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sexta-feira, 23 de junho de 2017

STAR WARS - A Verdadeira História da Ficção Científica


Star Wars é um dos filmes que revolucionou a ficção científica, porém foi uma produção que sofreu sério problemas e até correu o risco de ser cancelada. 

Descubra mais sobre essa obra.


sábado, 21 de maio de 2016

OVNI aparece em cena de FILME BRASILEIRO que concorre a prêmio em Nova York

Às vezes estas coisas acontece. Por quantas vezes a filmagem de um comercial, de um evento ou a gravação de um programa jornalístico não é surpreendida com o aparecimento de um Objeto Voador não Identificado? 

Desta vez foi com o filme de curta metragem brasileiro "A CURA", dirigido por Alexander Zimmer, que concorreu no Festival de Cinema de Los Angeles em 2015 e este ano concorre ao FT / OppenheimerFunds Emerging Voices Film Award 2016, em Nova York.

Logo nas primeiras cenas do filme, um OVNI surge inusitadamente, onde antes nada existia. O próprio diretor, consultado a respeito, disse que só percebeu o objeto no céu durante a edição do filme e que ficou muito curioso a respeito.

A cena em questão acontece logo na abertura. O personagem, vivido pelo ator Diogo Oliveira, está numa praia deserta e é em um momento onde a câmera gira ao redor do personagem, que percebemos que nada há no local e nem chegando de longe, porém, quando a câmera completa o giro de 360 graus, lá está o objeto que, desloca-se lentamente no céu.

Mais uma vez, deixamos a palavra final aos nossos leitores. Que cada um tire suas próprias conclusões a respeito do tal misterioso objeto.

Assista o filme logo abaixo e fique atento(a) ao marcador, pois o objeto aparece no céu há exatos 1:51 minuto.



sábado, 26 de dezembro de 2015

Contatos Imediatos com Celebridades - [VÍDEO/DOC]

Neste documentário do canal Mundo, relatos de pessoas célebres que tiveram suas experiências com Extraterrestres, O Fenômeno UFO e a Espiritualidade.

Apesar de assuntos controversos até hoje, mesmo com a cada vez mais aberta consciência sobre estes assuntos, os relatos de pessoas públicas e, muitas vezes, de reputação ilibada trazem ainda mais dúvidas aos leigos, assim como aos que se dedicam a estudar o assunto.


segunda-feira, 26 de outubro de 2015

DHAMMA BROTHERS – Documentário Sobre A Introdução de Meditação em Presídio Violento dos EUA - [VÍDEO]


Na prisão de Segurança máxima de Donaldson, no Alabama, onde tem um população carcerária de mais de mil homens, todos cumprindo prisão perpétua ou pena de morte. É uma prisão que registra o maior índice de violência entre detentos  dos Estados Unidos.

É conhecida como “A Casa do Sofrimento” no sistema prisional de lá.

O psicólogo Dr. Ron Cavanaugh resolveu introduzir meditação vipassana nesta prisão. Ele se espelhou em um exemplo que leu na Índia e resolveu testá-lo.

O resultado você vê neste fantástico documentário que exibe às histórias de 36 detentos que passam pela experiência e suas mudanças.

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Lexus lança o Hoverboard (Skate Voador) de 'De Volta Para O Futuro'! - [VÍDEO]


A fabricante de automóveis Lexus finalmente mostrou ao mundo o que queria dizer quando dizia ter um skate voador (o famoso “hoverboard”) funcional. Não é nada parecido com o que foi visto na série “De Volta Para o Futuro”, mas é um skate, e realmente flutua. 

Veja no vídeo:


O grande problema é que até mesmo um skatista profissional como Ross McGouran, participante da campanha publicitária da Lexus, levou meses para dominar a arte de simplesmente ficar em pé em cima do skate flutuante. 

O motivo é que ele não é muito diferente de um trem andando por um trilho magnético, que fica alinhado exatamente no centro do skate. Assim, se a pessoa não se equilibra perfeitamente, uma das laterais pode raspar no chão, dificultando bastante seu uso para locomoção.

O skate, como dito acima, se baseia em supercondutores e um trilho magnético para se manter fora do chão. Para isso, uma pista específica teve que ser criada para a sua utilização, de modo que ele não poderá flutuar em qualquer lugar. Ela, no entanto, dispensa a necessidade de eletricidade para funcionar. Basta resfriar o supercondutor a uma temperatura de -196° usando nitrogênio líquido, o que dá o divertido efeito de fumaça saindo pelas suas laterais, mas também significa que ele precisa ser “reabastecido” a cada 15 minutos para continuar sua jornada flutuante.

O vídeo abaixo, para quem entende o inglês, dá uma noção do trabalho envolvido na criação de uma tecnologia como esta: 


Quando você poderá colocar suas mãos em um desses? Provavelmente nunca. O hoverboard  da Lexus não é um produto. Ele foi criado e desenvolvido para fazer parte de uma campanha publicitária da empresa. Apesar de funcionar relativamente bem na pista projetada pela Lexus, não há intenção de vendê-lo.

Isso não significa que nunca será possível comprar seu próprio skate voador. Há outras empresas, sim, trabalhando para tornar o sonho uma realidade ao alcance de nós, pobres mortais. A Hendo, por exemplo, teve sucesso no ano passado em uma campanha de financiamento coletivo no Kickstarter para levar adiante seu projeto, que não é muito diferente do projeto da Lexus.

Conheça o projeto da Hendo:


domingo, 12 de julho de 2015

O SAL DA TERRA - A Admirável Epopeia de Sebastião Salgado - [DOC/VÍDEO]


Por Déborah de Paula Souza
jornalista e psicanalista

O documentário O Sal da Terra é uma fábula sobre um homem que viu e registrou a dor do mundo, adoeceu de tristeza e recuperou-se graças à ajuda de uma grande curandeira. O homem é Sebastião Salgado e a curandeira é a Terra. 

O fio da história do fotógrafo é desenrolado por ninguém menos que o cineasta alemão Wim Wenders e pelo jovem Juliano Salgado, filho de Sebastião, que confessa: "Quando eu era pequeno, meu pai estava sempre viajando e vivendo grandes aventuras, para mim ele era um super herói". O documentário é a versão contemporânea da saga do herói que nasceu numa fazenda em Aimorés, à beira do Rio Doce, e sonhava viajar para além das montanhas de Minas Gerais. 


O destino dá uma mãozinha, Salgado encontra a mulher de sua vida, Lélia Wanick Salgado, e o casal muda-se para Paris. Lá, Lélia compra a máquina fotográfica que transformará a vida de ambos. Ele troca a promissora carreira de economista pela instável vida de fotógrafo e ela, formada em arquitetura, mostra-se polivalente: é agente, pesquisadora dos projetos do marido, curadora de exposições e editora de seus livros, tem papel decisivo na projeção internacional da obra de Salgado. Sem contar que, enquanto ele viaja pelo mundo, é ela quem cuida da casa e dos dois filhos do casal, Juliano, o primogênito, e Rodrigo, que tem Síndrome de Down.

No filme, as cenas de família são plenas de afeto, mas o foco é a carreira do protagonista, que se tornou um dos fotógrafos mais famosos do mundo. 

Antes de conhecê-lo pessoalmente, Wim Wenders já havia comprado duas fotos dele numa galeria europeia. Uma das marcas do cineasta é documentar aquilo que admira, Wenders toma partido de seus "biofilmados". Foi assim com o grupo de música cubana, Buena Vista Social Club, e com a bailarina Pina Baush. No caso de Salgado, o filme é apresentado como uma "ode" de Wenders ao fotógrafo, hoje com 71 anos. Os momentos mais dramáticos são os trabalhos realizados na África,posteriormente publicados no livro Êxodos. As cenas mostram campos de refugiados e grandes levas migratórias de populações que fogem de conflitos, da fome e da violência. 

Numa dessas fotos, pilhas de mortos são recolhidas por escavadeiras, como se fossem montes de lixo. Diante do horror, Salgado conta que muitas vezes abaixou sua câmera e chorou. Seus olhos, emoldurados pelas sobrancelhas brancas, são revelados com doçura por Wenders, com depoimentos em close. Ele fala de tristeza, mas também de gratidão pelos encontros que vivenciou. Acredita que muitas pessoas "se ofertaram" à sua câmera. Ele estava pronto para recolher o que lhe foi dado. 

Aplaudido no Festival de Cannes e indicado ao Oscar, o filme visa o grande público. Não aborda como o artista desenvolveu sua linguagem nem o que ele acha de polêmicas que sua obra já rendeu em círculos especializados. Seu talento é amplamente reconhecido, mas há quem questione a sofisticada estetização de cenas de degradação humana. 

No documentário, a ênfase recai sobre a visão humanista de Salgado, sua empatia com as pessoas que retratou ao longo do século 20. Além das zonas de conflitos, a obra do fotógrafo, que participou de movimentos estudantis de esquerda no Brasil, enfoca a revolução industrial e o papel dos trabalhadores; a seca e a mortandade infantil no nordeste brasileiro; a paisagem e a vida de camponeses na América Latina.

INSTITUTO TERRA

Nas sagas míticas do herói, o enredo é sempre dividido em três etapas: partida, aprendizado e retorno. O herói volta para casa, transformado pela viagem. Acontece que depois da experiência brutal do projeto Êxodos, Salgado perde a fé na humanidade e sente-se esvaziado. A situação não melhora quando ele decide retornar à fazenda paterna em Aimorés, que a essa altura estava completamente seca e devastada. 

Mais uma vez, a intervenção de Lélia é vital. Ela propõe reflorestar a área, com mais de sete mil hectares, e o casal busca apoio para criação do Instituto Terra, uma organização de proteção ambiental, dedicada ao desenvolvimento sustentável do Vale do Rio Doce, região de divisa entre Minas Gerais e Espírito Santo. Foi uma aposta certeira. Tudo renasce, inclusive as fontes de água pura e o ânimo do fotógrafo. 

O reflorestamento é uma jornada de cura. Ele inicia, então, o projeto Gênesis, no qual trabalha durante oito anos. Ao descobrir que mais de 40% do planeta ainda está intacto, decide que não fará reportagens sobre devastação, mas, sim, sobre o que está vivo, intacto, sem as marcas da civilização. Deslumbra-se com o que vê nos recantos mais longínquos da Terra, seja a centenária tartaruga em Galápagos, uma tribo na Amazônia, o urso que chega na hora errada e atrapalha sua agenda, a baleia que se deixa acariciar, e de quem ele se considera amigo. 


A trilha sonora, com cânticos tribais e sons que remetem ao início dos tempos é um encantamento à parte. O som está à altura do visual e juntos evocam o sagrado.

Os nomes escolhidos para alguns projetos - Êxodos e Gênesis - revelam que, apesar do seu jeito manso de mineiro, as ambições de Salgado têm proporções bíblicas. Ou como ele resume num flash: "Eu sonhei muito". 


sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Engenheiros criam skate voador (Hoverboard) do filme “De Volta para o Futuro”! - [VÍDEO]


Um dos nossos maiores sonhos de infância está se tornando realidade. Os engenheiros da Hendo acabaram de lançar este vídeo mostrando um skate voador real, igual a aquele que Marty McFly usa em “De Volta para o Futuro!”.

E ele realmente funciona! E está sendo financiado coletivamente! É tanta empolgação que é difícil parar de colocar pontos de exclamação nas frases!

O skate voador da Hendo, ou Hoverboard, como é conhecido no filme, flutua a cerca de 2,5 centímetros do chão. Como dá para ver no vídeo, o protótipo é de fato funcional. Já imaginou como seria desafiar a gravidade em cima de um desses?

Bom, você pode dar uma mãozinha para isso acontecer mais rápido. Os desenvolvedores incluíram o projeto no Kickstarter, o maior site de financiamento coletivo para projetos inovadores. “Precisamos de sua ajuda para dar os últimos retoques no Hoverboard Hendo, para nos ajudar a produzi-lo e criar lugares para montá-lo”, afirmam eles.

Segundo a Hendo, este é o protótipo 18, o que mostra que as coisas estão bastante avançadas. O skate voador pode suportar o peso de um humano, mas a prancha não flutua sobre todo tipo de superfície, no entanto. Ela exige um solo de metal para fazer sua mágica magnética, mas quem se importa?


A mecânica por trás da prancha encontra-se em seus quatro motores em forma de disco. Eles criam um campo magnético especial que literalmente se empurra contra si mesmo, levitando o skate do chão.

Enquanto a prancha destina-se principalmente a ser autopropelida, as ações que a estabilizam também podem ser usadas para levá-la em frente, alterando a força projetada sobre a superfície lá em baixo.

“Atualmente, esta superfície tem de ser um condutor não ferromagnético. No momento estamos usando metais comumente disponíveis, mas estamos trabalhando em novos compostos e novas configurações para maximizar a nossa tecnologia e minimizar os custos”, disseram os engenheiros.

Há uma ideia também de construir parques especiais para ele, otimizados para as capacidades do Hoverboard.

Eles ainda estão lançando um kit de desenvolvimento chamado Whitebox +, um dispositivo flutuante que pode ser controlado através de seu iPhone ou celular com Android, o que lhe dá “12 a 15 minutos pairando com um tempo de carga de cerca de 2 horas”.

Este parece ser o ponto mais fraco do dispositivo (fora a exigência de uma superfície de metal, é claro): o tempo de vida da bateria. Essas coisas consomem muita energia e as baterias não duram muito. Mas é um começo.

Se você quiser comprar um dos protótipos, dois dos 10 disponíveis ainda estão lá, por 10.000 dólares cada.

Fontes: Gizmodo - HS - Engenharia É


terça-feira, 19 de agosto de 2014

A Ilha dos Vampiros - Documentário - [VÍDEO]

A lenda sobre criaturas que se alimentam de sangue humano vem se mantendo na imaginação coletiva por gerações. 

Mistérios sobre mortos-vivos que se levantam de seus caixões para nos aterrorizar e beber nosso sangue fazem parte das histórias que vemos no cinema e que lemos nos romances. Mas um grupo de arqueólogos e cientistas forenses reconhecidos colocou em evidência o fato de que esta lenda pode ser verdadeira. 

Da Inglaterra à Romênia e até uma ilha misteriosa na Grécia, vamos seguir a pista de um mistério que até hoje continua despertando terror.



segunda-feira, 3 de março de 2014

Ex-ferroviário aprende a fazer cinema para contar história real do "TREM FANTASMA"

Lá nos anos 80, a história do Trem Fantasma que aparecia na região do Porto Esperança, em Ladário, deixava muitos ferroviários de cabelo em pé. Outros, no entanto, acreditavam que a versão não passava de folclore. Sebastião de Souza Brandão era um deles. “Eu debochava muito, brincava muito e tirava sarro de quem falava do trem que aparecia nos trilhos até que em um belo dia eu, na presença de mais quatro amigos, fui me deparar com isso”, lembra.


Aos 70 anos, ele conta que o Trem Fantasma não aparecia todos os dias e nem para todo mundo. Só quem morou na região ou trabalhava na estação costumava ouvir o som da locomotiva e ver as luzes dos faróis.

“Quando ele aparecia, era depois de escurecer, umas 20h ou 21h”, diz. Mesmo ecoando seu barulho e exibindo suas luzes, a locomotiva nunca chegava. Só quando o medo era muito que os ferroviários chegavam a ver os vagões.

Agora, o ferroviário aposentado fez da lembrança uma projeto que o levou a participar do Concurso Nacional de Histórias Revelando os Brasis, patrocinado pela Petrobras.

Curta filmado por Sebastião vai contar a história do 
Trem Fantasma de Ladário para todo o Brasil 
(Foto: Divulgação)
De 951 histórias inscritas, a do Sebastião e de outras 19 pequenas cidades brasileiras, com até 20 mil habitantes, foram selecionadas para se transformarem em filmes. A do trem fantasma de Ladário é a única história do Centro-Oeste que vai virar um curta.

O ferroviário foi ao Rio de Janeiro para participar de um curso de Cinema na UERJ (Universidade Estadual do Rio de Janeiro), onde teve duas semanas de aprendizado. Agora, ele está de volta a Mato Grosso do Sul para filmar o “Nos Trilhos do Trem Fantasma”.

“Me vi na frente de cineastas importantes aprendendo a produzir um filme ao lado de tantos jovens com mais estudo que eu. Foi uma linda oportunidade”, disse à assessoria de imprensa da Petrobras.

O ferroviário aposentado, que hoje trabalha na criação de viola de coxo, revela, empolgado, que o roteiro do curta já está pronto. Para um filme de 15 minutos, ele estima quatro dias de gravação nos trilhos de Ladário.

A obra final deve ficar pronta até a metade do ano. Depois de finalizada, a produção será apresentada nas comunidades e nas capitais por meio do Circuito Nacional de Exibição Revelando os Brasis. O Canal Futura também vai exibir os curtas.

“Eu nasci no Pantanal e fui criado em Ladário. Para mim é uma honra lembrar da ferrovia, contar um pouquinho dessa história e mostrar a nossa cidadezinha para o Brasil”, diz, emocionado.



segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

FILME de CHICO XAVIER feito por NELSON PEREIRA DOS SANTOS é encontrado na FEB


Um pequeno grande filme de Chico Xavier

Pesquisadores espíritas estão constantemente tentando localizar mensagens inéditas de Chico Xavier para serem publicadas em novos livros, além de documentários e filmes com imagens igualmente inéditas do tão querido médium mineiro e que muitas vezes estão guardados em arquivos públicos, instituições espíritas ou nas mãos de particulares. E a colheita tem sido farta! A grande quantidade de mensagens, documentários, imagens de Chico Xavier e participação em programas de televisão que apareceram nos últimos anos só fazem confirmar que há ainda muito material inédito a ser encontrado, representando um amontoado de trabalho para quantos pesquisadores que se dedicam a garimpar as pérolas de luz daquele inesquecível exemplo de candura, de bondade e de amor que foi Chico Xavier.

Foi nessa incansável labuta que foi localizado na Federação Espírita Brasileira um pequeno filme de Chico Xavier, com não menos de onze minutos, mas que emociona e enternece os corações daqueles que amam Chico Xavier e que se espelham nos seus incomparáveis exemplos de vida, semeando o amor do seu imenso coração e praticando como poucos os exemplos de Jesus.

O filme foi feito para Caixa de Pecúlio dos Militares (CAPEMI) e as imagens são do genial Nelson Pereira dos Santos, um dos maiores cineastas brasileiros, datando as mesmas dos primeiros anos da década de setenta. Há ainda muito mistério em torno desse filme, por ele não estar catalogado, por não se saber a data certa. Mas esses são detalhes. Neste caso, mais do que os detalhes valem as imagens maravilhosas de Chico Xavier que o filme apresenta. Elas certamente farão com que todos aqueles que amam Chico Xavier se sintam profundamente recompensados.

Por fim, deixamos a nossa gratidão ao Professor Cesar Reis, Diretor Presidente da CAPEMISA, que, sem burocracias e delongas nos cedeu uma cópia do filme, ciente que a melhor divulgação do Espiritismo é a sua própria essência de pureza, de fraternidade e de solidariedade.





terça-feira, 1 de outubro de 2013

SABRES DE LUZ de STAR WARS podem tornar-se REAIS muito em breve!


Por Lívia Aguiar

Os fótons eram considerados partículas que não interagem muito entre si, ficam lá de boa, cada uma na sua – mas isso está para mudar!

Pesquisadores de Harvard e do MIT criaram uma nova forma de matéria usando fótons que se parece bastante com os sabres de luz de Star Wars. Com uma câmara à vácuo super resfriada, os cientistas proporcionaram às partículas um ambiente quântico não-linear que as força a ficar juntas e formar os raios que mais se parecem com as espadas dos jedis do que com lasers.

A comparação dessa nova matéria iluminada com a invenção da imaginação de Geroge Lucas não acaba no visual brilhante: os fótons, quando interagem entre si, estão na verdade se empurrando e se desviando uns dos outros, movimento que se assemelha ao que foi imaginado nos filmes da série Guerra nas Estrelas.
Essa matéria fotônica, no entanto, não vai ser empregada em armas para lutas espaciais. A aplicação imaginada pelos cientistas é na computação quântica, onde os raios fotônicos poderiam construir circuitos quânticos lógicos mais complexos do que os que produzimos hoje, análogos aos circuitos da computação convencional.


Fontes:



quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Maurice Tillet - O verdadeiro Shrek


Shrek foi inspirado em Maurice Tillet, nasceu na França em 1903. Ele era um homem muito inteligente, que falava 14 idiomas, além de ser um exímio poeta e ator. Quando chegou à juventude, Maurice começou a desenvolver uma doença rara, chamada acromegalia. Esta doença causa um crescimento exacerbado e incontrolável de partes do corpo. Em pouco tempo, todo o seu corpo se desfigurou de uma maneira muito peculiar.

Na verdade, esta “transformação” afetou profundamente os aspectos psicológicos da personalidade de Tillet, que sofreu os horrores de começar a se transformar de uma maneira grotesca, apesar de por dentro continuar sendo um cavalheiro super inteligente. Sua forma gerava tanto preconceito que Tillet começou a ser expulso dos lugares que freqüentava e onde antes era bem recebido. Não podendo lutar contra a doença, Maurice começou a adaptar-se a ela, adquirindo um rol de comportamentos mais adequados a sua grotesca aparência.

Tillet tirou proveito de seu trabalho pregresso como ator. Ele emigrou para os EUA e tornou-se um profissional da Luta livre onde adotou o nome (e comportamento teatral) do “Assustador ogro do ringue”, cuja persona (chamada “o anjo francês do ringue”) adquiriu fama imediata com as platéias.


No ano de 1954, Tillet morreu do coração, aos 51 anos. Um de seus poucos amigos, Bobby Managain, um antigo campeão da luta livre, estava no leito de morte com seu amigo no dia em que ele se foi. Antes que Tillet morresse, Bobby pediu a Tillet se poderia fazer um lifecast (uma máscara mortuária, uma prática comum até o século XIX e que com o tempo saiu de moda, mantendo-se hoje apenas no campo dos efeitos especiais), Tillet concordou e assim, quando ele morreu, Bobby fez três cópias da cabeça de Tillet em gesso. Uma delas acabou indo parar no Museu Barbell de York.

Uma das máscaras restantes ficou no escritório de Patrick Kelly (seu amigo) e a última foi doada por ele para o Museu Internacional da Luta Livre, em Iowa. Posteriormente, uma das máscaras foi duplicada e foi parar no Museu Internacional da Ciência Cirúrgica em Chicago. Uma outra réplica da máscara mortuária de Maurice Tillet foi parar no Hall of Fame do York Barbell Building. A réplica de Tillet serviu para mostrar os primórdios das formas da luta livre moderna e do halterofilismo. Foi esta réplica que serviu de modelo para a construção de Shrek. O corpo de Shrek, bem como sua cabeça, foi criado tomando como referência as formas de Tillet.



domingo, 19 de maio de 2013

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Entrevista: J. J. Abrams, diretor do novo 'Star Wars - Episódio VII'


Nunca elogie J. J. Abrams. "Ele odeia isso", confirma a atriz Alice Eve, a nova aquisição da saga "Star Trek", "reimaginada" com sucesso pelo diretor há quatro anos, rendendo mais de R$ 600 milhões nas bilheterias.

Mas era tarde demais. Na entrevista concedida à imprensa latina pelo elenco de "Além da Escuridão - Star Trek", segundo filme da série sob comando de Abrams, a reportagem da Folha perguntou aos atores o que há de tão especial no diretor para ele virar o comandante das duas maiores franquias da ficção científica do cinema.

Além de "Star Trek", que estreia no Brasil em 14 de junho, Abrams será o diretor de "Star Wars - Episódio 7", que deve estrear em 2015.



Entre elogios de Alice (dra. Carol Marcus), Zoe Saldana (Uhura) e Chris Pine (Kirk), Abrams agoniza. No fim das respostas, ele olha ameaçadoramente para a reportagem.

Mas ele precisa se acostumar com o assédio. Hoje, Jeffrey Jacob Abrams, 46, é o diretor mais poderoso de Hollywood, no mesmo patamar de James Cameron ("Avatar") e Steven Spielberg.

A franquia "Star Trek" é avaliada pelo mercado em R$ 8 bilhões. "Star Wars", em R$ 54 bilhões, entre lucros de licenciamento e bilheteria. Fora comandar agora as duas séries, ele é o criador de fenômenos pop como "Lost".

Uma hora depois da conversa com o elenco, o nova-iorquino encontra a Folha de São Paulo no hotel Four Seasons para uma entrevista. "Odeio receber elogios. Sou muito crítico com meu trabalho", solta o roteirista, produtor e diretor que transformou sua produtora, Bad Robot, na Meca dos nerds.

*

Seu primeiro longa como diretor foi "Missão: Impossível III", em 2006. O que mudou em sua vida desde aquele filme?
J.J. Abrams - Tive um terceiro filho [August, nascido naquele ano] e a Bad Robot passou de uma pequena companhia para uma empresa maior e casa de várias séries e filmes interessantes.

Não ficou decepcionado com o fato de o longa não ter ido tão bem na bilheteria?
Claro que sempre desejo que meus filmes rendam bastante, mas o capítulo seguinte da série, "Protocolo Fantasma" [produzido por Abrams], é bem melhor.

O filme de Brad Bird é melhor que o seu?
Com absoluta certeza. Ele conseguiu devolver "Missão: Impossível" ao caminho correto. Mas já estou produzindo com Tom Cruise o novo "Missão: Impossível", tentando encontrar uma ideia ainda melhor que o filme anterior.

Quando você era adolescente, a produtora Kathleen Kennedy o contratou ao lado de seu amigo Matt Reeves [diretor de "Cloverfield - Monstro"] para organizar as caixas de Super 8 de Steven Spielberg. Anos depois, ele produziu seu "Super 8". Além disso, seu primeiro roteiro, "Uma Segunda Chance" (1991), foi protagonizado por Harrison Ford. E você logo trabalhará com ele em "Star Wars - Episódio VII". Tudo em sua vida está conectado como um episódio de "Lost"?
É muito estranho como alguns fios se conectam em minha carreira, realmente. Mas eu tento não pensar muito nisso, porque pode ser assustador. Tudo parece muito surreal e impossível de acontecer. Não quero pensar se existe uma razão maior para tudo isso.

Hollywood é um lugar onde o sucesso e o fracasso acontecem de forma muito rápida. Qual o segredo de ter chegado à uma posição como a sua?
Acho que uma pessoa bem-sucedida em qualquer negocio esta suscetível a virar um alvo, mas eu não posso viver com medo de ser um fracasso ou devorado por executivos. Eu encaro as oportunidades que recebo como se fossem as últimas da minha vida. Eu preciso arriscar em tudo que me envolvo. Eu não achava que faria outro filme depois de "Missão: Impossível III". Eu não achava que fossem querer um novo "Star Trek" depois do primeiro. Hollywood é um lugar difícil, as pessoas parecem ter um plano secreto por trás de seus atos. Mas o segredo é apreciar o momento e tratar as pessoas da maneira que você gostaria de ser tratado.

"Além da Escuridão - Star Trek" lida com terrorismo e há uma leitura clara sobre incursões militares americanas em busca de Osama Bin Laden ou armas de destruição em massa. Por que o tema agora?
Uma das coisas que eu mais admirava na série "Além da Imaginação" era como Rod Serling [criador do programa] lidava com questões de briga de classes, política e raça em todos os episódios. Como ele usava monstros, alienígenas e robôs, a discussão era permitida nos anos 1960. O novo "Star Trek" é para ser divertido, mas quer provocar reflexão. Não estou tentando ser um sabichão, é óbvio o tema do filme. Mas as histórias precisam pegar o que acontece em nossas vidas agora e permitir que as pessoas pensem sobre certos temas.

Mas o tema é espinhoso para um filme de verão. Veja o que aconteceu com o atentado em Boston.
Escrevemos esse filme há mais de dois anos, não temos como adivinhar o que pode acontecer no mundo. Qualquer cidade do planeta está sujeita a esse tipo de ataque, infelizmente. A história que estamos contando é assustadora, mas não é nova em nossa realidade, vários países sofreram com isso. As ameaças vivendo entre nós e como lidamos com elas são os temas que movem nosso vilão.

Um grande filme começa com um grande vilão, então?
Não sei se começa, mas certamente quanto melhor o vilão, mais oportunidades você terá para contar uma grande história. Os heróis são definidos pelos atos do vilão, e quanto mais ambíguos e provocantes, melhor.

Por que a escolha de Benedict Cumberbatch para o papel?
A resposta fácil seria dizer que ele é o melhor ator possível para o papel, mas ele tem um nível de humor e brilhantismo que eleva cada cena em que aparece.

Você é fã da série "Sherlock"?
Nunca tinha visto até Damon Lindelof [roteirista de "Lost"] me encher o saco para vê-la. Claro que meu cérebro quase explodiu quando finalmente assisti aos episódios.

Você gosta de séries inglesas...
"Downton Abbey" é uma das séries que não perco de jeito nenhum na televisão.

Agora você deixa "Star Trek" e assume "Star Wars". São dois universos muito diferentes?
Honestamente, eu poderia fazer uma lista de quão diferente eles são. "Star Trek" e "Star Wars" não são remotamente parecidos. Seria como dizer que duas histórias são parecidas só porque se passam na Terra.

Mas você sempre deixou claro que uma de suas vantagens em assumir "Star Trek" era o fato de não ser fã da série. Mas você é fanático por "Star Wars". É difícil manter esse lado afastado e deixar o diretor assumir?
É louco. Há momentos de epifania em que eu percebo sobre o que estamos falando e penso: "Meu deus, isso é insano". Eu vou conseguir separar o lado fã do diretor, porque a maior parte do tempo foco no trabalho. Vou tratar "Star Wars" da mesma maneira que trato os meus outros trabalhos, pensando primeiro nos personagens e na história.

Em que estágio está a produção?
Não posso dizer muito, mas estamos nos primeiros dias. Já conversei com Michael [Arndt, roteirista de "Star Wars"] e estamos jogando algumas ideias na mesa. Uma das coisas que mais amo na série é a habilidade de ter batalhas espaciais em alta velocidade. Eu não podia fazer isso em "Star Trek", porque as naves parecem porta-aviões de tão imensas.

Mudou algo desde o anúncio de que você seria o diretor do "Episódio VII"?
A maior mudança é a quantidade de perguntas que vocês me fazem sobre "Star Wars" (risos). Obviamente, havia planos que eu tinha com a família. Nós queríamos fazer longa viagem. Era algo importante que planejávamos e isso mudou. Acho que no fim tudo vai dar certo, mas aceitar dirigir "Star Wars" não foi uma decisão fácil para mim e para minha família. A série significa um mundo de possibilidades para mim.

Qual é a sensação de ser o diretor mais poderoso do mundo no momento?
Obviamente isso não é verdade (risos). Eu só me sinto afortunado de trabalhar nas duas séries. Colaborar com pessoas que admiro há anos é a verdadeira dádiva de fazer "Star Wars". Quero aprender com George Lucas, Kathleen Kennedy, Simon Kinberg [produtor]. "Star Wars" é o sonho de poder experimentar como sempre quis. Sim, é divertido fazer o filme, viajar para o México e comer a melhor comida do mundo, mas a colaboração com pessoas que eu via os nomes na tela do cinema é a melhor parte.

Foi o mesmo sentimento de ter Spielberg como produtor em "Super 8"?
Sim, exatamente. Agora, eu saio com ele, jantamos juntos e vemos filmes. Mas, de vez em quando, eu penso: "Puta merda, é Steven Spielberg do meu lado". O cara é meu ídolo desde que eu era pequeno. A maior parte do tempo eu evito pensar nisso, mas há algumas horas que não dá para conter o deslumbramento.

*

LINHA DO TEMPO - J. J. ABRAMS

1966
Nasce em Nova York (EUA) Jeffrey Jacob Abrams, conhecido hoje como J.J. Abrams. Ele é filho de um casal de produtores de TV e cresceu em Los Angeles.

1998
Coassina o roteiro do filme "Armageddon", blockbuster que foi fracasso de crítica mas sucesso de público (arrecadou o equivalente a R$ 402 milhões, em valores da época).

2001
Funda a produtora Bad Robot ao lado de Bryan Burk, especialista em efeitos especiais,

2004
J.J. Abrams, que já era conhecido dos telespectadores por causa dos seriados "Alias: Codinome Perigo" e "Felicity", cria com Damon Lindelof e Jeffrey Lieber a série "Lost". A atração sobre um grupo que sobrevive à queda de um avião numa ilha misteriosa virou um fenômeno de audiência e ganhou um Globo de Ouro em 2006.

2006
Dirige o terceiro filme da franquia "Missão: Impossível", com o ator Tom Cruise. Em seguida, passa a produzir os filmes do agente Ethan Hunt.

2009
Com o filme "Star Trek", reabilita nos cinemas a franquia conhecida como "Jornada nas Estrelas". O longa conta o início da saga do capitão Kirk e do sr. Spock

2011
È apadrinhado por Steven Spielberg, que produz seu novo filme "Super 8", uma aventura juvenil que remete a filmes do "padrinho cinematográfico" como "E.T. - O Extraterreste"

2013
No mesmo ano em que lança "Além da Escuridão - Star Trek" nos cinemas, J.J. Abrams é anunciado como o diretor do próximo filme da saga "Star Wars", conhecida também como "Guerra nas Estrelas", que deve ser lançado em 2015

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'Star Trek' sugere possibilidades de novo 'Star Wars'

Zachary Quinto como Spock em cena
de "Além da Escuridão - Star Trek"
Um dos maiores desafios de J. J. Abrams em "Star Wars" será manter uma mitologia conhecida por qualquer pessoa com um mínimo interesse por cultura pop e criar atrativos que não envergonhem, como o "cômico" Jar Jar Binks, de "A Ameaça Fantasma".

O novo "Além da Escuridão - Star Trek", sequência do filme de 2009 que relançou a série de Gene Roddenberry, dá pistas do que Abrams pode fazer ao assumir a saga de George Lucas.

Já na saída, o cineasta respeita o passado, mas não a ponto de transformar "Star Trek" num tributo enfadonho. Usa os elementos que funcionam para um público moderno de forma esperta, algo que Lucas não soube fazer ao lançar uma nova trilogia sobre Anakin Skywalker, em 1999.


Temos a ótima química do impulsivo capitão Kirk (Chris Pine) com o calculista Spock (Zachary Quinto) em busca de um terrorista (Benedict Cumberbatch) que esconde mais do que suas motivações sugerem.

A preocupação em provocar o espectador (por vezes, o filme beira a tragédia) é um traço que Abrams deve inserir no roteiro escrito por Michael Arndt.

Mas nada dá mais prova do carinho do diretor por "Star Wars" que a cena em que três naves klingons --a raça inimiga da Federação dos Planetas Unidos-- perseguem um bólido lançado pela Enterprise com Kirk, Spock e Uhura (Zoe Saldana) a bordo. A sequência remete ao final de "Star Wars - Uma Nova Esperança".

Já o visual da nave dos heróis tem clara inspiração na Millennium Falcon, pilotada por Han Solo (Harrison Ford) na trilogia Jedi. "É realmente similar. A homenagem é clara. Queria que aquela nave fizesse uma cena rápida e energética de corrida como não vemos em 'Star Trek'." (RS)






quinta-feira, 2 de maio de 2013

Star Wars - Fotos dos Bastidores de O Império Contra-Ataca

Para a galerinha que curte um dos maiores blockbusters do cinema mundial e uma das melhores séries cinematográficas de scifi de todos os tempos!