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quinta-feira, 8 de agosto de 2019

Cidade Bíblica Onde o Rei Davi Teria Vivido Foi Encontrada, Segundo Arqueólogos


Arqueólogos afirmam que encontraram em Israel a lendária cidade bíblica de Ziclague. De acordo com as Escrituras, o rei Davi viveu lá durante mais de um ano, quando era perseguido por seu antecessor, o rei Saul. As ruínas foram descobertas perto da cidade de Kiryat Gat, no sul do país.

Nas últimas décadas, várias escavações buscavam a cidade de Ziclague. Agora, tudo indica que os arqueólogos finalmente se depararam com o lugar lendário. A equipe formada por pesquisadores da Autoridade de Antiguidades de Israel, da Macquarie University de Sidney e da Hebrew University estuda o sítio arqueológico desde 2015. 


Ao escavar o topo de uma colina, os arqueólogos encontraram evidências de um assentamento dos séculos XII a XI a.C. enterrado sob camadas de um outro assentamento, datado do início do século X a.C. No local, foram encontrados pedaços de cerâmica, potes de óleo e jarros de vinho, todos típicos da cultura dos filisteus, que viviam em Ziclague. Análises de radiocarbono indicam que as relíquias são da época em que a cidade floresceu.


Apesar da descoberta promissora, alguns pesquisadores não estão convencidos de que as ruínas pertençam a Ziclague. O professor Aren Maeir, da Universidade Bar-Ilan, afirmou que os textos sagrados situam a cidade mais ao sul. Segundo a Bíblia, o Rei Davi procurou refúgio em Ziclague depois de se desentender com o Rei Saul. Lá, ele se juntou aos filisteus, inimigos mortais de Israel. Atualmente, muitos pesquisadores acreditam que Davi não era só uma lenda, mas foi uma figura histórica que realmente existiu. Confira abaixo imagens das escavações:


Fonte: IFLScience

sexta-feira, 17 de maio de 2019

AS PROFECIAS DE MELQUISEDEC

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O encontro entre Abraão e Melquisedec

Melquisedec (em hebraico מַלְכִּי־צֶדֶק / מַלְכִּי־צָדֶק, transl. Malkiy-Tzadeq, "rei da justiça", "rei da paz") é um personagem bíblico do livro de Gênesis que interagiu com Abraão quando este retornou vitorioso da batalha de Sidim. É descrito como o rei de Salém e que não deixou descendência.

Diz-se que não teve ascendência nem descendência, a quem a história atribui-lhe características sobre humanas, divinas. Alguém de enorme valor que instruiu os povos e lhes deu a civilização.

Melquisedeque é venerado pelo cristianismo, sua festa é no dia 26 de agosto na Igreja Católica.

Apesar das raras referências a ele na Bíblia, o Livro Sagrado refere-se a Melquisedeque como um sábio rei de uma terra chamada Salém e "sacerdote do Deus Altíssimo." (Gênesis 14:18). No Novo Testamento, ele é comparado a Jesus, de que é dito ser "segundo a ordem de Melquisedeque" (Epístola aos Hebreus).

Segundo o texto do Pentateuco, Melquisedeque foi o rei da cidade de Salém (que significa "paz"), a qual se acredita ter sido a cidade posteriormente conhecida por Jerusalém.

Melquisedeque teria tido importância no direcionamento de Abrãao - o primeiro registro bíblico da doação de dízimos decorre desta ocasião. Abrãao e Melquisedeque seriam, portanto, contemporâneos, de acordo com as narrações bíblicas.

Destaca-se na sua história a ausência de menções (comuns nos registros bíblicos) a seus antepassados. Como se pode interpretar de alguns versos (Hebreus 7:3), Melquisedeque fora um homem sem genealogia, sem filhos ou parentes conhecidos. O lugar onde seu corpo jaz também é ignorado. Estas características, para a teologia, significam que Melquisedeque seria uma figura do próprio Cristo, contudo, não se sabe se isto seria uma espécie de tipologia ou, até mesmo, "teofania", que é um termo teológico para quando Deus assume uma forma humana.

Ao nome Melquisedeque pode ainda ser atribuído o significado "Rei de Justiça" em função de ser uma possível junção de mais de uma palavra do idioma hebraico.

Seu nome já foi usado nas denominadas "Índias", que se referiam à atual Etiópia, Índia e Himalaia. Nessas 3 culturas havia referências a um "Rei da Terra", que seria o próprio Melquisedeque.

Alguns teólogos cristãos acreditam que Melquisedeque teria sido uma aparição do Messias antes de seu nascimento carnal, humano.

No Antigo Testamento há várias menções ao Anjo do SENHOR que muitos acreditam terem sido aparições de Cristo antes de encarnar. No entanto, Melquisedeque poderia ter sido o aspecto terreno da pré-encarnação de Cristo em uma forma corpórea temporária.

Outros teólogos, no entanto, acreditam que Melquisedeque teria sido apenas uma tipologia de Cristo, tratando-se, pois, de um acontecimento ou de um ensinamento que se relaciona com as realizações de Jesus.

Na epístola aos Hebreus, o autor leciona que Melquisedeque não teve nem pai e nem mãe, nem ascendência e nem descendência:

Porque este Melquisedeque, que era rei de Salém e sacerdote do Deus Altíssimo, e que saiu ao encontro de Abraão quando ele regressava da matança dos reis, e o abençoou; a quem Abraão deu o dízimo de tudo, e primeiramente é, por interpretação, rei de justiça e depois também é rei de Salém, que é rei de paz; sem pai, sem mãe, sem genealogia, não tendo princípio de dias nem fim de vida, mas, sendo semelhante ao filho de Deus, permanece sacerdote para sempre. (Hebreus 7:1-3)

Na Bíblia, Melquisedeque é referido como sacerdote do Deus Altíssimo em Gênesis 14:18.19, quando traz pão e vinho e recebe de Abrão o dizimo do conquistado, e, abençoando-o, disse: "Bendito sejas Abraão, do Deus Altíssimo, o Possuidor dos céus e da terra e bendito seja o Deus Altissimo que entregou teus inimigos em tuas mãos". Referenciado também em Salmos 110.4: "Jurou o Senhor e não se arrependerá: Tu és um Sacerdote Eterno segundo a Ordem de Melquisedeque." Em Hebreus, além do já citado, temos 7:4: "Considerai, pois, quão grande era este a quem até o patriarca Abrão deu os dízimos dos despojos", havendo outras citações e explicações, havendo no 5:11 "Do qual muito temos que dizer, de difícil interpretação, porquanto vos fizestes negligentes para ouvir." o que abre um leque de possibilidades que em principio, considerando-se a afirmação de Paulo, não devem ser consideradas cristofanias.

O Dr. Ferdinand Ossendowski, um ilustre viajante, homem da ciência e escritor, narra o seguinte em sua clássica obra de viagens “Bestas, Homens e Deuses” (1924):

Quando a caravana atravessava as estepes da Ásia Central, próximo a Tzagan-Luk, o guia mongol exclamou de repente: “Alto, detenham-se!”, e logo depois se jogou de seu camelo sussurrando o clássico mantram budista “OM MANI PADME HUM”. Algo incrível acontecia naquele momento. O ar vibrava docemente e trazia consigo uma canção de amor e paz que alcançava, de imediato, o coração. A terra e o céu pareciam conter o alento. Até 
os animais percebiam: os pássaros cessavam seu vôo e pousavam, os camelos paravam as orelhas, os cavalos permaneciam imóveis e atentos, os cachorros cessavam seus latidos e os iaques se puseram ao solo. Todos os pastores mongóis se ajoelharam e oraram fervorosamente enquanto se sentia essa paz absoluta: até o vento incessante da região deixou de soprar. Era um estado de coisas portentoso, uma calma e paz inusitadas, sobretudo para os ocidentais.

Quando o êxtase coletivo cessou, os mongóis explicaram a Ossendowski o que acontecera. Tinham se aproximado do Mistério dos Mistérios, ao reino subterrâneo do Rei do Mundo, justo no momento em que este se encontrava em meditação.

Como é fácil compreender, não é extensa a informação que Ossendowski pôde obter daqueles homens. Aqueles mongóis sabiam que os lamas guardavam zelosamente o segredo do Rei do Mundo e castigavam com severidade aqueles que divulgavam tais coisas.

Mas, e aqui há mais um mistério, o testemunho recolhido por Ossendowski naquela oportunidade coincide notavelmente com o exposto no livro “Mission de l’Inde” pelo Marquês Saint-Yves d’Alveydre (1910), e também com o narrado por outro autor menos prestigiado, Louis Jacolliot, em “Les Fils de Dieu” e “Le Spiritisme dans le Monde”.

Os três autores mencionados falam de Agharti ou Agharta, nome que indica, em língua tibetana, o misterioso reino subterrâneo onde reside o Rei do Mundo.

Ossendowski conta que em visita ao monastério de Narabanchi, na Mongólia, encontrou uma surpreendente profecia que Melquisedeque (o Gênio da Terra) deixou nesse mesmo lugar em que visitara no ano 1890. Eis aqui:

  • Cada dia mais os homens se esquecerão de suas almas e se ocuparão de seus corpos. A maior corrupção reinará na terra.  
  • Os homens se assemelharão a animais ferozes, sedentos de sangue dos seus irmãos.  
  • A meia-lua se apagará e seus adeptos se sumirão na mendicidade e na guerra perpétua.  
  • Seus conquistadores serão feridos pelo sol, mas não subirão duas vezes. 
  • Acontecerá com eles a pior das desgraças e acabarão entre insultos aos olhos dos demais povos.   
  • As coroas dos reis, grandes e pequenos, cairão. Um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito…  
  • Haverá uma guerra terrível entre todos os povos.  
  • Os oceanos ficarão vermelhos… A terra e o fundo dos mares se cobrirão de esqueletos, os reinos serão fracionados, nações inteiras morrerão… 
  • A fome, a doença, os crimes desconhecidos pelas leis… Tudo quanto o mundo ainda não contemplou.  
  • Virão então os inimigos de Deus e do espírito divino os quais jazem nos próprios homens. Aqueles que levantam a mão sobre outro, perecerão também.  
  • Os esquecidos, os perseguidos se sublevarão e chamarão a atenção do mundo inteiro.  
  • Haverá nevoeiros e tempestades, as montanhas descobertas se cobrirão de bosques.  
  • A Terra tremerá…  
  • Milhões de homens trocarão as correntes da escravidão e as humilhações pela fome, pelas doenças e pela morte.  
  • Os antigos caminhos se encherão de multidões que irão de um lugar a outro.  
  • As maiores e mais formosas cidades perecerão pelo fogo… uma, duas, três…  
  • O pai lutará com o filho, o irmão com o irmão, a mãe com a filha.  
  • O vício, o crime, a destruição dos corpos e das almas imperarão sem freios…  
  • As famílias se dispersarão… A fidelidade e o amor desaparecerão…  
  • De dez mil homens, apenas um sobreviverá… um louco, nu, faminto e sem forças, que não saberá construir uma casa nem lhe proporcionar alimento… 
  • Uivará como um lobo raivoso, devorará cadáveres, morderá sua própria carne e, irado, desafiará Deus…  
  • A Terra será despovoada. Deus a largará de sua mão. Sobre ela apenas a noite e a morte espalharão seus frutos.  
  • Então surgirá um povo até agora desconhecido que, com punho forte, arrancará as más ervas da loucura e do vício e conduzirá os que permaneceram fiéis ao espírito do homem, à batalha contra o mal. Fundarão uma nova vida na terra purificada pela morte das nações.  
  • Dentro de cinquenta anos não terá mais que três novos grandes reinos que viverão felizes durante setenta e um anos.  
  • Em seguida virão dezoito anos de guerras e cataclismos… Depois, os povos de Agharti sairão de suas cavernas subterrâneas e aparecerão na superfície da terra.

No último parágrafo, através de uma atenta leitura, Óscar Uzcategui descobriu que Melquisedeque dava uma data e alguns dados muito precisos para essa profecia. Vejamos:

A profecia foi escrita pelo Senhor do Mundo no ano 1890. Desse modo, quando Melquisedeque diz “dentro de 50 anos não haverá mais que três novos grandes reinos”, está falando de 1940, isto é, da Segunda Guerra Mundial.

Apareceram então três novos grandes reinos: Europa, Rússia e EUA. Depois diz que “viverão felizes durante setenta e um anos”. Isto é: 1940 mais 71 dão 2011. E neste ano fatídico “em seguida virão dezoito anos de guerras e cataclismos”. 

Assim nos diz que estamos às portas de um conflito mundial que terá conseqüências horrorosas, nunca vistas, e que terá uma duração de 18 anos: de 2011 até 2029.

Posteriormente, haverá uma regeneração e começará um novo ciclo, mas não sem que antes haja uma involução e destruição, como dizem tantas profecias e religiões do mundo.


sábado, 15 de julho de 2017

ENOQUE e A Construção da Grande Pirâmide do Egito

Teria sido Enoque responsável pela construção da Grande Pirâmide do Egito, com ajuda extraterrestre?


A princípio esta ideia sobre a Grande Pirâmide do Egito parece ser absurda, pois a lavagem cerebral já foi feita em todos nós pela arqueologia de tendência predominante. Contudo, mesmo que o apresentado neste texto não seja totalmente verdadeiro, há muitas indicações de que a história que nos foi constada até hoje está errada, e este é um fato que está se tornando cada vez mais difícil de ser ocultado.

Interessante também notar que, de acordo com o texto abaixo, há possíveis inscrições mostrando “imagens de algumas máquinas voadoras que construíram as pirâmides e a Esfinge”.

Veja:

O General Richard William Howard Vyse KCMG (25 de julho
de 1784 – 8 de junho de 1853) era um militara britânico,
antropólogo e egiptólogo. Ele também foi deputado (MP)
para Beverley (de 1807 a 1812) e Honiton (de 1812 a 1818).
Na margem ocidental do Nilo, há uma das maravilhas mais antigas do mundo antigo, a Grande Pirâmide. De acordo com a história aceita, a Grande Pirâmide foi construída em torno de 2500 A.C. como o túmulo do faraó Quéops. No entanto, a datação da pirâmide e sua associação com Quéops baseia-se inteiramente na descoberta feita em 1837 pelo explorador britânico Richard William Howard Vyse (um militar britânico, antropólogo e egiptólogo. Ele também era deputado do Parlamento para Beverley (de 1807 a 1812) e Honiton (de 1812 a 1818)).

Richard Vyse descobriu quatro pequenas salas de “construção” (com alturas entre 0,5 metros e 1,2 metros) acima da Câmara do Rei.

Em algumas paredes e tetos desses quartos (que estavam vazios) foram encontrados hieróglifos feitos com tinta vermelha (mas apenas nos blocos de pedra calcária), que foram adicionados pelos trabalhadores. As inscrições incluíam dois cartuchos (nomes reais encerrados em um oval): “Khufu”(Quéops) e “Khnum-Khufu”.

Os egiptólogos foram então capazes de atribuir a grande pirâmide a Quéops, e a data de construção de 2500 A.C., porque essa é a data que eles acreditam que Quéops reinou. Uma vez que as pedras não podem ser datadas pelo teste de carbono e não há outra inscrição na pirâmide, exceto por esse cartucho (símbolo com forma oblonga, onde se escrevia o nome de um rei), essa datação não pode ser desafiado.

No entanto, novas evidências que foram encontradas no diário de Vyse faz com que pesquisadores questionem sua descoberta. Alguns até sugeriram que ele poderia ter forjado o nome de Quéops.

No diário particular de Vyse, foram encontradas contradições. Em suas notas particulares, ele estava desesperado para encontrar um cartucho. Naquela noite em particular, ele escreveu que não havia nada na câmara que se parecesse com hieróglifos. E então, em seu livro publicado três anos depois, ele escreve: “Eu só consegui distinguir um cartucho.”

O suposto cartucho de Quéops.

Após as evidências contraditórias serem expostas em 2014, dois estudantes de arqueologia da Universidade de Dresden contrabandearam uma amostra da tinta usada nas marcas do Rei Quéops e a analisaram por um laboratório alemão.

A amostra foi muito pequena para datação de carbono, mas os técnicos conseguiram determinar algo chocante: o pigmento não foi pintado nos blocos de pedra originais, mas foi adicionado depois quando os reparos foram feitos. Este achado sugere que o cartucho não era original na construção da pirâmide, mas foi adicionado em uma data muito posterior

Vyse gastou mais de 1,3 milhão de dólares em sua expedição para descobrir a verdade sobre a grande pirâmide.

É possível que ele, em seu desespero por encontrar algo, fez o impensável, que foi forjar o nome de Quéops na parede da câmara, assim estabelecendo uma data imprecisa para a estrutura?

Curiosamente, esta não é a única evidência que contradiz a data da pirâmide e todo o complexo de Gizé. Um texto de sete séculos A.C., conhecido como a Estela do Inventário, descoberta por arqueólogos em 1958, detalha os reparos feitos pelo faraó Quéops na Esfinge.

A Estela do Inventário foi descoberta em 1858 em Gizé pelo arqueólogo francês
Auguste Mariette, durante as escavações do templo de Ísis. O tablete
estava localizado muito perto da Grande Esfinge de Gizé.

A Estela do Inventário (também conhecida como Estela da Filha do Rei) é um tablete comemorativo do Egito Antigo que data da Dinastia 26 (C. 670 A.C.). Ela foi encontrada em Gizé no século XIX. A estela apresenta uma lista de 22 estátuas divinas pertencentes a um Templo de Ísis e continua afirmando que o templo existia antes do tempo de Quéops (C. 2580 A.C.).

A estela foi descoberta em 1858 em Giza pelo arqueólogo francês Auguste Mariette, durante as escavações do templo de Ísis. O tablete estava localizado muito perto da Grande Esfinge de Gizé.

A Estela do Inventário levanta a questão: e se Quéops estivesse reparando a Esfinge que foi supostamente construída por seu filho? Como ele poderia estar fazendo isso? Isso sugere que a própria Esfinge já era antiga na época de Quéops.

A datação de todo o sítio de Gizé poderia estar errada?

Em 1992, o geólogo Robert Schoch, da Universidade de Boston, criou um tumulto entre os egiptólogos quando sugeriu, com base nas erosões da água ao redor da Esfinge, que a idade do monumento era de aproximadamente 10.500 A.C.

Alguns egiptólogos acreditam que provavelmente a Esfinge foi construída a partir da Era do Gelo, talvez por outra civilização mais antiga e mais evoluída que a posterior. Muitas inscrições mostram imagens de algumas máquinas voadoras que construíram as pirâmides e a Esfinge.

Com base na capacidade dos climatologistas de calcularem com precisão os períodos chuvosos do passado, foram encontradas novas conclusões sobre a idade da Esfinge. Parece que a rocha que compõe a famosa construção foi exposta à erosão entre 7000-5000 A.C., período que corresponde a períodos chuvosos na história egípcia, o que torna a Esfinge muito mais antiga do que a maioria dos egiptólogos dizem. (Lynn Picknet & Clive Prince, Stargate Conspiracy p. 58) símbolo da civilização egípcia.

Robert M. Schoch (nascido em 24 de abril de 1949) é professor associado de Ciências Naturais na Faculdade de Estudos Gerais, um currículo básico de dois anos para candidatos a bacharelado na Universidade de Boston. Ele é um defensor da hipótese da erosão da água de Esfinge.

Assim como a Esfinge, é possível que a grande pirâmide também seja muito mais velha do que os egiptólogos estão dispostos a admitir?

Mas se esse foi realmente o caso, quem as construiu?

De acordo com o escritor árabe Al-Maqrizi, a grande pirâmide não foi construída por Quéops, mas sim muito antes do Grande Dilúvio, por um rei com o nome de SAURID. E então o antigo escritor árabe claramente disse que SAURID é a mesma pessoa que a sociedade hebraica chama Enoque.

Quem é esse personagem chamado ENOQUE?

Nas “Lendas antigas dos judeus”, Enoque é um “rei sobre todas as pessoas”, que reinou exatamente por 243 anos. No livro de Gênesis, Enoque é mencionado como um dos dez patriarcas que reinaram antes do dilúvio. Na Bíblia, Enoque é lembrado em cinco frases (Gênesis 5:21 a 24).

Gênesis 5:24: “E Enoque andou com Deus, e ele não era mais, porque Deus o tinha tomado”. Enoque era filho de Jared (Gênesis 5: 19-21), pai de Matusalém, e bisavô de Noé.

Enoque foi o construtor da Grande Pirâmide, ou pelo menos como afirmou Taqi al-Din Ahmad ibn Abd al-Qadir ibn Muhammad al-Maqritu (1363-1442) em seu trabalho escrito, Khitat. Ele observa que a ENOQUE era conhecida por nomes diferentes para diferentes povos: SAURID, HERMES, IDRIS e ENOQUE.

Enoque foi levando para o céu pelo Arcanjo Miguel e foi informado pelos anjos sobre um vindouro cataclismo, e foi instruído para construir a Grande Pirâmide, e ele escondeu neles tesouros e livros de aprendizado, e tudo o que ele temia que poderia ser perder. (Para mais informações, leia o livro A História Está Errada, de Erich von Daniken.)


Considerações Finais

A menção rudimentar e “escondida” do nome de um grande faraó, em duas ou três paredes de salas muito pequenas e desnudas de um edifício monumental ao qual ele pertence é, no mínimo, hilário.

No entanto, ela foi suficiente para a ciência do século dezenove e a contemporânea aceitar a chamada informação como sendo “verdadeira”, e depois implementá-la sistematicamente na mente das pessoas através da mídia. Tal ação foi muito mais conveniente do que reconhecer que não se sabia quem construiu o maior edifício da Terra.

Talvez tudo o que sabemos sobre o Egito esteja errado e devemos voltar e abrir a nossa imaginação para as possibilidades de que exista outra explicação que possivelmente implique a assistência de extraterrestres para a criação da Grande Pirâmide.


Antártica e os Anjos Caídos aprisionados, do Livro de Enoque.


O Dr. Michael Salla publicou o seguinte artigo controverso em seu site, que fala a respeito da Antártica possivelmente ser o local onde uma raça de alienígenas (Anjos Caídos) foram aprisionados. A parte interessante dessa história é que ela corre quase que se encaixa perfeitamente às alegações colocados num vídeo documentário publicado pelo apresentador israelense Steven Ben-Nun.

(Alerta: algumas das informações apresentadas pelo Dr. Salla podem ser consideradas como blasfêmias por pessoas com tendências mais religiosas. Porém, a apresentação deste artigo aqui, bem como outros, não significam o apoio do OH a essas teorias, mas sim que sua apresentação aqui serve para que argumentos sejam apresentados pelos leitores, a fim de que pelo menos um pouco da verdade venha à tona.)

Em 14 de março, a Israeli News Live publicou uma história provocante intitulada “The Fallen Angels Imprisoned in Antarctica Are Still Alive” (Os Anjos Caídos, Aprisionados na Antártica Ainda Estão Vivos).  O comentarista, Steven Ben-Nun, analisou o Livro de Enoque (apócrifo), o qual descreve as experiências de Enoque, um personagem bíblico pré-diluviano, que foi levado aos céus e possui um papel chave num grande conflito celestial. 
Enoque se tornou o principal intermediário entre os dois lados do conflito entre os “Anjos Caídos” e os “Anjos Justos”, servindo uma Divindade ‘que sabe de tudo’, referido como “o Senhor”. Houve múltiplas questões no conflito, tais como os Anjos Caídos cruzando e/ou desempenhando experimentos genéticos com a humanidade, e passando conhecimento proibido e tecnologias para uma civilização humana ainda em desenvolvimento. 
O Livro de Enoque começa com a chegada de 200 Anjos Caídos na região do Monte Hermon, que faz fronteiro com o Líbano e a Síria de hoje. Os Anjos Caídos começaram a cruzar e/ou modificar geneticamente os habitantes locais. 
6.1 E sucedeu que, quando os filhos dos homens se multiplicaram, naqueles dias nasceram a eles filhas formosas e belas.
6.2 E os Anjos, os filhos dos Céus, as viram e cobiçaram. E disseram uns aos outros: “Venham, escolhamos para nós esposas, dentre as filhas dos homens, e geremos filhos para nós.” 
6.6 E eles eram ao todo duzentos e desceram em Ardis, que é o topo do Monte Hermon. E chamaram à montanha Hermon, porque nela tinham jurado e se comprometido com maldições. 
Enquanto os Anjos Caídos tinham estabelecido um posto avançado no Monte Hermon, foi para a Antártica que eles seriam removidos finalmente, após perderem a batalha celestial com os Anjos Justos, de acordo com a análise de Ben-Nun do Livro de Enoque (Vídeo abaixo. Para instruções de como ativar a legenda em português, embora ela não seja precisa, clique aqui):


Ben-Nun cita passagens do Livro de Enoque que são muito sugestivas da Antártica como realmente sendo a localização onde Enoque foi levado para testemunhar os eventos celestiais. 
18.5 E vi os ventos na Terra que apoiam as nuvens e vi os caminhos dos Anjos. Eu vi no fim da terra o firmamento dos Céus acima. 
18.6 E eu continuei para o sul, e queimava dia e noite, aonde havia sete montanhas de pedras preciosas, três voltadas para leste, e três voltadas para o sul. 
18.7 E aquelas voltadas para leste eram de pedra colorida, e uma de pérola, e uma de jacinto, e aquelas voltadas para o sul, de pedra vermelha. 
18.8 Mas a do meio atingia os Céus, semelhante ao trono do Senhor, de antimônio, e o topo do trono era de safira
O que é interessante sobre o trecho acima é que Enoque se refere à localização que “queimava dia e noite”. Ben-Nun acredita que isto se encaixa com a descrição da Antártica durante o verão do hemisfério sul, onde há luz solar 24 horas por dia. 
Quanto as sete montanhas, isto parece se referir ao Monte Vinson, na Cordilheira Sentinela da Antártica, de acordo com Ben-Num.  Ele também se refere às seis montanhas próximas na cadeia, que poderiam qualificar como as montanhas descritas no Livro de Enoque. 
O Monte Vinson é a montanha mais alta da Antártica, e está localizada ao meio da Cordilheira Sentinela. Ela ficaria realçada bem de forma espetacular com seus picos de neve nos tempos antigos, como é hoje. 
Quanto ao alinhamento ao sul e ao leste das seis montanhas adjacentes ao Monte Vinson descrito no Livro de Enoque, Ben-Num especula que este foi seu alinhamento antes do evento catastrófico de um dilúvio, que coincidiu com uma mudança do eixo de rotação da Terra. 
Isto corresponde com a pesquisa conduzida por Sir Chalres Hapgood, o qual assegura que mudanças dos polos têm sido ocorrências regulares na história da Terra. Em seu livro de 1958, Earth’s Shifting Crust (A Crosta Deslocante da Terra), Hapgood propõe que uma mudança dos polos aconteceu no final da última idade do gelo, há aproximadamente 11.000 anos.


A conjectura de Ben-Nun é interessante, mas como pode ser visto no mapa que mostra a Cordilheira Sentinela, onde o Monte Vinson está situado, há muito mais do que sete montanhas na cadeia.  A conjectura de Ben-Nun não é conclusiva, como ele mesmo aponta. Mesmo assim, ele nos dá uma possível localização dos Anjos Caídos aprisionados, Monte Vinson, e/ou outras montanhas na Cordilheira Sentinela. 
Ben-Nun discute o Livro de Enoque e sua referência aos Anjos Aprisionados que foram removidos do Monte Hermon para a Antártica (Monte Vinson/Cordilheira Sentinela): 
18.14 E como um espírito me questionando, o Anjo disse: “Este é o lugar do final dos Céus e Terra, esta é a prisão para as Estrelas dos Céus e Hostes dos Céus.
18.15 E as estrelas que giram sobre o fogo são aquelas que transgrediram as ordenanças do Senhor no começo de sua ascensão, porque não surgiram nos seus tempos determinados. 
18.16 E Ele ficou irado com elas, e aprisionou-as até o tempo da consumação de suas culpas, no Ano do Mistério.”
A referência de Ben-Nun quanto aos Anjos Caídos ainda estarem vivos na sua prisão na Antártica levanta uma possibilidade intrigante. O Livro de Enoque descreve um “Ano do Mistério”, quando eles serão libertados. Seria este um evento que logo testemunharemos? 
Para resposta, podemos começar a analisar alguns paralelos intrigantes entre a análise de Ben-Nun sobre o Livro de Enoque, e os recentes desacobertamentos dos programa espacial secreto pelo delator Corey Goode, no que diz respeito à Antártica. 
Como a figura pré-diluviana de Enoque, Goode diz que também foi levado para testemunhar eventos celestiais, por um grupo recém chegado de extraterrestres altamente evoluídos, chamados de “Aliança dos Seres da Esfera”.  Como Enoque, Goode também foi solicitado de atuar como um intermediário para ambos os lados num conflito “celestial” ou que abrange todo o sistema solar. 
Goode disse que isto começou em março de 2015, quando ele aceitou o papel como delegado para a Aliança dos Seres da Esfera nas continuadas negociações entre diferentes facções e grupos tanto da Terra quanto de civilizações de fora do mundo. 
Ele disse que foi levado até a Antártica por duas vezes para testemunhar eventos. No mais recente, em janeiro de 2017, ele viu os restos de uma civilização pré-adamita que havia florescido, até que uma enorme catástrofe global correspondente ao grande dilúvio destruiu cidades costeiras e planícies por todo o mundo, por volta de 12 a 13 mil anos atrás. 
Goode disse que os pré-adamitas sobreviveram entrando em câmaras de estagnação na maior das naves mãe de 4,8 k de comprimento, que caiu na Terra por volta de 60.000 anos atrás, após os pré-adamitas terem sido expulsos da Lua, devido a um conflito com as facções extraterrestres lá dominantes. 
Os pré-adamistas construíram sua base principal de operação na Antártica, e estabeleceram postos avançados na Ásia, Europa e nas Américas, de acordo com Goode. Logo um conflito emergiu entre os pré-adamitas  e outros extraterrestres de aparência humana, que haviam conduzido 22 experimentos genéticos com a humanidade na superfície por aproximadamente 500.000 anos. 
No caso do pouso de 200 Anjos Caídos no Monte Hermon, isto é consistente com as alegações de Goode de que os pré-adamitas estabeleceram colônias por toda a Terra, onde eles alteraram geneticamente os humanos das regiões e instalaram híbridos em posições de liderança. 
Quanto aos Anjos Justos descritos no Livro de Enoque, estes pareceram ser os grupos de extraterrestres que tinham conduzido os 22 experimentos genéticos que estavam sendo interferidos pelos pré-adamitas. 
A Aliança dos Seres da Esfera, parecem estar tendo um papel similar do “Senhor que tudo sabe” mencionado no Livro de Enoque. 
A análise de Ben-Nun de que os Anjos Caídos estavam aprisionados na Antártica, e ainda estão vivos, corresponde com as alegações de Goode de que os pré-adamitas estão em câmeras de estagnação em uma das naves mães que está enterrada nas profundidades da placa de gelo da Antártica. 
Finalmente, Goode revelou que escavações na Antártica estão sendo conduzidas, e que estas câmeras de estagnação contendo os pré-adamitas foram encontradas. Os descendentes híbridos dos pré-adamitas, que estão entre a linhagem das famílias da elite que secretamente têm reinado sobre a humanidade, estão dispostos a ganhar acesso às câmeras de estagnação e acordar seus antigos ancestrais. 
A meta parece ser a de fazer com que os pré-adamitas retomem seu antigo domínio nos assuntos planetários, assim permitindo que seus descendentes híbridos saiam das sombras e reinem diretamente sobre a humanidade. Isto sugere que o “Ano do Mistério” mencionado no Livro de Enoque, quando os Anjos Caídos são liberados, pode estar muito próximo. 
Tudo isto leva à intrigante questão: Seria o próprio Goode um Enoque dos dias modernos, sendo dado o papel de testemunhar e mediar entre os diferentes  humanos e as facções extraterrestres, como foi delegado pela Aliança dos Seres da Esfera, que parece ser funcionalmente idêntica à “Divindade que tudo sabe” descrita no Livro de Enoque?  Se este for o caso, isto sugeriria que o próprio Enoque seria um contatado extraterrestre da Aliança, ou de um grupo similar há 13.000 anos. 
Se os pré-adamitas/Anjos Caídos forem acordados/libertados, então certamente haverá a necessidade de lidar com eles e seus descendentes híbridos a respeito de que papel eles terão, à media que a humanidade acorda com respeito à verdade de sua história e manipulação por múltiplos grupos de extraterrestre e famílias da elite.

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Gigantes Adormecidos em Cápsulas do Tempo estão Prestes a Acordar? - [VÍDEO]

Vários delatores têm vazado muitas informações pela Internet, algumas delas mais difíceis de acreditar do que outras. Este é o caso dessa informação abaixo, que parece ser uma impossibilidade. Contudo, seguindo o objetivo do Filosofia Imortal, que é o de informar e abrir discussão, para que os próprios leitores tirem suas conclusões, segue a matéria:


Há mais de um século, uma sociedade secreta descobriu uma caverna escondida abaixo da superfície da Terra.  Dentro da caverna estavam vários gigantes da antiguidade, vivos, porém num estado de animação suspensa.

Poderíamos pensar que realmente sabemos a verdade sobre a história da antiguidade da Terra, mas não.  Corey Goode alega ter despendido 20 anos em operações governamentais e programas espaciais secretos (EUA).

Durante este período, ele testemunhou uma grande quantidade de eventos extremamente bizarros, e visitou lugares que nem sabia que existam. Um dos mais interessantes desses lugares foi uma câmara subterrânea, onde os antigos Anunnakis estariam sendo retidos em animação suspensa, desde tempos já esquecidos.

De acordo com Goode, a câmara foi construída por uma raça de antigos construtores, e os gigantes que estavam hibernando poderiam ser os últimos de sua espécie. Vários desses gigantes foram mantidos em tanques de cristal, num estado similar à morte.

Porém, eles não estavam mortos. Na época de seu desaparecimento, esta civilização possuía a capacidade tecnológica que supostamente alterava o fluxo do tempo.

Trinta mil anos poderiam passar, mas para o ocupante da cápsula de cristal, seria como somente 30 minutos.

A tecnologia para criar e manter as bolhas de tempo é algo que os humanos aspiram um dia possuir, mas, de acordo com Goode, estava presente da Terra há milhares de anos.

Veja um vídeo documentário sobre esse assunto (Para instruções de como ativar a legenda em português, embora esta não seja precisa, clique aqui):


domingo, 6 de novembro de 2016

Manuscrito de 2.000 anos afirma que NEFILINS ERAM REAIS

Um manuscrito de 2000 anos – uma narrativa antediluviana – detalha a existência dos Nefilins, e seu destino no Grande Dilúvio.


Antes de continuarmos, vale mencionar que há um conhecimento extremamente limitado a respeito da autoria do Livro de Gigantes. De acordo com alguns escritores, há uma fascinante similaridade entre o Livro de Gigantes e o clássico épico mosopotâmio, Gilgamesh.

As cavernas Qumran são consideradas por muitos historiadores um tesouro da história. Há uns 60 anos, pesquisadores descobriram dentro de uma dessas cavernas um livro antigo fasciante que oferece detalhes surpreendentes sobre os nefilins e seu eventual destino. Este manuscrito antigo é chamado de Livro dos Gigantes.


[Mahway] montado no ar como fortes ventos, e voou com suas mãos como águas […ele deixou para trás] o mundo habitado e passou por sobre a Desolação, o grande deserto […] e Enoque o viu e o cumprimentou, e Mahway disse a ele […] aqui e lá uma segunda vez ao Mahway […] Os Gigantes esperam por suas palavras e todos os monstros da Terra. Se […] tem sido conduzido […] dos dias de […] suas […] e eles seriam adicionados […] saberíamos de você o significado deles […] duzentas árvores que do céu caíram…

De forma interessante, embora muitos acreditem que os nefilins eram o resultado de um mito, a referência de sua existência pode ser traçada em muitos textos antigos, entre eles o Livro do Gênesis, que faz muitas referências a eles.

Porém, a maioria dos detalhes vêm do livro apócrifo de Enoque, um documento religioso antigo atribuído ao bisavô de Noé. Enoque e Noé são dois personagens fascinantes da antiguidade. Enoque tem fascinado os escritores e pesquisadores por séculos.  Por exemplo, no Livro do Gênesis, vemos que Enoque viveu na Terra por inacreditáveis 365 anos, após os quais ele foi levado por Deus: “ele caminhou com Deus: e ele não era mais; pois Deus o levou.”

Como foi isto possível?  Como poderia Enoque ter vivido por 365 anos?  De forma interessante, se dermos uma olhada na lista de Reis Sumérios, descobrimos que no passado distante, quando a história da civilização da Terra estava sendo composta, seres habitavam a Terra e tinham um longevidade que abrangia de um par de séculos, para até mil anos.

Durante o tempo que Enoque viveu na Terra, entendemos que o nosso planeta não era só habitado por mortais, mas também por anjos.  Estes seres – referidos como anjos – teriam interagido com os humanos mortais, e eventualmente cruzado com ‘as filhas do homem’, que no final resultou em seres gigantes com poderes sobrenaturais, referidos como Nefilins.

Contudo, há algumas diferenças históricas notórias entre o Livro de Gigantes e Livro de Enoque.

De acordo com o Livro de Gigantes, os seres híbridos chamados nefilins ficaram cientes que suas maneiras depravadas estavam os levando em direção à destruição. De fato, os nefilins estavam com tanto ‘medo’, que pediram ao Enoque para intervir a seu favor e falar com o Deus Todopoderoso.

O Livro de Gigantes explica como os nefilins causaram o caos na Terra e mudaram tudo durante aquela época.

Fontes:

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Nativos Americanos falam de sua Origem Extraterrestre

Indígenas de todo o mundo têm mantido pacífica e longeva relação com ETs, mas poucos são os líderes tribais que admitem isso. O silêncio, explicam, é em respeito aos seus “amigos cósmicos”.


A cidade de Wagner, em Dakota do Sul, Estados Unidos, é palco de um acontecimento de importância histórica.  Por 15 anos seguidos a reserva Yankton dos índios Sioux tem sediado um dos mais concorridos eventos na área ufológica dos EUA. Trata-se de um grande encontro entre os líderes de tribos indígenas norte-americanas e de todo o mundo, chamado Star Knowledge, a conferência sobre o conhecimento das estrelas. 

O evento é organizado por uma comitiva de índios chefiada pelo líder místico Standing Elk [Alce em Pé], da tribo Lakota. Standing Elk teve a ideia do encontro após uma visão em que lhe foi revelado que o conhecimento espiritual dos índios nativos dos EUA tinha grande relação com o que chama de “Nações das Estrelas”, os seres extraterrestres.

O chefe Lakota crê ainda que tal conhecimento deva ser compartilhado com outros povos da Terra e por isso convoca, a cada ano, indígenas de todo o planeta para trocarem informações e experiências.

A conferência é sempre organizada em obediência às profecias dos sábios das tribos Lakota e Hopi, mas até hoje não recebeu nenhum enviado das tribos brasileiras. Nos últimos eventos estiveram presentes indígenas místicos e espirituais da facção denominada Plains [Habitantes das Planícies], que compreende as tribos dos Lakota, Oglala, Dakota, Black Foot e Nakota, assim como os representantes orientais das nações Iroquoi, Oneida, Seneca e Choctaw, e os líderes dos grupos que habitam a faixa meridional dos Estados Unidos, Hopi, Yaqui e Mayan.

Dentre os chefes das tribos que compareceram anualmente ao encontro é importante destacar a presença do místico Maori, da Nova Zelândia, e da líder espiritual do povo Sammi, do Lapão. Standing Elk [Alce em Pé], líder místico da tribo Lakota Também participam ativamente do evento pesquisadores, antropólogos e ufólogos norte-americanos e europeus.

Entre eles está o ex-sargento da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) Robert O. Dean, o contatado e escritor Whitley Strieber, o psicólogo Richard Boylan, os professores universitários Leo Sprinkle e Courtney Brown, o contatado e estigmatizado Giorgio Bongiovanni, o investigador alemão Michael Hesemann, o ex-funcionário da CIA Derrel Sims, a contatada Marylin Carlson e o investigador Randolph Winters, entre vários outros curiosos e interessados na temática. O psiquiatra da Universidade de Harvard doutor John Mack, recentemente falecido, era figura constante nos eventos indígenas. 

Standing Elk
O objetivo das conferências é divulgar de maneira mais clara e ampla as tradições e os conhecimentos indígenas dos nativos norte-americanos – os peles-vermelhas –, que até o início dessa série de eventos somente eram mencionadas dentro do próprio grupo.

Todos os participantes deste acontecimento, ao longo dos 15 anos em que vem sendo realizado, têm plena consciência de que os desastrosos acontecimentos que ocorrem hoje em várias partes do mundo já haviam sido anunciados aos nativos através de antigas profecias de suas tribos.

Se já era conhecimento deles as mudanças pelas quais a Terra irá passar, decidiu-se através destes eventos difundir as profecias indígenas para o restante da população planetária. De acordo com o que foi discutido no último evento, por exemplo, a origem de vários grupos nativos dos EUA é considerada pelos próprios como de procedência extraterrestre, pois suas culturas são fortemente influenciadas pelos ensinamentos transmitidos pelo que chamam de “Povos das Estrelas”, quando em “visitas” aos peles-vermelhas. 

A mais importante das profecias é seguramente a que se refere à iminente manifestação sobre a Terra das civilizações alienígenas, o que os indígenas acreditam que deverá acontecer muito brevemente. O idealizador do evento e guardião do chamado “altar da nação da estrela de seis pontos”, Standing Elk, revelou em sua apresentação que “os homens remediadores” – uma espécie de líderes místicos de cada tribo –, têm a capacidade de comunicar-se com entidades espirituais da Mãe-Terra, como a águia, o alce, o coiote e principalmente com seres provenientes das Nações das Estrelas.

Este poder de transmissão constituiria, segundo ele, uma séria ameaça para as instituições religiosas, econômicas, políticas e governamentais do planeta, pois civilizações do Universo estariam entrando em contato com os peles-vermelhas através de métodos espirituais – o que é abominado pelo governo dos EUA.


Segundo Standing, as Nações das Estrelas, como se sabe há milênios, não adotam qualquer sistema monetário em seus planetas, porque sua estrutura social é baseada em práticas mentais, espirituais e universais. Ele vê com apreensão o risco de colapso nos métodos financeiros mundiais, especialmente dentro dos Estados Unidos, e das instituições religiosas.

Este é o motivo principal que induziu os donos do poder a considerar ilegal o credo das tribos Lakota e Dakota, banindo suas tradições culturais seculares. A censura valeu até o momento em que o ex-presidente Jimmy Carter promulgou, em agosto de 1978, uma lei que reconhecia a capacidade de os nativos terem suas próprias formas de religiosidade – conhecida como Ato para a Liberdade de Religião.

Nos anos que precederam a promulgação da lei, o governo dos Estados Unidos punia os líderes espirituais com severidade, chegando a condená-los a mais de trinta anos de detenção caso fossem vistos ou se realizassem atos de prece às Nações das Estrelas durante as cerimônias tradicionais celebradas em sua língua original.

“Para cristianizar os pagãos, os EUA cortavam as rações de comida necessárias à sobrevivência dos peles-vermelhas. Usavam este meio para constranger os nativos a aprender o modo do viver de um cristão”, explicou Standing. Com isso, impediam que se alastrasse sua cultura tradicional, que os levou a crer que eram descendentes de seres não-terrestres.

Por do Sol nas Montanhas Rochosas, no Grand Teton, em Jackson Hole, Wyoming e o rio Snake (Serpente). Local onde fica o “TEMPLO DO ROYAL TETON” da Grande Fraternidade Branca.

De acordo com o líder da nação Lakota, as pessoas que se esforçavam para preservar seus ritos místicos e sua cultura eram privadas do fornecimento de comida por vários meses. “E quem realmente executava essas barbaridades, inclusive com crianças” – conforme declarou em cerimônia durante um dos últimos eventos da série – “eram chefes religiosos e não propriamente as autoridades do governo norte-americano”.

Por estes motivos e pela tentativa do homem branco em explorar o conhecimento dos homens das estrelas apenas por interesses de caráter econômico, os líderes espirituais das tribos indígenas decidiram manter a mais total discrição em relação aos seus conhecimentos cósmicos, informando aos seus descendentes somente o que fosse necessário para a construção de seu espírito. Isso vem acontecendo gradativamente, há muitos anos.

A Degradação ambiental atual, segundo Standing Elk: "chegou-se a um nível de degradação ambiental suficiente para induzir os povos das estrelas a instruírem os homens remediadores a defenderem a mensagem que representa a chave da salvação da humanidade. Ele citou como exemplo de confirmação desta realidade que, quando criança, foi testemunha de avistamento de UFOs variadas vezes, “mas sempre com um propósito”, declarou. Num desses casos, viu quatro esferas luminosas de cor verde sobrevoarem por alguns instantes a área próxima ao Rio Missouri e, de dentro delas, saírem seres alienígenas.

Em uma outra ocasião, teve a extraordinária oportunidade de ver bem de perto uma destas entidades. O ET vestia-se de branco, tinha cerca de 2,10 m de altura e o seu aspecto recordava um homem de origem caucasiana (um ariano branco). O líder espiritual dos Lakota relatou também que uma vez visitou o interior de um disco voador. A aeronave era cheia de luz e continha aparatos similares aos computadores atuais. Como esse, os lakotas têm tido inúmeras experiências de contatos com seres extraterrestres. 


Povos das Plêiades

  Standing Elk cita em suas palestras vários depoimentos por ele obtidos através de outros líderes espirituais. De acordo com sua pesquisa, existiriam e existem no universo inúmeras raças alienígenas. As lendas dos índios da nação Sioux falam de civilizações provenientes das Plêiades e dos sistemas estelares de Sírius e Órion.

Um homem mediador da tribo dos Sioux relatou a Standing Elk um encontro que teve com um ser pertencente à raça por nós definida como Greys, os cinzas. O fato teria ocorrido durante um rito de purificação e iniciação que se desenvolve no interior de uma tenda indígena, onde são exaltados os quatro elementos da natureza – terra, ar, água e fogo. Outro detalhe interessante mencionado pelo líder dos Lakotas diz respeito aos símbolos encontrados nos destroços do UFO acidentado em Roswell.

Segundo ele, cada um daqueles criptogramas tinha dois significados, referindo-se um às lendas universais e, o outro, às espirituais. “Vários de nossos irmãos nativos estiveram próximos do local (Roswell) da queda das espaçonaves e se sensibilizaram com os mortos”, disse.

O nosso sistema solar orbita o Sol Central das Plêiades, Alcyone (estrela maior e mais brilhante na foto) dando uma volta completa (um ANO SOLAR) a cada 25.920 anos, sendo que a data de 21 de dezembro de 2012, FINAL do Calendário MAIA marca o final de um desses anos solares e do 13º Baktun. Em astronomia também é conhecida como o Aglomerado estelar aberto M-45, as Sete Irmãs, a Constelação das Plêiades, com os sóis/estrelas principais de Alcyone, Maia, Electra, Taygeta, Atlas, Pleyone, Celaeno, Asterope e Merope.

A exposição dos pensamentos de Standing Elk é seguida pela do conselheiro espiritual da nação Oglala, Floyd Hand já plenamente aculturado, que fala dos seres denominados de avatares. Tais figuras, semelhantes aos mestres Jesus, Buddha e Maomé, seriam entidades de proveniência extraterrestre que assumiriam vários formatos. A lenda da Mulher Búfalo Branco, por exemplo, é um deles. Ela sempre se manifestou aos peles-vermelhas em diversos momentos históricos, dando-lhes ciência de fatos a acontecer no futuro, a maioria dos quais foram confirmados depois.

A lenda do Búfalo Branco fala de um ser feminino, uma mulher  que apareceu em épocas antigas e que instruiu o povo nativo através de um meio de conhecimento do tipo universal. Sua presença entre os peles-vermelhas veio a influenciar de maneira notável seus modelos de vida social. Hand explica que os indígenas da Terra provêm de sete diferentes raças extraterrestres.

Segundo ele, o povo das estrelas retornará à Terra brevemente e tal acontecimento será precedido por algumas mudanças. A primeira delas está estreitamente ligada aos fenômenos naturais, como as inundações, terremotos e incêndios florestais. 

Os índios Xikrin, uma das muitas facções da nação Kayapó, do Alto Xingu, no Brasil, eles acreditam ser descendentes de seres espaciais e ainda realizam rituais em homenagem a eles. “Nos próximos anos, grande parte do território mundial sofrerá uma seca extremamente intensa e se registrará um considerável aumento de mortes devido à falta de alimentos”, declarou Hand. 

Os fenômenos El Niño e La Niña são confirmações indiretas de tal profecia e voltarão a se repetir no futuro, cada vez com mais intensidade. A morte de milhares de africanos, todos os dias, pelas doenças e pela fome há tantos anos, também se mostra como uma verificação da terrível previsão. Hand disse que os nativos peles-vermelhas chamam os Estados Unidos de “Ilha das Tartarugas”, pois este animal é considerado sagrado pela maior parte das antigas culturas centro-americanas.

Os índios HOPI, por exemplo, celebram até hoje um ritual denominado Festa da Dança das Tartarugas, durante o qual são entoados cantos em honra de dois Katchinas, seres celestiais provenientes das estrelas à Terra montados em uma enorme tartaruga, segundo os nativos. Também em outros países encontramos nações indígenas que crêem que a Terra tem o formato de uma grande tartaruga.

De maneira geral, todos os líderes espirituais que participam anualmente do Star Knowledge enfatizam a importância em se acreditar nos UFOs. Harry Charger, ancião Lakota, concentra seus ensinamentos aos presentes explicando a tradição do seu povo. Charger falou de numerosas visitas que extraterrestres teriam feito aos índios durante os rituais de iniciação – chamados de Sweat Lodge.

Ele declara abertamente que as Nações das Estrelas estão preocupadas com a situação desastrosa pela qual atravessa o planeta Terra, devido às operações destrutivas do homem branco. O ancião afirma também que os irmãos estelares visitam sua tribo indígena há tempos, e que ele se habituou desde pequeno com a ideia de que o homem não era o único habitante do universo. Charger narra ainda uma lenda que tem como protagonista uma jovem e belíssima mulher, que aparecera a dois exploradores Lakota e transmitiu a eles seus preciosos ensinamentos espirituais.

Um dos homens, entretanto, tentou seduzir a misteriosa mulher e acabou morrendo. O outro, pelo contrário, prestou respeitosa atenção e divulgou ao seu povo as inestimáveis pérolas de conhecimento recebidas. Charger faz questão de deixar no ar uma pergunta: “Qual será a reação de cada um de nós quando o povo das estrelas retornar à Terra?”

Mas não foram somente os chefes místicos das tribos que se pronunciam no competido evento. O nativo Lakota Steve Red Buffalo, um estudioso que não participa do grupo espiritual de seu povo ativamente, defende que os Lakota provêm da Constelação das Plêiades. Fala também do Chanupa, o sagrado cachimbo que simboliza a união entre a Terra e o céu. “A Terra é representada pela cavidade do cachimbo e o céu é o canal oco do mesmo, através do qual a fumaça é aspirada para depois ser expirada na direção do espaço”, comparou Red Buffalo.

Com essa linha de abordagem, no último evento da Star Knowledge, o líder espiritual dos Dakota, Wambdi Wicasa [Homem Cervo], despertou o interesse de todos fornecendo uma interpretação totalmente nova para os círculos ingleses nas plantações (Crop Circles), em especial a um encontrado a 120 km de Londres, em junho de 1995.

Segundo ele, a formação tratava-se de um pictograma composto por cinco círculos concêntricos que representam a vida. A circunferência externa correspondia às Nações das Estrelas, enquanto que as mais internas representavam os quatro povos da Terra. Segundo a cultura dos indígenas norte-americanos, cada raça do planeta representa um dos quatro elementos da natureza. A branca simboliza o fogo e a negra, a água.

Os povos amarelos são representados pelo ar e os vermelhos, pela terra. Wicasa acredita que as quatro raças primordiais terrestres, esquecendo-se quais foram seus papéis e quais elementos representavam, cometeram graves erros e geraram a desastrosa situação de degradação ambiental em que estamos vivendo.  
“O espírito que me encontrou disse que toda a humanidade deveria ter recebido a mesma cultura que os povos indígenas. Como isto não aconteceu, os homens das estrelas estarão coagidos a intervir para restabelecer o equilíbrio físico e espiritual do planeta. Nosso tempo está desde já alcançando seu término. Logo não mais existirão automóveis, televisores ou qualquer outro bem industrial. A Terra está prestes a entrar na quinta era. Mas antes de unir-se à dimensão espiritual, deverá viver novas e diversas épocas”, garante Wicasa.
Descendentes de extraterrestres a tribo dos Choctaw também se pronuncia com energia nas edições do Star Knowledge e da última vez o fez através de seu representante Preston Scott, que também defende que os nativos do planeta sejam descendentes de povos extraterrestres. Scott conta a história de um jovem índio que recebeu energia de um raio de luz, fazendo a indicação de que se tratava de uma nave.

Para o povo Heyoka, aliado secular dos índios Choctaw, tal acontecimento é visto como uma espécie de batismo espiritual – que, para o homem branco, é a chamada abdução. Scott narra abertamente um encontro que teve com três seres extraplanetários quando escalava uma montanha próxima à sua aldeia. As criaturas lhe instruíram a ir para a terra dos Lakota, onde receberia lições espirituais para transmitir ao seu povo.

“Graças a estes ensinamentos, os Choctaw superaram o momento de crise pelo qual estavam atravessando e reencontraram o caminho correto”, afirma. Os Lakota são os que mais se pronunciam durante o evento anual, talvez por terem elos mais fortes com os povos das estrelas. Outro homem remediador da tribo, Holly Bull [Touro Sagrado], relatou ter visto um UFO sobrevoar o Bear Butte, um pico vulcânico das Montanhas Negras, considerado sagrado pelos Sioux.

Bull fala amplamente dos altares que existem “na terra das Nações das Estrelas”, segundo sua expressão, descrevendo-os como lugares repletos de objetos de inestimável valor espiritual, pertencentes aos líderes místicos de cada tribo. Ele também, como outros, teve o extraordinário privilégio de encontrar um ser proveniente do céu, que se declarou profundamente preocupado com a Mãe-Terra, gravemente ferida devido à ambição humana. Para representar a tremenda importância e magnitude de nosso planeta, Holly Bull cita as palavras pronunciadas em 1854 pelo líder Seattle, da tribo Swamish: 
“Esta Terra é preciosa para Deus e tratá-la mal é desprezar seu Criador. Contaminais vosso leito e uma noite sufocareis nos vossos dejetos. A Terra não pertence ao homem, mas o homem pertence à Terra. Todas as coisas estão ligadas. Qualquer coisa que se sucede à Terra, acontece aos filhos da Terra. O homem não teceu a trama da vida, ele é apenas um fio. Qualquer coisa que faça à trama, faz a si mesmo. O fim da vida é o início da sobrevivência”.
No entanto, para Bull, a humanidade, aprisionada em sua própria e presunçosa ignorância, não segue estas palavras. No término do último congresso realizado em Wagner, durante a cerimônia da Dança do Sol, Standing Elk explicou que o povo das estrelas está aqui para encorajar o crescimento espiritual do ser humano. Disse que, num futuro próximo, deverá acontecer uma aproximação de raças em direção à Terra. “Este período será de grandes provas e virá seguido por mil anos de paz”, fala o sábio guerreiro.

Ainda de acordo com ele, existiriam entidades e forças que não desejam a tranqüilidade e que a verdade seja revelada, o que faria finalmente do homem um ser livre. Mas os peles-vermelhas estão convictos de que as profecias já estão acontecendo, graças a um relacionamento milenar entre eles e seres extraterrestres. Standing Elk não hesita em declamar o que chama de a derradeira mensagem:

“Depois que a última árvore tenha sido derrubada. Depois que o último rio tenha sido envenenado. Depois que o último peixe tenha sido capturado. Então, o homem branco descobrirá que o dinheiro não pode ser comido”.

Autor: Sonia Cordella
Fonte: Revista UFO Especial 31
Publicado originalmente em Setembro de 2012.

Assista abaixo o episódio "POVO DAS ESTRELAS", da série de documentários Hangar 1, do History Channel: