A "História do Racismo" é um documentário produzido e realizado pela British Broadcasting Corporation (BBC) - que aborda o legado deixado pelo racismo e pelo escravismo ao longo dos séculos -, como parte da comemoração do bicentenário da Lei de Abolição ao Tráfico de Escravos (1807), a BBC 4, dentro da chamada "Abolition Season", exibiu uma série composta por três episódios, independentes entre si, abordando a história e os aspectos do racismo pelo mundo. São eles: "A Cor do Dinheiro", "Impactos Fatais" e "Um Legado Selvagem"
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segunda-feira, 29 de maio de 2017
sexta-feira, 26 de maio de 2017
Canal Netflix Proíbe o Documentário "The Red Pill" por Conter Muita VERDADE
Deixe-nos começar dizendo que nós não temos agenda política. Como a maioria de vocês, nós somos apenas pessoas regulares, exatamente no meio, vivendo nossas vidas. Dito isto, nós somos de mente aberta e acreditamos que obter diferentes perspectivas e ouvirmos muitos pontos de vista é importante para moldarmos as nossas próprias opiniões. O mundo seria um lugar sombrio, na verdade, se todos fôssemos forçados a aceitar apenas um lado de qualquer equação. E, no entanto, isso é o que estamos sendo cada vez mais intimidados a fazer, como evidenciado recentemente pela reação totalmente exagerada por muitos sobre o documentário do cineasta Cassie Jaye, o The Red Pill.
No filme, Jaye, uma jornalista investigativa e auto-proclamada feminista, decidiu descer o buraco do coelho do Movimento dos Direitos dos Homens (MDH), descrito pelo Urban Dictionary como "uma organização de homens e suas mulheres aliadas que chamam a atenção pelas maneiras nas quais a misandria (atitudes e ações anti-masculinas) e o ginocentrismo (privilegiar as mulheres) prejudicam os homens".
O filme se propõe a examinar o que o MDH realmente defende, o que eles acreditam estar lutando e quais realmente são suas atitudes em relação às mulheres.
Apesar do enorme sucesso comercial do documentário, a Netflix se recusou a exibi-lo. Em cinemas no Canadá, na Austrália e nos EUA, as feministas saíram em massa para protestar contra as exibições, e os cinemas independentes estiveram sob uma enorme pressão para não exibi-lo.
A CBC News informou recentemente que financiadores e patrocinadores no Canadá ameaçaram parar de fazer negócios com cinemas que se atrevam a prosseguir com exibições programadas.
Gavin McInnes, da Rebel Media, chama esse tipo de pressão de "terrorismo econômico" e faz uma observação interessante de que muitas das pessoas que protestaram com tanta veemência contra o documentário, nunca o viram.
McInnes argumenta que muitos documentários recentes têm sido muito tendenciosos em direção a um ponto de vista particular, e alguns como o An Inconvenient Truth, foram cientificamente falhos e totalmente unilaterais, mas foram aceitos como fato e permitiram moldar o pensamento de muitos.
Por outro lado, com o The Red Pill, Cassie Jaye faz "o que os verdadeiros jornalistas devem fazer", insiste ela. "Você parte sem agenda e não termina onde pensou que terminaria."
E a julgar pelo conteúdo do trailer, isso é exatamente o que Jaye faz. Ao fornecer a perspectiva do MDH, e destacando algumas de suas questões mais prementes, ela também fala com proeminentes ativistas feministas e jornalistas para obter sua opinião sobre essas questões.
As entrevistas que Jaye conduziu para o documentário destacam questões como os homens que praticamente não têm direitos quando se trata de disputas de custódia e o fato de que, se uma mulher decidir abortar seu bebê, seu cônjuge ou parceiro não teria voz sobre o assunto. O documentário também destaca o fato de que 93% das mortes no local de trabalho afetam os homens, e que 4 em cada 5 suicídios são homens.
Como um dos entrevistados observa, os homens estão sofrendo, mas, "A sociedade não quer ouvir a sua dor. Valorizamos a vida feminina mais do que valorizamos a vida masculina."
Dr. Warren Farrell refere-se a um "grande buraco na área de compaixão contra meninos e homens", e Paul Elam, presidente e fundador da organização A Voice for Men, observa que a mensagem anti-homem é um sutil subtexto em declarações como "pare a violência contra as mulheres", em vez de simplesmente "parar com toda a violência".
Em seu diário de vídeo, Jaye parece muito confusa e diz que não tem certeza se o MDH está simplesmente "enganando-a" para convencê-la de sua teoria que "os homens são discriminados e as mulheres têm a vantagem".
O trailer também mostra que ela está ouvindo muitas vozes feministas, incluindo a de Katherine Spillar, diretora-executiva da Feminist Majority Foundation, que insiste que é indiscutível que as mulheres ainda estão oprimidas fisicamente, financeiramente e economicamente e que nos centros de poder políticos e empresariais, os homens são favorecidos sobre as mulheres.
No geral, o trailer certamente representa um documentário equilibrado e estimulante que mostra ambos os lados da questão. É difícil entender sobre o que é todo o furor. Mas então, talvez Harry Crouch, presidente da Coalizão Nacional para os Homens, resumisse melhor quando disse: "Nós simplesmente não nos respeitamos pelo que somos".
Assista ao documentário e decida por si mesmo.
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terça-feira, 1 de novembro de 2016
A Realidade Estrutural da Sociedade - [VÍDEO]
O que você sabe sobre o mundo em que vive? O que conhece do país onde nasceu? Como você entende a estrutura que mantém a sociedade funcionando? O que é emprego? O que é felicidade? O que é justo?
Algum dia você já teve a plena certeza do que seja uma democracia? Fala-se tanto sobre isso e tantos outros assuntos, mas será que alguém já falou para você como realmente funciona a sociedade? Você conhece a realidade estrutural da sociedade?
Este vídeo é uma rasante na história, sem rodeios, sem palavras bonitas, de forma clara e direta, para que você entenda a maquina estrutural da sociedade que, em quase toda sua totalidade, escapa à consciência das pessoas.
Você faz parte disso. Conscientemente ou não, você faz parte disso. Eu faço parte disso. Ele faz parte disso. Todos nós somos parte desta estrutura.
Infelizmente, não conhecemos o autor, nem o orador em questão, mas admitimos a admiração pela clareza de raciocínio e oratória objetiva.
Infelizmente, não conhecemos o autor, nem o orador em questão, mas admitimos a admiração pela clareza de raciocínio e oratória objetiva.
Fonte: WhatsApp
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sexta-feira, 26 de agosto de 2016
ANUNNAKIS - Deuses da antiga Suméria?
Vários autores e pesquisadores têm argumentado que os Anunnakis não são completamente compreendidos, e que os acadêmicos se recusam a admitir suas verdadeiras origens. Com base nas numerosas descobertas arqueológicas: artefatos, registros e monumentos encontrados no passado por especialistas, acredita-se que os Anunnakis (“aqueles que desceram dos céus”, em sumério), uma civilização altamente avançada de um planeta elusivo em nosso sistema solar, vieram à Terra e pousaram no Golfo Pérsico há uns 432.000 anos.
Mas imagine o que aconteceria se a história reconhecesse que há centenas de milhares de anos seres avançados de outro lugar do Universo vieram até a Terra e ajudaram a dar início à civilização humana?
Alienígenas ou não?
Se fizermos uma pesquisa pelo nome Anunnaki e olharmos por explicações alternativas que discordam com os estudiosos de comportamento predominante, eventualmente encontraremos a teoria do Astronauta da Antiguidade (alienígenas).
Esta teoria pressupõem que há milhares de anos, mesmo antes da história registrada, nosso planeta foi visitado por astronautas de outro mundo, seres inteligentes com uma tecnologia muito além da nossa hoje.
Muitos arqueólogos consideram o Iraque dos dias atuais como o “berço da civilização” e que os antigos Anunnakis são uma das razões principais porque esta parte do mundo desenvolveu tão rapidamente milhares de anos atrás.
Entre 3.500 e 1.900, os rios Tigre e Eufrates eram o lar dos sumérios, que prosperavam nesta região.
Há aproximadamente uns 250.000 anos, de acordo com Zacharia Sitchin, os Anunnakis antigos uniram seus genes alienígenas com o do Homo erectus e criaram uma espécie conhecida como Homo sapiens, obtendo como resultado uma espécie geneticamente bicameral .
Assim, basicamente quando olhamos para os antigos Anunnakis e sua origem real, encontramos duas diferentes perspectivas dos dois tipos de pessoas.
Aqueles que acreditam que os antigos Anunnakis sejam parte do mito da criação de culturas antigas, tais como os sumérios, os acadianos, os assírios e os babilônios, e aqueles que acreditam que aquilo que está escrito nos tabletes de argila da Mesopotâmia são descrições reais de seres de outro mundo que vieram para a Terra há centenas de milhares de anos.
Este parece ser um debate nervoso.
Mas mesmo antes dos Anunnakis terem supostamente criado a raça humana, fala-se que os Igigis – aqueles que vêem – foram os deuses astronautas da antiguidade da geração mais jovem, servos dos poderosos Anunnakis que vieram à Terra para minerar ouro.
Os estudiosos de tendência predominante usam o temo Igigi para referenciarem aos deuses sumérios mitológicos. De acordo com esses acadêmicos, os Igigis eram os servos mais jovens dos Anunnakis, os quais iniciaram uma rebelião contra os ditadores de Enlil. No final, os Anunnakis substituíram os Igigi pelos humanos.
No que você acredita? Você acha que há evidência suficiente para apoiar as teorias a respeito da existência dos Anunnakis? Seriam eles somente mitos, ou seria possível que eles eram deuses de carne e osso, que vieram até a Terra num passado distante, dando início à civilização humana?
Genesis Revisitado - A Verdadeira Origem da Humanidade
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terça-feira, 10 de maio de 2016
Político Famoso afirma: POPULAÇÃO já está sendo CHIPADA através de VACINAÇÃO
É quase surreal, como algo fora de lógica, mas nano-chips invisíveis ao olho nu é uma realidade que já estão sendo hospedado em uma gama ampla de aplicações. A pergunta é: quanto tempo vai levar para que os governos e as grandes empresas farmacêuticas, que usam a nano tecnologia vão inserir nano chip dentro de vacinas, com o objetivo de vigilância da população a nível global? O politico renomado Simon Parkes acredita que eu e você já possam ter um chip Rfid dentro de nós adquirido através de vacinação.
A nanotecnologia lida com estruturas menores que um micrômetro (menos de 1/30 da (espessura de um cabelo humano), e envolve o desenvolvimento de materiais ou dispositivos dentro desse tamanho), sendo que o tamanho de um nanômetro de perspectiva é 100.000 vezes menor que a espessura de um fio de cabelo humano.
Mais de dez anos atrás, técnicas simples e de baixo custo, melhoram a concepção e o fabrico de nano-microchips. Que destravou uma multiplicidade de metodologias para a sua fabricação em uma ampla gama de aplicações, incluindo dispositivos ópticos, biológicos e eletrônicos.
A utilização conjunta de nano eletrônica, fotolito grafia, e novos biomateriais, permitiram que a tecnologia de fabricação comum exigida para os nano robôs para aplicações médicas, tais como instrumentação cirúrgica para o diagnóstico e monitoração de drogas nos pacientes.
Hitachi do Japão diz que desenvolveu um microchip menor e mais fino do mundo, que pode ser incorporado em papel para rastrear pacotes ou provar a autenticidade de um documento. O circuito integrado (IC chip) é menor que um grão de poeira.
Microchips hoje operam por meio de ondas de rádio de baixa freqüência que pode orientá-los. Com a ajuda de satélites, a pessoa implantada pode ser rastreada em qualquer lugar do globo. Essa técnica foi testada entre os soldados na guerra do Iraque, segundo o Dr. Carl Sanders, que inventou a interface de inteligência-tripulada (IMI bióticos), que é injetado nas pessoas. (Antes, durante a Guerra do Vietnã, os soldados foram injetados com o chip de Rambo, concebido para aumentar o fluxo de adrenalina na corrente sanguínea).
Cada pensamento, reação, audição e observação visual causam certo potencial neurológico, e os padrões no cérebro e seus campos eletromagnéticos agora podem ser decodificados em pensamentos, imagens e vozes. Estimulação eletromagnética, portanto, podem alterar as ondas cerebrais de uma pessoa e afetar a atividade muscular, caibras musculares causando dor experimentada como tortura.
O sistema eletrônico de vigilância da NSA pode, simultaneamente, acompanhar e lidar com milhões de pessoas. Cada um de nós tem uma freqüência de ressonância única bioelétrica do cérebro, assim como temos impressões digitais únicas. Com freqüência eletromagnéticas (CEM estimulação cerebral) totalmente codificadas, pulsando com sinais eletromagnéticos, poderão ser enviadas para o cérebro, fazendo com que a pessoa que tivesse o chip, ouvir vozes e ver efeitos visuais manipulados. Esta é uma forma de guerra eletrônica. E.U. astronautas foram implantados antes de serem enviados para o espaço para que seus pensamentos pudessem ser seguidos e todas as suas emoções poderiam ser registradas, 24 horas por dia.
Está técnica de implantar chip que começou na guerra do Vietnã, pode ter chegado a outros países na sala de cirurgia de hospitais ou por vacinas, no qual o indivíduo foi implantado por um microchip antigo e por isto ouve vozes e zumbido no ouvido.
Para neutralizar este chip, os americanos usavam um imã de neodímio. Agora os novos chips de nano tecnologia que usam a tecnologia moderna, até agora não existe meios de neutralizá-los, mas pode ser que um imã potente de neodímio possa danificá-lo.
Para aqueles que acham que foram implantados com tais chips antigos, se coloca o imã de neodímio no local ou atrás da orelha por 24 horas.
Os meios de comunicação de massa não têm relatado que a privacidade de uma pessoa implantada desaparece para o resto de sua vida. Este pode ser manipulado de várias maneiras. Usando freqüências diferentes no qual o controlador do segredo deste equipamento pode até mesmo mudar a vida emocional de uma pessoa. Esta pessoa passa ser agressiva ou apática. A sexualidade pode ser artificialmente influenciada. Sinais de pensamento no subconsciente podem ser lidos, sonhos afetados e até mesmo induzidos, tudo sem o conhecimento ou consentimento da pessoa implantada.
Esta tecnologia secreta tem sido usada por forças militares de certos países da OTAN desde a década de 1980, sem que a população civil e acadêmica tivesse ouvido nada sobre isso. Assim, pouca informação sobre métodos evasivos de controle, como os sistemas de controle que está disponível em revistas profissionais e acadêmicas.
Por que os implantes?
- principalmente para bloquear as habilidades (psíquica).
- interferir com o fluxo de energia no corpo, bem como a aura da pessoa.
- efeitos-manipulação/controle, vigilância, monitoramento.
- Deixa o indivíduo fora de equilíbrio, desativando-o fisicamente e mentalmente.
- criar o comportamento estranho, ansiedade, medo, depressão, raiva.
- destroem o sistema imunológico.
- desenvolver doenças, doenças terminais, ataques cardíacos.
- desenvolver a mutação das células, resultando em doença.
Sinais do grupo NSA de inteligência podem monitorar remotamente informações do cérebro humano codificando os sinais de (3.50HZ, 5 miliwatts) emitidos pelo cérebro. Experimentações em prisioneiro em ambos Gotemburgo, na Suécia e em Viena, na Áustria foram encontradas com lesões cerebrais evidentes. Circulação sanguínea diminuída por falta de oxigênio no lobo temporal direito como resultado na parte frontal do cérebro onde os implantes são geralmente colocados. A atrofia do cérebro e ataques intermitentes de inconsciência, devido à falta de oxigênio.
A segmentação das funções do cérebro de pessoas influenciadas pelos campos eletromagnéticos (a partir de helicópteros e aviões, satélites, torres de telefonia por microndas, aparelhos eletrodomésticos, telefones celulares, TV analógica e digital, rádio, etc.) é parte do problema da radiação que deverá ser abordada por governos democraticamente eleitos. No entanto, atualmente não existe qualquer interesse por qualquer governo nacional para enfrentar seriamente este problema, visto que as telecomunicações foram na maioria privatizadas e os países que controlam esta tecnologia podem fazer o controle remotamente de fora do país alvo.
O cronograma para a integração de nano-microchips dentro de vacinas é especulativa. Poderia levar apenas alguns anos, meses ou talvez seja feito agora e já temos conhecimento da sua integração em produtos farmacêuticos pela Novartis, devido às muitas vantagens políticas e militares, a sua aplicação é inevitável.
No entanto nesta era fraudulenta, seria um imperativo para as potências mundiais e os cartéis farmacêuticos, promoverem a eficácia das vacinas e aprovar as políticas nacionais de preparação para uma pandemia com um mandato obrigatório de vacinação usando a mídia com este objetivo.
Em 2005, a Organização Mundial da Saúde (OMS) desenvolveu os regulamentos internacionais de saúde que ligam todos os 194 países membros a orientações de emergência pandemica a que poderia cumprir esse mandato. Sem estes procedimentos de saúde pública (campanhas de vacinação e propaganda) no lugar, haveria pouca ou nenhuma cooperação voluntária do público para arregaçar as mangas e aceitar as inoculações. A participação do público é uma ferramenta essencial que vai permitir em breve um grande laboratório farmacêutico de injetar a ferramenta mais eficaz de vigilância já projetado para bilhões de pessoas.
Apesar de fabricação nanotecnologia está atualmente disponível em escala global, antes de as empresas de biotecnologia são capazes de iniciar a produção em massa e ensaios de nano-microchips dentro de vacinas, que provavelmente vai vender a idéia para o público. Através de diversos “cenários de melhoria da saúde” que irá incentivar a participação e anunciar publicamente a aprovação reguladora das mesmas políticas e as agências reguladoras que ajudou a criar.
Por meados do verão de 2009, a OMS e o Centro de Controle de Doenças (CDC),fez campanhas sensacionalistas de uma pandemia de gripe falsa para convencer o mundo a se submeter às vacinas contra H1N1, cujo conteúdo tem mercúrio e escaleno e dentre outros fármacos prejudiciais ao organismo. Doses adicionais de propaganda e, possivelmente, um evento biológico, podem também convencer a população a aceitar conscientemente micro chips dentro de vacinas sob o disfarce de um “bem maior” para a humanidade.
Quando nossas funções do cérebro já estão conectadas a supercomputadores, por meio de implantes de micro chip manipulado por freqüência de rádio, será demasiado tarde para protestar. Esta ameaça pode ser derrotada se o público for informado a respeito, usando a literatura disponível sobre bio telemetria, nano robótica e a troca de informações em congressos internacionais.
Confira o vídeo:
Fonte: SempreQuestione
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quinta-feira, 20 de agosto de 2015
NAS MÃOS DO GOVERNO - A Nova Ordem Mundial - [VÍDEO]
Nota do Editor: Não concordamos com tudo que é colocado neste vídeo, assim como a óbvia tendência religiosa que, hora ou outra, emerge durante o documentário. No entanto, consideramos boa parte do conteúdo a ponto de trazer até o leitor, para que este tire suas próprias conclusões a respeito.
Você já parou para pensar que na correria do dia a dia, cada passo seu é observado e monitorado?
O documentário Nas Mãos do Governo coloca em foco a questão que chamamos de liberdade e direito de ir e vir, mas por que a privacidade do indivíduo na sociedade está sendo violada? O governo diz que a vigilância é necessária para garantir a segurança nacional, e mundial, de forma a assegurar a paz e a unidade global.
Autores renomados como Grant R. Jeffrey, apresentam as escrituras bíblicas sob a ótica das profecias contidas nas Escrituras que mostram que pode existir muito mais do que apenas uma vigilância pelo mero interesse de manter a sociedade em segurança, mas que talvez existam forças ocultas por trás disso orquestrando a entrada do anticristo no poder global. Conheça as estratégias que burlam seu direito de privacidade. Alguns dizem que isso é apenas ficção, será mesmo?
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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015
Empresa sueca troca crachá por chip em funcionários
A Suécia é um país de inovações. Inúmeras tecnologias e softwares que nós usamos no nosso dia a dia vieram do país europeu ou foram inventados por um de seus 9,5 milhões de habitantes espalhados pelo o mundo, como o Skype e o Spotify. De fato, a empresa sueca King, criadora do Candy Crush, é o atual maior desenvolvedor mundial de “social games”.
Mas a Epicenter, um novo conjunto de escritórios hi-tech na Suécia, quer tentar uma nova tecnologia ainda incomum: aposentar o crachá ou o cartão magnético de identificação por um chip implantado sob a pele! A simples “operação” de implante do chip na mão dos funcionários (entre o dedão e o indicador) é feita por tatuadores profissionais e já havia sido testada em novembro de 2014 em uma experiência organizada por bio-hacker sueco (leia mais sobre o assunto na matéria da BBC).
Com uma minúscula identificação de radiofrequência (conhecido pela sigla RFID, de “radio-frequency identification”) do tamanho de um grão de arroz, basta o funcionário apertar a mão contra o identificador na porta do complexo para ser reconhecido e autorizado a entrar.
O mesmo acontece na porta de seu escritório ou para usar as fotocópias do complexo. O implante da identificação ainda é oferecido como uma escolha aos 700 profissionais que trabalham no Epicenter, mas Hannes Sjoblad, o bio-hacker inventor do chip, acredita que a tecnologia ainda pode ser usada para substituir outros itens do nosso cotidiano, como o cartão de crédito.
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terça-feira, 10 de fevereiro de 2015
“Deus não morreu. Ele tornou-se Dinheiro”.
Confira abaixo a excelente entrevista com Giorgio Agamben, um dos principais intelectuais de sua geração
![]() |
| Giorgio Agamben nasceu em Roma em 1942. É um dos principais intelectuais de sua geração, autor de muitos livros e responsável pela edição italiana das obras de Walter Benjamin (Foto: Arquivo) |
“O capitalismo é uma religião, e a mais feroz, implacável e irracional religião que jamais existiu, porque não conhece nem redenção nem trégua. Ela celebra um culto ininterrupto cuja liturgia é o trabalho e cujo objeto é o dinheiro”, afirma Giorgio Agamben, em entrevista concedida a Peppe Salvà.
Giorgio Agamben é um dos maiores filósofos vivos. Amigo de Pasolini e de Heidegger, foi definido pelo Times e pelo Le Monde como uma das dez mais importantes cabeças pensantes do mundo. Pelo segundo ano consecutivo ele transcorreu um longo período de férias em Scicli, na Sicília, Itália, onde concedeu a entrevista.
Segundo ele, “a nova ordem do poder mundial funda-se sobre um modelo de governabilidade que se define como democrática, mas que nada tem a ver com o que este termo significava em Atenas”. Assim, “a tarefa que nos espera consiste em pensar integralmente, de cabo a cabo, aquilo que até agora havíamos definido com a expressão, de resto pouco clara em si mesma, “vida política”, afima Agamben.
A tradução é de Selvino J. Assmann, professor de Filosofia do Departamento de Filosofia da Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC [e tradutor de três das quatro obras de Agamben publicadas pela Boitempo].
“Crise” e “economia” atualmente não são usadas como conceitos, mas como palavras de ordem, que servem para impor e para fazer com que se aceitem medidas e restrições que as pessoas não têm motivo algum para aceitar. “Crise” hoje em dia significa simplesmente “você deve obedecer!”. Creio que seja evidente para todos que a chamada “crise” já dura decênios e nada mais é senão o modo normal como funciona o capitalismo em nosso tempo. E se trata de um funcionamento que nada tem de racional.
Para entendermos o que está acontecendo, é preciso tomar ao pé da letra a ideia de Walter Benjamin, segundo o qual o capitalismo é, realmente, uma religião, e a mais feroz, implacável e irracional religião que jamais existiu, porque não conhece nem redenção nem trégua. Ela celebra um culto ininterrupto cuja liturgia é o trabalho e cujo objeto é o dinheiro. Deus não morreu, ele se tornou Dinheiro. O Banco – com os seus cinzentos funcionários e especialistas – assumiu o lugar da Igreja e dos seus padres e, governando o crédito (até mesmo o crédito dos Estados, que docilmente abdicaram de sua soberania), manipula e gere a fé – a escassa, incerta confiança – que o nosso tempo ainda traz consigo. Além disso, o fato de o capitalismo ser hoje uma religião, nada o mostra melhor do que o titulo de um grande jornal nacional (italiano) de alguns dias atrás: “salvar o euro a qualquer preço”. Isso mesmo, “salvar” é um termo religioso, mas o que significa “a qualquer preço”? Até ao preço de “sacrificar” vidas humanas? Só numa perspectiva religiosa (ou melhor, pseudo-religiosa) podem ser feitas afirmações tão evidentemente absurdas e desumanas.
A crise econômica que ameaça levar consigo parte dos Estados europeus pode ser vista como condição de crise de toda a modernidade?
A crise atravessada pela Europa não é apenas um problema econômico, como se gostaria que fosse vista, mas é antes de mais nada uma crise da relação com o passado. O conhecimento do passado é o único caminho de acesso ao presente. É procurando compreender o presente que os seres humanos – pelo menos nós, europeus – são obrigados a interrogar o passado. Eu disse “nós, europeus”, pois me parece que, se admitirmos que a palavra “Europa” tenha um sentido, ele, como hoje aparece como evidente, não pode ser nem político, nem religioso e menos ainda econômico, mas talvez consista nisso, no fato de que o homem europeu – à diferença, por exemplo, dos asiáticos e dos americanos, para quem a história e o passado têm um significado completamente diferente – pode ter acesso à sua verdade unicamente através de um confronto com o passado, unicamente fazendo as contas com a sua história.
O passado não é, pois, apenas um patrimônio de bens e de tradições, de memórias e de saberes, mas também e sobretudo um componente antropológico essencial do homem europeu, que só pode ter acesso ao presente olhando, de cada vez, para o que ele foi. Daí nasce a relação especial que os países europeus (a Itália, ou melhor, a Sicília, sob este ponto de vista é exemplar) têm com relação às suas cidades, às suas obras de arte, à sua paisagem: não se trata de conservar bens mais ou menos preciosos, entretanto exteriores e disponíveis; trata-se, isso sim, da própria realidade da Europa, da sua indisponível sobrevivência. Neste sentido, ao destruírem, com o cimento, com as autopistas e a Alta Velocidade, a paisagem italiana, os especuladores não nos privam apenas de um bem, mas destroem a nossa própria identidade. A própria expressão “bens culturais” é enganadora, pois sugere que se trata de bens entre outros bens, que podem ser desfrutados economicamente e talvez vendidos, como se fosse possível liquidar e por à venda a própria identidade.
Há muitos anos, um filósofo que também era um alto funcionário da Europa nascente, Alexandre Kojève, afirmava que o homo sapiens havia chegado ao fim de sua história e já não tinha nada diante de si a não ser duas possibilidades: o acesso a uma animalidade pós-histórica (encarnado pela american way of life) ou o esnobismo (encarnado pelos japoneses, que continuavam a celebrar as suas cerimônias do chá, esvaziadas, porém, de qualquer significado histórico). Entre uma América do Norte integralmente re-animalizada e um Japão que só se mantém humano ao preço de renunciar a todo conteúdo histórico, a Europa poderia oferecer a alternativa de uma cultura que continua sendo humana e vital, mesmo depois do fim da história, porque é capaz de confrontar-se com a sua própria história na sua totalidade e capaz de alcançar, a partir deste confronto, uma nova vida.
A sua obra mais conhecida, Homo Sacer, pergunta pela relação entre poder político e vida nua, e evidencia as dificuldades presentes nos dois termos. Qual é o ponto de mediação possível entre os dois pólos?
Minhas investigações mostraram que o poder soberano se fundamenta, desde a sua origem, na separação entre vida nua (a vida biológica, que, na Grécia, encontrava seu lugar na casa) e vida politicamente qualificada (que tinha seu lugar na cidade). A vida nua foi excluída da política e, ao mesmo tempo, foi incluída e capturada através da sua exclusão. Neste sentido, a vida nua é o fundamento negativo do poder. Tal separação atinge sua forma extrema na biopolítica moderna, na qual o cuidado e a decisão sobre a vida nua se tornam aquilo que está em jogo na política.Leia também
O que aconteceu nos estados totalitários do século XX reside no fato de que é o poder (também na forma da ciência) que decide, em última análise, sobre o que é uma vida humana e sobre o que ela não é. Contra isso, se trata de pensar numa política das formas de vida, a saber, de uma vida que nunca seja separável da sua forma, que jamais seja vida nua.
O mal-estar, para usar um eufemismo, com que o ser humano comum se põe frente ao mundo da política tem a ver especificamente com a condição italiana ou é de algum modo inevitável?
Acredito que atualmente estamos frente a um fenômeno novo que vai além do desencanto e da desconfiança recíproca entre os cidadãos e o poder e tem a ver com o planeta inteiro. O que está acontecendo é uma transformação radical das categorias com que estávamos acostumados a pensar a política. A nova ordem do poder mundial funda-se sobre um modelo de governamentalidade que se define como democrática, mas que nada tem a ver com o que este termo significava em Atenas. E que este modelo seja, do ponto de vista do poder, mais econômico e funcional é provado pelo fato de que foi adotado também por aqueles regimes que até poucos anos atrás eram ditaduras. É mais simples manipular a opinião das pessoas através da mídia e da televisão do que dever impor em cada oportunidade as próprias decisões com a violência. As formas da política por nós conhecidas – o Estado nacional, a soberania, a participação democrática, os partidos políticos, o direito internacional – já chegaram ao fim da sua história. Elas continuam vivas como formas vazias, mas a política tem hoje a forma de uma “economia”, a saber, de um governo das coisas e dos seres humanos. A tarefa que nos espera consiste, portanto, em pensar integralmente, de cabo a cabo, aquilo que até agora havíamos definido com a expressão, de resto pouco clara em si mesma, “vida política”.
O estado de exceção, que o senhor vinculou ao conceito de soberania, hoje em dia parece assumir o caráter de normalidade, mas os cidadãos ficam perdidos perante a incerteza na qual vivem cotidianamente. É possível atenuar esta sensação?
Vivemos há decênios num estado de exceção que se tornou regra, exatamente assim como acontece na economia em que a crise se tornou a condição normal. O estado de exceção – que deveria sempre ser limitado no tempo – é, pelo contrário, o modelo normal de governo, e isso precisamente nos estados que se dizem democráticos. Poucos sabem que as normas introduzidas, em matéria de segurança, depois do 11 de setembro (na Itália já se havia começado a partir dos anos de chumbo) são piores do que aquelas que vigoravam sob o fascismo. E os crimes contra a humanidade cometidos durante o nazismo foram possibilitados exatamente pelo fato de Hitler, logo depois que assumiu o poder, ter proclamado um estado de exceção que nunca foi revogado. E certamente ele não dispunha das possibilidades de controle (dados biométricos, videocâmeras, celulares, cartões de crédito) próprias dos estados contemporâneos. Poder-se-ia afirmar hoje que o Estado considera todo cidadão um terrorista virtual. Isso não pode senão piorar e tornar impossível aquela participação na política que deveria definir a democracia. Uma cidade cujas praças e cujas estradas são controladas por videocâmeras não é mais um lugar público: é uma prisão.
A grande autoridade que muitos atribuem a estudiosos que, como o senhor, investigam a natureza do poder político poderá trazer-nos esperanças de que, dizendo-o de forma banal, o futuro será melhor do que o presente?
Otimismo e pessimismo não são categorias úteis para pensar. Como escrevia Marx em carta a Ruge: “a situação desesperada da época em que vivo me enche de esperança”.
Podemos fazer-lhe uma pergunta sobre a aula que o senhor deu em Scicli? Houve quem lesse a conclusão que se refere a Piero Guccione como se fosse uma homenagem devida a uma amizade enraizada no tempo, enquanto outros viram nela uma indicação de como sair do xeque-mate no qual a arte contemporânea está envolvida.
Trata-se de uma homenagem a Piero Guccione e a Scicli, pequena cidade em que moram alguns dos mais importantes pintores vivos. A situação da arte hoje em dia é talvez o lugar exemplar para compreendermos a crise na relação com o passado, de que acabamos de falar. O único lugar em que o passado pode viver é o presente, e se o presente não sente mais o próprio passado como vivo, o museu e a arte, que daquele passado é a figura eminente, se tornam lugares problemáticos. Em uma sociedade que já não sabe o que fazer do seu passado, a arte se encontra premida entre a Cila do museu e a Caribdis da mercantilização. E muitas vezes, como acontece nos templos do absurdo que são os museus de arte contemporânea, as duas coisas coincidem.
Duchamp talvez tenha sido o primeiro a dar-se conta do beco sem saída em que a arte se meteu. O que faz Duchamp quando inventa o ready-made? Ele toma um objeto de uso qualquer, por exemplo, um vaso sanitário, e, introduzindo-o num museu, o força a apresentar-se como obra de arte. Naturalmente – a não ser o breve instante que dura o efeito do estranhamento e da surpresa – na realidade nada alcança aqui a presença: nem a obra, pois se trata de um objeto de uso qualquer, produzido industrialmente, nem a operação artística, porque não há de forma alguma uma poiesis, produção – e nem sequer o artista, porque aquele que assina com um irônico nome falso o vaso sanitário não age como artista, mas, se muito, como filósofo ou crítico, ou, conforme gostava de dizer Duchamp, como “alguém que respira”, um simples ser vivo.
Em todo caso, certamente ele não queria produzir uma obra de arte, mas desobstruir o caminhar da arte, fechada entre o museu e a mercantilização. Vocês sabem: o que de fato aconteceu é que um conluio, infelizmente ainda ativo, de hábeis especuladores e de “vivos” transformou o ready-made em obra de arte. E a chamada arte contemporânea nada mais faz do que repetir o gesto de Duchamp, enchendo com não-obras e performances em museus, que são meros organismos do mercado, destinados a acelerar a circulação de mercadorias, que, assim como o dinheiro, já alcançaram o estado de liquidez e querem ainda valer como obras. Esta é a contradição da arte contemporânea: abolir a obra e ao mesmo tempo estipular seu preço.
Sobre o autor
Giorgio Agamben nasceu em Roma em 1942. É um dos principais intelectuais de sua geração, autor de muitos livros e responsável pela edição italiana das obras de Walter Benjamin. Deu cursos em várias universidades europeias e norte-americanas, recusando-se a prosseguir lecionando na New York University em protesto à política de segurança dos Estados Unidos. Foi diretor de programa no Collège International de Philosophie de Paris. Mais recentemente ministrou aulas de Iconologia no Istituto Universitario di Architettura di Venezia (Iuav), afastando-se da carreira docente no final de 2009. Sua obra, influenciada por Michel Foucault e Hannah Arendt, centra-se nas relações entre filosofia, literatura, poesia e, fundamentalmente, política. Entre seus principais livros destacam-se Homo sacer (2005), Estado de exceção (2005), Profanações (2007), O que resta de Auschwitz (2008) e O reino e a glória (2011), os quatro últimos publicados no Brasil pela Boitempo Editorial.
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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
Glândula Pineal: O maior Encobrimento da História da Humanidade
A glândula pineal (também chamada de corpo pineal, epífise cerebral, epífise ou o “terceiro olho”) é uma pequena glândula endócrina no cérebro dos vertebrados. Ela produz a melatonina derivado da serotonina, um hormônio que afeta a modulação do padrão vigília / sono e funções sazonais. A sua forma assemelha-se a uma pequena pinha (daí o seu nome), e está localizada perto do centro do cérebro, entre os dois hemisférios, escondida num sulco onde os dois corpos talâmicos arredondados se juntam.
O Segredo: O que eles não querem que se saiba
A Glândula Pineal ou o Terceiro Olho de cada ser humano pode ser ativado para as frequências do mundo espiritual e permite que se tenha a sensação de conhecimento profundo, euforia divina e da capacidade de amar incondicionalmente. Quando a glândula pineal está sintonizada a frequências apropriadas com a ajuda da meditação, yoga ou vários métodos esotéricos, métodos ocultistas, permite à pessoa viajar para outras dimensões. Isto é mais conhecido como viagem astral, projeção astral ou visualização remota.
Com mais prática avançada e métodos antigos, também é possível controlar os pensamentos e ações de pessoas no mundo físico. Sim, é bizarro, mas os Estados Unidos, os antigos governos da União Soviética e várias organizações sombra têm vindo a fazer este tipo de pesquisa durante séculos e têm tido sucesso para além da nossa imaginação.
A Glândula Pineal é representada no Catolicismo em Roma, eles retratam a “pineal” na arte como uma pinha em forma de cone. As sociedades antigas, como os Egípcios e os Romanos sabiam os benefícios e exemplificaram isso nas suas vastas simbologias com um símbolo de um olho.
A Glândula Pineal também é referência na parte de trás da nota de um dólar dos EUA, na qual é chamada de “all seeing eye”, que é uma referência para a capacidade de um indivíduo (ou grupo de indivíduos) em usar esta glândula e ir para o outro lado (mundo espiritual) e, possivelmente, controlar os pensamentos e ações das pessoas no mundo físico ficando a saber o que eles estão a pensar o tempo todo no nosso mundo físico.
Várias pesquisas confirmam que existem certos períodos da noite, entre a uma e as quatro da manhã, onde os produtos químicos são libertados no cérebro que provocam sentimentos de conexão com a sua origem superior.
A Conspiração: Como eles estão a matar a sua Glândula Pineal
No final dos anos 90, um cientista com o nome de Jennifer Luke realizou o primeiro estudo sobre os efeitos do fluoreto de sódio na glândula pineal. Ela determinou que a glândula pineal, localizada no meio do cérebro, foi alvo do fluoreto. A glândula pineal simplesmente absorveu mais flúor do que qualquer outra matéria física no corpo, até mais que os ossos. A Glândula Pineal é como um ímã para o fluoreto de sódio. Este calcifica a glândula e faz com que seja menos eficaz em equilibrar os processos hormonais do corpo.
Desde então que diversas investigações provaram que o Fluoreto de Sódio afeta a glândula mais importante do nosso cérebro! É a única coisa que ataca o centro mais importante da nossa glândula no cérebro. É predominante em alimentos, bebidas, no nosso banho e na água potável. Fluoreto de Sódio é colocado em 90% do abastecimento de água dos Estados Unidos. Os filtros de água que se compra em supermercados não extraem o Fluoreto da água. Só osmose reversa ou a destilação da água. A forma mais barata é comprar um destilador de água.
Fluoreto de Sódio está no abastecimento de água, alimentos, pepsi, pasta de dentes, antissépticos bucais, isto tudo para emburrecer as massas, literalmente! O flúor foi introduzido na água pelos Nazistas e os Russos nos seus campos de concentração para tornar a população do campo dóceis e não questionar a autoridade.
Eu não sou um teórico da conspiração, mas acredito que se se retirar o poder da alma, é estar a desligar a nossa essência com o nosso Deus e o poder da nossa origem, da nossa espiritualidade, e transformar-nos em escravos mundanos de sociedades secretas, organizações sombra e o controle do mundo corporativo.
Gostaria de terminar com esta citação:
“Não acredite em qualquer coisa simplesmente porque já tinha ouvido isso. Não acredite em algo simplesmente porque é falado por muitos. Não acredite em algo simplesmente porque é encontrado escrito em livros religiosos. Não acredite em qualquer coisa devido meramente à autoridade dos seus professores e anciãos. Não acredite em tradições porque foram proferidas por muitas gerações. Mas, após observação e análise, quando você achar que qualquer coisa está de acordo com a razão e é propício para o bem e benefício de um e todos, então aceite-o e viva de acordo com isso.” – Buddha
Estudante no curso Design de Moda pela UCS, Manoela desenvolveu um grande interesse na conexão espiritual entre o passado, presente e o futuro da humanidade, seus caminhos e mudanças ao longo dos séculos. Suas pesquisas para o Verdade Mundial vem sendo amplamente visualizadas nas áreas da sociedade, história e religião.
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sexta-feira, 30 de janeiro de 2015
FLÚOR - Os Absurdos da Fluoretação das Águas
Você sabia que está sendo envenenado por um resíduo industrial tóxico capaz de diminuir sua inteligência? O assunto é bem antigo mas acredito que ainda há muitas pessoas que desconhecem, e nada mudou ainda no Brasil. Uma prova de que a sociedade anda sempre muito atrás do progresso científico, unicamente por conta de interesses escusos.
(Artigo Original em inglês - A nossa tradução é uma versão levemente modificada da tradução publicada no Uma Outra Visão)
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| Paul Connet, PhD, professor de Química. St.Lawrence University, NY/USA |
A fluoretação das águas é um fenômeno tipicamente norte-americano. Inicia lá nos tempos em que o asbesto (nt.: amianto, entre nós) era a base de nossas tubulações, o chumbo era acrescentado à gasolina, os PCB’s (nt.: askarel, nome mais comum) enchiam nossos transformadores elétricos e o DDT era tido como “seguro e efetivo”. E de tal forma este veneno era “seguro” que os agentes sanitários nem tonteavam quando aplicavam em nossas crianças, sentadas em sala de aula ou nas mesas rústicas dos piqueniques escolares. E um por um estes químicos foram sendo, progressivamente, banidos. Só a fluoretação permanece incólume.
Por mais de cinquenta anos, as autoridades governamentais, confiante e entusiasticamente, clamam de que a fluoretação é “segura e efetiva”. Entretanto, eles nunca estão preparados para defender esta prática em quaisquer debates públicos abertos. Hoje são tantos os argumentos contra este método que este confronto pode ser devastador.
(LEIA TAMBÉM: Flúor Reduz Inteligência - Harvard Study finds fluoriden lowers IQ)
Simplificando as coisas, ajuda começar separando os argumentos éticos dos argumentos científicos.
Para aqueles que as preocupações éticas são preponderantes, a questão da fluoretação torna-se muito simples de resolver. Ela é completamente antiética. Pessoas serem forçadas a tomar uma determinada medicação sem terem tido a mínima chance de dar seu “consentimento consciente”, já esclarece tudo. A má notícia é que argumentos éticos não têm muita influência em Washington, DC, a não ser que os políticos se conscientizem das milhões de pessoas os observando. Já a boa nova é de que os argumentos éticos estão apoiados em sólidos argumentos do senso comum e de pesquisas científicas que demonstram convincentemente de que a fluoretação não é “segura e efetiva” e nem tampouco necessária. A seguir, resumi os argumentos em diversas categorias:
(LEIA TAMBÉM: Entenda a polêmica sobre fluoretação da água (Blog Super Interessante - com vídeo em português)
A fluoretação é ANTIÉTICA porque:
1) Viola o direito individual de só se ser medicado com consentimento consciente;
2) A municipalidade não pode controlar a dose para cada paciente;
3) A municipalidade não consegue acompanhar a resposta individual de cada munícipe;
4) Ignora o fato de que algumas pessoas são mais vulneráveis do que outros aos efeitos tóxicos do flúor. algumas pessoas poderão sofrer enquanto outras podem se beneficiar
5) Viola o Código de Nuremberg com relação a experimentos feitos em humanos.
Como declarado pelo recente ganhador do Prêmio Nobel da Medicina (2000), Dr. Arvid Carlsson:
“Estou efetivamente convencido de que a fluoretação da água, num futuro não muito distante, será remetida às páginas da história da medicina ... A fluoretação da água vai contra os princípios básicos da farmacoterapia que sai do receituário estereotipado da medicação do tipo – uma cápsula três vezes ao dia – para uma terapia muito mais individualizada onde se coaduna dosagem e seleção do fármaco. Já a adição de drogas à água potável significa exatamente o contrário desta visão terapêutica individualizada.”
Já o Dr.Peter Mansfield, médico inglês e assessor do Conselho Superior do atual governo no processo de revisão do processo de fluoretação, afirma (McDonagh et al 2000):
“Nenhum médico em seu juízo perfeito, prescreverá a uma pessoa que jamais encontrou e que nem conhece seu histórico médico, uma substância que está destinada a criar condições de alterações orgânicas com a seguinte receita: ‘utilize na quantidade que quiser e será para o resto de sua vida tendo em vista que algumas crianças sofrem cáries dentárias’. Isto é uma postura estapafúrdia.”
A fluoretação é DESNECESSÁRIA porque:
1) As crianças podem ter dentes perfeitamente sadios sem serem expostas ao flúor;
2) Seus promotores (Centers of Disease Control/CDC-USA-Centros de Controle de Doenças/EUA – 1999, 2001) admitem que os benéficos são pela aplicação tópica e não sistêmica. Assim, introduzir flúor nas pastas de dente, como está hoje disponível em todo o planeta, é uma ação muito mais racional de aplicar flúor a um órgão específico (dentes) enquanto minimiza a exposição ao restante do organismo;
3) A maioria dos povos na Europa ocidental rejeitou a fluoretação da água e alcançou igual, ou talvez maior, sucesso do que os norte-americanos no manejo dos problemas dentários;
4) Se o flúor fosse necessário para se ter dentes fortes poder-se-ia esperar encontrá-lo no leite materno, no entanto seu nível é de 0,01 ppm, ou seja, 100 vezes menor do que o presente no mesmo volume de água fluoretada (IOM, 1997);
5) As crianças que são de comunidade sem fluoretação já recebem doses assim chamadas “ótimas”, originárias de outras fontes (Heller et al, 1997). E, de fato, muitas são até superexpostas ao flúor.
A fluoretação é INEFICAZ porque:
1) Os maiores pesquisadores dentais afirmam que os benefícios da fluoretação são pela aplicação tópica e não sistêmica (Fejerskov, 1981; Carlos, 1983; CDC, 1999, 2001; Locker, 1999; Featherstone, 2000);
2) Os pesquisadores dentais mais destacados afirmam também que a fluoretação é ineficaz para prevenir cáries e fissuras dentais e que representam 85% dos problemas de dentes apresentados por crianças (JADA, 1984; Gray, 1987; White, 1993; Pinkham, 1999);
3) Uma série de pesquisas demonstrou que os problemas dentais estão caindo tão rápido, se não mais rápido, em países industrializados sem fluoretação do que naqueles que são fluoretados (Diesendorf, 1986; Colqhoun, 1994; World Health Organization, Online);
4) A mais longa pesquisa conduzida nos EUA, demonstrou que havia somente uma diminuta diferença nos problemas dentais entre crianças que viveram toda sua vida em comunidades com fluoretação comparadas com aquelas em que não havia. A diferença não teve significância clínica nem mostrou ser estatisticamente significativa (Brunelle & Carlos, 1990);
5) A pior situação de problemas dentais nos EUA ocorre nas periferias pobres de suas grandes cidades, e a vasta maioria delas recebeu fluoretação durante décadas;
6) Quando a fluoretação foi suspensa na Finlândia, na antiga Alemanha Oriental, Cuba e Canadá, os problemas dentais não cresceram, mas diminuíram (Maupome et al, 2001; Kunzel e Fischer, 1997; Kunzel et al, 2000; Seppa et al, 2000).
A fluoretação é INSEGURA porque:
1) Ele se acumula em nossos ossos e torna-os quebradiços e predispostos à fraturas. O peso das evidências, vindas de pesquisas com animais, estudos clínicos e epidemiológicos sobre este tema, é gigantesco. O tempo de vida de exposição ao flúor contribuirá para maiores níveis de fraturas ósseas na maturidade;
2) Ele se acumula em nossa glândula pineal, possivelmente diminuindo a produção de melatonina, importantíssimo hormônio regulador de nossas funções orgânicas;
3) Agride o esmalte dos dentes (fluorose dental) das crianças, em altos percentuais. Entre 30 e 50% das crianças têm fluorose dental, em pelo menos dois dentes, em comunidades com fluoretação otimizada;
4) Há uma séria preocupação, ainda não comprovada, de uma possível conexão entre a fluoretação e a osteosarcoma em homens jovens (Cohen, 1992) assim como com as epidemias atuais de artrite e hipotireoidismo;
5) Em pesquisas com animais, o emprego de flúor a 1 ppm em água potável aumenta a absorção de alumínio pelo cérebro (Varner et al, 1998);
6) Países que empregam 3 ppm ou mais de flúor no fornecimento de água apresentam maiores níveis de infertilidade (Freni, 1994);
7) Em estudos humanos, os agentes da fluoretação mais comumente utilizados nos EUA, não só incrementam a presença do chumbo no sangue das crianças (Masters e Coplan, 1999, 2000) como também estão associados ao aumento de seu comportamento violento;
8) A margem de segurança entre o assim chamado benefício terapêutico na redução dos problemas dentais e muitos destes últimos pontos é ainda não existente ou muito baixa tendo como parâmetro a precaução.
A fluoretação é INJUSTA porque:
1) O fornecimento atinge todas as residências, mas é a população mais pobre a que não tem meios para evitá-la, caso quisessem, porque não tem recursos para adquirir água de fontes minerais ou dispor de capital para instalar algum caro equipamento para removê-la;
2) Os pobres são mais suscetíveis de sofrer desnutrição, reconhecidamente uma realidade que torna as crianças mais vulneráveis aos efeitos tóxicos do flúor (Massler e Schour, 1952; Marier e Rose, 1977; ATSDR, 1993; Teotia e al, 1998);
3) Muito raramente, se é que isto ocorre, os governos se oferecem para apoiar aqueles desafortunados que adquirem fluoroses dentais tão severas que exigiriam um dispendioso tratamento.
A fluoretação é INEFICIENTE e com BAIXO CUSTO-BENEFÍCIO porque:
1) Somente uma pequena parte da água fluoretada alcança seus objetivos. A maior parcela termina sendo utilizada para limpeza de pratos e talheres, para a descarga dos vasos sanitários ou para irrigar gramados e jardins;
2) Seria totalmente proibitivo, em termos de custos, a utilização do produto graduado farmaceuticamente, o fluoreto de sódio (a substância que foi empregado para testes), como agente para fluoretação no fornecimento público de água encanada. A fluoretação da água é artificialmente barata. Isto porque, e a maioria da população desconhece, o agente empregado para a fluoretação é um resíduo, impuro e perigoso, originário da indústria de fertilizantes ao produzir o adubo fosfato;
3) Se fosse considerado apropriado ingerirmos flúor (ainda que seu maior benefício seja de forma tópica e não sistêmica), uma forma mais segura e de melhor custo-benefício seria providenciar água fluoretada, engarrafada e disponível, gratuitamente, nas prateleiras dos supermercados. Esta solução possibilitaria controlar tanto a qualidade como a dose. Além do mais, não poria “goela abaixo” daqueles que não querem consumi-la.
A fluoretação é promovida de forma ANTICIENTÍFICA porque:
1) Em 1950, o Serviço de Saúde Pública dos EUA endossou entusiasticamente a fluoretação antes mesmo de que uma simples experimentação tivesse sido completada;
2) Ainda que se tenha muito mais fontes de flúor hoje do que se dispunha em 1945, a assim chamada “ótima concentração” de 1 ppm permaneceu inalterada;
3) O Serviço de Saúde Pública dos EUA nunca se sentiu obrigado a monitorar os níveis de flúor em nossos ossos mesmo sabendo, por anos, que 50% do que ingerimos a cada dia acumule-se aí;
4) Os responsáveis públicos que promovem a fluoretação nunca se dispuseram a avaliar os níveis de fluorose dental que as comunidades tinham antes da fluoretação, ainda que eles saibam que este nível indica se a criança está tendo ou não uma superdose;
5) Nenhuma agência pública dos EUA contestou a pesquisa feita por Luke de que o flúor se acumula na glândula pineal, mesmo após suas conclusões serem publicadas em 1994 (resumo, abstract), em sua tese de Ph.D em 1997, em seu trabalho em uma conferência internacional da Society for Fluoride Research em 1998, e em 2001 na Caries Research;
6) Os relatórios da CDC (Centers of Disease Control dos USA) de 1999 e 2001 que advogam a fluoretação estavam ambos desatualizados em seis anos nas pesquisas citadas quanto à preocupação em relação à saúde.
A fluoretação é INDEFENSÁVEL EM DEBATES PÚBLICOS
Os proponentes da fluoretação das águas recusam-se a defender esta prática em debates abertos porque sabem que perderão. A vasta maioria dos responsáveis públicos pela saúde, em todo os EUA e em outros países que promovem a fluoretação, baseia-se em aconselhamento de assessores e não em familiaridade com a literatura científica mais atualizada. Estas informações, de segunda mão, produzem inconsistência em seus discursos quando são desfiados a defenderem suas posições. Suas opiniões estão mais baseadas na fé do que na razão.
Aqueles que estão com os cordéis destes marionetes da saúde pública nas mãos, sabem destes fatos, e estão cinicamente ganhando tempo e esperando continuar enganando as pessoas, recitando esta longa lista de “autoridades” que sustentam a fluoretação, em vez de se atacarem os pontos principais. Como Brian Martin deixou claro em seu livro “Scientific Knowledge in Controversy: The Social Dynamics of the Fluoridation Debate” (1991) {O Conhecimento Científico em Controvérsia: A dinâmica social do debate sobre a fluoretação}, a promoção da fluoretação está fundada no exercício do poder político e não em análises racionais. A questão a responder então é : “porque o Serviço Público de Saúde escolhe exercer seu poder desta forma ?”.
As motivações, especialmente aquelas que são exercidas há muitas gerações de tomadores de decisão, são sempre difíceis de determinar. Entretanto, intencionalmente ou não, a fluoretação serviu para nos distrair de uma série de fatos marcantes.
A fluoretação NOS DISTRAIU de:
A. A omissão de um dos países mais ricos do mundo em prover cuidados dentais decentes para sua população pobre;
B. A incapacidade de 80% dos dentistas norte-americanos de atender crianças pelo sistema “Medicaid”;
C. O fracasso da comunidade de saúde pública em combater o imenso super-consumo dos alimentos açucarados por nossas crianças, a tal ponto de fazermos vista grossa à indiscriminada invasão de máquinas de refrigerantes nos prédios de nossas escolas. Esta atitude parece ser a de, "já que o flúor interrompe todos problemas dentais, porque então se preocupar em controlar a ingestão de açúcares?";
D. A omissão de se tratar adequadamente os efeitos ecológicos e de saúde pública gerados pela poluição do flúor originário da grande indústria. Apesar dos danos já gerados, e que permanecem sendo gerados, poucos são os ambientalistas que consideram o flúor como efetivamente “poluente”;
E. A omissão da U.S.EPA (nt.: Environmental Protection Agency-Agência de Proteção Ambiental dos EUA) em desenvolver um Nível Máximo de Contaminação para o flúor na água que pudesse ser cientificamente aceito;
F. A verdade é que mais e mais compostos organo-fluorados estão sendo introduzidos no mercado na forma de plásticos, fármacos e agrotóxicos. Apesar do fato de que alguns destes compostos oferecem tantas ameaças à nossa saúde e ao ambiente do que seus parentes, os clorados e os compostos de bromo (eles são persistentes, lipossolúveis e podem se acumular na cadeia alimentar e na nossa gordura corporal), as organizações e agências governamentais que agiram para limitar a disseminação global destes últimos halogenados, parecem estar completamente cegas para os perigos trazidos pelos compostos organo-fluorados.
Assim, enquanto a fluoretação não é efetiva e nem segura, sua continuação serve para acobertar muitos dos interesses que lucram em cima da desinformação do público a respeito do flúor.
Infelizmente, as instituições públicas têm colocado muita de sua credibilidade na defesa da fluoretação, e será muito difícil a seus prepostos falarem, honesta e abertamente sobre este assunto. Como foi com a amálgama de mercúrio, é muito complicado para instituições como a American Dental Association (nt.: Associação Norte-americana de Odontologia) reconhecer os riscos sobre a saúde já que isto poderá dar margens a ações de responsabilidade tão logo declarem algo a respeito.
Mesmo que ainda seja muito difícil, é essencial - para a proteção de milhões de pessoas desta agressão desnecessária - que o governo norte-americano comece a sair deste anacrônico e cada vez mais absurdo status quo em que se transformou este assunto. Existem precedentes, pois eles foram capazes de fazer o mesmo com a terapia de reposição hormonal.
Mas arrancar-se qualquer ação honesta do governo dos EUA nesta área, será bem difícil. Efetuar mudanças é como fazer uma ranhura numa madeira com a unha - a ciência pode afiar a unha mas é necessário o peso do público para fazer acontecer. Então, são necessários esforços constantes no sentido de se educar a população norte-americana para então contar com seu auxílio para exercermos pressões sobre nossos representantes políticos. No mínimo o que necessitamos é uma moratória quanto à utilização do flúor na água (o que significaria simplesmente se fechar a torneira da fluoretação por alguns meses) até haver um grande congresso público para serem apresentados os pontos chaves com testemunho de cientistas de ambos os lados. Com a questão da educação estamos numa situação melhor do que nunca. A maioria dos estudos fundamentais estão completamente disponíveis na Internet (www.slweb.org/bibliografy.html) assim como há entrevistas gravadas em vídeo com muitos dos cientistas e protagonistas cujos trabalhos são muitíssimo importantes para a atual reavaliação desta questão (ver vídeos em www.fluoridealert.org).
Com estas novas informações, mais e mais comunidades estão rejeitando novas propostas de fluoretação a nível local. A nível nacional, existem alguns passos esperançosos, como a contestação da EPA Headquarters Union (nt.: União do Conselho Superior da EPA) posicionando-se contra a fluoretação e o Sierra Club peticionando uma nova reavaliação desta matéria. Entretanto, ainda há necessidade de colossal ação de outros grupos nacionais envolvendo-se no sentido de tornar este um assunto que, desesperadamente, precisa ser de interesse nacional.
Espero que os leitores deste site (RedFlagsWeekly.com de 28.11.2002) que discordem do que disse aqui, manifestem-se, refutando com seus argumentos. Se não puderem, espero então que ultrapassem este barreira e cooperem para que se finalize uma das políticas mais tolas que se impingiu ao cidadão norte-americano. Este é o tempo de parar com esta loucura de fluoretar a água, sem mais delongas. Não será nada fácil. A fluoretação representa um poderosíssimo “sistema de crença” acalentado por grandes interesses e por poderes e influências entrincheirados no âmago do governo.
Dr. Paul Connett
Professor of Chemistry
St. Lawrence University, NY 13617
315-229-5853 mailto:ggvideo@northnet
com apoio de
Michael Connett
Webmaster
Fluoride Action Network
Todas as referências pode ser encontradas em http://www.fluoridealert.org/health/biblio.html
(LEIA TAMBÉM: 50 razões para opor-se a fluoretação - 50 reazons to oppose fluoridation)
Fonte: PontoZero
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quinta-feira, 29 de janeiro de 2015
Seca do Sudeste - Será mesmo culpa da falta de chuva?
Abaixo, apresentamos dois artigos, um escrito por Guigo Xavier e outro em vídeo, onde é feita uma denúncia sobre as reservas do Cantareira.
Em primeiro, apresentamos o vídeo de uma pessoa cujo nome é Rubens, dono do canal Verdade Oculta, no Youtube. Ele fez um vídeo, onde mostra que a seca não é bem aquilo que as TVs vem mostrando e alardeando. Ele ainda afirma que tudo não passa de um longo processo de privatização da água, em nome de empresas apátridas.
Bom, vamos assistir...
A Coca-Cola é assim
“Obrigado por compartilhar a felicidade”, diz-se no último anúncio da Coca-Cola (em espanhol), mas olhando de perto parece que a Coca-Cola de felicidade compartilha bem pouco. Se pensam que não, perguntem aos trabalhadores das fábricas que a multinacional pretende fechar agora no Estado Espanhol ou aos sindicalistas perseguidos, e alguns, até sequestrados e torturados na Colômbia, na Turquia, no Paquistão, na Rússia, na Nicarágua ou às comunidades da Índia que ficaram sem água após a saída da companhia. Isso para não falar da péssima qualidade dos seus ingredientes e do impacto na nossa saúde.
Em cada segundo consomem-se 18,5 mil latas ou garrafas de Coca-Cola em todo o mundo, segundo os dados da própria empresa. O império Coca-Cola vende as suas 500 marcas em mais de 200 países. Quem garantiria isso a John S. Pemberton, quando em 1886, elaborou tão exitosa poção numa pequena farmácia de Atlanta. Hoje, pelo contrário, a multinacional já não vende apenas uma só bebida mas muito mais. Através de campanhas multimilionárias de marketing, a Coca-Cola vende-nos algo tão desejado como “a felicidade”, “a faísca da vida” ou “um sorriso”. Todavia, nem o seu Instituto de la Felicidad [ou a Fábrica da Felicidade, em português] é capaz de esconder toda a dor que a empresa provoca. O seu currículo de abusos sociais e laborais corre, tal como os seus refrigerantes, todo o planeta.
Agora, chegou a vez do Estado Espanhol. A Companhia acaba de anunciar uma reorganização que implica o encerramento de quatro das suas onze fábricas, o despedimento de 1.250 trabalhadores e a recolocação de outros 500. Uma medida que, segundo a multinacional, é tomada “por causas organizativas e produtivas”. Pelo contrário, um comunicado da central sindical CCOO desmente esta informação e assinala que a empresa tem enormes lucros de cerca de 900 milhões de euros e um faturamento de mais de 3 bilhões de euros.
As más práticas da empresa são tão globais como a sua marca. Na Colômbia, desde 1990, oito trabalhadores da Coca-Cola foram assassinados por paramilitares e outros 65 receberam ameaças de morte, segundo “El informe alternativo de Coca-Cola” da organização War on Want. O sindicato colombiano Sinaltrainal denunciou a multinacional por detrás destas ações. Em 2001, o Sinaltrainal, através da International Labor Rights Fund e da United Steel Workers Union, conseguiu interpor nos Estados Unidos um processo contra a empresa por estes casos. Em 2003, o tribunal indeferiu a petição alegando que os assassinatos ocorreram fora dos Estados Unidos. A campanha do Sinaltrainal, de qualquer maneira, tinha já conseguido numerosos apoios.
O rastro de abusos da Coca-Cola se encontra praticamente em cada canto do planeta onde ela está presente (ZooFari/Wikimedia Commons)
Encontramos o rastro de abusos da Coca-Cola praticamente em cada canto do planeta onde ela está presente. No Paquistão, em 2001, vários trabalhadores da fábrica do Punjab foram despedidos por protestar e as tentativas de sindicalização dos seus trabalhadores em Lahore, Faisal e Gujranwala se chocaram com a oposição da multinacional e da administração. Na Turquia, os seus empregados, em 2005, denunciaram a Coca-Cola por intimidação e torturas e por utilizar um setor especial da polícia para estes fins. Na Nicarágua, no mesmo ano, o Sindicato Único de Trabalhadores (Sutec) acusou a multinacional de não permitir a organização sindical e ameaçar com despedimentos. E encontramos casos semelhantes em Guatemala, Rússia, Perú, Chile, México, Brasil, Panamá. Uma das principais tentativas para coordenar uma campanha de denúncia internacional contra a Coca-Cola foi em 2002 quando sindicatos da Colômbia, da Venezuela, do Zimbábue e das Filipinas denunciaram conjuntamente a repressão sofrida pelos seus sindicalistas na Coca-Cola e as ameaças de sequestros e assassinatos que receberam.
Cabe destacar ainda que a companhia não é unicamente conhecida pelos seus abusos laborais mas também pelo impacto social e ecológico das suas práticas. Como a própria empresa reconhece: “A Coca-Cola é a empresa da hidratação. Sem água, não há negócio”. E onde se instala, ela suga a água até à última gota. De fato, para produzir um litro de Coca-Cola, são precisos três litros de água. E não só para a bebida mas também para lavar garrafas, máquinas… Água que a posteriori é descartada como água contaminada, com o consequente prejuízo do meio ambiente. Para saciar a sua sede uma engarrafadora da Coca-Cola pode chegar a consumir até um milhão de litros de água por dia, a empresa toma unilateralmente o controle de aquíferos que abastecem as comunidades locais deixando-as sem um bem essencial como a água.
Na Índia, vários Estados (Rajastán, Uttar Pradesh, Kerala, Maharastra) encontram-se em pé de guerra contra a multinacional. Vários documentos oficiais assinalam a diminuição drástica dos recursos hídricos onde a empresa está instalada, acabando com a água para o consumo, a higiene pessoal e a agricultura, sustento de muitas famílias. Em Kerala, em 2004, a fábrica de Plachimada da Coca-Cola foi obrigada a fechar depois do município ter negado a renovação da sua licença acusando a Companhia de esgotar e contaminar a sua água. Meses antes, o Tribunal Supremo de Kerala sentenciou que a extração massiva de água por parte da Coca-Cola era ilegal. O seu encerramento foi uma grande vitória para a comunidade.
Casos similares aconteceram também em El Salvador e Chiapas, entre outros. Em El Salvador, as fábricas de engarrafamento da Coca-Cola esgotaram os recursos hídricos após décadas de extração e contaminaram aquíferos ao desfazer-se da água não tratada procedente das fábricas da empresa. A multinacional sempre se recusou a responsabilizar-se pelo impacto das suas práticas. No México, a Companhia privatizou inúmeros aquíferos, deixando as comunidades locais sem acesso aos mesmos, graças ao apoio incondicional do Governo de Vicente Fox (2000-2006), antigo presidente da Coca-Cola do México.
O impacto da sua fórmula secreta sobre a nossa saúde está também extensamente documentado. As suas altas doses de açúcar não nos beneficiam e convertem-nos em “viciados” da sua poção. E o uso do aspartame, edulcorante não calórico substitutivo do açúcar, colocado na Coca-Cola Zero, está demonstrado que consumido em altas doses pode ser cancerígeno, como assinalou a jornalista Marie Monique Robin no seu documentário “O nosso veneno cotidiano”. Em 2004, a Coca-Cola da Grã-Bretanha viu-se obrigada a retirar, após o seu lançamento, a água engarrafada Desani, depois de se ter descoberto no seu conteúdo níveis ilegais de brometo, substância que aumenta o risco de cancro. A empresa teve que separar meio milhão de garrafas, do que havia anunciado como “uma das águas mais puras do mercado”, apesar de um artigo na revista The Grocer assinalar que a sua fonte era água tratada das torneiras de Londres.
Os tentáculos da Coca-Cola, assim mesmo, são tão grandes que, em 2012, uma das suas diretoras, Àngela López de Sá, chegou à direção da Agência Espanhola de Segurança Alimentar. Que posição vai ter, por exemplo, a Agência face ao uso do aspartame quando a empresa, que até poucos dias lhe pagava o salário como sua atual diretora, o usa sistematicamente? Conflito de interesses? Já o assinalamos antes com o caso de Vicente Fox.
A marca que nos diz vender felicidade, reparte antes pesadelos. A Coca-Cola é assim diz o anúncio. Assim é e assim a descrevemos."
Em Jundiaí - SP, está situada a MAIOR fábrica da Coca-Cola do mundo.
Veja:
Jundiaí é sede da maior fábrica da Coca-Cola do mundo*
A localização privilegiada e a boa infraestrutura de Jundiaí foram determinantes para que o município paulista se tornasse a sede da maior fábrica da Coca-Cola no mundo em volume de produção. A unidade tem quase 180 000 metros quadrados de área, emprega mais de 1.000 funcionários e produziu 1,7 bilhão de litros de bebidas em 2013. Os produtos que saem de lá abastecem a maior parte do Estado de São Paulo, inclusive a capital, e parte de Minas Gerais. Recentemente, a fábrica montou um gigantesco armazém vertical com 23 metros de altura, 100 de largura e 75 de profundidade. A estrutura é capaz de armazenar a produção de quatro dias da fábrica, o que simplifica a logística e encurta os prazo de distribuição. (Gabriel Castro, de Jundiaí)
Suspeita de desvio de rio para abastecimento de indústria da Coca-Cola
Existe uma investigação da Promotoria de São Paulo que apura o desvio de um rio para atender a fábrica. Isso mesmo, um rio. A capacidade desse desvio é de 500 litros por segundo. Fazendo um cálculo rápido chega-se a quantia de 30.000 litros por minuto, 1.800.000 por hora e 43.200.000 litros por dia de água roubada.
O MP indica que, em caso de seca, esse volume de água desviado causaria sério risco de escassez de água na região.
Ora, temos a maior fábrica da bebida mais vendida do mundo que utiliza 3 litros de água para cada 1 litro do veneno preto. Acredito que essa fonte de água da empresa está sobrecarregada e a seca está prejudicando as reservas mais abaixo. Eu não sou geógrafo, mas racionando sobre o rumo das águas que desembocam no mar, acredito que isso pode afetar o sistema da cantareira.
Na própria apuração do MP, indica que "em tempo de estiagem mais de 1 milhão de pessoas podem ficar sem abastecimento de água em Campinas".
Veja: Folha
Em guerra contra a Nestlé
Em Minas Gerais, moradores e o Ministério Público também brigam com outra multinacional devido a apropriação das águas da região. Nesse caso, a meu ver, não afeta diretamente o sistema da cantareira, mas reforça a a metodologia empregada por essas empresas para com os nossos recursos hídricos. Se apropriam de algo natural e ganham rios de dinheiro.
Não inserirei o texto na íntegra pois é extenso e ficaria cansativo. Deixarei o Link.
Bem, como essa situação se encaixa na Nova Ordem???
Eu vejo que a dominação cultural e manipulação dos governos fazem terrenos férteis para a exploração dos senhores do mundo.
Governos corruptos ganham sua esmola para que essas riquezas sejam levadas para os dominadores. Pegam a nossa água e revendem um produto caro para nós mesmos e o dinheiro vai embora para o bolso da NOM que reinveste em marketing para enganar a nossa mente e consumirmos os produtos tóxicos que eles produzem. Todos são felizes consumindo coca nas propagandas, não são?
Pessoas trocam água por coca no dia a dia. Ficam doentes, entrando em outro ramo da NOM que é a indústria farmacêutica. É tudo um ciclo bem planejado.
Nós precisamos assumir a responsabilidade de buscar a mudança. Todas as revoluções da história partiram de lutas do povo. Governante nenhum se mexeu para alterar a situação sem que houvesse uma pressão da massa.
Devemos continuar tentando abrir os olhos de todos. Todos somos seres iguais e temos direitos iguais sobre todos os recursos que esse mundo oferece.
O que nasce da terra não é propriedade de ninguém. Ninguém trabalhou para que a água nascesse. Ela apenas nasce.
No interior já estão passando necessidade.
Esse final de semana teve grande prêmio de F1 em interlagos (cidade de São Paulo). Será que algum poderoso daquele passou necessidade de água? Definitivamente NÃO! É revoltante!
Me lembro da lição do tio Ben, tio de Peter Parker, "grandes poderes trazem grandes responsabilidades".
Se conhecimento é poder, então estamos nos tornando poderosos. Esse poder trará a responsabilidade de lutar por mudanças. Lutar por aqueles cegos também.
"Eles não sabem o que fazem", já disse Jesus na cruz do calvário.
Um grande abraço amigos.
Estava afastado do fórum. Graças a Deus, estou concluindo meu curso de Direito, passei na OAB, defendi monografia... esse semestre foi meio puxado. Tudo que aprendi aqui me ajudou muito na minha formação.
Cada contribuição é muito importante. Obrigado a todos!
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