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segunda-feira, 2 de março de 2020

Árvore Frutífera da Época Romana revive com Sementes de 2.000 anos.

Os cientistas conseguiram esse feito cultivando plantas a partir de sementes de tamareira que estavam entre ruínas e cavernas no sul de Israel.


Os cientistas conseguiram esse feito cultivando plantas a partir de sementes de tamareira que estavam entre ruínas e cavernas no sul de Israel.

Esse feito notável pra história da ciência e da natureza confirma a viabilidade a longo prazo dos grãos, uma vez instalados nas datas propícias da Judeia, uma variedade de frutas que foram perdidas durante séculos.

A partir desses brotos de tamareiras, os cientistas começaram a descobrir os segredos das práticas de cultivo altamente sofisticadas que produzidas na época por nomes como Heródoto, Galeno e Plínio, o Velho.

“O presente estudo lança luz sobre as origens da palmeira da Judeia, que sugere que seu cultivo, que se beneficiou de populações orientais e ocidentais geneticamente distintas, surgiu de variedades orientais locais ou introduzidas, que foram cruzadas com variedades ocidentais”, escreveram os pesquisadores em artigo publicado.


“Essas descobertas são consistentes com a localização da Judeia entre as áreas de diversificação de tamareiras de leste a oeste, os antigos centros de cultivo de tamareiras e o impacto das rotas de dispersão humana nessa encruzilhada de continentes”.

Encontradas em uma antiga fortaleza do palácio construída pelo rei Herodes, o Grande, e em cavernas localizadas no sul de Israel, entre as colinas da Judeia e o Mar Morto, os arqueólogos recuperaram centenas de sementes da tamareira.

Eles selecionaram 34 sementes que consideravam as mais viáveis para serem cultivadas hoje em dia. Uma foi separada para controle[, enquanto as outra 33 restantes foram embebidos cuidadosamente em água e fertilizante para estimular a germinação.

Após esse processo, foi descoberto que mais uma semente foi danificada e posteriormente acabou sendo descartada; As 32 sementes restantes foram plantadas.


Destas, seis das sementes germinaram com absoluto sucesso. Elas receberam os nomes de Jonas, Uriel, Boaz, Judite, Ana e Adão. (Uma tentativa anterior de Sallon e seus colegas publicada em 2008 produziu uma única prole; e foi chamada Matusalém).

Com as plantas em mãos, os cientistas agora podem realizar testes e análises que eles não puderam realizar antes.

Primeiro, eles coletaram fragmentos das cascas das sementes que ainda se agarravam às raízes das plantas. Elas eram perfeitas para a datação por radiocarbono, o que confirmou que as sementes datam de 1800 a 2400 anos atrás. Muitos anos, né?

Em seguida, os pesquisadores utilizaram as sementes para realizarem análises genéticas das próprias plantas, comparando-as com um banco de dados genético das palmeiras atuais. Isso mostrou trocas de material genético das palmas das mãos do leste do Oriente Médio e das palmas do oeste do norte da África.

Isso sugere práticas agrícolas sofisticadas na época: reprodução deliberada para introduzir características desejáveis ​​nas árvores cultivadas.

“Vários tipos de datas na Judeia também são descritos nos tempos antigos, incluindo a variedade excepcionalmente grande ‘Nicolai’, que mede até 11 centímetros (4,3 polegadas).”

De fato, os pesquisadores descobriram que as sementes velhas eram até 30% maiores e que provavelmente significava que a fruta também era maior.

E, claro, há a germinação aparentemente milagrosa após tantos tempo passado. Como qualquer um que compra sementes para o seu jardim sabe, as sementes se deterioram com o tempo; Quanto mais tempo você tiver um pacote de sementes armazenado, menos ele germinará quando até finalmente o plantar.

Se os cientistas descobrirem como as sementes mantêm sua viabilidade por tanto tempo, isso pode ter implicações importantes para a agricultura do mundo e para novas práticas.

As florestas de tâmaras, outrora ricas, declinaram gradualmente após a queda do Império Romano. A Judei ainda poderia ter sido cultivada no século 11 A.C, disseram os pesquisadores, mas certamente no século 19, as florestas haviam desaparecido completamente.

Agora, essas famosas aldeias podem reaparecer, pelo menos para fins científicos.

“À medida que novas informações são encontradas sobre características específicas associadas aos genes (por exemplo, cor e textura da fruta), esperamos reconstruir os fenótipos dessa tamareira histórica, identificar regiões genômicas associadas a pressões de seleção na história evolutiva. recentemente e estudar as propriedades e datas produzidas com o uso de mudas velhas masculinas para polinizar fêmeas velhas”, escreveram os pesquisadores.

“Ao fazer isso, entenderemos mais completamente a genética e a fisiologia da tamareira antiga da Judeia, uma vez cultivada nesta região”.

Fonte

terça-feira, 26 de março de 2019

Ajanta - As Incompreensíveis Estruturas que Espantam Até Engenheiros Renomados


No oeste da Índia, em 18 de Abril de 1819, enquanto caçava tigres perto da aldeia de Ajanta, o oficial britânico John Smith descobriu 29 templos - em cavernas - escavados em um penhasco acima do rio. 

A arquitetura e a ornamentação das cavernas construídas em 200 a.C. revelaram novas informações sobre o passado sagrado da Índia e outros mistérios. 

David Childress (Autor, Technology of the Gods): Conforme você anda pelas cavernas de Ajanta, você vê todo o tipo de templos escavados em rocha solida, com uma grande variedade de estatuas. Mas tudo isso foi escavado em um único bloco de pedra gigantesco.

Visitadas todos os anos por milhares de budistas, ainda hoje as cavernas são consideradas sagradas. Construídas como santuários e templos, elas contem muitos lugares de adoração completos, com esculturas e pinturas que retratam a vida e a época do Buda Supremo, muitas vezes chamado de 'O Iluminado'.


David Efurd (Professor de história do colégio de Wofford): Existem muitos assuntos esculpidos em Ajanta, muitas dessas esculturas são do buda. Além dessas esculturas, existem diversas representações de outros seres mitológicos. 

Ainda hoje, os engenheiros modernos ficam intrigados com o modo que as cavernas foram cortadas nos penhascos de granito com 20 metros de altura há mais de 2.000 anos atrás. 


David Efurd (Professor de história do colégio de Wofford): Estas cavernas foram criadas por meio da remoção da pedra, levada por tuneis até a superfície da rocha. A pedra foi removida, cinzelada, retirada e todos os espaços interiores que vemos nas cavernas hoje, foram criados dessa forma. Todos os detalhes arquitetônicos que vemos no sítio e as esculturas, foram escavados no mesmo bloco de rocha que é a própria encosta da montanha.


Segundo os pesquisadores, o complexo de Ajanta é importante por causa do posicionamento intencional das cavernas nos penhascos. Uma formação que revela o entendimento extremamente adiantado da atividade celeste. 

David Efurd (Professor de história do colégio de Wofford): As cavernas foram escavadas em forma de ferradura, e assim, orientadas em diversas direções. Algumas são orientadas para o oeste, outras para o sul, e algumas são orientadas para o leste, de modo a se voltarem para o Sol nascente. Tudo indica que os povos antigos na época na Índia eram muito interessados no universo e na relação entre os corpos celestes. 

Evidencias do conhecimento preciso que o escultor tinha dos movimentos celestes são encontradas em duas cavernas especificas. Cada uma delas contem estruturas em forma de domo representando Sidarta Gautama, o buda supremo e mestre espiritual que fundou o budismo.

David Efurd (Professor de história do colégio de Wofford): A caverna 19 é orientada para o solstício de inverno, e isso significa que, no dia do solstício de inverno, o Sol da manhã se filtra pela grande janela da fachada, e a luz do Sol ilumina a base do domo. Isso também ocorre na caverna 26 em Ajanta, ela é orientada para o solstício de verão, e assim, no dia solstício de verão a luz é filtrada e atinge o domo. 


David Childress (Autor, Technology of the Gods): Isso é uma coisa muito difícil de fazer, porque estavam cortando rochas sólidas dentro da caverna. Então seria preciso um equipamento de alta tecnologia, afim de fazer um túnel, construir e escavar dentro da rocha sólida, e ainda sim esta perfeitamente orientado para o solstício.

Será que as cavernas de Ajanta foram construídas com a ajuda de tecnologia alienígena avançada como acreditam os teóricos dos antigos astronautas? Se assim for, será que são consideradas sagradas pela população local devido a sua conexão com vistantes extraterrestres? 

Jason Martell (Autor, Knowledge Apocalypse): Muitos teóricos do astronauta do passado olham o domo e dizem que é uma referencia simbólica do poder do voo. Muitas vezes ela é mostrada simbolicamente com um jovem buda, e parece mesmo que ele esta manipulando algum tipo de controle dentro do domo. Os domos sempre foram usados como uma forma dos budas subir aos céus ou descer dos céus. Podemos dizer que esses seres estavam indo para o espaço. 

David Childress (Autor, Technology of the Gods): Eles representavam nas cavernas deuses e figuras que eram meio animal e meio deuses. Assim temos aqui o que parece ser algum tipo de templo subterrâneo especial, que foi construído por extraterrestres ou algum tipo de deuses espaciais.

Bill Birnes (Autor, pesquisador de OVNIs): O que os monges budistas viam? Será que os monges foram ajudados por algum tipo de presença extraterrestre no passdo? 


quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

O "deus" SHIVA era um EXTRATERRESTRE e ainda estaria visitando a Terra?


A história antiga é repleta de contos sobre seres de outros mundos, objetos voadores e relatos de tecnologia altamente avançada. Isso vai muito além da mera ‘imaginação’ e do folclore, simplesmente porque há muitas evidências, em várias formas, de que estamos sendo visitados e fomos visitados anteriormente. Tome este exemplo de Erick Von Daniken sobre os esquimós:

A mitologia dos esquimós diz que as primeiras tribos foram levadas para o norte por “deuses” com asas de bronze. As mais antigas sagas dos nativos americanos mencionam um Thunderbird (Pássaro do Trovão) que apresentou fogo e frutas para eles. A lenda maia, com o Popol Vuh, nos diz que os ‘deuses’ foram capazes de reconhecer tudo: o universo, os quatro pontos cardeais da bússola e até a forma redonda da Terra. O que os esquimós estão fazendo falando sobre pássaros de metal? Por que os índios mencionam um Thunderbird? Como os ancestrais dos maias supostamente sabiam que a Terra é redonda? – Erich Von Daniken (Carruagens dos Deuses)

Outro exemplo sobre possíveis figuras extraterrestres no folclore antigo é a história de Quetzalcoatl. Esta figura foi considerada ser um conto mítico. O cronista espanhol Juan de Torquemada afirma que Quetzalcoatl era “um homem louro e de barba longa”.

Outro descreve-o da seguinte forma: “Uma pessoa misteriosa … um homem branco com forte corpo, testa larga, olhos grandes e barba longa. Ele estava vestido com uma longa túnica branca chegando a seus pés. Ele condenou os sacrifícios, exceto frutas e flores, e era conhecido como o deus da paz… Quando se fala sobre o assunto da guerra, ele teria tapado os ouvidos com os dedos.” (fonte)

Novamente, há relatos como esses ao longo da história, de vários períodos de tempo, em várias culturas…

Novas informações que ameaçam o paradigma atual de pensamento, não importa o quão convincentes, sempre enfrentaram o ridículo e a supressão por nossas supostas “autoridades intelectuais”… Se não por causa da ignorância absoluta, essas histórias não recebem credibilidade porque existe um esforço intencional para escondê-las por aqueles que estão no conhecimento, aqueles que estão no poder. E assim as verdades e fatos mais importantes sobre o nosso mundo raramente nos são apresentados acima do quadro. Na maioria das vezes, eles só podem ser descobertos se realmente tivermos vontade de cavar para encontrá-los e digeri-los com uma mente aberta. De outra forma, dedicamos nossas mentes à manipulação da percepção dominante que ainda hoje passa despercebida…

Sadhguru falando sobre Shiva

Ao final do artigo está um vídeo de Sadhguru, um dos muitos estudiosos no campo que, quando você o ouve, revela-se como um verdadeiro estudante de filosofia antiga esotérica, física e metafísica. Ele conta uma pequena história sobre Shiva, que era considerado um deus pelo povo da antiga Índia.

Sadhguru explica como a história de Shiva e suas origens, e até mesmo a Montanha onde ele supostamente residia, está cheia de evidências sugerindo alta inteligência provavelmente de outro lugar. Ele fornece vários pontos citados na história de Shiva que o levam a essa conclusão.

Ele explica como Shiva estava cercada por amigos que pareciam estranhos, diferentes e não humanos. Na maioria das vezes eles eram descritos como demônios pelo povo, simplesmente porque pareciam diferentes. Shiva também não podia engravidar uma mulher humana da maneira tradicional, porque seu esperma alienígena não funcionava. Seus filhos nasceram de uma maneira diferente. Ele explica como várias mulheres não humanas foram trazidas para ajudar no processo.

Todas essas coisas sugerem que ele veio de outro lugar, fez o que queria fazer e voltou e periodicamente vai e volta em momentos diferentes. Isso poderia ter acontecido ao longo de muitos milhares de anos…

Sadhguru cita várias referências na literatura, explicando como Shiva não é humano, e até descreve uma vasta inteligência que deve ter estado por trás da criação de Monte Kailash, uma montanha atribuída a Shiva como sendo sua casa, como mencionado acima. Sadhguru explica como Kailash não é um lugar na Terra também. Ele também descreve algumas experiências paranormais que teve com esses seres. “Literalmente, esses seres foram atrás do meu dedo anelar… com tanta força.”

Eles conhecem nossas maneiras, ou eles nos ensinaram essas maneiras, ou eles nos fizeram assim. Não sabemos o quanto papel eles tiveram em nossa criação, mas definitivamente… não veio daqui, houve um entendimento mais profundo em outros lugares e foi simplesmente trazido até aqui. Ele chegou em um determinado momento, quando jovem, e partiu quando jovem. Ele não nasceu aqui nem morreu aqui…



quinta-feira, 12 de julho de 2018

Descoberto GIGANTESCO SARCÓFAGO Ainda Selado, no Egito


Os egiptólogos descobriram um enorme sarcófago preto – medindo 2,65 metros – durante uma incrível escavação arqueológica.

O imenso caixão de granito foi enterrado 6 metros abaixo da superfície, cerca de 2.000 anos atrás, na cidade de Alexandria, na costa do Mediterrâneo.


Especialistas acreditam que o caixão pertencia a um homem e encontrou uma cabeça enorme feita de alabastro, que poderia retratá-lo. O caixão é de cerca de 1,85 metros de altura, 2,65 metros de comprimento e 1,65 metros de largura. De acordo com a organização Antiguidades Egípcias, o sarcófago não foi aberto desde que foi selado pela primeira vez.

Cabeça em alabastro. Provavelmente retrata
o dono da tumba.
Um porta-voz disse:
"O túmulo contém um sarcófago de granito preto considerado o maior já descoberto em Alexandria."
Note-se que há uma camada de argamassa entre a tampa e o corpo do sarcófago, indicando que ele não foi aberto desde que foi fechada na antiguidade.
Uma cabeça de alabastro de um homem também foi encontrada, e provavelmente pertence ao dono da tumba.

Os dois artefatos remontam aos faraós ptolomaicos – a última dinastia a governar o Egito Antigo.

Assista o vídeo noticiando a descoberta (infelizmente em inglês):


sábado, 24 de março de 2018

Nunnehi – Os Protetores Imortais da Nação Cherokee


O povo Cherokee tem muitas lendas maravilhosas. Algumas das histórias mais interessantes envolvem pessoas que se pareciam com os Cherokee normais, mas aparentemente eram seres sobrenaturais, chamados de Nunnehi (Nunne’hi). Eles não eram espíritos da natureza ou deuses, mas eram considerados imortais.

Os Nunnehi eram um grupo feliz que amava música e dança, ajudavam os viajantes perdidos e protegiam os Cherokee em tempos de guerra.


Quem eram os Nunnehi?

Nunne’hi foi traduzido literalmente como “pessoas que vivem em qualquer lugar”, talvez porque viviam em lugares estranhos, subterrâneos, dentro de montanhas e sob riachos. Para os Cherokee eles são “os imortais” ou “pessoas que vivem para sempre”. O singular é naye’hi . Esses imortais viviam onde hoje estão os estados da Carolina do Norte, Tennessee e Geórgia, perto das terras tradicionais da nação Cherokee.

Um conto fala de uma depressão circular que as pessoas disseram que era uma casa dos Nunnehi. As moradias Cherokee eram prédios públicos circulares, cobertos de casca de árvore, com bancos no interior. Esta moradia e as pessoas que lá viviam eram aparentemente invisíveis e intangíveis. As pessoas lançavam detritos dentro da depressão e, quando voltavam, o chão estava limpo de novo. Depois que os colonos brancos chegaram, as coisas jogadas lá dentro permaneceram lá. Os Cherokee dizem que os Nunnehi abandonaram a casa deles, porque estavam aborrecidos com os brancos.

Casa cherokee em 1761. Crédito: tn4me.org

Outros lugares onde essas pessoas sobrenaturais viviam eram nas colinas, montes e montanhas na área, especialmente picos de montanhas altas, com poucas árvores no topo. Foi dito que os Nunnehi tinham grandes moradias em Pilot Knob, sob o monte Nikwasi, na Carolina do Norte, e sob Blood Mountain, na Geórgia.

Os Nunnehi não podiam ser encontrados se não quisessem, pois normalmente eram invisíveis. Se você seguisse o som da música deles, ela mudaria e pareceria estar vindo de outra direção assim que parecesse que você estava chegando perto. No entanto, o Nunnehi foram pessoas muito simpáticas e prestativas, e apareciam quando eram necessárias. Eles geralmente ajudavam os viajantes perdidos, trazendo-os para as casas da cidade de Nunnehi, para cuidarem deles e depois os levando de volta para suas casas.

Uma história fala de quatro mulheres que vieram dançar na cidade de Nottely. Elas saíram por volta da meia noite. Alguns dos homens da cidade observaram essas mulheres e as viram descendo a trilha até o rio. Quando as mulheres chegaram à água, elas desapareceram. Então as pessoas da cidade sabiam que tinham sido visitadas por mulheres Nunnehi.


Os Nunnehi eram protetores do cherokee

Há também histórias do Nunnehi ajudando os Cherokee quando eram atacados. Dizia-se que o monte Nikwasi era o local de uma dessas batalhas. Uma tribo desconhecida invadiu do sudeste. Ninguém poderia ficar contra eles. Quando os guerreiros chegaram a Nikwasi, na cabeceira do rio Little Tennessee, as pessoas de lá foram obrigadas a recuar.

As pessoas do povoado pensaram que estavam perdidas, quando um estranho apareceu entre eles, dizendo que derrotaria os invasores por eles. Então, muitos guerreiros começaram a vir do lado do monte para atacar os invasores. As pessoas sabiam que isso significava que estavam sendo ajudadas pelos Nunnehi.

Os Nunnehi ficaram invisíveis quando eles lutaram. Os guerreiros invasores recuaram, mas a maioria deles foi morta. Quando restavam poucos, o chefe Nunnehi os poupou, dizendo-lhes que mereciam sua punição por atacar um povo pacífico. Ele disse aos guerreiros remanescentes para levar essa história de volta para sua tribo.

Outra história fala de um homem velho que foi atacado enquanto cortava madeira. Ele estava sozinho, já que o resto de seu pessoal partiu para uma caçada ou dança. Ele correu de volta para sua casa para pegar uma arma. Quando ele saiu, ficou surpreso ao ver um bando de guerreiros que vieram ajudá-lo. Eles lutaram contra os atacantes, mas desapareceram assim que o velho foi agradecê-los.


Alguns cherokee foram viver com Nunnehi

O povo Cherokee no River Valley e Hiwassee ouviu vozes de Nunnehi chamando-os para avisá-los que um mau momento estava chegando. Isso foi antes de sua remoção forçada para Oklahoma em 1838, que ficou conhecida como a “Trilha das Lágrimas”. Os Nunnehi convidaram alguns dos Cherokee para morarem com eles em sua casa na montanha em Pilot Knob, Carolina do Norte. No entanto, antes que os Cherokee pudessem entrar na casa dos Imortais, eles precisavam jejuar por sete dias e não fazer nenhum som alto. As pessoas decidiram confiar nas vozes dos Nunnehi porque elas sempre foram úteis para eles. Então jejuaram conforme solicitado, e foram levados para dentro da montanha para viver.


Mais mitos e lendas

Em outra aldeia, o povo Cherokee se reuniu na casa para jejuar e no sétimo dia ouviu um barulho como um trovão vindo em sua direção. O chão começou a tremer e a moradia começou a se elevar no ar. Apesar das advertências, algumas pessoas gritaram de medo, e os Nunnehi deixaram cair parte da casa.

Os Nunnehi levaram as pessoas de outra aldeia para viver com eles sob as águas de um rio. Os Cherokee disseram que depois disso você podia ouvir as pessoas falando debaixo do rio em dias quentes de verão.

O povo Cherokee, que optou por não ir com os Nunnehi, foi mais tarde forçado a deixar suas terras e se mudar para o estado de Oklahoma, junto com algumas outras tribos. Diz-se que alguns dos Nunnehi foram para Oklahoma para continuar a vigiar o povo Cherokee.

Os Cherokees, que foram para Oklahoma, disseram que um dos seus maiores arrependimentos foi deixar seus parentes que se juntaram aos Nunnehi em suas terras natais.


Esses contos são fantásticos e agradáveis ​​de serem lidos, porque geralmente são histórias de resultados positivos. Seria bom acreditar que havia realmente alguns imortais que ajudaram as pessoas. Talvez se você se encontrasse vagando pelas montanhas onde os Cherokee moravam, você poderia ouvi-los ainda, tocando música e dançando com os parentes daqueles que andaram na Trilha das Lágrimas…


segunda-feira, 12 de março de 2018

A Volta de Pahana - O Irmão Branco Perdido da Nação Hopi


A nação hopi aguarda o retorno de Pahana, seu irmão branco perdido, que voltará vestido de vermelho e trará consigo um pedaço perdido de uma placa sagrada. Pahana virá do oriente e transmitirá às pessoas uma nova religião e paz.

Assim como os maias aguardam o retorno de seu deus barbudo branco Kukulkan, que para os astecas era conhecido como Quetzalcoatl, os hopis ainda aguardam o retorno de Pahana.

De acordo com a tradição hopi, seu povo emergiu do mundo anterior através de Sipapu, uma caverna localizada no Grand Canyon, em um lugar perto dos rios Colorado e Little Colorado. Após seu surgimento, as pessoas vagaram em busca de um lugar para viver. Depois de explorarem as terras e aprenderem sobre o mundo, eles voltaram para o centro do universo, Black Mesa.


Os índios hopis têm uma tradição mitológica muito rica que remonta ao longo dos séculos, a qual inclui histórias sobre suas viagens ancestrais através de três mundos para o Quarto Mundo, onde as pessoas vivem hoje.


Maasaw, o Homem Esqueleto que deu uma placa sagrada ao clã de fogo


A tradição hopi conta de placas sagradas que foram transmitidas aos hopis por várias divindades. Uma placa preciosa foi dada ao Clã do Fogo.

Quando os hopis surgiram no Quarto Mundo (nosso mundo atual), eles aprenderam que Maasaw estava na Terra e foram buscá-lo. Como mencionado anteriormente em Páginas Antigas, o encontro hopi com Maasaw, o homem esqueleto, foi muito assustador, mas ele os deu o presente sagrado do conhecimento.

Maasaw, que era um espírito guardião, forneceu aos hopis informações sobre como e onde deveriam migrar e se estabelecer. Tudo estava escrito simbolicamente em quatro placas sagrados que lhes foram dadas.

Encontro de Hopi com Maasaw – O homem de esqueleto e seu presente de conhecimento sagrado

Maasaw deu uma das placas à Clã do Fogo. A placa era muito pequena, apenas 25 centímetros quadrados. Era feita de pedra de cor escura e com um pedaço de quebrado de um canto. A placa sagrada estava coberta de símbolos e havia uma figura de um homem sem cabeça.


Como os hopis podem reconhecer seu irmão branco perdido, Pahana?

Maasaw era a divindade do Clã do Fogo, deu a placa sagrada aos hopis logo antes de se virar e se tornar invisível. Ele queria que os hopis ouvissem o som de sua voz para lembrarem do que ele havia dito. Maasaw disse aos hopis:

Depois que o Clã do Fogo tinha migrado para sua casa permanente, chegaria o tempo em que eles seriam superados por pessoas estranhas. Seriam forçados a desenvolver suas terras e viver de acordo com os ditames de um novo governante, ou então seriam tratados como criminosos e punidos. 
Mas eles não deveriam resistir. Eles deveriam aguardar a pessoa que os libertaria. 
Esta pessoa era seu irmão branco perdido, Pahana, que retornaria a eles com o pedaço de canto perdido da placa, os libertaria de seus perseguidores e trabalharia com eles uma nova e universal irmandade do homem. Mas, advertiu Maasaw se seu líder aceitasse qualquer outra religião, ele deveria concordar em cortar sua cabeça. Isso dissiparia o mal e salvaria seu povo.

Então, as pessoas do Clã do Fogo não precisam se preocupar que talvez não reconheçam Pahana quando ele retorna do leste, ou que eles sejam enganados por um impostor. Os hopis sabem que ele estará carregando o pedaço perdido da tabua sagrada.

Muitos dos Hopi acreditam que estamos vivendo no ‘Fim dos Tempo’, e, portanto, esperam que Pahana volte em breve. O irmão branco perdido deve chegar antes do tempo da ‘Grande Purificação’ da profecia hopi.

A crença no irmão branco perdido é tão forte que os hopis até enterram seus mortos voltados para o leste, na expectativa do Pahana que virá dessa direção.



sexta-feira, 8 de setembro de 2017

O Mito e a Verdade sobre a INDEPENDÊNCIA DO BRASIL

Nesse instante, um “povo heroico” viu o céu da pátria, às margens do Rio Ipiranga, brilhar à luz da liberdade. Os raios da “liberdade”. Parece muito poético, não?


Nosso hino nacional hoje costuma estar quase sempre associado a feitos memoráveis no futebol e no esporte em geral. É um novo papel dado a um símbolo que remete a um importantíssimo episódio de nossa história: a Proclamação da Independência. 

Sob críticas até mais frequentes que a capacidade seleção brasileira tem tido de nos anestesiar, o hino nacional - e toda a mitologia por trás do Sete de Setembro - é hoje um alvo de permanentes questionamentos. E sobre isso, parece que a comunidade intelectual está de acordo: o hino nacional brasileiro é o exemplo vivo de como não enxergar a emancipação do Brasil.

Aquele dia no começo do mês de setembro estava longe de ser referido como um momento de heroísmo. Análises históricas do contexto social daquele "Brasil" sequer apontam a participação de populares no processo de emancipação. Outros estudiosos ainda insistem em desconstruir até aqueles mínimos detalhes do conhecido cenário de um jovem imperador com uma bela espada, gritando de seu cavalo para declarar a liberdade da nação (não se iluda!).

É o roteiro perfeito de uma cena de teatro. Talvez não por acaso. Essa abordagem nunca saiu das pinturas e relatos nacionalistas. A verdadeira história passa longe de um grito na beira de um rio. E compreender o Brasil sob uma perspectiva mais adequada exige visualizar a história de forma muito mais complexa do que costuma-se pensar.

Podemos começar implodindo qualquer vestígio de sentimento patriota naquele Brasil de 1822. Éramos colônia: um território descentralizado com muito bem definidos compromissos econômicos com Portugal. 

Transferência Família Real Portuguesa para o Brasil (Autor Desconhecido).
Cada fatia daquela colônia se desenvolveu isolada por muito tempo. E como se pode perceber até hoje, costumes distintos se consolidaram em cada região. Ainda é muito mais fácil reivindicar-se pernambucano (ou carioca, ou catarinense, por exemplo...) do que brasileiro. Para Portugal não era interessante conectar seus domínios coloniais, isolá-los era uma forma de enfraquecer qualquer conspiração. 

Tiramos daí que a nação brasileira não nasceu com a independência. Por outro lado, talvez essa data seja o marco do início da busca que ainda vivenciamos nos tempos atuais. Afinal: o que é ser brasileiro? Não espere que este texto responda. Com muita pesquisa, e um bom faro, um historiador de sucesso conseguirá dizer justamente o contrário.

O processo de independência celebrado no Sete de Setembro não começou naquele Mês, ou mesmo naquele ano. Foi uma sucessão de elementos que tomou força a partir da chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil em 1808.

Em razão de desacordos diplomáticos com a temida França Napoleônica. O Reino de Portugal, sob o comando de Dom João IV, se viu obrigado a transferir sua corte para o Brasil, abandonando Lisboa e fixando comando no Rio de Janeiro. Era o começo do fim do Brasil Colônia. 

Em pouquíssimo tempo, o imenso Brasil, outrora fragmentado, foi liberado do Pacto Colonial, passando a interagir comercialmente com outras potências europeias. O Brasil passava a ser autônomo, e pela primeira vez começava a usufruir de seus ganhos (antes recolhidos por Lisboa): Dom João IV iniciou modificações estruturais de caráter urbano e social. O que antes era um mero ponto de exploração mercantil, pouco a pouco passou a receber desde obras de transporte e saneamento até edifícios voltados para a arte e à intelectualidade, como bibliotecas e teatros. 

Se por um lado a maior parte das mudanças veio a ocorrer nas proximidades do Rio de Janeiro, onde a Família Real se instalou, a cobrança de altos impostos para sustentar a toda a corte vinha de todo o território. 

Mapa do Brasil do século XIX
Se você consegue imaginar o descontentamento das outras regiões do Brasil, pense agora no outro lado do Atlântico: Portugal, por séculos o núcleo indiscutível do Império, estava agora literalmente abandonado à própria sorte. 

Não demorou muito tempo para os portugueses protestarem o retorno da corte a Lisboa. A chamada Revolução do Porto significou para Portugal o fim do absolutismo e para o Brasil foi a catalisadora da independência. Os revoltosos intimaram o retorno de Dom João VI a Lisboa imediatamente, caso contrário, nomeariam outro Rei.

Pedro, seu filho e herdeiro do trono português, ficou no Brasil na condição de príncipe regente. Mas os portugueses queriam mais: eles não aceitavam o fim do Pacto Colonial, e pressionaram intensamente a Coroa para restabelecer a condição do Brasil. 

(Quando é dado um doce para uma criança, dificilmente ela vai querer devolver.)

Existe um filme chamado “Independência ou Morte! ” que foi produzido no período da ditadura militar, e conta a história da independência do Brasil de forma heroica e romântica, a partir de um único personagem: D. Pedro I. Essa obra ilustra bem como se buscou forjar uma identidade nacional através de memórias pouco fieis com o que realmente aconteceu. 

Queriam cultivar nos espectadores uma ideia de que a emancipação do país se deu de forma homogênea e gloriosa: o filme inteiro parece circundar a figura pessoal de Dom Pedro I. E o faz em busca de fabricar uma aura gloriosa, paternal e amiga do povo. 

Pedro parece excessivamente próximo e zeloso para com o "povo brasileiro". Ao mesmo tempo, curiosamente (ou previsivelmente) este "povo" a quem o príncipe e futuro imperador parecia se preocupar tanto, se restringia às elites locais. Essa elite, por sua vez, é vista na obra glorificando Dom Pedro. 

Isso parece uma tentativa de justificar a construção do episódio conhecido como "Dia do Fico", no qual - segundo a historiografia tradicional, muito bem representada no filme - o "herói" declara que fica no Brasil para o "bem e felicidade de todos" (este episódio representa a resistência contra as pressões de Lisboa pelo retorno do Pacto Colonial). Nesse momento o filme busca mostrar Dom Pedro consultado o "povo", andando pelas ruas e cumprimentando as pessoas. 

A "historiografia tradicional" parece estar sempre abarrotada de aspas.

Perceba o permanente uso das aspas para se referir ao "povo brasileiro" representado no filme e nos livros de História mais antigos. Essas aspas não estão ali só para apontar a falta de um sentimento de unidade nacional, elas vão além e denunciam o caráter excludente daquela sociedade. Perceba que as pessoas que o príncipe cumprimenta e consulta são todas brancas e bem vestidas. Nas ruas só há donzelas e cavalheiros. Salvo em rápidas passagens de cena, trabalhadores livres e escravos são vistos em alguma atividade. É grave perceber que o trabalho, motor central da Colônia, acaba não sendo abordado nesse filme.

A boa notícia é que ainda há muitos vestígios que ilustram como era o povo do Brasil Colônia:

Green Negroes (Debret, Jean Baptiste. 1825 - 1826. Instituto Moreira Sales).
Pari Expedition (Debret, Jean Baptiste. 1825 - 1826. Instituto Moreira Sales).
Mineiros Halting (Debret, Jean Baptiste. 1825 - 1826. Instituto Moreira Sales).
Mineiro Passing River *Debret, Jean Baptiste. 1825 - 1826. Instituto Moreira Sales)
Cadeira of Rio de Janeiro (Debret, Jean Baptiste. 1825 - 1826. Instituto Moreira Sales).
Na contra-mão dos livros saudosistas, artistas, como o francês Jean Baptiste Debret, buscaram demonstrar justamente o contrário: a diversidade étnica presente no Brasil era considerada um traço exótico e curioso, o que tornava os quadros que retratavam tal realidade caríssimos. Isso permite a quem pesquisa, entender o passado do nosso país com mais realismo.

Consultando ou não aqueles que podiam ser chamados de "povo", é sabido que Dom Pedro já se mobilizava pela centralização política do Brasil. Ainda sob a condição de príncipe, realizou diversas viagens diplomáticas para outras regiões. Foi justamente em uma dessas viagens que teria ocorrido o famoso episódio às margens do Rio Ipiranga: Pedro recebe uma carta de José Bonifácio, apontando as exigências da corte portuguesa, e a necessidade do rompimento político com Lisboa. Ali mesmo, como num ato de coragem, ele sobe em seu cavalo e grita o famoso "Independência ou Morte".


Entretanto, esse cenário é frequentemente contestado pelos historiadores. As críticas à narrativa vão desde as mais específicas, como aquelas que sugerem que o próprio Dom Pedro estaria com forte diarreia em 7 de Setembro de 1822, até às mais estruturais, que denunciam o reducionismo sobre a data. O que não se discute é que o processo de independência se deu ao longo de anos, e foi motivado por interesses econômicos das elites locais. Para a maior parte da população do Brasil, nada mudou.

O grito do Ipiranga. Pedro Américo, 1888.
Pode até ser que você não tenha visto aquele filme, mas provavelmente essa imagem você conhece. Ela está na maioria dos livros didáticos e é talvez a ilustração mais utilizada para se simbolizar o Sete de Setembro. 

O Grito do Ipiranga, de Pedro Américo, foi uma encomenda do segundo e último imperador do Brasil, Dom Pedro II, que na decadência de seu governo buscou retratar seu pai em momento heroico. Também sobram comentários sobre essa obra.

Cabe destacar que se trata de uma cena do imaginário do artista, visto que o episódio da independência nem mesmo foi publicado em jornal. E isso que pode ser o maior indício de que o "povo" (até mesmo os raríssimos alfabetizados, capazes de ler jornais) esteve completamente à margem do evento.

E nesse sentido, Pedro Américo deixa pistas em sua pintura: note que, no canto inferior esquerdo, um trabalhador rural observa com espanto a movimentação de Pedro I e seus companheiros.

Proclamação da Independência. René, François Moreaux, 1844. Esta obra, anterior à de Pedro Américo, parece ser ainda menos fiel ao que pode ter acontecido naquela data. É outra oportunidade de refletir os significados da emancipação política do Brasil.
Se Dom Pedro I estava mesmo com diarreia no dia da Independência, não podemos - nem precisamos - ter certeza. Mas quanto ao heroísmo que por tanto tempo nos foi empurrado goela abaixo, já não se pode dizer o mesmo. Hoje é raro encontrar historiador que não identifique a imagem fabricada da presença patriotismo no Brasil que se emancipou de Portugal.

Sobre essas pinturas e filmes, sobra a análise cuidadosa sobre como a História pode ser utilizada como ferramenta ideológica a fim de fabricar argumentos ou excluir personagens. 

"É possível contar um monte de mentiras dizendo somente a verdade"

Equipe de produção do artigo:

Beatriz de Miranda Brusantin
Doutora em História Social pela Universidade Estadual de Campinas
Coordenação de Produção e Pesquisa Histórica

Bruno Henrique Brito Lopes
Graduando em História pela Universidade Católica de Pernambuco
Coordenação de Redação e Edição

Camilla Fernandes Nunes
Graduanda em História pela Universidade Católica de Pernambuco
Pesquisa Histórica e Produção de texto

Fontes:

O Brasil Imperial, volume I: 1808-1831/ organização Keila Grinberg e Ricardo Salles - Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009. 
SCHWARCZ, Lilia Moritz. A longa viagem da biblioteca dos reis - São Paulo: Companhia das Letras, 2002. 


sexta-feira, 23 de junho de 2017

PICATRIX - O Mais Antigo e Misterioso Livro de Magia Descoberto


Picatrix é um trabalho de composição que sintetiza trabalhos mais antigos sobre magia e astrologia.Uma das interpretações mais influentes sugere que ele deve ser considerado como um "manual de magia talismânica". Pesquisadores o resumem  como "a exposição mais completa da magia celestial em árabe", indicando as fontes para o trabalho como  textos sobre Hermetismo, Sabedoria, Islamismo, alquimia, astrologia e magia produzidos no Oriente Médio nos séculos IX e X dc.

O Picatrix é amplamente considerado como sendo o mais antigo livro de magia. Originalmente escrito em árabe, o Picatrix foi um dos primeiros textos e mais importantes escritos sobre magia astrológica. Ele também detém a distinção de ser um dos maiores grimoires na história. Embora seja impossível confirmar quem realmente escreveu, é frequentemente atribuído ao matemático andaluz Ahmad Al-Majriti.

O livro Foi traduzido para o latim em 1256 e se tornou extremamente influente na magia ocidental, sendo usado até mesmo por magos do Renascimento, como Cornelius Agrippa e Marsilio Ficino. Continha feitiços que variavam desde  "como destruir uma cidade com o Ray of Silence" para "como influenciar os homens à distância." O texto também tinha uma lista de imagens mágicas e detalhada de seus usos. Frequentemente este assumiria a forma de gravura as imagens de estrelas em objetos específicos.

  • "O primeiro capítulo trata da nobreza da sabedoria, porque no tratado primeiro falo da esfera celeste e dos corpos da esfera celeste, referidos na composição dos talismãs. E como projetam os astros seus raios sobre este planeta. Também cito conceitos misteriosos que os sábios tinham reservados por avareza e mesquinhez no princípio do tratado." 
  • "O segundo tratado é sobre os modelos astronômicos e suas obras, a manifestação dos segredos de seus feitos que os sábios ocultaram os modelos de como a magia influência neste mundo chamado "mundo do ser" e a corrupção através do mundo etéreo; e sobre o motivo que levou Platão a falar de protótipos. "
  • "O terceiro tratado é sobre a participação dos astros nos três reinos, pois no mundo do ser e da corrupção nada senão eles atuam porque as reminiscências é absurdo que sendo fluídicas produzam efeito. Assim que ao sobra nada senão eles. Faço referência na relação de uns com os outros para que se alcance com ela os efeitos mágicos buscados, pela influência da temperatura Elemental ou da temperatura natural e de seu peso específico, quer dizer que uma mistura que se utiliza para perfumar não tem porquê fazer devolver a comida nem a bebida."
  • "O quarto tratado é sobre a magia dos curdos* (naturais do Curdistão), dos Nabateus e dos etíopes, com receitas para efetuar prestidigitações, que são a melhor espécie de magia."
  • O Picatrix, primeiramente trata das características dos astros em cada determinada posição, benigna ou nefasta, ângulo, relação com outros astros, relacionando essas características com o processo de realização de talismã para variados fins. 

Depois o autor faz uma correspondência dos astros com entidades físicas do mundo "do ser e da corrupção", como cores, pedras, animais, dias da semana, horas, tecidos e entre outros...

Além disso, ele cita diversos contos nabateus, curdos, egípcios e indianos como material de estudo. Nesses contos dá exemplos fantásticos e maravilhosos sobre as antigas cidades e reinos, talismã que protegiam as cidades e os reis, sempre aconselhando o leitor a guardar esses segredos.

Ele cita várias vezes para guardar esses segredos, que não são feitos para todos, que os anciões o ocultaram das pessoas...

Cita também técnicas para potencializar a mediunidade e o presságio.

Fala das propriedades das plantas.

Fonte

STAR WARS - A Verdadeira História da Ficção Científica


Star Wars é um dos filmes que revolucionou a ficção científica, porém foi uma produção que sofreu sério problemas e até correu o risco de ser cancelada. 

Descubra mais sobre essa obra.


quarta-feira, 21 de junho de 2017

Encontraram Finalmente O Elo Perdido?

Cientistas, Ufólogos e universidades independentes estão analisando com muito critério técnico a descoberta de uma múmia encontrada em Nazca, no Peru, nesse ano de 2017. 


Por Laura Botelho

Essa múmia já é diferente apenas numa análise superficial, pois apresenta aparência de um humanoide com apenas 3 longos e desproporcionais dedos e braços da mão e pés, além de sugerir a possibilidade de um material que seja diferente de qualquer coisa encontrada no registro fóssil.

Se confirmada a "excentricidade" da peça e sua analise científica confirmar a existência de um ser não humano entre nós, isto nos levará a um salto quantitativo de consciência coletiva, pois temos uma certeza inconsciente de que não somos únicos, não viemos do "barro", e a teoria da evolução Darwinista cai por terra, abrindo espaço imenso para a velha e universal constatação que somos fruto de engenharia genética de seres mais evoluídos tecnologicamente que os humanos. 

Se for confirmada a natureza incomum desse fóssil como sendo um material  representante de uma espécie diferente dos humanos, acredito que nossa civilização terá outra dinâmica, outra consciência, outra percepção sobre ela própria e sua evolução.

Isso confirmado, mudará tudo! Todos os livros, toda a história da humanidade, todas as teorias, todos os credos, todos os anseios quanto a tudo que já se sabia, mas não tínhamos como provar.  

"O link perdido" que tanto buscávamos, enfim nos levará a uma mudança radical de paradigma, uma reviravolta dramática em nossa sociedade e isso me leva a crer em um ponto da nossa trajetória... o  fim dos tempos. Esse era o marco, esse era o "sinal".



Inteligência Artificial do Facebook Criou Sua Própria Linguagem

Um recente relatório do Facebook sobre o modo como chatbots, robôs capazes de conversar por texto, dialogam um com o outro, despertou novas análises que permitem entrever o futuro da linguagem.


No relatório, pesquisadores do Laboratório de Pesquisa de Inteligência Artificial do Facebook (FAIR) descrevem o treinamento de seus “agentes de diálogo” para negociar utilizando a aprendizagem da máquina. Os chatbots eram alunos ansiosos e bem-sucedidos nas negociações, mas os pesquisadores finalmente perceberam que precisariam ajustar o modelo. Isso porque os bots estavam criando a própria linguagem, desviando-se das expressões modos de dialogar humanos.

Em outras palavras, quando se utilizou um modelo capaz de permitir que os chatbots conversassem livremente, utilizando a aprendizagem mecânica para aprimorar e incrementar suas estratégias de comunicação durante os bate-papos, em um dado momento eles criaram e aplicaram sua própria linguagem.

Inteligência artificial

O desenvolvimento singular e espontâneo de uma linguagem não-humana foi, provavelmente, o processo que mais desconcertou e incitou os pesquisadores, mas não foi o único. Os chatbots também demonstraram inteligência nas negociações e utilizaram estratégias avançadas para melhorar seus resultados. Por exemplo, um bot pode fingir estar interessado em algo sem valor para ser capaz de “sacrificar” esse elemento mais tarde, como parte de um compromisso.

Embora os robôs de caça-pechincha do Facebook não representem uma singularidade iminente – ou qualquer coisa que se aproxime desse nível de sofisticação – eles são significativos, em parte porque provam, mais uma vez, que um domínio importante assumido de forma exclusiva pelos seres humanos – a linguagem – é definitivamente um universo de saber compartilhado. A descoberta também destaca o quanto estamos longe de conhecer tudo sobre as inteligências artificiais (AIs) e como elas pensam e aprendem, mesmo quando as criamos e modelamos depois que nós já estávamos prontos.


segunda-feira, 29 de maio de 2017

Cientista afirma que ANTIGA RAÇA TECNOLÓGICA Habitou a Terra - [VÍDEO]

Espécie teria sido extinta por algum cataclismo global! 


O professor de astrologia e astrofísica da Universidade Estadual da Pensilvânia, Jason Wright, acredita que uma espécie antiga, com tecnologia avançada, teria habitado a Terra muito antes dos seres humanos. Além disso, ele afirma que essa mesma espécie pode ter colonizado também o planeta Vênus, antes de um efeito estufa devastador, ou até mesmo Marte, quando o planeta ainda era úmido. 

Quanto às possíveis causas da extinção dessa suposta raça terráquea, o cientista afirma que “a resposta mais óbvia seria um cataclismo, ou algo natural, como por exemplo, o impacto de um asteroide, ou algo autoinfligido, como uma catástrofe climática global”. Ele, no entanto, não descarta que essa raça tenha abandonado o Sistema Solar por algum motivo de força maior. 

Dentre as declarações mais inquietantes, Wright acredita que, se essa civilização tiver mesmo existido, então é provável que haja vestígios de sua antiga existência, que poderão ser descobertos nos dias de hoje – isso se os movimentos tectônicos terrestres ou as mudanças sofridas pela geografia marciana e venusiana permitirem.