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segunda-feira, 2 de março de 2020

Árvore Frutífera da Época Romana revive com Sementes de 2.000 anos.

Os cientistas conseguiram esse feito cultivando plantas a partir de sementes de tamareira que estavam entre ruínas e cavernas no sul de Israel.


Os cientistas conseguiram esse feito cultivando plantas a partir de sementes de tamareira que estavam entre ruínas e cavernas no sul de Israel.

Esse feito notável pra história da ciência e da natureza confirma a viabilidade a longo prazo dos grãos, uma vez instalados nas datas propícias da Judeia, uma variedade de frutas que foram perdidas durante séculos.

A partir desses brotos de tamareiras, os cientistas começaram a descobrir os segredos das práticas de cultivo altamente sofisticadas que produzidas na época por nomes como Heródoto, Galeno e Plínio, o Velho.

“O presente estudo lança luz sobre as origens da palmeira da Judeia, que sugere que seu cultivo, que se beneficiou de populações orientais e ocidentais geneticamente distintas, surgiu de variedades orientais locais ou introduzidas, que foram cruzadas com variedades ocidentais”, escreveram os pesquisadores em artigo publicado.


“Essas descobertas são consistentes com a localização da Judeia entre as áreas de diversificação de tamareiras de leste a oeste, os antigos centros de cultivo de tamareiras e o impacto das rotas de dispersão humana nessa encruzilhada de continentes”.

Encontradas em uma antiga fortaleza do palácio construída pelo rei Herodes, o Grande, e em cavernas localizadas no sul de Israel, entre as colinas da Judeia e o Mar Morto, os arqueólogos recuperaram centenas de sementes da tamareira.

Eles selecionaram 34 sementes que consideravam as mais viáveis para serem cultivadas hoje em dia. Uma foi separada para controle[, enquanto as outra 33 restantes foram embebidos cuidadosamente em água e fertilizante para estimular a germinação.

Após esse processo, foi descoberto que mais uma semente foi danificada e posteriormente acabou sendo descartada; As 32 sementes restantes foram plantadas.


Destas, seis das sementes germinaram com absoluto sucesso. Elas receberam os nomes de Jonas, Uriel, Boaz, Judite, Ana e Adão. (Uma tentativa anterior de Sallon e seus colegas publicada em 2008 produziu uma única prole; e foi chamada Matusalém).

Com as plantas em mãos, os cientistas agora podem realizar testes e análises que eles não puderam realizar antes.

Primeiro, eles coletaram fragmentos das cascas das sementes que ainda se agarravam às raízes das plantas. Elas eram perfeitas para a datação por radiocarbono, o que confirmou que as sementes datam de 1800 a 2400 anos atrás. Muitos anos, né?

Em seguida, os pesquisadores utilizaram as sementes para realizarem análises genéticas das próprias plantas, comparando-as com um banco de dados genético das palmeiras atuais. Isso mostrou trocas de material genético das palmas das mãos do leste do Oriente Médio e das palmas do oeste do norte da África.

Isso sugere práticas agrícolas sofisticadas na época: reprodução deliberada para introduzir características desejáveis ​​nas árvores cultivadas.

“Vários tipos de datas na Judeia também são descritos nos tempos antigos, incluindo a variedade excepcionalmente grande ‘Nicolai’, que mede até 11 centímetros (4,3 polegadas).”

De fato, os pesquisadores descobriram que as sementes velhas eram até 30% maiores e que provavelmente significava que a fruta também era maior.

E, claro, há a germinação aparentemente milagrosa após tantos tempo passado. Como qualquer um que compra sementes para o seu jardim sabe, as sementes se deterioram com o tempo; Quanto mais tempo você tiver um pacote de sementes armazenado, menos ele germinará quando até finalmente o plantar.

Se os cientistas descobrirem como as sementes mantêm sua viabilidade por tanto tempo, isso pode ter implicações importantes para a agricultura do mundo e para novas práticas.

As florestas de tâmaras, outrora ricas, declinaram gradualmente após a queda do Império Romano. A Judei ainda poderia ter sido cultivada no século 11 A.C, disseram os pesquisadores, mas certamente no século 19, as florestas haviam desaparecido completamente.

Agora, essas famosas aldeias podem reaparecer, pelo menos para fins científicos.

“À medida que novas informações são encontradas sobre características específicas associadas aos genes (por exemplo, cor e textura da fruta), esperamos reconstruir os fenótipos dessa tamareira histórica, identificar regiões genômicas associadas a pressões de seleção na história evolutiva. recentemente e estudar as propriedades e datas produzidas com o uso de mudas velhas masculinas para polinizar fêmeas velhas”, escreveram os pesquisadores.

“Ao fazer isso, entenderemos mais completamente a genética e a fisiologia da tamareira antiga da Judeia, uma vez cultivada nesta região”.

Fonte

sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

A Lua de Saturno Titã é Coberta por Material Orgânico, diz Estudo.

Ao mapear a superfície de Titã com dados da missão Cassini, os cientistas descobriram que a lua é coberta por material orgânico.


Por Giovane Almeida.

Titã, a segunda maior lua do Sistema Solar, está literalmente envolta em mistério. Uma espessa camada de nuvens opacas de metano obscurece a superfície da lua e impede uma análise aprofundada de suas importantes características geológicas. Mesmo assim, os cientistas foram capazes de observar através das nuvens, graças à missão Cassini, e descobriram que a superfície de Titã é composta por materiais orgânicos.

A sonda orbitou Saturno entre 2004 e 2017 e passou por Titã mais de 120 vezes. Graças a essas repetidas visitas, os instrumentos da Cassini tiveram tempo de examinar as características de Titã, resultando no primeiro mapa geológico global do mundo gelado e estranho.

O mapa, publicado na Nature Astronomy, identifica seis características-chave (ou “unidades geológicas”): planícies, dunas, terreno montanhoso (pequenas montanhas), lagos, labirintos e crateras. A superfície de Titã é repleta de planícies nas latitudes médias, que representam aproximadamente 65% da área total mapeada. As dunas abrangem o comprimento do equador, enquanto os polos abrigam os estranhos lagos de metano.

Os autores observaram que a maioria dos lagos de Titã está situada no polo norte, enquanto o polo sul parece relativamente seco. Isso pode ser o resultado de ciclos climáticos globais, e as características distintas em Titã sugerem que há vários processos agindo na superfície da lua, controlados pelo clima, estações e elevação.

“A maior parte da superfície é coberta por materiais orgânicos, particularmente as planícies (65%) e dunas (17%). Estes são formados, pensamos, por materiais orgânicos que caem da atmosfera e são movidos pelo vento. Então isso nos diz que os ventos foram muito importantes para moldar a superfície de Titã”, disse Rosaly Lopes, autora do estudo e pesquisadora sênior do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA.

A NASA divulgou o mapa completo, com as principais características geológicas. Veja abaixo:


Titã é uma Terra bizarra, o que levanta algumas perspectivas tentadoras: poderia abrigar vida? E quão diferente seria essa vida, graças ao incomum ciclo de metano da lua? A vida, tendo substituído o oxigênio pelo metano, poderia estar prosperando em Titã? Essas são apenas algumas das perguntas que a NASA espera responder no futuro.

A agência planeja retornar à Titã em 2034 com a missão Dragonfly, que lançará um drone na superfície da lua. O drone será o primeiro veículo voador da NASA a realizar uma missão científica em outro mundo. Ele será capaz de decolar e pousar na paisagem de Titã, e a NASA espera percorrer aproximadamente 175 quilômetros durante um estudo inicial de 2,7 anos.

“A missão da Cassini revelou que Titã é um mundo geologicamente ativo, onde hidrocarbonetos como metano e etano assumem o papel que a água tem na Terra”, disse David Williams, geólogo planetário da Universidade Estadual do Arizona e coautor do estudo em um comunicado de imprensa. “Esses hidrocarbonetos chovem na superfície, fluem em córregos e rios, se acumulam em lagos e mares e evaporam na atmosfera. É um mundo bastante surpreendente!”, contou o pesquisador.


A Terra poderá viver ‘mini Era Glacial’ na década de 2030, Segundo Cientistas

Pesquisadores do País de Gales preveem forte diminuição na atividade solar entre 2030 e 2040.

O inverno de Boston, no estado americano de Massachusetts, em janeiro deste ano: astrônomos acreditam que Terra terá Era Glacial moderada em 2030 Foto: BRIAN SNYDER / REUTERS

LLANDUDNO, País de Gales — O planeta Terra pode entrar em uma pequena Era Glacial a partir de 2030, segundo cientistas do Reino Unido. Atualmente, os astrônomos conseguem prever os ciclos do Sol com uma precisão muito maior do que era possível algumas décadas atrás. E agora um novo modelo de previsão da atividade solar, apresentado pela professora Valentina Zharkova na semana passada durante o Encontro Nacional da Real Sociedade de Astronomia em Llandudno, no País de Gales, indica uma forte queda nesta atividade nos anos 2030, provocando um moderado resfriamento da Terra.

As condições previstas pelo novo modelo não são experimentadas pela Terra desde a última “mini Era Glacial”, registrada entre 1645 e 1715 e que ganhou o apelido de de Mínimo de Maunder, um período em que as temperaturas ficaram abaixo da média em toda a Europa. Em 1843, os cientistas descobriram que a atividade do Sol varia ao longo em ciclos de 10 a 12 anos entre seus picos de atividade mínima e máxima. As flutuações no total de radiação solar recebida pela Terra dentro deste período, no entanto, são difíceis de se prever.

Os cientistas acreditam que essas variações sejam causadas pelo efeito de dínamo gerado pelo constante movimento dos fluidos próximos ao núcleo do Sol. A equipe liderada pela professora Valentina percebeu, porém, que, ao adicionar um segundo dínamo alimentado pelo movimentos dos fluidos mais próximos da superfície do astro, aumentando a precisão dos modelos de previsão do comportamento solar.

- Encontramos componentes de ondas magnéticas se originando em duas camadas diferentes no interior do Sol. Ambas tem uma frequência de aproximadamente 11 anos, embora elas sejam sutilmente diferentes, o que faz com que fiquem fora de fase com o tempo - diz Valentina. - Ao longo destes ciclos, estas ondas flutuam entre os hemisférios Sul e Norte do Sol. Combinando estas duas ondas e comparando com dados reais do atual ciclo solar, mostramos que nossas previsões têm uma precisão de 97% .

Assim, as previsões para os próximos ciclos solares indicam que estas duas ondas vão ficar cada vez mais fora de fase, isto é, com o vale de uma “casando” com o pico da outra, se contrabalançando, durante o chamado Ciclo 25, que atingirá seu pico em 2022. Já durante o Ciclo 26, que cobre a década de 2030 a 2040, estas duas ondas estarão exatamente fora de fase, com uma onda geradora de atividade anulando a outra e levando a uma redução significativa da atividade solar.

- No Clico 26, as duas ondas vão se espelhar, atingindo o pico ao mesmo tempo em hemisférios opostos do Sol - explica Valentina. - A sua interação será disruptiva, isto é, elas vão quase cancelar uma a outra. Efetivamente, quando estas ondas estão aproximadamente em fase, elas podem mostrar um grande interação, ou ressonância, e termos uma forte atividade solar. Já quando elas estão fora de fase, temos os mínimos solares. E quando a uma separação total de fases, temos condições vistas pela última vez durante o Mínimo de Maunder, há 370 anos.


quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

Jovem Mexicano Cria Torres que Purificam o Ar com a Mesma Eficiência de 360 Árvores

Um jovem mexicano desenvolveu uma torre autossustentável com microalgas capaz de filtrar o ar. A torre realiza o trabalho de 360 árvores.


Carlos Monroy Sampieri, inventor do equipamento, conta que as torres equipadas com microalgas podem filtrar o ar contaminado com dióxido de carbono e convertê-lo em oxigênio com a mesma eficiência das plantas terrestres e sua fotossíntese.


Como funcionam as BIOURBAN?

Batizadas de BIOURBAN, elas operam a partir de um sistema de biofiltração de poluentes atmosféricos, capturados e filtrados por microalgas. Instaladas em grandes centros urbanos e distritos industriais, as torres podem ser a chave para a melhora da qualidade do ar.

Além disso, durante esse processo, as torres ejetam biomassa que pode ser usada para fabricar biocombustível ou compostos químicos.

As “biourbans” são equipadas com sensores que monitoram a qualidade do ar e são autossustentáveis, uma vez que funcionam com energia solar. Outro ponto positivo é o baixo impacto ambiental necessário para sua construção.

“Válido ressaltar que os filtros contém algas, organismos fotossintéticos muito comuns e populosos em nosso planeta. A tecnologia é delas, e já existe há muito tempo. Estamos apenas replicando em maior escala para o bem comum. Não desejamos alterar a pegada ambiental”, disse Carlos Monroy ao site de notícias Tecnológico Monterrey.


Novos lançamentos à vista

Por meio de sua recém-fundada empresa Biomitech, o jovem empreendedor pretende lançar quatro modelos de torres em breve: para uso doméstico, para uso em pequenas empresas, para complexos industriais e para locais públicos, como praças e ruas.

Por sua invenção, Monroy ganhou o prêmio de inovação Heineken Green Challenge, entregue durante o festival de empreendedorismo INCMTY 2018, realizado no México.

Você conhece o VOAA? VOAA significa vaquinha online com amor e afeto. E é do Razões! Se existe uma história triste, lutamos para transformar em final feliz. Acesse e nos ajude a mudar histórias.


domingo, 10 de novembro de 2019

Taturana Brasileira tem Veneno Capaz de Matar uma Pessoa

Contato com a espécie pode causar hemorragias internas e o soro produzido no Brasil é o único antídoto no mundo.

Lonomia obliqua vive em comunidade em árvores — Foto: Roberto Moraes/ Instituto Butantan

O Instituto Butantan alerta para os perigos do contato de pessoas com os “espinhos” envenenados de taturanas (ou lagartas) do gênero Lonomia, que apenas em 2017 foram responsáveis por 741 acidentes no país, de acordo com o Ministério da Saúde. O contato com a grande maioria das lagartas provoca dor e queimação, com inchaço e vermelhidão no local atingido. Porém, o acidente com a Lonomia pode causar uma síndrome hemorrágica, com sangramento na gengiva e na urina, até complicações graves como a insuficiência renal aguda, provocando a morte na falta de um tratamento correto.

Pesquisadores extraem o veneno da tarturana para produzir soro — Foto: Letícia Delphino/ Instituto Butantan

Atualmente, o tratamento disponível para reverter os efeitos do envenenamento é a utilização do soro antilonômico produzido pelo Instituto Butantan desde 1994, único produtor do medicamento no mundo. O soro é obtido a partir do próprio veneno da Lonomia, em um processo no qual animais são imunizados com antígenos específicos e preparados com a toxina da lagarta.

Para manter a disponibilidade do medicamento, o Instituto recebe a cada ano uma quantidade suficiente dessas lagartas por meio de parcerias com secretarias de saúde da região Sul do país, geralmente entre os meses de dezembro e fevereiro. “Existe uma cadeia de participação para a produção do soro que envolve a população, órgãos de saúde e o Instituto Butantan. Tudo isso para viabilizar o soro”, explica Fan Hui Wen, gestora de projetos do Núcleo Estratégico de Venenos e Antivenenos do Butantan.

“Na medida em que divulgamos a existência dessas lagartas consequentemente se estabelecem ações de prevenção”, explica a médica do Butantan.

Contato com a taturana Lonomia obliqua pode causar síndrome hemorrágica — Foto: Adriano Dias/ Instituto Butantan

Sobre a espécie

A Lonomia é um inseto em fase larval que possui quatro estágios de desenvolvimento – ovo, lagarta, pupa e mariposa – frequentemente encontrada nos períodos de calor e chuva em troncos de árvores, camufladas e agrupadas em colônias. Somente na fase de larval a lagarta possui cerdas “espinhudas” que contêm um veneno que, em contato com a pele, causa “queimaduras”, dor local e sangramentos. Os acidentes com Lonomia nem sempre causam envenenamento e a gravidade do caso depende da quantidade de lagartas que a pessoa tocou e o quanto de veneno foi inoculado a partir do contato, se foi um contato leve ou se houve pressão sobre as cerdas.

O encontro da lagarta com o homem deve-se provavelmente ao desmatamento e é facilitado pela existência de moradias próximas à ilhas de mata nativa, inclusive no meio urbano.

Taturana é quase imperceptível em tronco de árvore — Foto: Divulgação Instituto Butantan

Desmatamento

Os motivos da expansão populacional da taturana Lonomia obliqua foram identificados pelo pesquisador Roberto Henrique Pinto Moraes já em 2002. “O desmatamento é o responsável pelo aumento populacional da taturana; o número de acidentes é consequência”, afirmou Moraes, em reportagem divulgada pela Universidade de São Paulo (USP) em 2003.

A extinção de predadores naturais é a causa do aumento das taturanas — Foto: Divulgação Instituto Butantan

Diminuição de predadores explica avanço da taturana

Outra razão para o aumento da população da taturana do gênero Lonomia é a extinção de um ou mais de seus predadores naturais. O principal deles é uma mosca da família Tachinidae. Ela deposita cinco ou seis ovos. Outro predador é o vírus loobMNPV, nocivo apenas para a Lonomia obliqua. Entre os motivos de extinção dos predadores estariam o desmatamento e o uso de agrotóxicos nas plantações. “Para reduzir acidentes o melhor é a conscientização. Conhecer a lagarta e saber como evitá-la”, alerta Moraes


quarta-feira, 2 de outubro de 2019

O Relatório Secreto sobre o Clima e o Maior Pesadelo da Humanidade.


Por Rui Palmela.

Para quem não sabe, existe um Relatório Secreto do Pentágono, dizendo que o Mundo atravessará um período de grandes transformações devido a catástrofes e calamidades nunca vistas pelas alterações climáticas bruscas que poderão ceifar a vida de milhões de pessoas, associado a guerras e conflitos generalizados numa luta desigual pela sobrevivência.

Esse documento oficial na posse do Governo dos EUA acabou por transpirar para a imprensa e a revista norte-americana Fortune o publicou pela 1ª vez no dia 9 de Fevereiro de 2004, tendo causado grande preocupação.

O relatório foi pedido por Andrew Marsahll, influente Conselheiro de Defesa do Pentágono nas últimas três décadas, e baseia-se em estudos científicos minuciosos realizados nos últimos anos para tentar prever grandes catástrofes naturais desencadeadas pelo homem com sua forma de Civilização, porquanto agride e destrói a Natureza a um ritmo nunca visto sofrendo as consequências de suas loucuras, ganância e ambição.

O título desse trabalho é Climate Collapse, The Pentagon’s Weather Nightmare (Colapso climático, o pesadelo do Pentágono) e o articulista David Stipp afirma mesmo que as mudanças que seriam impossíveis de prever há alguns anos atrás são agora bem reais e em menos de uma década, «o clima no mundo pode virar como uma canoa que se inclina pouco a pouco até emborcar de repente»... A previsão é que essa mudança brusca poderia ocorrer entre 2010 e 2020.

Em 22 de Fevereiro/2004, a revista britânica Observer também publicou as informações do Pentágono que acabaram por ganhar repercussão internacional, visto que veio corroborar a primeira publicação reforçando assim o já anteriormente anunciado. Aos poucos, os responsáveis que elaboraram esses estudos vieram a público manifestar-se confirmando tudo, o que provocou a crítica de alguns sectores da sociedade norte-americana e europeia que ficaram irritados com o facto do Governo dos E.U.A ter escondido essas informações por muito tempo até que a imprensa as descobrisse.

Também no Brasil a coisa foi explorada na revista Carta Capital de 3 de Março do mesmo ano, onde Peter Schwartz (consultor da CIA) e Doug Randall (da Global Business Network) afirmam que... «a mudança climática deveria ser elevada além do debate científico para uma preocupação mundial e da própria segurança nacional norte-americana». Os autores do relatório asseveram mesmo que... «um cenário de mudanças climáticas catastróficas e iminentes é plausível e desafiaria a segurança nacional norte-americana de maneira que deveriam ser imediatamente consideradas». Os dois previram enchentes generalizadas em algumas partes do Mundo a partir de 2005 (o que efetivamente se tem verificado) e o nível das águas dos Oceanos subiria 6 ou 7 metros devido ao degelo polar, o que poderá ter proporções calamitosas para milhões de pessoas.

"As guerras futuras serão travadas por sobrevivência", diz o Relatório que traça um cenário avassalador para o futuro da Humanidade. Chuvas torrenciais cairão em muitos lugares destruindo barreiras, podendo mesmo tornar inabitável parte da Holanda que terá de reforçar seus diques. O mesmo sucederá ao Bangladesh que poderá ficar submerso devido ao aumento do nível do mar que contaminará também seus suprimentos de água doce.

Cientistas de renome internacional visitaram a Casa Branca para exporem seus temores sobre os efeitos do «Aquecimento Global», já que na tal reportagem na revista Carta Capital, segundo os investigadores, «até 2020 faltas catastróficas de água e energia vão se tornar cada vez mais difíceis de superar e causarão guerras em redor do mundo... É uma coisa deprimente, a ameaça à segurança é única porque não existe um 'inimigo' para apontar nossas armas e não temos controle sobre a situação».

O sombrio relatório termina com previsões apocalípticas, e refere algumas zonas do globo mais susceptíveis de serem afetadas, como a República das Maldivas, a América Central, a América do Norte e do Sul, parte da Europa, África, Ásia e Oceania.

Com o derretimento das geleiras do Ártico já tão nítido nos nossos dias, a água doce será libertada juntamente com a chuva intensificada pelo "Aquecimento Global" e será misturada à corrente do Golfo, reduzindo a salinidade deste. Assim... «a corrente, hoje submarina, seria retida na superfície e perderia o seu ímpeto, travando a 'correia' transportadora que conduz calor das Caraíbas para a Europa Ocidental». O resultado disso seria pois que os Icebergs chegariam à costa de Portugal e a Europa congelaria. Em 2020, a temperatura média já teria caído 3 graus na maior parte do Hemisfério Norte.

Outras previsões dão conta que... «uma redução significativa na capacidade do planeta em sustentar a sua população atual ficará evidente nos próximos 20 anos», pois haveria um aumento de 33% das temperaturas de verão nalguns países, prevendo-se que «o clima começará a perturbar a economia à medida que chuvas diluvianas, secas e ondas de calor tragam o caos à agricultura».

Não há duvida que tudo isto vem ao encontro daquilo Jesus Cristo profetizou no seu Sermão dizendo que viriam "dias de Noé" sobre a nossa civilização, porquanto é certo que já se observam o degelo polar que se acelera e vai aumentar o nível das águas do mar, a par de fenômenos climáticos nunca vistos que tendem a agravar-se não só pelo famigerado "Aquecimento Global" como pela própria mudança do eixo da Terra que ocorre ciclicamente e coincide sempre com a Degeneração geral da espécie humana, sendo verdade que esta já afetou mais o planeta nas últimas décadas do que em milhares de anos de evolução, e a história se repete na atual geração. A última vez que aconteceu foi no tempo da lendária Atlântida quando esta submergiu sob as águas do Dilúvio.

Naquele tempo foram os sacerdotes que avisaram sobre o que sucederia e o povo não prestou qualquer atenção e se continuava corrompendo de tal modo que atingiu o limite de sua própria Degeneração, até que veio o Dilúvio e os apanhou a todos, tal como se descreve no primeiro livro da Bíblia, o Gênesis. Agora, são os próprios cientistas que alertam todos os governantes do planeta que já têm consciência do que se passa e sabem da gravidade da situação, mas se preocupam mais com as questões politicas, econômico/financeiras e tardam em tomar medidas ou decisões que minimizem os riscos e protejam as populações. Na verdade os homens fazem ainda "olhos cegos" e "ouvidos moucos" e nem a Ciência se faz ouvir até ao dia em que o mundo sofrerá de novo uma Grande Transformação.

Pausa para reflexão!


quarta-feira, 15 de maio de 2019

A Islândia Transforma CO2 em Rocha para Limpar a Atmosfera


A quantidade de CO2 na atmosfera atingiu um recorde histórico desde a evolução dos humanos nesta semana. Níveis mais altos do que o normal de CO2 na atmosfera é uma das principais causas da mudança climática, pois bloqueia a capacidade de resfriamento natural da Terra. Os níveis de CO2 estão aumentando devido à queima de combustíveis fósseis e outras ações humanas, como o desmatamento.

Se quisermos evitar a catástrofe do aquecimento da Terra em 2 graus, ações radicais devem ser tomadas, o que inclui cortar a quantidade de CO2 produzida. O abrandamento da mudança climática também só é possível com a introdução de tecnologias que possam remover o CO2 da atmosfera.


Imitando a natureza

A Islândia está liderando o caminho em um desses métodos e após dois anos de experimentação, seu sistema parece estar funcionando. O CarbFix é uma colaboração entre pesquisadores e engenheiros da empresa Reykjavik Energy, da Universidade da Islândia, do Centro Nacional de Pesquisa Científica da França (CNRS) e da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos.

A tecnologia desenvolvida pelo grupo imita um processo natural, mas, em vez de levar milhares de anos, os resultados podem ser vistos em apenas um alguns anos. O processo funciona injetando CO2 em rocha basáltica porosa onde ela mineraliza, capturando-a para sempre. “Com este método, nós realmente mudamos a escala de tempo dramaticamente”, diz a geóloga Sandra Osk Snaebjornsdottir.


Usina geotérmica funciona como laboratório

A equipe de pesquisa passou os últimos dois anos usando a usina geotérmica Hellisheidi como seu próprio laboratório. A planta, que é uma das maiores do mundo, está localizada no vulcão Hengill, no sudoeste da Islândia. Ela fica em uma camada de rocha basáltica formada de lava resfriada, a usina tem acesso a uma quantidade quase ilimitada de água que sobe do vulcão para operar seis turbinas que fornecem eletricidade e calor para a capital, Reykjavik, a cerca de 30 km .

O CO2 deste processo é capturado do vapor, liquefeito em condensado e depois dissolvido em grandes quantidades de água. Essa água pesada de CO2 é então canalizada para uma área a vários quilômetros de distância. A água é então soprado na rocha de basalto 1,000 m abaixo onde ele preenche as cavidades da rocha e começa o processo de solidificação. Uma reação química ocorre quando o gás entra em contato com o cálcio, magnésio e ferro no basalto.

“Quase todo o CO2 injetado foi mineralizado dentro de dois anos em nossa injeção piloto”, diz Snaebjornsdottir. O projeto CarbFix reduz as emissões de dióxido de carbono da usina em um terço, o que equivale a 12.000 toneladas de CO2 capturado e armazenado a um custo de US $ 25 por tonelada.

Mas a Islândia ainda está longe de ser um país modelo na luta contra a mudança climática. Sob o acordo climático de Paris, a Islândia concordou em cortar suas emissões de gases do efeito estufa em 40% até 2030. No entanto, suas emissões aumentaram 2,2% de 2016 a 2017, e aumentaram 85% desde 1990, de acordo com um relatório da Agência Ambiental da Islândia.


quinta-feira, 17 de maio de 2018

Bicho Sai Dos Lixos


Estimado leitor.

Estamos abrindo um espaço excepcional para a  Bicho Sai Dos Lixos , uma ONG que tem feito um trabalho muito bacana em ajudar animaizinhos abandonados por pessoas/donos irresponsáveis e sem coração, animais de rua e com problemas de saúde, tratando-os sempre com muito carinho e encontrando lares verdadeiramente amorosos e responsáveis para eles.

Esta ONG, infelizmente, está passando por momentos muito delicados e difíceis e pediu nossa ajuda, pois o estado em que se encontra é realmente calamitoso. Eles estão com seus estoques zerados e precisando muito da ajuda de pessoas e/ou empresas que possam doar sacos de ração para gatos e cachorros.

Também pedem o socorro de  veterinários  que possam estender a mão amiga e, caridosamente,  realizar castrações e vacinações, de forma a sempre manter os animaizinhos saudáveis, facilitar as adoções e evitar a proliferação descontrolada de animais.

Esta ONG é em Magé/RJ/Brasil.
Segue o contato da responsável (Telefone e WhatsApp):

 Mariângela Santiago 
 (21) 96757-0880 
ongbichos@gmail.com

E quem puder e quiser ajudar financeiramente uma ONG séria, dedicada e que faz um trabalho bem bacana, qualquer quantia é sempre bem-vinda. Para isso, seguem os dados bancários:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL
Agência: 0995 Operação: 013
Conta Poupança: 1440437-3
Mariângela Santiago

A BICHARADA AGRADECE SUA AJUDA!


domingo, 7 de janeiro de 2018

Equador: Mar Recua e Deixa Habitantes Receosos

Crédito da imagem: David Lainez / Twitter.
Habitantes da localidade de Santa Rosa, na subdivisão Salinas da província de Santa Elena, e Bahía de Caráquez, em Manabi, todos na costa do Pacífico do Equador, ficaram alarmados no momento em que o mar recuou a mais de 100 metros da costa, informa Actualidad.RT .

Várias fotografias do fenômeno circularam nas redes sociais, que os usuários associaram ao que ocorre antes de um tsunami.

No entanto, o Instituto Oceanográfico da Marinha (Inocar) excluiu que fosse um tsunami. Em um comunicado, eles explicaram que até sexta-feira, 5 de janeiro, haverá marés de sicigia ou aguajes, e que foi precisamente isso que causou a retirada do mar.

De 2 a 5 de janeiro de 2018, houve um nível máximo de água que também coincide com o periélio (quando a Terra está mais próxima do Sol).

O comunicado ainda diz:

Essa coincidência, além dos fatores oceanográficos e atmosféricos que contribuíram para a diminuição do nível do mar, causou nestes dias em alguns setores da costa um recolhimento do mar, que não é comum.
Crédito da imagem: Noticiero 24 Horas.

Mas seria este realmente um fenômeno causado como resultado da Terra estar mais perto do sol?

E quanto a toda a água do oceano que desapareceu misteriosamente das praias no ano passado no Brasil, nas Bahamas, no Uruguai, no México, e também a água em muitos lagos e rios, como o Mississippi, lago da Geórgia, PA Lake que de repente desapareceu?


A água nos oceanos, lagos e rios simplesmente não desaparecem, a menos que algo esteja acontecendo, e não estão nos contando a verdade sobre esse “fenômeno”.

Muito provavelmente, o que está acontecendo aqui nesses casos é um fenômeno natural, embora muito incomum. Todavia, não custa ficarmos atentos, pois quando uma série de fenômenos incomuns, mesmo naturais, ocorrem em sequência, pode ser um alarme de que algo está desequilibrado.


quarta-feira, 21 de junho de 2017

"Algo está acontecendo com a Terra; temos de nos preparar para o pior" - Diz o Cientista Michio Kaku


Dr. Michio Kaku é um cientista americano mais famoso do mundo, é um dos poucos cientistas sérios que não têm medo de dizer a verdade. Na lista dos autores mais citadas no mundo da academia, Dr. Kaku está classificado em 22º lugar.

Na próxima edição do Journal of National Geographic Society, o novo artigo Kaku será publicado e vai falar de um algo grande vai acontecer. "Atenção a todos nós, seres humanos no planeta Terra."


Aqui estão trechos do artigo:
Michio Kaku: "Agora, com cada dia que passa, aprendemos a notícia sobre as grandes mudanças do tempo, anomalias naturais e cataclismos violentos. Há um aumento de terremotos em regiões onde não tinham sido produzidos por séculos. Neve e resfriamento anormal no verão em países onde isso não deve acontecer. furacões extremos, tempestades e tornados em lugares nunca antes visto. 
Com cada dia que passa neste, eles são registrados registros meteorológicos e anomalias climáticas. Mesmo a crise climática catastrófica nos dias US quest'anno.Pochi atrás, em 12 de junho, mais de 30 tornados atingem Nebraska, Wyoming, Dakota do Sul e Colorado. E então o granizo que caiu era do tamanho de uma bola de tênis. As pessoas estão com medo. As pessoas não podem entender o que está acontecendo. 
Mas eles precisam se acostumar com esses eventos que serão sempre mais. Nós todos temos que se acostumar. " 

"Um mau sinal claro que a aproximação de uma catástrofe global está a aumentar a um ritmo alarmante" 
"Embora as condições meteorológicas extremas sempre fizeram parte dos ciclos climáticos da terra, agora podemos ver e dizer em termos inequívocos que há uma anomalia nesses ciclos que levam a uma maior força e intensidade, além do aumento da frequência desses desastres climáticos. Este é um sinal claro de que a abordagem ameaçadora de uma catástrofe global está a aumentar a um ritmo alarmante ". 
"O recente relatório criado pela equipe internacional de pesquisadores apresentou na Conferência de Londres, um documento em que é mostrado que é possível falar de mudanças globais catastróficas que ocorrem na Terra. Isso se aplica à atividade sísmica e clima. E essas mudanças rápidas são o pior para nós, seres humanos ". 
Talvez a Terra seja afetada por algo que vem do espaço exterior? 
"Eu não sei o que está acontecendo agora - declara talvez Kaku- a Terra experimenta a influência de algo do espaço exterior. Ou algo que começou na própria Terra. Ou apenas o nosso planeta está cansado de tudo o que fazemos a ele. Nenhum dos cientistas do mundo sabe o que está acontecendo." 
"Nós só podemos observar, analisar e criar um modelo que pode levar a uma figura teórica aproximada, mas as mudanças que estão ocorrendo são rápidas e têm uma ação violenta. Eu não sei o que acontece com a Terra, mas todos temos de nos preparar para o pior "- Dr. Michio Kaku.
Assista o vídeo:



terça-feira, 6 de junho de 2017

A Ilha Brasileira Proibida e Mortal

Ilha da Queimada Grande, a 35 quilômetros da costa, litoral sul de São Paulo. É a maior concentração de cobras do Brasil. São mais de 2,5 mil serpentes venenosas, que os pesquisadores tentam preservar a todo custo.


Em cima das árvores, por trás de pedras, escondidas, elas são perigosas, venenosas e estão por toda a parte. As jararacas-ilhoas são mais uma espécie criticamente ameaçada de extinção. Mas este é o santuário delas.

“Essa ilha é única no mundo inteiro. Uma ilha tão isolada, não tem mamíferos, não tem água doce e tem todos esses indícios de espécies de aves residentes, migratórias, marinhas, que formam dessa ilha um lugar único”, diz o ornitólogo Arthur Macarrão.

Para que a ilha não seja o único refúgio das jararacas-ilhoas, 20 serpentes ganharam casa nova no Instituto Butantã, em São Paulo. Em cinco anos, dobraram de número.

O lar paulistano das jararacas-ilhoas fica no biotério dentro do Instituto Butantã, em um local não muito grande.

“Para finalidade que a gente está tendo inicial, da manutenção em cativeiro, que é condicionado as matrizes, as mães para reprodução, esse espaço tem atendido às necessidades. Aqui tem mais de 40 cobras”, explica Otávio Marques, diretor do Laboratório de Ecologia e Evolução do Instituto Butantã.


Ilha é protegida por leis ambientais e só podem desembarcar pesquisadores

O próximo desafio para os pesquisadores é reproduzir, no Butantã, as mesmas condições de temperatura e de estresse da Ilha da Queimada Grande. E por falar na ilha, chegar lá é uma aventura para poucos.

Após uma hora de navegação, já é possível ver a Queimada Grande ainda parcialmente encoberta pela bruma. A parte mais alta dela, que tem 200 metros de altitude.

Os pesquisadores acreditam que entre 15 e 20 mil anos atrás, o planeta esfriou e a água dos mares se acumulou nos polos, em forma de gelo. O nível dos oceanos baixou até 100 metros. Então, muitas ilhas viraram morros. E os animais circulavam livremente pelo novo território. Mas há 11 mil anos, o planeta voltou a esquentar e o gelo derreteu. O nível dos oceanos subiu de novo. Os morros voltaram a ser ilhas. E os animais que lá estavam acabaram isolados.

A ilha é protegida por leis ambientais e só podem desembarcar pesquisadores no local. A equipe de reportagem do Fantástico também, porque estava acompanhada por eles.

As jararacas-ilhoas são primas das jararacas do continente - que, por sinal, causam 80% dos acidentes com cobras no Brasil.


Jararaca-ilhoa prefere a luz do dia porque ela busca os pássaros

A agilidade das jararacas-ilhoas sobre as árvores é o que as diferencia, é uma das grandes diferenças dos parentes do continente. Enquanto a jararaca do continente é mais ativa à noite, porque elas comem os roedores, que são mais ativos à noite, a jararaca-ilhoa prefere o dia, a luz do dia, porque ela busca os pássaros.

“A jararacas-ilhoas ela come pássaros pequenos e migratórios, que são espécies que vêm de outras regiões e passam por aqui, ficam durante um determinado tempo aqui e depois vão embora”, diz Arthur Macarrão.

As aves chegam à ilha entre janeiro e março, e também no inverno, como o tuco-anilha. Depois dessa refeição, comer de novo só no ano seguinte. As ilhoas chegam a ficar até seis meses em jejum.


Pesquisadores pesam, medem e colocam chip para marcar jararacas-ilhoas

Os jovens pesquisadores fazem o processamento das cobras. Eles pesam, medem e colocam um chip para marcar as jararacas-ilhoas.

“Esse chip serve para a gente identificar. Então a gente pesou, mediu, fez toda essa parte, anotou onde a gente encontrou o animal. Então, se a gente volta a encontrar um animal chipado, a gente tem como comparar quanto tempo já faz que a gente viu aquele animal, acompanhar se ele está com peso bom.”, diz a bióloga Karina Banci.

“O chip é um RG. É um número universal e único.”, diz André. 

As fêmeas são maiores que os machos. Outra descoberta da pesquisa foi quanto ao veneno das ilhoas, tão perigoso quanto o das primas do continente.

“Se você for acidentado e não correr com o soro antiofídico ou você morre ou você vai ter sequelas graves.”, destaca explica a bióloga Karina Kasperoviczus.


Preservação das serpentes auxiliou no desenvolvimento de remédio

Mas por que preservar uma das serpentes mais perigosas do planeta?
“Foi descoberto, usando o envenenamento experimental, existia uma classe de moléculas no veneno que atuava ajudando a baixar a pressão arterial, isso culminou com o desenvolvimento de um remédio que é o captopril, que é um remédio apropriado para diminuição da angina, no peito”, destaca o biólogo André Zelanis.

As informações ainda são poucas e preciosas. Os pesquisadores não sabem, por exemplo, quanto vive uma jararaca-ilhoa. Estima-se que seja mais de dez anos. Já os perigos, esses são enormes. Um deles é o comércio ilegal.

“Existe interesse comercial principalmente por pessoas que são colecionadoras de serpentes”, diz Karina.

É curioso, a pequena população de jararacas-ilhoas, frágil e preciosa para a ciência, depende, principalmente, da má fama da cobra. Até os pesquisadores concordam: a maior proteção que as jararacas-ilhoas ainda têm é o medo que os humanos têm dela.

“Conhecendo tudo que envolve a história evolutiva desse organismo, a gente conhece um pedacinho da vida. E a gente acaba por entender a nossa evolução também.”, diz o especialista em genética, Felipe Grazziotin.

Assista abaixo, a matéria realizada pelo programa Fantástico, da Rede Globo:



segunda-feira, 1 de maio de 2017

A Ressonância Schumann disparou nos últimos 2 meses

A Ressonância Schumann disparou nos últimos dois meses e os pesquisadores não conseguem encontrar uma razão sólida para explicar por que isso está acontecendo. Estaria a mudança da Nova Terra acontecendo mais rápido que o previsto?


Há muita coisa acontecendo neste século e as pessoas em todo o mundo estão começando a sentir essas mudanças. Uma grande transição está na baía, e envolve não só nós, seres humanos, mas toda a nossa casa planetária.

A própria Terra, tem um batimento cardíaco. Ele é chamado de "Ressonância Schumann" e envolveu todos os seres vivos numa freqüência natural e constante, pulsando exatamente a 7,83 Hz por milhares de anos.

Para os antigos Rishis indianos, esse número tinha um significado especial, pois se identificava com a frequência do OM - o som sagrado e cósmico na religião hindu. Como estão prestes a ver, agora tem um significado especial para todos aqueles que estão se conscientizando desta mudança num grande processo.

No mundo ocidental, a Ressonância Schumann representa a frequência do campo eletromagnético da Terra. Ele tem vibrado a 7,83 Hz com muito poucas variações conforme havia sido previsto em 1952. Tudo mudou em Junho de 2014, quando o Russian Space Observatory System exibiu um aumento repentino na atividade, com um pico, esticando para 8,5 Hz, e até mesmo atingindo 16,5 Hz, em alguns outros dias.

Os pesquisadores ficaram confusos com essa anormalidade que nunca antes havia sido registrada e não sabiam como interpretá-la. Ampliando este dilema, outros picos incomuns foram recentemente detectados, surpreendentemente, aumentando para mais de 30 Hz, muito acima do marco estabelecido em 2014. Então, o que pensar acerca deste salto considerável nas ressonâncias Schumann?

Os picos foram além de 30 este mês.

O que os pesquisadores mutuamente concordam é que essas mudanças significam, claramente, uma mudança de algum tipo. Acredita-se que os seres humanos, que têm num estado latente por milhares de anos, agora estão acordando para uma realidade maior, onde, brevemente, os pensamentos se materializarão num instante.

A ressonância Schumann e a mudança que vem acontecendo nos últimos anos, estão entre maior prova desta mudança. Há muito tempo suspeita-se que os seres humanos agindo num nível de "consciência coletiva", podem afetar a estrutura do campo magnético e criar distúrbios nele, como os picos recentemente detectados. Isso geralmente é amplificado durante momentos de alta ansiedade, paixão ou tensão.

Esta especulação é baseada no fato de que a frequência de Schumann está "em sintonia" com os estados, alfa e teta do cérebro humano. Essas ressonâncias crescentes, naturalmente, correspondem à atividade das ondas cerebrais humanas, significando que, se a Mãe Terra está ajustando sua frequência de vibração, também, poderemos estar fazendo isso, devido à nossa ligação terrena.

Outra coisa a ser considerada, é a aceleração do tempo que, ultimamente, tem sido sentida por um número crescente de pessoas. Uma vez que o planeta esteja pulsando num ritmo mais rápido, pode significar que isso tenha repercussões sobre o tempo em si, acelerando-o. Então, por que sentimos como se o tempo estivesse passando mais rapidamente do que o normal?

A razão para isso, aparentemente, está ligada à aceleração da Ressonância Schumann, que está nos fazendo perceber um período de 24 horas, como tendo cerca de 16 horas. Sabemos que a "batida do coração da Terra" está se acelerando e que, depois de milhares de anos com uma noção rígida de tempo, com a duração de um dia, de 24 horas, a acelerada taxa de batimento da Terra está fazendo com que venhamos a perceber apenas dois terços desse período, devido ao nosso próprio ajuste inconsciente para esta frequência da Nova Era.

O tempo não é a única noção que temos de aceleração. Agora que temos acesso a livre informação, um dos nossos ativos mais importantes, há um grande aumento na conscientização mundial por causa disso. Os seres humanos estão se tornando, espiritual e mentalmente mais conscientes do que nunca e, agora, alcançar esse status só leva anos ou mesmo meses, pelo fato da informação livre ser encontrada em abundância.

Por outro lado, pesquisadores relataram que o campo magnético da Terra, um componente inter-relacionado com a Ressonância Schumann, lentamente, foi se esgotando nos últimos 2.000 anos e, ultimamente, num ritmo ainda mais acelerado. Ninguém é capaz de fornecer uma explicação precisa para isso, mas um artigo descrevendo a sabedoria de um velho sábio da Índia alude a uma possível causa.

"... o campo magnético da Terra foi instalado pelos Antigos para bloquear nossas memórias primordiais de nossa verdadeira herança. Isso foi, para que as almas pudessem aprender com a experiência do livre-arbítrio, desimpedidas pelas memórias do passado. [O sábio] afirmou que as mudanças no campo magnético estão afrouxando os blocos de memória e estamos elevando nossa consciência a uma verdade maior. O véu está se levantando. As cortinas estão se abrindo."

Com isso em mente, realmente, talvez sejamos uma espécie com amnésia que, lentamente, está passando por um renascimento espiritual e cognitivo que deve nos entregar a herança de nossos antepassados. É verdade que acordar com esta realidade coexistente, tornaria toda a nossa cultura de cabeça para baixo, dando lugar a novos e aperfeiçoados conceitos da história e da vida em geral.

A experiência dessa mudança, realmente, será desafiadora para a maioria de nós. Todavia, a estrada já está pavimentada e os benefícios que encontraremos no final desta jornada, parecem ser (pelo menos em teoria), extremamente, gratificantes. Então, o melhor a fazer é elevarem suas frequências para ficarem mais "em sintonia" com a Nova Terra. Melhor não perder essa chance, pois pode ser a única oportunidade para abraçar a próxima fase da evolução, antes que outro ciclo na história da Terra comece.


domingo, 6 de novembro de 2016

GOVERNO pretende VENDER para a COCA-COLA ou para a NESTLÉ a MAIOR RESERVA ESTRATÉGICA de ÁGUA do BRASIL?


O Aqüífero Guarani é o maior manancial de água doce subterrânea transfronteiriço do mundo. Está localizado na região centro-leste da América do Sul, entre 12º e 35º de latitude sul e entre 47º e 65º de longitude oeste e ocupa uma área de 1,2 milhões de Km², estendendo-se pelo Brasil (840.000l Km²), Paraguai (58.500 Km²), Uruguai (58.500 Km²) e Argentina (255.000 Km²).

Sua maior ocorrência se dá em território brasileiro (2/3 da área total), abrangendo os Estados de Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. 

Localização do Aqüífero Guarani

Esse reservatório de proporções gigantescas de água subterrânea é formado por derrames de basalto ocorridos nos Períodos Triássico, Jurássico e Cretáceo Inferior (entre 200 e 132 milhões de anos).  É constituído pelos sedimentos arenosos da Formação Pirambóia na Base (Formação Buena Vista na Argentina e Uruguai) e arenitos Botucatu no topo (Missiones no Paraguai, Tacuarembó no Uruguai e na Argentina).


A espessura total do aqüífero varia de valores superiores a 800 metros até a ausência completa de espessura em áreas internas da bacia. Considerando uma espessura média aqüífera de 250 metros e porosidade efetiva de 15%, estima-se que as reservas permanentes do aqüífero (água acumulada ao longo do tempo) sejam da ordem de 45.000 Km³.


O  Aquífero Guarani constitui-se em uma importante reserva estratégica para o abastecimento da população, para o desenvolvimento das atividades econômicas e do lazer. 

A primeira conversa pública acerca deste e de outros setores que tendem a seguir para a iniciativa privada estava prevista o dia 25, mesmo dia em que foi aberto o processo de votação do impeachment da presidenta Dilma Rousseff e isto não é uma coincidência porquê fazia parte do plano dos golpistas e as negociações são com os principais conglomerados transnacionais do setor, entre elas a Nestlé e a Coca-Cola... o nosso povo precisa reagir porquê estas concessões podem durar mais de cem anos.


segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Os Mistérios da CHAPADA DOS GUIMARÃES - [VÍDEO]

Ao longo dos anos a Chapada dos Guimarães tem ficado cada vez mais famosa, não só por suas belezas naturais, mas também por suas lendas, mitos, profecias e misticismo. Todavia o que não se pode negar é que a região é cercada de muitas coisas intrigantes e a principal delas é a presença constante de Objetos Voadores Não-Identificados (OVNI).


A proeminência de relatos de casuística ufológica é tão grande, que fica difícil afirmar que tudo não passa de "causos" dos moradores da região, pois a aparição dos OVNIs também está presente nos inúmeros relatos de turistas, visitantes e pessoas de respeito, acima de qualquer suspeita. Àqueles que pensam que são apenas casos vazios, fica difícil manter esta postura, quando os relatos são acompanhados de fotos e filmagens realizadas por pessoas que tiveram a sorte e a oportunidade de registrar tal fascinante testemunho.

A Chapada, além de seus mistérios, é uma região cheia de belezas, com deslumbrantes paredões e cachoeiras maravilhosas, rodeadas de uma exuberante flora e fauna, atrativos para inúmeros pesquisadores, que visitam a região cercada de vários registros arqueológicos. Dentre tantos, alguns intrigados pesquisadores da ufologia se indagam: O que tudo isso tem a ver com a presença dos OVNIs? E a indagação persiste até hoje! E a cada dia que passa, mais e mais relatos intrigantes são registrados. Alguns acreditam que as belezas da região, cavernas, montanhas, localização geográfica, somado com o rico acervo mineral seja, por algum motivo, uma espécie de atrativo para os OVNIs. Entretanto, a pergunta ainda paira no ar, sem resposta.


Por que a Chapada dos Guimarães atrai tantos OVNIs?

Enquanto a pergunta ecoa insistente entre os paredões da Chapada, muitas expedições de pesquisadores do Fenômeno UFO têm sido realizadas à linda região da Chapada. Muitos membros da Associação Mato-grossense de Pesquisas Ufológicas e Psíquicas (AMPUP) têm tentado buscar respostas nos vastos mistérios da região, esforçando-se pelas verdades segredadas nos céus e nas cadeias de montanhas da região. E assim, segue-se o mistério que só o tempo e a - quem sabe? - pesquisa insistente poderá revelar um dia.

Assista a matéria sobre a Chapada dos Guimarães realizada pelo canal ESPN: