Para quem não sabe, existe um Relatório Secreto do Pentágono, dizendo que o Mundo atravessará um período de grandes transformações devido a catástrofes e calamidades nunca vistas pelas alterações climáticas bruscas que poderão ceifar a vida de milhões de pessoas, associado a guerras e conflitos generalizados numa luta desigual pela sobrevivência.
Esse documento oficial na posse do Governo dos EUA acabou por transpirar para a imprensa e a revista norte-americana Fortune o publicou pela 1ª vez no dia 9 de Fevereiro de 2004, tendo causado grande preocupação.
O relatório foi pedido por Andrew Marsahll, influente Conselheiro de Defesa do Pentágono nas últimas três décadas, e baseia-se em estudos científicos minuciosos realizados nos últimos anos para tentar prever grandes catástrofes naturais desencadeadas pelo homem com sua forma de Civilização, porquanto agride e destrói a Natureza a um ritmo nunca visto sofrendo as consequências de suas loucuras, ganância e ambição.
O título desse trabalho é Climate Collapse, The Pentagon’s Weather Nightmare (Colapso climático, o pesadelo do Pentágono) e o articulista David Stipp afirma mesmo que as mudanças que seriam impossíveis de prever há alguns anos atrás são agora bem reais e em menos de uma década, «o clima no mundo pode virar como uma canoa que se inclina pouco a pouco até emborcar de repente»... A previsão é que essa mudança brusca poderia ocorrer entre 2010 e 2020.
Em 22 de Fevereiro/2004, a revista britânica Observer também publicou as informações do Pentágono que acabaram por ganhar repercussão internacional, visto que veio corroborar a primeira publicação reforçando assim o já anteriormente anunciado. Aos poucos, os responsáveis que elaboraram esses estudos vieram a público manifestar-se confirmando tudo, o que provocou a crítica de alguns sectores da sociedade norte-americana e europeia que ficaram irritados com o facto do Governo dos E.U.A ter escondido essas informações por muito tempo até que a imprensa as descobrisse.
Também no Brasil a coisa foi explorada na revista Carta Capital de 3 de Março do mesmo ano, onde Peter Schwartz (consultor da CIA) e Doug Randall (da Global Business Network) afirmam que... «a mudança climática deveria ser elevada além do debate científico para uma preocupação mundial e da própria segurança nacional norte-americana». Os autores do relatório asseveram mesmo que... «um cenário de mudanças climáticas catastróficas e iminentes é plausível e desafiaria a segurança nacional norte-americana de maneira que deveriam ser imediatamente consideradas». Os dois previram enchentes generalizadas em algumas partes do Mundo a partir de 2005 (o que efetivamente se tem verificado) e o nível das águas dos Oceanos subiria 6 ou 7 metros devido ao degelo polar, o que poderá ter proporções calamitosas para milhões de pessoas.
"As guerras futuras serão travadas por sobrevivência", diz o Relatório que traça um cenário avassalador para o futuro da Humanidade. Chuvas torrenciais cairão em muitos lugares destruindo barreiras, podendo mesmo tornar inabitável parte da Holanda que terá de reforçar seus diques. O mesmo sucederá ao Bangladesh que poderá ficar submerso devido ao aumento do nível do mar que contaminará também seus suprimentos de água doce.
Cientistas de renome internacional visitaram a Casa Branca para exporem seus temores sobre os efeitos do «Aquecimento Global», já que na tal reportagem na revista Carta Capital, segundo os investigadores, «até 2020 faltas catastróficas de água e energia vão se tornar cada vez mais difíceis de superar e causarão guerras em redor do mundo... É uma coisa deprimente, a ameaça à segurança é única porque não existe um 'inimigo' para apontar nossas armas e não temos controle sobre a situação».
O sombrio relatório termina com previsões apocalípticas, e refere algumas zonas do globo mais susceptíveis de serem afetadas, como a República das Maldivas, a América Central, a América do Norte e do Sul, parte da Europa, África, Ásia e Oceania.
Com o derretimento das geleiras do Ártico já tão nítido nos nossos dias, a água doce será libertada juntamente com a chuva intensificada pelo "Aquecimento Global" e será misturada à corrente do Golfo, reduzindo a salinidade deste. Assim... «a corrente, hoje submarina, seria retida na superfície e perderia o seu ímpeto, travando a 'correia' transportadora que conduz calor das Caraíbas para a Europa Ocidental». O resultado disso seria pois que os Icebergs chegariam à costa de Portugal e a Europa congelaria. Em 2020, a temperatura média já teria caído 3 graus na maior parte do Hemisfério Norte.
Outras previsões dão conta que... «uma redução significativa na capacidade do planeta em sustentar a sua população atual ficará evidente nos próximos 20 anos», pois haveria um aumento de 33% das temperaturas de verão nalguns países, prevendo-se que «o clima começará a perturbar a economia à medida que chuvas diluvianas, secas e ondas de calor tragam o caos à agricultura».
Não há duvida que tudo isto vem ao encontro daquilo Jesus Cristo profetizou no seu Sermão dizendo que viriam "dias de Noé" sobre a nossa civilização, porquanto é certo que já se observam o degelo polar que se acelera e vai aumentar o nível das águas do mar, a par de fenômenos climáticos nunca vistos que tendem a agravar-se não só pelo famigerado "Aquecimento Global" como pela própria mudança do eixo da Terra que ocorre ciclicamente e coincide sempre com a Degeneração geral da espécie humana, sendo verdade que esta já afetou mais o planeta nas últimas décadas do que em milhares de anos de evolução, e a história se repete na atual geração. A última vez que aconteceu foi no tempo da lendária Atlântida quando esta submergiu sob as águas do Dilúvio.
Naquele tempo foram os sacerdotes que avisaram sobre o que sucederia e o povo não prestou qualquer atenção e se continuava corrompendo de tal modo que atingiu o limite de sua própria Degeneração, até que veio o Dilúvio e os apanhou a todos, tal como se descreve no primeiro livro da Bíblia, o Gênesis. Agora, são os próprios cientistas que alertam todos os governantes do planeta que já têm consciência do que se passa e sabem da gravidade da situação, mas se preocupam mais com as questões politicas, econômico/financeiras e tardam em tomar medidas ou decisões que minimizem os riscos e protejam as populações. Na verdade os homens fazem ainda "olhos cegos" e "ouvidos moucos" e nem a Ciência se faz ouvir até ao dia em que o mundo sofrerá de novo uma Grande Transformação.
Sexta feira, 1 de fevereiro de 1974, cerca de 08:50 horas. Um princípio de incêndio, aparentemente causado pelo curto-circuito em um aparelho de ar condicionado e talvez devido a uma sobrecarga elétrica, irrompe no 12° andar do Edifício Joelma - uma portentosa unidade comercial situada na Avenida Nove de Julho 225, no centro nervoso da maior cidade do Brasil, São Paulo.
Naquele momento, cerca de 800 pessoas estavam no edifício, espalhadas pelos inúmeros escritórios dos seus 25 andares. Do primeiro ao décimo andares estavam situados os estacionamentos para veículos. E exatamente do décimo-primeiro ao vigésimo quinto todos os andares estavam ocupados pelos escritórios comerciais de um grande banco e várias empresas. Um funcionário daquele andar até tentou apagar o foco de incêndio mediante o uso de um extintor, tendo desligado o quadro geral de força. Porém, devido à existência de materiais altamente inflamáveis na própria estrutura do prédio, nada mais podia ser feito. E como o prédio não era dotado de infra-estrutura para incêndios, o alarme se limitou ao aviso verbal desse funcionário somente aos que ocupavam o andar superior. Os demais que estavam no interior do prédio não puderam, portanto, ser avisados a tempo!
Aquilo que parecia se tratar de um incêndio até de certa forma facilmente controlável e sem maiores conseqüências, no entanto veio a se transformar em uma das maiores tragédias do Brasil. O fogo começava a se alastrar rapidamente.
O Corpo de Bombeiros da cidade foi acionado, chegando às 09:10 horas, e os seus valorosos homens logo deram início aos trabalhos de contenção das chamas.
Pouco a pouco, porém, o fogo infernal subia exatamente para onde se situavam os andares habitados.
Todos os que estavam lá dentro ficaram verdadeiramente acuados em uma armadilha mortal. Simplesmente não podiam descer, vencendo a enorme e monstruosa barreira de fogo e fumaça que crescia assustadoramente e cada vez mais.
Um constatação aterrorizante então se fez: devido à altura do edifício, as escadas Magirus, tanto para o trabalho dos Bombeiros quanto para o salvamento das vítimas, somente alcançavam o décimo-terceiro andar.
Como uma força sinistra e avassaladora, o fogo logo cercou todo o enorme edifício. E não tardou a atingir todos os andares superiores do Joelma. E somente aqueles que estavam nos andares abaixo do princípio do pavoroso incêndio conseguiram ser resgatados. Mais acima, o horror flamejante tomava conta do enorme edifício. Os vidros explodiam devido à enorme pressão do fogo.
Além do fogo, havia uma outra ameaça mortal: a enorme cortina de fumaça, altamente tóxica devido à queima dos materiais, subia descontroladamente e com uma infernal temperatura de 700 graus. As pobres vítimas, acuadas pelo fogo, que chegavam às janelas para tentarem respirar, tinham os seus aparelhos respiratórios inapelavelmente queimados, quase que instantaneamente e de maneira horrível, morrendo asfixiadas.
Cenas de um inusitado horror então se sucediam: tentando escapar daquele verdadeiro inferno, as pessoas improvisavam cordas para, descendo perigosamente de andar em andar, tentarem chegar à escadas dos Bombeiros, postadas muito abaixo delas! Muitos caíram, voando para a morte, durante essas desesperadas e infrutíferas tentativas.
O desespero das vítimas que tentavam mutuamente se ajudar nesses momentos difíceis era acompanhado com horror pelas centenas de testemunhas que, impotentes no sentido de ajudar, se aglomeravam lá em baixo.
Os heroicos soldados do fogo, através de arriscadas operações, conseguiram a duras penas salvar muitas pessoas, improvisando da melhor maneira que podiam os parcos meios de resgate de que dispunham. Arriscando as suas próprias vidas, no limite, para ajudar seus semelhantes. Muitos desses valorosos homens tombaram no estrito cumprimento do dever. E não fosse pela coragem, pela bravura e pelo estoicismo deles, a horripilante tragédia poderia ter tido proporções ainda mais vastas e brutais.
O inferno das chamas tomava conta do Joelma. Grandes explosões ocorriam nos andares, causadas pela fortíssima pressão das chamas. O bafo da morte soprava por todos os lados. Era mesmo algo pavoroso, digno das mais horripilantes cenas de um filme de terror.
Em total desespero, presas nas suas salas e acuadas pelo fogo, quarenta pessoas preferiram se atirar dos altos andares do Joelma a morrerem horrivelmente queimadas pelas chamas! Cenas do mais puro horror se desenrolavam a cada momento. Absolutamente impossível tentar descrever a dor, o horror, o pânico e o desespero dessas pobres pessoas.
Não tendo quaisquer possibilidades de descerem, muitas pessoas correram para o terraço do Joelma, lá ficando encurraladas pelas chamas que subiam cada vez mais. A única solução para tentar resgatá-los foi o acionamento dos helicópteros da Polícia do Estado e do Corpo de Bombeiros. Foi, todavia, uma tarefa árdua e muito difícil uma vez que as telhas de amianto que o recobriam, as escadas e a profusão de madeiras impediam que as aeronaves pousassem.
Lá em cima, o pânico e o horror eram generalizados. Nem todos podiam ser salvos de uma única vez. Alguns, tomados por total desespero, se agarravam de qualquer maneira aos squids dos helicópteros para tentarem escapar, colocando assim em risco a própria estabilidade dos aparelhos. Mas não havia outra saída, era tentar a sorte ou morrer queimado.
E também se deve ao heroico trabalho dessas abnegadas tripulações o resgate de muitas vítimas, presas naquele infernal e mortífero terraço do Joelma. Porém, a tragédia ficou ainda maior e muito mais horrível quando o enorme calor e os grossos rolos de fumaça passaram a impedir o trabalho de resgate dos helicópteros! Além de não haver mais qualquer visibilidade, os aparelhos - dotados de combustível altamente inflamável - corriam o risco de explodir durante as tentativas de aproximações.
De fato, lá em cima, o calor era tamanho que até mesmo os pára-brisas dos helicópteros, confeccionados em plexyglass, ficaram derretidos - avariando muitos deles e impedindo assim a sua operação - e até mesmo obrigando os seus hábeis pilotos a procederem arriscados pousos forçados em plena rua.
Então, já não havia mais um local seguro para aqueles que estavam aprisionados naquele topo da morte! Essa dramática foto nos mostra o fogo tomando conta do terraço. Miraculosamente, porém, uns poucos se salvaram ao se abrigarem por baixo das telhas de amianto. Saíram gravemente feridos, mas vivos. Assim, a grande maioria que lamentavelmente não pode ser resgatada nas viagens iniciais dos helicópteros teve por túmulo o infernal terraço chamejante do Joelma.
Extintas as chamas, após as várias horas do mais puro terror, um visão do terraço maldito do Joelma. Ao final do trágico balanço, ao todo foram 534 vítimas - sendo 189 mortos e 345 feridos, a maioria desses feridos horrivelmente queimada. O quadro encontrado pelas equipes de rescaldo nos diversos andares era simplesmente dantesco: quase duas centenas de cadáveres literalmente torrados em meio aos fumegantes escombros!
Na foto acima, uma imagem real, tomada durante as filmagens de um longa
metragem sobre a tragédia rodado alguns anos mais tarde no interior
do Joelma, ou Praça da Bandeira. Veja o que surgiu na revelação,
bem no lado direito da cena.
Hoje, mais de 30 anos passados da tragédia (lembremos que, na medida em que o conhecemos, não existe o "tempo" na Eternidade), o Joelma acha-se reformado e já dotado de sistemas de segurança contra fogo - segurança de que na época do sinistro não dispunha - como também mudaram o seu fatídico nome para "Edifício Praça da Bandeira". Algumas empresas e escritórios estão atualmente lá estabelecidos, mas são poucas as firmas que se atrevem a tanto. Muitos do seus enormes andares estão desocupados e solitários. Não só pela repercussão da horrível tragédia que até hoje o persegue e dá fama ao prédio de ser "amaldiçoado", como também pelas coisas horríveis e sobretudo assustadoras que acontecem lá por dentro.
Sem qualquer dúvida, existem ao nosso redor e também atuando em todo o mundo, forças e energias que desconhecemos. E não se trata de mera imaginação dos protagonistas dos fatos insólitos que se desenrolam no atual Joelma! De vez em quando, o ambientes se tornam intensamente gélidos - um frio apavorante e sem qualquer explicação lógica que surge do nada. Espectros surgem diante das pessoas, chamam por seus nomes e até mesmo são revelados nas fotografias tomadas lá por dentro. Fortes correntes de ar, gemidos apavorantes, vozes estranhas, gritos e pedidos de socorro são ouvidos naqueles ambientes mais desertos - e até mesmo naqueles ocupados! Muitos empregados do edifício, justificadamente apavorados, já pediram demissão exatamente por esses motivos. E até nas garagens muitos motoristas e entregadores de mercadorias já foram "postos para correr" diante dos "vultos" e das assombrações que subitamente os cercam. Como se poderia explicar isso?
Alguns setores da Parapsicologia diferenciam "fantasmas" daquilo que denominam "espíritos". Um "fantasma" seria uma personalidade dilacerada (geralmente causada por uma memória emocional sobrevivente das pessoas que morreram tragicamente, não tendo consciência da própria morte), que teima em permanecer no ambiente da anterior existência, ligada ao local onde efetivamente morreu - quase sempre através de uma morte violenta. Incapaz de raciocinar por si próprio, repete os movimentos finais da sua morte, um ato "inacabado" para ela, até que isso se transforme em uma espécie de obsessão. Estão mergulhados em um tipo de "limbo", uma sombria escuridão. Já o"Espírito" seria uma entidade que tem plena consciência da sua transição, sendo plenamente capaz de continuar uma existência na dimensão seguinte, podendo "sentir" e agir. De qualquer forma, AMBOS se utilizam da energia os vivos para se manifestarem! São argumentos até bastante lógicos, mas, por outro lado, não devemos desprezar uma outra hipótese: A MEMÓRIA DA NATUREZA! Tudo aquilo que nos cerca, mesmo as coisas materiais - tais como os mais diversos objetos e até os lares - guardam nas suas moléculas atômicas os registros, por assim dizer, dos fatos mais marcantes e dramáticos que nas suas proximidades e nos seus próprios ambientes se desenrolaram - uma fantástica inteligência. A Psicometria, por sinal, é a moderna Ciência que estuda isso! E principalmente nos ambientes onde coisas muito "fortes", tais como crimes, tragédias e assim por diante, se sucederam, essas "memórias" dramáticas, como se fossem um breve filme, por vezes afloram se fazendo visíveis às pessoas mais psiquicamente bem preparadas e desenvolvidas. E para tentar bloquear esse tipo de manifestação nada adianta - seja reformar, pintar, modernizar ou mesmo exorcizar.
Há, porém, um estonteante e além de tudo insolúvel mistério na tragédia do Joelma. Durante o desespero das infelizes vítimas aprisionadas em meio ao fogo e ao calor infernal, treze pessoas fizeram aquilo que jamais se faz durante um incêndio: tentaram escapar por um elevador! Logicamente, o sistema parou repentinamente de funcionar deixando-as sem qualquer defesa e presas a uma enorme altura, em uma armadilha mortal. Horrivelmente carbonizados, os treze corpos, encontrados unidos em um último abraço, foram posteriormente retirados daquele "forno" maldito e jamais puderam ser identificados, não somente dado ao estado em que se encontravam - horrivelmente carbonizados - como também pelo estranhíssimo fato de NINGUÉM ATÉ HOJE OS TER RECLAMADO! Todos foram enterrados em covas separadas e lineares, recebendo popularmente o nome de AS TREZE ALMAS DO JOELMA. Contudo, desde a época do sinistro, em 1974 e portanto já passados mais de 30 anos, algo muito estranho acontece no Cemitério São Pedro, situado no bairro paulista de Vila Alpina: estranhos gemidos, gritos de dor, pedidos de socorro, assombravam os visitantes e até mesmo os funcionários daquele cemitério! Não tardou muito até que se descobrisse a estranha fonte desses apavorantes sons: exatamente as 13 lápides das vítimas não-identificadas do Joelma! Curiosamente, quando se coloca ÁGUA sobre cada uma delas, e não nas flores que as cercam, o sons cessam - como se entidades sobrenaturais, vivendo em um limbo surrealista e paralelo, ainda se lembrassem da sua horrível morte e desesperadamente precisassem do benéfico refresco das emanações da água para minorar a sua dor.
Logo o povo - como sempre esperto, interesseiro e atento a essas coisas - começou a fazer "barganhas", assim "alimentando" a sofrida existência dessas entidades. As pessoas pedem a elas (e conseguem!) milagres dos mais diversos, sempre em troca da..... Colocação de água sobre os túmulos! Muito melhor fariam se, através de um gesto verdadeiramente Cristão e piedoso, fizessem preces de esclarecimento para que elas finalmente pudessem se libertar dos grilhões da terra e pudessem seguir em paz o seu caminhar evolutivo em direção à Luz, já enfim redimidas do seu pesado e doloroso Carma.
Mas.... Há ainda uma outra estranha circunstância, possivelmente concorrente para a horrível tragédia do Joelma. Na foto acima, proveniente dos arquivos da Polícia do Estado de São Paulo, você vê a antiga residência do Professor Paulo Ferreira de Camargo, da USP (Universidade de São Paulo), o qual no distante ano de 1948 inexplicavelmente premeditou e friamente executou a morte da sua própria mãe e das duas irmãs sem qualquer motivo aparente.
O professor (foto da direita, publicada em um jornal da época) contratou operários para escavarem um profundo poço no seu quintal. Logo fez o "serviço sujo" e dentro dele jogou os três corpos das suas familiares. Não tardou muito, porém, a todos os vizinhos e demais familiares darem por falta das três mulheres e a Polícia começou a fechar o cerco na suas investigações, as quais levavam diretamente ao tal professor como o suspeito número-1 e culpado em potencial.
Tudo teria dado certo não fosse algo bastante estranho que começou a ocorrer: o professor começou a ser atormentado pelas visões dos fantasmas das três mulheres que passaram a assombrar a casa, e somente ele as via! Certo dia, com policiais presentes na sua casa, estes já suspeitando do que continha no poço, o professor apresentava os seus álibis quando subitamente um fogo infernal surgiu no recinto: a luz de uma vela aumentou exageradamente como se fosse causar uma explosão no recinto! A partir daí, as visões fantasmagóricas das mulheres começaram a cercar o professor que, desesperado, correu para um ambiente contíguo e na presença dos policiais desferiu um tiro na cabeça, pondo fim à sua atormentada existência.
Logo depois, os corpos decompostos das três mulheres foram encontrados pela Polícia no fundo daquele poço (fotos). Quatro mortes sem qualquer razão aparente, a não ser, talvez, um estranho acesso de loucura do professor que era tido como uma pessoa séria e bastante equilibrada.
O telurismo, isto é, as correntes negativas que comprovadamente circulam no nosso subsolo, por vezes aflora em certos "ponto negros" - notórios pelas ocorrências dos acidentes de trânsito, sempre com mortos e feridos; das tragédias mais diversas; das casas doentias; das perturbações psíquicas nos seres humanos; dos fenômenos Poltergeists, e assim por diante. E por falar em Poltergeist, a causa do repentino incêndio no Edifício Joelma foi atribuída a uma estranha sobrecarga elétrica que estranhamente não pôde ser interrompida nem mesmo desligando-se a chave de força, tal como assim o fez um funcionário de uma firma tão logo detectou o problema. O seu extintor forçosamente deveria ter sido capaz de deter o fogo logo no seu início, o que também não aconteceu..... Um sintoma bastante claro do fogo que surge do nada e se torna incontrolável - fenômeno tipicamente associado ao telurismo e conhecido como Poltergeist. Estranho? Sim, mas trata-se de um fenômeno real que a Ciência não consegue explicar. Mas, voltemos ainda à casa amaldiçoada do professor assassino.
Depois daqueles bárbaros e cruéis crimes que tiveram grande repercussão a tal casa foi evitada, ficou conhecida como"mal assombrada", e ninguém mais a quis habitar - nem mesmo os herdeiros e os sucessores do tal professor! O tempo passou e ela, abandonada, foi finalmente vendida e demolida. E qual teria sido mesmo o endereço dessa casa?
Precisamente, Avenida Nove de Julho, 225 - O MESMO LOCAL ONDE, EM 1972, FOI CONSTRUÍDO O FATÍDICO EDIFÍCIO JOELMA.
O recente tombamento do sítio arquitetônico do "Campo de Concentração do Patu”, no Ceará, revela um capítulo pouco conhecido da história do Brasil. No início da década de 1930, o local servia para confinar milhares de pessoas que fugiam da seca que atingia o nordeste. O objetivo era evitar que os retirantes chegassem a outras cidades, principalmente Fortaleza, capital cearense.
As ruínas da construção ficam na cidade de Senador Pompeu, a 270 quilômetros de Fortaleza. Oficialmente, 16.221 pessoas ficaram concentradas no local, sob alegação de que estariam sob a proteção do governo. De acordo com historiadores, lá elas eram expostas a uma série de sofrimentos e privações. Muitas delas morreram de inanição e de doenças, como tifo. Os retirantes também seriam explorados como mão-de-obra escrava, trabalhando de forma forçada em obras públicas.
Na época, outros seis campos com a mesma função foram instalados no Ceará. Ao menos 73.918 retirantes ficaram confinados nesses locais, segundo registros do jornal O Povo. “Foi absolutamente cruel, mas houve discursos humanistas. O discurso era que o confinamento seria para cuidar das pessoas, mas passaram a morrer oito, nove, dez pessoas por dia”, disse Kênia Rios, historiadora e professora da Universidade Federal do Ceará (UFC). Ela conta que resolveu estudar os campos de concentração para entender como os ricos tratam e isolam os pobres, em casos como esse.
O isolamento das pessoas de baixa renda dos grandes centros urbanos não era o único propósito dos campos. Na época, a ideia do darwinismo social era popular e ajudava a justificar iniciativas como essas. De acordo essa teoria, algumas sociedades seriam superiores às outras. Esse conceito motivou as ideias de eugenia, racismo, fascismo e nazismo.
O darwinismo social tinha entre seus seguidores Getúlio Vargas."Para se ter uma ideia, na Constituição de 1937, há um artigo [Art. 138] que diz que o Estado teria que 'estimular a educação eugênica'", disse Valdecy Alves, advogado e ativista dos direitos humanos, em entrevista ao portal Deutsche Welle. De acordo com ele, que é natural de Senador Pompeu, essa teoria era usada como justificativa moral para a implantação dos campos. Esses locais foram desativados em 1933. O número de mortos nunca foi oficialmente contabilizado.
Melquisedec (em hebraico מַלְכִּי־צֶדֶק / מַלְכִּי־צָדֶק, transl. Malkiy-Tzadeq, "rei da justiça", "rei da paz") é um personagem bíblico do livro de Gênesis que interagiu com Abraão quando este retornou vitorioso da batalha de Sidim. É descrito como o rei de Salém e que não deixou descendência.
Diz-se que não teve ascendência nem descendência, a quem a história atribui-lhe características sobre humanas, divinas. Alguém de enorme valor que instruiu os povos e lhes deu a civilização.
Melquisedeque é venerado pelo cristianismo, sua festa é no dia 26 de agosto na Igreja Católica.
Apesar das raras referências a ele na Bíblia, o Livro Sagrado refere-se a Melquisedeque como um sábio rei de uma terra chamada Salém e "sacerdote do Deus Altíssimo." (Gênesis 14:18). No Novo Testamento, ele é comparado a Jesus, de que é dito ser "segundo a ordem de Melquisedeque" (Epístola aos Hebreus).
Segundo o texto do Pentateuco, Melquisedeque foi o rei da cidade de Salém (que significa "paz"), a qual se acredita ter sido a cidade posteriormente conhecida por Jerusalém.
Melquisedeque teria tido importância no direcionamento de Abrãao - o primeiro registro bíblico da doação de dízimos decorre desta ocasião. Abrãao e Melquisedeque seriam, portanto, contemporâneos, de acordo com as narrações bíblicas.
Destaca-se na sua história a ausência de menções (comuns nos registros bíblicos) a seus antepassados. Como se pode interpretar de alguns versos (Hebreus 7:3), Melquisedeque fora um homem sem genealogia, sem filhos ou parentes conhecidos. O lugar onde seu corpo jaz também é ignorado. Estas características, para a teologia, significam que Melquisedeque seria uma figura do próprio Cristo, contudo, não se sabe se isto seria uma espécie de tipologia ou, até mesmo, "teofania", que é um termo teológico para quando Deus assume uma forma humana.
Ao nome Melquisedeque pode ainda ser atribuído o significado "Rei de Justiça" em função de ser uma possível junção de mais de uma palavra do idioma hebraico.
Seu nome já foi usado nas denominadas "Índias", que se referiam à atual Etiópia, Índia e Himalaia. Nessas 3 culturas havia referências a um "Rei da Terra", que seria o próprio Melquisedeque.
Alguns teólogos cristãos acreditam que Melquisedeque teria sido uma aparição do Messias antes de seu nascimento carnal, humano.
No Antigo Testamento há várias menções ao Anjo do SENHOR que muitos acreditam terem sido aparições de Cristo antes de encarnar. No entanto, Melquisedeque poderia ter sido o aspecto terreno da pré-encarnação de Cristo em uma forma corpórea temporária.
Outros teólogos, no entanto, acreditam que Melquisedeque teria sido apenas uma tipologia de Cristo, tratando-se, pois, de um acontecimento ou de um ensinamento que se relaciona com as realizações de Jesus.
Na epístola aos Hebreus, o autor leciona que Melquisedeque não teve nem pai e nem mãe, nem ascendência e nem descendência:
Porque este Melquisedeque, que era rei de Salém e sacerdote do Deus Altíssimo, e que saiu ao encontro de Abraão quando ele regressava da matança dos reis, e o abençoou; a quem Abraão deu o dízimo de tudo, e primeiramente é, por interpretação, rei de justiça e depois também é rei de Salém, que é rei de paz; sem pai, sem mãe, sem genealogia, não tendo princípio de dias nem fim de vida, mas, sendo semelhante ao filho de Deus, permanece sacerdote para sempre. (Hebreus 7:1-3)
Na Bíblia, Melquisedeque é referido como sacerdote do Deus Altíssimo em Gênesis 14:18.19, quando traz pão e vinho e recebe de Abrão o dizimo do conquistado, e, abençoando-o, disse: "Bendito sejas Abraão, do Deus Altíssimo, o Possuidor dos céus e da terra e bendito seja o Deus Altissimo que entregou teus inimigos em tuas mãos". Referenciado também em Salmos 110.4: "Jurou o Senhor e não se arrependerá: Tu és um Sacerdote Eterno segundo a Ordem de Melquisedeque." Em Hebreus, além do já citado, temos 7:4: "Considerai, pois, quão grande era este a quem até o patriarca Abrão deu os dízimos dos despojos", havendo outras citações e explicações, havendo no 5:11 "Do qual muito temos que dizer, de difícil interpretação, porquanto vos fizestes negligentes para ouvir." o que abre um leque de possibilidades que em principio, considerando-se a afirmação de Paulo, não devem ser consideradas cristofanias.
O Dr. Ferdinand Ossendowski, um ilustre viajante, homem da ciência e escritor, narra o seguinte em sua clássica obra de viagens “Bestas, Homens e Deuses” (1924):
Quando a caravana atravessava as estepes da Ásia Central, próximo a Tzagan-Luk, o guia mongol exclamou de repente: “Alto, detenham-se!”, e logo depois se jogou de seu camelo sussurrando o clássico mantram budista “OM MANI PADME HUM”. Algo incrível acontecia naquele momento. O ar vibrava docemente e trazia consigo uma canção de amor e paz que alcançava, de imediato, o coração. A terra e o céu pareciam conter o alento. Até
os animais percebiam: os pássaros cessavam seu vôo e pousavam, os camelos paravam as orelhas, os cavalos permaneciam imóveis e atentos, os cachorros cessavam seus latidos e os iaques se puseram ao solo. Todos os pastores mongóis se ajoelharam e oraram fervorosamente enquanto se sentia essa paz absoluta: até o vento incessante da região deixou de soprar. Era um estado de coisas portentoso, uma calma e paz inusitadas, sobretudo para os ocidentais.
Quando o êxtase coletivo cessou, os mongóis explicaram a Ossendowski o que acontecera. Tinham se aproximado do Mistério dos Mistérios, ao reino subterrâneo do Rei do Mundo, justo no momento em que este se encontrava em meditação.
Como é fácil compreender, não é extensa a informação que Ossendowski pôde obter daqueles homens. Aqueles mongóis sabiam que os lamas guardavam zelosamente o segredo do Rei do Mundo e castigavam com severidade aqueles que divulgavam tais coisas.
Mas, e aqui há mais um mistério, o testemunho recolhido por Ossendowski naquela oportunidade coincide notavelmente com o exposto no livro “Mission de l’Inde” pelo Marquês Saint-Yves d’Alveydre (1910), e também com o narrado por outro autor menos prestigiado, Louis Jacolliot, em “Les Fils de Dieu” e “Le Spiritisme dans le Monde”.
Os três autores mencionados falam de Agharti ou Agharta, nome que indica, em língua tibetana, o misterioso reino subterrâneo onde reside o Rei do Mundo.
Ossendowski conta que em visita ao monastério de Narabanchi, na Mongólia, encontrou uma surpreendente profecia que Melquisedeque (o Gênio da Terra) deixou nesse mesmo lugar em que visitara no ano 1890. Eis aqui:
Cada dia mais os homens se esquecerão de suas almas e se ocuparão de seus corpos. A maior corrupção reinará na terra.
Os homens se assemelharão a animais ferozes, sedentos de sangue dos seus irmãos.
A meia-lua se apagará e seus adeptos se sumirão na mendicidade e na guerra perpétua.
Seus conquistadores serão feridos pelo sol, mas não subirão duas vezes.
Acontecerá com eles a pior das desgraças e acabarão entre insultos aos olhos dos demais povos.
As coroas dos reis, grandes e pequenos, cairão. Um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito…
Haverá uma guerra terrível entre todos os povos.
Os oceanos ficarão vermelhos… A terra e o fundo dos mares se cobrirão de esqueletos, os reinos serão fracionados, nações inteiras morrerão…
A fome, a doença, os crimes desconhecidos pelas leis… Tudo quanto o mundo ainda não contemplou.
Virão então os inimigos de Deus e do espírito divino os quais jazem nos próprios homens. Aqueles que levantam a mão sobre outro, perecerão também.
Os esquecidos, os perseguidos se sublevarão e chamarão a atenção do mundo inteiro.
Haverá nevoeiros e tempestades, as montanhas descobertas se cobrirão de bosques.
A Terra tremerá…
Milhões de homens trocarão as correntes da escravidão e as humilhações pela fome, pelas doenças e pela morte.
Os antigos caminhos se encherão de multidões que irão de um lugar a outro.
As maiores e mais formosas cidades perecerão pelo fogo… uma, duas, três…
O pai lutará com o filho, o irmão com o irmão, a mãe com a filha.
O vício, o crime, a destruição dos corpos e das almas imperarão sem freios…
As famílias se dispersarão… A fidelidade e o amor desaparecerão…
De dez mil homens, apenas um sobreviverá… um louco, nu, faminto e sem forças, que não saberá construir uma casa nem lhe proporcionar alimento…
Uivará como um lobo raivoso, devorará cadáveres, morderá sua própria carne e, irado, desafiará Deus…
A Terra será despovoada. Deus a largará de sua mão. Sobre ela apenas a noite e a morte espalharão seus frutos.
Então surgirá um povo até agora desconhecido que, com punho forte, arrancará as más ervas da loucura e do vício e conduzirá os que permaneceram fiéis ao espírito do homem, à batalha contra o mal. Fundarão uma nova vida na terra purificada pela morte das nações.
Dentro de cinquenta anos não terá mais que três novos grandes reinos que viverão felizes durante setenta e um anos.
Em seguida virão dezoito anos de guerras e cataclismos… Depois, os povos de Agharti sairão de suas cavernas subterrâneas e aparecerão na superfície da terra.
No último parágrafo, através de uma atenta leitura, Óscar Uzcategui descobriu que Melquisedeque dava uma data e alguns dados muito precisos para essa profecia. Vejamos:
A profecia foi escrita pelo Senhor do Mundo no ano 1890. Desse modo, quando Melquisedeque diz “dentro de 50 anos não haverá mais que três novos grandes reinos”, está falando de 1940, isto é, da Segunda Guerra Mundial.
Apareceram então três novos grandes reinos: Europa, Rússia e EUA. Depois diz que “viverão felizes durante setenta e um anos”. Isto é: 1940 mais 71 dão 2011. E neste ano fatídico “em seguida virão dezoito anos de guerras e cataclismos”.
Assim nos diz que estamos às portas de um conflito mundial que terá conseqüências horrorosas, nunca vistas, e que terá uma duração de 18 anos: de 2011 até 2029.
Posteriormente, haverá uma regeneração e começará um novo ciclo, mas não sem que antes haja uma involução e destruição, como dizem tantas profecias e religiões do mundo.
Militares atestam acerca da intervenção extraterrestre quanto às armas nucleares desde outrora já em curso em nosso mundo.
Para quem nunca ouviu falar sobre o assunto, Chico Xavier abriu caminho para o leitor se aprofundar no tema da Data Limite pela qual a humanidade será avaliada por 50 anos, em ocasião de sua participação no programa Pinga Fogo, em 1971 e à confissão feita a Geraldo Lemos Neto (fundador da Casa de Chico Xavier, Pedro Leopoldo-MG). Este período de prova consiste na obrigatoriedade de não haver um holocausto bélico pelo prazo de 50 anos, a partir de 20 de julho de 1969.
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Caso alcançarmos esta data sem o referido dissabor, a humanidade galgaria avanços extraordinários desde então. Avanços em todas as áreas do conhecimento e desenvolvimento e, os extraterrestres teriam permissão para nos contatar formalmente, caso julguem conveniente.
“O Tema da transformação da Terra de mundo de expiação e provas para mundo de regeneração, levantado pelo próprio codificador da Doutrina Espírita, Allan Kardec, sempre interessou e intrigou Geraldo Lemos Neto, fundador da Casa de Chico Xavier, de Pedro Leopoldo (MG).
Com 19 anos de idade, já tendo lido e estudado toda a obra de Kardec, conheceu o médium Chico Xavier, amigo da família desde os tempos de sua meninice em Pedro Leopoldo.
(…)
Perguntei, então, ao Chico a que avanços ele se referia e ele me respondeu: “Nós alcançaremos a solução para todos os problemas de ordem social, como a solução para a pobreza e a fome que estarão extintas; teremos a descoberta da cura de todas as doenças do corpo físico pela manipulação genética nos avanços da Medicina; o homem terrestre terá amplo e total acesso à informação e à cultura, que se fará mais generalizada…
Segundo um comunicado das autoridades da Luisiana, nos EUA, uma perigosa bactéria teria escapado de um laboratório de segurança máxima. Os especialistas afirmam que a Burkholderia pseudomallei “fugiu” do Centro de Pesquisa Nacional do Primata de Tulane, localizado a 80 km do norte de Nova Orleans.
O bacilo, originário do sudeste asiático e norte da Austrália, pode ser transmitido para seres humanos e animais através do contato com a água e com o solo contaminado. Ele foi classificado pelas autoridades como “um agente bioterrorista em potencial”. O incidente teria ocorrido em novembro do ano passado, quando cientistas trabalhavam no desenvolvimento de uma vacina contra a Burkholderia pseudomallei.
Apesar de o agente patógeno não ter sido, até o momento, detectado no ar da região em torno do laboratório, quatro macacos mantidos em jaulas ao ar livre foram contaminados, e dois deles tiveram que ser sacrificados.
O Centro de Controle de Doenças (CDC) está aconselhando as funerárias dos Estados Unidos sobre como lidar com os restos mortais de vítimas do Ebola, embora as autoridades façam questão de salientar que o projeto não é um motivo para alarme.
Uma lista de três páginas de recomendações instrui os trabalhadores funerários a usar equipamento de proteção durante o manuseio das vítimas do Ebola, bem como alertando-os a não realizar autópsias ou embalsamar os cadáveres.
"Se o surto do vírus potencialmente mortal está na África Ocidental, por que as funerárias dos EUA estão recebendo orientações?" pergunta a WFSB.com.
Na noite passada, foi revelado que um hospital de Dallas está mantendo uma potencial vítima do Ebola em "isolamento total", após o paciente ser acolhido com base nos sintomas e "histórico de viagem recente."
Alysia English, diretora executiva da Georgia Funeral Directors Association, rejeitou as sugestões de que os americanos deveriam ser alarmados com as recomendações.
"Absolutamente não. Na verdade, se eles não estavam ouvindo sobre isso, eles deveriam estar muito mais preocupados", disse English.
Como nós relatamos no início deste mês, o Departamento de Estado dos EUA encomendou 160.000 trajes Hazmat para o Ebola, levantando preocupações de que funcionários estavam se preparando para um surto dentro dos Estados Unidos.
Embora o Ebola tenha estado confinado até agora no continente africano, surgiu a especulação que o vírus poderia ser transmitido pelo ar, pelo menos de forma limitada.
Michael T. Osterholm, diretor do Centro de Investigação em Doenças Infecciosas e Política da Universidade de Minnesota, reconheceu em uma recente página não editorial do The New York Times que os virologistas estão "relutantes em discutir abertamente, mas estão definitivamente considerando em segredo" a possibilidade de que Ebola seja transmitido pelo ar.
O principal virologista alemão Jonas Schmidt-Chanasit causou consternação recentemente quando sugeriu que a batalha contra o Ebola em Serra Leoa e na Libéria foi perdida e que o vírus acabaria por matar 5 milhões de pessoas.
Conforme relatamos em 2009, a Divisão de Cemitérios do Estado de Nova York, enviou "formulários de mortes em massa" aos cemitérios nessa situação para coletar dados sobre sua capacidade de lidarem com o grande volume de mortes que ocorreriam se houvesse uma pandemia de gripe ou outro desastre.
Campo magnético da Terra está enfraquecendo 10 vezes mais rápido no Hemisfério Ocidental. Ao contrário do que os cientistas pensavam, a aceleração pode ser preocupante levando em conta a ameaça climática espacial.
O campo magnético da Terra, responsável por proteger o planeta da radiação cósmica, vem enfraquecendo em processo acelerado nos últimos seis meses. Os dados coletados dos satélites Swarm - constelação de três satélites idênticos que estão em órbita desde novembro de 2013 para medir o campo magnético da Terra -, pela Agência Espacial Europeia, indicaram pontos enfraquecidos no campo magnético. As primeiras imagens, em alta definição, revelam declínios consideráveis sobre o Hemisfério Ocidental.
No entanto, o campo tem reforçado em outras áreas desde janeiro, principalmente mais ao sul do Oceano Índico. Os cientistas não sabem ao certo o motivo do campo magnético estar enfraquecendo, mas uma das teorias de Rune Floberghagen, gerente de missão da Swarm, é que os pólos magnéticos estejam se alterando.
As últimas medições, feitas por magnetômetros a bordo dos três satélites Swarm, confirmam o movimento magnético ao Norte da Sibéria. “Essa ‘virada’ não é instantânea, levaria centenas, quisá alguns milhares de anos para acontecer. Já chegou a acontecer com certa frequência”, disse Floberghagen.
As alterações na força do campo magnético da Terra são normais, mas os satélites têm mostrado que ele está enfraquecendo mais rapidamente do que no passado.
Os cientistas estimam que o campo magnético fique cinco por cento mais fraco a cada século, mas agora eles acreditam que poderia estar diminuindo 10 vezes mais rápido. Isso significa que essa etapa de ‘movimentação’ poderia ocorrer 2000 anos antes do previsto, de acordo com especialistas que apresentaram as suas conclusões no Terceiro Encontro de Ciência da Swarm, na Dinamarca.
Graças aos sinais do campo magnético, e também de outras fontes, capturados pelos satélites do Centro Europeu de Operações da ‘ESA Satélites’ (SECOC), em Darmstadt, Alemanha, os cientistas terão uma ajuda a mais para resolver o mistério do comportamento do campo magnético do planeta.
"Nos próximos meses, os cientistas vão analisar os dados para desvendar as contribuições magnéticas provenientes de outras fontes, ou seja, manto, crosta, oceanos, ionosfera e magnetosfera", disse um porta-voz da ESA. "Isso irá proporcionar uma nova visão sobre muitos processos naturais, desde aqueles que acontecem nas profundezas de nosso planeta, à meteorologia espacial desencadeada pela atividade solar. Por sua vez, esta informação irá produzir uma melhor compreensão do por quê o campo magnético estar enfraquecendo.", concluiu.
Não há nenhuma evidência para sugerir que um campo magnético enfraquecido marcará o fim da vida na Terra como a conhecemos. Durante alterações anteriores estudadas, não houveram registros de extinções em massa ou evidência de danos da radiação. Porém, com a ameaça climática espacial, os pesquisadores acreditam que redes de energia e sistemas de comunicação poderiam sofrer sérios danos.
Além disso, animais que usam o campo magnético como meio de orientação, ficariam completamente confusos e poderiam morrer “sem saber para onde ir”.
Um avião da Malásia com 295 passageiros caiu próximo ao leste da Ucrânia, na região da fronteira com a Rússia. As informações são da agência russa Interfax. O avião comercial era da Malaysia Airlines, mesma companhia da aeronave que desapareceu em março deste ano.
O avião voava de Amsterdã para Kuala Lumpur e estava 10 quilômetros acima do solo no momento em que teria sido atingido. A base de dados do Flightradar 24, site especializado em cobertura em tempo real de vôos, informa que o avião teria desaparecido após ultrapassar a cidade de Kremenchuk.
O avião saiu de Amsterdã, na Holanda, por volta das 12h15, horário local. A área onde o avião caiu é de instabilidade pelas tensões entre Ucrânia e Rússia que se arrastam desde o começo do ano.
Logo após a queda do avião, diversas imagens que supostamente mostram o local próximo ao acidente surgiram na internet, mas não é possível confirmar, no momento, a veracidade de nenhum deles. No vídeo abaixo é possível ver o suposto local próximo da queda do avião, que está totalmente tomado por fumaça:
Plantas e animais serão extintos mais rápido do que pensamos: estudo afirma que estamos prestes a passar por um momento crítico.
Espécies de plantas e animais serão extintas pelo menos 1.000 vezes mais rápido do que antes da chegada dos seres humanos e o mundo está à beira de uma sexta grande extinção, diz um novo estudo.
O estudo analisou as taxas passadas e presentes de extinção e encontrou uma mais baixa do que os cientistas pensavam. Espécies estão desaparecendo da Terra cerca de 10 vezes mais rápido do que os biólogos acreditavam, afirma o autor principal do estudo, o biólogo Stuart Pimm, da Universidade Duke.
"Estamos à beira de uma sexta grande extinção", disse Pimm. "Se nós vamos evitá-la ou não, dependerá de nossas ações".
O trabalho, publicado recentemente pela revista Science, foi colocado como um marco nesse tipo de estudo por especialistas. A análise de Pimm é focada em taxas, e não na quantidade, de desaparecimento de espécies da Terra. É calculada uma "taxa de mortalidade" de quantos são extintos a cada ano em meio a 1 milhão de espécies.
Em 1995, Pimm descobriu que a taxa de extinções antes da chegada do ser humano era cerca de 1. Contudo, tendo em vista a nova pesquisa, Pimm e seus colegas refinaram e acharam que era, na verdade, cerca de 0,1. Agora, o que temos é uma taxa de mortalidade de cerca de 100 para 1.000.
Vários fatores estão sendo combinados e fazendo com que espécies desapareçam muito mais rápido do que antes, afirmou Pimm e o co-autor, Clinton Jenkins, do Instituto de Pesquisas Ecológicas no Brasil. A questão principal é a perda de habitat. Espécies não estão encontrando mais lugar para viver com tantas construções e alterações ecológicas feitas pelo ser humano.
“O sagui-de-tufo-branco é um bom exemplo”, disse Jenkins. Seu habitat diminuiu por causa do desenvolvimento no Brasil e de outros saguis competindo pelo lugar mínimo que resta. Agora ele está na lista de extinção internacional.
O tubarão branco oceânico, que costumava ser um dos predadores mais abundantes na Terra, está se extinguindo por conta da sua intensa caça, e agora são raramente vistos. O biólogo marinho da Universidade Dalhousie, Boris Worm, que não fez parte do estudo, mas o elogiou, disse: "Se não fizermos nada, isso vai seguir o caminho dos dinossauros".
Em cinco vezes anteriores, a grande maioria da vida do mundo desapareceu, o que são chamadas de extinções em massa, e foi muitas vezes associada a ataques de meteoros gigantes. Cerca de 66 milhões de anos atrás, um meteoro extinguiu os dinossauros e três a cada quatro espécies na Terra. Cerca de 252 milhões anos atrás, a Grande Morte dizimou cerca de 90% das espécies do mundo.
Pimm e Jenkins disse que não há esperança. Ambos disseram que o uso de smartphones e aplicativos como o iNaturalist vão ajudar pessoas comuns e os biólogos a encontrarem espécies em perigo. Uma vez que se saiba onde espécies ameaçadas de extinção estão, eles podem tentar salvar seus habitats e usar a reprodução em cativeiro e outras técnicas para propagá-la.
Uma história de sucesso é a do mico-leão-dourado. Décadas atrás, os pequenos primatas eram vistos como espécies certas de extinção por conta da sua perda de habitat, mas ao serem encontrados em partes remotas do Brasil e criados em cativeiro, os biólogos conseguiram salvá-los de seu destino.