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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

O Projeto Brasileiro da BOMBA ATÔMICA criado no REGIME MILITAR.

O Exército começou nos anos 70, acreditando que só seríamos respeitados com isso. Hoje o Brasil domina o ciclo de produção do combustível nuclear.

Imagem meramente ilustrativa da explosão da bomba de hidrogênio Ivy Mike - Getty Images

Em 1990, o presidente Fernando Collor jogou uma simbólica pá de cal num poço de 320 metros para testes nucleares na serra do Cachimbo, no Pará. "A suspeita é que ele teria sido construído com recursos do Iraque de Saddam Hussein para abrigar testes do programa iraquiano. E os dados seriam cedidos ao Brasil", diz o jornalista Roberto Godoy, especialista em assuntos de defesa.

O poço é só um pedaço de uma série de operações clandestinas, iniciadas no governo Ernesto Geisel, para garantir ao Brasil a tecnologia necessária para fabricar a bomba atômica (e ogivas para mísseis nucleares).

Na prática, sobretudo a partir do início da década seguinte, o governo manteve dois programas nucleares: o oficial, com fins pacíficos, e o paralelo e sigiloso. Sempre houve facções do regime que defendiam que a única maneira de o Brasil ser respeitado no mundo seria ter a bomba.

O Iraque virou uma peça curiosa nesse enredo, que sobreviveu ao fim da ditadura. Entre 1979 e 1990, o Brasil exportou toneladas de urânio (a matéria-prima do combustível das bombas) para Saddam. O roteiro nebuloso inclui espionagem e suborno de técnicos e autoridades estrangeiras, entre outras manobras, que até alimentaram uma CPI sobre o tema.

A Constituição de 1988 havia proibido o país de usar a tecnologia nuclear para fins bélicos, mas o "esforço paralelo" dos militares sobreviveu até 1990, segundo confirmou mais tarde José Carlos Santana, ex-presidente da Comissão Nacional de Energia Nuclear no governo Collor. Quando o CNEM do B deixou de funcionar, o país estaria prestes a fazer o primeiro teste.

"Em dezembro de 1996, a PF prendeu um alemão que vendera conhecimentos ao Brasil depois de tentativas frustradas junto ao Iraque", diz Tânia Malheiros, autora de Brasil: A Bomba Oculta - O Programa Nuclear Brasileiro. Para ela, é só uma amostra de que "há muita coisa a ser explicada".

Hoje o Brasil domina o ciclo de produção do combustível nuclear e está (aos trancos e barrancos) construindo seu primeiro submarino com propulsão atômica. A revelação de detalhes estratégicos sobre essa tecnologia e os bastidores espúrios do programa nuclear estariam no topo das preocupações de quem, até pouco tempo atrás, insistia em manter o sigilo eterno.


segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

Exercício de Pandemia Global por Coronavírus em N.York há 3 Meses levanta Sérias Suspeitas

Foi Realizado Exercício de Pandemia Global por coronavírus em N.York, há 3 meses, com previsão de 65 milhões de mortos e início no BRASIL.


Evento 201, SIMULAÇÃO de PANDEMIA GLOBAL em NEW YORK à 3 MESES ATRÁS: O Johns Hopkins Center for Health Security, em “parceria com o “Fórum Econômico Mundial” e a “Fundação Bill e Melinda Gates”, sediou o Evento 201, um exercício de pandemia de um coronavírus de alto nível em 18 de outubro de 2019, em Nova York, NY. O exercício ilustrou áreas em que parcerias público-privadas serão necessárias durante a resposta a uma pandemia global severa, a fim de diminuir o impacto das conseqüências econômicas e sociais globais em larga escala. O número de vítimas estimado foi de 65 milhões de mortos e a PANDEMIA GLOBAL teria início no BRASIL com o vírus se disseminando de fazendas de criações de porcos.

Um ‘exercício’ foi simulado há três meses em New York sobre uma pandemia Global de coronavírus com 65 milhões de mortos, com a erupção começando no BRASIL, em fazendas de criação de porcos


“A vítima da manipulação mental não sabe que ela é uma (ignorante) vítima. Para ele, os muros de sua prisão são invisíveis, e ele acredita ser livre”.  –  Aldous Huxley

Nos últimos anos, o mundo viu um número crescente de eventos epidêmicos [SARS, Ebola, H1N1, etc], totalizando aproximadamente 200 eventos anualmente. Esses eventos estão aumentando e prejudicam a saúde, as economias e a sociedade de modo geral. O gerenciamento desses eventos já prejudica a capacidade global, até mesmo na ausência de uma ameaça de pandemia.

Uma “estranha coincidência”, a elite se reúne em N. York apenas três meses antes para discutir a erupção de uma PANDEMIA GLOBAL, com origem nas fazendas de criação de porcos no… BRASIL!

Os especialistas concordam que é apenas uma questão de tempo até que uma dessas epidemias se torne global – uma pandemia com consequências potencialmente catastróficas. Uma pandemia severa, que se torna o “Evento 201″, exigiria cooperação confiável entre várias indústrias, governos nacionais e instituições internacionais importantes.

Especialistas em saúde pública emitiram um aviso ameaçador sobre uma pandemia de coronavírus há apenas três meses [em outubro]. O corona vírus em sua simulação matou 65 milhões de pessoas.

Um cientista da Johns Hopkins Center for Health Security no ano passado modelou o que aconteceria se um coronavírus fictício atingisse uma escala pandêmica global. No cenário simulado há três meses, 65 milhões de pessoas morreriam em 18 meses.

Eric Toner, um cientista do Johns Hopkins Center for Health Security, não ficou chocado quando surgiram notícias de um misterioso surto de coronavírus em Wuhan, na China, no início de janeiro. Menos de três meses antes, Toner havia realizado uma simulação de uma pandemia global  envolvendo PANDEMIA GLOBAL por um coronavírus.

Os coronavírus geralmente afetam o trato respiratório e podem levar a doenças como pneumonia ou resfriado comum. Um coronavírus também foi responsável pelo surto de síndrome respiratória aguda grave (SARS) na China, que afetou cerca de 8.000 pessoas e matou 774 no início dos anos 2000.

“Penso há muito tempo que o vírus mais provável que poderia causar uma nova pandemia seria um coronavírus”, disse Toner, sendo profético.

O surto de coronavírus em Wuhan foi finalmente considerado uma PANDEMIA GLOBAL na última quinta feira (30), com o vírus sendo relatado já em 23 países. A simulação de Toner de uma hipotética pandemia mortal de coronavírus sugeriu que, após seis meses, quase todos os países do mundo teriam casos do vírus. Dentro de 18 meses, 65 milhões de pessoas poderiam morrer.

Uma pandemia viral por um coronavírus como o de Wuhan, na China poderia matar 65 milhões de pessoas

A simulação de Toner imaginou um vírus fictício chamado CAPS. A análise, parte de uma colaboração com o Fórum Econômico Mundial e a Fundação Bill e Melinda Gates, analisou o que aconteceria se uma pandemia global se originasse nas fazendas de porcos no BRASIL. (O vírus Wuhan se originou em um mercado de frutos do mar que vendia animais vivos).


AGORA A REALIDADE OCORRENDO NA CHINA: 

Quase duas semanas desde o início da epidemia de Coronavírus na China, que agora resultou em mais de 100.000 chineses em observação e mais de 210 pessoas mortas, com 9.821 casos confirmados, os EUA finalmente fizeram a coisa certa quando na tarde dessa quinta-feira o DoD-Departamento de Estado dos EUA alertou os americanos a não viajarem para a China por causa do alastramento do surto de coronavírus. Apesar da gravidade da situação, somente nessa quinta feira [30] a Organização Mundial de Saúde [WHO] decidiu declarar o surto de coronavírus da China uma PANDEMIA GLOBAL O vírus chegou à Índia, Itália e Filipinas. A Rússia fechou todas as fronteiras com a China e várias empresas aéreas cancelaram seus voos de e para a China.

O vírus na simulação de Toner seria resistente a qualquer vacina moderna. Seria mais mortal que o SARS, mas quase tão fácil de pegar quanto a gripe. O surto do exercício começou pequeno: os agricultores brasileiros começaram a apresentar sintomas que se assemelhavam à uma gripe ou pneumonia. A partir daí, o vírus se espalhou para bairros urbanos lotados e empobrecidos do Brasil e dai para toda a  América do Sul.

Os voos seriam cancelados e as reservas de viagens cairiam 45%. As pessoas disseminariam informações falsas nas mídias sociais. Após seis meses, o vírus se espalhou pelo mundo todo. Um ano e meio depois, havia matado 65 milhões de pessoas de acordo com os resultados do exercício feito em New York. A pandemia   de gripe  espanhola de 1918, por outro lado, matou 50 milhões de vidas.

A pandemia global hipotética por coronavírus simulada de Toner também desencadeou uma crise financeira global: as bolsas de valores caíram de 20% a 40% e o produto interno bruto global caiu 11%. “O ponto que tentamos enfatizar em nosso exercício em outubro é que não se trata apenas das consequências para a saúde”, disse Toner. “É sobre as consequências para as economias e as sociedades”.

Ele acrescentou que a atual PANDEMIA GLOBAL pelo coronavírus Wuhan também pode ter efeitos econômicos significativos se o número total de casos continuar a crescer e atingir os milhares [algo que já aconteceu]

Na simulação do fictício coronavírus CAPS, os cientistas não conseguiram desenvolver uma vacina a tempo de interromper uma pandemia global. Essa é uma suposição realista: mesmo os coronavírus reais como SARS ou MERS (um vírus que matou mais de 840 pessoas desde 2012) ainda não têm vacinas.


“Se pudéssemos fazer isso para que pudéssemos fazer uma vacina dentro de meses, em vez de anos ou décadas, isso seria uma mudança de jogo”, disse Toner. “Mas não é apenas a identificação de vacinas em potencial. Precisamos pensar ainda mais sobre como elas são fabricadas em escala global e distribuídas e administradas às pessoas”.

Se os cientistas não encontrarem uma maneira de desenvolver vacinas mais rapidamente, ele disse que surtos perigosos continuarão a se espalhar. Isso ocorre porque as cidades estão ficando cada vez mais lotadas e os humanos estão invadindo os espaços geralmente reservados para a vida selvagem, criando um terreno fértil para doenças infecciosas. “Faz parte do mundo em que vivemos agora”, disse Toner. “Estamos em uma época de epidemias.”


MUNDO REAL: EMPRESAS AÉREAS ENCERRAM VOOS PARA A CHINA

United, Delta e American Airlines disseram nessa sexta-feira (31) que estavam suspendendo todos os vôos entre os EUA e a China, o mais recente de uma série de movimentos, já que as transportadoras buscam conter a disseminação global do coronavírus mortal que se originou na província de Hubei.

Você quer mesmo saber como esse coronavírus “surgiu na China” e se espalhou pelo mundo em pouco tempo? Ao pesquisar os arquivos de registros de patentes nos EUA on-line, foi descoberto o registro de uma patente de Coronavírus concedida para o C.D.C. –  Centers for Disease Control and Prevention [se trata do principal instituto nacional de saúde pública dos EUA. 

O C.D.C. é uma agência federal dos EUA sob o United States Department of Health & Human Services (HHS)] que tem sua sede em Atlanta, Geórgia. Assim emerge um fato indiscutível, o de que o “DONO” DESSE VÍRUS MORTAL E SEU CRIADOR é o PRÓPRIO C.D.C. (Centro de Controle e Prevenção de Doenças).

Esta imagem de arquivo sem data divulgada pela Agência Britânica de Proteção à Saúde mostra uma imagem de um coronavírus visto num microscópio eletrônico, parte de uma família de vírus que causa doenças, incluindo o resfriado comum e a SARS, que foi identificada pela primeira vez no Oriente Médio. DIVULGAÇÃO / IMPRENSA ASSOCIADA

O coronavírus do surto atual não teve origem na China, mas FOI IMPLANTADO neste país asiático com a clara intenção de causar o maior dano possível aos chineses. A consequência natural, quando  [se já não descobriu] a China perceber que a eclosão do surto pode ter sido um ataque de BIOWEAPON ao seu território e contra seu povo, qual será o tipo de resposta a ser dada pela China aos [ir]responsáveis pela contaminação. Começamos a ano de 2020 com muitos que operam nas sombras desejando aumentar o caos no planeta.

PATENTE de criação de um CORONAVÍRUS fornecida ao CDC (Centers for Disease Control and Prevention)  US7220852B1 – SOBRE A CRIAÇÃO DE CORONAVÍRUS AKA SARS.

Na patente acima, do registro de um CORONAVÍRUS [uma BIOWEAPON], você encontrará 72 páginas de conteúdo para poder julgar esse letal “surto repentino e desconhecido de coronavírus” na China . Leia a patente nesse link primeiro, faça o download e compartilhe este artigo amplamente antes que os AGENTES do DEEP STATE a excluam. Mantenha-se sábio, com discernimento e saudável!

Na manhã dessa sexta-feira, o número de casos DE INFECÇÃO aumentou para mais de 9.900 em todo o mundo, com 9.783 casos na China continental, e o número de mortos é de 213, segundo autoridades chinesas. A United planeja suspender todos os vôos dos EUA para Pequim, Chengdu e Xangai de quinta até 28 de março. O serviço de transporte aéreo entre São Francisco e Hong Kong continuará por enquanto, informou a companhia em comunicado.

A decisão é “em resposta à queda contínua na demanda por viagens à China e à decisão do Departamento de Estado [DoD] dos EUA de aumentar seu aviso de impedimento de viagens para a China ao nível 4, o mais alto risco”, afirmou o documento. As três maiores companhias aéreas dos EUA juntaram-se a mais de uma dúzia de companhias aéreas em todo o mundo que pararam de voar para a China continental desde a primeira morte, em 9 de janeiro.


segunda-feira, 23 de setembro de 2019

Computador Quântico Mais Poderoso do Mundo foi criado pelo Google, Segundo Relatório


A gigante da tecnologia Google criou um computador quântico muito superior aos supercomputadores mais poderosos do mundo atualmente. Pelo menos isso é afirmado em um relatório obtido pelo British Financial Times.

Assim, a empresa relatou em um estudo que sua nova máquina leva apenas 3 minutos e 20 segundos para executar um cálculo que levaria 10.000 anos para concluir o Summit – da IBM -, hoje o supercomputador mais poderoso do mundo.

Este estudo foi publicado por um curto período de tempo no site da agência espacial dos EUA – NASA – antes de ser removido. No entanto, a mídia do Financial Times conseguiu investigar o documento.

“É um aumento significativo na velocidade em comparação com qualquer algoritmo clássico que permite alcançar experimentalmente uma supremacia quântica no campo dos cálculos e que implica o nascimento do paradigma computacional”, afirmou o estudo.


quinta-feira, 7 de junho de 2018

"Só a Destruição Apocalíptica Pode Eliminar o Fosso Entre Ricos e Pobres" - Afirma o Historiador


Não é preciso ser um gênio para ver que há muita injustiça em nosso planeta. As pessoas ricas estão ficando mais ricas e as pessoas pobres muitas vezes têm muito poucas possibilidades de melhorar suas vidas.

Um historiador apresentou uma teoria radical sugerindo que apenas a destruição apocalíptica pode eliminar a lacuna entre ricos e pobres.

É uma visão pessimista, mas alguns cientistas acreditam que esta é a única maneira de "salvar" o mundo.

Em seu livro The Great Leveler: Violence and the History of Inequality, da Idade da Pedra até o Século XXI , o historiador de Stanford Walter Scheidel argumenta que a violência em massa e as catástrofes podem diminuir seriamente a desigualdade econômica,

De acordo com Scheidel, os registros históricos mostram que as sociedades são “niveladas” apenas por eventos enormemente destrutivos: guerra de mobilização de massa, revoluções radicais, fracassos do Estado e pandemias mortais.

"...A violência em massa e as catástrofes são as únicas forças que podem reduzir seriamente a desigualdade econômica? Para julgar por milhares de anos de história, a resposta é sim. Traçando a história global da desigualdade desde a Idade da Pedra até hoje, Walter Scheidel mostra que a desigualdade nunca morre pacificamente. A desigualdade diminui quando a carnificina e o desastre aumentam e aumenta quando a paz e a estabilidade retornam. The Great Leveler é o primeiro livro a mapear o papel crucial dos choques violentos na redução da desigualdade ao longo de toda a história humana ao redor do mundo.
  Desde que os humanos começaram a cultivar, rebanhar animais e repassar seus bens para as gerações futuras, a desigualdade econômica tem sido uma característica definidora da civilização. Ao longo de milhares de anos, apenas eventos violentos diminuíram significativamente a desigualdade. Os "Quatro Cavaleiros" de nivelamento - guerra de mobilização de massa, revoluções transformadoras, colapso estatal e pragas catastróficas - repetidamente destruíram a sorte dos ricos. Scheidel identifica e examina esses processos, desde as crises das primeiras civilizações até as cataclísmicas guerras mundiais e as revoluções comunistas do século XX. Hoje, a violência que reduziu a desigualdade no passado parece ter diminuído, e isso é uma coisa boa. Mas lança sérias dúvidas sobre as perspectivas de um futuro mais igual.
  Uma contribuição essencial para o debate sobre a desigualdade, The Great Leveler fornece novos insights importantes sobre por que a desigualdade é tão persistente - e porque é improvável que ela diminua tão cedo."

Como exemplos históricos que comprovam o caso, Scheidel menciona o colapso do Império Romano, da Peste Bubônica, da Revolução Francesa e das Guerras Napoleônicas, da Guerra Civil Americana, das revoluções comunistas russas e chinesas e das Guerras Mundiais I e II.

Quando as sociedades estão sob estresse, elas tendem a se reformar de maneiras que reduzem temporariamente as desigualdades de oportunidade e renda.

Sem um evento dramático e destrutivo, a distância entre ricos e pobres aumentará, disse o historiador.

“Nas próximas décadas, o dramático envelhecimento dos países ricos e as pressões da imigração sobre a solidariedade social dificultarão ainda mais a distribuição equitativa dos rendimentos líquidos. E, acima de tudo, a mudança tecnológica em curso pode impulsionar a desigualdade de formas imprevisíveis, desde a automação mais sofisticada que esvazia os mercados de trabalho, até as melhorias genéticas e cibernéticas do corpo humano privilegiado”, disse Scheidel.

Scheidel salienta que uma guerra não é suficiente para melhorar as condições de vida futuras daqueles que são pobres agora. Segundo ele, apenas uma guerra nuclear pode remodelar o mundo como é agora.

"Apenas a guerra termonuclear total", afirma ele, "pode ​​fundamentalmente redefinir a distribuição existente de recursos", disse Scheidel.

Assim, parece que a escolha é a desigualdade ou o apocalipse, a menos que haja uma terceira opção que Scheidel e outros cientistas negligenciaram.


terça-feira, 14 de junho de 2016

Colapso do Vulcão Cumbre Vieja pode gerar MEGA TSUNAMI que ATINGIRÁ O BRASIL

O Vulcão CUMBRE VIEJA  pode explodir a qualquer momento e entrar em colapso.

Um mega Tsunami pode atingir o Norte e Nordeste do Brasil e a Costa Leste dos USA. Um mega tsunami é um raro tsunami com ondas de mais de 100 metros de altura. Deixando de lado alguns grandes tsunamis no Alasca, incluindo aí um de 520 metros de altura, na baia de Lituya. 

Acredita-se que o último mega tsunami que atingiu uma área com população ocorreu há 4.000 anos. Geólogos dizem que tal evento é causado por gigantescos deslocamentos de terra, originados por uma ilha em colapso, por exemplo, em um vasto corpo d’água como um oceano ou um mar.

Acima: foto de satélite das Ilhas Canárias e o Vulcão Cumbre Vieja, na Ilha La Palma expelindo fumaça.

Mega tsunamis podem atingir alturas de centenas de metros, viajar a 900 km/h ao longo do oceano, potencialmente alcançando 20 km ou mais terra adentro em regiões de plataformas continentais/costas de baixa altitude. Em oceanos profundos, um mega tsunami é quase invisível. Move-se em um deslocamento vertical de aproximadamente um metro, com um comprimento de ondas de centenas de quilômetros.

Porém, a enorme quantidade de energia dentro deste movimento de gigantesca massa líquida produz uma onda muito mais alta, à medida que a onda se aproxima de águas rasas situadas nas costas litorâneas das plataformas continentais.

A Ilha de La Palma e a escura Cratera do Vulcão Cumbre Vieja

Terremotos geralmente não produzem tsunamis desta escala, a não ser que eles possam causar um grande deslocamento de terra debaixo d’ água, tipicamente tais tsunamis têm uma altura de dez metros ou menos (seria o caso do Tsunami do Japão em Março de 2011). Deslocamentos de terras que são grandes comparadas à profundidade atingem a água tão rapidamente que a água que foi deslocada não pode se estabelecer antes que as rochas atinjam o fundo.

Isto significa que as rochas deslocam a água em velocidade total em todo seu caminho ao fundo. Se o nível da água é profundo, o volume de água deslocado é muito grande e as partes baixas estão sob alta pressão. Isto resulta numa onda que contém grande quantidade de energia.

Algumas pessoas assumem que mega tsunamis pré-históricos varreram antigas civilizações, como um castigo do(s) deus(es), comum em muitas culturas ao redor do mundo. Porém, isto é improvável, considerando que mega tsunamis usualmente acontecem sem qualquer aviso, atigindo apenas áreas costeiras e não necessariamente ocorrendo após uma chuva qualquer.


A hipótese de mega tsunamis foi criada por geólogos buscando por petróleo no Alasca. Eles observaram evidência de ondas altas demais em uma baía próxima. Cinco anos depois, uma série de deslocamentos de terra foi revelada como a causa destas altas ondas no Alasca. O histórico geológico mostra que mega tsunamis são muito raros, mas que devastam qualquer coisa próxima à costa atingida. Alguns podem devastar costas de continentes inteiros. O último evento conhecido desta magnitude aconteceu há 4 mil anos na Ilha de Reunião, leste de Madagascar.

UMA ONDA QUE ATINGIU 524 metros de ALTURA na BAIA DE LITUYA-ALASKA, EM 1958

Um fato sempre intrigou biólogos e geólogos na baia de Lituya, no Alaska. Ao redor de toda a baia, nas margens, existe uma faixa de vegetação começando da linha d’água composta por arvores jovens e somente muitas dezenas e até centenas de metros acima é que aparecem as árvores velhas.

Os cientistas sempre souberam que as arvores jovens nasceram em decorrência da morte das arvores velhas que ali estavam, mas não sabiam o que havia causado isso. Um evento geológico colossal elucidou o enigma.  


No dia 9 de julho de 1958, um grande terremoto de 8.5 graus na escala richter sacudiu a região da baia de Lituya. Uma grande massa de rocha com volume estimado de 30 milhões de metros cúbicos se desprendeu de uma altura de 900 metros de uma montanha, mergulhando na profunda baia de Lituya. O gigantesco e súbito deslocamento de água produziu uma descomunal onda. Segundos depois, parte da onda atingiu a margem oposta ao deslizamento 1350 metros adiante e quebrou, subindo uma outra montanha e derrubando arvores a inacreditáveis 524 metros de altura. O restante da onda seguiu adiante e arrasou com a baia de Lituya derrubando arvores a até 200 metros de altura.

Os acontecimentos de 1958 no ALASCA mostraram que Tsunamis também podem ser criados por deslocamento de grandes massas de rochas de ilhas vulcânicas e deslocamento de grandes massas de água sobre a plataforma continental, o que se um dia ocorrer, será numa escala muito maior e poderá devastar faixas litorâneas inteiras de muitos países. 

Ameaças de Mega tsunamis

Ilhas vulcânicas como as de Reunião e as Ilhas do Havaí podem causar megatsunamis porque elas não são mais do que grandes e instáveis blocos de material mal agrupado por sucessivas erupções. Evidência de grandes deslocamentos de terra foram encontradas na forma de grande quantidade de restos subaquáticos, material terrestre que caiu oceano adentro. Em anos recentes, cinco de tais restos foram encontrados somente nas ilhas havaianas.

Alguns geólogos acreditam que o maior candidato para a causa do próximo megatsunami é a erupção do VULCÃO CUMBRE VIEJA na ilha de La Palma, nas Ilhas Canárias, na costa oeste da África. Em 1949, uma erupção causou a queda do cume de Cumbre Vieja e fez cair vários metros adentro do Oceano Atlântico. Acredita-se que a causa disto foi causada pela pressão do magma em aquecimento e água vaporizando-se presa dentro da estrutura da ilha, causando um deslocamento da estrutura da ilha. 

A velocidade e a amplitude de deslocamento e o tamanho das ondas em caso de colapso do Vulcão Cumbre Vieja na Ilha de La Palma.

Durante uma próxima erupção, que estima-se acontecerá em algum tempo nos próximos anos, séculos ou milênios, irá causar um novo deslocamento da ilha, fazendo a metade ocidental, pesando talvez 500 milhões de toneladas, deslocar-se catastroficamente em direção ao fundo do oceano e com isso gerando uma imensa onda em direção ao oeste, ao norte/nordeste do Brasil e à costa leste dos EUA.

”Isto irá automaticamente gerar um megatsunami com ondas locais com alturas de centenas de metros”.

 Depois que o tsunami cruzar o Atlântico, provavelmente irá gerar uma onda com 10 a 25 metros de altura ao chegar no Caribe e na costa leste da América do Norte várias horas depois (entre oito a dez horas), gerando grandes problemas econômicos e sociais para as populações litorâneas sobreviventes dos países envolvidos e para a economia global como um todo. Enquanto que potencialmente não tão destruidor como um super-vulcão, um mega tsunami seria um desastre sem precedentes em quaisquer regiões em que este evento ocorra.

Investigação intensiva na seqüência da catástrofe do tsunami na Indonésia de 26 de dezembro de 2004 mostrou que muitas outras zonas costeiras também estão em perigo de sofrerem impacto de tsunamis. Assim, as costas leste e oeste do Atlântico e na costa do Mediterrâneo, não estão a salvo de maremotos e, portanto, devem ser mais bem protegidas.

TSUNAMIS NO ATLÂNTICO

Mapa de ocorrências históricas de Tsunamis no Atlântico:

Locais de ocorrências de Tsunamis na área do Oceano Atlântico. Em vermelho houve séria destruição, em amarelo destruição moderada e em branco pequena destruição.

Poucas catástrofes como tsunamis ocorrem no Atlântico, em comparação com o Pacífico. Os maremotos em Lisboa (em 1º de NOVEMBRO DE 1755, posterior ao grande terremoto acontecido no mesmo dia com epicentro no nordeste do Oceano Atlântico e que destruiu Lisboa) e em Porto Rico foram até agora a maior catástrofe de tsunamis, quando milhares de pessoas perderam suas vidas. Saiba mais em: wikipedia.org

Estimativa da propagação de ondas de tsunamis
provocados pelo terremoto de 1755 em Lisboa
e que atingiu o litoral do nordeste brasileiro
matando cerca de 30 mil pessoas.
{Atualização 18102015: Documentos mostram que tsunami atingiu costa brasileira no século XVIII. Uma pesquisa de um geólogo brasileiro mostra que o terremoto que destruiu Lisboa no século 18 (1.755) gerou ondas gigantes que atingiram o brasil. O ponto de partida da pesquisa, que virou livro, são cartas escritas por autoridades do Brasil na época. Estima-se que 30 mil pessoas morreram no Brasil após uma onda gigante (Tsunami) provocado pelo sismo em Lisboa atingir o Nordeste. Ela pode ter chegado com uma altura que varia de 2 a 6 metros.}

Vulcão pode provocar tsunami nos EUA e no norte do Brasil, dizem cientistas

Por Daniel Flynn –  www.reuters.com

Madri, Espanha (Reuters) – Uma onda de 50 metros de altura atingindo o litoral atlântico dos Estados Unidos e destruindo tudo no seu caminho –não se trata de um filme de Hollywood, mas de uma sombria previsão de cientistas britânicos e norte-americanos, que também incluem o BRASIL na lista de possíveis lugares atingidos.

Enquanto a comunidade internacional tentava ajudar as vítimas do devastador maremoto de dezembro no sul da Ásia, os especialistas alertam que a erupção de um vulcão nas ilhas Canárias (que pertencem à Espanha e ficam no litoral norte da África) pode provocar a maior tsumami já registrado na história humana.

Cálculo do tamanho e da evolução das ondas do Tsunami com o colapso do Vulcão Cumbre Vieja nas Ilhas Canárias:

Cálculo da evolução da propagação das ondas do tsunami: A = 2 minutos, B = 5 minutos, C = 10 minutos, D = 15 minutos, E = 30 minutos, F = 1 hora, G = 3 horas, H = 6 horas atinge o Norte/Nordeste do BRASIL e I = 9 horas atingindo a Flórida.

Segundo um polêmico estudo desses cientistas, uma explosão no vulcão Cumbre Vieja, na ilha de La Palma, pode lançar uma montanhas de rochas do tamanho de uma ilha dentro do Atlântico, a uma velocidade de até 350 quilômetros por hora. Mas muitos cientistas dizem que o risco de uma megatsunami provocado por tal erupção está sendo exagerado. Nesse estudo, a energia liberada pela erupção seria equivalente ao consumo de eletricidade nos Estados Unidos durante seis meses. As ondas sísmicas se deslocariam pelo Atlântico na velocidade de um avião a jato (900 km/hora).

A devastação nos Estados Unidos provocaria prejuízos de trilhões de dólares e ameaçaria dezenas de milhões de pessoas. Países como a Espanha, Portugal, Grã-Bretanha, França, BRASIL, Região do Caribe, Guianas, Venezuela e todos os países da África Ocidental também poderiam ser atingidos pelas ondas gigantes. “Isso pode ocorrer na próxima erupção, que pode acontecer no próximo ano, ou pode levar dez mil anos para acontecer”, disse Bill McGuire, do Centro de Pesquisas Benfield  Hazard, da Grã-Bretanha.

O Cumbre Vieja, que teve sua última explosão em 1971, normalmente tem erupções em intervalos de 20 a 200 anos.“Simplesmente não sabemos quando vai acontecer, mas há alguém preparado para assumir o risco depois dos incidentes do Oceano Índico?”, disse McGuire, propondo a criação de um programa para monitorar a atividade sísmica na encosta do vulcão.

“Precisamos fazer com que as pessoas saiam antes do colapso em si. Uma vez que o colapso tenha acontecido, o Caribe teria nove horas, e os EUA de 6 a 12 horas, para retirar dezenas de milhões de pessoas.” Mas outros especialistas vêem exageros na previsão sobre o Cumbre Vieja ou sobre o vulcão havaiano de Kilauea. A Sociedade Tsunami, que reúne especialistas de vários países, diz que essas teorias só servem para assustar as pessoas.

O grupo argumenta que o Cumbre Vieja não explodiria em uma única rocha e que a onda criada seria muito menor (apesar de haver registros históricos de mega explosões como a do Vulcão submerso THERA em Santorini, no arquipélago das ilhas gregas conhecidas como As Cíclades, no Mar Egeu, que em torno de 1.680 a.C. explodiu violentamente, literalmente jogando pelos ares a maior parte da ilha Santorini e o topo da montanha.  

Fotos de satélite de SANTORINI, no Mar Egeu e o
gigantesco buraco, o vazio deixado na ilha pela
explosão do vulcão THERA em 1.680 a.C.
O impacto daquela erupção fez-se sentir em toda a Terra, mas com particular intensidade na bacia do Mar Mediterrâneo. A erupção do vulcão THERA em Santorini parece estar ligada ao colapso da Civilização Minóica na ilha de Creta, distante de Santorini 110 km ao sul.

Acredita-se que tal cataclismo tenha inspirado as posteriores lendas acerca de Atlântida. Ver mais em: wikipedia.org.

“Estamos falando de milhares de anos no futuro. Qualquer coisa pode acontecer. Nesse meio tempo um asteróide também poderia cair na Terra”, disse George Pararas-Carayannis, fundador da Sociedade Tsunami.

Muitos especialistas acham que as tsunamis provocadas por deslizamentos abruptos duram menos do que aquelas gerados por terremotos fortes, como o de 26 de dezembro de 2004, na Indonésia que matou cerca de trezentas mil pessoas.

Santorini
Charles Mader, editor de uma revista do Hazards sobre tsunamis, prevê que mesmo um enorme deslizamento em La Palma provocaria ondas de apenas um metro de altura nos EUA.

De qualquer forma, especialistas avaliam que a ameaça das tsunamis estava subestimada antes da tragédia asiática, que matou mais de 150 mil pessoas. “Não seria surpresa para mim se amanhã víssemos outra tsunami como essa,” disse Pararas-Carayannis, apontando para as falhas geológicas de Portugal, de Porto Rico e do Peru como riscos possíveis.

Para McGuire, um sistema de alerta no Oceano Índico teria evitado completamente as mortes em Sri Lanka e na Índia, já que na maioria dos casos a população precisava se deslocar apenas um quilômetro para ficar a salvo. Na opinião dele, o risco dos tsunamis para a Terra só é inferior ao do aquecimento global. “Com as costas fortemente ocupadas agora, particularmente nos países em desenvolvimento, as tsunamis são um grande problema porque, ao contrário dos terremotos, transmitem a morte e a destruição através de oceanos inteiros.”

O arquipélago da Ilhas Canárias. Na Ilha de EL HIERRO, AO SUL DA ILHA DE PALMA, onde está o CUMBRE VIEJA está acontecendo uma enorme atividade sísmica, com muitos terremotos (alguns são submarinos)

Ilhas Canárias: Risco de erupção vulcânica em El Hierro ao sul de LA PALMA 

Nos últimos dias do ano de 2011, se registrou uma série de movimentos sísmicos na ILHA DE EL HIERRO, e especialistas estão agora a avaliar se o magma está subindo.

Barcos transportando equipes da Unidade Militar de Emergências do governo espanhol local partiram, no final da manhã, para El Hierro, para uma eventual operação de evacuação. Cinquenta e três pessoas foram já realojadas e o principal túnel da ilha, entre as localidades de Frontera e Valverde, foi fechado.

El Hierro, nas Ilhas Canárias: Risco de erupção vulcânica.
Esferas azuis e vermelhas marcam a ocorrência
de Terremotos recentes.
As autoridades espanholas estão a mobilizar-se para uma eventual evacuação da ilha de El Hierro, no arquipélago espanhol das Canárias, devido ao risco de uma erupção vulcânica.

Desde o dia 19 de Julho até às 11h16 de hoje, foram registados 8.356 eventos sísmicos (TERREMOTOS) na ilha de EL HIERRO, segundo dados do Instituto Geográfico Nacional (IGN) dA Espanha. Apenas 15 teriam sido sentidos de fato pela população, segundo a edição online do diário espanhol El Pais.

Mas o número de sismos aumentou e alguns mais recentes parecem estar  ocorrendo a uma profundidade menor do que a maioria, o que pode significar um aumento do nível do magma sob a ilha.

Especialistas dizem que esta ocorrendo erupções submarinas em EL HIERRO, que se localizam a cerca de 2.000 metros de profundidade no leito do oceano e a uma distância entre cinco e sete quilômetros da costa.

De qualquer forma, com o aumento na frequência dos eventos sísmicos o governo das Ilhas Canárias acionou o nível “amarelo” de alerta – o segundo menos grave numa escla de quatro cores, e que implica em maior informação à população e planificação de recursos. As autoridades estão se preparando para, caso necessário, retirar 4.000 pessoas da Ilha de El Hierro em quatro horas.

Segundo Maria del Carmen Romero, professora de Geografia da Universidade de Laguna, citada pelo jornal La Vanguardia, um dos principais riscos é o de desmoronamentos de terras, já que a ilha tem encostas muito acentuadas. No entanto, pode não chegar a haver uma erupção vulcânica, lembrando de uma crise sísmica semelhante, descrita em crônicas de 1793, sem erupção vulcânica. Publicado em setembro, 2012.

Assista parte de um documentário do History Channel a respeito dessa possibilidade:



quinta-feira, 29 de outubro de 2015

ILHA SENTINELA DO NORTE - Ninguém entra e sai vivo de lá! - [VÍDEO]


A Ilha Sentinela do Norte está entre Andaman e Nicobar, que é um grupo de 572 ilhas no Golfo de Bengala, localizado entre Mianmar e a Indonésia. Estas ilhas são formalmente uma parte da República da Índia, a fim de preservar a cultura distinta dessas terras.

A Ilha Sentinela do Norte é o lar dos Sentinelas, uma pequena tribo que é conhecida por energicamente resistir às tentativas de contato por pessoas de fora e tem habitado a ilha há milhares de anos. A ilha é completamente intocada pela civilização moderna e seus habitantes matam todos os estrangeiros que tentam chegar muito perto de suas terras. Ninguém jamais visitou essa ilha e saiu vivo. Eles atacam pescadores, jornalistas, antropólogos e representantes do governo com suas lanças e flechas.

Eles são os descendentes diretos das primeiras populações humanas que surgiram na África, e provavelmente vivem nas Ilhas Andaman há pelo menos 60.000 anos. Possivelmente nenhum outro povo neste planeta é tão isolado como os Sentinelas. Os seus números presentes são estimados entre 50 e 400 indivíduos. A ilha de 72 quilômetros quadrados é aproximadamente do tamanho de Manhattan e é de baixa altitude, muito arborizada e protegida por uma barreira de recifes de coral.


O fato de que sua linguagem é tão diferente até mesmo de outros ilhéus de Andaman sugere que eles tiveram pouco ou nenhum contato com as outras pessoas por milhares de anos. Os Sentinelas mantém uma sociedade essencialmente caçadora-coletora, obtendo a sua subsistência através da caça, pesca e coleta de plantas silvestres; não há nenhuma evidência de quaisquer práticas agrícolas.

Os Sentinelas até mesmo sobreviveram ao tsunami do Oceano Índico de 2004, o mais mortífero registrado na história, com poucas ou nenhumas vítimas. Estimativas sugerem que o tsunami matou mais de 230.000 pessoas nos países vizinhos, mas parece que os Sentinelas foram capazes de sentir a vinda do tsunami e fugir para áreas mais altas antes que a onde chegasse. Quando um helicóptero da Marinha indiana chegou três dias depois do evento para verificar a situação da ilha e soltar pacotes de comida na praia, um guerreiro Sentinela saiu da selva e avisou com um arco e flecha para o helicóptero sair, um sinal claro de que a tribo não queria a ajuda de pessoas de fora.

Hoje qualquer pessoa com um computador e acesso à Internet pode usar o Google Earth para espionar lugares que não são destinados a serem vistos por pessoas de fora. Mas quando você olha para a Ilha Sentinela do Norte na Baía de Bengala, tudo o que você pode ver é o naufrágio do Primrose, que ainda está preso no recife. Você não pode ver a tribo, suas habitações, ou qualquer outra coisa que possa lançar luz sobre quantas pessoas há na ilha, ou como elas vivem lá. A densa floresta que cobre cada metro quadrado da ilha, exceto as praias, esconde tudo. 


Fontes: 1,2,3,4,5

domingo, 20 de setembro de 2015

Teria o Grande Colisor de Hadrons criado um PORTAL DIMENSIONAL ou um PORTAL ESTELAR?


O seguinte artigo foi publicado no site ufointernationalproject.com (UIP), e o título acima é uma tradução do título original do artigo:

Como o UIP declarou recentemente, o bizarro avistamento de OVNI no céu da Holanda, parece muito como um Portal, do que qualquer outra coisa!  Poderia ser que o Grande Colisor de Hadrons (sigla LHC em inglês) abriu um portal para outras dimensões no céu? 
O cavalheiro que obteve este incrível avistamento foi o holandês Harry Perton, que estava fotografando céus tempestuosos em Groningen, quando de repente ocorreu um grande brilho após ele disparava o obturador da câmera!  Algumas pessoas acreditam que este poderia ser um, assim chamado, ‘buraco de minhoca’ para outra dimensão.


Tenho certeza que muitos de vocês que estão lendo este artigo já sabem isto, mas buraco de minhocas são parte de uma teoria científica muito misteriosa, a qual diz haver aberturas no espaço-tempo para outras partes do Universo, ou até mesmo para outras dimensões.  É importante lembrar que quando se discute sobre portais/buracos de minhoca, que eles na verdade são muito reais e até mesmo nossos amigos calados da NASA há pouco tempo confirmaram sua existência. 
Quando ele tirou a foto, Perton na verdade não percebeu que algo fora do ordinário havia acontecido e, ao invés disso, acreditou que havia sido o brilho de um relâmpago.  Pouco ele sabia que poderia ter tirado uma das fotos mais importantes de todos os tempos… 
Ilustração de um portal, de acordo com a NASA
Foi somente um pouco mais tarde, após tirar as fotos, quando ele as revisou em casa, que pôde ver o estranho objeto semi-translúcido, parecido como uma água-viva de cabeça para baixo… ou um portal! 
Você pode claramente ver que a maior parte do objeto é da cor turquesa, enquanto há um jato de luz solar, ou facho de luz em sua base… ou uma entrada para um portal para outra dimensão? 
Não de forma surpreendente, após esta incrível foto ter sido postada online, houve uma tempestade de especulações, algumas das quais falavam que esta foto seria prova da existência de um buraco de minhoca, Projeto Blue Beam, visitações alienígenas, ou até mesmo algum tipo de alerta religioso para as pessoas deste mundo.  Mas a teoria mais popular foi que isto poderia ser um portal para outra dimensão’.

Foto ampliada da anomalia.
Um comentarista escreveu sobre este estranho evento: 
“Isso é um portal; ele permite com que uma nave viaje de um lado do Universo ao outro, em questão de segundos.  Alguém errou quando entrou no nosso sistema e basicamente ficou preso.  O que você está vendo é uma nave entrando ou saindo.” 
Muitos outros imediatamente especularam que isto poderia ser o resultado do Grande Colisor de Hadrons sendo ligado novamente, à duas vezes sua potência original, e o que houve confirmação dos elementos do CERN que eles estão começando a procurar por outras dimensões/universos. 
Uma outra pessoa postou imediatamente: “É um buraco de minhoca”. 
Como todos sabemos, o LHC é uma gigantesca máquina de esmagamento de átomos, a qual está sendo usada pelos cientistas para desbloquear os segredos do Universo, o que também inclui se há ou não a existência de universos paralelos. 
Muitos críticos ao redor do mundo agora temem que o CERN está mexendo muito com as leis da física, pois eles já admitiram que isto poderia criar um mini buraco negro, ou até mesmo um buraco de minhoca – um misterioso portal hipotético através do espaço-tempo para outra parte do universo, ou até mesmo para outra dimensão…  É realmente como algo de nossos sonhos mais selvagens e imaginações quando crianças, não é? 
Perton oficialmente respondeu quanto à quantidade de interesse que a sua imagem ganhou ao redor do mundo e disse: 
“Eu estava tirando fotos e de repente houve um brilho.  Decidi que deveria ter sido um relâmpago, mas quando voltei para casa vi algo estranho em uma das fotos que tirei, que parecia como um OVNI.” 
Muitas outras pessoas online postaram e decidiram que isto poderia ser um estrondo de um jato supersônico, ou mesmo o sinal da Segunda Vinda… ou um sinal do Fim dos Dias estando próximo! (Bem, escutamos os sons de trombetas no céu por todo o mundo, há pouco tempo.) 
Uma pessoa em Malta afirmou que todo um time de futebol viu isto, e ainda adicionou: “Estávamos jogando futebol em Malta e todos os 16 jogadores viram isto no dia 26, terça-feira, por volta das 20h05“. 
Uma outra pessoa afirmou ter visto a mesma coisa há seis anos, no País de Gales.  Outros apontavam que a Espiral da Noruega poderia ter sido um evento similar no céu. Porém, a maioria das pessoas que postaram sobre isto ofereceram uma explicação mais mundana, de que foi um típico exemplo de reflexo na lente da câmera, que estava apontada em direção ao Sol… mas não parece que este era um dia particularmente ensolarado e não sou um perito em câmeras, mas certamente você precisa de Sol para causar um reflexo na lente. 
Porém, embora Perton esteja ganhando muita atenção devido a sua foto, ele ainda permanece muito cético, acreditando que isto mais provavelmente tenha sido um truque meteorológico de luz.  Mas como se pode explicar o inexplicável?
Embora este evento tenha ocorrido já há alguns meses, vale a pena registrá-lo aqui, para a discussão de nossos leitores.

Fonte: OVNIHoje

quarta-feira, 22 de julho de 2015

José Padilha, diretor de 'Tropa de Elite' abre o verbo sobre o Brasil

José Padilha e um retrato do que é o Brasil sem maquiagem.

José Padilha, diretor de 'Tropa de Elite', 'Tropa de Elite 2' e 'Robocop' revela que resolveu deixar o Brasil depois de sofrer uma tentativa de sequestro por POLICIAIS e fala sobre segurança pública: 

“Antes de ocupar a favela, você tem que ocupar o batalhão de polícia”.

Um retrato fiel do que é o Brasil por trás de tanta fantasia midiática entorpecedora.


Fonte: RevistaTrip

sábado, 27 de dezembro de 2014

Sirius: O Acelerador de Partículas Brasileiro

Ainda neste ano, um grande terreno em Campinas, São Paulo, começa a ser desocupado para dar início às obras de um dos maiores projetos científicos do Brasil: a construção do novo acelerador de partículas do Laboratório Nacional de Luz Síncroton (LNLS), batizado de Sirius. Sim, é isso mesmo que você leu: não apenas já existe um acelerador de partículas em solo nacional como também um novo, mais poderoso e preciso, deve substituí-lo dentro de alguns anos.


O projeto, liderado pelo físico Antonio José Roque da Silva, tem custo estimado de R$ 650 milhões e será patrocinado pelo Governo Federal, com apoio de empresas privadas que também desejem fazer uso das futuras instalações do Sirius. Com anel central de 500 metros de circunferência, o acelerador ocupará um prédio de 250 metros de diâmetro e atrairá pesquisadores do mundo todo, visto que será a única instalação desse tipo na América Latina e a segunda do hemisfério Sul a trabalhar com a luz síncroton.

Mas, afinal, para que serve esse tipo de luz?

Luz síncroton e a compreensão do mundo microscópico

A luz síncroton é uma radiação eletromagnética que abrange uma intervalo muito grande de espectros, indo do infravermelho ao raio X. Com ela, cientistas podem enxergar as estruturas atômicas e moleculares de diversos materiais, desde rochas e fósseis de dinossauros até células e compostos químicos.

Essa luz é gerada pela aceleração de elétrons dentro de um anel com mais de 500 metros de comprimento e a uma velocidade muito próxima da velocidade da luz (300 mil km/s). A princípio, serão 13 pontos de luz presentes no acelerador Sirius, o que permitirá que diversos profissionais façam uso simultâneo da máquina.

SOLEIL, fonte de luz síncrontton na França (Fonte da imagem: Reprodução/Wikipedia)

Em entrevista para o Estadão, Roque da Silva explicou que o acelerador síncroton é o equipamento ideal para entender materiais, tanto do ponto de vista estrutural quanto funcional. Com a luz emitida pelo Sirius, será possível descobrir quais átomos compõem determinada matéria, qual é a distância entre eles, como eles se interagem, quais são suas propriedades etc.

UVX, o acelerador atual do Brasil

A tecnologia não é nova e o Brasil já possui um acelerador de partículas como esse. Trata-se do UVX, que também está localizado em Campinas (SP) e em operação desde 1997. Em entrevista para a revista Science, o engenheiro e físico Ricardo Rodrigues, principal responsável pela criação do UVX, contou que, durante o desenvolvimento do projeto, apenas cinco cientistas brasileiros já haviam usado a luz síncroton em seus projetos. Hoje, o UVX atende mais de 1,5 mil pesquisadores anualmente.

Para a construção do equipamento, Rodrigues precisou contornar as dificuldades — como a falta de recursos financeiros e científicos — e contratou estudantes ou jovens cientistas e engenheiros que buscavam o primeiro emprego. Muitos aprenderam o trabalho na prática, e a inflação alta daquele período tornava proibitiva a possibilidade de importar peças de outros países. Como a indústria brasileira ainda não possuía a habilidade necessária para a construção dos equipamentos, Rodrigues e sua turma tiveram que construir tudo do zero, manualmente.

O UVX e o seu criador, Ricardo Rodrigues (Fonte da imagem: Reprodução/Science)

O UVX tem sido usado até mesmo por grandes empresas petrolíferas, como a Petrobrás e a Braskem. Porém, apesar de ainda ser muito útil, o equipamento está desatualizado, não podendo competir diretamente com aceleradores síncroton de terceira geração, como se propõe a ser o Sirius.

Em entrevista para a Agência FAPESP, Roque da Silva declarou que, para entender a diferença entre os raios X emitidos pelo UVX e pelo Sirius, “podemos comparar o feixe de luz de uma lanterna com o de uma ponteira a laser, que tem divergência muito menor”. O novo feixe de luz será capaz de criar o que os físicos chamam de raios X “duros”, capazes de penetrar em materiais muito mais espessos.

Como funcionará o Sirius?

O acelerador de partículas Sirius será mais de cinco vezes maior do que o UVX e muito mais potente: enquanto o acelerador de segunda geração trabalha com energia operacional de 1,37 bilhão de elétrons-volts (GeV), o novo equipamento será operado a uma energia de 3 bilhões de elétrons-volts. Com isso, o feixe gerado pelo Sirius terá um brilho muito maior, beneficiando a comunidade científica e proporcionando mais confiabilidade e novas aplicações.

Segundo o artigo publicado pelo Estadão, os elétrons a serem acelerados são gerados pelo aquecimento de uma liga metálica e, em seguida, enviados para o anel de aceleração, onde a partícula ganha velocidade antes de ser repassada para o anel principal. No principal, os elétrons viajam por tubos de vácuo a uma velocidade próxima à da luz, e suas trajetórias são conduzidas com a ajuda de mais de mil ímãs espalhados pelo caminho.

Esquema de funcionamento do SOLEIL, que é semelhante ao do Sirius (Fonte da imagem: Reprodução/Wikipedia)

Com trilhões de elétrons correndo por esses túneis, o feixe luminoso de luz síncroton é desviado para estações fora do anel principal, onde as pesquisas são efetivamente realizadas. Esses terminais possuem filtros capazes de modular a luz síncrona para o tipo de espectro que o pesquisador precisa, como raio X.

Sirius x LHC

É importante não confundir um acelerador com um colisor de partículas. Apesar de ter uma estrutura que, grosso modo, parece similar, o Sirius tem muito pouco em comum com o Grande Colisor de Hádrons, sendo que a principal diferença é o fato de que, no Sirius, as partículas não entram em rota de colisão.

Primeiros testes em 2016

Se tudo correr bem e o Governo Federal liberar a verba necessária para a construção do acelerador Sirius, os primeiros testes com o equipamento devem começar em 2016, junto com as Olimpíadas. Já o uso real da máquina teria início em 2017.

Modelo tridimensional de como serão as instalações do Sirius (Fonte da imagem: Reprodução/LNLS)

Para garantir que os R$ 650 milhões necessários sejam alcançados, o governo deve recorrer a parceiros que estejam interessados em investir no desenvolvimento do Sirius para que possam usá-lo no futuro. O projeto é 100% brasileiro, sendo que apenas alguns componentes serão importados, por não terem disponibilidade em solo nacional.

A presença de um equipamento como o Sirius no Brasil atrairá pesquisadores do mundo todo e o projeto já é considerado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Informação como estratégico para o país. Por enquanto, vamos torcer para que o Brasil conquiste mais esse desafio durante as Olimpíadas de 2016.

FONTES: