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quinta-feira, 24 de outubro de 2019

As Vacinas virão com MICROCHIPS para colher Identidades Biométricas de Todos


Tudo isso está preparando o público para um eventual mandato de vacinação com microchips, que será necessário para cada indivíduo comprar e vender mercadorias.

Tudo está acontecendo, exatamente como previmos. A indústria farmacêutica está oficialmente se unindo à indústria de tecnologia para emparelhar “imunização” com biometria digital, o que significa que os seres humanos serão microchipados, rastreados e, finalmente, controlados por meio de uma matriz de identificação global.

O ID2020 Alliance, como está sendo chamado, é um programa de identidade digital que visa "alavancar a imunização" como um meio de inserir pequenos microchips no corpo das pessoas. Em colaboração com a Global Alliance for Vaccines and Immunizations, também conhecida como GAVI, o governo de Bangladesh e vários outros "parceiros no governo, meios acadêmicos e assistência humanitária", o ID2020 Alliance espera introduzir essa marca da besta como uma maneira para acompanhar todos os seres humanos que vivem na Terra.

Semelhante à forma como o gado é marcado, esta aliança globalista quer que todos os seres humanos sejam "vacinados" com chips de rastreamento digital que criarão um sistema de monitoramento contínuo para a Nova Ordem Mundial para gerenciar as populações do mundo com facilidade.

"Estamos implementando uma abordagem prospectiva da identidade digital que dá às pessoas o controle sobre suas próprias informações pessoais, enquanto ainda desenvolvemos sistemas e programas existentes", diz Anir Chowdhury, consultor de políticas da a2i, o “Programa de Acesso à Informação do governo de Bangladesh”.

"O governo de Bangladesh reconhece que o design de sistemas de identidade digital traz implicações de longo alcance para o acesso de indivíduos a serviços e meios de subsistência, e estamos ansiosos por ser pioneiros nessa abordagem", acrescenta ele.

Os microchips ID2020 também estão sendo "vacinados" nos corpos de pessoas sem-teto em Austin, Texas

Embora os campos de testes do programa ID2020 estejam principalmente no Terceiro Mundo, o grupo diz que agora também está trabalhando com o governo nos Estados Unidos para iniciar a microchipagem das pessoas por meio da vacinação.

Em Austin, Texas, por exemplo, a população de rua está sendo explorada como cobaia coletiva para o programa de vacinação de microchip do ID2020, que o grupo alega que ajudará a "capacitar" os moradores de rua, supostamente dando a eles "controle" sobre seus dados de identidade pessoal.

“A cidade de Austin, o ID2020 e vários outros parceiros estão trabalhando em conjunto com pessoas sem-teto e com os provedores de serviços que se envolvem com eles para desenvolver uma plataforma de identidade digital habilitada para blockchain chamada MyPass para capacitar pessoas sem-teto com seus próprios dados de identidade”, escreve Chris Burt para o site Biometric Update.

O ID2020 também está sendo inoculado em refugiados com suas vacinas de microchips através de dois programas piloto inaugurais, conhecidos como iRespond e Everest. Segundo relatos, o iRespond “melhorou a continuidade dos cuidados” para mais de 3.000 refugiados que recebem tratamento medicamentoso para doenças crônicas. O Everest, por outro lado, "ajudou no fornecimento de acesso a subsídios críticos à energia e a uma gama de serviços adicionais com identidades digitais seguras e centradas no usuário sem depender de um smartphone", escreve Burt.

Tudo isso está preparando o público para um eventual mandato de vacinação com microchips, que será necessário para cada indivíduo para comprar e vender mercadorias. Chowdhury admitiu abertamente isso ao afirmar que os sistemas de identidade digital serão necessários para o "acesso dos indivíduos a serviços e meios de subsistência".

Em outras palavras, a Bíblia está certa: um sistema de identificação global está em obra que será necessária para que as pessoas trabalhem na sociedade e, finalmente, sobrevivam. Sem esses microchips em seus corpos, as pessoas não poderão trabalhar, muito menos comer. E tudo está acontecendo bem diante dos nossos olhos.

Lembre-se de que o ID2020 faz parte do chamado "REAL ID", que em breve será necessário para quem deseja viajar. O REAL ID também será usado como um método backdoor de implementar políticas de vacinação obrigatória para adultos.


quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

Sistema Nervoso pode ser Manipulado pelo Campo Eletromagnético dos Televisores


O tema do controle mental tem sido vivamente contestado já desde há algum tempo. O controle da mente ou dos pensamento é amplamente definido como a situação em que sujeitos humanos são doutrinados de uma forma que causa um prejuízo na sua autonomia – a incapacidade de pensarem de forma independente e causa uma ruptura com crenças e afiliações.

O controle mental foi inicialmente considerado uma mera teoria da conspiração. Durante os primeiros dias desta expressão, os seus adeptos acreditavam que a mente de um ser humano poderia ser controlada através da disseminação de mensagens de propaganda para atender à pessoa que disseminava a mensagem. Mesmo as teorias sobre os meios de comunicação como a Definição de Agendas, Incriminação e Pré-tratamento apoiaram a noção de que a mente humana poderia ser controlada para pensar numa determinada direção que os meios de comunicação pretendessem. Isso, em teoria, torna-se possível através das mensagens que os meios de comunicação divulgam ao público. Como os meios de comunicação bombardeiam constantemente as pessoas com uma mensagem ou ideia específica, ao longo do tempo, as pessoas ficam viciadas nela, adotando-a como uma realidade. Claro que, se isso acontecer, significa que as faculdades de pensamento das pessoas foram alteradas.

No entanto, o controle mental mudou do conceito de mera mensagem de comunicação nos meios de comunicação para algo mais profundo após uma revelação chocante. Em 1999, o psicólogo forense Dick Anthony revelou que a Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos (CIA) tinha inventado condenáveis técnicas de lavagem cerebral contra o comunismo durante a Guerra da Coreia.

A revelação de Anthony levou a um maior escrutínio da CIA. Mais tarde veio a lume que o governo dos Estados Unidos tinha efetuado experiências sobre como controlar a mente humana, imediatamente após o fim da Segunda Guerra Mundial. Em 1945, o governo recrutou secretamente muitos cientistas nazis, alguns dos quais tinham sido identificados e processados ​​como criminosos de guerra durante os Julgamentos de Nuremberg. A esse recrutamento foi dado o nome código de Operação Paperclip. O objetivo da Operação Paperclip era o de explorar o conhecimento desses cientistas criminosos nazis. Os nazis foram informados de que se eles concordassem em trabalhar para o governo dos Estados Unidos, o governo iria protege-los das acusações. Os nazis concordaram para evitarem serem enviados para a forca.

Depois de serem recrutados para os Estados Unidos, o governo usou os nazis em muitas experiências altamente clandestinas. Uma dessas experiências foi sobre como controlar a mente humana através da tecnologia e da ciência. Com a ajuda dos nazis, na década de 1950, a CIA e o Departamento de Defesa levaram a cabo pesquisas secretas com o nome de código MKULTRA. O projeto foi mais tarde renomeado Projeto ARTICHOKE. O objetivo era o de estudar o controle da mente, interrogatórios, modificação de comportamentos e outros tópicos relacionados.

Quando esses segredos foram tornados públicos, a CIA nunca os contestou, exceto para dizer que descontinuou os programas. Mas a grande questão aqui é: podemos confiar na CIA? E se eles conseguiram inventar uma tecnologia para controlar a mente humana da qual não temos Consciência?

Em 2013, a BBC publicou um artigo intitulado “Estaremos perto de tornar o controle da mente humana ‘uma realidade?” No artigo foi dito que Rajesh Rao, um investigador da Universidade de Washington, tinha conseguido jogar um jogo de computador com a sua mente, sem usar qualquer controlador físico.

A invenção de Rao convenceu muitos investigadores de que o controle da mente já não é uma teoria da conspiração, e que é real. Alguns investigadores expressaram sérias preocupações sobre a invenção de Rao, afirmando que poderia levar a um apocalipse Zombie.

“Quando temos ligações diretas para o cérebro e você pode controlar alguém como um robô, então poderemos vir a ter problemas”, disse o Dr. Ian Pearson, um futurologista com formação em ciência e engenharia.

Para lhe demonstrar, sem qualquer ambiguidade, que o controle da mente é real e que a tecnologia para fazer o trabalho altamente imoral, antiético e corrupto está disponível, nós vamos olhar para algo que nós encontramos, por sorte, na Internet.

A Patente U.S. 5356368 – 18 de Outubro de 1994 “Método e tecnologia para induzir estados de Consciência desejados” Este aparelho usa ondas cerebrais pré-gravadas - Ondas cerebrais >>Frequência>>Seguida por>>Resposta Para forçar a sua Mente - A seguir aqueles padrões de ondas cerebrais e sentir aquilo que lhe é dito que deve sentir Isto não é teoria, isto é tecnologia verdadeira que funciona.

Nós encontramos uma investigação científica publicada na internet com o número de patente US 6506148 B2. Intitula-se “manipulação do sistema nervoso por campos eletromagnéticos dos televisores”.

O resumo do trabalho diz:
Foram observados efeitos fisiológicos num sujeito humano em resposta à estimulação da pele com campos eletromagnéticos fracos que são pulsados ​​em certas frequências próximas de ½ Hz ou 2,4 Hz, de modo a excitar uma ressonância sensorial. Muitos monitores de computador e tubos dos televisores, ao exibirem as imagens pulsadas, emitem campos eletromagnéticos pulsados ​​de amplitudes suficientes para causar tal excitação. É, portanto, possível manipular o sistema nervoso de um sujeito pulsando imagens exibidas num monitor de computador ou aparelho de TV próximo. Para este último, o impulso da imagem pode ser incorporado no material do programa, ou pode ser sobreposto modulando um fluxo de vídeo, quer como um sinal de RF ou como um sinal de vídeo. A imagem exibida num monitor de computador pode ser pulsada efetivamente por um simples programa de computador. Para certos monitores, os campos eletromagnéticos pulsados ​​capazes de excitar ressonâncias sensoriais nos sujeitos próximos podem ser gerados mesmo quando as imagens exibidas são pulsadas com intensidade subliminar.

De acordo com a publicação no Google, Hendricus G. Loos é o proprietário do trabalho. Ele arquivou o trabalho em Junho de 2001, mas foi publicado em Janeiro de 2003. Quando tentamos encontrar mais detalhes sobre o Sr. Loos, percebemos que ele não é popular na internet, nem sequer mencionado no Wikipedia. Poucos artigos foram escritos sobre ele. O que descobrimos, no entanto, foi o seu trabalho sobre a manipulação do sistema nervoso com dispositivos eletrônicos que teve início em 1978, tendo publicado nove obras desde então.

Agora, para colocar o trabalho num contexto simples, vamos considerar uma definição simples do sistema nervoso. De acordo com os neurocientistas, o sistema nervoso humano controla tudo, desde a respiração e produção de enzimas digestivas, à memória e à inteligência. Na verdade, a parte central do sistema nervoso é o cérebro.

Se a patente com o número US 6506148 B2 diz que o sistema nervoso pode ser manipulado por campos electromagnéticos de monitores, precisamos dizer que a sua mente está a ser manipulada por monitores?

Os televisores, em particular, tornaram-se armas mortais para nós. A partir da recente divulgação do Vault 7 do WikiLeaks, descobrimos como a CIA usava as TV’s inteligentes da Samsung para espiar as pessoas.

Sabemos de várias fontes que o governo dos Estados Unidos tem tecnologias secretas. As tecnologias secretas estão cada vez mais incorporadas na maioria das tecnologias que usamos todos os dias. Isso ajuda o governo dos Estados Unidos a manter a sua hegemonia sobre cada ser neste planeta. O conhecimento secreto que os nazis tinham sob Adolf Hitler está agora nas mãos dos Estados Unidos e está sendo usado.

Com esta TV, eu já não terei de pensar por mim mesmo. Eu espero conseguir adotar as ideias e a percepção da realidade que é difundida através deste sinal. Uma vida de trivialidades sem sentido, desportos, mexericos de celebridades, inseguranças e posses materiais está agora à distância de um clique.

O nosso objectivo é o de aumentar a Consciência. Quando estávamos investigando esta questão, alguém nos disse que estava na hora de nos descartarmos dos nossos aparelhos de TV. A pessoa disse que a evidência é esmagadora. Verdadeiramente, estamos chocados com as evidências disponíveis. Uma pergunta importante que devemos fazer agora é: porque é que os principais meios de comunicação continuam em silêncio sobre esta questão? Isto diz-lhe que o objetivo final dos meios de comunicação é o de nunca educar e aumentar a Consciência. Eles foram criados e controlados pela elites para nos manter na escuridão para que eles possam continuar a lucrar conosco.

De agora em diante, nunca descarte qualquer teoria da conspiração. Leve o tempo que for necessário para ler sobre a teoria e fazer uma pequena pesquisa sobre isso primeiro. A pesquisa sobre esses tópicos não deve ser difícil, uma vez que estamos na Idade da Informação.

À medida que terminamos, pesquise no Google pela US 6506148 B2. Dispenda alguns minutos pensando. Diga-nos o que pensa escrevendo na seção de comentários. Como poderemos libertar-nos destas amarras e escravidão?


domingo, 7 de janeiro de 2018

O Pentágono e a Intervenção Extraterrestre nos Testes Nucleares


O canal do Ocultos, do YouTube, publicou um vídeo que certamente será de interesse de todos que acompanham o fenômeno dos OVNIs, e pode causar muita controvérsia na área de comentários.

Veja:

No dia 22 de dezembro, o mundo foi surpreendido por um “show noturno” CRIADO PELO FOGUETE FALCON 9, após a sua descolagem, muitos moradores se assustaram e o governo americano deu satisfação antes dos testes pra encobrir o real motivo. E em 26 de dezembro, novamente a Rússia fez um teste de míssil balístico intercontinental. Estes lançamentos quase ao mesmo tempo não são uma coincidência e embora tenha sido dito que todos estes eventos não representam um risco para a humanidade, acredita-se que a verdadeira razão é preparar-se para uma guerra que vem do espaço.


Físico Nuclear afirma: Astrônomos estão Negligenciando as Provas sobre os OVNIs - [VÍDEO]


O vídeo abaixo mostra uma palestra ministrada por Stanton Friedman, ex-físico nuclear que tem estudado o fenômeno dos OVNIs por mais de 50 anos.

Na palestra, entre muitas outras coisas interessantes, ele nos fala porque não deveríamos confiar em astrônomos para nos informar a respeito dos OVNIs, afinal, astrônomos são treinados para estudarem coisas inanimadas à distância e, como a maioria deles pertencem ao grupo científico de tendência predominante, nunca darão o braço a torcer a respeito do fenômeno.

Assista o vídeo de sua palestra, cuja legenda em português pode ser ativada, embora não seja precisa. (Para informações de como ativar a legenda, caso não saiba, clique aqui):


Aproveite e veja também um artigo abaixo quando Stanton Friedman, em 2013, colocou um suposto homem da ciência em seu devido lugar (suposto, porque um verdadeiro homem da ciência não desconsidera possibilidades sem antes estudá-las de forma aprofundada. E estudar de forma aprofundada é algo que pouquíssimos cientistas da tendência predominante estão dispostos a fazer quando se trata do fenômeno dos OVNIs. Estes têm um medo enorme da possibilidade de vida extraterrestre):

Stanton Friedman responde a artigo em revista de astronomia

Como publicado num artigo do site UFO.com.br:

Phil Plait
O veterano pesquisador Stanton Friedman divulgou uma nota criticando o artigo ‘A Ciência por trás dos UFOs’, publicado na edição de maio da revista Astronomy. O texto, assinado pelo astrônomo e divulgador científico Phil Plait, busca explicar vários casos ufológicos unicamente pela via da ciência e da astronomia.


Plait afirma que a maioria absoluta dos avistamentos de UFOs pode ter explicações corriqueiras. O astrônomo exemplifica logo no começo de seu artigo descrevendo um avistamento que teve em 1997, pouco antes do lançamento do ônibus espacial Discovery. A nave levava uma nova câmera para o Telescópio Espacial Hubble, na qual Plait havia trabalhado por dois anos. Subitamente, viram uma série de objetos voando em formação, e não poderiam ser aviões pois seu voo sobre o local de lançamento era proibido. Porém, em instantes descobriram que na verdade se tratava de patos sendo iluminados pelas fortes luzes da plataforma de lançamento do ônibus espacial.

Stanton Friedman: vem investigando
OVNIs desde 1958.
Como um cientista que tem estudado as evidências sobre OVNIs desde 1958, eu devo elogiar a [revista] ASTRONOMY por ter publicado um exemplo esplêndido de bancarrota intelectual da pseudociência de anti-ovniologia, chamada de “The Science Behind UFOs” (maio de 2013) de Phil Plait. 

Ele evita toda a ciência! 

Há cinco estudos científicos em larga escala.  Nenhum foi mencionado.  Há, pelo menos, 12 teses PhD sobre OVNIs.  Nenhum foi mencionado.  Há inúmeros registros de radares. Nenhum foi mencionado.  Há mais de 5.000 Casos de Traços Físicos coletados por Ted Phillips, em 95 países. Nenhum foi mencionado. Há um número de casos de abduções por OVNIs bem investigados por profissionais, tais como o psiquiatra Dr. Joahn Mack da Universidade de Havard. Nenhum foi mencionado.

O maior dos estudos é o “Relatório Nº14 do Projeto Livro Azul (Blue Book)”, executado por engenheiros e cientistas do Instituto Memorial Battelle, sob contrato com a USAF (Força Aérea dos Estados Unidos).  Ele contém 200 tabelas, gráficos, mapas, etc e inclúi 3201 avistamentos de OVNIs, dos quais 21,5% foram finalmente classificados como ‘DESCONHECIDOS’, completamente separados dos 9,3% classificados como ‘Informações Insuficientes’.  Quanto melhor a qualidade do avistamento, mais provável é de que seja um ‘DESCONHECIDO’.  Uma análise estatística qui-quadrado mostrou que a probabilidade dos DESCONHECIDOS serem somente ‘conhecidos perdidos’ era de menos de 1%.

O relatório de 247 páginas da Audiência feita em 29 de julho de 1968, perante o Comitê de Ciência e Astronáutica no Congresso dos EUA (Symposium on Unidentified Flying Objects: Hearings Before the Committee on Science and Astronautics, U.S. House of Representatives), fornece o testemunho de 12 cientistas, três dos quais eram astronautas.  Uma das testemunhas foi o Dr. J. Allen Hynek, Diretor do Departamento de Astronomia da Universidade Nortwestern, e consultor por mais de 20 anos para o Projeto Livro Azul da Força Aérea.  Seu livro, “The UFO Experience: A Scientific Inquiry” (A Experiência OVNI: Uma Inquisição Científica – trad. livre n3m3) deveria ser leitura obrigatória e contém muitos avistamentos intrigantes.  A apresentação mais completa foi feita pelo Dr. James E. McDonald, Físico Sênior no Departamento de Ciências Atmosféricas da Universidade do Arizona.  Ele cobriu 41 casos separados, inclusive avistamentos por astrônomos, tais como o Dr. Clyde Tombaugh, descobridor de Plutão, bem como de múltiplas testemunhas em casos de radares.

O Relatório Científico sobre OVNIs da Universidade do Colorado (The Condon Report) incluiu informações sobre 117 casos dos quais, de acordo com um Subcomitê  sobre OVNIs do Instituto Americano de Aeronáutica e Astronáutica, 30% não pôde ser identificado.  Este livro contém a seguinte declaração sobre a Foto Trente de McMinnville, Oregon, em maio de 1950, conhecida pelo Plait: “Este é um dos poucos relatórios sobre OVNIs no qual todos os fatores investigados, geométrico, psicológico e físico, parecem ser consistentes com a afirmação de que um objeto voador extraordinário, prateado, metálico, em forma de disco, com dezenas de metros de diâmetro e evidentemente artificial, voou no campo de visão das duas testemunhas“.

A explicação dada para a Luzes de Fênix, como sendo representadas por aviões a jato em formação, é ridícula.  O objeto era gigantesco, silencioso, voava lentamente, encobrindo o céu.  Ele não tinha luzes vermelhas e verdes.  Uma importante testemunha foi o então governador do Arizona, Fife Symington, um ex-oficial da Força Aérea e piloto. 

Plait age como se todos os avistamentos de OVNIs fossem somente luzes no céu, as quais são facilmente identificáveis por alguém como ele: “um cientista, um cético, um realista durão”.  Os fatos indicam que isto é totalmente falso.

Uma possível explicação para a falha completa do Plait de ligar com a ciência dos OVNIs é que, considerando a data da publicação, seu artigo foi escrito como uma piada de primeiro de abril.  Se esse for o caso, eu perdôo. – Stanton Friedman

—–

É incrível que, enquanto alguns cientistas, como o revolucionário pensante Michio Kaku entre vários outros, mantêm suas mentes abertas para a possibilidade de vida extraterrestre e até mesmo para as possíveis visitações ao nosso planeta por seres com tecnologias mais avançadas, outros, como Phil Plait, ainda agem como se estivessem na idade média, sem sequer tirar seus glúteos de suas confortáveis cadeiras, a fim de realmente encontrar a verdade.

Para certas pessoas é muito mais fácil simplesmente negar as coisas difíceis de serem provadas, do que realmente procurar por provas para defesa de seus pontos de vista.

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Documento de Químico Nuclear detalha “O Envenenamento da Humanidade por Alumínio via Geoengenharia”


Somente nos últimos dois anos o conceito de geoengenharia gerou um interesse crescente (que parece acelerar a um ritmo crescente) no mundo acadêmico.

Isso também acendeu um grande interesse na formulação de políticas, o que não é surpresa, dado que estamos a falar de “geoengenharia” do clima global em resposta às mudanças climáticas globais.

Isso é exatamente o que a geoengenharia é – uma resposta à atividade humana destrutiva que ainda temos de cessar – e envolve a injeção de partículas/aerossóis estratosféricos na atmosfera para, novamente, reduzir o efeito da mudança climática global.

Por exemplo, o SPICE é um projeto de pesquisa de geoengenharia financiado pelo governo do Reino Unido, que colabora com as universidades de Oxford, Cambridge, Edimburgo e Bristol para examinar a ideia da gestão da Radiação Solar [Solar Radiation Management – SRM].

Algumas das partículas candidatas a pulverizar no ar propostas pela SPICE (para citar apenas algumas) são (fonte):
  • Sulfato / Ácido sulfúrico / Dióxido de enxofre
  • Titânia
  • Carbeto de silício
  • Carbonato de cálcio
  • Alumina
  • Sílica
  • Óxido de zinco

Investigação inovadora

O Dr. Marvin Herndon, PhD., Um químico nuclear, geoquímico, e cosmoquímico – mais conhecido por deduzir a composição do núcleo interno da terra como sendo de silicieto de níquel, e não o metal de níquel-ferro parcialmente cristalizado – publicou uma investigação inovadora na revista de análise pelos seus pares, a Current Science (Academia Indiana de Ciências) intitulado “Envenenamento com alumínio da Humanidade e do biota da Terra pela actividade de geoengenharia clandestina: implicações para a Índia”.

O resumo diz o seguinte:

Em resposta a um apelo urgente por meio de um artigo na Current Science para auxiliar na compreensão da associação geológica da alta mobilidade do alumínio na saúde humana na planície aluvial de Ganga, eu descrevo as evidências da actividade de geoengenharia clandestina que ocorre há pelo menos 15 anos e que tem escalado acentuadamente nos últimos dois anos. A actividade de geoengenharia através de aviões-tanques a jacto lança uma substância não-natural e tóxica na atmosfera da Terra que, com a água da chuva, liberta alumínio altamente móvel. Para além disso, apresento as provas de que a substância tóxica é a cinza volante da combustão do carvão. A dispersão clandestina de cinzas de carvão e a consequente libertação de alumínio altamente móvel, eu afirmo, é uma causa subjacente do aumento generalizado e pronunciado das doenças neurológicas assim como da debilitação actualmente difundida e crescente na biota da Terra. Recomendações são feitas para verificar se a evidência apresentada aqui é aplicável à planície aluvial do Ganga. (Fonte) (Fonte)

O artigo continua, discutindo e citando publicações que detectaram metais pesados como o alumínio, bário, estrôncio e mais na água da chuva, cinzas volantes e muito mais. Por exemplo, durante o período entre Julho de 2011 e Novembro de 2012, 73 amostras da água da chuva foram colectadas e analisadas para o alumínio e bário; 71 foram recolhidas em 60 locais diferentes na Alemanha, 1 na França e 1 na Áustria.

O alumínio foi detectado em 77% das amostras da água da chuva e havia também uma concentração muito alta de bário e estrôncio.

Ele também discute como essas concentrações de metais não são o resultado de fenómenos naturais, como explosões vulcânicas, por exemplo.

Esta não é a única publicação recente e inovadora que vem do mundo da academia sobre este fenômeno. Há alguns meses, a Dra. Rose Cairns, doutorada, que pertence à Escola do Meio Ambiente e da Terra da Universidade de Leeds, publicou um artigo no Geophysical Journal, revisto por pares, intitulado “Climas de suspeição: narrativas da conspiração dos “rastos químicos” e Políticas da geoengenharia”. Ela também está a realizar pesquisas sobre a Governança da Geoengenharia como parte de um projeto multidisciplinar colaborativo entre a Universidade de Sussex, UCL e Universidade de Oxford (http://geoengineering-governance-research.org/). O projeto examina as implicações sociais, éticas e políticas das propostas de geoengenharia climática. (Fonte)

No seu artigo, ela descreve desenvolvimentos no discurso acadêmico e político sobre a geoengenharia, e como a modificação climática, também a ser discutida pelos cidadãos do mundo (que usam o termo “rastos químicos”), está a ter efeitos ecológicos e na saúde devastadores por todo o mundo. De acordo com o seu trabalho:

Entender a política emergente da geoengenharia e levar a sério as reivindicações sobre a importância da participação pública requer uma compreensão de toda a paisagem discursiva em torno das ideias do controlo climático global – incluindo as ideias marginais como aquelas defendidas pelos ativistas dos rastos químicos. Ignorar ou descartar esses discursos como patológicos ou paranoicos é ignorar perspectivas potencialmente reveladoras sobre a política emergente da geoengenharia. (Fonte)

Ela também menciona que:

Esta análise sugere um número de formas pelas quais a narrativa dos rastos químicos pode conter perspectivas e implicações importantes para as emergentes políticas de geoengenharia, e que não podem ser descartadas como “paranoicas” ou “patológicas”. (Fonte)

Embora a Dra. Rose não seja uma proponente da “conspiração dos rastos químicos”, é ótimo ver outro artigo publicado por um acadêmico tendo uma perspectiva neutra, reconhecendo a importância dessas alegações, em vez de descartá-las diretamente.

A diferença básica aqui é que a geoengenharia no âmbito académico é estritamente uma proposta, e que esses meios de engenharia do clima da Terra ainda não estão operacionais. Quando se trata dos defensores dos “rastos químicos”, eles acreditam que eles estão operacionais, assim como o artigo académico descrito no início deste artigo, juntamente com muitos outros.

A verdade é que parece haver uma tremenda quantidade de informações que sugerem que esses programas estão verdadeiramente operacionais. Ainda não é claro se a sua intenção é modificar o clima para combater os efeitos do aquecimento global ou promover algum outro tipo de agenda.

Evidências que sugerem que esses programas já estão operacionais:

Nos últimos anos tem havido um declínio no apoio à pesquisa da modificação climática, e uma tendência para os deslocar diretamente para projetos operacionais” – Associação Meteorológica Mundial (Fonte) 

Para além de programas de pesquisa específicos patrocinados por agências federais, existem outras funções relacionadas com a modificação climática que são realizadas em vários lugares do ramo executivo. Vários painéis e comités consultivos federais – criados para realizar estudos aprofundados e preparar relatórios, fornecer conselhos ou recomendações ou coordenar programas de modificação climática – foram alocados e apoiados dentro de departamentos executivos, agências ou serviços. (Fonte)


segunda-feira, 24 de abril de 2017

Donald Trump ordena LIBERAÇÃO de TODOS os ARQUIVOS SECRETOS relacionados aos OVNIs?


Talvez esta seja a melhor notícia do ano até agora, se é que a ordem vai ser cumprida na íntegra pelas agências governamentais dos EUA:

De acordo com o site estadunidense, Santa Monica Observer, seguindo sua promessa de campanha, o Presidente Donald Trump ordenou a Agência Central de Inteligência (CIA) e a Agência Nacional de Segurança (NSA), que revisem e liberem todos os arquivos secretos a respeito de naves alienígenas e Objetos Voadores Não Identificados, ou OVNIs.

O artigo, que foi publicado ontem (23), continua:

Trump prometeu dar este passo em seu discurso de posse. Ele disse:
Estamos na frente do nascimento de um novo milênio, prontos para desbloquear os mistérios do espaço, para liberar a Terra das misérias das doenças, e dominar as energias, indústrias e tecnologias do amanhã.
Um novo orgulho nacional irá mexer com nossas almas, levantar nossas metas, e curar nossas divisões.
Esta notícia aparece como um choque, pois Trump nunca antes endereçou a questão da vida extraterrestre tão rapidamente e nunca antes disse que os documentos secretos deveriam ser liberados.
Durante sua campanha Hillary Clinton deixou claro que faria tudo que pudesse para liberar os arquivos secretos sobre OVNIs. É claro, seu marido Bill Clinton fez a mesma promessa, mas nunca cumpriu. A verdade ainda está lá fora…

Se isto realmente ocorrer, e se as agências governamentais atenderem a ordem do Presidente Trump para liberação de todos os documentos relacionados ao fenômeno dos OVNIs, estaremos a um passo… na verdade a vários passos mais próximos do desacobertamento da realidade extraterrestre presente no nosso planeta.

Fiquemos de olhos abertos e com os dedos cruzados, pois 2017 poderá ser o ano em que teremos a confirmação oficial daquilo que já sabemos há muito tempo – e que vem sendo dito por pessoas de peso em todos os âmbitos da sociedade no mundo todo: Nunca estivemos sós!

(Vale ressaltar que esta notícia até agora somente foi publicada em um veículo de imprensa - dois contando com o site OVNI Hoje - e ainda não há confirmação da mídia corporativa.)


domingo, 23 de abril de 2017

Presidente da Anatel diz que a era da internet ilimitada no Brasil acabou


O atual presidente da Anatel – Agência Nacional de Telecomunicações, João Rezende, diz que a era da internet ilimitada está chegando ao fim.

“Não podemos trabalhar com a noção de que o usuário terá um serviço ilimitado sem custo”, diz Rezende. “Em nem todos os modelos cabe ilimitação total do serviço, pois não vai haver rede suficiente para tudo.” Completa.

Ainda de acordo com a Anatel, uma das principais obrigações que as empresas prestadoras de serviços de telecomunicações terão de atender, será a criação de ferramentas que possibilitem ao usuário acompanhar seu consumo para que o mesmo saiba, antecipadamente, se sua franquia está próxima do fim. Se a opção for criar um portal, o cliente poderá saber seu perfil e histórico de consumo, para saber que tipo de pacote é mais adequado.

As empresas também terão que notificar seus usuários quando estiver próximo do esgotamento de sua franquia contratada e informar assim todos os pacotes disponíveis, com previsão de velocidade de conexão e franquia de dados.

“Acreditamos que as empresas falharam e estão falhando na comunicação com o usuário”, afirmou Rezende. “Também acho absurdo suspender o serviço sem avisar usuário”, acrescentou.

Rezende ainda disse que as empresas que resolverem prestar os serviços ou continuar a prestar os serviços com pacotes de internet ilimitada, elas poderão fazê-lo. De acordo com ele, esse erro também já foi cometido pelas empresas quando ofereciam pacotes ilimitados de voz.

“Quem quiser oferecer pacote ilimitado vai ver até onde vai suportar esse modelo de negócios”, diz Rezende. “Acho que as empresas tiveram um erro estratégico no passado de não perceber que qualquer mudança, como serviço ilimitado de dados, levaria a um momento em que seria preciso corrigir a tal rota, sob risco de queda de investimentos.”

Já para o secretário de Telecomunicações do Ministério das Comunicações, Max Martinhão, a medida chega para dar equilíbrio e segurança aos usuários de internet. “As coisas estavam acontecendo de forma muito desordenada, a medida traz tranquilidade nesse momento.”

Agora para o Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviços Móvel Celular e Pessoal (Sinditelebrasil), que representa as principais empresas do setor, informou que não irá se pronunciar sobre a cautelar, porque cada empresa tem um posicionamento sobre a questão.


terça-feira, 1 de novembro de 2016

A Realidade Estrutural da Sociedade - [VÍDEO]


O que você sabe sobre o mundo em que vive? O que conhece do país onde nasceu? Como você entende a estrutura que mantém a sociedade funcionando? O que é emprego? O que é felicidade? O que é justo? 

Algum dia você já teve a plena certeza do que seja uma democracia? Fala-se tanto sobre isso e tantos outros assuntos, mas será que alguém já falou para você como realmente funciona a sociedade? Você conhece a realidade estrutural da sociedade?

Este vídeo é uma rasante na história, sem rodeios, sem palavras bonitas, de forma clara e direta, para que você entenda a maquina estrutural da sociedade que, em quase toda sua totalidade, escapa à consciência das pessoas.

Você faz parte disso. Conscientemente ou não, você faz parte disso. Eu faço parte disso. Ele faz parte disso. Todos nós somos parte desta estrutura.

Infelizmente, não conhecemos o autor, nem o orador em questão, mas admitimos a admiração pela clareza de raciocínio e oratória objetiva.


Fonte: WhatsApp

sexta-feira, 15 de abril de 2016

O PROJETO AURORA

Mesmo 25 anos após os primeiros rumores, suposto avião espião hipersônico permanece no imaginário de investigadores e curiosos.


Tudo começou em agosto de 1989 quando Chris Gibson, um observador da Royal Observer Corps (entidade de defesa civil britânica) que estava numa plataforma de gás no Mar do Norte, a 100 km da costa de Norfolk, na Inglaterra, viu uma cena estranha: uma aeronave em forma de triângulo era reabastecida no ar por um avião-tanque KC-135. Ao lado deles, dois F-111, bombardeiros leves que eram um pouco menores do que ele. O conjunto voava em direção ao Reino Unido, provavelmente a caminho de uma base americana no país.

Seis meses depois da aparição, a revista americana Aviation Week notou que o governo dos Estados Unidos havia incluído 455 milhões de dólares para a ‘produção de uma aeronave negra’ (como são chamados os aviões espiões) no orçamento de 1987, um vazamento incomum no restrito mundo da inteligência militar. Na mesma época, um grupo de observadores vizinhos à famosa base militar secreta ‘Área 51’ passam a ouvir um som estranho de aeronave logo no início da manhã.

Se existir, Aurora seria o segredo militar mais
bem guardado da história
Desde então, o misterioso projeto ‘Aurora’ aguça a curiosidade de muita gente pelo mundo. O apelido vem justamente do documento vazado pela publicação, que cita essa denominação. No entanto, passados 25 anos desde os primeiros rumores, até hoje não ficou comprovada a existência desse suposto avião hipersônico de espionagem, sempre negada pelo governo dos Estados Unidos.

Nem por isso, o assunto esfriou. No ano passado, surgiram novos relatos de pessoas na Inglaterra que ouviram o estranho som pulsante de um avião extremamente veloz. Caso seja real, o ‘Aurora’ certamente será o segredo mais bem guardado pelos militares americanos em toda a história. Mas a pergunta que fica no ar é: existe mesmo a necessidade de uma aeronave assim após o surgimento dos satélites espiões?

Trilha de condensação fotografada no Texas em 2006 seria
uma prova da existência do Aurora e seu motor ‘pulsante’
A resposta não é simples, mas o fato de a força aérea dos Estados Unidos ter planos de recapacitar o clássico avião U-2 mostra que nem sempre os satélites conseguem captar as informações de inteligência necessárias. Ao menos para inúmeros entusiastas e estudiosos do assunto, o Aurora é uma realidade.

Mesmo sem nenhum indício seguro, o suposto avião possui a uma descrição detalhada: 33,5 metros de comprimento (o mesmo que o Boeing 737 da Ponte Aérea), 18,2 metros de envergadura, teto de voo de mais de 40 mil metros, e capacidade de voar entre Mach 5 e Mach 8, ou seja, até oito vezes a velocidade do som (quatro mais veloz que o Concorde, por exemplo).

Para obter esse desempenho inigualável, o Aurora usaria motores do tipo ‘Ramjet’ ou ‘Scramjet’. Como é preciso operar em altas temperaturas onde turbinas e compressores não funcionam bem, um avião hipersônico precisa de uma tecnologia capaz de gerar energia mesmo num ambiente tão hostil. O ‘Ramjet’ trabalha com um fluxo de ar extremamente quente e veloz que requer uma detonação de combustível por pulsos, daí a tese de que os relatos de pessoas que ouviram esses sons inusitados de um avião.

A ideia do motor de pulsos ganhou mais força com o avistamento de trilhas de condensação em formato de ‘donuts numa corda’, numa tradução literal, em 2006 na cidade de Austin no Texas.


Skunk Works

Como em quase todos os projetos secretos de aviões americanos, a tarefa de criar o ‘Aurora’ teria sido atribuída à divisão ‘Skunk Works’ da gigante aeroespacial Lockheed Martin. Famosa no meio aeronáutico por criar aeronaves como o caça stealth F-117A e os aviões de espionagem U-2 e SR-71 Blackbird, a equipe foi capitaneada pelo engenheiro Clarence ‘Kelly’ Johnson, falecido em 1990. O Aurora seria o sucessor natural do Blackbird, avião capaz de voar acima de Mach 3 e que desempenhou papel fundamental na Guerra Fria ao vasculhar a ‘Cortina de Ferro’ em busca de segredos soviéticos.

O Blackbird acabou aposentado na década de 90, mas sua história inspira os que acreditam na existência do misterioso avião. Na década de 60, ele também tinha sua existência negada pelo governo, embora várias pessoas testemunhassem suas decolagens para missões no Sudeste Asiático na época da Guerra do Vietnã.

SR-71 Blackbird: avião espião teve sua existência negada
mesmo após operações diárias no Vietnã
Sediada na Califórnia, a ‘Skunk Works’ não costuma ter nenhum projeto de governo ‘aprovado’, mas há sempre muita gente trabalhando em seus hangares. E se o Aurora realmente existe, o local ideal para que ele pudesse ser desenvolvido teria sido na ‘Área 51’.

Local de veneração para ufólogos e entusiastas sobre seres extraterrestres, a região também é palco de avistamentos e ruídos estranhos de aviões, mas pode-se dizer que o afã em encontrar algo não explicado pode ter afetado boa parte dos testemunhos. Aliás, o assunto já foi alvo de tentativas de produzir provas de avistamento do Aurora como uma imagem em preto e branco que mostrava o flagrante do reabastecimento do avião ou quando uma espécie de aeromodelo com suas formas foi considerada autêntica.

Por outro lado, é fato que a base aérea teve suas instalações ampliadas há alguns anos, com a adição de novos hangares, prédios e uma pista extra, sinais que os trabalhos na ‘Área 51’ foram intensificados.

Ou seja, acreditar que os Estados Unidos, depois de revelarem seus dois aviões invisíveis aos radares na década de 90 (o F-117A e o bombardeiro em forma de asa B-2), tenham apenas estudado alguns drones avançados nos últimos 20 anos pode parecer algo um tanto ingênuo.

A famosa ‘Área 51’, base aérea secreta dos Estados Unidos no estado de Nevada

Buraco de bilhões de dólares no orçamento

Mas se alguém pode falar com propriedade sobre o Aurora esta pessoa é Bill Sweetman. Veterano jornalista de aviação, o britânico é a maior autoridade mundial em ‘projetos negros’. Sweetman esteve por trás justamente da matéria que colocou o ‘Aurora’ na mídia, publicada na conceituada revista Aviation Week.

Livro sobre o Aurora escrito por Bill Sweetman
O jornalista chegou a publicar um livro sobre o Aurora em 1992, baseado na sua investigação do assunto. Sweetman também se debruçou em milhares de páginas do orçamento do governo americano em busca de ‘buracos’ onde pudessem se encaixar um projeto como esse. Certa vez, o jornalista encontrou a soma de 9 bilhões de dólares inexplicavelmente gastos, uma das manobras para permitir tocar os projetos desse gênero.

Para ele, o Aurora pode ter sofrido um imenso atraso devido a complicações tecnológicas. Uma delas seria o combustível. Nos anos 90, hidrogênio e metano podem ter sido testados, mas não teriam permitido que o avião entrasse em operação por limitações de uso. A volta dos ‘booms’ supersônicos mundo afora nos últimos dez anos pode significar uma nova fase no desenvolvimento do aparelho.

Num artigo para a revista americana Popular Science em 2006, Sweetman deu seu veredicto: “Afinal, o Aurora existe? Anos de busca levaram-me a acreditar que, sim, o Aurora está provavelmente em desenvolvimento ativo, estimulado pelos recentes avanços que permitiram recuperar o atraso do ambicioso programa lançado uma geração atrás.”

Fonte: Airway

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

NAS MÃOS DO GOVERNO - A Nova Ordem Mundial - [VÍDEO]

Nota do Editor: Não concordamos com tudo que é colocado neste vídeo, assim como a óbvia tendência religiosa que, hora ou outra, emerge durante o documentário. No entanto, consideramos boa parte do conteúdo a ponto de trazer até o leitor, para que este tire suas próprias conclusões a respeito.



Você já parou para pensar que na correria do dia a dia, cada passo seu é observado e monitorado?

O documentário Nas Mãos do Governo coloca em foco a questão que chamamos de liberdade e direito de ir e vir, mas por que a privacidade do indivíduo na sociedade está sendo violada? O governo diz que a vigilância é necessária para garantir a segurança nacional, e mundial, de forma a assegurar a paz e a unidade global.

Autores renomados como Grant R. Jeffrey, apresentam as escrituras bíblicas sob a ótica das profecias contidas nas Escrituras que mostram que pode existir muito mais do que apenas uma vigilância pelo mero interesse de manter a sociedade em segurança, mas que talvez existam forças ocultas por trás disso orquestrando a entrada do anticristo no poder global. Conheça as estratégias que burlam seu direito de privacidade. Alguns dizem que isso é apenas ficção, será mesmo?

domingo, 28 de junho de 2015

RATOS estão se tornando IMUNES A VENENOS e estão ficando CADA VEZ MAIORES

Nas profundezas dos esgotos das cidades grandes, uma nova raça de ratos mutantes e imunes à veneno está surgindo e se espalhando rapidamente.


Os cientistas já começaram traçar sua invasão em novas comunidades por conta do monitoramento de seus progressos em 17 municípios do Reino Unido.

Os testes genéticos feitos pela Universidade de Huddersfield revelaram que os roedores têm desenvolvido uma mutação que lhes permitiu resistir a venenos convencionais, ficando cada vez maiores. Um rato com 60 centímetros foi capturado na cidade de Cornwall, no Reino Unido.

Enquanto os ratos foram mudando, os seres humanos usam o mesmo veneno que usavam  em 1950. A pesquisa alerta que, se não for contido, esse bando de ratos mutantes irá se espalhar ainda mais, chegando à proporção de 2:1 humano já no próximo ano. "Acho que as pessoas devem se preocupar com esses ratos resistentes por causa da questão da saúde pública, porque eles carregam várias doenças, bactérias e vírus”, afirma Dougie, um dos pesquisadores. “Eles também danificam construções, que pode custar bilhões de reais em danos em todo o mundo”.

Os raticidas são controversos, devido ao envenenamento secundário e aos riscos para as crianças, os animais de estimação e selvagens. É difícil matar roedores com venenos, pois seus hábitos alimentares são de catadores. Ou seja, eles vão comer um pequeno pedaço e esperar para ver se ficam doentes. Caso não fiquem, continuam a comer. Por isso, um raticida eficaz deve ser insípido e inodoro, colocado em concentrações letais, e ter um efeito retardado.

Os fármacos mais conhecidos são divididos em duas gerações: a primeira consiste em varfarina e cumatetralil; já a segunda, difenacoum, brodifacoum, bromadiolone e flocumafena. Porém, os ratos estão cada vez mais resistentes a todos.


Controladores de pragas estão alertando para a ideia de aprovar uma terceira geração de veneno mais forte para lidar com o crescente problema de super ratos. A decisão sobre essa futura regulamentação está prevista para este ano.

Ratos podem se multiplicar em uma velocidade absurda, principalmente em tempos úmidos. O grande problema envolvido em uma super população é o risco de sérias doenças que podem ser transmitidas aos seres humanos.


segunda-feira, 20 de abril de 2015

Três Jornalistas que denunciavam MENTIRAS sobre os atentados de 11 DE SETEMBRO morrem misteriosamente - [VÍDEOS]


As mortes de Bob Simon, de 73 anos, acabou falecendo dia 11 de fevereiro na cidade de Nova York em um acidente automobilístico e no dia 12, Ned Colt, de 58 anos, faleceu por conta de um derrame cerebral, seguido em poucas horas por David Carr, de 58 anos, que colapsou e morreu em seu escritório na sala de redação do New York Times.

Os três jornalistas, mais Brian William, que teve que renunciar ao seu cargo na NBC, por supostamente mentir sobre uma notícia do Iraque, tinham formado uma companhia independente de notícias em vídeo no mês passado. Os jornalistas haviam afirmado que revelariam dados sobre um documento secreto dos russos, onde haveriam provas do envolvimento do governo dos EUA nos atentados de 11 de setembro de 2001.


EM 2013 

AUTOR QUE DENUNCIAVA O 11 DE SETEMBRO COMO UM PLANO AMERICANO É ENCONTRADO MORTO JUNTO COM TODA FAMÍLIA


Phillip Marshall, pesquisador, escritor e ex-piloto da CIA, foi encontrado morto em 2 de fevereiro de 2013, com sua esposa e filhos. Até mesmo o cão da família foi morto. As autoridades tratam a questão como suicídio, mas de acordo com aqueles que o conheciam Phillip, ele vivia com medo desde q...ue ele publicou seu livro "The Big Bamboozle: 9/11 e a Guerra ao Terror", em que culpa o governo dos Estados Unidos para os ataques.

Phillip escreveu no livro que a administração Bush, com a cooperação de inteligência saudita, foi responsável pelos ataques terroristas de falsa bandeira 11 de setembro de 2001 às Torres Gêmeas. De acordo com a Santa Barbara View, durante o processo de edição, Marshall expressou certo grau de paranóia. O Autor acusava o presidente George W. Bush, em seu livro de não-ficção, de estar em conluio com os serviços de inteligência da Arábia Saudita na formação dos sequestradores que morreram nos aviões usados nos ataques.

Techos do livro:

"A verdadeira razão para o ataque ter sido um sucesso foi devido a uma operação coordenada que preparou o treinamento dos sequestradores para voar em aviões comerciais de grande porte. Temos dezenas de documentos do FBI para provar que o treinamento de vôo foi realizado na Califórnia, Flórida e Arizona, nos 18 meses anteriores ao ataque"
"Depois de um exaustivo estudo de 10 anos do ataque mortal que usou um Boeing lotado de passageiros e tripulantes como mísseis guiados, estou 100% convencido de que uma equipe secreta de agentes de inteligência sauditas foi a fonte da logística, treinamento de vôo, financeiro e tático visando o essencial para sequestradores, 18 meses antes do ataque. Esta conclusão foi proposta há seis anos e todos os testes posteriores só confirmaram essa conclusão."
"Em 1 de março, dois ex-senadores norte-americanos. de posições distintas, também levantaram a possibilidade da participação da Arábia Saudita nos ataques que mataram 3.000 pessoas e estimulou a guerra global contra o terrorismo. Em depoimento, os ex-senadores Bob Graham e Bob Kerrey disseram acreditar que o governo saudita desempenhou um papel direto nos ataques terroristas.




Leia também:
=> 11 de Setembro foi uma Farsa - Afirmam Cientistas



quarta-feira, 8 de abril de 2015

ZEITGEIST - O Filme - [DOCUMENTÁRIO/VÍDEO]


A pedidos estamos repostando este documentário tremendamente consagrado.

Sinopse
O filme reúne fontes de informação variadas e mostra que é possível as pessoas serem manipuladas por grandes instituições, governos e poderes econômicos. Ele é dividido em três partes.

1.   Religião: Crenças astrológicas pagãs comparadas às religiões modernas e antigas.

2. Onze de setembro: Uma perspectiva dos numerosos aspectos questionáveis deste evento imensamente importante.

3. O Banco de Reserva Federal: Uma história de sua formação e a habilidade de controlar a economia.

Trazendo novas imagens de eventos trágicos da história e depoimentos daqueles que acreditam que as pessoas estão sendo iludidas sobre o nível de liberdade que elas tem, este instigante documentário vai afetar tanto aqueles que concordam com isso, quanto aqueles que discordam.

Assista ao documentário abaixo:


quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Empresa sueca troca crachá por chip em funcionários


A Suécia é um país de inovações. Inúmeras tecnologias e softwares que nós usamos no nosso dia a dia vieram do país europeu ou foram inventados por um de seus 9,5 milhões de habitantes espalhados pelo o mundo, como o Skype e o Spotify. De fato, a empresa sueca King, criadora do Candy Crush, é o atual maior desenvolvedor mundial de “social games”.

Mas a Epicenter, um novo conjunto de escritórios hi-tech na Suécia, quer tentar uma nova tecnologia ainda incomum: aposentar o crachá ou o cartão magnético de identificação por um chip implantado sob a pele! A simples “operação” de implante do chip na mão dos funcionários (entre o dedão e o indicador) é feita por tatuadores profissionais e já havia sido testada em novembro de 2014 em uma experiência organizada por bio-hacker sueco (leia mais sobre o assunto na matéria da BBC).


Com uma minúscula identificação de radiofrequência (conhecido pela sigla RFID, de “radio-frequency identification”) do tamanho de um grão de arroz, basta o funcionário apertar a mão contra o identificador na porta do complexo para ser reconhecido e autorizado a entrar.

O mesmo acontece na porta de seu escritório ou para usar as fotocópias do complexo. O implante da identificação ainda é oferecido como uma escolha aos 700 profissionais que trabalham no Epicenter, mas Hannes Sjoblad, o bio-hacker inventor do chip, acredita que a tecnologia ainda pode ser usada para substituir outros itens do nosso cotidiano, como o cartão de crédito.


terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

“Deus não morreu. Ele tornou-se Dinheiro”.

Confira abaixo a excelente entrevista com Giorgio Agamben, um dos principais intelectuais de sua geração

Giorgio Agamben nasceu em Roma em 1942. É um dos principais intelectuais de sua geração, autor de muitos livros e responsável pela edição italiana das obras de Walter Benjamin (Foto: Arquivo)
“O capitalismo é uma religião, e a mais feroz, implacável e irracional religião que jamais existiu, porque não conhece nem redenção nem trégua. Ela celebra um culto ininterrupto cuja liturgia é o trabalho e cujo objeto é o dinheiro”, afirma Giorgio Agamben, em entrevista concedida a Peppe Salvà.

Giorgio Agamben é um dos maiores filósofos vivos. Amigo de Pasolini e de Heidegger, foi definido pelo Times e pelo Le Monde como uma das dez mais importantes cabeças pensantes do mundo. Pelo segundo ano consecutivo ele transcorreu um longo período de férias em Scicli, na Sicília, Itália, onde concedeu a entrevista.

Segundo ele, “a nova ordem do poder mundial funda-se sobre um modelo de governabilidade que se define como democrática, mas que nada tem a ver com o que este termo significava em Atenas”. Assim, “a tarefa que nos espera consiste em pensar integralmente, de cabo a cabo, aquilo que até agora havíamos definido com a expressão, de resto pouco clara em si mesma, “vida política”, afima Agamben.

A tradução é de Selvino J. Assmann, professor de Filosofia do Departamento de Filosofia da Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC [e tradutor de três das quatro obras de Agamben publicadas pela Boitempo].

“Crise” e “economia” atualmente não são usadas como conceitos, mas como palavras de ordem, que servem para impor e para fazer com que se aceitem medidas e restrições que as pessoas não têm motivo algum para aceitar. “Crise” hoje em dia significa simplesmente “você deve obedecer!”. Creio que seja evidente para todos que a chamada “crise” já dura decênios e nada mais é senão o modo normal como funciona o capitalismo em nosso tempo. E se trata de um funcionamento que nada tem de racional.

Para entendermos o que está acontecendo, é preciso tomar ao pé da letra a ideia de Walter Benjamin, segundo o qual o capitalismo é, realmente, uma religião, e a mais feroz, implacável e irracional religião que jamais existiu, porque não conhece nem redenção nem trégua. Ela celebra um culto ininterrupto cuja liturgia é o trabalho e cujo objeto é o dinheiro. Deus não morreu, ele se tornou Dinheiro. O Banco – com os seus cinzentos funcionários e especialistas – assumiu o lugar da Igreja e dos seus padres e, governando o crédito (até mesmo o crédito dos Estados, que docilmente abdicaram de sua soberania), manipula e gere a fé – a escassa, incerta confiança – que o nosso tempo ainda traz consigo. Além disso, o fato de o capitalismo ser hoje uma religião, nada o mostra melhor do que o titulo de um grande jornal nacional (italiano) de alguns dias atrás: “salvar o euro a qualquer preço”. Isso mesmo, “salvar” é um termo religioso, mas o que significa “a qualquer preço”? Até ao preço de “sacrificar” vidas humanas? Só numa perspectiva religiosa (ou melhor, pseudo-religiosa) podem ser feitas afirmações tão evidentemente absurdas e desumanas.

A crise econômica que ameaça levar consigo parte dos Estados europeus pode ser vista como condição de crise de toda a modernidade?

A crise atravessada pela Europa não é apenas um problema econômico, como se gostaria que fosse vista, mas é antes de mais nada uma crise da relação com o passado. O conhecimento do passado é o único caminho de acesso ao presente. É procurando compreender o presente que os seres humanos – pelo menos nós, europeus – são obrigados a interrogar o passado. Eu disse “nós, europeus”, pois me parece que, se admitirmos que a palavra “Europa” tenha um sentido, ele, como hoje aparece como evidente, não pode ser nem político, nem religioso e menos ainda econômico, mas talvez consista nisso, no fato de que o homem europeu – à diferença, por exemplo, dos asiáticos e dos americanos, para quem a história e o passado têm um significado completamente diferente – pode ter acesso à sua verdade unicamente através de um confronto com o passado, unicamente fazendo as contas com a sua história.

O passado não é, pois, apenas um patrimônio de bens e de tradições, de memórias e de saberes, mas também e sobretudo um componente antropológico essencial do homem europeu, que só pode ter acesso ao presente olhando, de cada vez, para o que ele foi. Daí nasce a relação especial que os países europeus (a Itália, ou melhor, a Sicília, sob este ponto de vista é exemplar) têm com relação às suas cidades, às suas obras de arte, à sua paisagem: não se trata de conservar bens mais ou menos preciosos, entretanto exteriores e disponíveis; trata-se, isso sim, da própria realidade da Europa, da sua indisponível sobrevivência. Neste sentido, ao destruírem, com o cimento, com as autopistas e a Alta Velocidade, a paisagem italiana, os especuladores não nos privam apenas de um bem, mas destroem a nossa própria identidade. A própria expressão “bens culturais” é enganadora, pois sugere que se trata de bens entre outros bens, que podem ser desfrutados economicamente e talvez vendidos, como se fosse possível liquidar e por à venda a própria identidade.

Há muitos anos, um filósofo que também era um alto funcionário da Europa nascente, Alexandre Kojève, afirmava que o homo sapiens havia chegado ao fim de sua história e já não tinha nada diante de si a não ser duas possibilidades: o acesso a uma animalidade pós-histórica (encarnado pela american way of life) ou o esnobismo (encarnado pelos japoneses, que continuavam a celebrar as suas cerimônias do chá, esvaziadas, porém, de qualquer significado histórico). Entre uma América do Norte integralmente re-animalizada e um Japão que só se mantém humano ao preço de renunciar a todo conteúdo histórico, a Europa poderia oferecer a alternativa de uma cultura que continua sendo humana e vital, mesmo depois do fim da história, porque é capaz de confrontar-se com a sua própria história na sua totalidade e capaz de alcançar, a partir deste confronto, uma nova vida.

A sua obra mais conhecida, Homo Sacer, pergunta pela relação entre poder político e vida nua, e evidencia as dificuldades presentes nos dois termos. Qual é o ponto de mediação possível entre os dois pólos?

Minhas investigações mostraram que o poder soberano se fundamenta, desde a sua origem, na separação entre vida nua (a vida biológica, que, na Grécia, encontrava seu lugar na casa) e vida politicamente qualificada (que tinha seu lugar na cidade). A vida nua foi excluída da política e, ao mesmo tempo, foi incluída e capturada através da sua exclusão. Neste sentido, a vida nua é o fundamento negativo do poder. Tal separação atinge sua forma extrema na biopolítica moderna, na qual o cuidado e a decisão sobre a vida nua se tornam aquilo que está em jogo na política.Leia também

O que aconteceu nos estados totalitários do século XX reside no fato de que é o poder (também na forma da ciência) que decide, em última análise, sobre o que é uma vida humana e sobre o que ela não é. Contra isso, se trata de pensar numa política das formas de vida, a saber, de uma vida que nunca seja separável da sua forma, que jamais seja vida nua.

O mal-estar, para usar um eufemismo, com que o ser humano comum se põe frente ao mundo da política tem a ver especificamente com a condição italiana ou é de algum modo inevitável?

Acredito que atualmente estamos frente a um fenômeno novo que vai além do desencanto e da desconfiança recíproca entre os cidadãos e o poder e tem a ver com o planeta inteiro. O que está acontecendo é uma transformação radical das categorias com que estávamos acostumados a pensar a política. A nova ordem do poder mundial funda-se sobre um modelo de governamentalidade que se define como democrática, mas que nada tem a ver com o que este termo significava em Atenas. E que este modelo seja, do ponto de vista do poder, mais econômico e funcional é provado pelo fato de que foi adotado também por aqueles regimes que até poucos anos atrás eram ditaduras. É mais simples manipular a opinião das pessoas através da mídia e da televisão do que dever impor em cada oportunidade as próprias decisões com a violência. As formas da política por nós conhecidas – o Estado nacional, a soberania, a participação democrática, os partidos políticos, o direito internacional – já chegaram ao fim da sua história. Elas continuam vivas como formas vazias, mas a política tem hoje a forma de uma “economia”, a saber, de um governo das coisas e dos seres humanos. A tarefa que nos espera consiste, portanto, em pensar integralmente, de cabo a cabo, aquilo que até agora havíamos definido com a expressão, de resto pouco clara em si mesma, “vida política”.

O estado de exceção, que o senhor vinculou ao conceito de soberania, hoje em dia parece assumir o caráter de normalidade, mas os cidadãos ficam perdidos perante a incerteza na qual vivem cotidianamente. É possível atenuar esta sensação?

Vivemos há decênios num estado de exceção que se tornou regra, exatamente assim como acontece na economia em que a crise se tornou a condição normal. O estado de exceção – que deveria sempre ser limitado no tempo – é, pelo contrário, o modelo normal de governo, e isso precisamente nos estados que se dizem democráticos. Poucos sabem que as normas introduzidas, em matéria de segurança, depois do 11 de setembro (na Itália já se havia começado a partir dos anos de chumbo) são piores do que aquelas que vigoravam sob o fascismo. E os crimes contra a humanidade cometidos durante o nazismo foram possibilitados exatamente pelo fato de Hitler, logo depois que assumiu o poder, ter proclamado um estado de exceção que nunca foi revogado. E certamente ele não dispunha das possibilidades de controle (dados biométricos, videocâmeras, celulares, cartões de crédito) próprias dos estados contemporâneos. Poder-se-ia afirmar hoje que o Estado considera todo cidadão um terrorista virtual. Isso não pode senão piorar e tornar impossível aquela participação na política que deveria definir a democracia. Uma cidade cujas praças e cujas estradas são controladas por videocâmeras não é mais um lugar público: é uma prisão.

A grande autoridade que muitos atribuem a estudiosos que, como o senhor, investigam a natureza do poder político poderá trazer-nos esperanças de que, dizendo-o de forma banal, o futuro será melhor do que o presente?

Otimismo e pessimismo não são categorias úteis para pensar. Como escrevia Marx em carta a Ruge: “a situação desesperada da época em que vivo me enche de esperança”.

Podemos fazer-lhe uma pergunta sobre a aula que o senhor deu em Scicli? Houve quem lesse a conclusão que se refere a Piero Guccione como se fosse uma homenagem devida a uma amizade enraizada no tempo, enquanto outros viram nela uma indicação de como sair do xeque-mate no qual a arte contemporânea está envolvida.

Trata-se de uma homenagem a Piero Guccione e a Scicli, pequena cidade em que moram alguns dos mais importantes pintores vivos. A situação da arte hoje em dia é talvez o lugar exemplar para compreendermos a crise na relação com o passado, de que acabamos de falar. O único lugar em que o passado pode viver é o presente, e se o presente não sente mais o próprio passado como vivo, o museu e a arte, que daquele passado é a figura eminente, se tornam lugares problemáticos. Em uma sociedade que já não sabe o que fazer do seu passado, a arte se encontra premida entre a Cila do museu e a Caribdis da mercantilização. E muitas vezes, como acontece nos templos do absurdo que são os museus de arte contemporânea, as duas coisas coincidem.

Duchamp talvez tenha sido o primeiro a dar-se conta do beco sem saída em que a arte se meteu. O que faz Duchamp quando inventa o ready-made? Ele toma um objeto de uso qualquer, por exemplo, um vaso sanitário, e, introduzindo-o num museu, o força a apresentar-se como obra de arte. Naturalmente – a não ser o breve instante que dura o efeito do estranhamento e da surpresa – na realidade nada alcança aqui a presença: nem a obra, pois se trata de um objeto de uso qualquer, produzido industrialmente, nem a operação artística, porque não há de forma alguma uma poiesis, produção – e nem sequer o artista, porque aquele que assina com um irônico nome falso o vaso sanitário não age como artista, mas, se muito, como filósofo ou crítico, ou, conforme gostava de dizer Duchamp, como “alguém que respira”, um simples ser vivo.

Em todo caso, certamente ele não queria produzir uma obra de arte, mas desobstruir o caminhar da arte, fechada entre o museu e a mercantilização. Vocês sabem: o que de fato aconteceu é que um conluio, infelizmente ainda ativo, de hábeis especuladores e de “vivos” transformou o ready-made em obra de arte. E a chamada arte contemporânea nada mais faz do que repetir o gesto de Duchamp, enchendo com não-obras e performances em museus, que são meros organismos do mercado, destinados a acelerar a circulação de mercadorias, que, assim como o dinheiro, já alcançaram o estado de liquidez e querem ainda valer como obras. Esta é a contradição da arte contemporânea: abolir a obra e ao mesmo tempo estipular seu preço.
Sobre o autor

Giorgio Agamben nasceu em Roma em 1942. É um dos principais intelectuais de sua geração, autor de muitos livros e responsável pela edição italiana das obras de Walter Benjamin. Deu cursos em várias universidades europeias e norte-americanas, recusando-se a prosseguir lecionando na New York University em protesto à política de segurança dos Estados Unidos. Foi diretor de programa no Collège International de Philosophie de Paris. Mais recentemente ministrou aulas de Iconologia no Istituto Universitario di Architettura di Venezia (Iuav), afastando-se da carreira docente no final de 2009. Sua obra, influenciada por Michel Foucault e Hannah Arendt, centra-se nas relações entre filosofia, literatura, poesia e, fundamentalmente, política. Entre seus principais livros destacam-se Homo sacer (2005), Estado de exceção (2005), Profanações (2007), O que resta de Auschwitz (2008) e O reino e a glória (2011), os quatro últimos publicados no Brasil pela Boitempo Editorial.

Fontes: