

Nos últimos cinco anos, um segundo centro de intensidade mínima se desenvolveu a sudoeste da África, o que os pesquisadores acreditam indicar que a anomalia pode se dividir em duas células separadas.

A anomalia está causando dificuldades técnicas para os satélites que orbitam a Terra.

Os cientistas da Agência Espacial Europeia (ESA), do SWARM Data, Innovation and Science Cluster (DISC), estão usando dados da constelação de satélites SWARM da ESA para estudar a anomalia.

Os satélites são projetados para identificar e medir com precisão os diferentes sinais magnéticos que compõem o campo magnético da Terra.

O Dr. Jurgen Matzka, do Centro Alemão de Pesquisa em Geociências, disse:

"O novo mínimo oriental da Anomalia do Atlântico Sul apareceu na última década e nos últimos anos está se desenvolvendo vigorosamente.
Temos muita sorte de ter os satélites Swarm em órbita para investigar o desenvolvimento da Anomalia do Atlântico Sul. O desafio agora é entender os processos no núcleo da Terra que impulsionam essas mudanças."

Uma especulação é que o enfraquecimento do campo é um sinal de que a Terra está caminhando para uma inversão de pólos – na qual os pólos magnéticos norte e sul oscilam.

Esse giro não acontece imediatamente, mas ocorreria ao longo de alguns séculos, durante os quais haveria vários pólos magnéticos norte e sul em todo o mundo.

A ESA informou:

Tais eventos ocorreram muitas vezes ao longo da história do planeta. Estamos muito atrasados ​​pela taxa média em que essas reversões ocorrem (aproximadamente a cada 250.000 anos).


Imagem:

Dito isto, a agência espacial também observou que a queda ocorrida no Atlântico Sul estava “bem dentro do que são considerados níveis normais de flutuação”.

Para as pessoas na superfície, é improvável que a anomalia cause qualquer alarme, mas os satélites e outras naves espaciais que voam pela área estão apresentando problemas técnicos.

Como o campo magnético é mais fraco na região, partículas carregadas do cosmos podem penetrar nas altitudes em que os satélites em órbita da Terra baixa voam.

A ESA acrescentou:

"O mistério da origem da anomalia do Atlântico Sul ainda não foi resolvido. No entanto, uma coisa é certa: as observações do campo magnético do SWARM estão fornecendo novas e empolgantes percepções sobre os processos pouco compreendidos do interior da Terra."


sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

A Lua de Saturno Titã é Coberta por Material Orgânico, diz Estudo.

Ao mapear a superfície de Titã com dados da missão Cassini, os cientistas descobriram que a lua é coberta por material orgânico.


Por Giovane Almeida.

Titã, a segunda maior lua do Sistema Solar, está literalmente envolta em mistério. Uma espessa camada de nuvens opacas de metano obscurece a superfície da lua e impede uma análise aprofundada de suas importantes características geológicas. Mesmo assim, os cientistas foram capazes de observar através das nuvens, graças à missão Cassini, e descobriram que a superfície de Titã é composta por materiais orgânicos.

A sonda orbitou Saturno entre 2004 e 2017 e passou por Titã mais de 120 vezes. Graças a essas repetidas visitas, os instrumentos da Cassini tiveram tempo de examinar as características de Titã, resultando no primeiro mapa geológico global do mundo gelado e estranho.

O mapa, publicado na Nature Astronomy, identifica seis características-chave (ou “unidades geológicas”): planícies, dunas, terreno montanhoso (pequenas montanhas), lagos, labirintos e crateras. A superfície de Titã é repleta de planícies nas latitudes médias, que representam aproximadamente 65% da área total mapeada. As dunas abrangem o comprimento do equador, enquanto os polos abrigam os estranhos lagos de metano.

Os autores observaram que a maioria dos lagos de Titã está situada no polo norte, enquanto o polo sul parece relativamente seco. Isso pode ser o resultado de ciclos climáticos globais, e as características distintas em Titã sugerem que há vários processos agindo na superfície da lua, controlados pelo clima, estações e elevação.

“A maior parte da superfície é coberta por materiais orgânicos, particularmente as planícies (65%) e dunas (17%). Estes são formados, pensamos, por materiais orgânicos que caem da atmosfera e são movidos pelo vento. Então isso nos diz que os ventos foram muito importantes para moldar a superfície de Titã”, disse Rosaly Lopes, autora do estudo e pesquisadora sênior do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA.

A NASA divulgou o mapa completo, com as principais características geológicas. Veja abaixo:


Titã é uma Terra bizarra, o que levanta algumas perspectivas tentadoras: poderia abrigar vida? E quão diferente seria essa vida, graças ao incomum ciclo de metano da lua? A vida, tendo substituído o oxigênio pelo metano, poderia estar prosperando em Titã? Essas são apenas algumas das perguntas que a NASA espera responder no futuro.

A agência planeja retornar à Titã em 2034 com a missão Dragonfly, que lançará um drone na superfície da lua. O drone será o primeiro veículo voador da NASA a realizar uma missão científica em outro mundo. Ele será capaz de decolar e pousar na paisagem de Titã, e a NASA espera percorrer aproximadamente 175 quilômetros durante um estudo inicial de 2,7 anos.

“A missão da Cassini revelou que Titã é um mundo geologicamente ativo, onde hidrocarbonetos como metano e etano assumem o papel que a água tem na Terra”, disse David Williams, geólogo planetário da Universidade Estadual do Arizona e coautor do estudo em um comunicado de imprensa. “Esses hidrocarbonetos chovem na superfície, fluem em córregos e rios, se acumulam em lagos e mares e evaporam na atmosfera. É um mundo bastante surpreendente!”, contou o pesquisador.


sexta-feira, 11 de outubro de 2019

Chineses enganam Governo Brasileiro e evadem Milhões de Dólares em Pedras Preciosas para o Exterior todo Ano


Curvelo – São 7h30 da manhã de terça-feira em Curvelo, na Região Central de Minas Gerais, e já se nota o início do carregamento de caminhões com contêineres cheios de pedras preciosas brutas que sairão do meio do estado em direção à indústria de joias na China. Somente em municípios mineiros como Corinto e Curvelo, a extração e venda clandestina de pedras movimenta mais de R$ 50 milhões ao ano, segundo cálculo a partir de informações da Cooperativa Regional Garimpeira de Corinto (Coopergac) e da Associação Comercial e Empresarial de Curvelo (Ace). Isso sem contar o faturamento em municípios como Inimutaba, Diamantina, Felixlândia, Governador Valadares, Teófilo Otoni e em pequenas cidades da região.

Embarcadas em contêineres, em Curvelo, pedras semipreciosas
vão em estado bruto para serem transformadas em joias na Ásia
O número contrasta com a informação oficial de exportação de pedras preciosas em bruto no estado. Em 2011, de acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), as vendas externas desse material em toda a Minas Gerais foram de US$ 23,06 milhões (R$ 46, 12 milhões), um total inferior à estimativa de faturamento de apenas dois municípios mineiros. Entre 80% e 90% das pedras preciosas em bruto produzidas no Brasil são exportadas, principalmente ao gigante asiático.

O dinheiro apurado no negócio é invisível aos olhos oficiais. É que 95% dele circula nas mãos de uma poderosa indústria clandestina, que começa no garimpo informal e segue comandada por atravessadores, compradores – hoje, chineses, em sua maioria –, despachantes e empresas de exportação. O silêncio ronda todos os agentes que, de uma ou de outra forma, participam do esquema. A reportagem do Estado de Minas procurou conversar com vários deles. A maioria se recusou a dar declarações sobre o assunto. Outros forneceram informações sob a condição de anonimato.

Segundo uma dessas fontes, a cada 20 dias, em média 12,5 contêineres carregados com 250 toneladas de pedras extraídas dessa região seguem de Curvelo para serem embarcadas no Rio de Janeiro. O mesmo acontece com dezenas de tambores cheios de material mais valioso, que viajam de avião. Tudo aparentemente certo, não fosse o fato de que as notas fiscais mostram valores subfaturados, o que permite que essas pedras sejam enviadas para fora a preços muito inferiores aos praticados pelo mercado. “Um dos caminhos do subfaturamento é a própria Receita Estadual. Os garimpeiros saem de lá com o documento nas mãos”, diz G.L.H, que atua no ramo.

“Qualquer empresário, de dentro ou de fora do país, só pode comprar pedras preciosas de mineradoras legalizadas ou de cooperativas de garimpeiros. Mas os números da nossa exportação são tão baixos que ou elas saem altamente subfaturadas ou são contrabandeadas”, diz Raymundo Vianna, presidente do Sindicato das Indústrias de Joalheria, Ourivesaria, Lapidação de Pedras Preciosas e Relojoaria de Minas Gerais (Sindijoias). Curvelo é o centro mineiro dessa indústria fantasma. De lá partem minerais como quartzos e cristais variados (rutilo, cabelo fachado, lodo verde), ametistas e águas-marinhas, que enriquecem os integrantes da rede.

Valor declarado para os cristais fica abaixo do que é cobrado para venda
no mercado interno - (foto: Euler Júnior/EM/DA Press)
Esquema Para facilitar o caminho até as pedras, os chineses contam com empresas que oferecem a eles um pacote de serviços para localização, compra e desembaraço das pedras por cerca de R$ 13 mil. São R$ 3.500 de transporte de Curvelo ao porto, R$ 300 para o “chapa” (carregador), R$ 2.000 pelo frete marítimo e R$ 500 de imposto. Para cada contêiner, o lucro dos prestadores de serviço com o negócio é de cerca de R$ 7 mil. Ou seja: uma média de R$ 87,5 mil ao mês para cada 12,5 contêineres enviados ao exterior, segundo uma fonte que pediu anonimato.

“Em média, o total declarado para o conteúdo de cada contêiner é de US$ 6 mil (R$ 24 mil em 2019), mas o valor de fato pode ser US$ 100 mil (R$ 411 mil em 2019)”, diz uma fonte do setor. Ele lembra que o quartzo mais barato custa R$ 2 o quilo, mas, segundo Raymundo Vianna, o preço do quilo do quartzo muda de acordo com a variedade e a qualidade da pedra. “O quartzo rosa e o rutilado de boa qualidade custam entre R$ 8 mil e R$ 10 mil o quilo. Já a ametista e a rodonita, outras variedades, podem valer até R$ 30 mil o quilo. Porém é impossível estabelecer o valor da pedra sem a avaliação de um perito”, diz.

Segundo a Secretaria de Estado de Fazenda, há equipes especializadas para atuar na fiscalização do setor nas regiões onde a exploração de gemas é predominante. Além disso, o produtor individual pode emitir sua nota fiscal, mas um procedimento de retaguarda é adotado no caso de remessa de mercadoria para o exterior.


Chineses invadem o estado

A rota de interesse dos chineses pelas pedras preciosas brasileiras passa por municípios mineiros e também baianos. Em Minas, os principais são Curvelo, Corinto e Inimutaba. Na Bahia, Novo Horizonte, Ipupiara, Campo Formoso e Oliveira dos Brejinhos. Em Curvelo, profissionais que atuam com eles, mesmo sem formação superior, aprendem até a falar mandarim, ainda que com noções rudimentares. Com isso, têm rendimentos garantidos. Os pagamentos são todos feitos em dinheiro vivo. E adiantados. Entram nessa lista prestadores de serviço, restaurantes, hotéis, postos de gasolina, imobiliárias e lojas de aluguel de veículos. Todos extremamente satisfeitos.

“De coração, se for para prejudicar os chineses não faça essa matéria. Eles pararam de comprar pedras por quatro meses por causa do preço e do ano novo chinês e Curvelo inteira sentiu”, diz um prestador de serviços que viu na chegada dos compradores da China a solução para ter renda. De acordo com ele, de 2006 para cá a presença de chineses na cidade cresceu 70%. “Só na Bahia tem dez famílias”, afirma. Em Curvelo, alguns vivem em hotéis baratos, de R$ 25 a R$ 70 a diária, outros alugam casas onde vivem por cerca de três meses, depois dos quais voltam para o seu país de origem e são substituídos por membros da família.

Em junho de 2010, a Polícia Federal apreendeu 700 quilos de pedras semipreciosas e cristal em Itacambira. Elas foram obtidas por meio da exploração ilegal por quatro chineses e dois brasileiros. As investigações indicaram a existência de um esquema de venda dos produtos para a China, que teria base em Curvelo, na Região Central do estado. Foram presos os chineses Wu Tsung Ying, Daí Yong Dong, Rayoin Huo e Shao Kang He, além do garimpeiro Adilson Mariano de Oliveira e Cláudio Afonso dos Santos, transportador e intermediário do negócio.

Os 700 quilos de cristal e pedras semipreciosas estavam sendo transportados em 18 sacos de linhagem na carroceria de um Fiat Strada e, de acordo com informações da Polícia Federal, foram vendidos para os chineses por R$ 15 mil. Os produtos minerais teriam sido retirados de garimpo no povoado de Machados, na zona rural de Bocaiúva, e seguiam para Itacambira, passando por uma estrada vicinal. A Polícia Militar de Itacambira fez a apreensão, depois de receber uma denúncia anônima. Dias antes, também no Norte de Minas, foi apreendida 1,2 tonelada de cristal de quartzo e 20 quilos de pedras semipreciosas, que saíram de Licínio de Almeida, no sertão da Bahia, e que seriam levados para Curvelo. Segundo a PF, os minérios extraídos na Bahia também teriam como destino a China.Continua depois da publicidade

"Se for para prejudicar os chineses não faça essa matéria. Eles pararam de comprar pedras por quatro meses por causa do preço e do ano novo chinês e Curvelo inteira sentiu" - prestador de serviços aos chineses em Corinto, que pediu para não ser identificado.


Caminhos da pedra brasileira rumo à Ásia

Garimpo
É dos garimpos, a maioria deles clandestinos, que saem as pedras preciosas brutas que serão exportadas pelo estado

Subfaturamento
É esse um dos caminhos usados pelos produtores para "maquiar" a pedra bruta clandestina, tornando-a aparentemente legalizada

Venda
Uma vez feita a "maquiagem", as pedras são repassadas aos atravessadores, que vão vendê-las aos clientes estrangeiros

Desembaraço
Empresas especializadas desembaraçam a mercadoria, enviando-a para o Rio de Janeiro, de onde será exportada

China
As pedras chegam à indústria joalheira na China, a segunda maior do mundo, onde serão transformadas em joias, semijoias e bijuterias

Joias montadas (prontas)
Parte das joias e bijuterias entram novamente no Brasil, muitas vezes via contrabando, prejudicando a indústria joalheira nacional.


quarta-feira, 26 de junho de 2019

Este Incrível Mapa da Órbita do Nosso Sistema Solar é Espetacular


O mapa acima é a mais recente obra de Eleanor Lutz, estudante de doutorado em biologia na Universidade de Washington (EUA), e mostra todas as órbitas de mais de 18.000 asteroides no sistema solar. São 10.000 com mais de 10 km de diâmetro, e cerca de 8.000 objetos de tamanho desconhecido.

Lutz é um verdadeiro talento para visualizações científicas. Ela produz diversos gráficos, infográficos e animações sobre tópicos os mais variados, como o “Compêndio Visual de Criaturas Brilhantes” abaixo:


Dados brutos x visualizações acessíveis

No momento, Lutz está trabalhando em um “Atlas do Espaço”. É uma coleção de dez visualizações, incluindo planetas e luas. Como ela explica em seu website, “eu fiz um mapa animado das estações da Terra, um mapa da geologia de Marte e um mapa de tudo no sistema solar com mais de 10 km” (este último, a imagem no topo deste artigo).

Todos os dados do atlas de Lutz são públicos e disponíveis gratuitamente. Ela os obtém de fontes como a NASA e o Serviço Geológico dos Estados Unidos.

A LUA

Parte do que a motiva a fazer os designs é que, mesmo que os dados sejam públicos, eles são brutos. Transformá-los em uma visualização útil e bonita exige muito trabalho.

Em entrevista ao portal Wired, Lutz disse: “Eu realmente gosto que todos esses dados sejam acessíveis, mas são muito difíceis de se visualizar. É uma ciência realmente incrível, e eu queria que todos pudessem ver isso de uma maneira que faz sentido”.


Compartilhar é chave

Lutz compartilhou alguns de seus trabalhos ainda não publicados com o Universe Today, incluindo essa bela animação das estações da Terra:


Como cientista, a bióloga e pesquisadora diz que se sente inspirada a compartilhar os dados e os métodos que utiliza para criar seu trabalho. Ela planeja publicar o código-fonte aberto para cada uma de suas peças e também tutoriais sobre como criá-las.

“Há uma barreira do conhecimento para acessar algumas das coisas mais interessantes e impressionantes sobre a ciência. Existem muitos fatos e equações, e eu quero que essas ideias legais sejam acessíveis”, resume.

Para ver mais obras admiráveis de Lutz, visite seu website, tabletopwhale.com, onde você pode explorar suas técnicas e comprar pôsteres como “Todas as Estrelas que Você Pode Ver da Terra“. 


Campo Magnético Terrestre Está se Comportando Erraticamente e Não Sabemos o Porquê


Algo estranho está acontecendo no topo do planeta: o polo magnético norte da Terra está se afastando do Canadá em direção à Sibéria, provavelmente impulsionado pelo fluxo de ferro líquido dentro do núcleo da Terra.

O campo magnético terrestre está constantemente em movimento, mas esse comportamento recente é totalmente errático.

Os especialistas não têm certeza do que está acontecendo. De acordo com um novo estudo, o movimento poderia ter algo a ver com as ondas hidromagnéticas das profundezas do núcleo do planeta, ou com um jato rápido de ferro líquido.

O que eles sabem é que o Modelo Mundial Magnético (MMM), uma representação do campo magnético global que suporta a navegação, precisa urgente de uma atualização.


Mudanças muito rápidas

São os pesquisadores da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA (NOAA, na sigla em inglês) que mantêm o MMM, cujo papel na navegação moderna é essencial, desde sistemas que guiam navios no mar até o Google Maps nos smartphones.

Em 30 de janeiro, eles devem atualizá-lo. A versão mais recente do modelo saiu em 2015 e deveria durar até 2020.

O problema é que o campo magnético está mudando tão rapidamente que os cientistas precisam consertar o MMM agora.

“O erro está aumentando o tempo todo”, explica Arnaud Chulliat, geomagnetista da Universidade do Colorado em Boulder (EUA) e dos Centros Nacionais de Informações Ambientais da NOAA.


De quem é a culpa?

O problema vem parcialmente do movimento do polo, e parcialmente de outras mudanças no interior do planeta.

A agitação líquida no núcleo da Terra gera a maior parte do campo magnético, que varia com o tempo à medida que os fluxos mudam. Em 2016, por exemplo, parte do campo magnético acelerou temporariamente no norte da América do Sul e no leste do Oceano Pacífico. Satélites como a missão Swarm da Agência Espacial Europeia (ESA) acompanharam a mudança.

No início de 2018, pesquisadores da NOAA e do British Geological Survey (BGS) perceberam, durante sua verificação anual de quão bem o modelo estava capturando todas essas variações no campo magnético da Terra, que o MMM estava tão impreciso que em breve excederia o limite aceitável para erros de navegação.


A dificuldade de atualização

Devido à recente atividade errática do campo magnético da Terra, o grupo NOAA decidiu antecipar a próxima atualização.

Os pesquisadores alimentaram três anos de dados recentes para chegar a uma versão que, acredita-se, permanecerá correta até a atualização regular programada para 2020. Esses dados deveriam ser lançados em 15 de janeiro, mas foram adiados para o dia 30 devido ao desligamento do governo americano.

A atual paralisação de serviços do governo federal americano foi causada por um impasse na aprovação do financiamento para a construção do muro na fronteira com o México. A Casa Branca exige que o Congresso aprove US$ 5 bilhões para a construção de tal muro, mas os democratas consideram este um gasto supérfluo. A NOAA precisa que os serviços voltem a funcionar para realizar a modernização do MMM.

Um artigo sobre o comportamento errático do campo magnético foi publicado na revista científica Nature. 


sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Enorme Anomalia Vinda da Antártida é Identificada por Pesquisador


Recentemente foi publicado um vídeo que alega identificar uma enorme anomalia vinda da Antártica em uma forma de radar, e também um tipo de padrão multi-ondas sobre o Mar do Caribe. O vídeo parece propor a suspeita de que uma ‘estação de desastre natural’ pode ocorrer neste outono (ou primavera para o hemisfério sul), e como em agosto e setembro passado, desastres naturais podem ocorrer nesse momento.

(Para informações de como ativar a legenda em português do vídeo abaixo, embora ela não seja precisa e não funcione em aparelhos móveis, clique aqui):


No ano passado, o Caribe foi abalado por vários furacões, particularmente devastadores, tornando algumas ilhas quase totalmente destruídas.

Durante esse tempo, uma coisa similarmente estranha foi capturada em imagens de satélite sobre os furacões: o que parecem ser raias produzidas por jatos pulverização de alumínio em alta altitude, para efeitos de modificação climática. As trilhas, a pulverização, você sabe do que estou falando. Aquelas que foram identificadas nas imagens de satélite do Worldview da NASA, sobre os furacões.

Desde quando os aviões voam perto de furacões e deixam para trás trilhas entremeadas?


Ao tentarem descobrir porque os desastres naturais poderiam sazonalmente alcançar o pico desta forma e serem tão intensos, as pessoas têm uma variedade de explicações. Alguns acreditam que é uma mudança climática e você ouvirá muita conversa sobre isso na grande mídia. Outros entendem que a mudança climática é inseparável do dano aparentemente causado pela geoengenharia e pela pulverização dos céus, e outras pessoas até mesmo correlacionam os eclipses recentes neste ano, tanto no ano passado como no presente, com desastres naturais.

No ano passado, os eclipses ocorreram em torno do mesmo tempo que este ano, porque é um ciclo de 18 anos para eclipses acontecerem no mesmo local novamente.

Em agosto de 2017 e nos meses seguintes, uma mistura catastrófica de desastres naturais pareceu ocorrer em toda a Terra. Dos furacões que dizimaram o Caribe, às chuvas de monção na região oriental do mundo, não parece que tudo aconteceu depois daqueles eclipses bastante precisos? Não é muito louco teorizar que algum evento gravitacional entre o Sol, a Lua e a Terra pode afetar o clima em nosso planeta. A Lua já influencia a maré da Terra, há muitos exemplos como esses que podem ser citados em argumentar que as atividades da Lua podem influenciar a vida na Terra. Parasitas são conhecidos por serem mais ativos durante as Luas cheias, e certas coisas são estatisticamente mais prováveis ​​de acontecerem em Luas cheias.

O eclipse que ocorreu no dia 27 foi tecnicamente o mais longo do século XXI. Até algum período após o ano 2100, outro eclipse tão longo não ocorrerá.

Se você assistiu ao eclipse, provavelmente notou que era muito mais escuro e mais intenso em cores do que os outros eclipses lunares, chamados de “luas de sangue”, porque a sombra da Terra lançada sobre a Lua não era tão exata, e a cor ficou meio vermelha.

Esperando ver uma cor vermelha, eu assisti o eclipse, mas para minha surpresa, parecia que algo tirou um pedaço da lua e o eclipse era preto. O eclipse foi claramente muito exato.

Portanto, se os eclipses do ano anterior precederam desastres naturais, esse eclipse muito mais exato e longo poderá ter um efeito semelhante este ano?

E se algumas pessoas em posições de poder, que mexem com a geoengenharia, tiverem uma crença oculta no poder dos eclipses, e decidirem desencadear coisas nas pessoas durante este tempo? Essa é uma teoria muito remota, mas o que mais seria interessante colocar neste artigo?


segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Campo Magnético da Terra está Mudando e isso Vai Afetar Tua Vida


Um dia, em 1905, o geofísico francês Bernard Brunhes trouxe de volta para seu laboratório algumas rochas que tinha desenterrado de uma estrada recém-aberta perto da aldeia de Pont Farin.

Quando ele analisou suas propriedades magnéticas, ele estava espantado com o que elas mostraram: Milhões de anos atrás, os pólos magnéticos da Terra estava em lados opostos do planeta. O Norte era o Sul e o Sul era o Norte.

A descoberta indicava uma anarquia planetária. Os cientistas não tinham como explicar isso.

Quando os pólos mudarem de lugar novamente, as consequências para as infra-estruturas elétricas e eletrônicas da nossa civilização serão terríveis. A questão é quando isso vai acontecer.

Hoje, sabemos que os pólos mudaram de lugar centenas de vezes, mais recentemente 780.000 anos atrás.

(Às vezes, os pólos tentar reverter posições, mas, em seguida, pulam de volta no lugar, no que é chamado uma excursão. A última vez foi cerca de 40.000 anos atrás.)

Na últimas décadas, geofísicos têm tentado responder a essa pergunta através de imagens de satélite e de matemática.

Eles descobriram como olhar nas profundezas da Terra, até a borda do núcleo derretido, metálico, onde o campo magnético está continuamente sendo gerado. Acontece que o dipolo – o campo magnético de dois pólos para o qual nossas bússolas reagem – está sob ataque vindo de dentro.

Os últimos dados de satélite, a partir do trio Swarm da Agência Espacial Europeia, que começaram a enviar dados em 2014, mostram que uma batalha está sendo travada na borda do núcleo. Como facções planejando um golpe, aglomerados de ferro fundido e de níquel estão ganhando força e drenando a energia do dipolo.

O pólo norte magnético está na corrida, um sinal de turbulência reforçada e imprevisibilidade. O grupo no Hemisfério Sul já ganhou vantagem sobre cerca de um quinto da superfície da Terra. Uma revolução está se moldando.

Se esses blocos magnéticos ganharem força suficiente e enfraquecerem o dipolo ainda mais, eles vão forçar os pólos norte e sul de trocarem de lugar.

Os cientistas não podem dizer com certeza se está acontecendo agora – o dipolo poderia combater os intrusos. Mas eles podem dizer que o fenômeno está se intensificando e que não se pode descartar a possibilidade de que uma reversão está começando.

É hora de acordar para os perigos e começar a preparação.

Esta animação mostra o movimento do pólo norte magnético em intervalos de 10 anos de 1970 a 2020. As linhas vermelhas e azuis indicam “declinação”, a diferença entre o norte magnético e o norte verdadeiro, dependendo de onde se está de pé; na linha verde, uma bússola apontaria para o norte verdadeiro. – NOAA National Centers for Environmental Information

O campo magnético da Terra protege o nosso planeta dos raios solares e cósmicos perigosos, como um escudo gigante. Quando os pólos trocam de lugar (ou tentam), esse escudo é enfraquecido; os cientistas estimam que ele poderia perder no mínimo um décimo de sua força habitual.

O escudo pode ficar comprometida por séculos, enquanto os pólos se movem, permitindo que a radiação maléfica chegue mais perto da superfície do planeta durante aquele período.

Mudanças dentro da Terra já enfraqueceram o campo sobre o Atlântico Sul, tanto que satélites expostos à radiação resultante tiveram falhas de memória.

Essa radiação não está atingindo a superfície ainda. Mas em algum ponto, quando o campo magnético diminuiu o suficiente, poderá ser uma história diferente.

Daniel Baker, diretor do Laboratório para Física Atmosférica e Espacial da Universidade do Colorado, em Boulder, um dos maiores especialistas do mundo sobre como a radiação cósmica afeta a Terra, teme que partes do planeta vão se tornar inabitáveis durante uma reversão.

Os perigos: fluxos devastadores de partículas do Sol, raios cósmicos galácticos, e os raios ultravioleta B aprimorados a partir de uma camada de ozônio danificada por radiação, para citar apenas algumas das forças invisíveis que poderiam ferir ou matar seres vivos.

O quão ruim poderia ser? Os cientistas nunca estabeleceram uma ligação entre as reversões de pólo anteriores e catástrofes como extinções em massa. Mas o mundo de hoje não é o mundo de 780.000 anos atrás, quando os pólos inverteram pela última vez, ou até 40.000 anos atrás, quando eles tentaram.

Hoje, existem cerca de 7,6 bilhões de pessoas na Terra, o dobro do que em 1970. Nós mudamos drasticamente a química da atmosfera e do oceano com nossas atividades, prejudicando o sistema de suporte de vida do planeta.

Os seres humanos têm construído cidades enormes, indústrias e redes de estradas, cortando o acesso aos espaços mais seguros para muitas outras criaturas. Temos empurrado, talvez, um terço de todas as espécies conhecidas em direção à extinção e colocamos em perigo os habitats de muitas mais. Adicione a radiação cósmica e ultravioleta a esta mistura, e as consequências para a vida na Terra podem ser calamitosas.

E os perigos não são apenas biológicos. A grande casulo cyber-elétrico que tornou-se o sistema de processamento central da civilização moderna está em grave perigo. Partículas energéticas solares podem romper através dos minúsculos componentes eletrônicos sensíveis do crescente número de satélites que circundam a Terra, danificando-os.

Os sistemas de cronometragem por satélite que governam  as redes elétricas estariam susceptíveis à falha. Transformadores da rede podem ser incendiados em massa. Porque as redes são tão fortemente acoplados uns com os outros, a falha poderia ocorrer por todo o globo, causando um efeito dominó com uma série de apagões que podem durar décadas.

Nesta animação, as linhas azuis indicam um campo magnético mais fraco, as linhas vermelhas um mais forte, e a linha verde a fronteira entre eles, em intervalos de 10 anos de 1910 a 2020. O campo está enfraquecendo na América do Sul, e  a área vermelha sobre a América do Norte está perdendo força. – NOAA National Centers for Environmental Information

Sem luzes. Sem computadores. Sem telefones celulares. Até mesmo dar a descarga num banheiro ou encher o tanque do carro de gasolina seria impossível. E isso é só para começar.

Mas estes perigos raramente são considerados por aqueles cujo trabalho é proteger o pulso eletrônico da civilização.

Mais satélites estão sendo colocados em órbita com a eletrônica mais altamente miniaturizados (e, portanto, mais vulneráveis). A rede elétrica se torna mais interligada a cada dia, apesar dos maiores riscos de tempestades solares.

Uma das melhores maneiras de proteger satélites e redes de clima espacial é de prever com precisão onde a força mais prejudicial vai atingir. Operadores poderiam desligar temporariamente um satélite ou desconectar parte da rede.

Mas o progresso em aprender a controlar o clima espacial prejudicial não se manteve com o ritmo do aumento exponencial de tecnologias que podem ser danificadas por ele.

E operadores de satélite privados não catalogando e compartilhando informações sobre como seus aparelhos eletrônicos poderão suportar a radiação espacial, uma prática que poderia ajudar a todos para protegerem seus equipamentos.

Temos alegremente construído infra-estruturas críticas da nossa civilização durante um tempo quando o campo magnético do planeta era relativamente forte, não levando em consideração a tendência do campo magnético para a anarquia.

O campo magnético não é só turbulento e ingovernável, mas, neste momento, é imprevisível. Ela fará do seu modo, não importa o que fazemos. Nossa tarefa é descobrir como fazer doer o menos possível.


domingo, 21 de janeiro de 2018

Descoberta de mais de 20 Anos tem Origem Extraterrestre

Revelou-se que os elementos que estão dentro dessa rocha única, não podem ser encontrados em nenhum lugar da Terra ou em qualquer parte do Sistema Solar.


Os cientistas chegaram à conclusão que a estranha pedra descoberta há mais de 20 anos tem origem extraterrestre.

De acordo com a pesquisa, a rocha conhecida como Hypatia é composta por minerais que não pertencem a nenhum meteorito ou cometa. Ou seja, o estudo revela que os elementos que se encontram dentro dela não podem ser achados em nenhum lugar da Terra, e também há pouca possibilidade de que essa pedra pertence ao Sistema Solar.

Hypatia foi descoberta no deserto do Saara, Egito, em 1996. Mas somente em 2013, os investigadores da Universidade de Johannesburgo (África do Sul), confirmaram que a pedra é de origem extraterrestre, tornando-se assim um objeto único na Terra.

Para saber mais sobre a rocha misteriosa de Hypatia, os cientistas analisaram sua composição química. Assim, eles descobriram que a pedra não possui um mineral conhecido como silicato, que geralmente é encontrado em objetos espaciais que se movem dentro do Sistema Solar.

Pedra extraterrestre Hypatia encontrada no deserto do Saara, Egito, em 1996

Nessa conexão, o pesquisador principal, Jan Kramers, destacou que esta pedra rompe todas as teorias. "Nos meteoritos do tipo condrito, observa-se uma pequena quantidade de carbono e considerável quantidade de silício. Mas a Hypatia tem uma enorme quantidade de carbono e uma quantidade excepcionalmente pequena de silício", explicou, adicionando que a Hypatia se formou em um ambiente frio.

Os componentes do carbono ou os hidrocarbonetos policíclicos presentes na Hypatia, são elementos principais da poeira interestelar — crê-se que existissem mesmo antes da formação do nosso Sistema Solar. Portanto, o último estudo sobre a composição química da pedra, poderá dar novo impulso aos cientistas para reconsiderarem a formação do Universo.


quarta-feira, 26 de julho de 2017

Encontrado Metal Forjado Artificialmente dentro de Geode de Antes da Civilização Humana Existir


Dependendo do tamanho do geode (ou geodo), os maiores deles podem levar um milhão de anos para crescer. Então, como é que existe um objeto metálico, aparentemente artificial, incorporado em um desses geodes?

Ao longo dos anos, pesquisadores, arqueólogos e pessoas comuns encontraram uma série de artefatos documentados que foram “recuperados” de sedimentos muito antigos, minas de carvão, minerais, pedras e até geodes.

Muitos desses itens são anomalias e apontam para a possibilidade de que a história da nossa civilização seja completamente errada – ou se preferir, parcialmente correta.

Todas essas descobertas parecem indicar que uma história muito diferente foi registrada em nossos livros de história e que a maioria dos estudiosos de tendência predominante é incapaz de encarar o fato de que há coisas lá fora que reescrevem completamente a nossa história.

Muitas provas foram descobertas ao longo dos anos, mas, apesar disso, a história ainda não está sendo revisada e, por algum motivo, parece que muitos tentaram esconder ou suprimir tais descobertas. A pergunta que permanece é: por que? Por que tais descobertas são imediatamente desconsideradas pelos especialistas? E por que é tão difícil manter uma mente aberta sobre essas descobertas?

A verdade é que artefatos impossíveis foram encontrados nos lugares mais incomuns da Terra e uma dessas descobertas – de uma peça aparentemente inquebrável de metal desconhecido – foi feita por um homem chamado Mike Walters, um geólogo amador.

Segundo os relatórios, Mike – que muitas vezes se depara com tais geodes – ele encontrou um estranho geode e, após abri-lo, ficou impressionado com seu conteúdo. Uma espécie de objeto metálico, parecido com um anel, estava embutido dentro dele. Segundo o e-mail de Mike, ao programa de rádio estadunidense Coast-to-Coast, “nunca encontrei nada assim: parece ser um metal polido de origem artificial”.

Então, quem na Terra poderia ter criado esse objeto de metal extremamente antigo? E como é possível que ele tenha sido incorporado no Geode? Além disso, o objeto dentro do Geode permaneceu encapsulado por um período de 200 milhões de anos, de acordo com esta declaração.

Então, o que estamos vendo aqui? Um artefato alienígena? Evidência de uma civilização extremamente avançada que vivia na Terra? Ou há outra explicação?

Aqui está o e-mail de Mike para AM Coast-to-Coast:
Meu nome é Mike Walters e sou um geólogo amador. Muitas vezes eu encontro geodes. Um geode pode se formar em qualquer cavidade dentro de uma rocha, mas o método mais comum para a formação de geodes é através de bolhas de gás que se formam no arrefecimento de camas de cinzas. 
A bolha fica “congelada” quando a cinza rica em sílica endurece. O preenchimento parcial ou completo da bolha pode ocorrer imediatamente ou mesmo milhares a milhões de anos depois, e pode abranger uma variedade de minerais diferentes. 
Abri milhares deles e encontrei belos depósitos de cristais e minerais. No entanto, nunca encontrei nada assim: parece ser um metal polido de origem artificial. 
Usamos um disco de corte especial para abrir as pedras. Notei algo estranho com a pedra; o disco de corte não cortou, eu tive que cortar circunferencialmente ao redor do geode para abri-lo e encontrei esse objeto. Usei ácido sulfúrico para dissolver os minerais restantes para libertar o objeto. Infelizmente, o geode restante foi dissolvido, no entanto, o objeto metálico está intacto. Eu pretendo pedir a um médico amigo que faça alguns raios-X do objeto.

quarta-feira, 21 de junho de 2017

"Algo está acontecendo com a Terra; temos de nos preparar para o pior" - Diz o Cientista Michio Kaku


Dr. Michio Kaku é um cientista americano mais famoso do mundo, é um dos poucos cientistas sérios que não têm medo de dizer a verdade. Na lista dos autores mais citadas no mundo da academia, Dr. Kaku está classificado em 22º lugar.

Na próxima edição do Journal of National Geographic Society, o novo artigo Kaku será publicado e vai falar de um algo grande vai acontecer. "Atenção a todos nós, seres humanos no planeta Terra."


Aqui estão trechos do artigo:
Michio Kaku: "Agora, com cada dia que passa, aprendemos a notícia sobre as grandes mudanças do tempo, anomalias naturais e cataclismos violentos. Há um aumento de terremotos em regiões onde não tinham sido produzidos por séculos. Neve e resfriamento anormal no verão em países onde isso não deve acontecer. furacões extremos, tempestades e tornados em lugares nunca antes visto. 
Com cada dia que passa neste, eles são registrados registros meteorológicos e anomalias climáticas. Mesmo a crise climática catastrófica nos dias US quest'anno.Pochi atrás, em 12 de junho, mais de 30 tornados atingem Nebraska, Wyoming, Dakota do Sul e Colorado. E então o granizo que caiu era do tamanho de uma bola de tênis. As pessoas estão com medo. As pessoas não podem entender o que está acontecendo. 
Mas eles precisam se acostumar com esses eventos que serão sempre mais. Nós todos temos que se acostumar. " 

"Um mau sinal claro que a aproximação de uma catástrofe global está a aumentar a um ritmo alarmante" 
"Embora as condições meteorológicas extremas sempre fizeram parte dos ciclos climáticos da terra, agora podemos ver e dizer em termos inequívocos que há uma anomalia nesses ciclos que levam a uma maior força e intensidade, além do aumento da frequência desses desastres climáticos. Este é um sinal claro de que a abordagem ameaçadora de uma catástrofe global está a aumentar a um ritmo alarmante ". 
"O recente relatório criado pela equipe internacional de pesquisadores apresentou na Conferência de Londres, um documento em que é mostrado que é possível falar de mudanças globais catastróficas que ocorrem na Terra. Isso se aplica à atividade sísmica e clima. E essas mudanças rápidas são o pior para nós, seres humanos ". 
Talvez a Terra seja afetada por algo que vem do espaço exterior? 
"Eu não sei o que está acontecendo agora - declara talvez Kaku- a Terra experimenta a influência de algo do espaço exterior. Ou algo que começou na própria Terra. Ou apenas o nosso planeta está cansado de tudo o que fazemos a ele. Nenhum dos cientistas do mundo sabe o que está acontecendo." 
"Nós só podemos observar, analisar e criar um modelo que pode levar a uma figura teórica aproximada, mas as mudanças que estão ocorrendo são rápidas e têm uma ação violenta. Eu não sei o que acontece com a Terra, mas todos temos de nos preparar para o pior "- Dr. Michio Kaku.
Assista o vídeo:



quarta-feira, 10 de maio de 2017

Mistérios da Amazônia: Obras de Índios Pré-Históricos ou de Extraterrestres?


Estudiosos de várias especialidades, sobretudo arqueólogos e paleontólogos, dedicam-se desde os anos 1970 a estudar uma região do Acre que abriga geoglifos. Quem fez estes "monumentos"? As populações originais ou seres de outros planetas?

Os geoglifos são grandes formas geométricas desenhadas no chão, em forma de círculos, quadrados e octógonos, de tamanhos variados, entre 113 e 200 metros de largura e entre 30 centímetros e 4,5 metros de profundidade. No total, somente no Acre já foram registradas cerca de 450 dessas estruturas, numa área de quase 13 mil quilômetros quadrados.  

Artigo publicado na mídia europeia nesta semana mostra que o desmatamento da Amazônia tem revelado geoglifos até então desconhecidos e suscitado a rediscussão de um tema que há quase 5 décadas vem despertando o interesse de cientistas e de leigos.

O paleontólogo Alceu Ranzi, que cunhou o termo geoglifo, traduzido por "desenho na terra", e o arqueólogo Ondemar Dias, presidente do IAB (Instituto de Arqueologia Brasileira), sustentam que o estudo de sítios arqueológicos na Região Amazônica poderá revelar o passado dos habitantes da América do Sul, antes mesmo da chegada ao continente dos colonizadores europeus.

Alceu Ranzi vai além, afirmando a existência de estudos que comprovam a presença de tribos indígenas instaladas na Região Amazônica brasileira pelo menos 500 anos antes da chegada dos colonizadores portugueses ao país, e que seriam esses índios os autores dos geoglifos. As pesquisas arqueológicas indicam que tais desenhos na terra podem estar datados de um grande período compreendido entre os séculos I e XIII.

Mas não faltam também especulações de que estes geoglifos poderiam ter sido feitos por alienígenas ou ETs (seres extraterrestres). Tudo isso, porém, tem sido motivo de ampla controvérsia em boa parte do mundo.

O Professor Ondemar Dias, presidente do IAB – Instituto Arqueológico Brasileiro, em entrevista exclusiva à Sputnik Brasil, explica o fenômeno e diz que inúmeros estudos foram prejudicados pela degradação das áreas pesquisadas provocada por ações humanas. Mas aqueles geoglifos seriam sinais de uma antiga civilização?

"O importante é tentarmos entender para que eles [os índios] faziam aqueles sinais", comenta o arqueólogo. "Geralmente, eles [os geoglifos] estão em áreas muito degradadas pelo próprio homem. Aquele região toda ali do Abunã, Campos do Capatará, é uma região que os biólogos dizem que está totalmente destruída por ação humana. E, se foi ação humana, implica em muito tempo de exploração. Sem dúvida as populações indígenas são numerosas e estão ali há muito tempo, mas não chegaram a constituir uma civilização, porque civilização implica uma série de categorias sociais mais complexas. Isso em toda a América, não só no Brasil, em todo o mundo, praticamente."


Desmatamento revela misteriosas estruturas de 2.000 anos na Amazônia.


Centenas de misteriosas estruturas construídas por indígenas na Terra há mais de dois mil anos foram descobertas na Floresta Amazônica e têm intrigado pesquisadores.

Os notáveis geoglifos, descobertos recentemente no Acre, ficaram por muito tempo escondidos sob a copa das árvores da Floresta Amazônica, mas o desflorestamento nos anos últimos anos revelou as misteriosas figuras.


De acordo com estudiosos, citados pelo Daily Mail, a revelação de novas estruturas na região, conhecida como o "Stonehenge" da Amazônia, mostra que as matas da Floresta Amazônica não eram tão intocadas como se esperava. 

No total, já foram registradas cerca de 450 estruturas,  compondo uma área de cerca de 13 mil quilômetros quadrados.  


Pesquisadores acreditam que os geoglifos podem ter sido construídos por indígenas para serem usados na realização de rituais.  

As primeiras figuras feitas por povos antigos na Amazônia foram encontradas no fim da década de 1970. Por muito tempo, se pensava que todos os geoglifos haviam sido encontrados, mas pesquisadores estimam que, devido a enormes áreas encobertas por árvores, ainda há muitas estruturas feitas por povos originários a serem descobertas.  


segunda-feira, 1 de maio de 2017

A Ressonância Schumann disparou nos últimos 2 meses

A Ressonância Schumann disparou nos últimos dois meses e os pesquisadores não conseguem encontrar uma razão sólida para explicar por que isso está acontecendo. Estaria a mudança da Nova Terra acontecendo mais rápido que o previsto?


Há muita coisa acontecendo neste século e as pessoas em todo o mundo estão começando a sentir essas mudanças. Uma grande transição está na baía, e envolve não só nós, seres humanos, mas toda a nossa casa planetária.

A própria Terra, tem um batimento cardíaco. Ele é chamado de "Ressonância Schumann" e envolveu todos os seres vivos numa freqüência natural e constante, pulsando exatamente a 7,83 Hz por milhares de anos.

Para os antigos Rishis indianos, esse número tinha um significado especial, pois se identificava com a frequência do OM - o som sagrado e cósmico na religião hindu. Como estão prestes a ver, agora tem um significado especial para todos aqueles que estão se conscientizando desta mudança num grande processo.

No mundo ocidental, a Ressonância Schumann representa a frequência do campo eletromagnético da Terra. Ele tem vibrado a 7,83 Hz com muito poucas variações conforme havia sido previsto em 1952. Tudo mudou em Junho de 2014, quando o Russian Space Observatory System exibiu um aumento repentino na atividade, com um pico, esticando para 8,5 Hz, e até mesmo atingindo 16,5 Hz, em alguns outros dias.

Os pesquisadores ficaram confusos com essa anormalidade que nunca antes havia sido registrada e não sabiam como interpretá-la. Ampliando este dilema, outros picos incomuns foram recentemente detectados, surpreendentemente, aumentando para mais de 30 Hz, muito acima do marco estabelecido em 2014. Então, o que pensar acerca deste salto considerável nas ressonâncias Schumann?

Os picos foram além de 30 este mês.

O que os pesquisadores mutuamente concordam é que essas mudanças significam, claramente, uma mudança de algum tipo. Acredita-se que os seres humanos, que têm num estado latente por milhares de anos, agora estão acordando para uma realidade maior, onde, brevemente, os pensamentos se materializarão num instante.

A ressonância Schumann e a mudança que vem acontecendo nos últimos anos, estão entre maior prova desta mudança. Há muito tempo suspeita-se que os seres humanos agindo num nível de "consciência coletiva", podem afetar a estrutura do campo magnético e criar distúrbios nele, como os picos recentemente detectados. Isso geralmente é amplificado durante momentos de alta ansiedade, paixão ou tensão.

Esta especulação é baseada no fato de que a frequência de Schumann está "em sintonia" com os estados, alfa e teta do cérebro humano. Essas ressonâncias crescentes, naturalmente, correspondem à atividade das ondas cerebrais humanas, significando que, se a Mãe Terra está ajustando sua frequência de vibração, também, poderemos estar fazendo isso, devido à nossa ligação terrena.

Outra coisa a ser considerada, é a aceleração do tempo que, ultimamente, tem sido sentida por um número crescente de pessoas. Uma vez que o planeta esteja pulsando num ritmo mais rápido, pode significar que isso tenha repercussões sobre o tempo em si, acelerando-o. Então, por que sentimos como se o tempo estivesse passando mais rapidamente do que o normal?

A razão para isso, aparentemente, está ligada à aceleração da Ressonância Schumann, que está nos fazendo perceber um período de 24 horas, como tendo cerca de 16 horas. Sabemos que a "batida do coração da Terra" está se acelerando e que, depois de milhares de anos com uma noção rígida de tempo, com a duração de um dia, de 24 horas, a acelerada taxa de batimento da Terra está fazendo com que venhamos a perceber apenas dois terços desse período, devido ao nosso próprio ajuste inconsciente para esta frequência da Nova Era.

O tempo não é a única noção que temos de aceleração. Agora que temos acesso a livre informação, um dos nossos ativos mais importantes, há um grande aumento na conscientização mundial por causa disso. Os seres humanos estão se tornando, espiritual e mentalmente mais conscientes do que nunca e, agora, alcançar esse status só leva anos ou mesmo meses, pelo fato da informação livre ser encontrada em abundância.

Por outro lado, pesquisadores relataram que o campo magnético da Terra, um componente inter-relacionado com a Ressonância Schumann, lentamente, foi se esgotando nos últimos 2.000 anos e, ultimamente, num ritmo ainda mais acelerado. Ninguém é capaz de fornecer uma explicação precisa para isso, mas um artigo descrevendo a sabedoria de um velho sábio da Índia alude a uma possível causa.

"... o campo magnético da Terra foi instalado pelos Antigos para bloquear nossas memórias primordiais de nossa verdadeira herança. Isso foi, para que as almas pudessem aprender com a experiência do livre-arbítrio, desimpedidas pelas memórias do passado. [O sábio] afirmou que as mudanças no campo magnético estão afrouxando os blocos de memória e estamos elevando nossa consciência a uma verdade maior. O véu está se levantando. As cortinas estão se abrindo."

Com isso em mente, realmente, talvez sejamos uma espécie com amnésia que, lentamente, está passando por um renascimento espiritual e cognitivo que deve nos entregar a herança de nossos antepassados. É verdade que acordar com esta realidade coexistente, tornaria toda a nossa cultura de cabeça para baixo, dando lugar a novos e aperfeiçoados conceitos da história e da vida em geral.

A experiência dessa mudança, realmente, será desafiadora para a maioria de nós. Todavia, a estrada já está pavimentada e os benefícios que encontraremos no final desta jornada, parecem ser (pelo menos em teoria), extremamente, gratificantes. Então, o melhor a fazer é elevarem suas frequências para ficarem mais "em sintonia" com a Nova Terra. Melhor não perder essa chance, pois pode ser a única oportunidade para abraçar a próxima fase da evolução, antes que outro ciclo na história da Terra comece.