Cirurgiões na Índia removeram um ‘chifre de diabo’ da cabeça de um fazendeiro – e não sei quanto a você, mas isso é de dar arrepios.
Shyam Lal Yadav, da vila de Rahli em Madhya Pradesh, disse que o nódulo assustador começou a surgir há cerca de cinco anos, depois que ele bateu a cabeça.
Inicialmente, ele conseguiu que o barbeiro o cortasse, mas começou a ficar difícil e continuou a crescer, levando homem de 74 anos a procurar assistência médica.
Neurocirurgiões do Hospital Bhagyoday Tirth, na cidade de Sagar, confirmaram que se tratava de um chifre sebáceo – ou “chifre do diabo”, que às vezes é bastante severo, mas bem conhecido.
O chifre é composto de queratina, encontrada em unhas e cabelos, e a causa não é bem compreendida, embora tenha sido associada à exposição à radiação ou à luz solar.
Depois de realizar uma tomografia computadorizada, os médicos determinaram que o melhor curso de ação seria cortá-lo com uma navalha.
O cirurgião Vishal Gajbhiye disse:
"Cerca de cinco anos atrás, o paciente machucou a cabeça e após um caroço começou a crescer. Inicialmente, ele o ignorou, pois não causava nenhum desconforto. Além disso, ele pedia ao seu barbeiro local cortar o crescimento. Mas, quando o caroço endureceu e começou a crescer ainda mais, ele foi ao hospital em Sagar. Em termos médicos, esse tipo de crescimento raro é chamado chifre sebáceo (chifre de diabo). Como o chifre é composto de queratina, o mesmo material encontrado nas unhas, ele geralmente pode ser removido com uma navalha estéril."
Mas a remoção do chifre não foi o fim do problema para Yadav.
O Dr. Gajbhiye disse:
A condição subjacente ainda precisará ser tratada. Os chifres sebáceos são lesões predominantemente benignas, porém a possibilidade de potencial maligno deve ser sempre lembrada. Os tratamentos variam, mas podem incluir cirurgia, radioterapia e quimioterapia. Imediatamente após sua remoção, a pele foi enxertada na ferida que agora está completamente cicatrizada.
Yadav passou 10 dias no hospital depois de ter seu chifre removido e uma biópsia do crescimento o confirmou como inofensivo.
Parece que o Sr. Yadav saiu disso relativamente ileso.
De qualquer forma, se você está com medo que um pouco da luz do Sol possa transformá-lo em um unicórnio, considere que esses chifres são muito raros, e por isso o caso do Sr. Yadav foi submetido ao International Journal of Surgery.
Um lago raso situado no alto das montanhas da Índia está cheio de restos de esqueletos que datam de séculos atrás.
De relance, o lago Roopkund pode parecer qualquer outro lago de montanha na região, mas se você se aproximar mais, sua superfície gelada esconde os restos mortais de centenas de indivíduos.
Quem eram essas pessoas e como elas chegaram lá permaneceu por muito tempo um tópico de debate entre os pesquisadores, com alguns especulando que uma antiga catástrofe poderia ser a culpada.
Agora, porém, um novo estudo envolvendo uma análise de 38 esqueletos revelou que essas pessoas vieram de vários grupos distintos que chegaram à região ao longo de 1.000 anos.
O geneticista da Harvard Medical School, David Reich, informou:
"Através do uso de análises biomoleculares, como o DNA antigo, a reconstrução da dieta isotópica estável e a datação por radiocarbono, descobrimos que a história do Lago Roopkund é mais complexa do que jamais imaginamos."
Dos que foram examinados, 23 vieram da Índia atual, 14 vieram de Creta e da Grécia, enquanto o indivíduo restante parecia ter vindo do sudeste da Ásia.
A bióloga Eadaoin Harney, da Universidade de Harvard, disse:
"Ficamos extremamente surpresos com a genética dos esqueletos de Roopkund. A presença de indivíduos com ancestrais tipicamente associados ao Mediterrâneo Oriental sugere que o Lago Roopkund não era apenas um local de interesse local, mas atraía visitantes de todo o mundo."
No entanto, exatamente o que atraiu essas pessoas para o lago ao longo dos séculos ainda permanece um mistério total.
Dwaraka é uma das sete cidades sagradas da Índia Antiga. As outras são: Ayodhya (a capital do império de Rama, citada no Ramayana), Mathura, Haridwar, Benares, Kanchipuran e Ujjain.
A grandiosidade e beleza de Dwaraka têm sido descrita por muitos cronistas. A cidade é mencionada como ‘Cidade Dourada’ no Srimad Bhagavatam, no Skanda Purana, no Vishnu Purana e também no Mahabarata. Dwaraka, conhecida por ser a capital do Reino de Krishna (ele viveu aproximadamente em 3.100 a.C.), não foi e nem é uma lenda; antes, ela é bastante real.
A região da costa oeste da Índia, em Gujarat, onde Krishna estabeleceu a dinastia dos Yadavas, era uma costa repleta de frutos e flores. Ali, Krishna resolveu construir uma nova cidade e chamou-a Dvaravati. Uma sociedade progressista viveu na região. Era uma cidade bem planejada e tecnologicamente avançada, um porto movimentado de onde entravam e saíam grandes navios.
Dwaraka é a cidade sagrada onde o Senhor Krishna, a Suprema
Personalidade de Deus, passou a maior parte de seu tempo
durante sua aparição na terra há cinco mil anos. Em Vrindavan,
o Senhor Krishna viveu como um menino vaqueiro simples,
mas na Dwarka Ele vivia como um príncipe rico.
Dwaraka ou Dvaraka (sânscrito: “uma porta ou uma porta de entrada”, também conhecida como Dvaravati, “a cidade de muitas portas”) é a capital dos Yadavas que governaram o reino de Anarta. A cidade estava situada no ponto mais ocidental de Gujarat , e foi submersa pelo mar de acordo com a narrativa do volume 16 do épico Mahabharata.
Dwaraka é uma das cidades mais sagradas na Índia antiga e uma das quatro principais “dhams”, juntamente com Badrinath, Puri, Rameshwaram. Dwaraka era uma cidade-estado que se estendia até Sankhodhara (Bet Dwaraka) para o norte e Okhamadhi para o sul.
Descrição
Dwaraka também era conhecida como Dwaravati. Foi também uma cidade-porto, que tinha relações comerciais com muitos outros países com saída para o mar. Pode ser que este antigo porto da cidade tenha sido uma porta de entrada para navegadores de reinos estrangeiros para o continente indiano e vice-versa. O território de Dwaraka inclui a Ilha Dwaraka, muitas ilhas vizinhas, como Antar Dwipa e área continental vizinha ao reino de Anarta.
O reino estava situado aproximadamente na região noroeste do estado de Gujarat. Sua capital era Dwaravati (perto de Dwarka, Gujarat). O Mahabharata não menciona Dwaraka como um reino, mas sim como a capital do reino dos Yadavas que governaram o reino de Anarta.
A cidade foi fundada por um clã de chefes dos Yadavas que fugiram do reino de Surasena por medo do rei Jarasandha de Magadha. Dwaraka foi uma federação de muitas cidades, em vez de um reino sob um único rei. Dentro da Federação de Dwaraka estavam incluídos os estados de Andhakas, Vrishnis e Bhojas. Os Yadavas dominantes em Dwaraka também eram conhecidos como Dasarhas e Madhus .
Proeminentes chefes do clã dos Yadavas residentes em Dwaraka incluíam os heróis Krishna, Balarama, Satyaki, Kritavarma, Uddhava, Akrura e Ugrasena.
Krishna e sua consorte Radharani
A antiga cidade de Dwaraka
A antiga cidade de Dwaraka, situada na costa do extremo oeste do território indiano, ocupa um lugar importante na história cultural e religiosa da Índia. O planejamento arquitetônico fabuloso do templo Dwarka tem atraído turistas de todo o mundo. A cidade tem associação com o Senhor Krishna, que se acredita te-la fundado com a recuperação de 12 terras yojana do mar. Durante seu passado glorioso, Dwarka foi uma cidade de belos jardins, fossos profundos, toda murada com várias portas de acesso, várias lagoas e palácios, mas acredita-se que tenha sido submersa logo após o desaparecimento de Lord Krishna da face da Terra.
Historicidade de Dwarka
Devido à sua importância histórica e associação com o grande épico indiano Mahabharata, a região de Dwarka continua a atrair arqueólogos e historiadores, além de cientistas. Antigas palavras em sânscrito como Pattana e Dronimukha têm sido geralmente utilizadas para descrever cidades portuárias costeiras onde os navios e barcos nacionais e internacionais aportavam em busca de cargas e abrigo. A referência mais antiga ao porto Agade vem do texto mesopotâmico que menciona que os barcos de Meluhha costumavam ser ancorados no porto de Agade, em citação datável de meados do terceiro milênio a.C.
Escavações arqueológicas trouxeram à luz um pontão em Kuntasi em Gujarat que remonta ao período histórico de Harappa(*). Da mesma forma, as escavações revelaram um estaleiro e algumas âncoras de pedra em Lothal, outro site do tempo e época da civilização de Harappa. Há várias referências literárias que citam portos em muitas zonas costeiras durante o período histórico mais cedo (2500-1500 anos a.C.), mas vestígios arqueológicos desses antigos portos são escassos. A maioria dos assentamentos estão situadas, quer nas margens dos rios ou nas margens de lagoas, que teriam servido como um excelente porto natural.
(*) n.t. Harappa ou Harappá era uma das cidades – e é um dos sítios arqueológicos – da antiga civilização harappeana, também chamada de ‘civilização do Vale do rio Indus‘ – hoje situada no Paquistão. Esta civilização floresceu quando o equinócio vernal do hemisfério norte ocorria na constelação do Touro – em torno de 4.000 a.C. – Foi esquecida por milênios, e sua existência veio à luz com escavações feitas em 1920.
Esses portos se situavam em locais altamente vulneráveis a inundações e outros desastres naturais, e portanto, não é de se estranhar que apenas escassas evidencias de sua existência foram descobertas. Escavações em Poompuhar trouxeram à luz um cais situado na margem do antigo curso do rio Kaveri.
Da mesma forma, escavações onshore na ilha Elefanta rendeu a descoberta de ruínas de um cais antigo que remonta aos séculos iniciais da Era Cristã. Há evidências que sugerem que o atual quebra mar (molhes), o antigo cais da hoje Dwarka tem sido utilizado como um porto desde o período histórico inicial, há cerca de 6 mil atrás.
No início dos anos oitenta do século passado, um importante sítio arqueológico foi localizado e desenterrado em Dwaraka, o site da lendária cidade de Krishna, descrita nos versos do épico Mahabharata. A antiga cidade de Dwaraka foi submersa pelo mar logo após o desaparecimento de Shri Krishna. Esta inscrição refere-se a Dwaraka como a capital da costa ocidental da Saurashtra e ainda mais importante, afirma que Krishna viveu ali.
A descoberta da lendária cidade de Dwaraka, é um marco importante na história da Índia. Esse fato estabelecido serve para eliminar as dúvidas expressas por historiadores sobre a historicidade do Mahabharata e a própria existência da cidade de Dwaraka. Também reduziu muito a diferença na história da Índia, estabelecendo a continuidade da civilização indiana da antiguíssima Idade Védica até os dias atuais.
Agora recentes evidências arqueológicas vieram à tona para provar além de qualquer dúvida razoável a existência da cidade histórica de Krishna, Dwaraka, e lançar luz sobre a vida das pessoas que habitavam a “Cidade de Ouro”. Esta é a terra sagrada, a cidade sobre a qual o Senhor Krishna governou. Gujarat remonta aos tempos pré-históricos, aqui existe um dos três maiores sitios arqueológicos de dinossauros do mundo, que incluem ovos petrificados que datam de 65 milhões anos. Mas além do interesse nesse Jurassic Park, não obstante, para os hindus devotos, Gujarat está intimamente ligado com uma das histórias mais duradouras da Índia, a encarnação do avatar – Senhor Krishna.
Escavações recentes das ruínas submersas de Dwaraka
Escavações em Dwaraka, que começaram em 1981, ajudaram a adicionar credibilidade à história de Krishna e da guerra de Kurukshetra narrada no Mahabharata (Baghavad Gita), bem como fornecer ampla evidência das sociedades avançadas que viviam nessas áreas dos assentamentos harappeanos que representam algumas das maiores cidades da maior civilização do mundo antigo.
Um dos primeiros postos arqueológicos a ser escavado, logo após a independência foi no distrito de Ahmedabad. As evidências sugerem que esses colonos trouxeram com eles uma cultura altamente desenvolvida, que era rica e não apenas nas artes, mas nas ciências também. A ênfase estava em uma sociedade bem organizada com base no comércio que era realizado através de seus portos.
Dwaraka, por exemplo era uma cidade bem planejada, o seu porto consistia em um cume rochoso modificado em um ancoradouro para atracação de embarcações, uma característica única em tecnologia portuária que estava em uso antes mesmo de os fenícios tentarem fazer o mesmo no mar Mediterrâneo, só que muito mais tarde.
Os buracos feitos pelo homem no cume e as grandes âncoras de pedra lá existentes sugerem que grandes navios costumavam ancorar no porto, enquanto barcos menores realizavam o transporte de homens e de cargas até o rio.
A fundação de pedras em que as muralhas da cidade foram erguidas prova que o terreno foi recuperado do mar há cerca de 3.600 anos atrás. O Mahabharata tem referências a essa atividade de recuperação de terras do mar em Dwaraka. As Sete ilhas mencionadas na obra foram também descobertas submersas no Mar da Arábia. Peças de cerâmica, cuja datação foi confirmada por testes de termoluminescência indicam 3.528 anos de idade e contem inscrições do final do período da civilização do Vale do rio Indus (Harappa); estacas de ferro e três âncoras triangulares furadas descobertas no local são também artefatos mencionados no Mahabharata.
Entre os muitos objetos descobertos que demonstram e comprovam ainda mais a conexão de Dwaraka com o épico do Mahabharata é um selo gravado com a imagem de um animal de três cabeças. O épico menciona que tal selo foi dado aos cidadãos de Dwaraka como prova de identidade, quando a cidade foi ameaçada pelo rei Jarasandha do poderoso reino Magadh. O Dr Rao, do Instituto Nacional de Oceanografia da Índia, que foi fundamental para a realização de grande parte das escavações subaquáticas, diz:
“Os resultados das pesquisas em Dwaraka e as evidências arqueológicas encontradas são consideradas compatíveis com a tradição do Mahabharata e removem a persistente dúvida sobre a historicidade do Mahabharata, diríamos definitivamente que Krishna realmente existiu.“
Reprodução da costa de Dwaraka
Essas evidências provam além de qualquer dúvida que Kusasthali, um assentamento pré-Dwaraka existia (hoje uma ilha) em Bet Dwaraka. Os arqueólogos concluíram que esta primeira ocupação de Kusasthali foi fortificada e aconteceu durante o período histórico do Mahabharata e foi nomeado como Dwaraka.
Depois de perceber que os terraços eram estreitos, e não eram suficientes para o aumento da população, uma nova cidade foi construída alguns anos mais tarde, na foz do rio Gomati. Esta planejada cidade portuária também foi chamada como Dwaraka, acrescentando ainda mais credibilidade ao fato de que a história do Mahabharata não era um mito, mas uma fonte importante de fatos históricos da Índia.
A PERSONALIDADE DE SRI KRISHNA
Shri Krishna é mais conhecido na história cultural e religiosa da Índia como o Rei e Imperador de Dwaraka. De acordo com textos hindus antigos, a cidade era um novo reino fundado pelo clã de chefes Yadavas que fugiram do reino de Surasena devido ao medo do rei Jarasandha de Magadha.
Shri Krishna teria nascido à meia-noite de uma sexta-feira, do dia 27 de julho de 3.112 a.C., conforme a data e hora calculado por astrônomos na base das posições planetárias nesse dia registrados por Vyasa.
Shri Krishna – o protetor de Mathura, o senhor de Dwaraka e recitador do Bhagavad Gita no campo de batalha de Kurukshetra é uma das lendas mais duradouras de Bharata (como a Índia era conhecida nos tempos de Krishna). São entidades históricas reais Krishna e a cidade de Dwaraka? Para a maioria dos hindus, a resposta é um inequívoco sim. Alguns arqueólogos e historiadores também estão agora dispostos a aceitar que a fé do homem comum hindu tem uma base na mais completa realidade.
A localização da cidade de Dwaraka
Sri Krishna é uma personalidade imponente e é difícil separar o aspecto humano de sua vida a partir do divino no conceito sobre Krishna. Ele é um grande mistério e todo mundo já tentou entendê-lo à sua maneira, de acordo com a sua luz ou visão espiritual. Como um guerreiro ele não teve rival, como um estadista foi o mais astuto, como um pensador social foi muito liberal, como professor foi o mais eloquente, nunca falhando com um amigo e como um chefe de família foi o mais ideal.
A IMPORTÂNCIA DO PATRIMÔNIO
Dwaraka tem uma importância especial como um dos principais lugares de peregrinação da cultura hindu, conhecida como a capital do Reino de Sri Krishna. Também foi descrita como a terra do caçador Ekalavya. Dronacarya também tinha vivido aqui. Krishna decidiu construir uma nova cidade ali e colocou sua fundação num momento auspicioso. Ele nomeou a nova cidade como Dwaravati. Muito mais tarde o poeta Magha em sua obra Sisupalavadha Sarga, nos versos 31 em diante, descreve a cidade de Dwaraka, o Sloka 33 pode ser traduzido:
“O brilho amarelo do forte de ouro da cidade do mar jogando uma luz amarela por todo o espaço adjacente parecia como se as chamas da vadavagni saísse rasgando em pedaços ao mar.”
Antes da lendária cidade de Dwaraka ter sido descoberta alguns estudiosos (n.t. sempre os “eruditos”…) eram da opinião de que as histórias contadas no épico Mahabharata seriam apenas um mito, que seria inútil para procurar os restos de Dwaraka mesmo no mar. Outros sustentam que a batalha de Kurukshetra descrita no Mahabharata teria sido apenas uma briga de família exagerada em uma guerra.
Mas escavações feitas por Dr. S.R. Rao em Dwaraka provam que as descrições como encontradas nesses textos não devem ser descartadas apenas como mitos fantasiosos, mas devem ser tratados como fatos que aconteceram baseados em realidades históricas como pode ser visto pelos seus autores. A arquitetura da antiga cidade de Dwaraka, é majestosa e maravilhosa.
Dwaraka no continente, foi um dos portos mais movimentados do período histórico do Mahabharata e teve um fim repentino devido à fúria do mar. Após a guerra descrita no Mahabharata, Krishna viveu durante 36 anos em Dwaraka. No final desse período, os Vrishnis, Bhojas e Satvatas se destruíram em uma briga fratricida no Prabhasa mas Krishna não interferiu para salvá-los.
Os atos de destruição vistos por Sri Krishna, que aconselhou a evacuação imediata de Dwaraka esta indicado no Bhagavata Purana. A bela Dwaraka foi então abandonada por Hari (Krishna) para ser engolida pelo mar. A submersão teve lugar imediatamente após a partida de Sri Krishna do nosso mundo.
A CONSTRUÇÃO DE DWARAKA
Descrições interessantes sobre a sua construção são encontrados nos Puranas:
Temendo ataque de Jarasangh e Kaalayvan em Mathura, Sri Krishna e os Yadavas deixou Mathura e chegou à costa de Saurashtra. Eles decidiram construir sua nova capital na região costeira e invocar o Vishwakarma a divindade das construções. No entanto, Vishwakarma disse que a tarefa somente poderia ser concluída se Samudradeva, o Senhor do mar fornecesse alguma terra. Sri Krishna adorou a Samudradeva, que ficou satisfeito e deu-lhes novas terras emersas do fundo do oceano medindo 12 yojans para o Senhor Vishwakarma construir Dwaraka, uma “cidade dourada”.
Esta bela cidade também era conhecido como Dwaramati, Dwarawati e Kushsthali. Outra história diz que, no momento da morte de Sri Krishna, que foi atingido pela flecha de um caçador perto de Somnath em Bhalka Tirth, Dwaraka desapareceu afundando no mar.
A importância da descoberta de Dwaraka não reside apenas no fornecimento de evidências arqueológicas necessários para corroborar o relato tradicional da submersão da Dwaraka mas também indiretamente, que determina a data do épico do Mahabharata, que é um marco na história da Índia. Assim, os resultados provaram que a história do Mahabharata quanto à existência de uma linda cidade capital de Dwaraka de Sri Krishna não era um mero produto da imaginação, mas que de fato ela existiu. A Guerra descrita no Mahabharata ocorreu em 22 de novembro de 3.067 aC e o Bhagavad Gita foi compilado por volta de 500 a.C.
A SUBMERSÃO DE DWARAKA
Depois que Sri Krishna partiu da Terra de volta para a sua morada celestial, e os principais cabeças Yadavas foram mortos em lutas entre si; Arjuna foi para Dwaraka para buscar os netos de Krishna e as esposas Yadava e lavá-los para Hastinapur. Após Arjuna sair de Dwaraka, a cidade foi submersa no fundo do mar. Este é o relato de Arjuna, constante no Mahabharata:
“O mar, que sempre esteve batendo nas costas de Dwaraka, de repente quebrou o limite que lhe foi imposto pela natureza. Suas águas correram as ruas invadindo a cidade. Ele percorreu todas as ruas da bela cidade. O mar encobriu tudo na cidade. … Eu vi os belos edifícios ficando submersos um por um. Em questão de alguns momentos foi tudo soterrado pelo mar, que se tornou tão plácido como um lago. Não havia mais nenhum traço da cidade de Dwaraka, agora ela era apenas um nome; apenas uma lembrança”.
Templo na atual Dwarka
A cidade associada com Sri Krishna, que a teria fundado com a recuperação de 12 yojanas de terras ao mar. Durante seu passado glorioso, Dwaraka foi uma cidade de belos jardins, fossos profundos, e várias lagoas e palácios (Vishnu Purana), mas acredita-se que tenha submersa logo após o desaparecimento de Sri Krishna.
Devido à sua importância histórica e associação com o Mahabharata, Dwaraka continua a atrair os arqueólogos e historiadores, além de cientistas.
“O néscio pode associar-se a um sábio toda a sua vida, mas percebe tão pouco da verdade como a colher do gosto da sopa. O homem inteligente pode associar-se a um sábio por um minuto, e perceber tanto da verdade quanto o paladar sabe do sabor da sopa”.
A história antiga é repleta de contos sobre seres de outros mundos, objetos voadores e relatos de tecnologia altamente avançada. Isso vai muito além da mera ‘imaginação’ e do folclore, simplesmente porque há muitas evidências, em várias formas, de que estamos sendo visitados e fomos visitados anteriormente. Tome este exemplo de Erick Von Daniken sobre os esquimós:
A mitologia dos esquimós diz que as primeiras tribos foram levadas para o norte por “deuses” com asas de bronze. As mais antigas sagas dos nativos americanos mencionam um Thunderbird (Pássaro do Trovão) que apresentou fogo e frutas para eles. A lenda maia, com o Popol Vuh, nos diz que os ‘deuses’ foram capazes de reconhecer tudo: o universo, os quatro pontos cardeais da bússola e até a forma redonda da Terra. O que os esquimós estão fazendo falando sobre pássaros de metal? Por que os índios mencionam um Thunderbird? Como os ancestrais dos maias supostamente sabiam que a Terra é redonda? – Erich Von Daniken (Carruagens dos Deuses)
Outro exemplo sobre possíveis figuras extraterrestres no folclore antigo é a história de Quetzalcoatl. Esta figura foi considerada ser um conto mítico. O cronista espanhol Juan de Torquemada afirma que Quetzalcoatl era “um homem louro e de barba longa”.
Outro descreve-o da seguinte forma: “Uma pessoa misteriosa … um homem branco com forte corpo, testa larga, olhos grandes e barba longa. Ele estava vestido com uma longa túnica branca chegando a seus pés. Ele condenou os sacrifícios, exceto frutas e flores, e era conhecido como o deus da paz… Quando se fala sobre o assunto da guerra, ele teria tapado os ouvidos com os dedos.” (fonte)
Novamente, há relatos como esses ao longo da história, de vários períodos de tempo, em várias culturas…
Novas informações que ameaçam o paradigma atual de pensamento, não importa o quão convincentes, sempre enfrentaram o ridículo e a supressão por nossas supostas “autoridades intelectuais”… Se não por causa da ignorância absoluta, essas histórias não recebem credibilidade porque existe um esforço intencional para escondê-las por aqueles que estão no conhecimento, aqueles que estão no poder. E assim as verdades e fatos mais importantes sobre o nosso mundo raramente nos são apresentados acima do quadro. Na maioria das vezes, eles só podem ser descobertos se realmente tivermos vontade de cavar para encontrá-los e digeri-los com uma mente aberta. De outra forma, dedicamos nossas mentes à manipulação da percepção dominante que ainda hoje passa despercebida…
Ao final do artigo está um vídeo de Sadhguru, um dos muitos estudiosos no campo que, quando você o ouve, revela-se como um verdadeiro estudante de filosofia antiga esotérica, física e metafísica. Ele conta uma pequena história sobre Shiva, que era considerado um deus pelo povo da antiga Índia.
Sadhguru explica como a história de Shiva e suas origens, e até mesmo a Montanha onde ele supostamente residia, está cheia de evidências sugerindo alta inteligência provavelmente de outro lugar. Ele fornece vários pontos citados na história de Shiva que o levam a essa conclusão.
Ele explica como Shiva estava cercada por amigos que pareciam estranhos, diferentes e não humanos. Na maioria das vezes eles eram descritos como demônios pelo povo, simplesmente porque pareciam diferentes. Shiva também não podia engravidar uma mulher humana da maneira tradicional, porque seu esperma alienígena não funcionava. Seus filhos nasceram de uma maneira diferente. Ele explica como várias mulheres não humanas foram trazidas para ajudar no processo.
Todas essas coisas sugerem que ele veio de outro lugar, fez o que queria fazer e voltou e periodicamente vai e volta em momentos diferentes. Isso poderia ter acontecido ao longo de muitos milhares de anos…
Sadhguru cita várias referências na literatura, explicando como Shiva não é humano, e até descreve uma vasta inteligência que deve ter estado por trás da criação de Monte Kailash, uma montanha atribuída a Shiva como sendo sua casa, como mencionado acima. Sadhguru explica como Kailash não é um lugar na Terra também. Ele também descreve algumas experiências paranormais que teve com esses seres. “Literalmente, esses seres foram atrás do meu dedo anelar… com tanta força.”
Eles conhecem nossas maneiras, ou eles nos ensinaram essas maneiras, ou eles nos fizeram assim. Não sabemos o quanto papel eles tiveram em nossa criação, mas definitivamente… não veio daqui, houve um entendimento mais profundo em outros lugares e foi simplesmente trazido até aqui. Ele chegou em um determinado momento, quando jovem, e partiu quando jovem. Ele não nasceu aqui nem morreu aqui…
A ÍNDIA (Bharata-Arya Vata) antiga, antes mesmo do dilúvio – 10.986 a.C. – teve uma civilização com tecnologia superior à que temos hoje.
A Índia pode ter tido uma civilização superior à nossa e com possíveis contatos com visitantes extraterrestres; os dispositivos de voo chamados de “Vimanas” descritos em vários antigos textos hindus podem sublinhar suas possíveis conexões com tecnologia aeroespacial que desenvolvemos hoje, um cientista italiano declarou à World Space Conference (Conferência Mundial do Espaço).
O Dr. Roberto Pinotti pediu aos delegados para examinarem em detalhe os textos hindus em vez de desconsiderarem todas as descrições e tradições sobre os Vimanas como um mero mito:
“A importância de tais estudos e investigações pode vir a ser chocante para o homem de hoje, pois a existência de aparelhos voadores além da mitologia só pode ser explicada com a existência de uma civilização superior há muito esquecida na Terra“, disse ele.
Lembrando que deuses e heróis hindus lutaram nos céus usando veículos (Vimanas de diferentes tipos e tamanhos) voadores equipados com armas terríveis. O cientista italiano, o Dr. Pinotti, disse que alguns eram semelhantes a nossas máquinas voadoras modernas de propulsão à jato.
Os 32 segredos
Ele disse que certas descrições dos Vimanas pareciam ‘muito detalhadas e de natureza técnica para serem rotuladas como um mito”. Ele citou a existência de vários textos antigos para mostrar que havia 32 segredos relativos à operação dos Vimanas, alguns dos quais poderiam ser comparadas ao uso moderno de radar, a energia solar e fotografia.
Citando o “Vymanika Shastra ‘ ele disse que os dispositivos de vôo antigos da Índia eram feitos a partir de ligas especiais de metal que absorviam calor chamados por “Somaka, e Mourthwika”.
Ele disse que o texto também discute os sete tipos de espelhos e lentes instaladas a bordo dos Vimanas para fins defensivos e ofensivos. O chamado ‘Pinjula Mirror’ oferecia uma espécie de “escudo visual” impedindo que os pilotos de serem cegados por “raios do mal” e a arma “Marika” que era usada para atingir aeronaves inimigas não parece muito diferente do que nós chamamos hoje tecnologia de raios laser”, disse ele.
De acordo com o especialista italiano, os «princípios contidos na página 1 relativos à propulsão, tanto quanto as descrições que são feitas, podem ser definidos como princípios elétricos e químicos, mas a energia solar também estava envolvida”. Por exemplo, o ‘Tripura Vimana’ mencionado no ‘Vymanika Shastra’ era uma grande embarcação aérea operada pela “força motriz gerada pelos raios solares”, disse o Dr. Pinotti, adicionando que a ‘sua forma alongada era certamente muito mais próximo ao de um dirigível moderno’. (um Vimana no formato de um charuto?)
Design sofisticado
De acordo com Dr. Pinotti, o enorme ‘Shakuna Vimana’ descrito no texto “pode ser definido como um cruzamento entre um avião e um foguete de nossos tempos e seu design pode lembrar um ônibus espacial de hoje.” “Certamente, ele expressa o projeto aeronáutico mais complexo e sofisticado entre todas as outras descrições de Vimanas mencionados no “Vaimānika Shāstra“, disse ele. Ele descreveu o autor do tratado “Vaimānika Śāstra” como um homem “tentando explicar uma tecnologia avançada”. O Dr. Pinotti, que fez um estudo exaustivo da antiga história da astronáutica hindu, disse que em um outro texto, o Samarangana Sutradhara tem 230 estrofes dedicados aos princípios da construção de Vimanas e seu uso na paz e na guerra.
Ele disse que os antigos arianos habitantes da Índia sabiam o uso do elemento “fogo”, como pode ser visto a partir de suas ‘armas Astra’ que incluíram a Soposamhara (míssil de fogo), Prasvapna (o que causa o sono) e quatro tipos de armas Agni Astras que viajavam em folhas de fogo e produziam um trovão.
Um “VIMANA” moderno em foto feita em Cerro Gordo, Novo México, EUA, com reator de fusão (no centro) de mercúrio …
Ele disse que o carro (Vimana) aéreo que deveria ir até Suryamandala (um sistema solar) e o Naksatramandala (sistema estelar) não pode ser descartado como um mito por causa da “natureza técnica” de sua descrição.Dr. Pinotti disse que as representações de viagens espaciais, a destruição total produzida por armas incríveis e o fato de que os Vimanas se assemelhavam com os UFOs, os objetos voadores não identificados modernos gostaria de sugerir que a Índia teve uma “civilização muito superior tecnologicamente à nossa, mas que foi esquecida.
«À luz disto, nós consideramos que seria melhor examinar mais detalhadamente os textos hindus” e submeter os modelos descritivos de Vimanas a um escrutínio mais científico”, disse ele.
Um “VIMANA” moderno em foto feita em Cerro Gordo, Novo México, EUA, com reator de fusão (no centro) de mercúrio.
{n.T. Excerto do post Vimanas (UFOs) existiam na Índia há milênios: “O escritor e estudioso erudito do sânscrito Subramanyam Iyer passou muitos anos de sua vida decifrando coleções antigas de folhas de palmeira encontradas nas aldeias de sua nativa Karnataka, no sul da Índia. Um dos manuscritos em folha de palmeira que ele pretendia decifrar é o Amsu Bodhini, que, de acordo com um texto anônimo de 1931, contém informações sobre os planetas, os diferentes tipos de luz, calor, cor e campos eletromagnéticos; os métodos utilizados para a construção de máquinas capazes de atrair os raios solares e, por sua vez, de analisar e separar os componentes de energia, a possibilidade de conversar com pessoas em lugares remotos e enviar mensagens através de um cabo, e na fabricação de máquinas para o transporte de pessoas para outros planetas!”
De todos os milhões de deuses hindus, nenhum é mais importante que Shiva, o Destruidor.
Teóricos dos antigos astronautas sugerem que este ser poderoso possuía tecnologia avançada como máquinas voadoras, armas mortíferas, habilidades sobrenaturais, e que ele, na verdade, seria o líder de uma facção extraterrestre que veio à Terra no passado remoto.
Como evidência, apontam as incríveis histórias nos antigos textos védicos e também os entalhes de pedra espalhados por todo o mundo hindu. Locais e artefatos como o Templo Kailasa, esculpido em uma única rocha de penhasco, e o sagrado Lingam, que muitos acreditam ser a representação de uma antiga usina nuclear, são apenas alguns exemplos de que Shiva era muito mais que apenas um deus hindu mitológico.
Assista abaixo, a investigação sobre a origem de Shiva, no Episódio 15, da 9ª Temporada de Alienígenas do Passado, do History Channel:
Nova Déli está no meio de um grande e secreto debate interno. De um lado a maior democracia do mundo deseja explicar aos seus cidadãos e ao mundo os contatos que ocorrem com OVNIs e extraterrestres. Do outro lado estão protocolos internacionais não declarados, invisíveis, que proíbem que seja feita qualquer coisa que possa causar medo e pânico mundial.
É bem aceito entre os experts em OVNIs e extraterrestres que todos os cinco poderes nucleares estão em contato com seres de outras estrelas já a algum tempo. Recentemente a Índia tem visto uma enorme quantidade de notícias sobre contatos com OVNIs e bases secretas de OVNIs no Himalaia próximo às bases chinesas. Em Ladak, por exemplo, os moradores locais apontam claramente os fenômeno diário de grandes aeronaves triangulares surgindo debaixo da terra e as forças de segurança Indianas os protegendo os mesmos.
Oficiais militares e políticos confessaram o fato de que a Índia foi contatada. Para a Índia foram ditas as regras do Universo.
O debate atual é em manter o segredo como os outros países estão fazendo ou em tradição a uma sociedade totalmente transparente vir a público e falar a verdade. A Índia é tão aberta e democrática; é muito difícil manter um segredo por muito tempo. A maior preocupação do governo hoje é que diferente dos outros países, será muito difícil manter isso em segredo por muito tempo. Se a informação vazar por canais não oficiais primeiro e então as autoridades forem colocadas na parede para confessar, duas coisas ruins podem acontecer. Primeiro, isso pode realmente causar pânico no país assim como no mundo. Segundo, a maneira que a política indiana funciona, a equipe governante será tirada do poder assim que for descoberto que o governo indiano escondeu esse tipo de informação do público.
A recente corrida de líderes mundias para a Índia é notável. Começando por Putin, presidente da Rússia, aos maiores senadores dos Estados Unidos tem visitados ou estão planejando visitar a Índia. A União Européia está em discussões profundas com a Índia em cooperação. Todas as sansões contra os programas nucleares da Índia e a Organização de Pesquisa Espacial Indiana está em processo de serem retiradas. A Índia está cooperando com os Europeus e Americanos na exploração espacial e no programa de pesquisa tecnológica. A Índia também faz parte de uma organização de Comércio Mundial. A Índia está recebendo grandes contratos de outsourcing em serviços de TI e call-center dos EUA e Europa. A reserva Forex da Índia está em um nível nunca antes imaginado devido aos investimentos internacionais diretos de nações do oriente como Japão, Koreia e outros. É interessante citar que a China, arqui-rival da Índia, mudou sua postura nos últimos anos para fazer amizade e prioridade de comércio com a Índia. A Índia está vagarosamente chegando ao ponto onde será aceita como um membro permanente do conselho de Segurança. Todas as cinco nações do Conselho de Segurança (China, EUA, Rússia, França e Inglaterra) apoiam a inclusão da Índia.
Quando todos estes fatores são somados e analisados, parece que o mundo está para a Índia se submeter aos protocolos invisíveis e em troca ser reconhecida como uma emergente superpotência.
O debate que o país está sofrendo internamente é em aceitar as leis do mundo e do Universo e serem reconhecidas como superpotência ou ser verdadeira com seus cidadãos e com o mundo.
De acordo com fontes próximas ao governo, os contatos com OVNIs são conhecidos por poucos políticos na oposição e claro por aqueles que estão no poder.
OS MILITARES TAMBÉM TEM A POSIÇÃO DE NÃO DEIXAR O SEGREDO SER REVELADO
Recentemente, o senhor Natwar Singh, ministro das relações exteriores da Índia, veio a público e disse que para a Índia não era necessário se tornar uma potência nuclear. Ele é um forte apoiador da Senhora Indira Gandhi, Primeira Ministra que iniciou o programa nuclear nos anos sessenta. A Índia explodiu pela primeira vez um dispositivo nuclear em Pokhran no início dos anos setenta. Todo o país incluindo as pessoas de seu próprio grupo questionaram o Sr. Singh por tamanha uma declaração tão irresponsável. Mas analisado suas declarações, é evidente, que baseado no que ele sabe agora, ser uma potência nuclear realmente não importa muito por que as tecnologias controladas pelos extraterrestres são tão avançadas que a nossa tecnologia na realidade não significa nada. Mas é importante ressaltar que ele possa estar irritado com esse controverso debate secreto e que ele realmente pensa é que se a Índia não for uma potência nuclear, o debate sobre OVNIs e extraterrestres nunca ocorreria lá na Índia.
Mas, analisando as suas afirmações, fica evidente que, baseado no que ele sabe, ser uma potência nuclear é assunto sem importância porque as tecnologias controladas pelos extraterrestres são tão avançadas que toda a nossa tecnologia atual não significa nada. Por outro lado, talvez ele esteja irritado com o debate secreto que está acontecendo e o que ele realmente queira dizer é que, se a Índia não fosse uma potência nuclear, essa discussão sobre UFOs e extraterrestres nunca teria acontecido neste país.
AKSAI CHIN, teria uma Base Subterrânea de UFOs na Fronteira da CHINA e ÍNDIA?
A base principal de UFOs ficaria no Planalto Soda e usaria o maior rio de Aksai Chin, o Karakosh (ao lado da maior montanha da região e o segundo pico mais elevado do mundo o K2).
A região é praticamente desabitada, não tem assentamentos permanentes e recebe pouca precipitação pluviométrica, pois o Himalaia e a cadeia de montanhas do Karakoram bloqueiam as chuvas da monção indiana. É um local perfeito para a formação de bases subterrâneas para UFOs.
Esta claro agora que existem múltiplas bases UFO em Aksai Chin, a parte chinesa do território da Caxemira (Ladakh), na fronteira da CHINA com a ÍNDIA.
As bases poderiam estar localizadas desde LADAKH na Índia até Aksai Chin, na China. Quando o Sol está em ascensão sobre a elevação montanhosa de 14.000 pés (4.500 metros), na parte mais remota da Caxemira, onde a crosta terrestre é grossa, devido às dobras montanhosas do Himalaia, um enxame de OVNIs em formação são vistos saindo voando de suas bases subterrâneas.
Assinalado no mapa, AKSAI CHIN, no alto do canto à direita, a região da Cordilheira do Himalaya onde se concentra a maior incidência de aparecimento de UFOs nos Himalayas, na fronteira da Índia/China e que foi ocupada pelos chineses durante uma guerra entre Índia e China em 1962, um território ainda reivindicado pela ÍNDIA.
Por muito tempo os militares indianos pensaram que eram aviões de reconhecimento chineses de formas e tamanhos estranhos. Agora esta claro que até mesmo as autoridades chinesas também estão surpresas com o número de aparições de UFOs que estão saindo do subsolo nos últimos tempos.
A base principal de UFOs ficaria no Planalto Soda e usaria o maior rio de Aksai Chin, o Karakash (acima).
A região é praticamente desabitada, não tem assentamentos permanentes e recebe pouca precipitação pluviométrica, pois o Himalaia e a cadeia de montanhas do Karakoram bloqueiam as chuvas da monção indiana. É um local perfeito para a formação de bases subterrâneas para UFOs.
As formações máximas de UFOs acontecem na região do Lago de Aksai Chin (foto a seguir). A radioatividade no lago é surpreendentemente acima do normal nas primeiras horas do dia.
Hotan County na Prefeitura de Hotan em Xinjiang da China administra Aksai Chin. Os administradores conscientemente evitam perguntas sobre bases subterrâneas de UFOs em Aksai Chin. A Estrada Nacional 219 da China passa através do território de Aksai Chin, na ligação com Lazi Xinjiang e a Região Autônoma do Tibete. Recentemente as pessoas em trânsito na rodovia relataram muitos avistamentos de UFO na área.
Foto de um UFO em visto em Kongka La, próximo a Aksai Chin. As mais altas montanhas da Terra, os Himalayas seriam um esconderijo perfeito para bases subterrâneas alienígenas.
Abaixo o Glaciar (Geleira) Baltoro no Karakoram Central. A Cordilheira do Karakoram é o local no planeta com a maior concentração de picos com mais de 8.000 metros de altura, que se pode encontrar na Terra, incluindo o colossal K2, a segunda mais alta montanha do Mundo (8.611 m/28, 251 ft). O K2 é apenas 237 m (778 pes) menor-mais baixo do que os 8.848 (29,029 pés) de altura do Monte Everest, a montanha mais alta do planeta.
Glaciar (Geleira) Baltoro no Karakoram Central
As imagens de satélite do serviço Google Earth revelou um modelo de terreno no leste da província de Aksai Chin e do território do Tibete adjacente ao leste, construído perto da cidade de Huangyangtan, cerca de 35 km (22 milhas) a sudoeste de Yinchuan, capital da região autônoma de Ningxia na China.
As imagens de satélite também revelam pontos estranhos em terrenos profundos. Muitos acreditam que essas profundas manchas anteriormente foram bases subterrâneas de UFOs.
Acima: Cinco UFOs são filmados sobrevoando vales entre as altas montanhas, feito de um voo em 26 de março de 2012, que sobrevoava os Himalayas, sobre a Índia.
AKSAI CHIN – Uma Região da CAXEMIRA disputada pela CHINA e ÍNDIA
Esta região do Himalaia, que corresponde a cerca de 20% de toda a Caxemira, não pertence nem a Índiae nem ao Paquistão, mas a uma outra superpotência nuclear daquela área – a CHINA. Aksai Chin é um território reivindicado pela Índia, como parte da Caxemira, e pela China.
Atualmente encontra-se sob administração efetiva da China. Está situada no disputado território da Caxemira e foi objeto da guerra de fronteira entre China e Índia em 1962, no Himalaia, na região de Aksai Chin. A região disputada era estratégica para a China e tem uma estrada importante que liga o Tibete (também invadido e controlado pela China desde 1950) a Xinjiang.
Aksai-Chin, parte da Caxemira sob controle chinês, que fica na fronteira com LADAKH, com a ÍNDIA.
Em 1959, a China anexou a região da Caxemira de Aksai Chin, e acordou com o Paquistão a recém obtida fronteira, uma decisão que encontrou furiosa reação por parte da Índia e que levou à guerra sino-indiana de 1962. Em 1965 e 1971-1972, eclodiram novos conflitos na região da Caxemira que resultaram em algum ganho territorial para os indianos em decorrência da assinatura de um cessar-fogo.
Mais um UFO foi filmado pairando sobre as grandes montanhas do Himalaya, na divisa entre a CHINA e ÍNDIA em 25 de março de 2012.
Haveria uma base extraterrestre abaixo do Himalaya?
Tradução, edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch
Publicado originalmente em India Daily Technology Team
Um menino em Kanpur, na Índia, alega ter tirado fotos de um OVNI, enquanto tirava fotos de nuvens com seu smartphone.
O incidente aconteceu na localidade de Shyamnagar, na quarta-feira. Santosh Gupta agora quer que cientistas examinem as fotos tiradas pelo seu filho Abhijit.
As fotos mostram um disco voador típico.
É claro, não há como afirmar que as fotos sejam verdadeiras, e nem há maiores informações sobre o caso. Mas como se encontra no noticiário internacional, aqui está para sua apreciação.
E se você domina a língua hindi, assista o vídeo abaixo do menino e seu pai comentando sobre o incidente:
Dwaraka é a cidade sagrada onde o Senhor Krishna, a Suprema Personalidade de Deus, passou a maior parte de seu tempo durante sua aparição na terra há cinco mil anos. Em Vrindavan, o Senhor Krishna viveu como um menino vaqueiro simples, mas na Dwarka Ele vivia como um príncipe rico.
Dwaraka é uma das sete cidades sagradas da Índia Antiga. As outras são: Ayodhya (a capital do império de Rama, citada no Ramayana), Mathura, Haridwar, Benares, Kanchipuran e Ujjain.
A grandiosidade e beleza de Dwaraka têm sido descrita por muitos cronistas. A cidade é mencionada como ‘Cidade Dourada’ no Srimad Bhagavatam, no Skanda Purana, no Vishnu Purana e também no Mahabarata. Dwaraka, conhecida por ser a capital do Reino de Krishna (ele viveu aproximadamente em 3.100 a.C.), não foi e nem é uma lenda; antes, ela é bastante real.
A região da costa oeste da Índia, em Gujarat, onde Krishna estabeleceu os Yadavas, era uma costa repleta de frutos e flores. Ali, Krishna resolveu construir uma nova cidade e chamou-a Dvaravati. Uma sociedade progressista viveu na região. Era uma cidade bem planejada e tecnologicamente avançada, um porto movimentado de onde entravam e saíam grandes navios.
Dwaraka ou Dvaraka (sânscrito: “uma porta ou uma porta de entrada”, também conhecida como Dvaravati, “a cidade de muitas portas”) é a capital dos Yadavas que governaram o reino de Anarta. A cidade estava situada no ponto mais ocidental de Gujarat , e foi submersa pelo mar de acordo com a narrativa do volume 16 do épico Mahabharata.
Dwaraka é uma das cidades mais sagradas na Índia antiga e uma das quatro principais “dhams”, juntamente com Badrinath, Puri, Rameshwaram. Dwaraka era uma cidade-estado que se estendia até Sankhodhara (Bet Dwaraka) para o norte e Okhamadhi para o sul.
Descrição
Dwaraka também era conhecida como Dwaravati. Foi também uma cidade-porto, que tinha relações comerciais com muitos outros países com saída para o mar. Pode ser que este antigo porto da cidade tenha sido uma porta de entrada para navegadores de reinos estrangeiros para o continente indiano e vice-versa. O território de Dwaraka inclui a Ilha Dwaraka, muitas ilhas vizinhas, como Antar Dwipa e área continental vizinha ao reino de Anarta.
O reino estava situado aproximadamente na região noroeste do estado de Gujarat. Sua capital era Dwaravati (perto de Dwarka, Gujarat). O Mahabharata não menciona Dwaraka como um reino, mas sim como a capital do reino dos Yadavas que governaram o reino de Anarta.
A cidade foi fundada por um clã de chefes dos Yadavas que fugiram do reino de Surasena por medo do rei Jarasandha de Magadha. Dwaraka foi uma federação de muitas cidades, em vez de um reino sob um único rei. Dentro da Federação de Dwaraka estavam incluídos os estados de Andhakas, Vrishnis e Bhojas. Os Yadavas dominantes em Dwaraka também eram conhecidos como Dasarhas e Madhus .
Proeminentes chefes do clã dos Yadavas residentes em Dwaraka incluíam os heróis Krishna, Balarama, Satyaki, Kritavarma, Uddhava, Akrura e Ugrasena.
Krishna e sua consorte Radharani
A antiga cidade de Dwaraka
A antiga cidade de Dwaraka, situada na costa do extremo oeste do território indiano, ocupa um lugar importante na história cultural e religiosa da Índia. O planejamento arquitetônico fabuloso do templo Dwarka tem atraído turistas de todo o mundo. A cidade tem associação com o Senhor Krishna, que se acredita te-la fundado com a recuperação de 12 terras yojana do mar. Durante seu passado glorioso, Dwarka foi uma cidade de belos jardins, fossos profundos, toda murada com várias portas de acesso, várias lagoas e palácios, mas acredita-se que tenha sido submersa logo após o desaparecimento de Lord Krishna da face da Terra.
Historicidade de Dwarka
Devido à sua importância histórica e associação com o grande épico indiano Mahabharata, a região de Dwarka continua a atrair arqueólogos e historiadores, além de cientistas. Antigas palavras em sânscrito como Pattana e Dronimukha têm sido geralmente utilizadas para descrever cidades portuárias costeiras onde os navios e barcos nacionais e internacionais aportavam em busca de cargas e abrigo. A referência mais antiga ao porto Agade vem do texto mesopotâmico que menciona que os barcos de Meluhha costumavam ser ancorados no porto de Agade, em citação datável de meados do terceiro milênio a.C.
Escavações arqueológicas trouxeram à luz um pontão em Kuntasi em Gujarat que remonta ao período histórico de Harappa(*). Da mesma forma, as escavações revelaram um estaleiro e algumas âncoras de pedra em Lothal, outro site do tempo e época da civilização de Harappa. Há várias referências literárias que citam portos em muitas zonas costeiras durante o período histórico mais cedo (2500-1500 anos a.C.), mas vestígios arqueológicos desses antigos portos são escassos. A maioria dos assentamentos estão situadas, quer nas margens dos rios ou nas margens de lagoas, que teriam servido como um excelente porto natural.
(*) n.t. Harappa ou Harappá era uma das cidades – e é um dos sítios arqueológicos – da antiga civilização harappeana, também chamada de ‘civilização do Vale do rio Indus‘ - hoje situada no Paquistão. Esta civilização floresceu quando o equinócio vernal do hemisfério norte ocorria na constelação do Touro – em torno de 4.000 a.C. – Foi esquecida por milênios, e sua existência veio à luz com escavações feitas em 1920.
Esses portos se situavam em locais altamente vulneráveis a inundações e outros desastres naturais, e portanto, não é de se estranhar que apenas escassas evidencias de sua existência foram descobertas. Escavações em Poompuhar trouxeram à luz um cais situado na margem do antigo curso do rio Kaveri.
Da mesma forma, escavações onshore na ilha Elefanta rendeu a descoberta de ruínas de um cais antigo que remonta aos séculos iniciais da Era Cristã. Há evidências que sugerem que o atual quebra mar (molhes), o antigo cais da hoje Dwarka tem sido utilizado como um porto desde o período histórico inicial, há cerca de 6 mil atrás.
Representação de como seria uma das portas de acesso à cidade de Harappa, no Vale do rio Indus, hoje no Paquistão.
No início dos anos oitenta do século passado, um importante sítio arqueológico foi localizado e desenterrado em Dwaraka, o site da lendária cidade de Krishna, descrita nos versos do épico Mahabharata. A antiga cidade de Dwaraka foi submersa pelo mar logo após o desaparecimento de Shri Krishna. Esta inscrição refere-se a Dwaraka como a capital da costa ocidental da Saurashtra e ainda mais importante, afirma que Krishna viveu ali.
A descoberta da lendária cidade de Dwaraka, é um marco importante na história da Índia. Esse fato estabelecido serve para eliminar as dúvidas expressas por historiadores sobre a historicidade do Mahabharata e a própria existência da cidade de Dwaraka. Também reduziu muito a diferença na história da Índia, estabelecendo a continuidade da civilização indiana da antiguíssima Idade Védica até os dias atuais.
Agora recentes evidências arqueológicas vieram à tona para provar além de qualquer dúvida razoável a existência da cidade histórica de Krishna, Dwaraka, e lançar luz sobre a vida das pessoas que habitavam a “Cidade de Ouro”. Esta é a terra sagrada, a cidade sobre a qual o Senhor Krishna governou. Gujarat remonta aos tempos pré-históricos, aqui existe um dos três maiores sitios arqueológicos de dinossauros do mundo, que incluem ovos petrificados que datam de 65 milhões anos. Mas além do interesse nesse Jurassic Park, não obstante, para os hindus devotos, Gujarat está intimamente ligado com uma das histórias mais duradouras da Índia, a encarnação do avatar – Senhor Krishna.
Escavações em Dwaraka, que começaram em 1981, ajudaram a adicionar credibilidade à história de Krishna e da guerra de Kurukshetra narrada no Mahabharata (Baghavad Gita), bem como fornecer ampla evidência das sociedades avançadas que viviam nessas áreas dos assentamentos harappeanos que representam algumas das maiores cidades da maior civilização do mundo antigo.
Um dos primeiros postos arqueológicos a ser escavado, logo após a independência foi no distrito de Ahmedabad. As evidências sugerem que esses colonos trouxeram com eles uma cultura altamente desenvolvida, que era rica e não apenas nas artes, mas nas ciências também. A ênfase estava em uma sociedade bem organizada com base no comércio que era realizado através de seus portos.
Escavações recentes das ruínas submersas de Dwaraka
Dwaraka, por exemplo era uma cidade bem planejada, o seu porto consistia em um cume rochoso modificado em um ancoradouro para atracação de embarcações, uma característica única em tecnologia portuária que estava em uso antes mesmo de os fenícios tentarem fazer o mesmo no mar Mediterrâneo, só que muito mais tarde.
Os buracos feitos pelo homem no cume e as grandes âncoras de pedra lá existentes sugerem que grandes navios costumavam ancorar no porto, enquanto barcos menores realizavam o transporte de homens e de cargas até o rio.
A fundação de pedras em que as muralhas da cidade foram erguidas prova que o terreno foi recuperado do mar há cerca de 3.600 anos atrás. O Mahabharata tem referências a essa atividade de recuperação de terras do mar em Dwaraka. As Sete ilhas mencionadas na obra foram também descobertas submersas no Mar da Arábia. Peças de cerâmica, cuja datação foi confirmada por testes de termoluminescência indicam 3.528 anos de idade e contem inscrições do final do período da civilização do Vale do rio Indus (Harappa); estacas de ferro e três âncoras triangulares furadas descobertas no local são também artefatos mencionados no Mahabharata.
Entre os muitos objetos descobertos que demonstram e comprovam ainda mais a conexão de Dwaraka com o épico do Mahabharata é um selo gravado com a imagem de um animal de três cabeças. O épico menciona que tal selo foi dado aos cidadãos de Dwaraka como prova de identidade, quando a cidade foi ameaçada pelo rei Jarasandha do poderoso reino Magadh. O Dr Rao, do Instituto Nacional de Oceanografia da Índia, que foi fundamental para a realização de grande parte das escavações subaquáticas, diz:
“Os resultados das pesquisas em Dwaraka e as evidências arqueológicas encontradas são consideradas compatíveis com a tradição do Mahabharata e removem a persistente dúvida sobre a historicidade do Mahabharata, diríamos definitivamente que Krishna realmente existiu.“
Reprodução da costa de Dwaraka
Essas evidências provam além de qualquer dúvida que Kusasthali, um assentamento pré-Dwaraka existia (hoje uma ilha) em Bet Dwaraka. Os arqueólogos concluíram que esta primeira ocupação de Kusasthali foi fortificada e aconteceu durante o período histórico do Mahabharata e foi nomeado como Dwaraka.
Depois de perceber que os terraços eram estreitos, e não eram suficientes para o aumento da população, uma nova cidade foi construída alguns anos mais tarde, na foz do rio Gomati. Esta planejada cidade portuária também foi chamada como Dwaraka, acrescentando ainda mais credibilidade ao fato de que a história do Mahabharata não era um mito, mas uma fonte importante de fatos históricos da Índia.
A PERSONALIDADE DE SRI KRISHNA
Shri Krishna é mais conhecido na história cultural e religiosa da Índia como o Rei e Imperador de Dwaraka. De acordo com textos hindus antigos, a cidade era um novo reino fundado pelo clã de chefes Yadavas que fugiram do reino de Surasena devido ao medo do rei Jarasandha de Magadha.
Shri Krishna teria nascido à meia-noite de uma sexta-feira, do dia 27 de julho de 3.112 a.C., conforme a data e hora calculado por astrônomos na base das posições planetárias nesse dia registrados por Vyasa.
Shri Krishna – o protetor de Mathura, o senhor de Dwaraka e recitador do Bhagavad Gita no campo de batalha de Kurukshetra é uma das lendas mais duradouras de Bharata (como a Índia era conhecida nos tempos de Krishna). São entidades históricas reais Krishna e a cidade de Dwaraka? Para a maioria dos hindus, a resposta é um inequívoco sim. Alguns arqueólogos e historiadores também estão agora dispostos a aceitar que a fé do homem comum hindu tem uma base na mais completa realidade.
A localização da cidade de Dwaraka
Sri Krishna é uma personalidade imponente e é difícil separar o aspecto humano de sua vida a partir do divino no conceito sobre Krishna. Ele é um grande mistério e todo mundo já tentou entendê-lo à sua maneira, de acordo com a sua luz ou visão espiritual. Como um guerreiro ele não teve rival, como um estadista foi o mais astuto, como um pensador social foi muito liberal, como professor foi o mais eloquente, nunca falhando com um amigo e como um chefe de família foi o mais ideal.
A IMPORTÂNCIA DO PATRIMÔNIO
Dwaraka tem uma importância especial como um dos principais lugares de peregrinação da cultura hindu, conhecida como a capital do Reino de Sri Krishna. Também foi descrita como a terra do caçador Ekalavya. Dronacarya também tinha vivido aqui. Krishna decidiu construir uma nova cidade ali e colocou sua fundação num momento auspicioso. Ele nomeou a nova cidade como Dwaravati. Muito mais tarde o poeta Magha em sua obra Sisupalavadha Sarga, nos versos 31 em diante, descreve a cidade de Dwaraka, o Sloka 33 pode ser traduzido:
“O brilho amarelo do forte de ouro da cidade do mar jogando uma luz amarela por todo o espaço adjacente parecia como se as chamas da vadavagni saísse rasgando em pedaços ao mar.”
Antes da lendária cidade de Dwaraka ter sido descoberta alguns estudiosos (n.t. sempre os “eruditos”…) eram da opinião de que as histórias contadas no épico Mahabharata seriam apenas um mito, que seria inútil para procurar os restos de Dwaraka mesmo no mar. Outros sustentam que a batalha de Kurukshetra descrita no Mahabharata teria sido apenas uma briga de família exagerada em uma guerra.
Mas escavações feitas por Dr. S.R. Rao em Dwaraka provam que as descrições como encontradas nesses textos não devem ser descartadas apenas como mitos fantasiosos, mas devem ser tratados como fatos que aconteceram baseados em realidades históricas como pode ser visto pelos seus autores. A arquitetura da antiga cidade de Dwaraka, é majestosa e maravilhosa.
Dwaraka no continente, foi um dos portos mais movimentados do período histórico do Mahabharata e teve um fim repentino devido à fúria do mar. Após a guerra descrita no Mahabharata, Krishna viveu durante 36 anos em Dwaraka. No final desse período, os Vrishnis, Bhojas e Satvatas se destruíram em uma briga fratricida no Prabhasa mas Krishna não interferiu para salvá-los.
Os atos de destruição vistos por Sri Krishna, que aconselhou a evacuação imediata de Dwaraka esta indicado no Bhagavata Purana. A bela Dwaraka foi então abandonada por Hari (Krishna) para ser engolida pelo mar. A submersão teve lugar imediatamente após a partida de Sri Krishna do nosso mundo.
A CONSTRUÇÃO DE DWARAKA
Descrições interessantes sobre a sua construção são encontrados nos Puranas:
Temendo ataque de Jarasangh e Kaalayvan em Mathura, Sri Krishna e os Yadavas deixou Mathura e chegou à costa de Saurashtra. Eles decidiram construir sua nova capital na região costeira e invocar o Vishwakarma a divindade das construções. No entanto, Vishwakarma disse que a tarefa somente poderia ser concluída se Samudradeva, o Senhor do mar fornecesse alguma terra. Sri Krishna adorou a Samudradeva, que ficou satisfeito e deu-lhes novas terras emersas do fundo do oceano medindo 12 yojans para o Senhor Vishwakarma construir Dwaraka, uma “cidade dourada”.
Esta bela cidade também era conhecido como Dwaramati, Dwarawati e Kushsthali. Outra história diz que, no momento da morte de Sri Krishna, que foi atingido pela flecha de um caçador perto de Somnath em Bhalka Tirth, Dwaraka desapareceu afundando no mar.
A importância da descoberta de Dwaraka não reside apenas no fornecimento de evidências arqueológicas necessários para corroborar o relato tradicional da submersão da Dwaraka mas também indiretamente, que determina a data do épico do Mahabharata, que é um marco na história da Índia. Assim, os resultados provaram que a história do Mahabharata quanto à existência de uma linda cidade capital de Dwaraka de Sri Krishna não era um mero produto da imaginação, mas que de fato ela existiu. A Guerra descrita no Mahabharata ocorreu em 22 de novembro de 3.067 aC e o Bhagavad Gita foi compilado por volta de 500 a.C.
A SUBMERSÃO DE DWARAKA
Depois que Sri Krishna partiu da Terra de volta para a sua morada celestial, e os principais cabeças Yadavas foram mortos em lutas entre si; Arjuna foi para Dwaraka para buscar os netos de Krishna e as esposas Yadava e lavá-los para Hastinapur. Após Arjuna sair de Dwaraka, a cidade foi submersa no fundo do mar. Este é o relato de Arjuna, constante no Mahabharata:
“O mar, que sempre esteve batendo nas costas de Dwaraka, de repente quebrou o limite que lhe foi imposto pela natureza. Suas águas correram as ruas invadindo a cidade. Ele percorreu todas as ruas da bela cidade. O mar encobriu tudo na cidade. … Eu vi os belos edifícios ficando submersos um por um. Em questão de alguns momentos foi tudo soterrado pelo mar, que se tornou tão plácido como um lago. Não havia mais nenhum traço da cidade de Dwaraka, agora ela era apenas um nome; apenas uma lembrança”.
Templo na atual Dwarka
A cidade associada com Sri Krishna, que a teria fundado com a recuperação de 12 yojanas de terras ao mar. Durante seu passado glorioso, Dwaraka foi uma cidade de belos jardins, fossos profundos, e várias lagoas e palácios (Vishnu Purana), mas acredita-se que tenha submersa logo após o desaparecimento de Sri Krishna.
Devido à sua importância histórica e associação com o Mahabharata, Dwaraka continua a atrair os arqueólogos e historiadores, além de cientistas.
“O néscio pode associar-se a um sábio toda a sua vida, mas percebe tão pouco da verdade como a colher do gosto da sopa. O homem inteligente pode associar-se a um sábio por um minuto, e perceber tanto da verdade quanto o paladar sabe do sabor da sopa”. – Textos Budistas