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domingo, 15 de julho de 2018

ARQUIVO LAÉRCIO FONSECA - [VÍDEO]

O polêmico arquivo com as declarações do Prof. Laércio Fonseca feitas para a Pozati Filmes e que provocou a reação de alguns nichos da ufologia, enfim publicado. 
  • Cientistas se tornarão médiuns? 
  • A vida após a morte é a chave para compreender o fenômeno UFO? 
  • Os ETs atuam no meio de nós? 

Assista, avalie, reflita, pense e repense. Tire suas próprias conclusões.


segunda-feira, 28 de maio de 2018

Artista dos Quadrinhos Desvela o Astral em sua obra

Fernando Picheli ilustra saídas do corpo e saberes de budismo, teosofia, hinduísmo e espiritismo.


Por Ana Elizabeth Diniz

Um acidente de trabalho em 2002 levou a uma fratura do fêmur. Após a cirurgia, Fernando Picheli, 40, natural de Santo André, São Paulo, engenheiro projetista no ramo automobilístico, acordou sentindo muita dor na perna. Ela foi aumentando até ficar insuportável.

“Apaguei e, quando acordei novamente, eu estava sentado na cama do hospital, não sentia mais dores. A sensação era tão real que fiquei com receio de me levantar e apoiar os pés no chão. Aos poucos tomei coragem, fui descendo bem devagar e tive uma grande surpresa quando me vi andando no quarto. Eu realmente estava fora do meu corpo. Saí do hospital caminhando, eu podia ver muitas crianças brincando, era outra dimensão, um local extrafísico com uma energia maravilhosa, as cores eram vivas, eu conseguia sentir o ambiente alegre e contagiante. Me sentia muito bem, pude então flutuar e voar, a sensação de liberdade que sentia foi indescritível”, relembra Fernando.

Essa foi a primeira de muitas saídas espontâneas do corpo, que aconteciam quase todos os dias. Foi quando o artista passou a estudar sobre viagem astral para conseguir entender o que estava ocorrendo com ele.

Inspiração. Após sofrer um acidente em 2002, Fernando Picheli passou a fazer viagens fora do corpo e resolveu criar quadrinhos com a realidade de outras dimensões

“Naquela época, há 15 anos, eu desenhava algumas das coisas que via em minhas experiências, mas só a partir de novembro de 2014, com o auxílio da tecnologia, iniciei o projeto como as histórias em quadrinhos (HQs)”, comenta Fernando.

Nascia, assim, a HQ “Plano Astral”, que aborda um pouco desse mundo dimensional, misturando personagens fictícios em histórias de fantasia, recheadas de informações reais e extremamente úteis para aqueles que ousam romper a linha do materialismo.

“As experiências frequentes de saída do corpo me permitiram comprovar muitas coisas que antes eu só conhecia por meio da literatura espiritualista e se tornaram um grande acervo de informações para que eu pudesse utilizar em meu trabalho. Acredito que as ilustrações possam revelar minhas experiências em outras dimensões, o contato com consciências extrafísicas e ajudar aqueles que estão passando por situações parecidas a entender melhor o fenômeno da projeção astral”, analisa o quadrinista.

A realidade paralela, com a qual o artista se tornou íntimo, é fonte de inspiração para as histórias em quadrinhos. “A riqueza de informações, formas e sensações que venho experimentando por meio da projeção astral são a base para criar as histórias. Além disso, muitas das informações que coloquei na graphic novel são experiências que vivenciei. É incrível como aquilo que acreditamos ser apenas fantasia, na verdade, está muito mais próximo da realidade do que poderíamos imaginar. As dimensões além do plano físico são muito suscetíveis à forca do pensamento e às emoções. A interação é muito mais dinâmica, e as possibilidades, muito mais amplas. É esse ambiente que tento traduzir por meio dos desenhos”, observa o artista.

O trabalho do artista aborda outras correntes. “Não tem como separar. Os conceitos de imortalidade e reencarnação e o contato com espíritos estão integrados a meu trabalho. Procuro adicionar conhecimentos de doutrinas e filosofias como o budismo, a teosofia, o hinduísmo, a umbanda e também o espiritismo, que foi minha base”, diz ele.


Vivenciar outros mundos altera o sentido da morte

Desde pequeno, o artista teve muito contato com a doutrina espírita e com a umbanda. “Elas foram a base do meu conhecimento, auxiliaram muito minha formação. Procuro sempre abrir a mente para outras linhas de pensamento, pois acredito que todas elas bebem da mesma fonte de conhecimento, que é divina. Durante esses anos de pesquisa, estudo e prática da projeção, pude verificar que a linguagem nos planos mais elevados vai além de crenças e doutrinas, é algo simples e direto, a verdade é reconhecida pelo alto padrão dos sentimentos envolvidos”, diz Fernando Picheli.

O processo criativo é totalmente intuitivo. “Algumas vezes busco uma imagem que seja inspiradora, uma emoção, ou mesmo uma mensagem que quero transmitir. Essa informação muitas vezes vem em blocos, as ideias e as imagens vão surgindo na mente. Vou armazenando na memória ou faço rascunhos no papel para depois fazer a arte final. É um mundo gigantesco que vai se formando dentro da mente. Ele pode ter movimento, cenário, som ambiente e até música. É como construir várias cenas de um filme dentro da mente, depois vou juntando as partes e transferindo para o papel”, comenta.

Quando surgem dúvidas, Fernando se vale das experiências de projeção para entender e investigar o assunto do lado de lá. “De acordo com o tema que estou trabalhando é comum eu entrar em determinadas faixas de sintonia, que influenciam minhas experiências. Por exemplo, eu precisava saber como as roupas são plasmadas no plano astral, para poder representá-las em minhas histórias. Verifiquei que durante a projeção, nós geralmente criamos inconscientemente nossas vestimentas. Podem ser as roupas com as quais nos deitamos, elas estão em harmonia com o ambiente em que estamos inseridos”, ensina.

Para ele, o estudo dos vários planos existentes além do plano físico não é algo para ser usado após a morte: “Ela simplesmente não existe. O simples fato de comprovar isso e entender melhor as consequências de suas ações poderá ajudar o indivíduo a vivenciar seu dia a dia com mais sabedoria”.

Para ler, visite seu site, onde a graphic novel está disponível gratuitamente. É só clicar abaixo:


terça-feira, 11 de abril de 2017

Escritório Mal-Assombrado Causa Polêmica na Internet [VÍDEO]

"Atividade Paranormal" em escritório de Manchester, na Inglaterra, deixa internautas intrigados.


Imagens das câmeras de segurança de um escritório em Manchester, na Inglaterra, têm chamado à atenção de diversas pessoas, no vídeo uma cadeira, se movimenta sozinha, um monitor pisca sem “ninguém” mexer, uma maçaneta de porta de movimenta sem ninguém do outro lado, papeis são arremessados ao alto do nada.

No vídeo também é possível ver sombras se movendo pelas paredes e arquivos se abrindo no meio da noite.

Segundo o caçador de fantasmas, Scott Mackinnon a filmagem é falsa! “Algumas das cenas ‘capturadas por câmeras de segurança’ foram claramente editadas. Mas este vídeo é realmente bem feito e só alguém com um olhar treinado poderia perceber a montagem”, afirmou ele.


segunda-feira, 28 de novembro de 2016

A Sua RELIGIÃO está Preparada para Lidar com EXTRATERRESTRES?

Professor de astronomia da Universidade de Vanderbilt questiona como religiões reagirão se vida extraterrestre for descoberta um dia


Como a humanidade reagirá quando astrônomos encontrarem evidências sólidas da existência de vida além da Terra? Sem especulação. Sem dúvidas. O momento em que os cientistas anunciarem essa descoberta, tudo mudará. No mínimo, nossas filosofias e religiões precisarão incorporar essa nova informação.


Buscando sinais de vida

Até o momento astrônomos identificaram milhares de planetas na órbita de suas estrelas. Nesse ritmo de descoberta, milhões de outros serão descobertos ainda nesse século.

Agora que já encontraram planetas físicos, os astrônomos estão procurando por nossos vizinhos biológicos. Ao longo dos próximos 50 anos, eles darão início ao estudo provocador e detalhado de milhões de planetas, em busca de evidência da presença de vida acima ou abaixo das superfícies ou nas atmosferas desses planetas.

E é bem possível que os astrônomos encontrarão o que buscam. Apesar do fato de mais de um terço dos americanos acreditarem que alienígenas já visitaram a Terra, a primeira evidência de vida além do nosso planeta provavelmente não será descoberta por meio de sinais de rádio, homenzinhos verdes ou discos voadores. Em vez disso, um Galileu do século 21, usando um telescópio enorme, de uns 50 metros de diâmetro, coletará luz das atmosferas de planetas distantes, em busca de sinais de moléculas biologicamente significantes.

Astrônomos filtram essa luz distante por meio de espectrógrafo — prismas de alta tecnologia que permitem uma análise da luz em vários comprimentos de ondas diferentes. Eles estão em busca do que vai identificar moléculas que não existiriam em abundância nessas atmosferas na ausência de seres vivo. Os dados do espectrógrafo dirão se processos biológicos alteraram o ambiente do planeta.


Se não estamos sozinhos, quem somos?

Com a descoberta da luz de espectro em planetas distantes de elementos que só poderiam ser produzidos por seres vivos, a humanidade terá a oportunidade de ler uma nova página no livro do conhecimento. Nós não estaremos mais especulando sobre a possibilidade de existirem outros seres no universo. Saberemos que não estamos mais sozinhos.

Uma resposta afirmativa para a pergunta: “A vida existe em algum lugar no universo além da Terra?” levantará algumas questões imediatas e profundas cosmológicas e éticas sobre o lugar que ocupamos no universo. Se seres extraterrestres existirem, a minha religião e minhas crenças e práticas religiosas podem não ser universais. Se a minha religião não é universalmente aplicável para seres extraterrestres, talvez minha religião não precise ser oferecida ou forçada nos seres terrestres. Basicamente, talvez nós aprendamos algumas lições importantes aplicáveis em casa só de considerar a possibilidade de vida em outro planeta além do nosso.

No meu livro, eu investiguei os escritos sagrados das religiões mais praticadas ao redor do mundo, questionando o que cada religião tem a dizer sobre a singularidade e não-singularidade da vida na Terra e como, ou se, uma religião em particular funcionaria em outros planetas em partes distantes do universo.


Pecadores extraterrestres?

Vamos analisar a questão teológica aparentemente simples ainda assim muito complexa: extraterrestres poderiam ser cristão? Se Jesus morreu com o objetivo de resgatar a humanidade do estado do pecado no qual os humanos nascem, a morte e ressurreição de Jesus, na Terra, também redime outros seres perdidos que são nascidos em um estado parecido de pecado? E se for assim, por que os extraterrestres seriam tão pecadores? O pecado é algo construído no tecido do espaço-tempo do universo? Ou a vida pode existir em partes do universo sem ser em um estado de pecado e, logo, sem a necessidade de redenção que não necessita do Cristianismo? Várias soluções diferentes para os quebra-cabeças que envolvem a teologia cristã vêm à tona. Nenhuma delas satisfaz todos os cristãos.


Mundos mórmons

A escritura mórmon claramente ensina que outros mundo inabitados existem e que “esses inabitantes são nascidos filhos e filhas de Deus”. Na Terra, no entanto, o mundo dos mórmons, no qual Jesus, como é compreendido por eles, viveu e ressuscitou somente na Terra, é privilegiado. Além disso, as inteligências mórmons só conseguem alcançar seus próprios objetivos espirituais durante suas vidas na Terra, não durante suas vidas em outros mundo. Logo, para os mórmons, a Terra pode não ser o centro físico do universo, mas é o lugar mais privilegiado do universo. Essa visão sugere que todos os outros mundos são, de alguma forma, menos importantes do que a Terra.


Fé bahá’í sem viés

Membros da fé Bahá’í têm uma visão do universo que não tem viés a favor ou contra a Terra como um lugar especial ou os humanos como uma espécie especial. Os princípios para a fé Bahá’í — unificar a sociedade, abandonar preconceitos, tornar as oportunidades iguais para todas as pessoas, eliminar a pobreza — são sobre os humanos na Terra. Quem segue essa fé esperaria que qualquer criatura de qualquer lugar do universo venerasse o mesmo Deus que os humanos, mas talvez não das mesmas formas específicas da Terra.


Anos-luz da Meca

Para os muçulmanos, os pilares da fé exigem que eles rezem cinco vezes todos os dias na direção da Meca. Já que determinar a direção correta da Meca pode ser extremamente difícil em um planeta que gira rápido a milhões de anos-luz da Terra, praticar a mesma fé em outro lugar pode não fazer sentido. Ainda assim as palavras de Qu’ran são “Seja lá quais seres existem nos céus e na Terra, eles se dirigem a Alá”. Será que os muçulmanos terrestres podem aceitar que o que foi dito profeticamente na religião de Maomé é direcionado tanto para os humanos na Terra quanto em outros mundos que possuem seus próprios profetas?


Astrônomos como quebra de paradigmas

Em algum momento ao longo da história, as descobertas de astrônomos exerceram uma influência gigante na cultura humana. Astrônomos gregos “desachataram” a Terra — mesmo que vários deles escolheram esquecer esse conhecimento. Copérnico e Galileu, acadêmicos da Renascença, colocaram a Terra em movimento ao redor do Sol e moveram humanos para longe do centro do universo. No século 20, Edwin Hubble eliminou a ideia de que o universo sequer possui um centro. Ele demonstrou o que o universo era no começo do tempo e o que, bizarramente, o universo, o próprio tecido tridimensional do espaço, está se expandindo.

Fica claro que astrônomos não estão de brincadeira quando oferecem novas ideias para o mundo. Outra ideia de quebrar paradigma pode estar chegando aos nossos telescópios agora mesmo.

Não importa quais informações oferecem a sua teologia, você talvez tenha que lutar com os dados que astrônomos trarão para dentro de nossas casas no futuro próximo. Você precisará perguntar: é o meu deus o deus de todo o universo? A minha religião é terrestre ou universal? Conforme as pessoas trabalham para reconciliar a descoberta de vida extraterrestre com suas visões teológicas e filosóficas de mundo, a adaptação às notícias de vida além da Terra será desconfortável e talvez até perturbador.

*David a Weintraub é professor de astronomia da Universidade de Vanderbilt, nos Estados Unidos. Este texto foi publicado originalmente em inglês no The Conversation.

Através de OvniHoje.


sexta-feira, 17 de junho de 2016

A Filosofia por trás da DATA LIMITE - [VÍDEO]

Percorra os fundamentos filosóficos que guiaram a produção do documentário Data Limite segundo Chico Xavier com Juliano Pozati, um dos seus produtores. 

Produção de Rebeca Casagrande com direção de Fabio Medeiros.


Assista também:

sexta-feira, 10 de junho de 2016

GAROTO de 3 anos LEMBROU de sua VIDA ANTERIOR e identificou seu assassino

Ao longo da história, várias ideias e pensamentos sobre reencarnação estiveram presentes. Algumas teorias eram mais fáceis de acreditar e outras, nem tanto. Mas este tema em diversas culturas é um mito, ou pelo menos é o que pensam. Há casos de crianças que lembram coisas de vidas passadas que dificilmente poderiam aprender e de forma tão exata. É verdade que as crianças têm muita imaginação e podem chegar a acontecimentos de verdade com ocorrências do passado. 

Esta é a surpreendente história de um garoto de 3 anos que revelou o que aconteceu com ele em sua vida passada. Esta história poderia ser mais um caso de imaginação infantil, mas ao longo do artigo você vai ver como aconteceu e vai repensar se a reencarnação pode ser uma realidade.


Quando o garoto contou tudo o que lhe aconteceu, todos os investigadores ficaram atônitos quando ele provou com ações reais tudo o que aconteceu antes de sua própria morte em sua vida passada. A história desse garoto de 3 anos começou nas Colinas de Golã, perto da fronteira da Síria com Israel, onde nasceu o pequeno.

A história do menino é conhecida por muitos em Israel e Gaza, tendo sido também presenciada em primeira pessoa pelo doutor Eli Lasch, conhecido pelo desenvolvimento do sistema médico em Gaza como parte de uma operação do governo israelense na década de 1960. O médico morreu em 2009 e divulgou a diversos meios essa impressionante história sobre a qual livros já foram escritos.


O garoto pertencia à etnia dos drusos, que é uma minoria religiosa no local. Os sábios acreditam na reencarnação dos membros de sua etnia e, como parte dessa crença, quando nasce uma nova criança, procuram nela manchas que podem dar pistas de uma vida passada. 

Os drusos mais sábios são os mais velhos e buscam no recém-nascido essas marcas para comprovar se realmente se trata da reencarnação de um membro de sua etnia.

Se isso acontece e encontram alguma marca que possa ser a prova de reencarnação, esperam que a criança cresça e possa falar para que as confirme. Os sábios sabem que as crianças podem confundir acontecimentos atuais com acontecimentos passados, por isso esperam que tenham pelo menos 3 anos. Então falam com ela e mostram suas marcas e perguntam se lembram de algo. Caso a criança responda que se lembra de algo, é levada ao lugar descrito no qual afirma ter vivido uma vida passada. Se for algo extraordinário, se forma uma espécie de tribunal nativo para a investigação, dirigida por vários sábios da aldeia.

Quando esse menino nasceu, pensaram que seria outro menino normal, mas uma grande mancha vermelha em sua cabeça chamou a atenção dos sábios e eles chegaram à conclusão de que precisavam examiná-la no futuro. Mas esse exame não foi preciso, pois ao completar 3 anos, o garoto começou a contar a todo o mundo que havia sido assassinado com um golpe de machado na cabeça.

E isso não era tudo o que lembrava. O menino lembrava do seu próprio nome de sua vida passada e do de seu assassino. O homem que reencarnou nesse menino era um homem que desapareceu 4 anos antes e o assassino continuava vivo.

Dias mais tarde, levaram o garoto a um lugar onde havia muita gente reunida e lá ele contou sua história. De repente, o garoto parou e olhou fixamente para um lugar. Após 15 segundos foi correndo a esse lugar e parou justamente na frente de um homem. Perguntava: “Não é você? ...Não é você? ...diga... Não é você?”

O homem respondeu que sim, esse era seu nome e sobrenome, mas não era o assassino. O menino, ao escutar ele falar, se lembrou de muito mais coisas, contando à multidão que eles dois eram vizinhos e que ele o havia matado com um machado. Se tudo já era bastante estranho, ainda havia mais, o garoto disse mais coisas aos sábios.

Disse a eles o lugar exato onde seu corpo estava enterrado. Nesse mesmo lugar encontraram o esqueleto de um homem com um machucado na cabeça, que se parecia com a marca de nascimento do garoto, e o machado.

Todos ficaram observando o homem e a todos só restou reconhecer o que o pequeno dizia, que ele era o assassino desse homem que morreu. Entre a multidão estava o doutor Lasch, o único druso que esteve presente em todo esse incrível processo. Com a idade, as manchas de nascimento vão desaparecendo e pode ser que os drusos tenham razão e elas sejam marcas de feridas de morte de vidas passadas.

Se não for assim, como é possível que um garoto de 3 anos lembrasse os detalhes com tanta clareza e acertasse tudo? Como é possível que a marca de sua cabeça coincida com a marca do defunto? A reencarnação pode ser uma realidade. 


terça-feira, 22 de setembro de 2015

Ufologia com Dra. Mônica de Medeiros no Talk Show, da FlixTV - [VÍDEO]

No mês de aniversário, o programa Talk Show, bate um papo com a Dra. Mônica de Medeiros, falando sobre Ufologia Científica e Espiritualista.


Mônica de Medeiros é médica formada pela Unicamp, com especialização na Universidade de Illinois, em Chicago, entre 1988 e 1990, quando se tornou membro da Sociedade Internacional de Cirurgia. Além disso, Mônica é médium, mestre reikiana, abduzida e contatada, conferencista internacional e escritora. Fundadora da entidade espiritualista Casa do Consolador que faz cerca de 5000 atendimentos gratuitos mensais e tem forte obra social, distribuindo cerca de 4 toneladas de mantimentos (na forma de cestas básicas a famílias cadastradas e 500 almoços para moradores de rua, todo domingo), 1 tonelada de ração animal a protetoras cadastradas, enxovais de gestantes, roupas.

Como se não bastasse tudo isso, ela ainda é colaboradora da Revista UFO e a a Casa do Consolador será sede do IV Encontro de Ufologia Avançada de SP, nos dias 29 e 30 próximos.

No bate-papo com Celia Coev, Ufologia Científica e Espiritualista, a Medicina do futuro e temas relacionados.


Assista abaixo, o vídeo mencionado na entrevista, onde aparecem os OVNIs.


quarta-feira, 8 de julho de 2015

Capacidade de entrar em CONTATO COM ESPÍRITOS pode ser desenvolvida por meio de estudo e dedicação

Medo e curiosidade se misturam quando o assunto é o contato do homem com o mundo dos mortos. Enquanto diversas religiões têm explicações sobre o fenômeno, a ciência ainda tenta desvendar as causas e os efeitos dessa experiência.


Você já sentiu que estava sendo observado, mas, quando se virou para ver quem era, ninguém estava lá? Ouviu alguém dizer o seu nome sem haver ninguém por perto? Teve a impressão de ter sentido a presença de alguém quando estava sozinho em casa? Pode até ser que essas situações não tenham sido nada, mas pode ser também que espíritos estejam tentando se comunicar com você. Pelo menos é o que acreditam os médiuns, pessoas que desenvolveram a habilidade de se conectar, de uma forma ou de outra, com o mundo dos mortos. Segundo eles, sentir essas manifestações de vez em quando é comum, pois todos temos a capacidade de estabelecer esse contato. Decidir trabalhar ou não essa habilidade aparentemente inerente ao ser humano é uma escolha — e os caminhos, não necessariamente, precisam passar por alguma religião.

Ainda que o tema cause certo medo, é fato que o assunto desperta também uma boa dose de curiosidade. Adriana Noviski, autora do recém-lançado Na sala ao lado — Os mundos invisíveis e seus segredos (Editora Évora), é um dos exemplos de como a busca por informação é capaz de mudar paradigmas — e o modo como se encara a vida. Sem nem saber do que se tratava e, a convite de uma amiga, ela resolveu participar de um curso de cura espiritual. “Fui fazer quase que por intuição e descobri que era médium”, completa. A vivência e o trabalho voluntário posterior às aulas a inspiraram a contar as histórias que viu, por meio da personagem fictícia Amanda.

O atendimento a pacientes a deixou impressionada. “Sempre tive muita intuição, mas achava que era só isso”, comenta. “Existe uma diferença entre intuição e mediunidade. A mediunidade é conseguir ver algo a mais.” Sonhos premonitórios, vultos e mesmo percepções que vinham como flashes sobre problemas de pessoas próximas foram, segundo Noviski, o ponto de partida para que ela procurasse se aprofundar no tema. “Quis escrever o livro para encorajar outras pessoas, mostrar que é natural, porque já fui muito ridicularizada por isso.”

Um dos fundadores do Programa de Saúde e Espiritualidade do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (USP) e professor titular do Departamento de Psiquiatria da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), Alexander Moreira Almeida explica que, para fins de estudo, a mediunidade é definida como “uma experiência em que um indivíduo alega estar em comunicação com ou sob a influência de uma pessoa falecida ou de um outro ser não material”.

Depois de sofrer com problemas de saúde e
"crises de loucura", Maria Liosmira encontrou
a cura em um terreiro
O tema, inclusive, é familiar a todos nós — uma vez que está presente na base de grande parte das religiões. Como exemplos, Almeida cita Moisés e os profetas recebendo mensagens de Deus e dos anjos, Maomé recebendo mensagens do anjo Gabriel na composição do Corão, os oráculos gregos, os dons do Espírito Santo nas comunidades cristãs primitivas, bem como entre os católicos carismáticos e protestantes pentecostais. “Deve-se destacar que, especialmente no Brasil, nossas origens indígenas e africanas estão também fortemente permeadas por crenças e vivências ligadas à mediunidade”, completa. “Sendo assim, é uma experiência humana que precisa ser mais bem investigada.”

Sob as lentes da ciência
Há mais de um século, pesquisadores tentam entender do que se trata o fenômeno da mediunidade. O interesse nesse tipo de estudo, explica o psiquiatra, teve seu primeiro pico entre os séculos 19 e 20. Nos últimos anos, o tema parece ter voltado à tona. As experiências mediúnicas têm sido investigadas a fundo por pesquisadores há mais de 100 anos. Houve um grande interesse no tema na transição dos séculos 19 e 20 e,recentemente, houve uma retomada do interesse. Entre as principais hipóteses, estão fraude, doença mental, manifestações do inconsciente do médium, percepção extrassensorial (telepatia e clarividência) e sobrevivência da consciência/personalidade depois da morte corporal.

Desenvolvido pela Universidade de São Paulo (USP) em 2013, o trabalho “Neuroimagem e mediunidade: uma promissora linha de pesquisa”, de Julio Peres e Andrew Newberg, usava recursos da neuroimagem para investigar a mediunidade. Os pesquisadores chegaram à conclusão de que “regiões e sistemas cerebrais mediam os diferentes aspectos da experiência religiosa”, descartando, assim, a teoria ponto de Deus — que postulava um local no cérebro como responsável pela experiência com o divino. Os estudos sugeriram ainda que há uma maior atividade do córtex frontal e pré-frontal (áreas responsáveis pela motricidade voluntária) durante experiências religiosas. Outros achados incluem “um aumento da atividade nas redes atencionais relacionadas ao pensamento reflexivo durante tais experiências”. Os lobos frontal e parietal, segundo alguns levantamentos, são as áreas do cérebro correlacionadas com elementos psicológicos e cognitivos específicos dessas vivências.

Falando em investigação, para os cientistas, a existência de comunicação entre vivos e mortos não é o foco das pesquisas científicas. Para eles, o que importa mesmo é saber qual interpretação a pessoa que vivencia a experiência atribui a ela. Contudo, os estudos demonstram curiosidade em saber o que se passa no cérebro de um médium incorporado, apesar de as pesquisas sobre o assunto ainda serem esparsas. “Em linhas gerais, os resultados demonstram que as experiências espirituais como a mediunidade não estão ligadas a apenas uma região, mas a um complexo padrão de ativação de diversas áreas cerebrais”, afirma Alexander Moreira Almeida.

Com o psicólogo Julio Peres e Andrew Newberg, neurocientista norte-americano pioneiro no estudo neurológico de experiências religiosas e espirituais (conhecido como neuroteologia), Almeida participou de uma pesquisa que buscou descobrir as diferenças de funcionamento do cérebro de médiuns quando eles psicografavam em relação a quando escreviam um texto fora do estado de transe. O estudo, feito na Universidade da Pensilvânia (EUA), usou tomografias para comparar os resultados. “Eles mostraram que os textos psicografados eram mais complexos do que os escritos em estado normal de consciência”, resume. “Apesar disso, entre os médiuns mais experientes, ao contrário do que seria esperado, durante a psicografia, houve menor ativação de várias áreas cerebrais ligadas à construção do discurso e ao pensamento mais elaborado.”

A investigação neurocientífica de experiências espirituais abrange, ainda, a própria saúde mental dos médiuns, uma vez que pode existir a possibilidade de essa faculdade ser, na realidade, causa ou consequência de doenças mentais. Para os médiuns, uma boa notícia: de acordo com o psiquiatra, estudos recentes indicam que eles “possuem boa saúde mental e que essas experiências podem estar associadas a bons níveis de ajustamento social”.

Maria Liosmira Rodrigues dos Santos, 49 anos, passou por várias consultas até descobrir a razão pela qual acordava, sem explicação aparente, em qualquer lugar, menos na própria cama. Quando ainda era adolescente, por volta dos 19 anos, era comum que dormisse em casa e acordasse, por exemplo, no meio do mato. Durante os “acessos de loucura”, como ela define, sintomas como alucinações (via seres andando em telhados), gritos e pessoas que chamavam seu nome eram comuns. “Claro que o diagnóstico era sempre loucura”, resume a costureira e comerciante. Esquizofrenia e transtorno dissociativo de personalidade (mais conhecido como dupla personalidade) eram resultados frequentes nos veredictos dos médicos.

Se a saúde não está bem, não é somente o corpo que reclama: para Maria Liosmira, a mediunidade também se manifesta nessas ocasiões, seja com dores nas pernas, seja com fobias e dores de cabeça inexplicáveis, como no caso dela. “Depois de seis meses de consultas e exames, fui ser curada em um terreiro”, relembra. Quando se mudou para o Maranhão, ela encontrou, no município de Caxias, um povoado chamado Narazé do Bruno, um terreiro de terecó. A religião tem raízes afro-brasileiras e é mais popular em Codó, cidade maranhense a 300km de São Luís. Desde então, Maria Liosmira é mais conhecida pela alcunha de Dalila de Légua.

A linha adotada pela crença de Dalila de Légua é curadora, ou seja, se vale da chamada cura espiritual. Semelhante à umbanda, misturou-se a elementos do catolicismo, aos ancestrais indígenas e à encantaria. “Todo e qualquer culto afro, ou se procura por amor ou pela dor”, opina. Pelo amor seriam os curiosos, “que acham bonito”. A dor, para ela, é o caminho que mais leva à espiritualidade. “Não é uma coisa que se escolha, mas é possível desenvolver em qualquer religião”, resume. “Tem coisas na vida que não dá para se explicar. Somente depois que se vê o resultado é que se vai encontrar explicação. A questão é que, até hoje, nunca mais na minha vida acordei em mato, na rua. Nunca mais me perdi sem me encontrar. Reencontrei o sentido da vida.”

No espiritismo

De acordo com O Livro dos médiuns, de Allan Kardec, há oito principais tipos de médiuns:
Médiuns de efeitos físicos: aptos a produzir fenômenos materiais, como os movimentos dos corpos inertes, os ruídos etc.;
Médiuns sensitivos ou impressionáveis: pessoas capazes de sentir a presença dos espíritos por uma vaga impressão, uma espécie de arrepio que elas mesmas não sabem o que é;
Médiuns audientes: são os que ouvem a voz dos espíritos (mas não necessariamente transmitem o que ouvem);
Médiuns falantes: nessa modalidade, os espíritos agem sobre os órgãos vocais para verbalizar mensagens. Em geral, a pessoa se exprime “sem ter consciência do que diz e quase sempre tratando de assuntos estranhos às suas preocupações habituais, fora de seus conhecimentos e mesmo do alcance de sua inteligência”;
Médiuns videntes: são aqueles dotados da faculdade de ver os espíritos;
Médiuns sonâmbulos: para os espíritas, esse fenômeno é considerado como uma variedade da faculdade mediúnica. “Muitos sonâmbulos veem perfeitamente os espíritos e os descrevem com a mesma precisão dos médiuns videntes”, segundo o livro;
Médiuns curadores: têm o dom de curar por simples toques, pelo olhar ou mesmo por um gesto, sem nenhuma medicação;
Médiuns pneumatógrafos: são aqueles com aptidão para obter a escrita direta.

Fonte: O Livro dos médiuns, de Allan Kardec.

Na umbanda

A mediunidade é expressa de várias. Veja algumas modalidades mais comuns:
Intuição: por meio do pensamento, o médium recebe informações, conselhos ou mensagens dos espíritos;
Incorporação: acontece quando a vibração da entidade se sintoniza com a do médium. Pode ser total ou parcial; ou seja, a pessoa pode ou não se recordar do que aconteceu durante o processo;
Audição: o médium seria capaz de, literalmente, ouvir os espíritos;
Vidência: permite ao médium visualizar as entidades;
Clarividência: permite ao médium visualizar fatos do passado e/ou do futuro. Acredita-se que ele seja capaz de tomar conhecimento da vida em outros planos espirituais, bem como ver os corpos astrais e mentais das pessoas;
Transporte: acontece quando o espírito deixa o corpo para “dar uma volta”, ou seja, é capacidade de visitar outros lugares espiritualmente. Pode ser voluntário ou involuntário;
Desdobramento: quando o espírito do médium sai de seu corpo, vai a outro local e fica visível a outras pessoas;
Psicografia: acontece quando o médium recebe informações dos espíritos por meio da escrita.

Fonte: Centro Espírita Urubatan.

Para Ruy Meireles, do Centro Espirita Paz e Amor, a mediunidade é uma grande oportunidade de aprendizado

Tradução simultânea

Paulo Henrique Wedderhoff, coordenador do grupo de exercícios mediúnicos, um módulo do curso de estudos da Sociedade Brasileira de Estudos Espíritas (SBEE), diz que o caminho para desenvolver a mediunidade ao máximo leva, em média, cinco anos. Até lá, é possível perceber-se médium nas pequenas coisas, até mesmo quando se compartilha conhecimento. “Se você lê um livro que o impactou e divide esse conteúdo com alguém, você está mediando um conhecimento que veio de outro espírito que não é o seu”, exemplifica. “A mediunidade é muito extensa e não se limita à troca do polisistema cultural, espiritual e corporal.”

Para os espíritas, a mediunidade seria uma característica do ser. Uma vez que todos teríamos espírito, logo, todos seríamos médiuns. Mais que um dom, seria uma habilidade — que, como todas as outras, precisa ser estimulada e treinada até a perfeição. O objetivo da mediunidade, segundo Wedderhoff, é acessar pensamentos que estão nas “redes mentais”, algo como uma internet universal unindo encarnados de desencarnados. “Por isso a frase ‘orai e vigiai’. Não é para ficar com medo, mas para pensar no que se diz. No banco das ideias, o que manda é a qualidade do pensamento, que determina a qualidade do que se acessa.”

No espiritismo, Wedderhoff explica que o conceito de incorporação é um pouco diferente do que prega o senso comum. Segundo o religioso, o médium jamais se ausenta do próprio corpo. Seria algo como tradução simultânea, com a diferença de que, no processo mediúnico, o espírito emite um pensamento, com base em dados do seu acervo cognitivo e que recebe repassa as informações de acordo com suas habilidades. “Você (o médium) é titular de suas decisões. Se o espírito fala algo que você não concorda, você pode não passar isso para a frente”, reforça.

Antes de se render ao espiritismo, Ruy Barbosa Meireles, 64 anos, era católico de berço e cético a respeito das questões do além. Os velhos questionamentos — para onde vamos? De onde viemos? — pipocavam em sua mente. O aposentado, então, resolveu tirar as dúvidas com o padre, mas as repostas pareciam incompletas. Foi quando, há 25 anos, um amigo emprestou a ele o Livro dos Espíritos, obra fundadora da Doutrina Espírita, escrito por Allan Kardec (pseudônimo do educador francês Hippolyte Léon Denizard Rivail).

Hoje, Ruy comanda o Centro Espírita Paz, Amor e Caridade, na cidade goiana de Luziânia. O caminho até se tornar médium foi longo e permeado por anos de estudo e prática. Assim que adotou a doutrina, começou um curso de um ano e meio para iniciar o desenvolvimento da habilidade: seis meses exclusivamente focados na teoria e o restante em uma mistura de conhecimento e prática. “Foi aí que descobri que tinha sensibilidade mediúnica”, completa. “Sentia coisas, escutava barulhos e sentia presenças que não estavam ao meu lado, que se manifestavam como vultos.”

Antes de saber como essa habilidade funcionava, Ruy ignorava sinais que chama de “fatores mediúnicos”. A sensação de estar sendo observado (sem, de fato, ter alguém olhando) é um dos exemplos de que a sensibilidade para o mundo espiritual pode estar aflorada. “A mediunidade é uma faculdade orgânica do ser humano”, justifica. Como um motorista prestes a tirar a habilitação, além das palestras explicativas, quem quer evoluir tem na prática algo essencial para desenvolver a habilidade de se comunicar com o “outro lado.”

Basicamente, Ruy descreve esse processo como uma exposição aos objetos de estudo. Em uma sala, o médium responsável por conduzir a aula incorpora espíritos protetores, que irão garantir que tudo corra bem. Os alunos se concentram, esquecem o mundo exterior e são conduzidos a um estado quase meditativo. Os espíritos presentes, então, se aproximam dos alunos, para que saibam qual é a sensação de estar próximo a uma entidade. “Nesse contato, sinto um arrepio gostoso e, às vezes, desconfortável”, descreve. “É um bem-estar, uma alegria.” A última etapa (que demora anos até ser alcançada) é a incorporação propriamente dita.

Durante todo o processo, é crucial que a pessoa esteja tranquila e confiante. A aproximação do espírito, de acordo com Ruy, é sutil. “Não pense que é como ser atropelado por um ônibus”, compara. Além de incorporar entidades, ele também psicografa mensagens, tem vidência (capacidade de captar lampejos e impressões do que se passa no plano astral) e passa pelo processos de desdobramento (quando o espírito sai do corpo “hospedeiro” e, literalmente, passeia por outros locais). “A mediunidade é a grande oportunidade para aprender”, analisa. “Se incorporo um irmão sofredor, que passou por dificuldades, isso serve como exemplo para mim. Algo como: ‘Não faça isso, veja no que deu’.” 

A troca de espíritos

Na umbanda, acredita-se que as entidades se apresentem sob a forma fluidílica de caboclos, pretos velhos, crianças e exus. Quem explica é Pedro Miranda, presidente da União Espiritista de Umbanda do Brasil (Ueub). Segundo Miranda, cada uma dessas formas de apresentação tem uma finalidade, que vão desde os chamados passes magnéticos (transposição de energia para o corpo físico do paciente), à cura espiritual. Quando incorporado por uma dessas classes de entidades, o médium, segundo a crença umbandista, “divide” o espaço do corpo para que o espírito o use como ferramenta para ajudar quem precisa.

Aristóteles Talaguibonan Freitas Arruda, 33 anos, é um sacerdote da umbanda. O advogado conta que sua trajetória rumo ao desenvolvimento espiritual começou ainda criança. Aos 4 anos, ele já acompanhava os pais nos cultos. Por volta dos 8, os sinais de que era um médium de incorporação começaram a surgir. “Quando eu participava dos cultos, sentia palpitação, uma sensação de arrepio, até que entrei no estágio de transe”, descreve. Por ter começado tão jovem, Talaguibonan (seu nome espiritual) associa a mediunidade à discriminação. A discriminação sofrida na escola, para ele, ainda é um quesito marcante no que diz respeito à própria espiritualidade. “Passei por preconceito por conta da minha opção religiosa, que nem foi bem uma opção”, conta.

As guias (colares feitos com contas coloridas que fazem parte do uniforme dos médiuns) eram motivo de chacota, assim como as roupas brancas. Mesmo na faculdade, Talaguibonan conta que era excluído, por puro desconhecimento. “Eu era o macumbeirinho, o bruxo, qualquer coisa, menos religioso.” De qualquer forma, o advogado conseguiu prosseguir com sua missão espiritual. Hoje, pai de santo (cargo de alta importância no terreiro), não se ressente. Prefere tratar do tema como um aprendizado. “Ninguém ama o desconhecido, mas ele causa interesse, curiosidade. Faz com que as pessoas busquem se conhecer.”

Na espiritualidade, Talaguibonan conta ter encontrado seu canal para se religar ao sagrado. Por meio da mediunidade, ele diz ter acesso ao Deus que acredita. “É algo que me acalenta. Me considero um escolhido, um privilegiado.” Dependendo da entidade que recebe, ele conta que a sensação muda. Em linhas gerais, há um “apagão”: quando tudo termina, é como se nada tivesse acontecido. Algumas entidades, contudo, consomem grandes quantidades de bebida alcoólica e/ou tabaco, substâncias que causam uma certa rebordosa no médium no momento seguinte à incorporação. “Não fico bêbado, mas sinto a indisposição do álcool”, descreve.

A mediunidade, de acordo com Pedro Miranda, presidente da Ueub, é genérica e extensiva a todos os campos de entendimento. Na umbanda, ela é chamada de incorporação, embora o termo seja impróprio, na visão do religioso. “O espírito não entra no corpo. O guia vibra pelo nosso sistema nervoso, tocando nessas células, o que chamamos de desenvolvimento”, justifica. “As células vão se adaptando àquela vibração, até que se possam fazer a ligação que chamamos de incorporação.” Além dessa modalidade, há a mediunidade de audiência, visão e desdobramento astral. “Ela tem várias formas de apresentação, mas não há mistérios. A limitação da mente humana é que, às vezes, coloca mistério.”

Grande parte das entidades da umbanda já pisaram em terra firme e tiveram experiências no corpo físico. Desencarnados, foram preparados para trazer a quem ficou um pouco da experiência que tiveram e orientar a condução da vida de quem está na Terra. O objetivo do médium é o “trabalho”, termo que se refere ao ato de retribuir a habilidade, considerada uma dádiva dos seres humanos. “As entidades são portadoras de mensagens, não são nossas propriedades”, reforça. “Elas vêm para esclarecer, ajudar e curar aqueles que necessitam de auxílio espiritual.”

Ainda de acordo com o umbandista Pedro Miranda, todos temos uma vibração específica. Algumas se encaixam com o espiritismo, outras, com o catolicismo, e assim por diante. Fábio Araújo, 44 anos, vibra na faixa da umbanda desde cedo. Atualmente, ele se considera um sacerdote da religião. Desde os 12, incorpora entidades e trabalha ativamente em um terreiro desde então. “Nessa idade, você começa a aprender a viver, a saber o que é certo e errado. Ser médium me deu um rumo, uma direção.”

Filho de pais enérgicos, Fábio via na espiritualidade um ponto de apoio emocional que não encontrava dentro de casa. “Poucas pessoas que conheci na juventude estão vivas hoje. Muitas foram assassinadas, porque mexiam com coisas ilícitas”, comenta. “Tivemos uma adolescência muito complicada, sem aquele acompanhamento de pai e mãe. A espiritualidade foi o que me deu esse direcionamento.”

Quando está incorporado, Fábio não sente nada. Segundo ele, é como acordar de um sono pesado. Antes da entidade se aproximar, contudo, há uma série de “sintomas”. Os médiuns, primeiro, passam a mentalizar aquilo que buscam, como na meditação. Depois, a entidade “baixa”, no jargão da umbanda. Muitas vezes, a incorporação vem de uma vez, porém, na maioria dos casos, é resultado de um longo processo. “Cada ser humano tem a sua e ela aflora. São caminhos que se deve escolher.” 

Adaíldo diz que o candomblé manifesta "a força do amor"

Confessionário da alma

Presidente da Federação de Umbanda e Candomblé de Brasília e Entorno, Rafael Moreira explica que, diferente da umbanda, no candomblé há a incorporação de divindades da natureza, conhecidas como orixás, os deuses supremos — ou santos, no sincretismo com o catolicismo. Enquanto na umbanda as entidades (encarnadas ou desencarnadas) descem à Terra para atender a uma pessoa, no candomblé, o orixá descarrega o local (como uma limpeza espiritual). “Ele está acima das entidades. Oxalá, por exemplo, é a representação de Deus, ou seja, são as bênçãos maiores.”

Incorporar, contudo, não é uma finalidade na religião. Cada um tem um dom específico: alguns, para a incorporação de entidades voltadas para a ajuda social, como os umbandistas. Outros, para a incorporação de orixás. Há ainda os que não incorporem nem um nem outro. “O processo não se dá somente porque você vai ao terreiro”, reforça Rafael Moreira. “Cada ser humano tem sua missão na Terra, em qualquer crença.” Médiuns antigos teriam mais capacidade para se manterem conscientes ao longo do processo. “É como se fosse um confessionário”, compara. “Por mais que a pessoa veja e escute o que está acontecendo, não pode falar. Quem fala por ela é a entidade.”

No candomblé, a mediunidade funciona como uma meritocracia misteriosa: a decisão sobre quem será agraciado com o dom é dos orixás. “Sempre falamos que alguns vêm para a religião por vaidade, outros pela ajuda social, e outros porque não tem jeito: vão para um lado e para o outro, mas as entidades o trazem.” Para ser um bom médium, contudo, não basta ter essa faculdade ou estudar bastante. É preciso estar de bem não apenas com a própria espiritualidade, mas em todos os aspectos da vida. “Uma pessoa, para sair de si, tem que se entregar à incorporação.”

“Horrível!”. É assim que Adaíldo Lopes dos Santos, 47 anos, define sua primeira experiência de incorporação. Ele considera o início de sua história com o candomblé “engraçada”. Há 30 anos, o assessor técnico da Secretaria de Defesa da Mulher e da Igualdade Racial teve leucemia e nada parecia dar certo. Evangélico, ele superou seus preconceitos e resolveu conhecer um culto da umbanda. Na primeira vez que pisou no terreiro, incorporou o caboclo Sete Flechas. Lá, aprendeu a única cura bem-sucedida, segundo ele. “Não era uma doença, era só uma cobrança de santo”, justifica. Cobrança de santo, de acordo com o religioso, significa uma oportunidade de se encontrar no mundo dos orixás, como se as entidades o estivessem chamando.

Antes de acabar no terreiro, o plano inicial era ir para uma vigília evangélica (reuniões de oração, louvor e pesquisa bíblica). Com a mudança de planos, Adaíldo colocou a Bíblia debaixo do braço e foi, rumo ao desconhecido. “Não estava com medo. Estava, na realidade, observando o que acontecia e criticando por dentro.” O servidor público tomou coragem por lembrar as vezes que assistiu, escondido, a irmã, umbandista de longa data, praticar os rituais. “Nesse dia, eu estava indo para o culto, escutei o tambor e o segui”, relembra.

Adaíldo não achou a sensação de incorporar muito agradável da primeira vez. “Parece que eu tinha tomado um litro de cachaça. A minha cabeça rodava o tempo todo e o chão balançava comigo.” Depois disso, ele apagou. Não se lembra de nada do que foi dito pelas entidades, só sabe o que lhe contaram. Hoje, é sacerdote do candomblé e comanda um terreiro em Luziânia (GO). Para ele, a mediunidade se desenvolve de várias formas, mas, principalmente, no respeito ao próximo. “Quando eu era evangélico e chegava em uma casa de candomblé, não  respeitava aquela pessoa. Tudo o que eles estavam fazendo, para mim, era em adoração ao satanismo”, analisa. “Depois que você recebe essa energia, descobre que há uma força muito além de tudo isso, que é a força do amor, do respeito.”

Contar a novidade para a família evangélica foi um desafio. Quando aderiu à religião, aos 17 anos, até tomar coragem para falar, Adaíldo aproveitava quando faltava luz para acender velas e oferecê-las para as entidades. “Quando eles descobriram, fui criticado por uns, enquanto outros tiraram o chapéu”, descreve. Adaíldo tem irmãos pastores e irmãs missionárias, mas garante que, quando todo mundo se reúne, o assunto religião não gera polêmica. “Nós nos respeitamos como família.” 

Estudos espirituais

Não é de hoje que a ciência busca entender como funcionam algumas manifestações religiosas. A mediunidade não é exceção. Veja alguns exemplos de trabalhos importantes que tentaram desvendar um pouco do desconhecido:

  • No estudo Fenomenologia das Experiências Mediúnicas, Perfil e Psicopatologia de Médiuns Espíritas, de 2004, o psiquiatra Alexander Moreira de Almeida estudou 115 médiuns com o objetivo de definir o perfil sociodemográfico e a saúde mental dessas pessoas, bem como a fenomenologia e o histórico de suas experiências mediúnicas. Os participantes responderam vários questionários — como o Self-Report Psychiatric Screening Questionnaire (SRQ), instrumentos planejados para triar transtornos mentais. A conclusão foi que “os médiuns estudados evidenciaram alto nível socioeducacional, baixa prevalência de transtornos psiquiátricos menores e razoável adequação social”;

  • Em sua tese de doutorado, pela Unicamp, a historiadora Eliane Moura da Silva analisou a relação entre psiquiatria, espiritismo e doenças mentais, ou “o processo de construção da representação da mediunidade enquanto loucura”. O foco do estudo foi o período entre 1900 e 1950, quando essas experiências  passaram a ser interpretadas pelos psiquiatras como causa e/ou manifestação de doenças mentais;

  • Há também estudos recentes investigando a origem da mediunidade, buscando desvendar se médiuns podem realmente obter informações que não estão disponíveis a eles pelas vias convencionais. O vídeo Pesquisa sobre cartas psicografadas por Chico Xavier (disponível no YouTube), foi feito pelo Núcleo de Pesquisa em Espiritualidade e Saúde da UFJF (Nupes) em uma pesquisa para a USP, em parceria com a Universidade Federal de Juiz de Fora, o tema é abordado a partir do contexto histórico da mediunidade.


Fonte: SaúdePlena

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Paulo Neto - O Médium e sua História de Trabalho e Cura


Uma rotina incansável de viagens, por centros espíritas de diversas cidades, longínquos estados e grandes distâncias. Os números impressionam. São centenas de atendidos por dia, até 2 mil km percorridos em apenas um mês. E isso tudo aos 81 anos de idade. Esta é a maratona de Paulo Neto, um mineiro da pequena cidade de Grupiara que percorre o país contribuindo para a cura de milhares, com a suposta ajuda dos espíritos, há quase 30 anos.

Paulo Neto
A cura, como se pode deduzir, é de difícil comprovação. Não há estudos científicos sobre seu trabalho e sobre os atendidos. Mas não se podem desprezar os inúmeros testemunhos daqueles que se disseram curados após serem atendidos por Paulo Neto, chamado de médium de cura de acordo com a nomenclatura espírita.

Responsável ou não pelas curas proclamadas por diversas pessoas, de todos os níveis sociais e culturais, Paulo Neto é um peregrino incansável. Mesmo idoso, se diz revigorado pela oportunidade de contribuir com o bem-estar de milhares. Seu combustível é o prazer de ajudar, que supera as dificuldades de um homem comum, dedicado a uma causa Maior, além da matéria.

Típico mineiro, de fala mansa, tímido, e hábil contador de histórias, Paulo Neto não costuma se referir a si mesmo no singular. Com frequência, inicia frases com “nós” e “a gente”, por força da humildade. De hábitos simples, conquista pela simpatia, fruto daquela alegria de quem aprendeu a valorizar as belezas da vida após enfrentar os obstáculos inerentes a ela.

Sua vida pode ser dividida em dois momentos: antes e depois do início do trabalho nas casas espíritas. De cada período, soube tirar boas lições. O primeiro foi marcado pelo casamento, com Dona Elenita, sua incansável companheira de viagem até hoje, e pela criação dos três filhos, sustentados com a lida no Exército.

Dos tempos de Forças Armadas, adquiriu a disciplina e a dedicação que o tornaram médium de confiança, das pessoas e dos espíritos. Apesar do bom aprendizado, deixa claro que guarda poucas lembranças deste período, que consumiu “35 anos, 5 meses e 12 dias” da sua vida, como ele mesmo ressalta, sem esconder a alegria pelo fim do trabalho militar.

Foi somente com a aposentadoria que ele pôde iniciar o trabalho mediúnico, em 1983. Sem cerimônias, diz que foi apresentado à tarefa por um espírito de vibrações elevadas que se manifestara através de um amigo médium. “Não houve nada especial, foi apenas um chamado para o trabalho. Nunca aconteceu nada especial”, conta Paulo Neto, com sua conhecida simplicidade.

“Tinha um amigo que recebia uma entidade de muita luz, que determinou que eu deveria fazer um tratamento de cura. Eu estranhei. Foi uma surpresa para a gente. Eu disse: o senhor poderia arranjar outra pessoa melhor”, relembra, ciente de suas limitações. “Porque eu nasci assim, meio tímido. Nunca me destaquei em nada na vida. Mas tudo o que me mandaram fazer, eu fiz. Dou tudo de mim em prol do que me proponho a fazer”.

Apesar do chamado, Paulo Neto manteve o jeito mineiro desconfiado de ser e resolveu testar sua própria capacidade. Em Araguari (MG), onde morava na época, visitou um doente que estava preso à cama há anos, sem possibilidades de andar. “Eu olhei para ele e pensei: este aí não vai levantar nunca, né? Achava que não tinha solução. Mas fiz o que me mandaram. Na outra semana, ele já estava dirigindo”, destaca, recordando o primeiro de muitos casos que viria a tratar nas décadas seguintes.

Feliz pelo resultado, ganhou confiança. “Pois então, acho que esse negócio vai dar certo”, afirmara. Paulo Neto partiu em busca do trabalho. Inicialmente recebia os atendidos em casa. Mas, aos poucos, percebeu que precisava ir além dos próprios muros. E, ao buscar as casas espíritas, enfrentou os primeiros obstáculos no trabalho espiritual. Muitas se recusaram a recebê-lo. “Algumas tinham medo porque poderia comprometer a Doutrina Espírita. Outras eram contra mesmo. A gente ainda enfrenta muita dificuldade”, revela.

Chico Xavier

As portas só se abriram com a ajuda de Chico Xavier, o médium mineiro mais conhecido do Brasil. “O Chico disse que devemos ajudar, servir, socorrer, amparar. E o que ele dizia era lei”, lembra Paulo Neto, que ganhou a aprovação de Chico em uma conversa decisiva em Uberaba. “Quando eu cheguei, ele estava todo cheiroso. Aí perguntei: ‘Por que tanto perfume para falar comigo?’”, recorda, entre risadas. “Aí ele foi me olhando e disse: ‘Você precisa trabalhar’. Eu pensei: ‘Ele já está me insultando. Não é isto o que eu esperava’”.

“Mas foi só aí que entendi que eu precisava de serviço. Antigamente, eu limitava meu trabalho a 200 pessoas por dia. Depois que o Chico determinou que eu tivesse que trabalhar, nunca mais limitei [o número de atendidos]”, afirma.

A aprovação de Chico não neutralizou todos os obstáculos. Até hoje Paulo Neto enfrenta resistência de casas e federações espíritas. Mas ele perde pouco tempo falando sobre as dificuldades, ofuscadas pela alegria de ver seu trabalho gerando boa recepção entre o público. É com sorriso no rosto que ele narra os inúmeros casos atendidos. A retribuição das pessoas, na forma de carinho e amor, serve de estímulo para as maratonas do médium pelo Brasil.

O apoio da família também é fundamental. Desde que iniciou seu périplo pelos mais distantes estados do país, há exatos 29 anos, ele viaja acompanhado da esposa, enquanto seus três filhos moram em Campinas (SP). O casal inicia o trajeto por Minas Gerais, onde percorre cerca de 2 mil km somente em janeiro. Depois alcança as cidades de Goiânia e Brasília, passando por Mato Grosso do Sul. Na sequência, desce para São Paulo e Paraná.

Sem cobrar nada pelo atendimento, Paulo Neto ainda despende boa parte de sua aposentadoria de reservista nas viagens, sempre de carro. “Viajo com meus próprios recursos. Não aceito nada de ninguém”, destaca. A tarefa mediúnica também não contempla férias. “O trabalho já é umas férias. A gente não sente cansaço. Nós nos realizamos junto com aqueles que sofrem”.

Suas “férias” se resumem ao atendimento mais próximo de casa, em Campinas, onde costuma concentrar seu trabalho em dezembro. “Trabalhamos menos nessa época porque as casas espíritas estão envolvidas com o Natal [atuação assistencial]”.

A Cura

Nas casas espíritas que visita, Paulo Neto, segundo explica, ajuda a promover a cura espiritual apenas com a imposição das mãos, sem qualquer intervenção cirúrgica. O médium serve supostamente de instrumento para a atuação de grupos espirituais especializados, através de sua forte intuição e do seu próprio poder de cura.

“Sinto as entidades que formam as equipes de trabalho. Nunca vi ou ouvi [os espíritos]. Só tenho essa mediunidade de cura. Eles não me deixam ver porque tenho que estar em sintonia. Se eu enxergar, não conseguiria fazer o atendimento ao mesmo tempo”, conta.

E, com esse apoio da espiritualidade, Paulo Neto já chegou a atender perto de 2 mil pessoas por dia no início do seu trabalho. Com o passar do tempo, a idade o obrigou a reduzir o ritmo. Aos 81 anos, o médium já apresenta saúde debilitada. Em 2011, precisou interromper temporariamente o atendimento por causa de uma pneumonia e de um problema no coração.

Paulo Neto, então, recebeu o devido auxílio dos espíritos, segundo revela. Mas a saúde frágil o obrigou a cancelar os planos de voltar a atender fora do país, como já havia feito na Itália e na Grécia. Sem poder se arriscar longe do Brasil, manteve a rotina em solo nacional.

Sua tarefa, contudo, não deverá se estender por muito mais tempo. Ele conta que, ao sair do hospital em 2011, foi avisado pelos espíritos que teria uma moratória, um tempo extra nesta encarnação, de aproximadamente 5 anos, uma vez que já cumprira com suas funções.

O “prazo de validade” não parece incomodá-lo. “Eu não sou dono de nada, nem da minha vida. Se eles quiserem me levar, estou pronto para a despedida. Só gostaria de ficar aqui em função do trabalho. Mas, no dia em que eu não puder mais trabalhar, não preciso ficar aqui. Quero ser útil”.

Fonte: MentePlural

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Chico Xavier e o Contato Extraterrestre

Relembrando o programa de entrevistas Pinga-Fogo, do qual Chico Xavier participou por duas vezes em 1971, sendo o maior record de audiência do programa e diante da recente polêmica a respeito de Chico ter ou não falado sobre a Data Limite de 2019, como momento derradeiro da humanidade, colocando mais lenha na fogueira, trazemos o trecho onde ele fala sobre extraterrestres.


Veja mais a respeito deste assunto em:

terça-feira, 5 de maio de 2015

Onde estaria o espírito de Hitler?

O texto que publico abaixo é da autoria de Geraldo Lemos Neto baseado em suas conversas com Chico Xavier.


(…) Perguntei ao Chico sobre Hitler. Onde estaria o espírito de Hitler ? Chico então me contou uma história muito interessante. Segundo ele, imediatamente após a sua desencarnação, o espírito de Hitler recebeu das Altas Esferas uma sentença de ficar 1.000 anos terrestres em regime de solitária numa prisão espiritual situada no planeta Plutão. Chico explicou-me que esta providência foi necessária não somente pelo aspecto da pena que se lhe imputara aos erros clamorosos, mas também em função da Misericórdia Celeste em protegê-los da horda de milhões de almas vingativas que não o haviam perdoado os deslizes lamentáveis. Durante este período de 10 séculos em absoluta solidão ele seria chamado a meditar mais profundamente sobre os enganos cometidos e então teria nova chance de recomeçar na estrada evolutiva. 
Quando o espírito de Gandhi desencarnou, e ascendeu aos Planos Mais Altos da Terra pela iluminação natural de sua bondade característica, ao saber do triste destino do algoz da humanidade na II Grande Guerra Mundial, solicitou uma audiência com Jesus Cristo, o Governador Espiritual da Terra, e pediu ao Cristo a possibilidade de guiar o espírito de Hitler para o Bem, o Amor e a Verdade. Sensibilizado pelo sacrifício de Gandhi, Nosso Senhor autorizou-o na difícil tarefa e desde então temos Gandhi como dos poucos que se aproximam do espírito de Hitler com compaixão e amor…

Impressionado perguntei ao Chico: Então Chico, o Planeta Plutão é um planeta penitenciária ?

E ele me respondeu : É sim, Geraldinho. Em nosso Sistema Solar, temos penitenciárias espirituais em Plutão, em Mercúrio e na nossa Lua terrena. Eu soube por exemplo que o espírito de Lampião está preso na Lua. É por isso que alguns astronautas que lá pisaram, sentindo talvez um frio na alma, voltaram à Terra meio desorientados e tristes. Soube de um até que se tornou religioso depois de estar por lá ! 
Como vemos o nosso Chico era capaz de desvendar muitos mistérios em torno da organização da vida mais além ! E com que simplicidade e naturalidade ele nos falava dessas coisas …”

Sabemos por estudos e revelações mediúnicas que alguns orbes são sistemas penitenciários. Um bom exemplo disso é a Lua, no seu lado escuro possuindo uma prisão espiritual onde se encontram os espíritos à espera do exílio espiritual do planeta terra no seu momento de evolução.

Espero que o texto tenha ajudado nas dúvidas! Muita Paz!


quarta-feira, 15 de abril de 2015

Militares (EUA) confirmam Chico Xavier e a Data Limite de 2019

Militares atestam acerca da intervenção extraterrestre quanto às armas nucleares desde outrora já em curso em nosso mundo.

Para quem nunca ouviu falar sobre o assunto, Chico Xavier abriu caminho para o leitor se aprofundar no tema da Data Limite pela qual a humanidade será avaliada por 50 anos, em ocasião de sua participação no programa Pinga Fogo, em 1971 e à confissão feita a Geraldo Lemos Neto (fundador da Casa de Chico Xavier, Pedro Leopoldo-MG). Este período de prova consiste na obrigatoriedade de não haver um holocausto bélico pelo prazo de 50 anos, a partir de 20 de julho de 1969.

Clique na imagem para ampliar.
Caso alcançarmos esta data sem o referido dissabor, a humanidade galgaria avanços extraordinários desde então. Avanços em todas as áreas do conhecimento e desenvolvimento e, os extraterrestres teriam permissão para nos contatar formalmente, caso julguem conveniente.

“O Tema da transformação da Terra de mundo de expiação e provas para mundo de regeneração, levantado pelo próprio codificador da Doutrina Espírita, Allan Kardec, sempre interessou e intrigou Geraldo Lemos Neto, fundador da Casa de Chico Xavier, de Pedro Leopoldo (MG).

Com 19 anos de idade, já tendo lido e estudado toda a obra de Kardec, conheceu o médium Chico Xavier, amigo da família desde os tempos de sua meninice em Pedro Leopoldo.
(…)
Perguntei, então, ao Chico a que avanços ele se referia e ele me respondeu: “Nós alcançaremos a solução para todos os problemas de ordem social, como a solução para a pobreza e a fome que estarão extintas; teremos a descoberta da cura de todas as doenças do corpo físico pela manipulação genética nos avanços da Medicina; o homem terrestre terá amplo e total acesso à informação e à cultura, que se fará mais generalizada…


Leia mais a respeito em:
=> .: A Profecia de Chico Xavier para 2019
=> .: DATA LIMITE, segundo Chico Xavier - [DOCUMENTÁRIO/VÍDEO]