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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

Exercício de Pandemia Global por Coronavírus em N.York há 3 Meses levanta Sérias Suspeitas

Foi Realizado Exercício de Pandemia Global por coronavírus em N.York, há 3 meses, com previsão de 65 milhões de mortos e início no BRASIL.


Evento 201, SIMULAÇÃO de PANDEMIA GLOBAL em NEW YORK à 3 MESES ATRÁS: O Johns Hopkins Center for Health Security, em “parceria com o “Fórum Econômico Mundial” e a “Fundação Bill e Melinda Gates”, sediou o Evento 201, um exercício de pandemia de um coronavírus de alto nível em 18 de outubro de 2019, em Nova York, NY. O exercício ilustrou áreas em que parcerias público-privadas serão necessárias durante a resposta a uma pandemia global severa, a fim de diminuir o impacto das conseqüências econômicas e sociais globais em larga escala. O número de vítimas estimado foi de 65 milhões de mortos e a PANDEMIA GLOBAL teria início no BRASIL com o vírus se disseminando de fazendas de criações de porcos.

Um ‘exercício’ foi simulado há três meses em New York sobre uma pandemia Global de coronavírus com 65 milhões de mortos, com a erupção começando no BRASIL, em fazendas de criação de porcos


“A vítima da manipulação mental não sabe que ela é uma (ignorante) vítima. Para ele, os muros de sua prisão são invisíveis, e ele acredita ser livre”.  –  Aldous Huxley

Nos últimos anos, o mundo viu um número crescente de eventos epidêmicos [SARS, Ebola, H1N1, etc], totalizando aproximadamente 200 eventos anualmente. Esses eventos estão aumentando e prejudicam a saúde, as economias e a sociedade de modo geral. O gerenciamento desses eventos já prejudica a capacidade global, até mesmo na ausência de uma ameaça de pandemia.

Uma “estranha coincidência”, a elite se reúne em N. York apenas três meses antes para discutir a erupção de uma PANDEMIA GLOBAL, com origem nas fazendas de criação de porcos no… BRASIL!

Os especialistas concordam que é apenas uma questão de tempo até que uma dessas epidemias se torne global – uma pandemia com consequências potencialmente catastróficas. Uma pandemia severa, que se torna o “Evento 201″, exigiria cooperação confiável entre várias indústrias, governos nacionais e instituições internacionais importantes.

Especialistas em saúde pública emitiram um aviso ameaçador sobre uma pandemia de coronavírus há apenas três meses [em outubro]. O corona vírus em sua simulação matou 65 milhões de pessoas.

Um cientista da Johns Hopkins Center for Health Security no ano passado modelou o que aconteceria se um coronavírus fictício atingisse uma escala pandêmica global. No cenário simulado há três meses, 65 milhões de pessoas morreriam em 18 meses.

Eric Toner, um cientista do Johns Hopkins Center for Health Security, não ficou chocado quando surgiram notícias de um misterioso surto de coronavírus em Wuhan, na China, no início de janeiro. Menos de três meses antes, Toner havia realizado uma simulação de uma pandemia global  envolvendo PANDEMIA GLOBAL por um coronavírus.

Os coronavírus geralmente afetam o trato respiratório e podem levar a doenças como pneumonia ou resfriado comum. Um coronavírus também foi responsável pelo surto de síndrome respiratória aguda grave (SARS) na China, que afetou cerca de 8.000 pessoas e matou 774 no início dos anos 2000.

“Penso há muito tempo que o vírus mais provável que poderia causar uma nova pandemia seria um coronavírus”, disse Toner, sendo profético.

O surto de coronavírus em Wuhan foi finalmente considerado uma PANDEMIA GLOBAL na última quinta feira (30), com o vírus sendo relatado já em 23 países. A simulação de Toner de uma hipotética pandemia mortal de coronavírus sugeriu que, após seis meses, quase todos os países do mundo teriam casos do vírus. Dentro de 18 meses, 65 milhões de pessoas poderiam morrer.

Uma pandemia viral por um coronavírus como o de Wuhan, na China poderia matar 65 milhões de pessoas

A simulação de Toner imaginou um vírus fictício chamado CAPS. A análise, parte de uma colaboração com o Fórum Econômico Mundial e a Fundação Bill e Melinda Gates, analisou o que aconteceria se uma pandemia global se originasse nas fazendas de porcos no BRASIL. (O vírus Wuhan se originou em um mercado de frutos do mar que vendia animais vivos).


AGORA A REALIDADE OCORRENDO NA CHINA: 

Quase duas semanas desde o início da epidemia de Coronavírus na China, que agora resultou em mais de 100.000 chineses em observação e mais de 210 pessoas mortas, com 9.821 casos confirmados, os EUA finalmente fizeram a coisa certa quando na tarde dessa quinta-feira o DoD-Departamento de Estado dos EUA alertou os americanos a não viajarem para a China por causa do alastramento do surto de coronavírus. Apesar da gravidade da situação, somente nessa quinta feira [30] a Organização Mundial de Saúde [WHO] decidiu declarar o surto de coronavírus da China uma PANDEMIA GLOBAL O vírus chegou à Índia, Itália e Filipinas. A Rússia fechou todas as fronteiras com a China e várias empresas aéreas cancelaram seus voos de e para a China.

O vírus na simulação de Toner seria resistente a qualquer vacina moderna. Seria mais mortal que o SARS, mas quase tão fácil de pegar quanto a gripe. O surto do exercício começou pequeno: os agricultores brasileiros começaram a apresentar sintomas que se assemelhavam à uma gripe ou pneumonia. A partir daí, o vírus se espalhou para bairros urbanos lotados e empobrecidos do Brasil e dai para toda a  América do Sul.

Os voos seriam cancelados e as reservas de viagens cairiam 45%. As pessoas disseminariam informações falsas nas mídias sociais. Após seis meses, o vírus se espalhou pelo mundo todo. Um ano e meio depois, havia matado 65 milhões de pessoas de acordo com os resultados do exercício feito em New York. A pandemia   de gripe  espanhola de 1918, por outro lado, matou 50 milhões de vidas.

A pandemia global hipotética por coronavírus simulada de Toner também desencadeou uma crise financeira global: as bolsas de valores caíram de 20% a 40% e o produto interno bruto global caiu 11%. “O ponto que tentamos enfatizar em nosso exercício em outubro é que não se trata apenas das consequências para a saúde”, disse Toner. “É sobre as consequências para as economias e as sociedades”.

Ele acrescentou que a atual PANDEMIA GLOBAL pelo coronavírus Wuhan também pode ter efeitos econômicos significativos se o número total de casos continuar a crescer e atingir os milhares [algo que já aconteceu]

Na simulação do fictício coronavírus CAPS, os cientistas não conseguiram desenvolver uma vacina a tempo de interromper uma pandemia global. Essa é uma suposição realista: mesmo os coronavírus reais como SARS ou MERS (um vírus que matou mais de 840 pessoas desde 2012) ainda não têm vacinas.


“Se pudéssemos fazer isso para que pudéssemos fazer uma vacina dentro de meses, em vez de anos ou décadas, isso seria uma mudança de jogo”, disse Toner. “Mas não é apenas a identificação de vacinas em potencial. Precisamos pensar ainda mais sobre como elas são fabricadas em escala global e distribuídas e administradas às pessoas”.

Se os cientistas não encontrarem uma maneira de desenvolver vacinas mais rapidamente, ele disse que surtos perigosos continuarão a se espalhar. Isso ocorre porque as cidades estão ficando cada vez mais lotadas e os humanos estão invadindo os espaços geralmente reservados para a vida selvagem, criando um terreno fértil para doenças infecciosas. “Faz parte do mundo em que vivemos agora”, disse Toner. “Estamos em uma época de epidemias.”


MUNDO REAL: EMPRESAS AÉREAS ENCERRAM VOOS PARA A CHINA

United, Delta e American Airlines disseram nessa sexta-feira (31) que estavam suspendendo todos os vôos entre os EUA e a China, o mais recente de uma série de movimentos, já que as transportadoras buscam conter a disseminação global do coronavírus mortal que se originou na província de Hubei.

Você quer mesmo saber como esse coronavírus “surgiu na China” e se espalhou pelo mundo em pouco tempo? Ao pesquisar os arquivos de registros de patentes nos EUA on-line, foi descoberto o registro de uma patente de Coronavírus concedida para o C.D.C. –  Centers for Disease Control and Prevention [se trata do principal instituto nacional de saúde pública dos EUA. 

O C.D.C. é uma agência federal dos EUA sob o United States Department of Health & Human Services (HHS)] que tem sua sede em Atlanta, Geórgia. Assim emerge um fato indiscutível, o de que o “DONO” DESSE VÍRUS MORTAL E SEU CRIADOR é o PRÓPRIO C.D.C. (Centro de Controle e Prevenção de Doenças).

Esta imagem de arquivo sem data divulgada pela Agência Britânica de Proteção à Saúde mostra uma imagem de um coronavírus visto num microscópio eletrônico, parte de uma família de vírus que causa doenças, incluindo o resfriado comum e a SARS, que foi identificada pela primeira vez no Oriente Médio. DIVULGAÇÃO / IMPRENSA ASSOCIADA

O coronavírus do surto atual não teve origem na China, mas FOI IMPLANTADO neste país asiático com a clara intenção de causar o maior dano possível aos chineses. A consequência natural, quando  [se já não descobriu] a China perceber que a eclosão do surto pode ter sido um ataque de BIOWEAPON ao seu território e contra seu povo, qual será o tipo de resposta a ser dada pela China aos [ir]responsáveis pela contaminação. Começamos a ano de 2020 com muitos que operam nas sombras desejando aumentar o caos no planeta.

PATENTE de criação de um CORONAVÍRUS fornecida ao CDC (Centers for Disease Control and Prevention)  US7220852B1 – SOBRE A CRIAÇÃO DE CORONAVÍRUS AKA SARS.

Na patente acima, do registro de um CORONAVÍRUS [uma BIOWEAPON], você encontrará 72 páginas de conteúdo para poder julgar esse letal “surto repentino e desconhecido de coronavírus” na China . Leia a patente nesse link primeiro, faça o download e compartilhe este artigo amplamente antes que os AGENTES do DEEP STATE a excluam. Mantenha-se sábio, com discernimento e saudável!

Na manhã dessa sexta-feira, o número de casos DE INFECÇÃO aumentou para mais de 9.900 em todo o mundo, com 9.783 casos na China continental, e o número de mortos é de 213, segundo autoridades chinesas. A United planeja suspender todos os vôos dos EUA para Pequim, Chengdu e Xangai de quinta até 28 de março. O serviço de transporte aéreo entre São Francisco e Hong Kong continuará por enquanto, informou a companhia em comunicado.

A decisão é “em resposta à queda contínua na demanda por viagens à China e à decisão do Departamento de Estado [DoD] dos EUA de aumentar seu aviso de impedimento de viagens para a China ao nível 4, o mais alto risco”, afirmou o documento. As três maiores companhias aéreas dos EUA juntaram-se a mais de uma dúzia de companhias aéreas em todo o mundo que pararam de voar para a China continental desde a primeira morte, em 9 de janeiro.


sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Documento de Químico Nuclear detalha “O Envenenamento da Humanidade por Alumínio via Geoengenharia”


Somente nos últimos dois anos o conceito de geoengenharia gerou um interesse crescente (que parece acelerar a um ritmo crescente) no mundo acadêmico.

Isso também acendeu um grande interesse na formulação de políticas, o que não é surpresa, dado que estamos a falar de “geoengenharia” do clima global em resposta às mudanças climáticas globais.

Isso é exatamente o que a geoengenharia é – uma resposta à atividade humana destrutiva que ainda temos de cessar – e envolve a injeção de partículas/aerossóis estratosféricos na atmosfera para, novamente, reduzir o efeito da mudança climática global.

Por exemplo, o SPICE é um projeto de pesquisa de geoengenharia financiado pelo governo do Reino Unido, que colabora com as universidades de Oxford, Cambridge, Edimburgo e Bristol para examinar a ideia da gestão da Radiação Solar [Solar Radiation Management – SRM].

Algumas das partículas candidatas a pulverizar no ar propostas pela SPICE (para citar apenas algumas) são (fonte):
  • Sulfato / Ácido sulfúrico / Dióxido de enxofre
  • Titânia
  • Carbeto de silício
  • Carbonato de cálcio
  • Alumina
  • Sílica
  • Óxido de zinco

Investigação inovadora

O Dr. Marvin Herndon, PhD., Um químico nuclear, geoquímico, e cosmoquímico – mais conhecido por deduzir a composição do núcleo interno da terra como sendo de silicieto de níquel, e não o metal de níquel-ferro parcialmente cristalizado – publicou uma investigação inovadora na revista de análise pelos seus pares, a Current Science (Academia Indiana de Ciências) intitulado “Envenenamento com alumínio da Humanidade e do biota da Terra pela actividade de geoengenharia clandestina: implicações para a Índia”.

O resumo diz o seguinte:

Em resposta a um apelo urgente por meio de um artigo na Current Science para auxiliar na compreensão da associação geológica da alta mobilidade do alumínio na saúde humana na planície aluvial de Ganga, eu descrevo as evidências da actividade de geoengenharia clandestina que ocorre há pelo menos 15 anos e que tem escalado acentuadamente nos últimos dois anos. A actividade de geoengenharia através de aviões-tanques a jacto lança uma substância não-natural e tóxica na atmosfera da Terra que, com a água da chuva, liberta alumínio altamente móvel. Para além disso, apresento as provas de que a substância tóxica é a cinza volante da combustão do carvão. A dispersão clandestina de cinzas de carvão e a consequente libertação de alumínio altamente móvel, eu afirmo, é uma causa subjacente do aumento generalizado e pronunciado das doenças neurológicas assim como da debilitação actualmente difundida e crescente na biota da Terra. Recomendações são feitas para verificar se a evidência apresentada aqui é aplicável à planície aluvial do Ganga. (Fonte) (Fonte)

O artigo continua, discutindo e citando publicações que detectaram metais pesados como o alumínio, bário, estrôncio e mais na água da chuva, cinzas volantes e muito mais. Por exemplo, durante o período entre Julho de 2011 e Novembro de 2012, 73 amostras da água da chuva foram colectadas e analisadas para o alumínio e bário; 71 foram recolhidas em 60 locais diferentes na Alemanha, 1 na França e 1 na Áustria.

O alumínio foi detectado em 77% das amostras da água da chuva e havia também uma concentração muito alta de bário e estrôncio.

Ele também discute como essas concentrações de metais não são o resultado de fenómenos naturais, como explosões vulcânicas, por exemplo.

Esta não é a única publicação recente e inovadora que vem do mundo da academia sobre este fenômeno. Há alguns meses, a Dra. Rose Cairns, doutorada, que pertence à Escola do Meio Ambiente e da Terra da Universidade de Leeds, publicou um artigo no Geophysical Journal, revisto por pares, intitulado “Climas de suspeição: narrativas da conspiração dos “rastos químicos” e Políticas da geoengenharia”. Ela também está a realizar pesquisas sobre a Governança da Geoengenharia como parte de um projeto multidisciplinar colaborativo entre a Universidade de Sussex, UCL e Universidade de Oxford (http://geoengineering-governance-research.org/). O projeto examina as implicações sociais, éticas e políticas das propostas de geoengenharia climática. (Fonte)

No seu artigo, ela descreve desenvolvimentos no discurso acadêmico e político sobre a geoengenharia, e como a modificação climática, também a ser discutida pelos cidadãos do mundo (que usam o termo “rastos químicos”), está a ter efeitos ecológicos e na saúde devastadores por todo o mundo. De acordo com o seu trabalho:

Entender a política emergente da geoengenharia e levar a sério as reivindicações sobre a importância da participação pública requer uma compreensão de toda a paisagem discursiva em torno das ideias do controlo climático global – incluindo as ideias marginais como aquelas defendidas pelos ativistas dos rastos químicos. Ignorar ou descartar esses discursos como patológicos ou paranoicos é ignorar perspectivas potencialmente reveladoras sobre a política emergente da geoengenharia. (Fonte)

Ela também menciona que:

Esta análise sugere um número de formas pelas quais a narrativa dos rastos químicos pode conter perspectivas e implicações importantes para as emergentes políticas de geoengenharia, e que não podem ser descartadas como “paranoicas” ou “patológicas”. (Fonte)

Embora a Dra. Rose não seja uma proponente da “conspiração dos rastos químicos”, é ótimo ver outro artigo publicado por um acadêmico tendo uma perspectiva neutra, reconhecendo a importância dessas alegações, em vez de descartá-las diretamente.

A diferença básica aqui é que a geoengenharia no âmbito académico é estritamente uma proposta, e que esses meios de engenharia do clima da Terra ainda não estão operacionais. Quando se trata dos defensores dos “rastos químicos”, eles acreditam que eles estão operacionais, assim como o artigo académico descrito no início deste artigo, juntamente com muitos outros.

A verdade é que parece haver uma tremenda quantidade de informações que sugerem que esses programas estão verdadeiramente operacionais. Ainda não é claro se a sua intenção é modificar o clima para combater os efeitos do aquecimento global ou promover algum outro tipo de agenda.

Evidências que sugerem que esses programas já estão operacionais:

Nos últimos anos tem havido um declínio no apoio à pesquisa da modificação climática, e uma tendência para os deslocar diretamente para projetos operacionais” – Associação Meteorológica Mundial (Fonte) 

Para além de programas de pesquisa específicos patrocinados por agências federais, existem outras funções relacionadas com a modificação climática que são realizadas em vários lugares do ramo executivo. Vários painéis e comités consultivos federais – criados para realizar estudos aprofundados e preparar relatórios, fornecer conselhos ou recomendações ou coordenar programas de modificação climática – foram alocados e apoiados dentro de departamentos executivos, agências ou serviços. (Fonte)