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quinta-feira, 24 de outubro de 2019

As Vacinas virão com MICROCHIPS para colher Identidades Biométricas de Todos


Tudo isso está preparando o público para um eventual mandato de vacinação com microchips, que será necessário para cada indivíduo comprar e vender mercadorias.

Tudo está acontecendo, exatamente como previmos. A indústria farmacêutica está oficialmente se unindo à indústria de tecnologia para emparelhar “imunização” com biometria digital, o que significa que os seres humanos serão microchipados, rastreados e, finalmente, controlados por meio de uma matriz de identificação global.

O ID2020 Alliance, como está sendo chamado, é um programa de identidade digital que visa "alavancar a imunização" como um meio de inserir pequenos microchips no corpo das pessoas. Em colaboração com a Global Alliance for Vaccines and Immunizations, também conhecida como GAVI, o governo de Bangladesh e vários outros "parceiros no governo, meios acadêmicos e assistência humanitária", o ID2020 Alliance espera introduzir essa marca da besta como uma maneira para acompanhar todos os seres humanos que vivem na Terra.

Semelhante à forma como o gado é marcado, esta aliança globalista quer que todos os seres humanos sejam "vacinados" com chips de rastreamento digital que criarão um sistema de monitoramento contínuo para a Nova Ordem Mundial para gerenciar as populações do mundo com facilidade.

"Estamos implementando uma abordagem prospectiva da identidade digital que dá às pessoas o controle sobre suas próprias informações pessoais, enquanto ainda desenvolvemos sistemas e programas existentes", diz Anir Chowdhury, consultor de políticas da a2i, o “Programa de Acesso à Informação do governo de Bangladesh”.

"O governo de Bangladesh reconhece que o design de sistemas de identidade digital traz implicações de longo alcance para o acesso de indivíduos a serviços e meios de subsistência, e estamos ansiosos por ser pioneiros nessa abordagem", acrescenta ele.

Os microchips ID2020 também estão sendo "vacinados" nos corpos de pessoas sem-teto em Austin, Texas

Embora os campos de testes do programa ID2020 estejam principalmente no Terceiro Mundo, o grupo diz que agora também está trabalhando com o governo nos Estados Unidos para iniciar a microchipagem das pessoas por meio da vacinação.

Em Austin, Texas, por exemplo, a população de rua está sendo explorada como cobaia coletiva para o programa de vacinação de microchip do ID2020, que o grupo alega que ajudará a "capacitar" os moradores de rua, supostamente dando a eles "controle" sobre seus dados de identidade pessoal.

“A cidade de Austin, o ID2020 e vários outros parceiros estão trabalhando em conjunto com pessoas sem-teto e com os provedores de serviços que se envolvem com eles para desenvolver uma plataforma de identidade digital habilitada para blockchain chamada MyPass para capacitar pessoas sem-teto com seus próprios dados de identidade”, escreve Chris Burt para o site Biometric Update.

O ID2020 também está sendo inoculado em refugiados com suas vacinas de microchips através de dois programas piloto inaugurais, conhecidos como iRespond e Everest. Segundo relatos, o iRespond “melhorou a continuidade dos cuidados” para mais de 3.000 refugiados que recebem tratamento medicamentoso para doenças crônicas. O Everest, por outro lado, "ajudou no fornecimento de acesso a subsídios críticos à energia e a uma gama de serviços adicionais com identidades digitais seguras e centradas no usuário sem depender de um smartphone", escreve Burt.

Tudo isso está preparando o público para um eventual mandato de vacinação com microchips, que será necessário para cada indivíduo para comprar e vender mercadorias. Chowdhury admitiu abertamente isso ao afirmar que os sistemas de identidade digital serão necessários para o "acesso dos indivíduos a serviços e meios de subsistência".

Em outras palavras, a Bíblia está certa: um sistema de identificação global está em obra que será necessária para que as pessoas trabalhem na sociedade e, finalmente, sobrevivam. Sem esses microchips em seus corpos, as pessoas não poderão trabalhar, muito menos comer. E tudo está acontecendo bem diante dos nossos olhos.

Lembre-se de que o ID2020 faz parte do chamado "REAL ID", que em breve será necessário para quem deseja viajar. O REAL ID também será usado como um método backdoor de implementar políticas de vacinação obrigatória para adultos.


sexta-feira, 11 de outubro de 2019

Chineses enganam Governo Brasileiro e evadem Milhões de Dólares em Pedras Preciosas para o Exterior todo Ano


Curvelo – São 7h30 da manhã de terça-feira em Curvelo, na Região Central de Minas Gerais, e já se nota o início do carregamento de caminhões com contêineres cheios de pedras preciosas brutas que sairão do meio do estado em direção à indústria de joias na China. Somente em municípios mineiros como Corinto e Curvelo, a extração e venda clandestina de pedras movimenta mais de R$ 50 milhões ao ano, segundo cálculo a partir de informações da Cooperativa Regional Garimpeira de Corinto (Coopergac) e da Associação Comercial e Empresarial de Curvelo (Ace). Isso sem contar o faturamento em municípios como Inimutaba, Diamantina, Felixlândia, Governador Valadares, Teófilo Otoni e em pequenas cidades da região.

Embarcadas em contêineres, em Curvelo, pedras semipreciosas
vão em estado bruto para serem transformadas em joias na Ásia
O número contrasta com a informação oficial de exportação de pedras preciosas em bruto no estado. Em 2011, de acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), as vendas externas desse material em toda a Minas Gerais foram de US$ 23,06 milhões (R$ 46, 12 milhões), um total inferior à estimativa de faturamento de apenas dois municípios mineiros. Entre 80% e 90% das pedras preciosas em bruto produzidas no Brasil são exportadas, principalmente ao gigante asiático.

O dinheiro apurado no negócio é invisível aos olhos oficiais. É que 95% dele circula nas mãos de uma poderosa indústria clandestina, que começa no garimpo informal e segue comandada por atravessadores, compradores – hoje, chineses, em sua maioria –, despachantes e empresas de exportação. O silêncio ronda todos os agentes que, de uma ou de outra forma, participam do esquema. A reportagem do Estado de Minas procurou conversar com vários deles. A maioria se recusou a dar declarações sobre o assunto. Outros forneceram informações sob a condição de anonimato.

Segundo uma dessas fontes, a cada 20 dias, em média 12,5 contêineres carregados com 250 toneladas de pedras extraídas dessa região seguem de Curvelo para serem embarcadas no Rio de Janeiro. O mesmo acontece com dezenas de tambores cheios de material mais valioso, que viajam de avião. Tudo aparentemente certo, não fosse o fato de que as notas fiscais mostram valores subfaturados, o que permite que essas pedras sejam enviadas para fora a preços muito inferiores aos praticados pelo mercado. “Um dos caminhos do subfaturamento é a própria Receita Estadual. Os garimpeiros saem de lá com o documento nas mãos”, diz G.L.H, que atua no ramo.

“Qualquer empresário, de dentro ou de fora do país, só pode comprar pedras preciosas de mineradoras legalizadas ou de cooperativas de garimpeiros. Mas os números da nossa exportação são tão baixos que ou elas saem altamente subfaturadas ou são contrabandeadas”, diz Raymundo Vianna, presidente do Sindicato das Indústrias de Joalheria, Ourivesaria, Lapidação de Pedras Preciosas e Relojoaria de Minas Gerais (Sindijoias). Curvelo é o centro mineiro dessa indústria fantasma. De lá partem minerais como quartzos e cristais variados (rutilo, cabelo fachado, lodo verde), ametistas e águas-marinhas, que enriquecem os integrantes da rede.

Valor declarado para os cristais fica abaixo do que é cobrado para venda
no mercado interno - (foto: Euler Júnior/EM/DA Press)
Esquema Para facilitar o caminho até as pedras, os chineses contam com empresas que oferecem a eles um pacote de serviços para localização, compra e desembaraço das pedras por cerca de R$ 13 mil. São R$ 3.500 de transporte de Curvelo ao porto, R$ 300 para o “chapa” (carregador), R$ 2.000 pelo frete marítimo e R$ 500 de imposto. Para cada contêiner, o lucro dos prestadores de serviço com o negócio é de cerca de R$ 7 mil. Ou seja: uma média de R$ 87,5 mil ao mês para cada 12,5 contêineres enviados ao exterior, segundo uma fonte que pediu anonimato.

“Em média, o total declarado para o conteúdo de cada contêiner é de US$ 6 mil (R$ 24 mil em 2019), mas o valor de fato pode ser US$ 100 mil (R$ 411 mil em 2019)”, diz uma fonte do setor. Ele lembra que o quartzo mais barato custa R$ 2 o quilo, mas, segundo Raymundo Vianna, o preço do quilo do quartzo muda de acordo com a variedade e a qualidade da pedra. “O quartzo rosa e o rutilado de boa qualidade custam entre R$ 8 mil e R$ 10 mil o quilo. Já a ametista e a rodonita, outras variedades, podem valer até R$ 30 mil o quilo. Porém é impossível estabelecer o valor da pedra sem a avaliação de um perito”, diz.

Segundo a Secretaria de Estado de Fazenda, há equipes especializadas para atuar na fiscalização do setor nas regiões onde a exploração de gemas é predominante. Além disso, o produtor individual pode emitir sua nota fiscal, mas um procedimento de retaguarda é adotado no caso de remessa de mercadoria para o exterior.


Chineses invadem o estado

A rota de interesse dos chineses pelas pedras preciosas brasileiras passa por municípios mineiros e também baianos. Em Minas, os principais são Curvelo, Corinto e Inimutaba. Na Bahia, Novo Horizonte, Ipupiara, Campo Formoso e Oliveira dos Brejinhos. Em Curvelo, profissionais que atuam com eles, mesmo sem formação superior, aprendem até a falar mandarim, ainda que com noções rudimentares. Com isso, têm rendimentos garantidos. Os pagamentos são todos feitos em dinheiro vivo. E adiantados. Entram nessa lista prestadores de serviço, restaurantes, hotéis, postos de gasolina, imobiliárias e lojas de aluguel de veículos. Todos extremamente satisfeitos.

“De coração, se for para prejudicar os chineses não faça essa matéria. Eles pararam de comprar pedras por quatro meses por causa do preço e do ano novo chinês e Curvelo inteira sentiu”, diz um prestador de serviços que viu na chegada dos compradores da China a solução para ter renda. De acordo com ele, de 2006 para cá a presença de chineses na cidade cresceu 70%. “Só na Bahia tem dez famílias”, afirma. Em Curvelo, alguns vivem em hotéis baratos, de R$ 25 a R$ 70 a diária, outros alugam casas onde vivem por cerca de três meses, depois dos quais voltam para o seu país de origem e são substituídos por membros da família.

Em junho de 2010, a Polícia Federal apreendeu 700 quilos de pedras semipreciosas e cristal em Itacambira. Elas foram obtidas por meio da exploração ilegal por quatro chineses e dois brasileiros. As investigações indicaram a existência de um esquema de venda dos produtos para a China, que teria base em Curvelo, na Região Central do estado. Foram presos os chineses Wu Tsung Ying, Daí Yong Dong, Rayoin Huo e Shao Kang He, além do garimpeiro Adilson Mariano de Oliveira e Cláudio Afonso dos Santos, transportador e intermediário do negócio.

Os 700 quilos de cristal e pedras semipreciosas estavam sendo transportados em 18 sacos de linhagem na carroceria de um Fiat Strada e, de acordo com informações da Polícia Federal, foram vendidos para os chineses por R$ 15 mil. Os produtos minerais teriam sido retirados de garimpo no povoado de Machados, na zona rural de Bocaiúva, e seguiam para Itacambira, passando por uma estrada vicinal. A Polícia Militar de Itacambira fez a apreensão, depois de receber uma denúncia anônima. Dias antes, também no Norte de Minas, foi apreendida 1,2 tonelada de cristal de quartzo e 20 quilos de pedras semipreciosas, que saíram de Licínio de Almeida, no sertão da Bahia, e que seriam levados para Curvelo. Segundo a PF, os minérios extraídos na Bahia também teriam como destino a China.Continua depois da publicidade

"Se for para prejudicar os chineses não faça essa matéria. Eles pararam de comprar pedras por quatro meses por causa do preço e do ano novo chinês e Curvelo inteira sentiu" - prestador de serviços aos chineses em Corinto, que pediu para não ser identificado.


Caminhos da pedra brasileira rumo à Ásia

Garimpo
É dos garimpos, a maioria deles clandestinos, que saem as pedras preciosas brutas que serão exportadas pelo estado

Subfaturamento
É esse um dos caminhos usados pelos produtores para "maquiar" a pedra bruta clandestina, tornando-a aparentemente legalizada

Venda
Uma vez feita a "maquiagem", as pedras são repassadas aos atravessadores, que vão vendê-las aos clientes estrangeiros

Desembaraço
Empresas especializadas desembaraçam a mercadoria, enviando-a para o Rio de Janeiro, de onde será exportada

China
As pedras chegam à indústria joalheira na China, a segunda maior do mundo, onde serão transformadas em joias, semijoias e bijuterias

Joias montadas (prontas)
Parte das joias e bijuterias entram novamente no Brasil, muitas vezes via contrabando, prejudicando a indústria joalheira nacional.


terça-feira, 20 de agosto de 2019

Salmão de Viveiro da Noruega – Alimento Mais Tóxico do Mundo.


Uma ampla investigação a nível mundial mostra os segredos da indústria do peixe. Cientistas confirmam, por exemplo, que o salmão de viveiro é o alimento mais tóxico do mundo. Na Noruega, Vietname ou Suécia, o peixe tornou-se numa indústria com enormes fábricas de alta tecnologia, onde são usadas toneladas de produtos químicos para alimentar milhões de peixes. Por exemplo, cerca de 50% do bacalhau nasce com deficiências genéticas.
É uma questão de saúde pública. E não há regulador neste mundo que atue em defesa do consumidor.

DOCUMENTÁRIO COM LEGENDAS EM PORTUGUÊS:



DOCUMENTARY IN ENGLISH:



Salmonopoly – Outro documentário muito esclarecedor, “Salmonopoly“, foi realizado por Wilfried Huismann e Arno Schumann e leva-nos a outras paragens e a outros segredos deste “negócio”.

Marine Harvest é a maior preocupação mundial no que diz respeito a aquicultura. Produz mais de 100 milhões de salmões de viveiro por ano e fornece os consumidores na Europa, EUA e Japão. Mas a que preço?

Este império global é dirigido por John Fredriksen, um “self-made man” e um dos mais ricos do mundo. Na sua casa norueguesa, autodenomina-se de “grande lobo”; “verde”, “duradouro” e “transparente”. Mas a realidade contradiz a filosofia da empresa, especialmente no Chile, onde a Marine Harvest é de longe o maior produtor, com cerca de 70 viveiros de peixe.  O Chile, com a sua legislação que deixa muito a desejar, é um paraíso para os investidores.

Tudo o que é proibido aos produtores de salmão na Europa é permitido no Chile, tendo como resultado após 18 meses de criação, um salmão carregado de químicos. Em Abril de 2008, para melhorar a imagem da aquicultura intensiva de larga escala, Marine Harvest firmou uma parceria com a WWF. Com um donativo de 100.000 euros por ano, Marine Harvest pode usar o logótipo do panda da WWF, para fazer propaganda do seu salmão de viveiro produzido industrialmente.

Totalmente suspeito ecologicamente, mas muito bem-sucedido economicamente: após um colapso durante a crise financeira, as ações da companhia subiram 270 por cento no verão de 2009. John Fredriksen é o protagonista deste “eco-thriller” posicionado no mundo obscuro de um gigante alimentar global.


SALMONOPOLY EN ESPAÑOL:




SALMONOPOLY IN ENGLISH:

sábado, 27 de abril de 2019

E Estamos À Beira de Mais Um Colapso de Civilizações?

Grandes civilizações não são exterminadas, mas acabam com a sua própria existência. Essa é a conclusão do historiador britânico Arnold Toynbee em sua principal obra, Um Estudo da História, dividida em 12 volumes. Ele explorou a ascensão e a queda de 28 civilizações diferentes ao longo da história de nossa civilização. O historiador estava certo em alguns aspectos: as civilizações são frequentemente responsáveis por seu próprio declínio. Sua autodestruição, no entanto, geralmente tem alguma “ajuda” externa.

'As civilizações são frequentemente responsáveis pelo seu próprio declínio e posterior extinção, mas sua autodestruição geralmente recebe ajuda externa', diz pesquisador

Luke Kemp – Especial para a BBC Future - BBC.com

O Império Romano, por exemplo, foi vítima de diversos problemas graves, incluindo super expansão, mudanças climáticas, degradação ambiental e más lideranças políticas e de pensadores. Um episódio marcante nesse processo de decadência foi a invasão e saque sucessivos de Roma pelos visigodos no ano de 410 (sob o comando de Alarico) e pelos vândalos em 455.

O exemplo romano mostra que tamanho não necessariamente blinda civilizações do colapso. O Império chegou a abranger cerca de 4,4 milhões de quilômetros quadrados (equivalente a pouco mais da metade do território brasileiro), mas em poucos séculos viu suas dimensões encolherem praticamente a zero.



Pesquisa

Nosso passado é marcado por fracassos recorrentes. Como parte da minha pesquisa no Centro para o Estudo do Risco Existencial, da Universidade de Cambridge, estou tentando descobrir, por meio de uma “autópsia histórica”, por que colapsos ocorrem. O que a ascensão e a queda das civilizações históricas nos dizem sobre a nossa civilização atual? Quais são as forças que precipitam ou retardam um colapso? Conseguimos ver padrões semelhantes hoje em dia?

A primeira forma de observar civilizações passadas é comparar sua longevidade. Mas isso pode ser difícil, já que não há uma definição absoluta de civilização, nem um banco de dados abrangente dos nascimentos e mortes das populações. Eu comparei o tempo de vida de várias civilizações, que defino como uma sociedade com agricultura, várias cidades, domínio militar em sua região geográfica e uma estrutura política abrangente. Dada essa definição, todos os impérios são civilizações, mas nem todas as civilizações são impérios.

Forum Romano em Roma, Itália. Coliseu à distância.
Às vezes as cidades no epicentro do colapso são recuperadas, como foi o caso de Roma

Um colapso pode ser definido como um processo de perda de população, identidade e complexidade socioeconômica. Há desmantelamento de serviços públicos e a desordem cresce à medida que o governo perde o controle de seu monopólio sobre a violência. Praticamente todas as civilizações passadas encararam esse destino.

Algumas se recuperaram ou se transformaram, como os chineses e os egípcios. Outros colapsos foram permanentes, como foi o caso da Ilha de Páscoa. Às vezes, as cidades no epicentro do colapso são recuperadas, como foi o caso de Roma. Em outros casos, como as ruínas maias, elas são abandonadas como mausoléu para futuros turistas e pesquisadores.


Lições

O que isso pode nos dizer sobre o futuro da atual civilização moderna global? As lições de impérios baseados na agricultura se aplicam ao nosso período pós-século 18 de capitalismo industrial?

Eu diria que sim. As sociedades do passado e do presente são apenas sistemas complexos compostos por pessoas e tecnologia. A teoria dos “acidentes normais” sugere que sistemas tecnológicos complexos frequentemente permitem que falhas ocorram. Dessa forma, colapsos podem ser fenômenos normais para as civilizações, independentemente de seu tamanho e estágio.

Imagem mostra casa sendo arrastada pelo mar agitado
Não há uma teoria única aceita sobre o porquê dos colapsos. Várias explicações
são apontadas e, entre elas, estão ambiente e clima

As civilizações atuais podem estar mais avançadas tecnologicamente, mas isso nos dá pouco fundamento para acreditar que somos imunes às ameaças que dizimaram nossos ancestrais. As nossas novas habilidades tecnológicas trazem novos desafios sem precedentes. E enquanto nossa escala pode agora ser global, o colapso parece acontecer tanto em vastos impérios quanto em reinos jovens. Não há razão para acreditar que um tamanho maior seja armadura contra a dissolução social. Nosso sistema econômico globalizado, fortemente conectado, é até mais propenso a propagar crises.

Se o destino das civilizações anteriores pode ser um roteiro para o nosso futuro, o que ele diz? Uma forma de analisá-lo é examinar as tendências que precederam colapsos históricos e observam os acontecimentos de hoje. Embora não exista uma teoria única aceita sobre o porquê da decadência de civilizações, historiadores, antropólogos e outros especialistas propuseram várias explicações, incluindo:

Mudança climática: Quando a estabilidade climática muda, os resultados podem ser desastrosos, resultando em quebra de safra, fome e desertificação. O colapso dos anasazis (América do Norte), da civilização de Tiahuanaco (Bolivia), dos acadianos (Oriente Médio), dos maias (América Central), do Império Romano e de muitos outros coincidiu com mudanças climáticas abruptas, geralmente secas.

Degradação ambiental: Colapsos podem ocorrer quando as sociedades sobrecarregam seu ambiente. Essa teoria do colapso ecológico aponta para o desmatamento excessivo, a poluição da água, a degradação do solo e a perda da biodiversidade como causas principais.

Desigualdade e oligarquias: A riqueza e a desigualdade política podem ser fatores centrais da desintegração social, assim como a oligarquia e a centralização de poder entre líderes. Isso não só causa desconforto social, mas prejudica a capacidade de uma sociedade responder a problemas ambientais, sociais e econômicos.

O campo da cliodinâmica (ciência que tenta explicar eventos históricos a partir da interação de diversos fatores) analisa de que modo aspectos como igualdade e demografia se correlacionam com a violência política. A análise estatística de sociedades anteriores sugere que isso acontece em ciclos. À medida que a população aumenta, a oferta de mão de obra supera a demanda, os trabalhadores tornam-se “baratos” e a sociedade se torna mais disfuncional. Essa desigualdade enfraquece a solidariedade coletiva e alimenta turbulências políticas.

Complexidade: O historiador Joseph Tainter afirma que as sociedades acabam entrando em colapso sob o peso de sua própria complexidade e burocracia acumuladas. Sociedades são coletivos de solução de problemas que crescem em complexidade para superar novos problemas. No entanto, o crescimento dessa complexidade acaba alcançando um limite. Depois desse ponto, o declínio acabará acontecendo.

Outra medida de crescente complexidade é chamada de Energia Retornada Sobre Energia Investida (EROI, na sigla em inglês). Isso se refere à razão entre a quantidade de energia produzida por um recurso em relação à energia necessária para obtê-lo. Em seu livro The Upside of Down: Catastrophe, Creativity, and the Renewal of Civilization  (atualmente sem edição no Brasil), o cientista político Thomas Homer-Dixon observou que a degradação ambiental em todo o Império Romano levou à queda da EROI de sua fonte de energia básica: as culturas de trigo e alfafa.

O império caiu junto com seu EROI. Tainter também considera a queda do indicador uma das principais responsáveis pelos colapsos, inclusive dos maias.

Choque externo: Em outras palavras, os “quatro cavaleiros do apocalipse”: guerra, desastres naturais, fome e pragas. O Império Asteca (México), por exemplo, foi extinto pelos invasores espanhóis.

A maioria dos primeiros Estados agrários desapareceu devido a epidemias mortais. A concentração de seres humanos e gado em assentamentos murados e com higiene precária tornou os surtos de doenças inevitáveis e catastróficos. Às vezes esses desastres acontecem combinados a fatores como, por exemplo, a introdução da salmonela (bactéria causadora de diversas doenças) nas Américas por meio dos conquistadores espanhóis.

Acaso/má sorte: Análises estatísticas sobre os impérios sugerem que o declínio é aleatório e independente de longevidade.

A bióloga evolucionista e cientista de dados Indre Zliobaite e seus colegas observaram um padrão semelhante no registro evolutivo das espécies. Uma explicação comum para essa aparente aleatoriedade é a “Hipótese da Rainha Vermelha”: se as espécies estão em luta constante pela sobrevivência em um ambiente em transformação com inúmeros concorrentes, a extinção é uma possibilidade real.

Apesar da abundância de livros e artigos, não temos uma explicação conclusiva sobre o porquê de as civilizações entrarem em decadência. O que sabemos é o seguinte: todos os fatores destacados acima podem contribuir. O colapso é um fenômeno que acontece quando fatores de tensão ultrapassam a capacidade de tolerância da sociedade.

Podemos examinar esses indicadores para ver se o risco, no caso das civilizações atuais, está caindo ou aumentando. Quatro desses possíveis indicadores que deveriam ser considerados são mudanças climáticas, impacto ambiental, desigualdade e complexidade. A temperatura é um claro indicador de mudança climática, o PIB é um parâmetro de complexidade e a pegada ecológica é um indicador de degradação ambiental. Cada um desses indicadores tem seguido uma tendência de alta acentuada.

A desigualdade é mais difícil de calcular. A medição típica do Coeficiente de Gini (instrumento estatístico para medir condições de renda das populações) sugere que a desigualdade diminuiu um pouco globalmente (embora esteja aumentando dentro de determinados países).

No entanto, o Coeficiente de Gini pode ser equivocado, pois mede apenas as mudanças relativas à renda. Em outras palavras, se um indivíduo que ganha US$ 1 e outro que ganha US$ 100 mil dobrassem sua renda, o Gini não mostraria mudança alguma. Mas a lacuna entre os dois teria saltado de US$ 99.999 para US$ 198.998.

Por causa disso, eu também olhei para a renda dos 1% mais ricos do mundo. Esse 1% aumentou sua participação na receita global de aproximadamente 16% em 1980 para mais de 20% hoje. É importante ressaltar que a desigualdade de riqueza é ainda pior. A parcela da riqueza global desse 1% aumentou de 25-30% na década de 1980 para aproximadamente 40% em 2016. É provável que a realidade seja mais acentuada, pois esses números não consideram riqueza e renda desviadas para paraísos fiscais no exterior.

Os ricos estão ficando cada vez mais ricos, o que nas civilizações do passado criou uma tensão adicional sobre as sociedades

Estudos sinalizam que o EROI para combustíveis fósseis vem diminuindo ao longo do tempo, à medida que as reservas mais fáceis de alcançar e as mais ricas estão se esgotando. Infelizmente, a maioria das fontes renováveis, como a solar, tem um EROI consideravelmente menor, principalmente devido à densidade de energia, metais raros e processo de fabricação necessários para produzi-los.

Isso levou grande parte dos pesquisadores a discutir a possibilidade de um “abismo energético”, à medida que o EROI diminui a um ponto em que os atuais níveis sociais de riqueza não podem mais ser mantidos. Esse “abismo energético” não precisa ser definitivo se as tecnologias renováveis continuarem a melhorar e as medidas de eficiência energética forem rapidamente implementadas.

Medidas de Recuperação

Uma notícia mais tranquilizadora é que os indicadores de colapso não são definitivos. A recuperação social pode atrasar ou até mesmo impedir o colapso. Por exemplo, globalmente, a “diversidade econômica” – uma medida da diversidade e sofisticação das exportações dos países – é maior hoje do que era nas décadas de 1960 e 1970, segundo medições pelo Índice de Complexidade Econômico (ECI, na sigla em inglês).

As nações são, em média, menos dependentes de tipos únicos de exportação do que eram antes. Por exemplo, uma nação que conseguisse diversificar suas exportações para além de produtos agrícolas estaria mais propensa a enfrentar a degradação ecológica ou a perda de parceiros comerciais.

O ECI também mede a intensidade do conhecimento das exportações. Populações mais qualificadas podem ter maior capacidade de lidar com crises à medida em que elas surgem. Da mesma forma, a inovação – medida por pedidos de patente per capita – também está aumentando. Em teoria, uma civilização pode ser menos vulnerável ao colapso se novas tecnologias puderem amenizar pressões como as mudanças climáticas.

Homens trabalham usando maçaricos em indústria
Nossas capacidades tecnológicas podem ter o potencial de retardar a decadência da civilização
Também é possível que o declínio possa acontecer sem uma catástrofe violenta. Como Rachel Nuwer escreveu para o BBC Future em 2017, “em alguns casos, as civilizações simplesmente desaparecem – tornando-se material para a História sem um grande estrondo, mas apenas com um gemido”.

Ainda assim, quando olhamos todos esses indicadores de colapso e recuperação como um todo, a mensagem é clara: não devemos ser complacentes. Existem algumas razões para sermos otimistas, graças à nossa capacidade de inovar e diversificar longe do desastre. No entanto, o mundo está piorando em áreas que contribuíram para o colapso das sociedades anteriores.

O clima está mudando, a distância entre ricos e pobres está aumentando, o mundo está se tornando cada vez mais complexo e nossa pressão sobre o meio ambiente está sobrecarregando o planeta.

A Escada Sem Degraus

Isso não é tudo. O mundo está agora profundamente interligado e interdependente. No passado, o colapso acontecia em nível regional – era um retrocesso temporário, e as pessoas podiam facilmente retornar a estilos de vida agrários ou caçadores-coletores. Para muitos, o colapso funcionou como um alívio da opressão dos primeiros Estados. Além disso, as armas disponíveis durante as rebeliões sociais eram rudimentares: espadas, flechas e ocasionalmente armas de fogo.

Hoje, o declínio social é uma perspectiva mais traiçoeira. As armas disponíveis para um Estado e, às vezes, até para grupos, agora variam de agentes biológicos a armas nucleares. Novos instrumentos de violência, como armas autônomas letais, podem estar disponíveis num futuro próximo. As pessoas estão cada vez mais especializadas e desconectadas da produção de alimentos e bens básicos e cada vez mais dependentes da TECNOLOGIA. E as mudanças climáticas podem prejudicar irremediavelmente nossa capacidade de retornar a práticas agrícolas simples.

Pense na civilização como uma escada mal construída. Conforme você sobe, cada degrau que você usou desmorona. Uma queda de uma altura de apenas alguns degraus não é tão perigosa. No entanto, quanto mais alto você sobe, maior a queda. Inevitavelmente, uma vez que você alcance uma altura maior, qualquer queda da escada é fatal.

Mulher caminha com criança em meio a ruínas de cidade na Síria após conflito entre combatentes
Qualquer colapso – qualquer queda da escada – corre o risco
de ser permanente’, diz especialista
Com a proliferação de armas nucleares, podemos já ter atingido este ponto de limite civilizacional. Qualquer colapso – qualquer queda da escada – corre o risco de ser permanente. Uma guerra nuclear em si poderia resultar em um risco existencial: a extinção de nossa espécie ou uma catapulta permanente de volta à Idade da Pedra.

Enquanto estamos nos tornando economicamente mais poderosos e resistentes, nossas capacidades tecnológicas também apresentam ameaças sem precedentes que nenhuma civilização teve que enfrentar. Por exemplo, as mudanças climáticas que estamos encarando são de natureza diferente daquelas que os maias ou anazasi enfrentaram. Elas são globais, influenciadas pelas ações dos seres humanos, mais rápidas e mais severas.

A ajuda para nossa ruína auto-imposta não virá de vizinhos hostis, mas das nossas próprias capacidades tecnológicas. O colapso, no nosso caso, seria uma armadilha do progresso. O colapso da nossa civilização não é inevitável. A História sugere que ele é provável, mas temos a vantagem única de poder aprender com as ruínas das sociedades do passado.

Nós sabemos o que precisa ser feito: as emissões podem ser reduzidas, as desigualdades, niveladas, a degradação ambiental, revertida, a inovação, desencadeada e as economias, diversificadas. As propostas políticas estão aí. O que falta é a vontade política. Nós também podemos investir em recuperação. Evitar a criação de tecnologias perigosas e amplamente acessíveis também é fundamental. Tais medidas diminuirão a chance de um colapso futuro se tornar irreversível. Nós só entraremos em declínio se avançarmos cegamente. Estaremos condenados apenas se não estivermos dispostos a ouvir o passado.

*Luke Kemp é especialista em colapsos de civilizações.

Este artigo faz parte de uma nova série da BBC Future chamada “Deep Civilization” (Civilização Profunda, em tradução livre), sobre uma visão de longo prazo da humanidade, que visa se afastar do ciclo de notícias diárias e ampliar o olhar sobre nosso lugar atual no tempo. A sociedade moderna está sofrendo de “exaustão temporal”, disse a socióloga Elise Boulding. “Se alguém está o tempo inteiro mentalmente sem fôlego, por lidar com o presente, não resta energia para imaginar o futuro”, escreveu ela. É por isso que essa série de reportagens vai explorar o que realmente importa no arco mais amplo da História humana e o que isso significa para nós e nossos descendentes.

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 “E os reis da Terra, e os grandes, e os ricos, e os tribunos, e os poderosos (A ELITE), e todo o servo, e todo o livre, se esconderam nas cavernas e nas rochas das montanhas; E diziam aos montes e aos rochedos: Caí sobre nós, e escondei-nos do rosto daquele que está assentado sobre o trono, e da ira do Cordeiro; porque é vindo o grande dia da sua ira; e quem poderá subsistir?” –   Apocalipse 6:15,16,17


quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

Sistema Nervoso pode ser Manipulado pelo Campo Eletromagnético dos Televisores


O tema do controle mental tem sido vivamente contestado já desde há algum tempo. O controle da mente ou dos pensamento é amplamente definido como a situação em que sujeitos humanos são doutrinados de uma forma que causa um prejuízo na sua autonomia – a incapacidade de pensarem de forma independente e causa uma ruptura com crenças e afiliações.

O controle mental foi inicialmente considerado uma mera teoria da conspiração. Durante os primeiros dias desta expressão, os seus adeptos acreditavam que a mente de um ser humano poderia ser controlada através da disseminação de mensagens de propaganda para atender à pessoa que disseminava a mensagem. Mesmo as teorias sobre os meios de comunicação como a Definição de Agendas, Incriminação e Pré-tratamento apoiaram a noção de que a mente humana poderia ser controlada para pensar numa determinada direção que os meios de comunicação pretendessem. Isso, em teoria, torna-se possível através das mensagens que os meios de comunicação divulgam ao público. Como os meios de comunicação bombardeiam constantemente as pessoas com uma mensagem ou ideia específica, ao longo do tempo, as pessoas ficam viciadas nela, adotando-a como uma realidade. Claro que, se isso acontecer, significa que as faculdades de pensamento das pessoas foram alteradas.

No entanto, o controle mental mudou do conceito de mera mensagem de comunicação nos meios de comunicação para algo mais profundo após uma revelação chocante. Em 1999, o psicólogo forense Dick Anthony revelou que a Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos (CIA) tinha inventado condenáveis técnicas de lavagem cerebral contra o comunismo durante a Guerra da Coreia.

A revelação de Anthony levou a um maior escrutínio da CIA. Mais tarde veio a lume que o governo dos Estados Unidos tinha efetuado experiências sobre como controlar a mente humana, imediatamente após o fim da Segunda Guerra Mundial. Em 1945, o governo recrutou secretamente muitos cientistas nazis, alguns dos quais tinham sido identificados e processados ​​como criminosos de guerra durante os Julgamentos de Nuremberg. A esse recrutamento foi dado o nome código de Operação Paperclip. O objetivo da Operação Paperclip era o de explorar o conhecimento desses cientistas criminosos nazis. Os nazis foram informados de que se eles concordassem em trabalhar para o governo dos Estados Unidos, o governo iria protege-los das acusações. Os nazis concordaram para evitarem serem enviados para a forca.

Depois de serem recrutados para os Estados Unidos, o governo usou os nazis em muitas experiências altamente clandestinas. Uma dessas experiências foi sobre como controlar a mente humana através da tecnologia e da ciência. Com a ajuda dos nazis, na década de 1950, a CIA e o Departamento de Defesa levaram a cabo pesquisas secretas com o nome de código MKULTRA. O projeto foi mais tarde renomeado Projeto ARTICHOKE. O objetivo era o de estudar o controle da mente, interrogatórios, modificação de comportamentos e outros tópicos relacionados.

Quando esses segredos foram tornados públicos, a CIA nunca os contestou, exceto para dizer que descontinuou os programas. Mas a grande questão aqui é: podemos confiar na CIA? E se eles conseguiram inventar uma tecnologia para controlar a mente humana da qual não temos Consciência?

Em 2013, a BBC publicou um artigo intitulado “Estaremos perto de tornar o controle da mente humana ‘uma realidade?” No artigo foi dito que Rajesh Rao, um investigador da Universidade de Washington, tinha conseguido jogar um jogo de computador com a sua mente, sem usar qualquer controlador físico.

A invenção de Rao convenceu muitos investigadores de que o controle da mente já não é uma teoria da conspiração, e que é real. Alguns investigadores expressaram sérias preocupações sobre a invenção de Rao, afirmando que poderia levar a um apocalipse Zombie.

“Quando temos ligações diretas para o cérebro e você pode controlar alguém como um robô, então poderemos vir a ter problemas”, disse o Dr. Ian Pearson, um futurologista com formação em ciência e engenharia.

Para lhe demonstrar, sem qualquer ambiguidade, que o controle da mente é real e que a tecnologia para fazer o trabalho altamente imoral, antiético e corrupto está disponível, nós vamos olhar para algo que nós encontramos, por sorte, na Internet.

A Patente U.S. 5356368 – 18 de Outubro de 1994 “Método e tecnologia para induzir estados de Consciência desejados” Este aparelho usa ondas cerebrais pré-gravadas - Ondas cerebrais >>Frequência>>Seguida por>>Resposta Para forçar a sua Mente - A seguir aqueles padrões de ondas cerebrais e sentir aquilo que lhe é dito que deve sentir Isto não é teoria, isto é tecnologia verdadeira que funciona.

Nós encontramos uma investigação científica publicada na internet com o número de patente US 6506148 B2. Intitula-se “manipulação do sistema nervoso por campos eletromagnéticos dos televisores”.

O resumo do trabalho diz:
Foram observados efeitos fisiológicos num sujeito humano em resposta à estimulação da pele com campos eletromagnéticos fracos que são pulsados ​​em certas frequências próximas de ½ Hz ou 2,4 Hz, de modo a excitar uma ressonância sensorial. Muitos monitores de computador e tubos dos televisores, ao exibirem as imagens pulsadas, emitem campos eletromagnéticos pulsados ​​de amplitudes suficientes para causar tal excitação. É, portanto, possível manipular o sistema nervoso de um sujeito pulsando imagens exibidas num monitor de computador ou aparelho de TV próximo. Para este último, o impulso da imagem pode ser incorporado no material do programa, ou pode ser sobreposto modulando um fluxo de vídeo, quer como um sinal de RF ou como um sinal de vídeo. A imagem exibida num monitor de computador pode ser pulsada efetivamente por um simples programa de computador. Para certos monitores, os campos eletromagnéticos pulsados ​​capazes de excitar ressonâncias sensoriais nos sujeitos próximos podem ser gerados mesmo quando as imagens exibidas são pulsadas com intensidade subliminar.

De acordo com a publicação no Google, Hendricus G. Loos é o proprietário do trabalho. Ele arquivou o trabalho em Junho de 2001, mas foi publicado em Janeiro de 2003. Quando tentamos encontrar mais detalhes sobre o Sr. Loos, percebemos que ele não é popular na internet, nem sequer mencionado no Wikipedia. Poucos artigos foram escritos sobre ele. O que descobrimos, no entanto, foi o seu trabalho sobre a manipulação do sistema nervoso com dispositivos eletrônicos que teve início em 1978, tendo publicado nove obras desde então.

Agora, para colocar o trabalho num contexto simples, vamos considerar uma definição simples do sistema nervoso. De acordo com os neurocientistas, o sistema nervoso humano controla tudo, desde a respiração e produção de enzimas digestivas, à memória e à inteligência. Na verdade, a parte central do sistema nervoso é o cérebro.

Se a patente com o número US 6506148 B2 diz que o sistema nervoso pode ser manipulado por campos electromagnéticos de monitores, precisamos dizer que a sua mente está a ser manipulada por monitores?

Os televisores, em particular, tornaram-se armas mortais para nós. A partir da recente divulgação do Vault 7 do WikiLeaks, descobrimos como a CIA usava as TV’s inteligentes da Samsung para espiar as pessoas.

Sabemos de várias fontes que o governo dos Estados Unidos tem tecnologias secretas. As tecnologias secretas estão cada vez mais incorporadas na maioria das tecnologias que usamos todos os dias. Isso ajuda o governo dos Estados Unidos a manter a sua hegemonia sobre cada ser neste planeta. O conhecimento secreto que os nazis tinham sob Adolf Hitler está agora nas mãos dos Estados Unidos e está sendo usado.

Com esta TV, eu já não terei de pensar por mim mesmo. Eu espero conseguir adotar as ideias e a percepção da realidade que é difundida através deste sinal. Uma vida de trivialidades sem sentido, desportos, mexericos de celebridades, inseguranças e posses materiais está agora à distância de um clique.

O nosso objectivo é o de aumentar a Consciência. Quando estávamos investigando esta questão, alguém nos disse que estava na hora de nos descartarmos dos nossos aparelhos de TV. A pessoa disse que a evidência é esmagadora. Verdadeiramente, estamos chocados com as evidências disponíveis. Uma pergunta importante que devemos fazer agora é: porque é que os principais meios de comunicação continuam em silêncio sobre esta questão? Isto diz-lhe que o objetivo final dos meios de comunicação é o de nunca educar e aumentar a Consciência. Eles foram criados e controlados pela elites para nos manter na escuridão para que eles possam continuar a lucrar conosco.

De agora em diante, nunca descarte qualquer teoria da conspiração. Leve o tempo que for necessário para ler sobre a teoria e fazer uma pequena pesquisa sobre isso primeiro. A pesquisa sobre esses tópicos não deve ser difícil, uma vez que estamos na Idade da Informação.

À medida que terminamos, pesquise no Google pela US 6506148 B2. Dispenda alguns minutos pensando. Diga-nos o que pensa escrevendo na seção de comentários. Como poderemos libertar-nos destas amarras e escravidão?


quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

COCA-COLA Brasileira tem MAIOR TAXA de Produto CANCERÍGENO no Mundo


A Coca-Cola comercializada no Brasil contém a maior concentração do 4-metil-imidazol (4-MI), produto presente no corante Caramelo IV e classificado como cancerígeno nos Estados Unidos, de acordo com informações da assessoria de imprensa do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec).

Conforme o Idec, a Coca-Cola do Brasil tem nove vezes mais o limite diário de 4-MI estabelecido pelo governo da Califórnia, que fixou a quantidade máxima de consumo diário de 39 ml do refrigerante por dia. Nos EUA, a empresa alterou a fórmula do produto para diminuir a concentração do 4-MI, segundo o jornal britânico Daily Mail. No Reino Unido, ativistas favoráveis a uma alimentação saudável para crianças querem que a empresa tome a mesma medida.

De acordo com o levantamento, o refrigerante vendido no Brasil contém 263 cmg do corante em 350 ml. Na Coca-Cola vendida no Quênia, que ficou na segunda posição, há 170 cmg para cada 355ml. A pesquisa, realizada pelo Centro de Pesquisa CSPI (Center for Science in the Public Interest, em inglês), de Washington testou a quantidade da substância nas latas vendidas também no Canadá, Emirados Árabe, México, Reino Unido e nos Estados Unidos. Procurada, a empresa ainda não se manifestou sobre a pesquisa.

Procurada, por meio de nota a Coca-Cola respondeu que a quantidade do 4-MI presente no corante caramelo utilizado nos produtos é "absolutamente segura" e que os índices do ingrediente apontados em amostra brasileira pela pesquisa estão dentro dos padrões aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A empresa afirmou ainda que não vai alterar sua fórmula e que mudanças no processo de fabricação de qualquer um dos ingredientes, como o corante caramelo, não tem potencial para modificar a cor ou o sabor da bebida. "Ao longo dos anos já implementamos outras mudanças no processo de fabricação de ingredientes, no entanto, sem alterar nossa fórmula secreta", diz a nota.

Conforme a empresa, ela se orienta por evidências científicas sólidas para garantir que os produtos são seguros e a Coca-Cola Brasil produz bebidas rigorosamente dentro das normas e observando as regras sobre quantidades e ingredientes recomendadas. 'O elevado padrão de qualidade e segurança dos nossos produtos permanece sendo nossa mais alta prioridade", completa.

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Relembrando, que esta questão não está apenas relacionada com a Coca-Cola, mas também com a Pepsi, de acordo com este artigo do Daily Mail.

Veja a explicação abaixo, retirada do artigo:

O que é a substância carcinogênica na Coca-Cola e Pepsi?

A cor dos refrigerantes vem parcialmente partir do 4-metilimidazole (4-MI), um produto químico que se forma na produção do corante de caramelo.

Coca-Cola, Pepsi e outros fabricantes insistem que ele é seguro em doses baixas encontradas em bebidas.

Mas estudos têm mostrado que a exposição a longo prazo ao produto químico causa câncer de pulmão em ratos, e as autoridades de saúde na Califórnia decidiram que os produtos com mais de 29 mcg (0.029 mg) devem levar uma advertência de saúde.

Quando a pesquisa do Centro para Ciência no Interesse Público, um grupo de campanha, as latas encontradas continham quase 140mcg, todas as empresas de refrigerante em todos os EUA foram forçadas a cortar os níveis.

Ativistas dizem que o consumo diário de alimentos com 30mcg de 4-MI causaria câncer em uma em cada 100 mil pessoas ao longo de suas vidas.

Mas a FDA (Food and Drug Administration) diz que alguém precisaria beber mais de 1.000 latas de cola todos os dias para atingir os níveis que causaram câncer em ratos de laboratório.
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Resolvemos enviar uma pergunta para o SAC da Coca-Cola, questionando a quantidade de  4-metil-imidazol (4-MI) utilizada no Brasil e recebemos o que acreditamos ser a resposta padrão (copy&paste) que dão para qualquer um que ouse questionar a segurança no consumo dos refrigerantes da Coca-Cola.

A Coca-Cola agradece a sua visita ao nosso site!
 Informamos que a quantidade de corante caramelo IV utilizado em nossos produtos é absolutamente segura, e está de acordo com os valores definidos pela Comissão do Codex Alimentarius (orientações relacionadas a alimentos seguidas internacionalmente),  e pela ANVISA. Para ultrapassar os limites estabelecidos para consumo do corante caramelo IV a pessoa precisaria consumir diariamente 80 litros de refrigerante.
Assim, a quantidade de 4-MI ingerida pelo consumo de refrigerantes não é considerada significativa ou indicativa de risco à saúde humana.
Nós, da Coca-Cola Brasil, buscamos um elevado padrão de qualidade e segurança nos nossos produtos. Essa é a nossa mais alta prioridade!
Coca-Cola Brasil.
Abra Felicidade! 

Fizemos mais um questionamento em relação à quantidade exata da substância nos refrigerantes brasileiros e ainda aguardo a resposta.

Veja também a discussão sobre o assunto no Fórum Anti-NOM.

Fontes:


Leia também:

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Documento de Químico Nuclear detalha “O Envenenamento da Humanidade por Alumínio via Geoengenharia”


Somente nos últimos dois anos o conceito de geoengenharia gerou um interesse crescente (que parece acelerar a um ritmo crescente) no mundo acadêmico.

Isso também acendeu um grande interesse na formulação de políticas, o que não é surpresa, dado que estamos a falar de “geoengenharia” do clima global em resposta às mudanças climáticas globais.

Isso é exatamente o que a geoengenharia é – uma resposta à atividade humana destrutiva que ainda temos de cessar – e envolve a injeção de partículas/aerossóis estratosféricos na atmosfera para, novamente, reduzir o efeito da mudança climática global.

Por exemplo, o SPICE é um projeto de pesquisa de geoengenharia financiado pelo governo do Reino Unido, que colabora com as universidades de Oxford, Cambridge, Edimburgo e Bristol para examinar a ideia da gestão da Radiação Solar [Solar Radiation Management – SRM].

Algumas das partículas candidatas a pulverizar no ar propostas pela SPICE (para citar apenas algumas) são (fonte):
  • Sulfato / Ácido sulfúrico / Dióxido de enxofre
  • Titânia
  • Carbeto de silício
  • Carbonato de cálcio
  • Alumina
  • Sílica
  • Óxido de zinco

Investigação inovadora

O Dr. Marvin Herndon, PhD., Um químico nuclear, geoquímico, e cosmoquímico – mais conhecido por deduzir a composição do núcleo interno da terra como sendo de silicieto de níquel, e não o metal de níquel-ferro parcialmente cristalizado – publicou uma investigação inovadora na revista de análise pelos seus pares, a Current Science (Academia Indiana de Ciências) intitulado “Envenenamento com alumínio da Humanidade e do biota da Terra pela actividade de geoengenharia clandestina: implicações para a Índia”.

O resumo diz o seguinte:

Em resposta a um apelo urgente por meio de um artigo na Current Science para auxiliar na compreensão da associação geológica da alta mobilidade do alumínio na saúde humana na planície aluvial de Ganga, eu descrevo as evidências da actividade de geoengenharia clandestina que ocorre há pelo menos 15 anos e que tem escalado acentuadamente nos últimos dois anos. A actividade de geoengenharia através de aviões-tanques a jacto lança uma substância não-natural e tóxica na atmosfera da Terra que, com a água da chuva, liberta alumínio altamente móvel. Para além disso, apresento as provas de que a substância tóxica é a cinza volante da combustão do carvão. A dispersão clandestina de cinzas de carvão e a consequente libertação de alumínio altamente móvel, eu afirmo, é uma causa subjacente do aumento generalizado e pronunciado das doenças neurológicas assim como da debilitação actualmente difundida e crescente na biota da Terra. Recomendações são feitas para verificar se a evidência apresentada aqui é aplicável à planície aluvial do Ganga. (Fonte) (Fonte)

O artigo continua, discutindo e citando publicações que detectaram metais pesados como o alumínio, bário, estrôncio e mais na água da chuva, cinzas volantes e muito mais. Por exemplo, durante o período entre Julho de 2011 e Novembro de 2012, 73 amostras da água da chuva foram colectadas e analisadas para o alumínio e bário; 71 foram recolhidas em 60 locais diferentes na Alemanha, 1 na França e 1 na Áustria.

O alumínio foi detectado em 77% das amostras da água da chuva e havia também uma concentração muito alta de bário e estrôncio.

Ele também discute como essas concentrações de metais não são o resultado de fenómenos naturais, como explosões vulcânicas, por exemplo.

Esta não é a única publicação recente e inovadora que vem do mundo da academia sobre este fenômeno. Há alguns meses, a Dra. Rose Cairns, doutorada, que pertence à Escola do Meio Ambiente e da Terra da Universidade de Leeds, publicou um artigo no Geophysical Journal, revisto por pares, intitulado “Climas de suspeição: narrativas da conspiração dos “rastos químicos” e Políticas da geoengenharia”. Ela também está a realizar pesquisas sobre a Governança da Geoengenharia como parte de um projeto multidisciplinar colaborativo entre a Universidade de Sussex, UCL e Universidade de Oxford (http://geoengineering-governance-research.org/). O projeto examina as implicações sociais, éticas e políticas das propostas de geoengenharia climática. (Fonte)

No seu artigo, ela descreve desenvolvimentos no discurso acadêmico e político sobre a geoengenharia, e como a modificação climática, também a ser discutida pelos cidadãos do mundo (que usam o termo “rastos químicos”), está a ter efeitos ecológicos e na saúde devastadores por todo o mundo. De acordo com o seu trabalho:

Entender a política emergente da geoengenharia e levar a sério as reivindicações sobre a importância da participação pública requer uma compreensão de toda a paisagem discursiva em torno das ideias do controlo climático global – incluindo as ideias marginais como aquelas defendidas pelos ativistas dos rastos químicos. Ignorar ou descartar esses discursos como patológicos ou paranoicos é ignorar perspectivas potencialmente reveladoras sobre a política emergente da geoengenharia. (Fonte)

Ela também menciona que:

Esta análise sugere um número de formas pelas quais a narrativa dos rastos químicos pode conter perspectivas e implicações importantes para as emergentes políticas de geoengenharia, e que não podem ser descartadas como “paranoicas” ou “patológicas”. (Fonte)

Embora a Dra. Rose não seja uma proponente da “conspiração dos rastos químicos”, é ótimo ver outro artigo publicado por um acadêmico tendo uma perspectiva neutra, reconhecendo a importância dessas alegações, em vez de descartá-las diretamente.

A diferença básica aqui é que a geoengenharia no âmbito académico é estritamente uma proposta, e que esses meios de engenharia do clima da Terra ainda não estão operacionais. Quando se trata dos defensores dos “rastos químicos”, eles acreditam que eles estão operacionais, assim como o artigo académico descrito no início deste artigo, juntamente com muitos outros.

A verdade é que parece haver uma tremenda quantidade de informações que sugerem que esses programas estão verdadeiramente operacionais. Ainda não é claro se a sua intenção é modificar o clima para combater os efeitos do aquecimento global ou promover algum outro tipo de agenda.

Evidências que sugerem que esses programas já estão operacionais:

Nos últimos anos tem havido um declínio no apoio à pesquisa da modificação climática, e uma tendência para os deslocar diretamente para projetos operacionais” – Associação Meteorológica Mundial (Fonte) 

Para além de programas de pesquisa específicos patrocinados por agências federais, existem outras funções relacionadas com a modificação climática que são realizadas em vários lugares do ramo executivo. Vários painéis e comités consultivos federais – criados para realizar estudos aprofundados e preparar relatórios, fornecer conselhos ou recomendações ou coordenar programas de modificação climática – foram alocados e apoiados dentro de departamentos executivos, agências ou serviços. (Fonte)


quarta-feira, 21 de junho de 2017

Inteligência Artificial do Facebook Criou Sua Própria Linguagem

Um recente relatório do Facebook sobre o modo como chatbots, robôs capazes de conversar por texto, dialogam um com o outro, despertou novas análises que permitem entrever o futuro da linguagem.


No relatório, pesquisadores do Laboratório de Pesquisa de Inteligência Artificial do Facebook (FAIR) descrevem o treinamento de seus “agentes de diálogo” para negociar utilizando a aprendizagem da máquina. Os chatbots eram alunos ansiosos e bem-sucedidos nas negociações, mas os pesquisadores finalmente perceberam que precisariam ajustar o modelo. Isso porque os bots estavam criando a própria linguagem, desviando-se das expressões modos de dialogar humanos.

Em outras palavras, quando se utilizou um modelo capaz de permitir que os chatbots conversassem livremente, utilizando a aprendizagem mecânica para aprimorar e incrementar suas estratégias de comunicação durante os bate-papos, em um dado momento eles criaram e aplicaram sua própria linguagem.

Inteligência artificial

O desenvolvimento singular e espontâneo de uma linguagem não-humana foi, provavelmente, o processo que mais desconcertou e incitou os pesquisadores, mas não foi o único. Os chatbots também demonstraram inteligência nas negociações e utilizaram estratégias avançadas para melhorar seus resultados. Por exemplo, um bot pode fingir estar interessado em algo sem valor para ser capaz de “sacrificar” esse elemento mais tarde, como parte de um compromisso.

Embora os robôs de caça-pechincha do Facebook não representem uma singularidade iminente – ou qualquer coisa que se aproxime desse nível de sofisticação – eles são significativos, em parte porque provam, mais uma vez, que um domínio importante assumido de forma exclusiva pelos seres humanos – a linguagem – é definitivamente um universo de saber compartilhado. A descoberta também destaca o quanto estamos longe de conhecer tudo sobre as inteligências artificiais (AIs) e como elas pensam e aprendem, mesmo quando as criamos e modelamos depois que nós já estávamos prontos.