Mostrando postagens com marcador Cometa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cometa. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Luzes misteriosas no céu da Rússia deixam cientistas intrigados - [VÍDEO]

Alguns astrofísicos acreditam que o clarão tenha sido provocado por choque de cometa contra a atmosfera da Terra


RIO - Um vídeo gravado na última sexta-feira numa região rural da Rússia, próxima aos Montes Urais, mostra uma sequências de luzes amarelas e alaranjadas muito fortes que chegam a iluminar completamente o céu escuro.

O vídeo, publicado no YouTube nesta terça-feira, foi gravado com uma câmera do tipo dashcam, acoplada ao interior de um carro, em um estilo de filmagem que ficou famoso na Rússia por sempre capturar momentos impressionantes. Os habitantes da região, no entanto, não têm a menor ideia do que provocou o clarão, que parece ter sido originado por uma explosão.

É claro que algumas pessoas já levantaram a hipótese do estranho fenômeno se tratar de uma invasão alienígena. Mas os cientistas acreditam que a claridade provavelmente foi provocada por um cometa, já que a Rússia tem uma elevado índice de “pousos” desses corpos, principalmente porque sua massa de terra é maior do que a dos outros países e fica mais perto do pólo magnético. Muitos astrofísicos acham que o bizarro acontecimento tem uma explicação razoavelmente simples: um cometa teria se chocado contra a baixa atmosfera da Terra, causando um efeito de cratera no solo.


Fonte: OGlobo

domingo, 5 de janeiro de 2014

Cometa segue em direção a Marte e poderá colidir em 2014


O ano mal começou, mas a comunidade científica já se prepara para acompanhar de perto os eventos astronômicos mais importantes de 2014. Um deles acontece em outubro, e envolve a possível rota de choque de um cometa com Marte. A observação desse tipo de impacto com o planeta vizinho que possui a atmosfera mais semelhante à que existia na Terra há bilhões de anos poderia ajudar na compreensão do que já ocorreu no nosso planeta e, por consequência, sua evolução até onde o conhecemos.

O cometa C/2013 A1 foi descoberto há pouco mais de um ano pelo caçador de asteroides Robert H. McNaught. Trata-se do 74°corpo celeste desse tipo detectado pelo astrônomo escocês-australiano. McNaught utilizou o Telescópio Uppsala Schmidt, de 50 metros, instalado no Observatório Siding Spring, na Austrália. Com o diâmetro entre 8 e 50 km, o “Siding Spring” (para os mais íntimos) passará, esse ano, a 101 mil km de Marte, o que em distâncias astronômicas significa "passar de raspão".

A possibilidade do cometa se chocar com o Planeta Vermelho é pequena, mas não pode ser descartada devido à falta de precisão das observações atuais. Leonid Elenin, outro astrônomo respeitado do Instituto de Matemática Aplicada Keldysh, na Rússia, advertiu que o Siding Spring pode passar a apenas 41.300 km do centro de Marte. No caso de um impacto, a colisão criaria uma cratera de até 2 km de profundidade e 10 vezes o diâmetro do núcleo do cometa. A energia do impacto poderia chegar a 2x1010 megatons, o equivalente à centenas de milhões de vezes do que foi liberado pela bomba de Hiroshima.