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quarta-feira, 14 de agosto de 2019

A Tragédia do Edifício Joelma e o Mistério das 13 Almas.


Sexta feira, 1 de fevereiro de 1974, cerca de 08:50 horas. Um princípio de incêndio, aparentemente causado pelo curto-circuito em um aparelho de ar condicionado e talvez devido a uma sobrecarga elétrica, irrompe no 12° andar do Edifício Joelma - uma portentosa unidade comercial situada na Avenida Nove de Julho 225, no centro nervoso da maior cidade do Brasil, São Paulo. 

Naquele momento, cerca de 800 pessoas estavam no edifício, espalhadas pelos inúmeros escritórios dos seus 25 andares. Do primeiro ao décimo andares estavam situados os estacionamentos para veículos. E exatamente do décimo-primeiro ao vigésimo quinto todos os andares estavam ocupados pelos escritórios comerciais de um grande banco e várias empresas. Um funcionário daquele andar até tentou apagar o foco de incêndio mediante o uso de um extintor, tendo desligado o quadro geral de força. Porém, devido à existência de materiais altamente inflamáveis na própria estrutura do prédio, nada mais podia ser feito. E como o prédio não era dotado de infra-estrutura para incêndios, o alarme se limitou ao aviso verbal desse funcionário somente aos que ocupavam o andar superior. Os demais que estavam no interior do prédio não puderam, portanto, ser avisados a tempo!

Aquilo que parecia se tratar de um incêndio até de certa forma facilmente controlável e sem maiores conseqüências, no entanto veio a se transformar em uma das maiores tragédias do Brasil. O fogo começava a se alastrar rapidamente.

O Corpo de Bombeiros da cidade foi acionado, chegando às 09:10 horas, e os seus valorosos homens logo deram início aos trabalhos de contenção das chamas.

Pouco a pouco, porém, o fogo infernal subia exatamente para onde se situavam os andares habitados.

Todos os que estavam lá dentro ficaram verdadeiramente acuados em uma armadilha mortal. Simplesmente não podiam descer, vencendo a enorme e monstruosa barreira de fogo e fumaça que crescia assustadoramente e cada vez mais.

Um constatação aterrorizante então se fez: devido à altura do edifício, as escadas Magirus, tanto para o trabalho dos Bombeiros quanto para o salvamento das vítimas, somente alcançavam o décimo-terceiro andar.

Como uma força sinistra e avassaladora, o fogo logo cercou todo o enorme edifício. E não tardou a atingir todos os andares superiores do Joelma. E somente aqueles que estavam nos andares abaixo do princípio do pavoroso incêndio conseguiram ser resgatados. Mais acima, o horror flamejante tomava conta do enorme edifício. Os vidros explodiam devido à enorme pressão do fogo. 

Além do fogo, havia uma outra ameaça mortal: a enorme cortina de fumaça, altamente tóxica devido à queima dos materiais, subia descontroladamente e com uma infernal temperatura de 700 graus. As pobres vítimas, acuadas pelo fogo, que chegavam às janelas para tentarem respirar, tinham os seus aparelhos respiratórios inapelavelmente queimados, quase que instantaneamente e de maneira horrível, morrendo asfixiadas.

Cenas de um inusitado horror então se sucediam: tentando escapar daquele verdadeiro inferno, as pessoas improvisavam cordas para, descendo perigosamente de andar em andar, tentarem chegar à escadas dos Bombeiros, postadas muito abaixo delas! Muitos caíram, voando para a morte, durante essas desesperadas e infrutíferas tentativas.

O desespero das vítimas que tentavam mutuamente se ajudar nesses momentos difíceis era acompanhado com horror pelas centenas de testemunhas que, impotentes no sentido de ajudar, se aglomeravam lá em baixo.

Os heroicos soldados do fogo, através de arriscadas operações, conseguiram a duras penas salvar muitas pessoas, improvisando da melhor maneira que podiam os parcos meios de resgate de que dispunham. Arriscando as suas próprias vidas, no limite, para ajudar seus semelhantes. Muitos desses valorosos homens tombaram no estrito cumprimento do dever. E não fosse pela coragem, pela bravura e pelo estoicismo deles, a horripilante tragédia poderia ter tido proporções ainda mais vastas e brutais.

O inferno das chamas tomava conta do Joelma. Grandes explosões ocorriam nos andares, causadas pela fortíssima pressão das chamas. O bafo da morte soprava por todos os lados. Era mesmo algo pavoroso, digno das mais horripilantes cenas de um filme de terror.

Em total desespero, presas nas suas salas e acuadas pelo fogo, quarenta pessoas preferiram se atirar dos altos andares do Joelma a morrerem horrivelmente queimadas pelas chamas! Cenas do mais puro horror se desenrolavam a cada momento. Absolutamente impossível tentar descrever a dor, o horror, o pânico e o desespero dessas pobres pessoas.

Não tendo quaisquer possibilidades de descerem, muitas pessoas correram para o terraço do Joelma, lá ficando encurraladas pelas chamas que subiam cada vez mais. A única solução para tentar resgatá-los foi o acionamento dos helicópteros da Polícia do Estado e do Corpo de Bombeiros. Foi, todavia, uma tarefa árdua e muito difícil uma vez que as telhas de amianto que o recobriam, as escadas e a profusão de madeiras impediam que as aeronaves pousassem.

 

 

Lá em cima, o pânico e o horror eram generalizados. Nem todos podiam ser salvos de uma única vez. Alguns, tomados por total desespero, se agarravam de qualquer maneira aos squids dos helicópteros para tentarem escapar, colocando assim em risco a própria estabilidade dos aparelhos. Mas não havia outra saída, era tentar a sorte ou morrer queimado.


E também se deve ao heroico trabalho dessas abnegadas tripulações o resgate de muitas vítimas, presas naquele infernal e mortífero terraço do Joelma. Porém, a tragédia ficou ainda maior e muito mais horrível quando o enorme calor e os grossos rolos de fumaça passaram a impedir o trabalho de resgate dos helicópteros! Além de não haver mais qualquer visibilidade, os aparelhos - dotados de combustível altamente inflamável - corriam o risco de explodir durante as tentativas de aproximações.

 

De fato, lá em cima, o calor era tamanho que até mesmo os pára-brisas dos helicópteros, confeccionados em plexyglass, ficaram derretidos - avariando muitos deles e impedindo assim a sua operação - e até mesmo obrigando os seus hábeis pilotos a procederem arriscados pousos forçados em plena rua.


Então, já não havia mais um local seguro para aqueles que estavam aprisionados naquele topo da morte! Essa dramática foto nos mostra o fogo tomando conta do terraço. Miraculosamente, porém, uns poucos se salvaram ao se abrigarem por baixo das telhas de amianto. Saíram gravemente feridos, mas vivos. Assim, a grande maioria que lamentavelmente não pode ser resgatada nas viagens iniciais dos helicópteros teve por túmulo o infernal terraço chamejante do Joelma.

Extintas as chamas, após as várias horas do mais puro terror, um visão do terraço maldito do Joelma. Ao final do trágico balanço, ao todo foram 534 vítimas - sendo 189 mortos e 345 feridos, a maioria desses feridos horrivelmente queimada. O quadro encontrado pelas equipes de rescaldo nos diversos andares era simplesmente dantesco: quase duas centenas de cadáveres literalmente torrados em meio aos fumegantes escombros!

Na foto acima, uma imagem real, tomada durante as filmagens de um longa
metragem sobre a tragédia rodado alguns anos mais tarde no interior
do Joelma, ou Praça da Bandeira. Veja o que surgiu na revelação,
bem no lado direito da cena.
Hoje, mais de 30 anos passados da tragédia (lembremos que, na medida em que o conhecemos, não existe o "tempo" na Eternidade), o Joelma acha-se reformado e já dotado de sistemas de segurança contra fogo - segurança de que na época do sinistro não dispunha - como também mudaram o seu fatídico nome para "Edifício Praça da Bandeira". Algumas empresas e escritórios estão atualmente lá estabelecidos, mas são poucas as firmas que se atrevem a tanto. Muitos do seus enormes andares estão desocupados e solitários. Não só pela repercussão da horrível tragédia que até hoje o persegue e dá fama ao prédio de ser "amaldiçoado", como também pelas coisas horríveis e sobretudo assustadoras que acontecem lá por dentro.

Sem qualquer dúvida, existem ao nosso redor e também atuando em todo o mundo, forças e energias que desconhecemos. E não se trata de mera imaginação dos protagonistas dos fatos insólitos que se desenrolam no atual Joelma! De vez em quando, o ambientes se tornam intensamente gélidos - um frio apavorante e sem qualquer explicação lógica que surge do nada. Espectros surgem diante das pessoas, chamam por seus nomes e até mesmo são revelados nas fotografias tomadas lá por dentro. Fortes correntes de ar, gemidos apavorantes, vozes estranhas, gritos e pedidos de socorro são ouvidos naqueles ambientes mais desertos - e até mesmo naqueles ocupados! Muitos empregados do edifício, justificadamente apavorados, já pediram demissão exatamente por esses motivos. E até nas garagens muitos motoristas e entregadores de mercadorias já foram "postos para correr" diante dos "vultos" e das assombrações que subitamente os cercam. Como se poderia explicar isso?

Alguns setores da Parapsicologia diferenciam "fantasmas" daquilo que denominam "espíritos". Um "fantasma" seria uma personalidade dilacerada (geralmente causada por uma memória emocional sobrevivente das pessoas que morreram tragicamente, não tendo consciência da própria morte), que teima em permanecer no ambiente da anterior existência, ligada ao local onde efetivamente morreu - quase sempre através de uma morte violenta. Incapaz de raciocinar por si próprio, repete os movimentos finais da sua morte, um ato "inacabado" para ela, até que isso se transforme em uma espécie de obsessão. Estão mergulhados em um tipo de "limbo", uma sombria escuridão. Já o"Espírito" seria uma entidade que tem plena consciência da sua transição, sendo plenamente capaz de continuar uma existência na dimensão seguinte, podendo "sentir" e agir. De qualquer forma, AMBOS se utilizam da energia os vivos para se manifestarem! São argumentos até bastante lógicos, mas, por outro lado, não devemos desprezar uma outra hipótese: A MEMÓRIA DA NATUREZA! Tudo aquilo que nos cerca, mesmo as coisas materiais - tais como os mais diversos objetos e até os lares - guardam nas suas moléculas atômicas os registros, por assim dizer, dos fatos mais marcantes e dramáticos que nas suas proximidades e nos seus próprios ambientes se desenrolaram - uma fantástica inteligência. A Psicometria, por sinal, é a moderna Ciência que estuda isso! E principalmente nos ambientes onde coisas muito "fortes", tais como crimes, tragédias e assim por diante, se sucederam, essas "memórias" dramáticas, como se fossem um breve filme, por vezes afloram se fazendo visíveis às pessoas mais psiquicamente bem preparadas e desenvolvidas. E para tentar bloquear esse tipo de manifestação nada adianta - seja reformar, pintar, modernizar ou mesmo exorcizar.


Há, porém, um estonteante e além de tudo insolúvel mistério na tragédia do Joelma. Durante o desespero das infelizes vítimas aprisionadas em meio ao fogo e ao calor infernal, treze pessoas fizeram aquilo que jamais se faz durante um incêndio: tentaram escapar por um elevador! Logicamente, o sistema parou repentinamente de funcionar deixando-as sem qualquer defesa e presas a uma enorme altura, em uma armadilha mortal. Horrivelmente carbonizados, os treze corpos, encontrados unidos em um último abraço, foram posteriormente retirados daquele "forno" maldito e jamais puderam ser identificados, não somente dado ao estado em que se encontravam - horrivelmente carbonizados - como também pelo estranhíssimo fato de NINGUÉM ATÉ HOJE OS TER RECLAMADO! Todos foram enterrados em covas separadas e lineares, recebendo popularmente o nome de AS TREZE ALMAS DO JOELMA. Contudo, desde a época do sinistro, em 1974 e portanto já passados mais de 30 anos, algo muito estranho acontece no Cemitério São Pedro, situado no bairro paulista de Vila Alpina: estranhos gemidos, gritos de dor, pedidos de socorro, assombravam os visitantes e até mesmo os funcionários daquele cemitério! Não tardou muito até que se descobrisse a estranha fonte desses apavorantes sons: exatamente as 13 lápides das vítimas não-identificadas do Joelma! Curiosamente, quando se coloca ÁGUA sobre cada uma delas, e não nas flores que as cercam, o sons cessam - como se entidades sobrenaturais, vivendo em um limbo surrealista e paralelo, ainda se lembrassem da sua horrível morte e desesperadamente precisassem do benéfico refresco das emanações da água para minorar a sua dor.


Logo o povo - como sempre esperto, interesseiro e atento a essas coisas - começou a fazer "barganhas", assim "alimentando" a sofrida existência dessas entidades. As pessoas pedem a elas (e conseguem!) milagres dos mais diversos, sempre em troca da..... Colocação de água sobre os túmulos! Muito melhor fariam se, através de um gesto verdadeiramente Cristão e piedoso, fizessem preces de esclarecimento para que elas finalmente pudessem se libertar dos grilhões da terra e pudessem seguir em paz o seu caminhar evolutivo em direção à Luz, já enfim redimidas do seu pesado e doloroso Carma.


Mas.... Há ainda uma outra estranha circunstância, possivelmente concorrente para a horrível tragédia do Joelma. Na foto acima, proveniente dos arquivos da Polícia do Estado de São Paulo, você vê a antiga residência do Professor Paulo Ferreira de Camargo, da USP (Universidade de São Paulo), o qual no distante ano de 1948 inexplicavelmente premeditou e friamente executou a morte da sua própria mãe e das duas irmãs sem qualquer motivo aparente.


O professor (foto da direita, publicada em um jornal da época) contratou operários para escavarem um profundo poço no seu quintal. Logo fez o "serviço sujo" e dentro dele jogou os três corpos das suas familiares. Não tardou muito, porém, a todos os vizinhos e demais familiares darem por falta das três mulheres e a Polícia começou a fechar o cerco na suas investigações, as quais levavam diretamente ao tal professor como o suspeito número-1 e culpado em potencial.


Tudo teria dado certo não fosse algo bastante estranho que começou a ocorrer: o professor começou a ser atormentado pelas visões dos fantasmas das três mulheres que passaram a assombrar a casa, e somente ele as via! Certo dia, com policiais presentes na sua casa, estes já suspeitando do que continha no poço, o professor apresentava os seus álibis quando subitamente um fogo infernal surgiu no recinto: a luz de uma vela aumentou exageradamente como se fosse causar uma explosão no recinto! A partir daí, as visões fantasmagóricas das mulheres começaram a cercar o professor que, desesperado, correu para um ambiente contíguo e na presença dos policiais desferiu um tiro na cabeça, pondo fim à sua atormentada existência.


Logo depois, os corpos decompostos das três mulheres foram encontrados pela Polícia no fundo daquele poço (fotos). Quatro mortes sem qualquer razão aparente, a não ser, talvez, um estranho acesso de loucura do professor que era tido como uma pessoa séria e bastante equilibrada. 

O telurismo, isto é, as correntes negativas que comprovadamente circulam no nosso subsolo, por vezes aflora em certos "ponto negros" - notórios pelas ocorrências dos acidentes de trânsito, sempre com mortos e feridos; das tragédias mais diversas; das casas doentias; das perturbações psíquicas nos seres humanos; dos fenômenos Poltergeists, e assim por diante. E por falar em Poltergeist, a causa do repentino incêndio no Edifício Joelma foi atribuída a uma estranha sobrecarga elétrica que estranhamente não pôde ser interrompida nem mesmo desligando-se a chave de força, tal como assim o fez um funcionário de uma firma tão logo detectou o problema. O seu extintor forçosamente deveria ter sido capaz de deter o fogo logo no seu início, o que também não aconteceu..... Um sintoma bastante claro do fogo que surge do nada e se torna incontrolável - fenômeno tipicamente associado ao telurismo e conhecido como Poltergeist. Estranho? Sim, mas trata-se de um fenômeno real que a Ciência não consegue explicar. Mas, voltemos ainda à casa amaldiçoada do professor assassino. 

Depois daqueles bárbaros e cruéis crimes que tiveram grande repercussão a tal casa foi evitada, ficou conhecida como"mal assombrada", e ninguém mais a quis habitar - nem mesmo os herdeiros e os sucessores do tal professor! O tempo passou e ela, abandonada, foi finalmente vendida e demolida. E qual teria sido mesmo o endereço dessa casa?

Precisamente, Avenida Nove de Julho, 225 - O MESMO LOCAL ONDE, EM 1972, FOI CONSTRUÍDO O FATÍDICO EDIFÍCIO JOELMA.



quarta-feira, 22 de maio de 2019

Acontecimentos e Histórias Inexplicáveis da 2º Guerra Mundial


A Segunda Guerra Mundial, que durou de 1939 a 1945, foi o conflito mais abrangente da história, envolvendo as principais potências mundiais da época e mudando o panorama político e a estrutura social do planeta.

Também foi o conflito mais sangrento da história da humanidade. Mais de 100 milhões de militares participaram dela, tendo como resultado  60 milhões de mortes (entre conflito, ataques a civis e  holocausto).


Contudo, durante a guerra também ocorrerem alguns incidentes bizarros, lendas e fatos misteriosos que nunca foram explicados. 

A seguir, confira alguns fatos misteriosos e pouco conhecidos sobre a Segunda Guerra Mundial:


O desaparecimento do Voo 19

Esse é um dos incidentes mais misteriosos de todos os tempos e a mais famosa lenda do Triângulo das Bermudas.

Ele aconteceu após alguns meses do fim da guerra, embora envolva o exército norte-americano e um avião pilotado durante a Segunda Guerra Mundial, o desaparecimento do Voo 19 continua a intrigar os historiadores até hoje. Alguns meses depois do fim da guerra, durante um treinamento no Atlântico que envolveu cinco aviões torpedeiros TBF Avenger da Marinha dos EUA, todas as aeronaves — e 14 pilotos — desapareceram sem deixar vestígios. 

Anteriormente toda a tripulação havia tido premonições para não embarcar no voo amaldiçoado.

O líder da operação, o tenente Charles Taylor, enquanto voava comunicou por rádio que as bússolas não estavam funcionando. Em uma das transmissões de rádio o piloto dizia “o céu está todo errado aqui”. 

Os destroços nunca foram encontrados  e a causa oficial do acidente foi definida como “desconhecida”.

A última transmissão de rádio foi uma mensagem distorcida e incompreensível. Os operadores só conseguiram identificar os sinais de chamada dos aviões "FT…FT…FT…". Como os corpos dos tripulantes e as aeronaves nunca foram encontrados, a verdade por trás do voo 19 continua um mistério.


Aviões fantasmas

Mesmo nos dias atuais, quase 70 anos após o final da Segunda Guerra, ainda existem relatos sobre avistamentos de aviões daquela época, e até de esquadrilhas inteiras, que surgem do nada e desaparecem em seguida. 

Muitas dessas histórias incluem detalhes sinistros, como pilotos com semblantes tristes acenando para os vivos, aviões que pousaram sem ninguém em seu interior, e aeronaves com os tanques vazios que surgiram com toda a tripulação morta a bordo.

Uma das lendas mais famosas é a de um avião norte-americano que surgiu na costa da Califórnia várias horas após o ataque a Pearl Harbor, visivelmente avariado e deixando um rastro de fumaça. Testemunhas afirmaram ter visto o piloto a bordo, mas, depois que a aeronave caiu, nenhum corpo jamais foi encontrado entre os destroços.


A maldição da tumba mongol

No dia 21 de junho de 1941, arqueólogos soviéticos abriram a tumba e removeram o esqueleto de um grande Khan Mongol chamado Timur, mesmo com o aviso de moradores locais que alertavam sobre uma grande guerra que iria acontecer caso o esqueleto fosse removido de lá.

 

Coincidência, ou não, no dia seguinte a operação Barbarossa (a mais longa e mais brutal operação da 2º guerra mundial), aconteceu lá. Centenas de milhares de pessoas morreram.


Os Foo Fighters

Durante a guerra ocorreram vários relatos de pilotos, tanto aliados quanto nazistas, sobre estranhas esferas luminosas que surgiam inesperadamente e costumavam voar em grupo, acompanhando os aviões. Geralmente, quando esses objetos estavam próximos, os radares dos aviões apresentavam falhas.

Esses objetos aéreos desconhecidos eram chamados de foo-fighters (‘feu’, fogo em francês / fighter, do inglês "avião de caça ").

Esses misteriosos objetos foram descritos como bolas de fogo brilhantes vermelhas, brancas ou alaranjadas. Alguns pilotos disseram que elas pareciam com luzes da árvore de Natal, sendo que elas variavam de tamanho entre cerca de 91 metros e 30 centímetros. Os foo-fighters não podiam ser derrubados ou superados.

Terminada a Segunda Guerra Mundial, os Aliados descobriram que não havia o menor fundamento na hipótese de se tratar de alguma espécie de dispositivo nazista, afinal investigações posteriores revelaram que os pilotos alemães e japoneses também reportam terem visto objetos semelhantes.

Havia muitos relatos de pilotos da Luftwaffe sobre essas misteriosas máquinas voadoras que em 1944 foi criado um projeto de investigação pelo governo nazista, apelidado de Operação Uranus.

Durante a Segunda Guerra, esses acontecimentos foram amplamente estudados, até mesmo por cientistas renomados. Todavia, o fenômeno nunca foi explicado, uma vez que a maioria das informações sobre o acontecido foi mantida sobre sigilo e nunca foi revelada por nenhuma inteligência militar.


O Submarino Nazista e o Monstro Marinho

Em 1943, no auge da Segunda Guerra Mundial, o capital do HMS Coreopsis, um navio de patrulha britânico, capturou alguns marinheiros alemães que estavam à deriva no Mar do Norte.

Ao serem rendidos pelos britânicos, os alemães não demonstraram resistência e logo se entregaram. Na verdade, pareciam aliviados em ver outras pessoas, mesmo que se tratasse de inimigos. A tripulação pertencia ao submarino U-28 e se resumia a 14 homens. Ao serem interrogados, os prisioneiros relataram uma história medonha e inacreditável.

Segundo os tripulantes, enquanto estavam na superfície, o submarino foi cercado por uma densa neblina, e logo em seguida atacado por um animal aquático gigantesco parecido com um crocodilo. Ele supostamente tinha 60 pés (18,29m) de comprimento, 4 extremidades semelhantes a grandes pés palmados, uma cauda longa e pontiaguda, e uma cabeça que também terminava em ponta.

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A tripulação, surpresa para dizer o mínimo, começou a atirar contra a criatura que danificou o lacre da escotilha principal do submarino. O oficial contou ainda que o pânico ocasionou um incêndio a bordo. Os homens conseguiram afugentar o gigante que afundou no mar, mas o submarino fora danificado a ponto de não poder submergir.

A tripulação foi então evacuada em 3 botes de emergência com 38 tripulantes. Mas apenas um desses botes foi resgatado pelos britânicos. Uma investigação formal foi conduzida para averiguar os fatos, mas nada mais se apurou desse estranho caso.


Fantasmas e mais fantasmas


Em um conflito onde ocorreram tantas mortes, sofrimentos e desgraças não é de se espantar que surgiram muitos relatos de lugares assombrados, almas penadas, fantasmas e aparições, vistos em antigas bases. Seguem alguns relatos:


Os soldados do canhão anti-aéreo

Em 1956, a Reuters noticiou que os moradores de Hollandia  pediram que fosse feito um exorcismo num canhão anti-aéreo abandonado na praia. Diariamente, à meia noite, segundo eles, alguns fantasmas de soldados japoneses esqueléticos com capacetes enferrujados apareciam para manejar o velho canhão, e ficavam de vigília à espera de um ataque aliado. E isso se repetia todas as noites.


As almas do Pacífico Sul

No fim dos anos 50, um repórter da BBC de Londres noticiou que havia uma casa em Kuala Sengalor, na Malásia, outrora ocupada por oficiais japoneses, onde ainda se ouvia o ecoar de botas militares pesadas. Outras fontes informaram que pescadores da ilha filipina de Corregidor, ferozmente disputada, continuavam a ver batalhas espectrais durante anos após o término da Guerra.

É como se esses soldados fantasmas estivessem perdidos num lapso temporal, repetindo eternamente o mesmo ato que ocorreu no momento de suas mortes.


O relatório dos mortos

Três pilotos dos aviões bombardeiros Douglas DB-7 Boston, após uma missão de bombardeio contra defesas alemãs, voltaram para a base com o terror impresso em suas faces. O oficial que os recebeu, mandou que eles fizessem logo seu relatório e depois os dispensou para que fossem tomar uma cerveja.

Minutos depois, o oficial recebeu a notícia de que os três pilotos haviam morrido em missão. Foi verificar e não os encontrou mais, porém os relatórios estavam lá, prontos... Esse caso é muito interessante, pois deixou provas físicas da manifestação dessas três almas atormentadas. O caso permanece um mistério até hoje.


Anfiteatro Nazista de Heidelberg

Segundo os moradores próximos, é um lugar com uma aura muito carregada, que chega a dar arrepios em quem se aproxima. Esse anfiteatro nazista é um local de convergência de energias espirituais, perto do rio Neckar até o castelo Heidelberg.

Esse local tem um magnetismo espiritual muito forte desde o tempo dos celtas. Lá existem muitas ruínas celtas, as ruínas de um monastério romano do ano 600, e um anfiteatro nazista construído nos anos 1930 para o recrutamento da juventude nazista.  Estórias falam de aparições e lamúrias e de tudo um pouco. Pessoas contam de estranhas sensações elétricas em noites sem lua e a vontade de correr de lá.


O Caronista

Um mecânico de aviões americano, que trabalhava na Inglaterra, narrou a história onde ele avistou um homem parado à beira da estrada, em meio a um denso nevoeiro. O homem estava usando um macacão cinza-azulado e tinha na cabeça um capacete. Sob o seu braço parecia haver um lençol rasgado branco-acinzentado que ele arrastava. Estranhamente o homem o olhava como se estivesse perdido ou em estado de choque. Ao se aproximar, os faróis do carro ficaram fracos, e o motor parou.
Passados alguns dias, um fazendeiro da região encontrara um velho bombardeiro alemão da Segunda Guerra Mundial, com os restos mortais da tripulação ainda a bordo. Todos vestiam um macacão cinza-azulado e usavam um capacete de voo de couro, igual ao do homem visto naquela noite.


Ainda que a 2º Guerra Mundial tenha gerado muitas descobertas, é inegável o terror do holocausto e dos conflitos que permeiam o evento. Além disso, embora muitos pesquisadores e historiadores tenham tentado desvendar os mistérios de um conflito que marcou a história da humanidade, ainda são muitas as perguntas que continuam sem resposta. Basta a nós simplesmente nos aterrorizarmos com tais relatos e suas possibilidades.


Henrique Guilherme
Escritor e estudioso.
Curioso a cerca dos grandes mistérios das antigas civilizações


segunda-feira, 28 de maio de 2018

Artista dos Quadrinhos Desvela o Astral em sua obra

Fernando Picheli ilustra saídas do corpo e saberes de budismo, teosofia, hinduísmo e espiritismo.


Por Ana Elizabeth Diniz

Um acidente de trabalho em 2002 levou a uma fratura do fêmur. Após a cirurgia, Fernando Picheli, 40, natural de Santo André, São Paulo, engenheiro projetista no ramo automobilístico, acordou sentindo muita dor na perna. Ela foi aumentando até ficar insuportável.

“Apaguei e, quando acordei novamente, eu estava sentado na cama do hospital, não sentia mais dores. A sensação era tão real que fiquei com receio de me levantar e apoiar os pés no chão. Aos poucos tomei coragem, fui descendo bem devagar e tive uma grande surpresa quando me vi andando no quarto. Eu realmente estava fora do meu corpo. Saí do hospital caminhando, eu podia ver muitas crianças brincando, era outra dimensão, um local extrafísico com uma energia maravilhosa, as cores eram vivas, eu conseguia sentir o ambiente alegre e contagiante. Me sentia muito bem, pude então flutuar e voar, a sensação de liberdade que sentia foi indescritível”, relembra Fernando.

Essa foi a primeira de muitas saídas espontâneas do corpo, que aconteciam quase todos os dias. Foi quando o artista passou a estudar sobre viagem astral para conseguir entender o que estava ocorrendo com ele.

Inspiração. Após sofrer um acidente em 2002, Fernando Picheli passou a fazer viagens fora do corpo e resolveu criar quadrinhos com a realidade de outras dimensões

“Naquela época, há 15 anos, eu desenhava algumas das coisas que via em minhas experiências, mas só a partir de novembro de 2014, com o auxílio da tecnologia, iniciei o projeto como as histórias em quadrinhos (HQs)”, comenta Fernando.

Nascia, assim, a HQ “Plano Astral”, que aborda um pouco desse mundo dimensional, misturando personagens fictícios em histórias de fantasia, recheadas de informações reais e extremamente úteis para aqueles que ousam romper a linha do materialismo.

“As experiências frequentes de saída do corpo me permitiram comprovar muitas coisas que antes eu só conhecia por meio da literatura espiritualista e se tornaram um grande acervo de informações para que eu pudesse utilizar em meu trabalho. Acredito que as ilustrações possam revelar minhas experiências em outras dimensões, o contato com consciências extrafísicas e ajudar aqueles que estão passando por situações parecidas a entender melhor o fenômeno da projeção astral”, analisa o quadrinista.

A realidade paralela, com a qual o artista se tornou íntimo, é fonte de inspiração para as histórias em quadrinhos. “A riqueza de informações, formas e sensações que venho experimentando por meio da projeção astral são a base para criar as histórias. Além disso, muitas das informações que coloquei na graphic novel são experiências que vivenciei. É incrível como aquilo que acreditamos ser apenas fantasia, na verdade, está muito mais próximo da realidade do que poderíamos imaginar. As dimensões além do plano físico são muito suscetíveis à forca do pensamento e às emoções. A interação é muito mais dinâmica, e as possibilidades, muito mais amplas. É esse ambiente que tento traduzir por meio dos desenhos”, observa o artista.

O trabalho do artista aborda outras correntes. “Não tem como separar. Os conceitos de imortalidade e reencarnação e o contato com espíritos estão integrados a meu trabalho. Procuro adicionar conhecimentos de doutrinas e filosofias como o budismo, a teosofia, o hinduísmo, a umbanda e também o espiritismo, que foi minha base”, diz ele.


Vivenciar outros mundos altera o sentido da morte

Desde pequeno, o artista teve muito contato com a doutrina espírita e com a umbanda. “Elas foram a base do meu conhecimento, auxiliaram muito minha formação. Procuro sempre abrir a mente para outras linhas de pensamento, pois acredito que todas elas bebem da mesma fonte de conhecimento, que é divina. Durante esses anos de pesquisa, estudo e prática da projeção, pude verificar que a linguagem nos planos mais elevados vai além de crenças e doutrinas, é algo simples e direto, a verdade é reconhecida pelo alto padrão dos sentimentos envolvidos”, diz Fernando Picheli.

O processo criativo é totalmente intuitivo. “Algumas vezes busco uma imagem que seja inspiradora, uma emoção, ou mesmo uma mensagem que quero transmitir. Essa informação muitas vezes vem em blocos, as ideias e as imagens vão surgindo na mente. Vou armazenando na memória ou faço rascunhos no papel para depois fazer a arte final. É um mundo gigantesco que vai se formando dentro da mente. Ele pode ter movimento, cenário, som ambiente e até música. É como construir várias cenas de um filme dentro da mente, depois vou juntando as partes e transferindo para o papel”, comenta.

Quando surgem dúvidas, Fernando se vale das experiências de projeção para entender e investigar o assunto do lado de lá. “De acordo com o tema que estou trabalhando é comum eu entrar em determinadas faixas de sintonia, que influenciam minhas experiências. Por exemplo, eu precisava saber como as roupas são plasmadas no plano astral, para poder representá-las em minhas histórias. Verifiquei que durante a projeção, nós geralmente criamos inconscientemente nossas vestimentas. Podem ser as roupas com as quais nos deitamos, elas estão em harmonia com o ambiente em que estamos inseridos”, ensina.

Para ele, o estudo dos vários planos existentes além do plano físico não é algo para ser usado após a morte: “Ela simplesmente não existe. O simples fato de comprovar isso e entender melhor as consequências de suas ações poderá ajudar o indivíduo a vivenciar seu dia a dia com mais sabedoria”.

Para ler, visite seu site, onde a graphic novel está disponível gratuitamente. É só clicar abaixo:


terça-feira, 11 de abril de 2017

Escritório Mal-Assombrado Causa Polêmica na Internet [VÍDEO]

"Atividade Paranormal" em escritório de Manchester, na Inglaterra, deixa internautas intrigados.


Imagens das câmeras de segurança de um escritório em Manchester, na Inglaterra, têm chamado à atenção de diversas pessoas, no vídeo uma cadeira, se movimenta sozinha, um monitor pisca sem “ninguém” mexer, uma maçaneta de porta de movimenta sem ninguém do outro lado, papeis são arremessados ao alto do nada.

No vídeo também é possível ver sombras se movendo pelas paredes e arquivos se abrindo no meio da noite.

Segundo o caçador de fantasmas, Scott Mackinnon a filmagem é falsa! “Algumas das cenas ‘capturadas por câmeras de segurança’ foram claramente editadas. Mas este vídeo é realmente bem feito e só alguém com um olhar treinado poderia perceber a montagem”, afirmou ele.


quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Estranha Aparição e OVNI em câmera de segurança no México [VÍDEO]


Um incidente estranho ocorreu em Mexicali, México, no dia 17 de janeiro de 2017, às 05h39.  Uma câmera de segurança capturou as imagens de uma luz muito brilhante flutuando acima do solo, e também do que parece ser algum tipo de “entidade”. Esta parece flutuar acima do solo enquanto muda de forma.

Aproximadamente aos 2:07 minutos do vídeo um homem aparece em cena, para e parece olhar para a luz, mas provavelmente não vê a “entidade”. Aos 2:44  minutos outras pessoas aparecem (no fundo à direita da tela) e parece que vêem algo no solo.

Infelizmente não há maiores informações sobre este avistamento. Veja:


terça-feira, 30 de agosto de 2016

Suposto ESPÍRITO DE UMA CRIANÇA é Registrado por Câmera de Segurança - [VÍDEO]

As imagens foram gravadas numa residência na Inglaterra.


No dia 14 de julho deste ano, a câmera de segurança instalada numa casa inglesa – o endereço não foi revelado – capturou o que parece ser o espírito de uma criança andando na rua.

As imagens foram divulgadas pelo proprietário da residência, Ian Hawke, que publicou o vídeo polêmico no site Rumble (onde está com mais de 140 mil visualizações). "Um garoto de 16 anos foi esfaqueado no pescoço há 10 anos, neste mesmo dia. Ele morreu na rua que aparece no vídeo, então, este pode ser o aniversário de sua morte", conta Ian, em resposta a um usuário que publicou uma mensagem na página do vídeo e disse que não acreditava na veracidade das imagens.

Observando a gravação é possível ver claramente uma perturbação na tela, bem no meio da rua, onde supostamente o garoto teria sido morto. O "fantasma" parece se mover de um lado para o outro e, de repente, sai correndo. "Eu não fiquei com medo dele. Os vivos é que nos machucam, não os espíritos", diz Ian Hawke em entrevista ao tabloide inglês Daily Star.

O jornal lembra que no ano passado um investigador paranormal teria registrado o suposto fantasma de uma criança com olhos negros andando nos arredores do condado de Staffordshire. Nos anos 1980, na região rural de Cannock Chase, também se ouviu relatos de pessoas que teriam visto o espírito de um garoto. Essas duas localidades são próximas da casa de Ian Hawke.

Assista, abaixo, ao vídeo com a suposta aparição: