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quinta-feira, 24 de outubro de 2019

As Vacinas virão com MICROCHIPS para colher Identidades Biométricas de Todos


Tudo isso está preparando o público para um eventual mandato de vacinação com microchips, que será necessário para cada indivíduo comprar e vender mercadorias.

Tudo está acontecendo, exatamente como previmos. A indústria farmacêutica está oficialmente se unindo à indústria de tecnologia para emparelhar “imunização” com biometria digital, o que significa que os seres humanos serão microchipados, rastreados e, finalmente, controlados por meio de uma matriz de identificação global.

O ID2020 Alliance, como está sendo chamado, é um programa de identidade digital que visa "alavancar a imunização" como um meio de inserir pequenos microchips no corpo das pessoas. Em colaboração com a Global Alliance for Vaccines and Immunizations, também conhecida como GAVI, o governo de Bangladesh e vários outros "parceiros no governo, meios acadêmicos e assistência humanitária", o ID2020 Alliance espera introduzir essa marca da besta como uma maneira para acompanhar todos os seres humanos que vivem na Terra.

Semelhante à forma como o gado é marcado, esta aliança globalista quer que todos os seres humanos sejam "vacinados" com chips de rastreamento digital que criarão um sistema de monitoramento contínuo para a Nova Ordem Mundial para gerenciar as populações do mundo com facilidade.

"Estamos implementando uma abordagem prospectiva da identidade digital que dá às pessoas o controle sobre suas próprias informações pessoais, enquanto ainda desenvolvemos sistemas e programas existentes", diz Anir Chowdhury, consultor de políticas da a2i, o “Programa de Acesso à Informação do governo de Bangladesh”.

"O governo de Bangladesh reconhece que o design de sistemas de identidade digital traz implicações de longo alcance para o acesso de indivíduos a serviços e meios de subsistência, e estamos ansiosos por ser pioneiros nessa abordagem", acrescenta ele.

Os microchips ID2020 também estão sendo "vacinados" nos corpos de pessoas sem-teto em Austin, Texas

Embora os campos de testes do programa ID2020 estejam principalmente no Terceiro Mundo, o grupo diz que agora também está trabalhando com o governo nos Estados Unidos para iniciar a microchipagem das pessoas por meio da vacinação.

Em Austin, Texas, por exemplo, a população de rua está sendo explorada como cobaia coletiva para o programa de vacinação de microchip do ID2020, que o grupo alega que ajudará a "capacitar" os moradores de rua, supostamente dando a eles "controle" sobre seus dados de identidade pessoal.

“A cidade de Austin, o ID2020 e vários outros parceiros estão trabalhando em conjunto com pessoas sem-teto e com os provedores de serviços que se envolvem com eles para desenvolver uma plataforma de identidade digital habilitada para blockchain chamada MyPass para capacitar pessoas sem-teto com seus próprios dados de identidade”, escreve Chris Burt para o site Biometric Update.

O ID2020 também está sendo inoculado em refugiados com suas vacinas de microchips através de dois programas piloto inaugurais, conhecidos como iRespond e Everest. Segundo relatos, o iRespond “melhorou a continuidade dos cuidados” para mais de 3.000 refugiados que recebem tratamento medicamentoso para doenças crônicas. O Everest, por outro lado, "ajudou no fornecimento de acesso a subsídios críticos à energia e a uma gama de serviços adicionais com identidades digitais seguras e centradas no usuário sem depender de um smartphone", escreve Burt.

Tudo isso está preparando o público para um eventual mandato de vacinação com microchips, que será necessário para cada indivíduo para comprar e vender mercadorias. Chowdhury admitiu abertamente isso ao afirmar que os sistemas de identidade digital serão necessários para o "acesso dos indivíduos a serviços e meios de subsistência".

Em outras palavras, a Bíblia está certa: um sistema de identificação global está em obra que será necessária para que as pessoas trabalhem na sociedade e, finalmente, sobrevivam. Sem esses microchips em seus corpos, as pessoas não poderão trabalhar, muito menos comer. E tudo está acontecendo bem diante dos nossos olhos.

Lembre-se de que o ID2020 faz parte do chamado "REAL ID", que em breve será necessário para quem deseja viajar. O REAL ID também será usado como um método backdoor de implementar políticas de vacinação obrigatória para adultos.


terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

ASTRONAUTAS foram FORÇADOS a Não Falarem sobre CONTATO com OVNIs e EXTRATERRESTRES?

O artigo abaixo, escrito por Douglas Herman e publicado no site alien-ufo-sightings.com, relata um tema já comentado aqui e em outros sites que tratam estes assuntos com seriedade e respeito, contudo dessa vez trazendo informações muito interessantes ainda não publicadas por este canal:


"Em nenhum momento, quando os astronautas estavam no espaço estavam sozinhos: havia uma vigilância constante por OVNIs." – Scott Carpenter, astronauta da NASA

Buzz Aldrin é um homem brilhante. Não é simplesmente notável por seu intelecto, mas por ser um homem profundamente espiritual. Desde há muito aposentado, o coronel Aldrin agora orbita as dimensões mais íntimas de sua mente, um universo secreto tão profundo e misterioso quanto o alcance da Lua.

Como um jovem militar, meu caminho levou-me a um encontro próximo com o coronel Aldrin, há mais de 30 anos. Como motorista de um carro com um rádio, servi na Base da Força Aérea Lackland quando o coronel Aldrin estava passando por uma série de testes lá. Uma tarde, meu rádio trouxe a mensagem de que o coronel Aldrin precisava ser levado para Wilford Hall, o grande hospital da base. Infelizmente, meu carro não foi escolhido. Muitas vezes eu me perguntei se a ‘crise nervosa’ que este astronauta notável sofria foi devido à pressão do governo ou não. Eu acho que foi.

Por que o coronel Aldrin sofreu uma ‘crise nervosa’ naquele momento? O peso da celebridade súbita, certamente. “Endeusamento” pela imprensa e massas adoradoras. Mas havia algo mais.

De acordo com Fred Steckling, autor do livro, We Discovered Alien Bases on the Moon II (Descobrimos Bases Alienígenas na Lua II), Aldrin poderia ter tido a intenção de proclamar a verdade do que viu. Muito provavelmente, os funcionários do Pentágono e da Casa Branca, receosos como sempre, o teriam persuadido, convencido ou ameaçado para não fazê-lo.

De acordo com Steckling:

"Esta é uma lista de fatos que aprendi de vários indivíduos que trabalham, ou que trabalharam, ou que estavam vinculados com a NASA de alguma forma ao longo dos anos. Por razões óbvias, agora não usarei seus nomes reais. A lista abaixo representa algumas das informações de três pessoas: uma atualmente está trabalhando em  missões para a NASA no Departamento de Defesa (​​DOD), outro que começou a trabalhar com a NASA e o DOD quando o JSC (Johnson Space Center) foi construído.
O terceiro é um cientista que trabalhou na NASA e outras instalações, e com Edward Teller.
Há edifícios na Lua. Há equipamentos de mineração na Lua.
Fotos, fotos da NASA, existem, as quais mostram claramente ambos. Centenas, mas provavelmente milhares, de fotos da NASA foram adulteradas. Especificamente, pelo uso cuidadoso de um aerógrafo, discos voadores e outros OVNIs podem ser removidos e, em seguida, a foto é liberada para o público e / ou imprensa.
O filme feito pelos astronautas mostra claramente OVNIs, OVIs, Veículos Alienígenas, etc. A NSA (Agência Nacional de Segurança) filtra todas as fotos antes de serem divulgadas ao público. Tudo o que a NASA liberou foi monitorado de perto por pelo menos uma cultura ‘alienígena’.
A NASA sabia sobre a atividade ‘alienígena’ na Lua antes que Armstrong, Aldrin e Collins lá pisassem. Edwin Aldrin, a um dado momento, encontrou evidências de que não éramos os primeiros a chegar na Lua. Depois de ver e tirar fotografias de pegadas no solo lunar (Aldrin), viu os seres que fizeram as pegadas (o relatório e as transcrições das conversas entre os astronautas não foram claras se Aldrin teve contato físico e / ou mental com as entidades).
Os veículos alienígenas voaram a menos de 15 metros de um veículo espacial dos EUA durante uma órbita terrestre completa e, em seguida, o VA partiu; novamente enquanto Aldrin estava presente. ‘Buzz’ Aldrin teve uma ataque nervoso por causa desses eventos e devido a pressão para não falar. Houve 22 mortes (muitos ‘suicídios’) no JSC em Houston. Nenhum astronauta que tenha visto AV ou ETs tem permissão para falar sobre isso, mesmo entre eles. Se o fizerem e forem pegos, eles podem ser multados, humilhados publicamente, presos ou terem todas as pensões e futuros salários retirados."

Quanto do relato acima é ficcional e quanto é fato? Somente aqueles que foram para a Lua e regressaram sabem com certeza. Há muitos relatos de segunda mão e supostas conversas, (pesquise no Google sobre Avistamentos de OVNIs por Astronautas), onde ambos, Aldrin e Armstrong, declaram em termos inequívocos que viram enormes naves e outros sinais de ocupação alienígena da Lua.

Return to Earth (Retornar à Terra), a autobiografia de Aldrin, conta sua luta com a depressão e alcoolismo após sua longa e dedicada carreira na USAF e na NASA. A NASA, a CIA e o Pentágono obrigaram o coronel Aldrin (e todos os outros astronauta) a ocultar o que viram na Lua? Quanto disso contribuiu para os problemas mentais de Aldrin?

Algum tempo atrás, o Science Channel exibiu um programa chamado ‘First on the Moon: The Untold Story‘ (Primeiro na Lua: A História Não Contada). Um segmento descreveu um encontro com OVNI que os astronautas do Apolo 11 testemunharam durante o vôo para a Lua. Aldrin falou de algo que viu.

Dave Stone escreveu:

"Para o meu melhor conhecimento, esta é a primeira vez que Buzz Aldrin, um astronauta Apolo 11, já relatou publicamente qualquer experiência de OVNI associada à missão lunar Apolo 11."

Buzz Aldrin observou:

"Havia algo lá fora, que estava perto o suficiente para ser observado, e o que poderia ser? … Mike (Collins) decidiu que poderia ver aquilo no telescópio e ele conseguiu, e quando estava em uma determinada posição, que tinha uma série de elipses, mas quando você o colocava em foco, era uma forma de L."

O cientista sênior da NASA, Dr. David Baker, disse:

"A NASA sabia muito pouco, hum, o objeto relatado pela equipe Apolo 11. Era obviamente um objeto voador não identificado. Mas tais objetos não eram incomuns e a história dos vôos espaciais na órbita terrestre nos anos anteriores indicou que várias tripulações viram objetos."

Aldrin observou:

"Agora, obviamente, nós três não íamos declarar, “Hey Houston, temos algo se movendo ao nosso lado e nós não sabemos o que é”. Não estávamos prestes a fazer isso, porque sabíamos que essas transmissões seriam ouvidas por todos os tipos de pessoas e quem sabe o que alguém teria exigido que voltássemos por causa dos alienígenas, ou seja qual for o motivo, então não o fizemos, mas decidimos apenas perguntar cautelosamente a Houston, onde, e o quão longe estava o S-IVB."

O S-IVB serviu como terceiro estágio do foguete Saturno V e segundo estágio no Saturno IB. Possuia um motor J-2. Para a missão lunar ele foi usado duas vezes: primeiro para a inserção em órbita após o corte do segundo estágio, e depois para a injeção trans lunar (TLI). Naquele momento, a NASA relatou que o estágio estava a 6.000 milhas (9.600 km) atrás.

Aldrin respondeu:

"E depois de alguns momentos decidimos que, após o observarmos (OVNI), era hora de dormir e não falar mais sobre isso até que voltássemos e passássemos pelo interrogatório."

Talvez um dia, um astronauta vivo, um herói se apresentará e, francamente, dirá o que viu e pelo que passou.

Um proeminente pesquisador de OVNI observou:

'Um desses caras – mais cedo ou mais tarde – tem que vir ao público. Este é um acobertamento cósmico da ordem mais alta."

O cientista da NASA, David Baker, disse:

"Havia muitas pessoas dentro do programa que saíram mais tarde e se convenceram de que os OVNIs existiam. Isso causou alguma preocupação por parte da NASA, onde eles conseguiram um acordo da equipe para nunca falar publicamente sobre essas coisas, por medo da ridicularização."


Assista abaixo um vídeo de uma entrevista como finado astronauta da NASA, Gordon Cooper, onde ele relata duas de suas experiências onde avistou OVNIs (Para informações de como ativar a legenda em português, embora esta não seja precisa, clique aqui):


E a lista de astronautas que viram OVNIs não para por aí. São muitos mais, e abaixo está um artigo que fala de mais alguns que se  manifestaram, entre muitos que ainda se mantêm em silêncio:


Alguns avistamentos de OVNIs / UFOs por astronautas da NASA

Em 12 de setembro de 2006, um objeto anômalo é visto sendo refletido no visor do astronauta Joseph R. Tanner, da missão STS-115, enquanto ele acenava para uma câmera digital da sua colega astronauta, Heidemarie M. Stefanyshyn-Piper.

Toda a informação a respeito de alienígenas pode ser bem aceita a um público selecionado, mas para aqueles que não crêem, a história de astronautas da NASA que avistaram OVNIs pode vir como surpresa.  Um site anônimo, com o domínio syti.net, bem como vários outros sites na Internet, documenta vários astronautas que alegadamente fizeram declarações de terem encontrado OVNIs durante seu trabalho.

O Major Gordon Cooper foi um dos primeiros astronautas da missão Mercury e o último a voar no espaço sozinho.  Cooper deixou uma importante mensagem para a estação de rastreamento, Muchea, perto de Perth, na Austrália.  O astronauta relatou um avistamento de um objeto com brilho verde se aproximando de sua cápsula.  O OVNI foi detectado pelo seu radar, mas Cooper foi aconselhado a não comentar sobre o avistamento.  Ele também afirmou ter visto um outro OVNI, quase uma década antes do seu voo espacial, quando estava pilotando um Sabrejet F-86 sobre a Alemanha ocidental.  Cooper falou para as Nações Unidas, e em muitas ocasiões disse que os astronautas “vivem em segredo porque os Estados Unidos temem a reação da população”.

A luz verde surgiu novamente numa recente reportagem da CNN, no dia dois de janeiro de 2014.  Tom Watkins, da CNN, reportou sobre um agroglifo elaborado que foi encontrado na propriedade de um fazendeiro na Califórnia, a somente duas horas de carro ao sul de São Francisco.  Luzes verdes foram vistas e gravadas por um observador.  Muitas pessoas especulam entre o caso de serem alienígenas ou algo forjado. Porém, o agroglifo circular é similar em descrição à maioria de relatos de casos de OVNIs

Outros avistamentos de OVNIs de astronautas da NASA incluem o de Donald Slayton, que também foi um astronauta da missão Mercury.  Ele alega ter visto um OVNI durante um voo num caça P-51, em 1951, sobre Minneapolis. Primeiramente o objeto parecia para ele como uma pipa, mas logo deu para ver que objeto tinha a forma de disco.  Ele perseguiu o objeto até que o mesmo desapareceu.

O Major Robert White, em 1962, também relatou um avistamento de OVNI.  White estava testando um X-15 que também foi pilotado por Joseph A. Walker no mesmo ano.  Walker foi um piloto da NASA, cuja tarefa era a de realmente detectar OVNIs.  Ele alega ter filmado muitos avistamentos, embora as filmagens nunca foram liberadas.

Em 1973, o comandante da Missão Apolo 17, Eugene Ceman, declarou num artigo para o Los Angeles Times, que os OVNIs eram de “diferentes civilizações“.

Edward Higgins White (o primeiro estadunidense a fazer uma “caminhada espacial”) e James Mcdivitt em 1965, tiraram fotos de um OVNI metálico com longos braços.  Uma pessoa poderia imaginar que este era somente um objeto de outro país mais avançado.  Porém, mais astronautas relataram sobre a possibilidade de vida extraterrestre.

James Lovell e Frank Borman reportaram por rádio, enquanto no espaço durante seu voo de 14 dias em 1965: “Bogey, às 10 horas, ao alto“, ou seja: “Aeronave não identificada, ligeiramente à esquerda, numa posição elevada“.

Em 1969, Neil Armstrong e Edwin Aldrin relataram uma misteriosa experiência na Lua.  Abaixo, uma transcrição do que se alega ter sido transmitido:

NASA: O que está lá?  Controle da missão chamando Apolo 11.
Apolo 11: Estes ‘bebês’ são grandes, senhor!  Enormes!  Oh meu Deus!  Você não vai acreditar nisso!  Estou lhe dizendo que há outras espaçonaves lá, alinhadas no lado oposto da beira da cratera!  Eles estão na Lua nos vigiando!

Armstrong alegou que havia uma base na Lua e ele foi alertado pelos alienígenas a não permanecer por lá.  Ele não entrou em detalhes, mas indicou que a CIA estava por detrás do acobertamento.  Maurice Chatelain, em 1979, ex-Chefe de Sistemas de Comunicação da NASA, confirmou que Armstrong teria mesmo relatado ter visto os OVNIs.  Chatelain falou sobre o codinome ‘Santa Claus’ (Papai Noel), que começou a ser usado como resultado de Walter Schirra, da missão Mercury 8, ter atribuído o nome para qualquer avistamento de OVNI.  James Lovell deu continuidade a este termo e o declarou numa transmissão para que todo o público escutasse: “Por favor estejam informados que Papai Noel existe“.

Scott Carpenter, um astronauta, mergulhador e piloto de testes, foi um dos primeiros astronautas do Projeto Mercury da NASA, em 1959.  Ele teria declarado: “Em momento algum, quando os astronautas estavam no espaço, eles ficaram sós.  Havia uma constante vigilância pelos OVNIs“.

– Texto de Lindsey Alexander, traduzido e adaptado por n3m3 (OVNIHoje)

O histórico das missões espaciais, tanto estadunidenses quanto russas, estão repletas de relatos de OVNIs se aproximando dos astronautas/cosmonautas.  Certamente, estes indivíduos altamente treinados não iriam sair por aí inventando estórias.  A realidade é que há mesmo um fenômeno ainda não explicado, pelo menos para a população em geral, que para as missões espaciais ocorre desde seu início na década de 1950, e continua a ocorrer ainda nos dias de hoje.

Quem assiste constantemente a transmissão ao vivo pela Internet da Estação Espacial Internacional, pode muito bem respaldar este fato.  É só uma questão de tempo até que um objeto anômalo apareça no vídeo e a NASA corte a transmissão com sua famosa tela azul.

Fonte1

sábado, 20 de janeiro de 2018

Dr. Steven Greer Comenta sobre a Chegada da 'Invasão Alienígena de Falsa Bandeira'


Durante décadas, o público dos EUA foi programado para acreditar que a divulgação de qualquer presença alienígena ou extraterrestre genuína na Terra virá como uma ameaça, provavelmente na forma de uma invasão hostil em todo o planeta. Em tal cenário, nosso único salvador seria uma raça humana unida e armada até os dentes com um armamento incrivelmente sofisticado do complexo industrial militar.

Hollywood fez seu trabalho de criar e reforçar essa percepção com filme após filme de homem versus extraterrestre. Sempre valente, sempre explosiva, está uma campanha de décadas de difamação valiosa que desafia as experiências pessoais de um número incalculável de pessoas que tiveram contato com outros seres alienígenas, muitas vezes descrevendo-os como pacíficos. Também desafia  relatos muito credíveis de interferência de alienígenas com as armas nucleares da Terra, o que sugere que uma presença extraterrestre possa realmente funcionar em benefício da humanidade e do planeta.

Um esforço contínuo maciço, como este, tem um propósito estratégico, no entanto, e o Pentágono finalmente revelou o objetivo, mal escondido na recente mini-divulgação publicada no New York Times, "Glowing Auras and ‘Black Money’: The Pentagon’s Mysterious U.F.O. Program".

Em suma, é um programa gerenciado pela comunidade de inteligência como um meio de sempre canalizar dinheiro público para os cofres de fornecedores de armamentos, enquanto militarizam o espaço para aumentar a dominação sobre a raça humana e manipular a consciência humana para restringir nossa compreensão da conexão entre o mundo material e as realidades interdimensionais.

Há já alguns anos, o renomado investigador alienígena Steven M. Greer advertiu que uma falsa invasão alienígena orquestrada está em andamento desde o final da Segunda Guerra Mundial e que essa invasão de falsa bandeira logo estará em andamento. Comentando a recente revelação do New York Times e como ela se encaixa perfeitamente nesta estratégia do estado profundo, Greer falou recentemente com Harris McCormick do The Outer Limits of Inner Truth Radio.

Na década de 1950, foi decidido que isso seria mantido em segredo, mas que quando ele se tornasse público, eles o apresentariam como uma ameaça quando estivessem muito exaustos, ou precisassem reunir o mundo em torno de uma ameaça alienígena comum. ~ Steven M. Greer


De acordo com Greer, parece que a comunidade de inteligência está finalmente jogando o cartão de ameaça e agora está apresentando o mundo à ideia de programas secretos de defesa em preparação para uma guerra com extraterrestres.

A mídia não cobre esse problema, a menos que eles sejam instruídos a fazê-lo pelas pessoas da comunidade de inteligência e por motivos específicos. Então, a cobertura sobre isso, a qual foi difundida, foi orquestrada, mas teve dentro dela uma mensagem subliminar de uma ameaça do espaço. ~ Steven M. Greer

A entrevista completa com Greer e McCormick pode ser ouvida AQUI.

Além do objetivo de maior controle e gastos ilimitados de orçamento de guerra, a supressão de informações sobre a presença extraterrestre na Terra serve para nos manter escravizados no modelo econômico dos anos 1800 da civilização humana. Tendo expandido para fornecer energia baseada em carbono para mais de 7 bilhões de pessoas, esse pesadelo ecológico desatualizado é mantido por indústrias legadas que impedem o desenvolvimento de tecnologias de energia verdadeiramente limpas.

Além disso, este modelo econômico e político é explicitamente projetado para perpetuar a guerra e a destruição das civilizações na Terra. Estamos presos nos horrores do ecocídio e do genocídio; e até acordarmos e derrubarmos esse paradigma, nosso futuro é realmente sombrio.

De acordo com Greer:
A verdadeira pergunta que precisamos fazer é: como poderia ser a nossa sociedade sem a repressão desta informação e sem uma visão de existência baseada em ameaça?
Eles não querem revelar de uma maneira que não fortaleça a guerra. Então eu digo às pessoas, nós temos uma escolha aqui. O futuro é paz universal ou guerra e destruição sem fim.

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

O Mito e a Verdade sobre a INDEPENDÊNCIA DO BRASIL

Nesse instante, um “povo heroico” viu o céu da pátria, às margens do Rio Ipiranga, brilhar à luz da liberdade. Os raios da “liberdade”. Parece muito poético, não?


Nosso hino nacional hoje costuma estar quase sempre associado a feitos memoráveis no futebol e no esporte em geral. É um novo papel dado a um símbolo que remete a um importantíssimo episódio de nossa história: a Proclamação da Independência. 

Sob críticas até mais frequentes que a capacidade seleção brasileira tem tido de nos anestesiar, o hino nacional - e toda a mitologia por trás do Sete de Setembro - é hoje um alvo de permanentes questionamentos. E sobre isso, parece que a comunidade intelectual está de acordo: o hino nacional brasileiro é o exemplo vivo de como não enxergar a emancipação do Brasil.

Aquele dia no começo do mês de setembro estava longe de ser referido como um momento de heroísmo. Análises históricas do contexto social daquele "Brasil" sequer apontam a participação de populares no processo de emancipação. Outros estudiosos ainda insistem em desconstruir até aqueles mínimos detalhes do conhecido cenário de um jovem imperador com uma bela espada, gritando de seu cavalo para declarar a liberdade da nação (não se iluda!).

É o roteiro perfeito de uma cena de teatro. Talvez não por acaso. Essa abordagem nunca saiu das pinturas e relatos nacionalistas. A verdadeira história passa longe de um grito na beira de um rio. E compreender o Brasil sob uma perspectiva mais adequada exige visualizar a história de forma muito mais complexa do que costuma-se pensar.

Podemos começar implodindo qualquer vestígio de sentimento patriota naquele Brasil de 1822. Éramos colônia: um território descentralizado com muito bem definidos compromissos econômicos com Portugal. 

Transferência Família Real Portuguesa para o Brasil (Autor Desconhecido).
Cada fatia daquela colônia se desenvolveu isolada por muito tempo. E como se pode perceber até hoje, costumes distintos se consolidaram em cada região. Ainda é muito mais fácil reivindicar-se pernambucano (ou carioca, ou catarinense, por exemplo...) do que brasileiro. Para Portugal não era interessante conectar seus domínios coloniais, isolá-los era uma forma de enfraquecer qualquer conspiração. 

Tiramos daí que a nação brasileira não nasceu com a independência. Por outro lado, talvez essa data seja o marco do início da busca que ainda vivenciamos nos tempos atuais. Afinal: o que é ser brasileiro? Não espere que este texto responda. Com muita pesquisa, e um bom faro, um historiador de sucesso conseguirá dizer justamente o contrário.

O processo de independência celebrado no Sete de Setembro não começou naquele Mês, ou mesmo naquele ano. Foi uma sucessão de elementos que tomou força a partir da chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil em 1808.

Em razão de desacordos diplomáticos com a temida França Napoleônica. O Reino de Portugal, sob o comando de Dom João IV, se viu obrigado a transferir sua corte para o Brasil, abandonando Lisboa e fixando comando no Rio de Janeiro. Era o começo do fim do Brasil Colônia. 

Em pouquíssimo tempo, o imenso Brasil, outrora fragmentado, foi liberado do Pacto Colonial, passando a interagir comercialmente com outras potências europeias. O Brasil passava a ser autônomo, e pela primeira vez começava a usufruir de seus ganhos (antes recolhidos por Lisboa): Dom João IV iniciou modificações estruturais de caráter urbano e social. O que antes era um mero ponto de exploração mercantil, pouco a pouco passou a receber desde obras de transporte e saneamento até edifícios voltados para a arte e à intelectualidade, como bibliotecas e teatros. 

Se por um lado a maior parte das mudanças veio a ocorrer nas proximidades do Rio de Janeiro, onde a Família Real se instalou, a cobrança de altos impostos para sustentar a toda a corte vinha de todo o território. 

Mapa do Brasil do século XIX
Se você consegue imaginar o descontentamento das outras regiões do Brasil, pense agora no outro lado do Atlântico: Portugal, por séculos o núcleo indiscutível do Império, estava agora literalmente abandonado à própria sorte. 

Não demorou muito tempo para os portugueses protestarem o retorno da corte a Lisboa. A chamada Revolução do Porto significou para Portugal o fim do absolutismo e para o Brasil foi a catalisadora da independência. Os revoltosos intimaram o retorno de Dom João VI a Lisboa imediatamente, caso contrário, nomeariam outro Rei.

Pedro, seu filho e herdeiro do trono português, ficou no Brasil na condição de príncipe regente. Mas os portugueses queriam mais: eles não aceitavam o fim do Pacto Colonial, e pressionaram intensamente a Coroa para restabelecer a condição do Brasil. 

(Quando é dado um doce para uma criança, dificilmente ela vai querer devolver.)

Existe um filme chamado “Independência ou Morte! ” que foi produzido no período da ditadura militar, e conta a história da independência do Brasil de forma heroica e romântica, a partir de um único personagem: D. Pedro I. Essa obra ilustra bem como se buscou forjar uma identidade nacional através de memórias pouco fieis com o que realmente aconteceu. 

Queriam cultivar nos espectadores uma ideia de que a emancipação do país se deu de forma homogênea e gloriosa: o filme inteiro parece circundar a figura pessoal de Dom Pedro I. E o faz em busca de fabricar uma aura gloriosa, paternal e amiga do povo. 

Pedro parece excessivamente próximo e zeloso para com o "povo brasileiro". Ao mesmo tempo, curiosamente (ou previsivelmente) este "povo" a quem o príncipe e futuro imperador parecia se preocupar tanto, se restringia às elites locais. Essa elite, por sua vez, é vista na obra glorificando Dom Pedro. 

Isso parece uma tentativa de justificar a construção do episódio conhecido como "Dia do Fico", no qual - segundo a historiografia tradicional, muito bem representada no filme - o "herói" declara que fica no Brasil para o "bem e felicidade de todos" (este episódio representa a resistência contra as pressões de Lisboa pelo retorno do Pacto Colonial). Nesse momento o filme busca mostrar Dom Pedro consultado o "povo", andando pelas ruas e cumprimentando as pessoas. 

A "historiografia tradicional" parece estar sempre abarrotada de aspas.

Perceba o permanente uso das aspas para se referir ao "povo brasileiro" representado no filme e nos livros de História mais antigos. Essas aspas não estão ali só para apontar a falta de um sentimento de unidade nacional, elas vão além e denunciam o caráter excludente daquela sociedade. Perceba que as pessoas que o príncipe cumprimenta e consulta são todas brancas e bem vestidas. Nas ruas só há donzelas e cavalheiros. Salvo em rápidas passagens de cena, trabalhadores livres e escravos são vistos em alguma atividade. É grave perceber que o trabalho, motor central da Colônia, acaba não sendo abordado nesse filme.

A boa notícia é que ainda há muitos vestígios que ilustram como era o povo do Brasil Colônia:

Green Negroes (Debret, Jean Baptiste. 1825 - 1826. Instituto Moreira Sales).
Pari Expedition (Debret, Jean Baptiste. 1825 - 1826. Instituto Moreira Sales).
Mineiros Halting (Debret, Jean Baptiste. 1825 - 1826. Instituto Moreira Sales).
Mineiro Passing River *Debret, Jean Baptiste. 1825 - 1826. Instituto Moreira Sales)
Cadeira of Rio de Janeiro (Debret, Jean Baptiste. 1825 - 1826. Instituto Moreira Sales).
Na contra-mão dos livros saudosistas, artistas, como o francês Jean Baptiste Debret, buscaram demonstrar justamente o contrário: a diversidade étnica presente no Brasil era considerada um traço exótico e curioso, o que tornava os quadros que retratavam tal realidade caríssimos. Isso permite a quem pesquisa, entender o passado do nosso país com mais realismo.

Consultando ou não aqueles que podiam ser chamados de "povo", é sabido que Dom Pedro já se mobilizava pela centralização política do Brasil. Ainda sob a condição de príncipe, realizou diversas viagens diplomáticas para outras regiões. Foi justamente em uma dessas viagens que teria ocorrido o famoso episódio às margens do Rio Ipiranga: Pedro recebe uma carta de José Bonifácio, apontando as exigências da corte portuguesa, e a necessidade do rompimento político com Lisboa. Ali mesmo, como num ato de coragem, ele sobe em seu cavalo e grita o famoso "Independência ou Morte".


Entretanto, esse cenário é frequentemente contestado pelos historiadores. As críticas à narrativa vão desde as mais específicas, como aquelas que sugerem que o próprio Dom Pedro estaria com forte diarreia em 7 de Setembro de 1822, até às mais estruturais, que denunciam o reducionismo sobre a data. O que não se discute é que o processo de independência se deu ao longo de anos, e foi motivado por interesses econômicos das elites locais. Para a maior parte da população do Brasil, nada mudou.

O grito do Ipiranga. Pedro Américo, 1888.
Pode até ser que você não tenha visto aquele filme, mas provavelmente essa imagem você conhece. Ela está na maioria dos livros didáticos e é talvez a ilustração mais utilizada para se simbolizar o Sete de Setembro. 

O Grito do Ipiranga, de Pedro Américo, foi uma encomenda do segundo e último imperador do Brasil, Dom Pedro II, que na decadência de seu governo buscou retratar seu pai em momento heroico. Também sobram comentários sobre essa obra.

Cabe destacar que se trata de uma cena do imaginário do artista, visto que o episódio da independência nem mesmo foi publicado em jornal. E isso que pode ser o maior indício de que o "povo" (até mesmo os raríssimos alfabetizados, capazes de ler jornais) esteve completamente à margem do evento.

E nesse sentido, Pedro Américo deixa pistas em sua pintura: note que, no canto inferior esquerdo, um trabalhador rural observa com espanto a movimentação de Pedro I e seus companheiros.

Proclamação da Independência. René, François Moreaux, 1844. Esta obra, anterior à de Pedro Américo, parece ser ainda menos fiel ao que pode ter acontecido naquela data. É outra oportunidade de refletir os significados da emancipação política do Brasil.
Se Dom Pedro I estava mesmo com diarreia no dia da Independência, não podemos - nem precisamos - ter certeza. Mas quanto ao heroísmo que por tanto tempo nos foi empurrado goela abaixo, já não se pode dizer o mesmo. Hoje é raro encontrar historiador que não identifique a imagem fabricada da presença patriotismo no Brasil que se emancipou de Portugal.

Sobre essas pinturas e filmes, sobra a análise cuidadosa sobre como a História pode ser utilizada como ferramenta ideológica a fim de fabricar argumentos ou excluir personagens. 

"É possível contar um monte de mentiras dizendo somente a verdade"

Equipe de produção do artigo:

Beatriz de Miranda Brusantin
Doutora em História Social pela Universidade Estadual de Campinas
Coordenação de Produção e Pesquisa Histórica

Bruno Henrique Brito Lopes
Graduando em História pela Universidade Católica de Pernambuco
Coordenação de Redação e Edição

Camilla Fernandes Nunes
Graduanda em História pela Universidade Católica de Pernambuco
Pesquisa Histórica e Produção de texto

Fontes:

O Brasil Imperial, volume I: 1808-1831/ organização Keila Grinberg e Ricardo Salles - Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009. 
SCHWARCZ, Lilia Moritz. A longa viagem da biblioteca dos reis - São Paulo: Companhia das Letras, 2002. 


domingo, 16 de abril de 2017

Cientistas Buscam o DNA de JESUS CRISTO para CLONÁ-LO


George Busby da Universidade de Oxford (Reino Unido) escreveu em seu artigo para o site The Conversation, que em 2010, Kasimir Popkonstantinov, descobriu o que ele acredita serem os ossos de João Batista, primo de Jesus, embora não esteja claro se os restos encontrados sejam de Batista.

Segundo explica George Busby, o achado é sumamente importante, em parte porque João foi discípulo de Jesus e seu primo, o que significa que eles compartilham o mesmo DNA.

O cientista também menciona outros restos arqueológicos que poderiam conter o DNA de Jesus Cristo, como, por exemplo, o Sudário de Turim e o ossuário com os ossos de Santiago ou Tiago o Justo, irmão de Jesus Cristo.

O professor Kasimir Popkonstantinov e o relicário de mármore que possivelmente possui os ossos de João Batista.

Tudo isso limita-se aos esforço que inúmeros cientistas estão realizando, para tentar achar os restos do DNA de Jesus, ou de algum de seus familiares.
Material do ossuário de João, que alguns acreditam
carregar os restos do irmão de Jesus, está
atualmente sendo sequenciado por geneticistas.

No entanto, os cientistas afirmam que a probabilidade de extrair o DNA real do Messias a partir dos artefatos mencionados é mínima, devido a contaminação. Dado que qualquer indivíduo que tocou os restos mortais durante estes quase 2000 anos, poderia deixar impressões digitais neles, as amostras podem ser confundidas com o DNA necessário.

Ainda que seja descartada a contaminação, e levando em conta se o DNA dos restos mostram traços familiares, Busby todavia se pergunta se poderia ser o verdadeiro DNA da família de Jesus Cristo, e se isso poderia permitir sua clonagem no futuro.



quinta-feira, 13 de abril de 2017

Ataque Químico à Síria foi um Atentado de Falsa Bandeira Realizado pelos EUA, Afirma Putin

"Eles planejam plantar produtos químicos em Damasco e acusar o governo sírio pelo ataque".


O presidente russo, Vladimir Putin, afirmou que o recente ataque químico na província de Idlib na Síria foi uma operação de falsa bandeira e que mais "provocações" estão sendo preparadas.

"Temos relatórios de várias fontes de que falsas bandeiras como esta - e não posso chamá-las de outra forma - estão sendo preparadas em outras partes da Síria, incluindo os subúrbios do sul de Damasco." disse Putin durante uma conferência de imprensa conjunta com o presidente italiano Sergio Mattarella em Moscou.

"Eles planejam plantar alguns produtos químicos lá, e acusar o governo sírio pelo ataque", disse Putin a representantes da mídia, acrescentando que ele tem "fontes confiáveis".

Putin passou a comparar a situação na Síria com as armas de destruição em massa de Saddam Hussein, indicando que ele pode acreditar que os EUA estão por trás da falsa bandeira, ou pelo menos ativamente empurrando essa propaganda, enquanto os rebeldes anti-governo na Síria efetuam o ataque.

"O Presidente Mattarella e eu discutimos, e eu disse a ele que isso me lembra fortemente os acontecimentos de 2003, quando os representantes dos EUA demonstraram na sessão do Conselho de Segurança da ONU as supostas armas químicas encontradas no Iraque", disse Putin.

"A campanha militar foi posteriormente lançada no Iraque e terminou com a devastação do país, o crescimento da ameaça terrorista, e o aparecimento do Estado Islâmico (ISIS) no palco mundial", acrescentou Putin.

"Todos os incidentes que fazem lembrar os ataques químicos que ocorreram em Idlib devem ser investigados minuciosamente", concluiu Putin, também esclarecendo que ele não tem uma reunião programada com Rex Tillerson, que está a caminho da Rússia.

Além disso, a equipe geral russa disse que as forças sírias não possuem armas químicas e que outros ataques à Síria serão considerados inaceitáveis.


quinta-feira, 19 de maio de 2016

George Soros e a CIA por trás da Revolução Popular Brasileira


Durante os últimos anos, os brasileiros começaram a entender que eles não são livres. Agora, eles estão começando a compreender que eles são governados por uma elite despótica e não por um governo que quer tirá-los da pobreza e da miséria.

O que o brasileiro ainda não entende é que o seu país é como uma fazenda. A maioria das pessoas não entende que eles não têm um governo, mas que eles têm proprietários.

O Brasil tem estado sob o domínio de um movimento socialista / comunista durante as últimas quatro administrações e as pessoas estão cansadas ​​disso. Agora, os eleitores querem mudar, mas a verdade é que não há alternativa à situação atual.

É verdade que o Partido dos Trabalhadores e seus líderes, Luiz Inácio da Silva e Dilma Rousseff, ajudaram a destruir o sonho brasileiro de se tornar um país desenvolvido. No entanto, é preciso perguntar qual é a alternativa ao PT e sua elite corrupta.

A resposta é que não há alternativa.

As partes que formam a oposição na política brasileira têm sido cúmplices dos crimes cometidos pelo governo no Brasil. Neste momento, todos os líderes da oposição estão, em uma forma ou de outra, envolvidos nos escândalos políticos que abalam o povo brasileiro.

Um fato que é muitas vezes esquecido por aqueles que se opõem à administração atual é que, nos níveis mais altos, aqueles que procuram tirar a Dilma Rousseff do poder estão sendo financiados por interesses estrangeiros. Isso não significa que Dilma não deve ser julgada ou que o PT não deve sair do poder. Mas remover a elite política corrupta é apenas o primeiro passo para os brasileiros recuperarem o seu país.

Infelizmente, devido à novidade do ativismo no Brasil, a revolução popular brasileira, que resultou dos escândalos de corrupção que agora estão sendo discutidos, foram sequestrados por interesses estrangeiros que, como aconteceu na Ucrânia, Líbia, Síria e outros países, capturaram os movimentos de oposição populares para levar a cabo uma revolução controlada.

Apesar de que o desconforto das pessoas é real e que os movimentos de oposição ao PT começaram organicamente em todo o país, esses movimentos têm sido infiltrados por pessoas e organizações que não querem desaproveitar a crise brasileira sem expandir seus tentáculos na politica e a economia. As pessoas por trás da oposição popular no Brasil são profissionais que têm alimentado revoluções em todo o mundo e por um longo, longo tempo.

Duas cabeças proeminentes sempre aparecem quando um país como o Brasil sofre de agitação popular. Uma dessas duas cabeças é o da Agência Central de Inteligência (CIA). A segunda cabeça é a de um instigador profissional que financia movimentos de oposição para assumir importantes setores da sociedade. No caso do Brasil, essa segunda cabeça é o bilionário George Soros.

Tanto a CIA quanto Soros são parceiros desestabilizadores em vários países, como por exemplo a Alemanha nazista. No caso do Brasil, como acontece em outros países, é fácil saber quando uma revolução é real e quando é uma fraude. Uma das maneiras de saber se uma revolução é controlada é seguindo a cobertura da mídia tradicional.

No Brasil, todos os meios de comunicação têm sido fundamentais para abastecer o movimento pró-impeachment. Milhares de páginas foram impressas e centenas de artigos foram escritos sobre a necessidade de tirar a Dilma Rousseff e o PT do poder.

Como mostra a história, é uma certeza matemática de que um movimento popular tem sido sequestrado quando a mídia corporativa passa horas no ar e imprime centenas de artigos sobre o assunto. Não é necessário enfatizar que a mídia no Brasil também são cúmplices da corrupção desenfreada que governa o país hoje.

Segundo o jornalista e ex-agente de inteligência, Wayne Madsen, os controladores como George Soros financiam os protestos através das “maiores federações empresariais do Brasil e conglomerados de mídia de propriedade corporativa, e todos eles têm links com organizações sem fins lucrativos domésticos.” Essas organizações incluem Vem Pra Rua e o Movimento Brasil Livre.

Além de George Soros e da CIA, movimentos populares controlados no Brasil também são apoiados pelo National Endowment for Democracy (NED), bem como a Agência Americana para o Desenvolvimento Internacional (USAID).

“Protestos de rua contra Rousseff, desde que começaram em 2014, tem se tornado em movimentos típicos das revoluções temáticas do Soros. O mesmo aconteceu com os protestos da Primavera Árabe apoiados por Soros e a CIA no Egito, Líbia, Síria, Tunísia e o Euromaidan na Ucrânia“, explica Madsen.

O movimento atual para tirar a Dilma Rousseff da presidência, que começou como um grupo legítimo para se livrar de um partido político que tem destruído o país, é agora uma operação comandada por organizações estrangeiras, como a CIA e a Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos (NSA).

O movimento popular que já foi cooptado por interesses estrangeiros também conta com o apoio do Comando Sul dos EUA, localizado em Miami, uma organização que tem estado envolvida em golpes de estado em lugares como Honduras, Guatemala e outros países da América Central.

De acordo com Madsen, as conversas telefônicas que foram reveladas pelo juiz Sergio Moro “podem ​​ter se originadas pela NSA e seu banco de dados XKEYSCORE que inclui intercepções das comunicações do governo brasileiro e comunicações corporativas realizadas através de operações de escuta chamadas KATEEL, POCOMOKE e SILVERZEPHYR.”

A intervenção estrangeira no Brasil não se limita a alguns juízes ou líderes de movimentos sociais. A CIA entrou em contato com membros do Partido dos Trabalhadores, funcionários da Petrobras, funcionários do Banco Central do Brasil e oficiais da inteligência militar que haviam sido treinados pela inteligência dos Estados Unidos para obter informações sobre Rousseff e Lula.

A luta atual no Brasil não é nada mais do que uma luta entre dois grupos de poder cuja intenção é manter o poder e controle do país. De um lado, está o grupo tradicionalmente corrupto e fora de controle composto pela elite política brasileira que cresceu organicamente devido à ignorância, a preguiça e o descuido dos brasileiros, e, por outro, há um grupo de pessoas de fora que são astutos e verdadeiramente experientes no negócio de provocar revoluções ou absorver movimentos populares para destruir países de dentro para fora.

Os brasileiros estão certos em mostrar sua insatisfação devido ao estado atual do país, no entanto, as pessoas precisam ser mais sofisticadas para evitar que seu presente e futuro não caiam nas mãos de interesses estrangeiros que querem enganar uma população muito ignorante com uma alternativa que será pior do que o que eles têm agora.

Fontes: 

quarta-feira, 13 de abril de 2016

RÚSSIA acusa BILL GATES de criar uma ARMA BIOLÓGICA chamada "ZICA VÍRUS"

Segundo o site Sempre Questione, um relatório do Kremlin afirma que o Zica vírus é uma arma biológica que está usando mosquitos (geneticamente modificados) para espalhar "doenças futuras". E o dedo da culpa está sendo apontado diretamente para Bill Gates.


Entende-se que a arma biológica foi desenvolvida por Bill Gates para alcançar o objetivo de lucrar com a industria farmacêutica.

De acordo com um relatório Serviço de Inteligência Exterior (SVR) altamente confidencial vazado que foi lido por fontes do Kremlin, foi revelado que o vírus Zika foi "cozinhado como uma arma biológica" por "governos mundiais e organizações não-governamentais." Entende-se que a organização chefe não-governamental por trás do vírus Zika é a própria Fundação Bill & Melinda Gates Bill Gates.

Presidente Putin está "irritado". Houve reuniões nas últimas 24 horas sobre a proibição Gates, da Federação Russa, bem como planos para proteger a humanidade do "governo mundial", criador da bio-arma. '
"As potências ocidentais estão em seus estertores finais, debatendo e agarrando em palhas, utilizando as últimas armas em seu arsenal de truques sujos contra a humanidade. Não podemos permitir que estes mosquitos assassinos geneticamente modificados em série envenene nossas crianças''.
Em 2010, a Fundação Bill & Melinda financiou cientistas australianos para liberar mosquitos transgênicos infectados com uma bactéria.

Nesse mesmo ano, Bill Gates confessou que queria despovoar o mundo - um objetivo-chave Illuminati.

"O mundo de hoje tem 6,8 bilhão de pessoas; que está indo até cerca de 9 bilhões", disse ele durante a conferência TED convite de 2010. "Agora, se fizermos um ótimo trabalho em novas vacinas, cuidados de saúde, serviços de saúde reprodutiva, baixamos para, talvez 10 ou 15 por cento."

Agora, esses mosquitos transgênicos infectados com bactérias criados por Bill Gates em 2010 estão causando estragos nas Américas - com todo o mundo em risco, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

A OMS está agora a convocar uma comissão de emergência sob o Regulamento Sanitário Internacional relativa a propagação "explosiva" do vírus Zika em todas as Américas. O vírus supostamente tem o potencial de atingir proporções pandêmicas - possivelmente ao redor do globo. Mas entender por que este surto aconteceu é vital para interrompê-lo. Fonte: yournewswire.com

O dedo da culpa está apontando diretamente para o homem mais rico do mundo. O que eles vão fazer sobre isso? 

Confira o vídeo:





Fonte: SempreQuestione

sexta-feira, 18 de março de 2016

Zika Vírus foi criado para Controle Populacional e é vendido em site

Notícias recentes sobre o Zika Vírus tem deixado a população em estado alarmante, mais do que a própria doença que já está um caos total pelo mundo, principalmente no Brasil.


O vírus que foi descoberto em 1947, na verdade não foi descoberto de maneira natural, e sim pela bilionária Fundação Rockfeller, em uma pesquisa em um macaco, fazendo muitos acreditarem que fora o resultado de algum tipo de experimento.

Desde então, casos do Zika foram extremamente raros, porém nos últimos anos a número de casos se tornou alarmante na América do Sul, especialmente no Brasil.

O epicentro da epidemia do Zika é o mesmo em que os
mosquitos geneticamente modificados foram soltos.
Curiosamente, essa epidemia no Brasil coincide com os mosquitos geneticamente modificados em 2012, pela companhia britânica Oxitec. Não apenas a epidemia começou após a liberação dos mosquitos de laboratório, como também ocorreu na mesma área.

Coincidência? Uma das teorias envolve o interesse em controle populacional, relação com a indústria das vacinas e Bill Gates, o fundador da Microsoft e, curiosamente, dono da Oxitec, a empresa que realiza os testes dos mosquitos geneticamente modificados no Brasil. A teoria afirma que a melhor maneira de realizar um controle da população seria atingindo mulheres grávidas, gerando uma predisposição ao vírus com a ministração de “vacinas” suspeitas. 

Obviamente, eles alegam que a vacina é vendida apenas para fins científicos, caso contrário não poderia ser vendida. Já o que quem comprar fará, é outra história.

Para os que acham que não passa de uma teoria conspiracionista, a imagem abaixo mostra o produto sendo vendido no site da ATCC, com a referida origem em 1947, e a fonte sendo de um experimento em um macaco na Uganda.


No final de 2014, o governo brasileiro acrescentou a vacina de dTpa (tétano, difteria e coqueluche) à lista de vacinações de rotina para mulheres grávidas.

A vacinação de dTpa nunca foi comprovada segura para uso durante a gravidez. Na verdade, dTpa é classificada pela FDA (reguladora de alimentos e medicamentos dos EUA) como uma droga de classe C, ou seja, não é uma escolha segura durante a gravidez. O Zika vírus eclodiu no Brasil em 2015, um ano após a vacinação.

OBS.: Sempre há os que não acreditam em nada, e aqueles que acreditam em tudo, e para equilibrar essa balança sabemos tudo tem que ser pesquisado mais a fundo, para evitar ideias errôneas.

No site AntiMedia.org, vemos que falaram sobre o fato da Oxitec ter lançado os mosquitos no Brasil e logo após ocorrer os surtos. Já o site LiveSciencie, falou sobre os mosquitos serem uma solução para acabar com o vírus que já era existente nos locais.

Cabe a cada um entender e assimilar o que achar mais conveniente, porém a verdade permanecerá sendo a mesma. A que nos contam ou a que nos omitem.

Fonte: ToNoCosmos