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domingo, 4 de setembro de 2016

Criança de uma Nova Raça Humana é descoberta na China - [VÍDEO]

Há muito tempo atrás, chegou a nosso conhecimento uma história que, baseada na teoria do Antigo Astronauta, versava sobre diversas raças extraterrestres e sua influência na criação da raça humana terrestre. Uma destas raças vindas de fora teria sido responsável por parte da herança genética dos povos do extremo oriente (chineses, japoneses, coreanos, tailandeses etc.), que teriam todos esta mesma origem ancestral. 

Quando acessamos a matéria abaixo, rapidamente nos recordamos da teoria acima. Baseados nisso, sugerimos que, talvez, esta criança esteja resgatando alguma informação genética muito antiga, que ficara adormecida em seu DNA por inúmeras gerações. Enfim... Entre mitos e verdades, somente o tempo e muitas pesquisas poderão determinar o que é realmente fato. Enquanto isso, segue a matéria que merece estar publicada aqui, no Filosofia Imortal. E cada leitor tire suas próprias conclusões a respeito.


Na cidade chinesa de Dahua vive uma criança de uma nova raça humana. O pequeno jovem Nong Yousui tem olhos azuis com brilho de néon no escuro tal como olhos de gato.

Nong Yousui consegue ver na escuridão tanto como nós conseguimos ver na luz. Os olhos dele, nem em habitantes das terras nórdicas habituados à escuridão são vistos. 


Após o seu professor partilhar as capacidades incomuns do jovem na Internet, um repórter inconformado de Pequim decidiu verificar as informações com alguns especialistas. Foram realizados alguns testes que confirmaram a capacidade do jovem em ver no escuro. O pequeno Nong Yousui é oficialmente o ser humano com a capacidade de ver no escuro.

De acordo com os especialistas, esta não é uma alteração aleatória. Esta alteração não é consequência de uma mutação, mas mais uma espécie de evolução.


sábado, 4 de janeiro de 2014

O GATO e a ESPIRITUALIDADE


Quem não se relaciona bem com o próprio inconsciente não topa o gato. Ele aparece, então, como ameaça, porque representa essa relação precária do homem com o (próprio) mistério. 

O gato não se relaciona com a aparência do homem. Ele vê além, por dentro e pelo avesso. Relaciona-se com a essência. Se o gesto de carinho é medroso ou substitui inaceitáveis (mas existentes) impulsos secretos de agressão, o gato sabe. E se defende do afago. A relação dele é com o que está oculto, guardado e nem nós queremos, sabemos ou podemos ver. Por isso, quando surge nele um ato de entrega, de subida no colo ou manifestação de afeto, é algo muito verdadeiro, que não pode ser desdenhado. É um gesto de confiança que honra quem o recebe, pois significa um julgamento. 

O homem não sabe ver o gato, mas o gato sabe ver o homem. Se há desarmonia real ou latente, o gato sente. Se há solidão, ele sabe e atenua como pode, ele que enfrenta a própria solidão de maneira muito mais valente que nós. Nada diz, não reclama. Afasta-se. Quem não o sabe "ler" pensa que "ele" não está ali. 

Presente ou ausente, ele ensina e manifesta algo. Perto ou longe, olhando ou fingindo não ver, ele está comunicando códigos que nem sempre (ou quase nunca) sabemos traduzir. 

O gato vê mais e vê dentro e além de nós. Relaciona-se com fluídos, auras, fantasmas amigos e opressores. 

O gato é médium, bruxo, alquimista e parapsicólogo. É uma chance de meditação permanente a nosso lado, a ensinar paciência, atenção, silêncio e mistério. 

O gato é um monge silencioso, meditativo e sábio monge, a nos devolver as perguntas medrosas esperando que encontremos o caminho na sua busca, em vez de o querer preparado, já conhecido e trilhado. 

O gato sempre responde com uma nova questão, remetendo-nos à pesquisa permanente do real, à busca incessante, à certeza de que cada segundo contém a possibilidade de criatividade e de novas inter-relações, infinitas, entre as coisas. 

O gato é uma lição diária de afeto verdadeiro e fiel. Suas manifestações são íntimas e profundas. Exigem recolhimento, entrega, atenção. Desatentos não agradam os gatos. Bulhosos os irritam. Tudo o que precise de promoção ou explicação quer afirmação. Vive do verdadeiro e não se ilude com aparências. 

Ninguém em toda natureza aprendeu a bastar-se (até na higiene) a si mesmo como o gato! Lição de sono e de musculação, o gato nos ensina todas as posições de respiração ioga. Ensina a dormir com entrega total e diluição recuperante no Cosmos. Ensina a espreguiçar-se com a massagem mais completa em todos os músculos, preparando-os para a ação imediata. 

Se os preparadores físicos aprendessem o aquecimento do gato, os jogadores reservas não levariam tanto tempo (quase 15 minutos) se aquecendo para entrar em campo. O gato sai do sono para o máximo de ação, tensão e elasticidade num segundo. Conhece o desempenho preciso e milimétrico de cada parte do seu corpo, a qual ama e preserva como a um templo. 

Lição de saúde sexual e sensualidade. 
Lição de envolvimento amoroso com dedicação integral de vários dias. 
Lição de organização familiar e de definição de espaço próprio e território pessoal. 
Lição de anatomia, equilíbrio, desempenho muscular. 
Lição de salto. 
Lição de silêncio. 
Lição de descanso. 
Lição de introversão. 
Lição de contato com o mistério, com o escuro, com a sombra. 
Lição de religiosidade sem ícones. 
Lição de alimentação e requinte. 
Lição de bom gosto e senso de oportunidade. 
Lição de vida, enfim, a mais completa, diária, silenciosa, educada, sem cobranças, sem veemências, sem exigências. 

O gato é uma chance de interiorização e sabedoria, posta pelo mistério à disposição do homem." 

O gato é um animal que tem muito quartzo na glândula pineal, é portanto um transmutador de energia e um animal útil para cura, pois capta a energia ruim do ambiente e transforma em energia boa, -- normalmente onde o gato deita com frequência, significa que não tem boa energia -- caso o animal comece a deitar em alguma parte de nosso corpo de forma insistente, é sinal de que aquele órgão ou membro está doente ou prestes a adoecer, pois o bicho já percebeu a energia ruim no referido órgão e então ele escolhe deitar nesta parte do corpo para limpar a energia ruim que tem ali. 

Observe que do mesmo jeito que o gato deita em determinado lugar, ele sai de repente, pois ele sente que já limpou a energia do local e não precisa mais dele. 

O amor do gato pelo dono é de desapego, pois enquanto precisa ele está por perto, quando não, ele se a afasta. 

No Egito dos faraós, o gato era adorado na figura da deusa Bastet, representada comumente com corpo de mulher e cabeça de gata. Esta bela deusa era o símbolo da luz, do calor e da energia. Era também o símbolo da lua, e acreditava-se que tinha o poder de fertilizar a terra e os homens, curar doenças e conduzir as almas dos mortos. Nesta época, os gatos eram considerados guardiões do outro mundo, e eram comuns em muitos amuletos. 

"O gato imortal existe, em algum mundo intermediário entre a vida e a morte, observando e esperando, passivo até o momento em que o espírito humano se torna livre. Então, e somente então, ele irá liderar a alma até seu repouso final." 

Fonte: The Mythology Of Cats, Gerald & Loretta Hausman