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sábado, 5 de dezembro de 2020

A Bomba Atômica Brasileira - [Vídeo]

 Nos anos 70, o exército começou a acreditar, que só seríamos respeitados pelo resto do mundo, se possuíssemos uma bomba atômica. E foi aí que começou todo um processo secreto de capacitação e desenvolvimento nuclear brasileiro.

Assista o vídeo abaixo e saiba que história é essa:


sexta-feira, 16 de outubro de 2020

Alienígenas são Semelhantes a Humanos, Só que Mais Altos, Afirma Documento do FBI


 O documento fala de entidades que não vêm de outro planeta, mas de outra dimensão do espaço-tempo e podem materializar-se à vontade, entrando no nosso ambiente assim como na maior parte dos casos de avistamentos OVNIs. 

A cada dia um grande numero de arquivos sobre OVNIs (antes secretos) estão sendo liberados ao publico e isso vem conquistando cada vez mais as pessoas que se mostram ainda mais interessadas sobre o assunto... Em nenhum outro momento se falou tanto sobre a vida extraterrestre!! O próprio FBI tem um documento que pode mudar tudo o que sabemos sobre eles postado em seu site ....

O link oficial do cofre do FBI pode ser encontrado clicando aqui.

O documento liberado não só afirma que fomos visitados pelos extraterrestres, mas também diz que aparentemente fomos visitados por "seres de outras dimensões".

O documento foi escrito por um ex-chefe universitário, e esse arquivo foi tratado com grande importância pelo FBI, o que é algo muito interessante, apesar dele não se originar no âmbito do FBI.

Uma cópia reescrita do relatório pode ser encontrada abaixo.

O documento, que foi recebido em 8 de julho de 1947, declara:

Uma situação muito grave pode se desenvolver a qualquer momento em relação aos "discos voadores". Se um destes for atacado, o avião que o atacar quase certamente será destruído. Na mente pública, isso poderia criar pânico e desconfiança internacional. Os principais dados referentes a essas naves estão agora em mãos e devem ser oferecidos não importando o quão fantástico e incompreensível isso possa parecer (...)

* Algumas naves levam tripulações, outras estão sob 'controle remoto'.

* Sua missão é pacífica. Os visitantes observam atentamente este plano.

* Esses visitantes são semelhantes a humanos, mas muito maiores em tamanho.

* Não estão encarnados na Terra, mas em seu próprio mundo;.

* Eles não vêm de um planeta na verdadeira acepção da palavra, mas de um mundo etéreo que interpenetra o nosso e não nos é perceptível;

* Os discos possuem um tipo de energia radiante ou raios que podem facilmente desintegrar qualquer nave de ataque. Podem reentrar ao campo etéreo ("seu próprio mundo") à vontade e, assim, simplesmente, desaparecer da nossa vista, sem deixar vestígios;

* A região de onde vêm não é o “plano astral”, mas corresponde aos Lokas [Planos superiores] ou Talas [Planos inferiores]. 

* Provavelmente não utilizam sistema de rádio, mas talvez radar - sistema de sinais para operar aparelhos, realizar entradas e materializações

Fonte1 / Fonte2 / Fonte3 

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

O Projeto Brasileiro da BOMBA ATÔMICA criado no REGIME MILITAR.

O Exército começou nos anos 70, acreditando que só seríamos respeitados com isso. Hoje o Brasil domina o ciclo de produção do combustível nuclear.

Imagem meramente ilustrativa da explosão da bomba de hidrogênio Ivy Mike - Getty Images

Em 1990, o presidente Fernando Collor jogou uma simbólica pá de cal num poço de 320 metros para testes nucleares na serra do Cachimbo, no Pará. "A suspeita é que ele teria sido construído com recursos do Iraque de Saddam Hussein para abrigar testes do programa iraquiano. E os dados seriam cedidos ao Brasil", diz o jornalista Roberto Godoy, especialista em assuntos de defesa.

O poço é só um pedaço de uma série de operações clandestinas, iniciadas no governo Ernesto Geisel, para garantir ao Brasil a tecnologia necessária para fabricar a bomba atômica (e ogivas para mísseis nucleares).

Na prática, sobretudo a partir do início da década seguinte, o governo manteve dois programas nucleares: o oficial, com fins pacíficos, e o paralelo e sigiloso. Sempre houve facções do regime que defendiam que a única maneira de o Brasil ser respeitado no mundo seria ter a bomba.

O Iraque virou uma peça curiosa nesse enredo, que sobreviveu ao fim da ditadura. Entre 1979 e 1990, o Brasil exportou toneladas de urânio (a matéria-prima do combustível das bombas) para Saddam. O roteiro nebuloso inclui espionagem e suborno de técnicos e autoridades estrangeiras, entre outras manobras, que até alimentaram uma CPI sobre o tema.

A Constituição de 1988 havia proibido o país de usar a tecnologia nuclear para fins bélicos, mas o "esforço paralelo" dos militares sobreviveu até 1990, segundo confirmou mais tarde José Carlos Santana, ex-presidente da Comissão Nacional de Energia Nuclear no governo Collor. Quando o CNEM do B deixou de funcionar, o país estaria prestes a fazer o primeiro teste.

"Em dezembro de 1996, a PF prendeu um alemão que vendera conhecimentos ao Brasil depois de tentativas frustradas junto ao Iraque", diz Tânia Malheiros, autora de Brasil: A Bomba Oculta - O Programa Nuclear Brasileiro. Para ela, é só uma amostra de que "há muita coisa a ser explicada".

Hoje o Brasil domina o ciclo de produção do combustível nuclear e está (aos trancos e barrancos) construindo seu primeiro submarino com propulsão atômica. A revelação de detalhes estratégicos sobre essa tecnologia e os bastidores espúrios do programa nuclear estariam no topo das preocupações de quem, até pouco tempo atrás, insistia em manter o sigilo eterno.


segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

Exercício de Pandemia Global por Coronavírus em N.York há 3 Meses levanta Sérias Suspeitas

Foi Realizado Exercício de Pandemia Global por coronavírus em N.York, há 3 meses, com previsão de 65 milhões de mortos e início no BRASIL.


Evento 201, SIMULAÇÃO de PANDEMIA GLOBAL em NEW YORK à 3 MESES ATRÁS: O Johns Hopkins Center for Health Security, em “parceria com o “Fórum Econômico Mundial” e a “Fundação Bill e Melinda Gates”, sediou o Evento 201, um exercício de pandemia de um coronavírus de alto nível em 18 de outubro de 2019, em Nova York, NY. O exercício ilustrou áreas em que parcerias público-privadas serão necessárias durante a resposta a uma pandemia global severa, a fim de diminuir o impacto das conseqüências econômicas e sociais globais em larga escala. O número de vítimas estimado foi de 65 milhões de mortos e a PANDEMIA GLOBAL teria início no BRASIL com o vírus se disseminando de fazendas de criações de porcos.

Um ‘exercício’ foi simulado há três meses em New York sobre uma pandemia Global de coronavírus com 65 milhões de mortos, com a erupção começando no BRASIL, em fazendas de criação de porcos


“A vítima da manipulação mental não sabe que ela é uma (ignorante) vítima. Para ele, os muros de sua prisão são invisíveis, e ele acredita ser livre”.  –  Aldous Huxley

Nos últimos anos, o mundo viu um número crescente de eventos epidêmicos [SARS, Ebola, H1N1, etc], totalizando aproximadamente 200 eventos anualmente. Esses eventos estão aumentando e prejudicam a saúde, as economias e a sociedade de modo geral. O gerenciamento desses eventos já prejudica a capacidade global, até mesmo na ausência de uma ameaça de pandemia.

Uma “estranha coincidência”, a elite se reúne em N. York apenas três meses antes para discutir a erupção de uma PANDEMIA GLOBAL, com origem nas fazendas de criação de porcos no… BRASIL!

Os especialistas concordam que é apenas uma questão de tempo até que uma dessas epidemias se torne global – uma pandemia com consequências potencialmente catastróficas. Uma pandemia severa, que se torna o “Evento 201″, exigiria cooperação confiável entre várias indústrias, governos nacionais e instituições internacionais importantes.

Especialistas em saúde pública emitiram um aviso ameaçador sobre uma pandemia de coronavírus há apenas três meses [em outubro]. O corona vírus em sua simulação matou 65 milhões de pessoas.

Um cientista da Johns Hopkins Center for Health Security no ano passado modelou o que aconteceria se um coronavírus fictício atingisse uma escala pandêmica global. No cenário simulado há três meses, 65 milhões de pessoas morreriam em 18 meses.

Eric Toner, um cientista do Johns Hopkins Center for Health Security, não ficou chocado quando surgiram notícias de um misterioso surto de coronavírus em Wuhan, na China, no início de janeiro. Menos de três meses antes, Toner havia realizado uma simulação de uma pandemia global  envolvendo PANDEMIA GLOBAL por um coronavírus.

Os coronavírus geralmente afetam o trato respiratório e podem levar a doenças como pneumonia ou resfriado comum. Um coronavírus também foi responsável pelo surto de síndrome respiratória aguda grave (SARS) na China, que afetou cerca de 8.000 pessoas e matou 774 no início dos anos 2000.

“Penso há muito tempo que o vírus mais provável que poderia causar uma nova pandemia seria um coronavírus”, disse Toner, sendo profético.

O surto de coronavírus em Wuhan foi finalmente considerado uma PANDEMIA GLOBAL na última quinta feira (30), com o vírus sendo relatado já em 23 países. A simulação de Toner de uma hipotética pandemia mortal de coronavírus sugeriu que, após seis meses, quase todos os países do mundo teriam casos do vírus. Dentro de 18 meses, 65 milhões de pessoas poderiam morrer.

Uma pandemia viral por um coronavírus como o de Wuhan, na China poderia matar 65 milhões de pessoas

A simulação de Toner imaginou um vírus fictício chamado CAPS. A análise, parte de uma colaboração com o Fórum Econômico Mundial e a Fundação Bill e Melinda Gates, analisou o que aconteceria se uma pandemia global se originasse nas fazendas de porcos no BRASIL. (O vírus Wuhan se originou em um mercado de frutos do mar que vendia animais vivos).


AGORA A REALIDADE OCORRENDO NA CHINA: 

Quase duas semanas desde o início da epidemia de Coronavírus na China, que agora resultou em mais de 100.000 chineses em observação e mais de 210 pessoas mortas, com 9.821 casos confirmados, os EUA finalmente fizeram a coisa certa quando na tarde dessa quinta-feira o DoD-Departamento de Estado dos EUA alertou os americanos a não viajarem para a China por causa do alastramento do surto de coronavírus. Apesar da gravidade da situação, somente nessa quinta feira [30] a Organização Mundial de Saúde [WHO] decidiu declarar o surto de coronavírus da China uma PANDEMIA GLOBAL O vírus chegou à Índia, Itália e Filipinas. A Rússia fechou todas as fronteiras com a China e várias empresas aéreas cancelaram seus voos de e para a China.

O vírus na simulação de Toner seria resistente a qualquer vacina moderna. Seria mais mortal que o SARS, mas quase tão fácil de pegar quanto a gripe. O surto do exercício começou pequeno: os agricultores brasileiros começaram a apresentar sintomas que se assemelhavam à uma gripe ou pneumonia. A partir daí, o vírus se espalhou para bairros urbanos lotados e empobrecidos do Brasil e dai para toda a  América do Sul.

Os voos seriam cancelados e as reservas de viagens cairiam 45%. As pessoas disseminariam informações falsas nas mídias sociais. Após seis meses, o vírus se espalhou pelo mundo todo. Um ano e meio depois, havia matado 65 milhões de pessoas de acordo com os resultados do exercício feito em New York. A pandemia   de gripe  espanhola de 1918, por outro lado, matou 50 milhões de vidas.

A pandemia global hipotética por coronavírus simulada de Toner também desencadeou uma crise financeira global: as bolsas de valores caíram de 20% a 40% e o produto interno bruto global caiu 11%. “O ponto que tentamos enfatizar em nosso exercício em outubro é que não se trata apenas das consequências para a saúde”, disse Toner. “É sobre as consequências para as economias e as sociedades”.

Ele acrescentou que a atual PANDEMIA GLOBAL pelo coronavírus Wuhan também pode ter efeitos econômicos significativos se o número total de casos continuar a crescer e atingir os milhares [algo que já aconteceu]

Na simulação do fictício coronavírus CAPS, os cientistas não conseguiram desenvolver uma vacina a tempo de interromper uma pandemia global. Essa é uma suposição realista: mesmo os coronavírus reais como SARS ou MERS (um vírus que matou mais de 840 pessoas desde 2012) ainda não têm vacinas.


“Se pudéssemos fazer isso para que pudéssemos fazer uma vacina dentro de meses, em vez de anos ou décadas, isso seria uma mudança de jogo”, disse Toner. “Mas não é apenas a identificação de vacinas em potencial. Precisamos pensar ainda mais sobre como elas são fabricadas em escala global e distribuídas e administradas às pessoas”.

Se os cientistas não encontrarem uma maneira de desenvolver vacinas mais rapidamente, ele disse que surtos perigosos continuarão a se espalhar. Isso ocorre porque as cidades estão ficando cada vez mais lotadas e os humanos estão invadindo os espaços geralmente reservados para a vida selvagem, criando um terreno fértil para doenças infecciosas. “Faz parte do mundo em que vivemos agora”, disse Toner. “Estamos em uma época de epidemias.”


MUNDO REAL: EMPRESAS AÉREAS ENCERRAM VOOS PARA A CHINA

United, Delta e American Airlines disseram nessa sexta-feira (31) que estavam suspendendo todos os vôos entre os EUA e a China, o mais recente de uma série de movimentos, já que as transportadoras buscam conter a disseminação global do coronavírus mortal que se originou na província de Hubei.

Você quer mesmo saber como esse coronavírus “surgiu na China” e se espalhou pelo mundo em pouco tempo? Ao pesquisar os arquivos de registros de patentes nos EUA on-line, foi descoberto o registro de uma patente de Coronavírus concedida para o C.D.C. –  Centers for Disease Control and Prevention [se trata do principal instituto nacional de saúde pública dos EUA. 

O C.D.C. é uma agência federal dos EUA sob o United States Department of Health & Human Services (HHS)] que tem sua sede em Atlanta, Geórgia. Assim emerge um fato indiscutível, o de que o “DONO” DESSE VÍRUS MORTAL E SEU CRIADOR é o PRÓPRIO C.D.C. (Centro de Controle e Prevenção de Doenças).

Esta imagem de arquivo sem data divulgada pela Agência Britânica de Proteção à Saúde mostra uma imagem de um coronavírus visto num microscópio eletrônico, parte de uma família de vírus que causa doenças, incluindo o resfriado comum e a SARS, que foi identificada pela primeira vez no Oriente Médio. DIVULGAÇÃO / IMPRENSA ASSOCIADA

O coronavírus do surto atual não teve origem na China, mas FOI IMPLANTADO neste país asiático com a clara intenção de causar o maior dano possível aos chineses. A consequência natural, quando  [se já não descobriu] a China perceber que a eclosão do surto pode ter sido um ataque de BIOWEAPON ao seu território e contra seu povo, qual será o tipo de resposta a ser dada pela China aos [ir]responsáveis pela contaminação. Começamos a ano de 2020 com muitos que operam nas sombras desejando aumentar o caos no planeta.

PATENTE de criação de um CORONAVÍRUS fornecida ao CDC (Centers for Disease Control and Prevention)  US7220852B1 – SOBRE A CRIAÇÃO DE CORONAVÍRUS AKA SARS.

Na patente acima, do registro de um CORONAVÍRUS [uma BIOWEAPON], você encontrará 72 páginas de conteúdo para poder julgar esse letal “surto repentino e desconhecido de coronavírus” na China . Leia a patente nesse link primeiro, faça o download e compartilhe este artigo amplamente antes que os AGENTES do DEEP STATE a excluam. Mantenha-se sábio, com discernimento e saudável!

Na manhã dessa sexta-feira, o número de casos DE INFECÇÃO aumentou para mais de 9.900 em todo o mundo, com 9.783 casos na China continental, e o número de mortos é de 213, segundo autoridades chinesas. A United planeja suspender todos os vôos dos EUA para Pequim, Chengdu e Xangai de quinta até 28 de março. O serviço de transporte aéreo entre São Francisco e Hong Kong continuará por enquanto, informou a companhia em comunicado.

A decisão é “em resposta à queda contínua na demanda por viagens à China e à decisão do Departamento de Estado [DoD] dos EUA de aumentar seu aviso de impedimento de viagens para a China ao nível 4, o mais alto risco”, afirmou o documento. As três maiores companhias aéreas dos EUA juntaram-se a mais de uma dúzia de companhias aéreas em todo o mundo que pararam de voar para a China continental desde a primeira morte, em 9 de janeiro.


quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

Astronauta do Reino Unido afirma que os Extraterrestres estão Vivendo na Terra

Helen Sharman, é uma astronauta britânica que durante oito dias visitou a estação soviética Mir em 1991, e afirmou que os extraterrestres vivem com os humanos aqui na terra.


A infância de Helen Sharman não foi diferente muito de qualquer outra criança britânica. Anos mais tarde Helen Sharman foi a primeira astronauta britânica ao viajar no espaço em 1991, Helen Sharman nasceu no seio de uma família comum que vivia em um bairro de Sheffield. Ela foi para escola publica e nada de anormal ocorreu em seus primeiros anos na escola, mais isso não significou que não poderia ter uma vida convencional.

Quando estava pensando que ela foi escolhida para ir ao instituto para o curso seguinte, um professor lhe sugeriu que escolhe física e química, se convertendo assim na única moça que cursava o curso.

"Isso foi a primeira vez que teve consciência da presença de meu gênero na ciência, mais logo decidi que isso não ia me parar", explicou a astronauta ao diário britânico "The Guardian".

"Nunca me definiram por meu gênero e sigo sem fazê-lo. As pessoas me costumam me descrever como a primeira mulher britânica no espaço, mais na realidade foi a primeira pessoa da Inglaterra. É revelador que tenha essa distinção porque não se assumiremos que era homem", relata Sharman. 

De fato, quando Tim Peake (o primeiro homem britânico astronauta e a segunda pessoa da mesma nacionalidade) foi ao espaço, "algumas pessoas simplesmente se esqueceram de mim", relatou. 

"Que um homem fosse primeiro seria a norma, mais estou encantada de poder alterar esse conceito", adicionou.


NÃO PODEMOS VER OS EXTRATERRESTRES

Para a britânica "não existe maior beleza de olhar a Terra desde o alto" e nunca esquecerá o momento da subida para o espaço:

"Abandonamos a atmosfera e de repente a luz entrou pela janela. Estávamos sobre o Oceano Pacífico. O incrível “mar azul me deixou sem folego”, conta a astronauta. Mas o que mais pode surpreender ao leitor que a britânica que ficou no espaço afirma que "os extraterrestres existem."

A mulher explicou que com "tanto milhares de milhões de anos de estrelas no universo" deve ter "todo tipo de formas diferentes de vida". Mas a grande pergunta que ela mesma se faz é: "Serão como você e eu, compostos de carbono e nitrogênio? Ou talvez não". Mas a astronauta, que com apenas tinha 27 anos se uniu a missão soviética da estação espacial Mir, não ficou somente ali, também afirmou que "é possível que estejam aqui agora, e simplesmente, não podemos os ver."


O PRIMEIRO ESTUDO SOBRE EXTRATERRESTRES

As teorias sobre a existência de extraterrestres cada vez são mais comuns. Faz 15 anos, o cientifico de origem alemã Alexander Wendt publicou que ele considera o primeiro estudo acadêmico sobre o fenômeno. Juntou com seu diretor Robert Duvall da "Soberania e OVNIs (Sovereignity and the UFO)", a noticia mais lida da história da revista acadêmica "Political Theory" e considerado como o primeiro "paper" acadêmico sobre os extraterrestres.

O provocador do trabalho de Wendt se converteu em um clássico da ufologia no processo do mundo acadêmico. Nele, ele já famoso politólogo colocou o dedo na ferida quando lembrou que se não sabemos que passou com os óvnis é porque é uma das grandes ameaças para a autoridade do Estado contemporâneo. 

Segundo o autor, o fenômeno OVNI era um tabu que nem a ciência das administrações públicas estavam dispostas a discutir. A ignorância extraterrestre era uma questão política, não científica, na medida na qual a soberania política moderna é antropocêntrica.

O professor de Ciências Política da Universidade Estatal de Ohio em uma entrevista com O Confidencial afirmava como ele mesmo tinha explicado algo mais de uma década atrás, que não existe nenhuma dúvida que os óvnis, entendidos como objetos não identificados, existem. A mostra é que desde 1947 eles podem ser explicados de forma convencional, concede, mais de 5% e 20% não são fáceis de explicar.


segunda-feira, 4 de novembro de 2019

Extraterrestres e Nossos Armamentos Nucleares


A razão pela qual os OVNIs são vistos em nossos céus há muito vem sendo debatida. Muitos sentem-se seguros de que estas ‘Naves Alienígenas’ estão realmente aqui para nos proteger, talvez sendo capazes de parar uma guerra nuclear, até mesmo atirando nos mísseis e vaporizando a ameaça. Então, isso poderia ser motivo para a presença extraterrestre? Quais evidências existem para apoiar essa ideia?

Um dos primeiros relatos que vamos ver vem de Edgar Mitchell, o sexto homem a andar na Lua. Ele alegou que oficiais militares de alta patente secretamente receberam informações privilegiadas sobre a existência de naves alienígenas avistadas durante os testes de armas em curso nos anos 1940. Teria sido dito a ele que os extraterrestres estão aqui porque querem aprender sobre nossas capacidades militares.

Dando sua perspectiva sobre o que está acontecendo, ele disse:
"Minha própria experiência falando com as pessoas deixou claro que os ETs estavam tentando nos impedir de ir à guerra e ajudar a criar a paz na Terra.
Outros oficiais de bases na costa do Pacífico me disseram que seus mísseis [de teste] eram frequentemente abatidos por espaçonaves alienígenas.
O militar ainda disse que nossa tecnologia 'não é tão sofisticada' quanto a deles e 'se tivessem sido hostis', já teríamos sido varridos da face da Terra."
Essa ideia de alienígenas benevolentes é algo que muitos apoiaram e parece ser verdade. O especialista britânico em OVNIs/UFOs, Nick Pope, falou aos repórteres dizendo-lhes:


Mesmo se as fontes de Mitchell forem genuínas, como sabemos que elas têm acesso às informações classificadas sobre OVNIs?

Acredita-se que a atividade alienígena neste planeta tenha aumentado após as primeiras bombas nucleares terem sido detonadas. A bomba teria agido como um alarme cósmico, sinalizando outras inteligências avançadas de que a humanidade acabara de dar o salto para dispositivos nucleares, uma época perigosa para qualquer sociedade.

Aqui é quando vemos alguma divisão entre aqueles que acreditam em extraterrestres, alguns dizendo que os ETs foram atraídos pelo uso de armas nucleares, outros dizendo que isso está errado e que eles sempre estiveram aqui, vivendo ao lado da humanidade e até tendo um mão em nossa evolução.

A teoria dos alienígenas do passado é muito popular. Mais pessoas aderem a conceitos mistos, e até mesmo à ideia de que é possível que várias espécies tenham estado neste planeta em momentos diferentes, com uma variedade de diferentes naves sendo vistas em nossos céus.

Pope disse:

"Ironicamente, os governos às vezes secretamente promovem a crença em OVNIs, porque se alguém vê um protótipo secreto de aeronave ou drone, é muito melhor tê-lo relatado como um disco voador do que reconhecido pelo que realmente é."

Avistamentos inexplicados de OVNIs continuam hoje e esses veículos misteriosos são frequentemente vistos em torno de instalações nucleares e bases militares.

Devemos acrescentar a ressalva de que nem todos os avistamentos de OVNIs devem ser de origem extraterrestre, pois a localização e a segurança que existem nessas instalações os tornariam um local perfeito para testar protótipos projetados e construídos por nós.

O Dr. Mitchell disse que achava que estávamos a caminho de uma revelação real e que algumas organizações sérias estão se movendo nessa direção. Ele quis dizer, a NASA?

Funcionários da NASA foram rápidos em apresentar seus comentários. Em uma declaração na época, um porta-voz disse:

"NASA não rastreia OVNIs. A NASA não está envolvida em nenhum tipo de cobertura sobre a vida alienígena neste planeta ou em qualquer lugar do universo.
O Dr. Mitchell foi um grande cidadão estadunidenses, mas não compartilhamos suas opiniões sobre essa questão."

O Dr. Mitchell disse que a NASA está acobertando a verdade e que ele tinha uma coleção de histórias de pessoas que trabalharam em bases de mísseis, que respaldam suas reivindicações.

Estes incidentes foram testemunhados desde os primeiros testes de armas nucleares em 1945, e continuaram até hoje. Muitos militares que trabalharam em instalações de testes e/ou com armas nucleares relataram OVNIs. Eles nem sempre chegam à conclusão de que é uma nave alienígena os observando.

Algumas testemunhas avançaram com a ideia de que estas poderiam ser naves secretas de nações concorrentes observando e registrando o desenvolvimento das capacidades militares dos EUA. Mas esta atividade não se restringiu aos EUA; OVNIs também foram avistados por indivíduos em zonas de testes militares soviéticos, centros de pesquisa e armazéns de foguetes.

Quem ou o que está pilotando esses OVNIs e por que motivo?

Cerca de 150 relatos de observadores foram recolhidos e mostram que essas naves tinham interesse nas armas de guerra atuais e continuam a observar o que está sendo produzido pelos militares do mundo.

A CIA levou a sério esses relatórios e abriu uma investigação sobre esses avistamentos. Eles não encontraram resposta para as luzes intrigantes no céu e ficaram preocupados com o interesse demonstrado pelas nossas armas nucleares.

Essa preocupação pode ter sido justificada assim que os relatórios desses OVNIs mostraram a capacidade de desativar os mísseis atômicos americanos e russos.

Robert Hastings falou ao National Press Club que houve mais de 120 relatórios documentados oficiais de objetos voadores não identificados, perigosamente próximos aos estoques de armas nucleares.

O Capitão da Força Aérea dos EUA, Robert Salas, que estava servindo na Malmstrom Air Force Base em Montana durante 1967, contou sobre um incidente quando 10 Misseis Intercontinentais que ele estava guardando, de repente se desconectaram do sistema, quando uma esfera vermelha brilhante foi vista pairando sobre a base de armas.

Então, como esses relatórios mostraram e continuam a mostrar, os OVNIs podem controlar nosso armamento. Assim devemos nos perguntar se isso é uma coisa boa.

Como mencionado no início, muitos consideram os alienígenas (se é que são mesmo alienígenas) benevolentes, e que estão de olho na humanidade para que não nos destruamos. Há, no entanto, alguns problemas com essa ideia, sendo o primeiro que, se eles realmente estão preocupados com a humanidade, por que deixam as guerras convencionais ocorrerem? Se a vida humana é tão valiosa para eles, por que eles não desativam outros tipos de plataformas de armas atualmente em uso?

Alguns podem dizer que isso se deve a uma política de não-interferência, mas por que eles inferiram desativando mísseis e apenas aparecendo em espaço aéreo seguro, ambas ações que poderiam ser consideradas agressivas.

Esses extraterrestres podem parecer pacíficos agora, e vemos sua curiosidade como algo de um traço humano, uma semelhança que podemos compartilhar com uma espécie das estrelas. Mas o que acontece se ou quando a benevolência se transformar em malevolência? Eles têm escaneado essas armas coletando dados, por que essas são as únicas coisas que temos como espécie que poderiam ser usadas contra eles?


quarta-feira, 2 de outubro de 2019

O Relatório Secreto sobre o Clima e o Maior Pesadelo da Humanidade.


Por Rui Palmela.

Para quem não sabe, existe um Relatório Secreto do Pentágono, dizendo que o Mundo atravessará um período de grandes transformações devido a catástrofes e calamidades nunca vistas pelas alterações climáticas bruscas que poderão ceifar a vida de milhões de pessoas, associado a guerras e conflitos generalizados numa luta desigual pela sobrevivência.

Esse documento oficial na posse do Governo dos EUA acabou por transpirar para a imprensa e a revista norte-americana Fortune o publicou pela 1ª vez no dia 9 de Fevereiro de 2004, tendo causado grande preocupação.

O relatório foi pedido por Andrew Marsahll, influente Conselheiro de Defesa do Pentágono nas últimas três décadas, e baseia-se em estudos científicos minuciosos realizados nos últimos anos para tentar prever grandes catástrofes naturais desencadeadas pelo homem com sua forma de Civilização, porquanto agride e destrói a Natureza a um ritmo nunca visto sofrendo as consequências de suas loucuras, ganância e ambição.

O título desse trabalho é Climate Collapse, The Pentagon’s Weather Nightmare (Colapso climático, o pesadelo do Pentágono) e o articulista David Stipp afirma mesmo que as mudanças que seriam impossíveis de prever há alguns anos atrás são agora bem reais e em menos de uma década, «o clima no mundo pode virar como uma canoa que se inclina pouco a pouco até emborcar de repente»... A previsão é que essa mudança brusca poderia ocorrer entre 2010 e 2020.

Em 22 de Fevereiro/2004, a revista britânica Observer também publicou as informações do Pentágono que acabaram por ganhar repercussão internacional, visto que veio corroborar a primeira publicação reforçando assim o já anteriormente anunciado. Aos poucos, os responsáveis que elaboraram esses estudos vieram a público manifestar-se confirmando tudo, o que provocou a crítica de alguns sectores da sociedade norte-americana e europeia que ficaram irritados com o facto do Governo dos E.U.A ter escondido essas informações por muito tempo até que a imprensa as descobrisse.

Também no Brasil a coisa foi explorada na revista Carta Capital de 3 de Março do mesmo ano, onde Peter Schwartz (consultor da CIA) e Doug Randall (da Global Business Network) afirmam que... «a mudança climática deveria ser elevada além do debate científico para uma preocupação mundial e da própria segurança nacional norte-americana». Os autores do relatório asseveram mesmo que... «um cenário de mudanças climáticas catastróficas e iminentes é plausível e desafiaria a segurança nacional norte-americana de maneira que deveriam ser imediatamente consideradas». Os dois previram enchentes generalizadas em algumas partes do Mundo a partir de 2005 (o que efetivamente se tem verificado) e o nível das águas dos Oceanos subiria 6 ou 7 metros devido ao degelo polar, o que poderá ter proporções calamitosas para milhões de pessoas.

"As guerras futuras serão travadas por sobrevivência", diz o Relatório que traça um cenário avassalador para o futuro da Humanidade. Chuvas torrenciais cairão em muitos lugares destruindo barreiras, podendo mesmo tornar inabitável parte da Holanda que terá de reforçar seus diques. O mesmo sucederá ao Bangladesh que poderá ficar submerso devido ao aumento do nível do mar que contaminará também seus suprimentos de água doce.

Cientistas de renome internacional visitaram a Casa Branca para exporem seus temores sobre os efeitos do «Aquecimento Global», já que na tal reportagem na revista Carta Capital, segundo os investigadores, «até 2020 faltas catastróficas de água e energia vão se tornar cada vez mais difíceis de superar e causarão guerras em redor do mundo... É uma coisa deprimente, a ameaça à segurança é única porque não existe um 'inimigo' para apontar nossas armas e não temos controle sobre a situação».

O sombrio relatório termina com previsões apocalípticas, e refere algumas zonas do globo mais susceptíveis de serem afetadas, como a República das Maldivas, a América Central, a América do Norte e do Sul, parte da Europa, África, Ásia e Oceania.

Com o derretimento das geleiras do Ártico já tão nítido nos nossos dias, a água doce será libertada juntamente com a chuva intensificada pelo "Aquecimento Global" e será misturada à corrente do Golfo, reduzindo a salinidade deste. Assim... «a corrente, hoje submarina, seria retida na superfície e perderia o seu ímpeto, travando a 'correia' transportadora que conduz calor das Caraíbas para a Europa Ocidental». O resultado disso seria pois que os Icebergs chegariam à costa de Portugal e a Europa congelaria. Em 2020, a temperatura média já teria caído 3 graus na maior parte do Hemisfério Norte.

Outras previsões dão conta que... «uma redução significativa na capacidade do planeta em sustentar a sua população atual ficará evidente nos próximos 20 anos», pois haveria um aumento de 33% das temperaturas de verão nalguns países, prevendo-se que «o clima começará a perturbar a economia à medida que chuvas diluvianas, secas e ondas de calor tragam o caos à agricultura».

Não há duvida que tudo isto vem ao encontro daquilo Jesus Cristo profetizou no seu Sermão dizendo que viriam "dias de Noé" sobre a nossa civilização, porquanto é certo que já se observam o degelo polar que se acelera e vai aumentar o nível das águas do mar, a par de fenômenos climáticos nunca vistos que tendem a agravar-se não só pelo famigerado "Aquecimento Global" como pela própria mudança do eixo da Terra que ocorre ciclicamente e coincide sempre com a Degeneração geral da espécie humana, sendo verdade que esta já afetou mais o planeta nas últimas décadas do que em milhares de anos de evolução, e a história se repete na atual geração. A última vez que aconteceu foi no tempo da lendária Atlântida quando esta submergiu sob as águas do Dilúvio.

Naquele tempo foram os sacerdotes que avisaram sobre o que sucederia e o povo não prestou qualquer atenção e se continuava corrompendo de tal modo que atingiu o limite de sua própria Degeneração, até que veio o Dilúvio e os apanhou a todos, tal como se descreve no primeiro livro da Bíblia, o Gênesis. Agora, são os próprios cientistas que alertam todos os governantes do planeta que já têm consciência do que se passa e sabem da gravidade da situação, mas se preocupam mais com as questões politicas, econômico/financeiras e tardam em tomar medidas ou decisões que minimizem os riscos e protejam as populações. Na verdade os homens fazem ainda "olhos cegos" e "ouvidos moucos" e nem a Ciência se faz ouvir até ao dia em que o mundo sofrerá de novo uma Grande Transformação.

Pausa para reflexão!


segunda-feira, 23 de setembro de 2019

A Misteriosa Tragédia do PASSO DYATLOV

Um acontecimento terrível que até os dias de hoje deixa uma lacuna de dúvidas e incertezas. O que houve realmente naquela noite? Possivelmente as autoridades Russas saibam e, por algum motivo obscuro, nunca divulgaram.


Em 25 de janeiro de 1959, dez esquiadores experientes da antiga União Soviética se reuniram ao norte das montanhas do Ural para participar de uma expedição de 14 dias que prometia ser divertida ao esquiar pelos montes através de uma rota conhecida ao norte das Urais, em Oblast de Sverdlovsk. Liderado por Igor Dyatlov, consistia de oito homens e duas mulheres, a maioria estudantes ou graduados do Instituto Politécnico de Ural (atualmente Universidade Técnica Estadual de Ural).

O objetivo da expedição era alcançar Otorten, uma montanha situada 10 quilômetros ao norte do local do incidente. Esta rota, naquela temporada, era classificada como “categoria III”, a mais difícil. Todos os integrantes possuíam experiência em excursões de esqui e expedições em montanhas.

O grupo viajou de trem para Ivdel, cidade ao centro da província de Oblast de Sverdlovsk, desembarcando ali em 25 de janeiro. Eles então tomaram um caminhão para Vizhai, o último assentamento inabitado ao norte, começando a marcha em direção a Otorten em 27 de janeiro. No dia seguinte, um dos integrantes, Yuri Yudin, foi forçado a voltar devido a problemas de saúde.

Diários e câmeras encontrados em seu último acampamento tornaram possível rastrear a derradeira rota do grupo no dia anterior ao incidente. Em 31 de janeiro, eles chegaram na beira de um morro e prepararam-se para escalá-lo. Em um vale silvestre, eles estocaram comida e equipamento extra, que seriam utilizados mais tarde na viagem de volta. No dia seguinte, 1 de fevereiro, os esquiadores começaram a descer o passo. Ao que parece eles planejavam atravessar o local e acampar do outro lado durante a noite seguinte, mas devido à piora nas condições meteorológicas, com tempestades de neve e declínio de visibilidade, o grupo acabou se perdendo e seguindo para oeste, subindo em direção ao topo do Kholat Syakhl. Quando perceberam o equívoco, eles decidiram parar e montar acampamento no declive da montanha.


O Grupo Desaparecido


– Igor Dyatlov (23 años) Líder da Equipe
– Yuri Yudin Único Sobrevivente
– Yuri Doroshenko (21)
– Zinaida Kolmogorova (22)
– Lyudmila Dubinina (21)
– Alexander Kolevatov (25)
– Alexander Zolotariov (37)
– Rustem Slobodin (23)
– Georgyi Krivonischenko (24)
– Nicolay Thibeaux-Brignollel (24)


O Único Sobrevivente


 No povoado Vizhai que Yuri Yudin, o único sobrevivente, adoeceu de repente e teve que abandonar a expedição. Uma velha lesão nas costas o impediu de continuar. Naquele momento ele sentiu inveja pelos seus companheiros e o resto da vida sentiu a angústia de não saber o que havia acontecido com eles.

Estas fotos foram as últimas que tiraram com o acampamento montado e mostram todos alegres e se divertindo.




A Expedição

O objetivo da expedição era alcançar o topo da montanha, considerado um desafio difícil, porém todos os integrantes do grupo possuíam experiência em escaladas. Com a ajuda das anotações de viagem, foi possível, identificar a rota do grupo até o dia da tragédia. No dia 1o. de fevereiro, o tempo na montanha piorou, os esquiadores se perderam – provavelmente se separam – e resolveram montar acampamento.


A partir dali, provavelmente, começou uma sequência de horrores causada por algo desconhecido. Sem sinal dos esquiadores, as buscas tiveram início no dia 20 de fevereiro. Seis dias depois, foram encontrados os primeiros corpos. Eles estavam apenas com roupas íntimas, indicando que os esquiadores estavam dormindo e tentaram fugir de alguma coisa ameaçadora. Estima-se que naquela noite a temperatura deveria estar em torno de -25 C e -30 C graus.

Pelo estado da barraca algo ou alguma coisa aterradora assustou os alpinistas profundamente, como se estivessem fugindo de algo.

As surpresas não acabam aqui. Ao examinar a barraca, eles verificam que estava feita em pedaços. Foram os próprios garotos que em uma tentativa desesperada de fugir de algo, rasgaram a barraca.

A barraca segue sendo o maior mistério sem solução do caso e a que menos provas úteis proporciona. Ao localizá-la, todos tinham a esperança de encontrar a equipe com vida, no entanto, o seu interior não foi investigado como deveria. Não foram feitas fotografias, foram separados os objetos pessoais para entregá-los aos familiares, o diário do grupo apareceu, mas desapareceu o de Zolotariov. Foram encontrados vários rolos de filmes sem revelar. Não foi feito um inventário preciso.

Posterior análise chegou a uma conclusão surpreendente: os cortes não haviam sido feitos pelo lado de fora, mas sim a partir de dentro da barraca!

Próximo dali, entre 300 e 630 metros, foram encontrados, outros três corpos. Pela maneira que estavam dispostos, a hipótese é de que estivessem tentando voltar às barracas. Os outros quatro esquiadores só foram encontrados mais de dois meses depois, no dia 4 de maio, sob quatro metros de neve.


O que aconteceu?

Mais tarde, uma investigação constatou que ao menos quatro dos esquiadores receberam ferimentos fatais – dois no crânio e dois no tórax. Um dos corpos estava sem a língua. O que espantou os investigadores foi a força usada nestes ferimentos, praticamente impossível para um ser humano. Os corpos não tinham machucados externos e pareciam ter sido submetidos a uma grande pressão. Para adicionar mais mistério à história, também foi encontrado um alto índice de radiação nas roupas dos esquiadores.

De início, suspeitou-se que as mortes tivessem sido causadas pelo povo indígena Mansi, porém não havia qualquer tipo de pegadas ali, a não ser as dos esquiadores. Nos ano 90, pessoas envolvidas na investigação revelaram que houve relatos naquela época de que “esferas voadoras brilhantes” foram avistadas na área, mas nada pode ser comprovado – anos mais tarde, foi divulgado que as luzes foram causadas por testes de mísseis balísticos R-7. Sem ter como resolver o caso, a investigação final apontou que o grupo morreu vítima de “força desconhecida” e o caso foi arquivado. O incidente só veio à tona na década de 1990.

Igor Dyatlov combinou que enviaria uma mensagem telegráfica para seu clube esportivo assim que o grupo retornasse a Vizhai. Estimava-se que isso ocorreria por volta de 12 de fevereiro, mas mesmo com o passar da data não houve reação, pois atrasos eram comuns em expedições desse tipo. Em 20 de fevereiro, depois que familiares dos viajantes exigiram uma operação de resgate, os administradores do instituto enviaram as primeiras equipes de busca, formadas por alunos e professores voluntários. Posteriormente, o exército e forças policiais foram envolvidas, com aviões e helicópteros requisitados a juntar-se à operação.


Os Primeiros Corpos analisados por médicos forenses

Próximo  a uma árvore, encontram os dois primeiros corpos, Krivonischenko e Doroshenko, os dois de pés descalços e em roupa interior, apesar do frio que fazia naquela noite. Os dois estavam cobertos por ramos de árvores caídos cheios de neve.



Krivonischenko

É o mais próximo da fotografia e se encontra de barriga para cima, com os braços na altura da cabeça, sinal de que teria sido arrastado. Foi identificado pela sua altura, 1,80 m. Era o mais forte dos nove e casualmente um dos primeiros a morrer. Saiu da barraca em boas condições, porque as impressões de uma pessoa alta que caminhava com passo firme se distingue claramente. Vestido com uma calça de lã, calças curtas sobre essas, uma camisa de manga curta, uma camisa de manga longa e colete. Nos pés um par de meias de lã. Sem calçados. Nas calças foram encontradas restos de lágrimas e a meia do pé esquerdo estava parcialmente queimada.

Sobre as lesões que apresentavam o corpo: Presença de sangue na boca, nariz e ouvidos. Danos no braço direito na altura do ombro: Hematoma de 2 centímetro na axila, abrasões de 2 a 1,5 cm (Isto quer dizer que cobre uma superfície de 2 x 1,5 cm de área, dentro da qual estão os danos) na parte interna do ombro não há sangramentos, mas haviam dois cortes na pele.


  • Marcas de golpes acimas do antebraço direito (sob o cotovelo) de coloração marrom-avermelhada entre 4 a 5 cm.
  • A pele dos dedos de ambas as mãos estavam arrancadas e estas apareceram no tronco da árvore sob a qual foram encontrados os corpos.
  • Machucados em ambas as pernas (abaixo dos joelhos).
  • Marcas de congelamento no rosto e orelhas (que em volta, a pele tem um tom marrom escuro-negro)

  • Na bochecha direita, havia a descarga de líquidos cinzentos espumosos procedentes da boca. Este líquido costuma aparecer em caso de compressão do tórax.
  • A conclusão é que as feridas foram produzidas ao cair da árvore, ao arrancar ramos utilizando o peso do corpo ou tentando se manter sobre os galhos.

Quando o forense investiga o tronco, ele viu que estava coberto com pedaços de carne e pele humana. Os cadáveres tinham mãos dilaceradas, então presume-se que eles tentaram subir na árvore desesperados, e os galhos cederam com o seu peso. Não havia nenhum sinal de qualquer animal, mas alguma coisa tinha que aterrorizá-los de tal forma para fazê-los correr para fora da barraca sem se vestirem e tentarem subir numa árvore dilacerando as mãos.


Igor Dyatlov

Perto do local, cerca de 270 metros em direção a barraca, encontraram o terceiro cadáver, o do líder do grupo, Igor Dyatlov. O encontro não é menos surpreendente. Ele estava deitado virado para cima com a cabeça na direção da barraca e em uma mão segurava um raminho e com o outro braço cobria o rosto, protegendo-se.

Cabeça nua. Abrigo de pele com bolsos desabotoados. Camisa de manga longa, camiseta não muito grossa. Calças, calças de esqui. Sem calçado. Meias de algodão em ambos os pés, meia de lã só no pé direito. Nos bolsos, tinha um canivete pequeno e uma fotografia de Zinaida Kolmogorova. Seu relógio parou às 05:31. A camisa de manga longa era de Yuri Yudin, este a identificou posteriormente e explicou que a havia emprestado a Doroshenko. Tudo indica que as peças de roupas dos dois primeiros a morrerem, foram repartidas entre seus colegas, ou que entre eles trocaram as roupas.

Lesões: Abrasões na testa de cor marrom-avermelhada. Escoriações em ambas bochechas de cor marrom-avermelhada sangue seco nos lábios, perda antiga de um incisivo na mandíbula inferior.

Na parte inferior do antebraço e na superfície da palma da mão (não indicam qual das duas, suponho que a direita) haviam muitos arranhões pequenos de cor vermelha escura. Contusão nas articulações metacarpofalangicas da mão direita de cor marrom-avermelhada (isto é, a zona do punho com a qual se bate com a mão fechada). Contusões na mão esquerda de cor marrom-avermelhada. Feridas superficiais no segundo e no quinto dedo de dita mão.

Forte golpe nos joelhos sem sangramento. Hematomas na parte inferior da perna direita (acima do tornozelo). Abrasões em ambos tornozelos de cor vermelha brilhante com hemorragia subjacente.


Rustem Slobodin

Pouco mais de 180 metros a frente em direção a barraca, encontram o cadáver de Rustem meio coberto de neve com o rosto no chão e com uma fratura de 17 centímetros na cabeça.

Levava uma camisa de manga longa, outra camisa, uma camiseta, calças em cima de outras calças, quatro pares de meias e uma bota no pé direito. Nos bolsos levava uma faca, uma caixa de fósforos, um pente, seu passaporte, 310 rublos e um lápis. Seu relógio estava parado, marcando 08:45.

Lesões: Abrasões na testa de cor avermelhada, hematoma de cor marrom-avermelhada na pálpebra do olho direito com hemorragia subjacente. Restos de sangue no nariz. Lábios inflamados, inchaço e abrasões irregulares na metade direita do rosto. Abrasões no lado esquerdo do rosto.

Epiderme rachada em todo o antebraço direito. Hematomas na zona metacarpofalangica de ambas as mãos. Machucaduras de cor marrom-avermelhada na face média do braço esquerdo e na palma da mão esquerda.

Contusões na tíbia esquerda.

A cabeça apresentava uma fratura no osso frontal e nos músculos temporais de ambos lados do rosto.
O forense não explica a natureza das lesões, mas é como se ele tivesse ido se ferindo sucessivamente com tudo o que encontrasse no caminho.

Era o único corpo que mantinha algo de calor corporal no momento de cair ao solo, já que a neve sob a sua cabeça havia derretido e se transformando posteriormente em gelo (a ferida na cabeça ajudou). Seu cadáver estava completamente coberto pela neve.


Zinaida Kolmogorova

Nas proximidades existem vestígios de sangue, ao segui-los eles acham Zinaida, a que mais se aproximou da barraca depois de ter fugido. Não foi possível comprovar se o sangue era seu, mas não parecia ser dela.

Seu cadáver foi encontrado semi-enterrado. Estava melhor vestida, levava dois gorros, camisa de manga longa, camiseta, outra camisa sobre a camiseta e outra camiseta em cima com as mangas rasgadas. Calças esportivas, calças de algodão, calças de esqui com três pequenos buracos na parte inferior. Três pares de meias. Sem calçado. Levava uma máscara militar, sem a indicação de que tipo.

Tinha um hematoma de 29 cm de comprimento por 6 de largura que rodeava o lado direito na região da cintura.

Congelamento nas falanges dos dedos, contusões nas mãos e nas palmas. Meninges inflamadas (sinal de hipotermia).


Lyudmila Dubinina

Levava roupa interior, uma camisa de manga curta, uma camisa de manga longa, duas jaquetas, dois pares de calças, meias longas, outro par de meias danificadas pelo fogo e uma meia sem par. Tinha cortado em tiras uma camiseta, levando uma parte enrolada no pé esquerdo e a outra havia se desprendido. Foi encontrada entre a neve. Levava a calça e a camiseta de Krivonishenko, em que foi encontrado uns níveis baixos de radiação.

Danos corporais: A língua não foi encontrada, faltava o nervo hipoglosso bem como os músculos do céu da boca. Não indicam se foi arrancada ou não, simplesmente que não está. Os tecidos macios ao redor dos olhos, os olhos e as sobrancelhas desapareceram, assim como a pele da área temporal esquerda e o osso encontrava-se parcialmente exposto.

As cartilagens nasais foram rompidas. Faltavam os tecidos macios do lábio superior, no qual, os dentes e o osso da mandíbula superior estavam expostos

Lesões nas costelas. No lado direito estavam quebradas as costelas 2, 3, 4 e 5 seguindo duas linhas de fraturas visíveis. No lado esquerdo: foram quebradas as costelas 2, 3, 4, 5, 6 e 7, seguindo também duas linhas de fraturas visíveis.

Hemorragia em massa na aurícula direita do coração. Foi encontrado 100 gramas de sangue coagulado no estômago. Hematoma na coxa esquerda, com o tamanho de 10 ,5 cm.
Tecidos danificados ao redor do osso temporal esquerdo, com tamanho de 4, 4 cm.


Alexander Zolotariov

Os olhos desapareceram. Faltavam os tecidos macios ao redor da sobrancelha do olho esquerdo, em uma superfície de 7, 6 cm, o osso está exposto. Teve as costelas quebradas 2, 3, 4, 5 e 6 do lado direito, seguindo duas linhas de fraturas visíveis. Ferida aberta no lado direito com o osso exposto de 8 a 6 cm de tamanho.

Tanto Zolotariov como Dubinina tiveram um mesmo padrão de lesões. São muito similares no ângulo e na força exercida, apesar de que tanto a altura e a compleição corporal dos dois é muito diferente. O que lhes causou estas lesões não foi um evento único e uniforme, mas sim, produziu danos similares em duas pessoas diferentes. Seria como comprovar quanta força seria preciso exercer para quebrar as costelas de uma mulher forte de 20 anos e de um homem atlético de 37, a potência da força exercida é diferente, mas o resultado é o mesmo.

Sob a roupa foi encontrada a seguinte tatuagem: Г + С + П = Д (não foi especificado em que parte do corpo) O último símbolo depois do igual, significa ‘amizade’, os três primeiros são as iniciais dos amigos, era uma tatuagem muito comum entre os soldados soviéticos que serviram muito tempo juntos. Entre as letras não há nenhum A, pelo qual o nome com que se apresentou ao grupo, Alexander, realmente não era o seu nome, mas sim, Cemen. Também encontraram uma frase militar e seu ano de nascimento, 1921.


Nicolay Thibeaux-Brignollel

Apresentava múltiplas fraturas no osso temporal direito, com ampliações nos ossos frontais e esfenoides, seguindo um padrão ovalado. Segundo uma das hipóteses, seguindo a teoria da avalanche, ele estaria dormindo próximo de sua câmera fotográfica e ao cair a neve sobre eles, sua cabeça teria batido contra o objeto. Dentro da barraca não havia nenhuma câmera quebrada nem manchada de sangue e o padrão das impressões não mostra o arraste de uma pessoa inconsciente na fuga para o bosque, quando esta ferida provocou uma hemorragia cerebral que o deixou em um estado muito similar ao coma. O forense, Vozrojdenniy, não estava de acordo, porque a ferida e o afundamento do crânio não mostravam um círculo perfeito, mas sim, irregular, mais parecendo ao de uma pedra, mas também descarta a queda acidental sobre uma pedra.

Se poderia saber mais sobre o impacto caso se pudesse observar a retina, desprendida ou não, mas lamentavelmente, os globos oculares haviam desaparecido.

Também apresentava um hematoma no lado esquerdo do lábio superior e uma hemorragia na parte baixa do antebraço, com o tamanho 10 a 12 cm.


Alexandre Kolevatov

Ausência dos tecidos macios ao redor dos olhos e dos globos oculares, as sobrancelhas desapareceram e os ossos do crânio estavam expostos. Os danos no rosto que sofreram os quatro cadáveres têm uma explicação simples, a carne, primeiro congelada e depois molhada durante o degelo, pode se separar com muita facilidade do crânio.

Tinha uma fratura no nariz, uma ferida aberta por trás da orelha, com o tamanho de 3 cm e o pescoço deformado (não é detalhado que tipo de deformidade).


As Teorias.

Muitas perguntas foram levantadas:

– O que pode aterrorizar um grupo de nove pessoas, acostumados a acampar em locais extremos e com grande força física? Eles não eram colegiais acampando com medo do escuro.
– Por que Ludmila foi encontrada sem a língua?
– Os ferimentos foram tão intensos que nenhum ser humano seria capaz de fazer. Quem fez?
– Eles estavam a -20ºC – O que os fez fugir da barraca cortando de dentro para fora?
– A última foto tirada pelos estudante mostra o que? O que é aquela luz?

Logo circularam várias hipóteses, desde as mais assustadoras que parecem ser as mais razoáveis.
O caso teve muita publicidade por se tratar de nove jovens, mas terminou com outra incógnita:
nove esquiadores morreram por uma “causa maior” ou por uma “força não identificada”, de acordo com o exército russo, que fechou o local durante três anos. A mesma passagem que agora leva o nome do líder da expedição, passagem Dyatlov, onde uma placa recorda os 9 falecidos.


Teoria sobre a Conspiração OVNI

Sempre que há uma história misteriosa surge a ideia de que foi produzida por organismos alienígenas.. ou seres  de outro mundo.

A ideia veio desta vez do depoimento de um grupo de excursionistas que se encontravam acampados há vários quilômetros ao sul, que afirmaram terem visto na noite das mortes, várias esferas de cor laranja sobrevoando a zona onde se encontravam os esquiadores.

Curiosamente, um dos defensores desta teoria era um militar, que não podia mostrar as provas por estarem classificadas mas afirmava que existiam. Este cavalheiro era Lev Ivanov que junto com Vasily Ivanovich Tempalov estudaram o caso e propuseram diversas teorias a partir do depoimento dos excursionistas e das fotografias feitas por eles, mas superiores os obrigaram a fechar o caso e seus arquivos foram classificados. Tempanov se recusou, enquanto Ivanov acatou as ordens e foi promovido no dia seguinte.

Foto original encontrada no acampamento
Com a queda da URSS, estes supostos arquivos OVNIs não apareceram com o resto de arquivos desclassificados. Ivanov fazia questão de dizer que precisamente os seus, se encontravam entre os ‘não desclassificáveis’

A teoria de Ivanov aponta a que durante a noite de primeiro de fevereiro, várias esferas de cor laranja, vistas pelos excursionistas que foram testemunhas e vários habitantes de cidades da zona e de procedência alienígena, sobrevoaram o acampamento dos nove esquiadores. O pânico se espalhou e fugiram. Talvez não lhes atacassem, mas naqueles anos o medo de luzes no céu estava muito enraizado. Estavam em plena guerra fria… Ou talvez sim lhes atacaram, lhes obrigando a fugir da barraca e a abandonà-la, se escondendo no bosque. As feridas que quatro dos esquiadores sofreram, segundo Ivanov, poderiam ser da colisão de uma nave e o impacto de algum fragmento.

Não encontraram restos de nenhuma nave, mas para Ivanov a resposta está na rápida atuação do exército, que poderia ter levado embora os restos. Os primeiros a encontrarem o acampamento foram os soldados soviéticos a bordo de um avião. Até que chegassem a equipe de resgate do Instituto Politécnico e os civis, havia passado ao menos um dia, porque já haviam se afastado da zona, e desde o início, pensavam em encontrá-los vivos.

A coloração da pele e cabelos, a radioatividade na roupa e a paralisia dos corpos, indicava a Ivanov que foram objetos de um ataque alienígena. Também parecia que ele levava em conta a ausência da língua de Dubidina, por ser similar as mutilações de gado. (Cattle mutilation)

É curioso que esta afirmação venha de um militar. Ele realmente acreditava ou tentava tapar algum assunto do exército?


Teoria do Yeti

Os Mansi dizem que a região é habitada por uma criatura chamada Menk. Seu rugido vez os esquiadores se apavorarem e por isso eles fugiram da barraca e correram em direção a floresta. O Menk o seguiu e eles foram todos mortos.

O que seria uma das teorias mais malucas, com a liberação de arquivos antes confidenciais acabou se tornando uma das mais interessantes como vamos ver.

Em janeiro de 2014 o explorador Mike Libecky, a jornalista russa Maria Klenokova e uma equipe de filmagem se embrenharam na Rússia atrás de respostar para o caso e o resultado foi o documentário Russian Yeti: The Killer Lives exibido no Discovery Channel (tem completinho e em português no Youtube). O que eles descobriram foi impressionante e surpreendeu a todos, pois tudo indica que foi um Yeti que matou os 9 estudantes.

A equipe foi visitar a Fundação Diatlov e lá conversaram com as duas primeiras pessoas que chegaram ao local e descobriram a barraca. Eles disseram que viram pegadas na neve com o dobro da humana e que elas não foram mencionadas nos relatórios oficiais.


Essas pegadas foram encontradas perto do acampamento dos alpinistas, fotos ocultado pelos militares Soviéticos, descobertas em 1990 após a queda do comunismo.

Depois eles partem para falar com os Mansis e encontram a última testemunha Mansi viva dos eventos! Ela contou que tinha 5 anos na época e que ela sabe o que matou os estudantes: O Menk! e uma criatura com 2 a 3 metros de altura, muito forte e que que costuma matar cervos e arrancar suas línguas (lembra que a Ludmila foi encontrada sem a língua?). O Menk seria apenas um dos nomes para criaturas grandes e peludas que vivem el florestas isoladas. Ele não gosta que assovie, portanto quando for para uma floresta russa não assovie!

O assunto é tão sério que em 1958 o governo russo lançou uma expedição com o objetivo de capturar um Yeti vivo!

Então Maria recebe um CD de uma fonte anônima com imagens do único sobrevivente, Yuri Yudin, falando sobre o caso e que encontrou uma peça de roupa militar.

Depois de meses eles conseguem ver o material sobre o caso que está no arquivo público da cidade de Ecaterimburgo. Neste arquivo encontraram a análise da barraca e fotos de pegadas muito estranhas. Mas o mais interessante foi a revelação de que em um pedaço de papel escrito pelos estudantes dizia “Agora sabemos que o Homem das Neves Existe“.

Eles então reexaminam foto por foto que obtiveram na Fundação Dyatlov e encontram uma muito estranha, uma que mostra um Yeti! Eles voltam a Fundação para ver se ela é real e encontram o negativo! E mais, foi tirada apenas um dia antes deles morrerem.

Essa foto foi tirada um dia antes do ataque.

Tem mais coisa interessante… Eles descobrem um vídeo um militar dizendo que na época estavam testando misseis de 2 estágios e escolheram aquela região justamente por não ter ninguém, nem o povo Mansi ia até lá.


Teoria da Conspiração Militar

A teoria que quase todo mundo tem em mente. Depois de analisar as outras teorias, muitas pistas apontam para ela. Armas químicas, teste de mísseis, protótipos de aviões sobrevoando a zona…

Não era desconhecido para ninguém que aquela foi uma zona de manobras militares. Grande parte da área era militar. Ecaterimburgo estava rodeada de mísseis anti-aéreos.

Naqueles anos, estavam experimentando um protótipo de míssil que falhava mais que espingarda de parque de diversões.

Eliminar testemunhas inoportunas não era um problema para eles. Acredita-se que os militares conheciam a rota que seguiriam os rapazes, mas acidentes acontecem. Perto de Sverdlovsk, existia um grande complexo de experimentação de armas químicas.

Entre os tipos de armas que poderiam estar experimentando, se fala de algo que explodiu, mesmo que não aparecessem restos, o que explicaria os danos físicos de 4 dos garotos. Algum tipo de spray paralisante, ressonâncias ultra-sônicas que produzem confusão momentânea, um forte reflexo que pudesse cegá-los, alguma arma química.

Qualquer coisa que justificasse sua fuga e porque não voltaram para a barraca.

Poderiam ser testemunhas incômodas, sendo preciso executá-las.

Aviões de teste sobrevoando a zona e talvez borrifando algum produto, é algo que não se pode descartar.

E o que opinava Yuri, o único sobrevivente? Ele sempre esteve convencido de que os militares tivessem algo a ver. Teve que reconhecer os corpos de seus amigos, que a julgar pelas fotografias dos cadáveres, não deve ter sido nada agradável e ainda explicar que roupa era de quem.


Um obmtki

Também identificou 2 materiais que não pertenciam ao grupo, uns óculos militares e um ‘obmtki’, uma peça de roupa que se usa para envolver os pés ou as pernas para manter o calor, enrolando-o como uma venda. Tem uma forma característica e é de um material determinado. Se utilizou amplamente entre os soldados nos anos 40 e depois entre os prisioneiros dos campos de concentração de Stálin .

E quem sabe, não seguiria sendo usado por algum soldado na época. Ninguém sabe como chegou lá e ninguém sabe como desapareceu da sala de provas.

Encontraram 3 câmeras dentro da barraca, todas com fotografias similares de distintas perspectivas, mas ele insistiu que eram 4 câmeras, as levadas pelos seus companheiros. Também faltava um dos diários.

Yuri Yudin também menciona que em algum momento da investigação, ele viu uns documentos que indicavam que os militares começaram as indagações 10 dias antes de que começassem a busca oficial pelas pessoas do instituto politécnico. Mas esses documentos também desapareceram. Também viu como tiravam da sala de necrópsia, recipientes com os órgãos de seus amigos para enviarem a laboratório, que nunca chegaram. E se chegaram, não há informe deles. Apesar de que os informes forenses preliminares são muito detalhados e profissionais.

O barranco onde apareceram os últimos 4 esquiadores, era uma fossa cavada por eles mesmos aproveitando o desnível do terreno, em teoria para se protegerem do frio, mas nesse lugar apareceram os mais feridos. Talvez fosse um primeiro refúgio após apagarem o fogo, e tentarem se esconder  de alguma coisa.

Tinha algo na floresta e eles fizeram pequenos rasgos na cabana para observar alguma coisa que estava no acampamento, talvez Um míssil caiu ali perto pois segundo se conta, havia um treinamento militar e usavam a região para testes, e após a queda, assustou tanto eles quando o Yeti que se sentiu vulnerável. A última foto tirada pelos esquiadores mostra justamente um clarão no céu. Eles correm para a floresta somente com as roupas interiores e tentam acender uma fogueira. Dois morrem ali. Três tentam voltar para a barraca, mas morrem. Os outros quatro se protegem em uma parece de gelo, mas o Yeti furioso ataca matando todos.