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sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

A Terra poderá viver ‘mini Era Glacial’ na década de 2030, Segundo Cientistas

Pesquisadores do País de Gales preveem forte diminuição na atividade solar entre 2030 e 2040.

O inverno de Boston, no estado americano de Massachusetts, em janeiro deste ano: astrônomos acreditam que Terra terá Era Glacial moderada em 2030 Foto: BRIAN SNYDER / REUTERS

LLANDUDNO, País de Gales — O planeta Terra pode entrar em uma pequena Era Glacial a partir de 2030, segundo cientistas do Reino Unido. Atualmente, os astrônomos conseguem prever os ciclos do Sol com uma precisão muito maior do que era possível algumas décadas atrás. E agora um novo modelo de previsão da atividade solar, apresentado pela professora Valentina Zharkova na semana passada durante o Encontro Nacional da Real Sociedade de Astronomia em Llandudno, no País de Gales, indica uma forte queda nesta atividade nos anos 2030, provocando um moderado resfriamento da Terra.

As condições previstas pelo novo modelo não são experimentadas pela Terra desde a última “mini Era Glacial”, registrada entre 1645 e 1715 e que ganhou o apelido de de Mínimo de Maunder, um período em que as temperaturas ficaram abaixo da média em toda a Europa. Em 1843, os cientistas descobriram que a atividade do Sol varia ao longo em ciclos de 10 a 12 anos entre seus picos de atividade mínima e máxima. As flutuações no total de radiação solar recebida pela Terra dentro deste período, no entanto, são difíceis de se prever.

Os cientistas acreditam que essas variações sejam causadas pelo efeito de dínamo gerado pelo constante movimento dos fluidos próximos ao núcleo do Sol. A equipe liderada pela professora Valentina percebeu, porém, que, ao adicionar um segundo dínamo alimentado pelo movimentos dos fluidos mais próximos da superfície do astro, aumentando a precisão dos modelos de previsão do comportamento solar.

- Encontramos componentes de ondas magnéticas se originando em duas camadas diferentes no interior do Sol. Ambas tem uma frequência de aproximadamente 11 anos, embora elas sejam sutilmente diferentes, o que faz com que fiquem fora de fase com o tempo - diz Valentina. - Ao longo destes ciclos, estas ondas flutuam entre os hemisférios Sul e Norte do Sol. Combinando estas duas ondas e comparando com dados reais do atual ciclo solar, mostramos que nossas previsões têm uma precisão de 97% .

Assim, as previsões para os próximos ciclos solares indicam que estas duas ondas vão ficar cada vez mais fora de fase, isto é, com o vale de uma “casando” com o pico da outra, se contrabalançando, durante o chamado Ciclo 25, que atingirá seu pico em 2022. Já durante o Ciclo 26, que cobre a década de 2030 a 2040, estas duas ondas estarão exatamente fora de fase, com uma onda geradora de atividade anulando a outra e levando a uma redução significativa da atividade solar.

- No Clico 26, as duas ondas vão se espelhar, atingindo o pico ao mesmo tempo em hemisférios opostos do Sol - explica Valentina. - A sua interação será disruptiva, isto é, elas vão quase cancelar uma a outra. Efetivamente, quando estas ondas estão aproximadamente em fase, elas podem mostrar um grande interação, ou ressonância, e termos uma forte atividade solar. Já quando elas estão fora de fase, temos os mínimos solares. E quando a uma separação total de fases, temos condições vistas pela última vez durante o Mínimo de Maunder, há 370 anos.


quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

A Barata está Evoluindo para se Tornar Imune a Inseticidas, diz estudo


Capazes de sobreviver a grandes quantidades de radiação e até mesmo de sobreviver sem cabeça, as baratas já existem há mais de 320 milhões de anos, e hoje 4 mil espécies se espalham pelos quatro cantos do planeta. Um estudo, publicado na revista Live Science, concluiu que as baratas estão evoluindo na direção de já nascerem resistentes a sprays e remédios de combate a elas. O estudo afirma que espécies de baratas tornaram-se imunes a produtos químicos com as quais sequer tiveram contato.

O estudo, que é capaz de provocar pânico na maioria da população, não precisa causar terror entre brasileiros e brasileiras, pois foi baseado principalmente na espécie Blattella germanica, de origem alemã, em cima de animais encontrados em edifícios nos EUA. Através de combinações de sprays e remédios, e avaliando diversas gerações de baratas, concluiu-se que a espécie é capaz de desenvolver resistência a múltiplas classes de inseticidas, tornando possivelmente “o controle dessas pragas quase impossível apenas com produtos químicos.”

Segundo os pesquisadores, é a barata alemã “a espécie que dá má reputação a todas as outras baratas” – não só pela resistência desenvolvida, mas também por se reproduzirem rapidamente em áreas ocupadas por pessoas. O relatório sugere que o impedimento futuro de epidemias ainda maiores não dependerá exclusivamente de produtos químicos, mas de inteligência e armadilhas – diante do assombroso fato que a espécie alemã é capaz de colocar 400 ovos ao longo da vida.


quarta-feira, 16 de outubro de 2019

"Chifre de Diabo" é Removido da Cabeça de Fazendeiro na Índia.


Cirurgiões na Índia removeram um ‘chifre de diabo’ da cabeça de um fazendeiro – e não sei quanto a você, mas isso é de dar arrepios.

Shyam Lal Yadav, da vila de Rahli em Madhya Pradesh, disse que o nódulo assustador começou a surgir há cerca de cinco anos, depois que ele bateu a cabeça.

Inicialmente, ele conseguiu que o barbeiro o cortasse, mas começou a ficar difícil e continuou a crescer, levando homem de 74 anos a procurar assistência médica.

Neurocirurgiões do Hospital Bhagyoday Tirth, na cidade de Sagar, confirmaram que se tratava de um chifre sebáceo – ou “chifre do diabo”, que às vezes é bastante severo, mas bem conhecido.

O chifre é composto de queratina, encontrada em unhas e cabelos, e a causa não é bem compreendida, embora tenha sido associada à exposição à radiação ou à luz solar.

Depois de realizar uma tomografia computadorizada, os médicos determinaram que o melhor curso de ação seria cortá-lo com uma navalha.

O cirurgião Vishal Gajbhiye disse:

"Cerca de cinco anos atrás, o paciente machucou a cabeça e após um caroço começou a crescer. Inicialmente, ele o ignorou, pois não causava nenhum desconforto. Além disso, ele pedia ao seu barbeiro local cortar o crescimento.
Mas, quando o caroço endureceu e começou a crescer ainda mais, ele foi ao hospital em Sagar.
Em termos médicos, esse tipo de crescimento raro é chamado chifre sebáceo (chifre de diabo). Como o chifre é composto de queratina, o mesmo material encontrado nas unhas, ele geralmente pode ser removido com uma navalha estéril."

Mas a remoção do chifre não foi o fim do problema para Yadav.

O Dr. Gajbhiye disse:

A condição subjacente ainda precisará ser tratada.
Os chifres sebáceos são lesões predominantemente benignas, porém a possibilidade de potencial maligno deve ser sempre lembrada. Os tratamentos variam, mas podem incluir cirurgia, radioterapia e quimioterapia.
Imediatamente após sua remoção, a pele foi enxertada na ferida que agora está completamente cicatrizada.

Yadav passou 10 dias no hospital depois de ter seu chifre removido e uma biópsia do crescimento o confirmou como inofensivo.

Parece que o Sr. Yadav saiu disso relativamente ileso.

De qualquer forma, se você está com medo que um pouco da luz do Sol possa transformá-lo em um unicórnio, considere que esses chifres são muito raros, e por isso o caso do Sr. Yadav foi submetido ao International Journal of Surgery.


quarta-feira, 2 de outubro de 2019

O Relatório Secreto sobre o Clima e o Maior Pesadelo da Humanidade.


Por Rui Palmela.

Para quem não sabe, existe um Relatório Secreto do Pentágono, dizendo que o Mundo atravessará um período de grandes transformações devido a catástrofes e calamidades nunca vistas pelas alterações climáticas bruscas que poderão ceifar a vida de milhões de pessoas, associado a guerras e conflitos generalizados numa luta desigual pela sobrevivência.

Esse documento oficial na posse do Governo dos EUA acabou por transpirar para a imprensa e a revista norte-americana Fortune o publicou pela 1ª vez no dia 9 de Fevereiro de 2004, tendo causado grande preocupação.

O relatório foi pedido por Andrew Marsahll, influente Conselheiro de Defesa do Pentágono nas últimas três décadas, e baseia-se em estudos científicos minuciosos realizados nos últimos anos para tentar prever grandes catástrofes naturais desencadeadas pelo homem com sua forma de Civilização, porquanto agride e destrói a Natureza a um ritmo nunca visto sofrendo as consequências de suas loucuras, ganância e ambição.

O título desse trabalho é Climate Collapse, The Pentagon’s Weather Nightmare (Colapso climático, o pesadelo do Pentágono) e o articulista David Stipp afirma mesmo que as mudanças que seriam impossíveis de prever há alguns anos atrás são agora bem reais e em menos de uma década, «o clima no mundo pode virar como uma canoa que se inclina pouco a pouco até emborcar de repente»... A previsão é que essa mudança brusca poderia ocorrer entre 2010 e 2020.

Em 22 de Fevereiro/2004, a revista britânica Observer também publicou as informações do Pentágono que acabaram por ganhar repercussão internacional, visto que veio corroborar a primeira publicação reforçando assim o já anteriormente anunciado. Aos poucos, os responsáveis que elaboraram esses estudos vieram a público manifestar-se confirmando tudo, o que provocou a crítica de alguns sectores da sociedade norte-americana e europeia que ficaram irritados com o facto do Governo dos E.U.A ter escondido essas informações por muito tempo até que a imprensa as descobrisse.

Também no Brasil a coisa foi explorada na revista Carta Capital de 3 de Março do mesmo ano, onde Peter Schwartz (consultor da CIA) e Doug Randall (da Global Business Network) afirmam que... «a mudança climática deveria ser elevada além do debate científico para uma preocupação mundial e da própria segurança nacional norte-americana». Os autores do relatório asseveram mesmo que... «um cenário de mudanças climáticas catastróficas e iminentes é plausível e desafiaria a segurança nacional norte-americana de maneira que deveriam ser imediatamente consideradas». Os dois previram enchentes generalizadas em algumas partes do Mundo a partir de 2005 (o que efetivamente se tem verificado) e o nível das águas dos Oceanos subiria 6 ou 7 metros devido ao degelo polar, o que poderá ter proporções calamitosas para milhões de pessoas.

"As guerras futuras serão travadas por sobrevivência", diz o Relatório que traça um cenário avassalador para o futuro da Humanidade. Chuvas torrenciais cairão em muitos lugares destruindo barreiras, podendo mesmo tornar inabitável parte da Holanda que terá de reforçar seus diques. O mesmo sucederá ao Bangladesh que poderá ficar submerso devido ao aumento do nível do mar que contaminará também seus suprimentos de água doce.

Cientistas de renome internacional visitaram a Casa Branca para exporem seus temores sobre os efeitos do «Aquecimento Global», já que na tal reportagem na revista Carta Capital, segundo os investigadores, «até 2020 faltas catastróficas de água e energia vão se tornar cada vez mais difíceis de superar e causarão guerras em redor do mundo... É uma coisa deprimente, a ameaça à segurança é única porque não existe um 'inimigo' para apontar nossas armas e não temos controle sobre a situação».

O sombrio relatório termina com previsões apocalípticas, e refere algumas zonas do globo mais susceptíveis de serem afetadas, como a República das Maldivas, a América Central, a América do Norte e do Sul, parte da Europa, África, Ásia e Oceania.

Com o derretimento das geleiras do Ártico já tão nítido nos nossos dias, a água doce será libertada juntamente com a chuva intensificada pelo "Aquecimento Global" e será misturada à corrente do Golfo, reduzindo a salinidade deste. Assim... «a corrente, hoje submarina, seria retida na superfície e perderia o seu ímpeto, travando a 'correia' transportadora que conduz calor das Caraíbas para a Europa Ocidental». O resultado disso seria pois que os Icebergs chegariam à costa de Portugal e a Europa congelaria. Em 2020, a temperatura média já teria caído 3 graus na maior parte do Hemisfério Norte.

Outras previsões dão conta que... «uma redução significativa na capacidade do planeta em sustentar a sua população atual ficará evidente nos próximos 20 anos», pois haveria um aumento de 33% das temperaturas de verão nalguns países, prevendo-se que «o clima começará a perturbar a economia à medida que chuvas diluvianas, secas e ondas de calor tragam o caos à agricultura».

Não há duvida que tudo isto vem ao encontro daquilo Jesus Cristo profetizou no seu Sermão dizendo que viriam "dias de Noé" sobre a nossa civilização, porquanto é certo que já se observam o degelo polar que se acelera e vai aumentar o nível das águas do mar, a par de fenômenos climáticos nunca vistos que tendem a agravar-se não só pelo famigerado "Aquecimento Global" como pela própria mudança do eixo da Terra que ocorre ciclicamente e coincide sempre com a Degeneração geral da espécie humana, sendo verdade que esta já afetou mais o planeta nas últimas décadas do que em milhares de anos de evolução, e a história se repete na atual geração. A última vez que aconteceu foi no tempo da lendária Atlântida quando esta submergiu sob as águas do Dilúvio.

Naquele tempo foram os sacerdotes que avisaram sobre o que sucederia e o povo não prestou qualquer atenção e se continuava corrompendo de tal modo que atingiu o limite de sua própria Degeneração, até que veio o Dilúvio e os apanhou a todos, tal como se descreve no primeiro livro da Bíblia, o Gênesis. Agora, são os próprios cientistas que alertam todos os governantes do planeta que já têm consciência do que se passa e sabem da gravidade da situação, mas se preocupam mais com as questões politicas, econômico/financeiras e tardam em tomar medidas ou decisões que minimizem os riscos e protejam as populações. Na verdade os homens fazem ainda "olhos cegos" e "ouvidos moucos" e nem a Ciência se faz ouvir até ao dia em que o mundo sofrerá de novo uma Grande Transformação.

Pausa para reflexão!


terça-feira, 9 de julho de 2019

Cientistas dos EUA Tentam Abrir Portal para Universo Paralelo?


Cientistas do Laboratório Nacional de Oak Ridge, no leste do Tennessee, esperam que sim, e terminaram o equipamento que vão testar neste ano, o que pode nos permitir vislumbrar um universo paralelo que poderia ser idêntico em muitos aspectos ao nosso, com partículas, planetas e, possivelmente, até mesmo vida, todos espelhados do nosso.

Isso de acordo com Leah Broussard, o físico por trás do projeto, que descreveu a tentativa de revelar um mundo sombrio oculto como ‘muito maluco’ em uma entrevista à NBC na semana passada.

A descoberta de um mundo espelhado oculto pode soar como ficção científica, mas tem sido repetidamente sugerida pelos físicos como um meio tentador de explicar resultados anômalos. No entanto, até agora, provas concretas de tal reino se recusaram a se manifestar.

Um conjunto de resultados anômalos, e os que inspiraram a pesquisa, datam da década de 1990, quando os físicos de partículas mediram o tempo que as partículas de nêutron demoravam a se decompor em prótons quando eram removidas do núcleo de um átomo.

Dois experimentos separados viram os nêutrons quebrarem em taxas diferentes, em vez de se decomporem e se tornarem prótons exatamente na mesma velocidade, como era esperado.

Em um deles, os nêutrons livres foram capturados por campos magnéticos e agrupados em armadilhas de garrafas de laboratório e, no outro, foram detectados pelo aparecimento subsequente de partículas de prótons de um reator nuclear.

Essas partículas lançadas no fluxo do reator nuclear viveram em média por 14 minutos e 48 segundos – nove segundos a mais do que as das presas nas garrafas.

Pode parecer uma pequena diferença, mas isto tem incomodado os cientistas.

Mas a existência de um mundo espelhado oferece uma explicação confiável: há duas vidas separadas de nêutrons, e pode ser que cerca de 1% dos nêutrons possam cruzar a divisão entre nossa realidade e o mundo espelhado antes de cruzar de volta e emitir um próton detectável.

O novo experimento irá disparar um feixe de nêutrons em uma parede impenetrável. Do outro lado da parede, um detector de nêutrons será instalado, o que normalmente não espera detectar nada.

Mas se o detector registrar a presença de nêutrons, a teoria é que eles podem ter atravessado a parede ‘oscilando’ no mundo espelhado – tornando-se nêutrons-espelho – e reaparecendo neste universo, mais especificamente no laboratório do Tennessee.

Broussard disse à New Scientist em junho:

"Somente aqueles que podem oscilar e voltar ao nosso universo poderão ser detectados."

Além disso, a equipe montará campos magnéticos em ambos os lados da parede, nos quais eles podem alterar em força. Espera-se que certas forças possam ajudar a oscilação das partículas.

Apesar da teoria ser sólida, a equipe está minimizando as chances de revelar o gêmeo sombrio da realidade.

“Eu espero medir zero”, disse Broussard sobre os testes iniciais.

Mas se eles detectarem um nêutron do outro lado da parede, isso pode ter implicações profundas.

Ele disse à NBC:

"Se você descobrir algo novo assim, o jogo muda totalmente."

A existência de um mundo espelhado também poderia explicar a falta do isótopo Lítio 7 do nosso universo, que os físicos acreditam que não corresponde às quantidades que o Big Bang teria criado.

A detecção de raios cósmicos de alta energia que vêm de além da nossa galáxia também pode ser explicada pela existência do mundo espelhado.

Eles são poderosos demais para terem simplesmente viajado através do universo observado, mas se eles tivessem oscilado para o reino espelhado e depois voltado para fora, isso poderia explicar porque esse é o caso.


quarta-feira, 22 de maio de 2019

Acontecimentos e Histórias Inexplicáveis da 2º Guerra Mundial


A Segunda Guerra Mundial, que durou de 1939 a 1945, foi o conflito mais abrangente da história, envolvendo as principais potências mundiais da época e mudando o panorama político e a estrutura social do planeta.

Também foi o conflito mais sangrento da história da humanidade. Mais de 100 milhões de militares participaram dela, tendo como resultado  60 milhões de mortes (entre conflito, ataques a civis e  holocausto).


Contudo, durante a guerra também ocorrerem alguns incidentes bizarros, lendas e fatos misteriosos que nunca foram explicados. 

A seguir, confira alguns fatos misteriosos e pouco conhecidos sobre a Segunda Guerra Mundial:


O desaparecimento do Voo 19

Esse é um dos incidentes mais misteriosos de todos os tempos e a mais famosa lenda do Triângulo das Bermudas.

Ele aconteceu após alguns meses do fim da guerra, embora envolva o exército norte-americano e um avião pilotado durante a Segunda Guerra Mundial, o desaparecimento do Voo 19 continua a intrigar os historiadores até hoje. Alguns meses depois do fim da guerra, durante um treinamento no Atlântico que envolveu cinco aviões torpedeiros TBF Avenger da Marinha dos EUA, todas as aeronaves — e 14 pilotos — desapareceram sem deixar vestígios. 

Anteriormente toda a tripulação havia tido premonições para não embarcar no voo amaldiçoado.

O líder da operação, o tenente Charles Taylor, enquanto voava comunicou por rádio que as bússolas não estavam funcionando. Em uma das transmissões de rádio o piloto dizia “o céu está todo errado aqui”. 

Os destroços nunca foram encontrados  e a causa oficial do acidente foi definida como “desconhecida”.

A última transmissão de rádio foi uma mensagem distorcida e incompreensível. Os operadores só conseguiram identificar os sinais de chamada dos aviões "FT…FT…FT…". Como os corpos dos tripulantes e as aeronaves nunca foram encontrados, a verdade por trás do voo 19 continua um mistério.


Aviões fantasmas

Mesmo nos dias atuais, quase 70 anos após o final da Segunda Guerra, ainda existem relatos sobre avistamentos de aviões daquela época, e até de esquadrilhas inteiras, que surgem do nada e desaparecem em seguida. 

Muitas dessas histórias incluem detalhes sinistros, como pilotos com semblantes tristes acenando para os vivos, aviões que pousaram sem ninguém em seu interior, e aeronaves com os tanques vazios que surgiram com toda a tripulação morta a bordo.

Uma das lendas mais famosas é a de um avião norte-americano que surgiu na costa da Califórnia várias horas após o ataque a Pearl Harbor, visivelmente avariado e deixando um rastro de fumaça. Testemunhas afirmaram ter visto o piloto a bordo, mas, depois que a aeronave caiu, nenhum corpo jamais foi encontrado entre os destroços.


A maldição da tumba mongol

No dia 21 de junho de 1941, arqueólogos soviéticos abriram a tumba e removeram o esqueleto de um grande Khan Mongol chamado Timur, mesmo com o aviso de moradores locais que alertavam sobre uma grande guerra que iria acontecer caso o esqueleto fosse removido de lá.

 

Coincidência, ou não, no dia seguinte a operação Barbarossa (a mais longa e mais brutal operação da 2º guerra mundial), aconteceu lá. Centenas de milhares de pessoas morreram.


Os Foo Fighters

Durante a guerra ocorreram vários relatos de pilotos, tanto aliados quanto nazistas, sobre estranhas esferas luminosas que surgiam inesperadamente e costumavam voar em grupo, acompanhando os aviões. Geralmente, quando esses objetos estavam próximos, os radares dos aviões apresentavam falhas.

Esses objetos aéreos desconhecidos eram chamados de foo-fighters (‘feu’, fogo em francês / fighter, do inglês "avião de caça ").

Esses misteriosos objetos foram descritos como bolas de fogo brilhantes vermelhas, brancas ou alaranjadas. Alguns pilotos disseram que elas pareciam com luzes da árvore de Natal, sendo que elas variavam de tamanho entre cerca de 91 metros e 30 centímetros. Os foo-fighters não podiam ser derrubados ou superados.

Terminada a Segunda Guerra Mundial, os Aliados descobriram que não havia o menor fundamento na hipótese de se tratar de alguma espécie de dispositivo nazista, afinal investigações posteriores revelaram que os pilotos alemães e japoneses também reportam terem visto objetos semelhantes.

Havia muitos relatos de pilotos da Luftwaffe sobre essas misteriosas máquinas voadoras que em 1944 foi criado um projeto de investigação pelo governo nazista, apelidado de Operação Uranus.

Durante a Segunda Guerra, esses acontecimentos foram amplamente estudados, até mesmo por cientistas renomados. Todavia, o fenômeno nunca foi explicado, uma vez que a maioria das informações sobre o acontecido foi mantida sobre sigilo e nunca foi revelada por nenhuma inteligência militar.


O Submarino Nazista e o Monstro Marinho

Em 1943, no auge da Segunda Guerra Mundial, o capital do HMS Coreopsis, um navio de patrulha britânico, capturou alguns marinheiros alemães que estavam à deriva no Mar do Norte.

Ao serem rendidos pelos britânicos, os alemães não demonstraram resistência e logo se entregaram. Na verdade, pareciam aliviados em ver outras pessoas, mesmo que se tratasse de inimigos. A tripulação pertencia ao submarino U-28 e se resumia a 14 homens. Ao serem interrogados, os prisioneiros relataram uma história medonha e inacreditável.

Segundo os tripulantes, enquanto estavam na superfície, o submarino foi cercado por uma densa neblina, e logo em seguida atacado por um animal aquático gigantesco parecido com um crocodilo. Ele supostamente tinha 60 pés (18,29m) de comprimento, 4 extremidades semelhantes a grandes pés palmados, uma cauda longa e pontiaguda, e uma cabeça que também terminava em ponta.

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A tripulação, surpresa para dizer o mínimo, começou a atirar contra a criatura que danificou o lacre da escotilha principal do submarino. O oficial contou ainda que o pânico ocasionou um incêndio a bordo. Os homens conseguiram afugentar o gigante que afundou no mar, mas o submarino fora danificado a ponto de não poder submergir.

A tripulação foi então evacuada em 3 botes de emergência com 38 tripulantes. Mas apenas um desses botes foi resgatado pelos britânicos. Uma investigação formal foi conduzida para averiguar os fatos, mas nada mais se apurou desse estranho caso.


Fantasmas e mais fantasmas


Em um conflito onde ocorreram tantas mortes, sofrimentos e desgraças não é de se espantar que surgiram muitos relatos de lugares assombrados, almas penadas, fantasmas e aparições, vistos em antigas bases. Seguem alguns relatos:


Os soldados do canhão anti-aéreo

Em 1956, a Reuters noticiou que os moradores de Hollandia  pediram que fosse feito um exorcismo num canhão anti-aéreo abandonado na praia. Diariamente, à meia noite, segundo eles, alguns fantasmas de soldados japoneses esqueléticos com capacetes enferrujados apareciam para manejar o velho canhão, e ficavam de vigília à espera de um ataque aliado. E isso se repetia todas as noites.


As almas do Pacífico Sul

No fim dos anos 50, um repórter da BBC de Londres noticiou que havia uma casa em Kuala Sengalor, na Malásia, outrora ocupada por oficiais japoneses, onde ainda se ouvia o ecoar de botas militares pesadas. Outras fontes informaram que pescadores da ilha filipina de Corregidor, ferozmente disputada, continuavam a ver batalhas espectrais durante anos após o término da Guerra.

É como se esses soldados fantasmas estivessem perdidos num lapso temporal, repetindo eternamente o mesmo ato que ocorreu no momento de suas mortes.


O relatório dos mortos

Três pilotos dos aviões bombardeiros Douglas DB-7 Boston, após uma missão de bombardeio contra defesas alemãs, voltaram para a base com o terror impresso em suas faces. O oficial que os recebeu, mandou que eles fizessem logo seu relatório e depois os dispensou para que fossem tomar uma cerveja.

Minutos depois, o oficial recebeu a notícia de que os três pilotos haviam morrido em missão. Foi verificar e não os encontrou mais, porém os relatórios estavam lá, prontos... Esse caso é muito interessante, pois deixou provas físicas da manifestação dessas três almas atormentadas. O caso permanece um mistério até hoje.


Anfiteatro Nazista de Heidelberg

Segundo os moradores próximos, é um lugar com uma aura muito carregada, que chega a dar arrepios em quem se aproxima. Esse anfiteatro nazista é um local de convergência de energias espirituais, perto do rio Neckar até o castelo Heidelberg.

Esse local tem um magnetismo espiritual muito forte desde o tempo dos celtas. Lá existem muitas ruínas celtas, as ruínas de um monastério romano do ano 600, e um anfiteatro nazista construído nos anos 1930 para o recrutamento da juventude nazista.  Estórias falam de aparições e lamúrias e de tudo um pouco. Pessoas contam de estranhas sensações elétricas em noites sem lua e a vontade de correr de lá.


O Caronista

Um mecânico de aviões americano, que trabalhava na Inglaterra, narrou a história onde ele avistou um homem parado à beira da estrada, em meio a um denso nevoeiro. O homem estava usando um macacão cinza-azulado e tinha na cabeça um capacete. Sob o seu braço parecia haver um lençol rasgado branco-acinzentado que ele arrastava. Estranhamente o homem o olhava como se estivesse perdido ou em estado de choque. Ao se aproximar, os faróis do carro ficaram fracos, e o motor parou.
Passados alguns dias, um fazendeiro da região encontrara um velho bombardeiro alemão da Segunda Guerra Mundial, com os restos mortais da tripulação ainda a bordo. Todos vestiam um macacão cinza-azulado e usavam um capacete de voo de couro, igual ao do homem visto naquela noite.


Ainda que a 2º Guerra Mundial tenha gerado muitas descobertas, é inegável o terror do holocausto e dos conflitos que permeiam o evento. Além disso, embora muitos pesquisadores e historiadores tenham tentado desvendar os mistérios de um conflito que marcou a história da humanidade, ainda são muitas as perguntas que continuam sem resposta. Basta a nós simplesmente nos aterrorizarmos com tais relatos e suas possibilidades.


Henrique Guilherme
Escritor e estudioso.
Curioso a cerca dos grandes mistérios das antigas civilizações


sábado, 27 de abril de 2019

E Estamos À Beira de Mais Um Colapso de Civilizações?

Grandes civilizações não são exterminadas, mas acabam com a sua própria existência. Essa é a conclusão do historiador britânico Arnold Toynbee em sua principal obra, Um Estudo da História, dividida em 12 volumes. Ele explorou a ascensão e a queda de 28 civilizações diferentes ao longo da história de nossa civilização. O historiador estava certo em alguns aspectos: as civilizações são frequentemente responsáveis por seu próprio declínio. Sua autodestruição, no entanto, geralmente tem alguma “ajuda” externa.

'As civilizações são frequentemente responsáveis pelo seu próprio declínio e posterior extinção, mas sua autodestruição geralmente recebe ajuda externa', diz pesquisador

Luke Kemp – Especial para a BBC Future - BBC.com

O Império Romano, por exemplo, foi vítima de diversos problemas graves, incluindo super expansão, mudanças climáticas, degradação ambiental e más lideranças políticas e de pensadores. Um episódio marcante nesse processo de decadência foi a invasão e saque sucessivos de Roma pelos visigodos no ano de 410 (sob o comando de Alarico) e pelos vândalos em 455.

O exemplo romano mostra que tamanho não necessariamente blinda civilizações do colapso. O Império chegou a abranger cerca de 4,4 milhões de quilômetros quadrados (equivalente a pouco mais da metade do território brasileiro), mas em poucos séculos viu suas dimensões encolherem praticamente a zero.



Pesquisa

Nosso passado é marcado por fracassos recorrentes. Como parte da minha pesquisa no Centro para o Estudo do Risco Existencial, da Universidade de Cambridge, estou tentando descobrir, por meio de uma “autópsia histórica”, por que colapsos ocorrem. O que a ascensão e a queda das civilizações históricas nos dizem sobre a nossa civilização atual? Quais são as forças que precipitam ou retardam um colapso? Conseguimos ver padrões semelhantes hoje em dia?

A primeira forma de observar civilizações passadas é comparar sua longevidade. Mas isso pode ser difícil, já que não há uma definição absoluta de civilização, nem um banco de dados abrangente dos nascimentos e mortes das populações. Eu comparei o tempo de vida de várias civilizações, que defino como uma sociedade com agricultura, várias cidades, domínio militar em sua região geográfica e uma estrutura política abrangente. Dada essa definição, todos os impérios são civilizações, mas nem todas as civilizações são impérios.

Forum Romano em Roma, Itália. Coliseu à distância.
Às vezes as cidades no epicentro do colapso são recuperadas, como foi o caso de Roma

Um colapso pode ser definido como um processo de perda de população, identidade e complexidade socioeconômica. Há desmantelamento de serviços públicos e a desordem cresce à medida que o governo perde o controle de seu monopólio sobre a violência. Praticamente todas as civilizações passadas encararam esse destino.

Algumas se recuperaram ou se transformaram, como os chineses e os egípcios. Outros colapsos foram permanentes, como foi o caso da Ilha de Páscoa. Às vezes, as cidades no epicentro do colapso são recuperadas, como foi o caso de Roma. Em outros casos, como as ruínas maias, elas são abandonadas como mausoléu para futuros turistas e pesquisadores.


Lições

O que isso pode nos dizer sobre o futuro da atual civilização moderna global? As lições de impérios baseados na agricultura se aplicam ao nosso período pós-século 18 de capitalismo industrial?

Eu diria que sim. As sociedades do passado e do presente são apenas sistemas complexos compostos por pessoas e tecnologia. A teoria dos “acidentes normais” sugere que sistemas tecnológicos complexos frequentemente permitem que falhas ocorram. Dessa forma, colapsos podem ser fenômenos normais para as civilizações, independentemente de seu tamanho e estágio.

Imagem mostra casa sendo arrastada pelo mar agitado
Não há uma teoria única aceita sobre o porquê dos colapsos. Várias explicações
são apontadas e, entre elas, estão ambiente e clima

As civilizações atuais podem estar mais avançadas tecnologicamente, mas isso nos dá pouco fundamento para acreditar que somos imunes às ameaças que dizimaram nossos ancestrais. As nossas novas habilidades tecnológicas trazem novos desafios sem precedentes. E enquanto nossa escala pode agora ser global, o colapso parece acontecer tanto em vastos impérios quanto em reinos jovens. Não há razão para acreditar que um tamanho maior seja armadura contra a dissolução social. Nosso sistema econômico globalizado, fortemente conectado, é até mais propenso a propagar crises.

Se o destino das civilizações anteriores pode ser um roteiro para o nosso futuro, o que ele diz? Uma forma de analisá-lo é examinar as tendências que precederam colapsos históricos e observam os acontecimentos de hoje. Embora não exista uma teoria única aceita sobre o porquê da decadência de civilizações, historiadores, antropólogos e outros especialistas propuseram várias explicações, incluindo:

Mudança climática: Quando a estabilidade climática muda, os resultados podem ser desastrosos, resultando em quebra de safra, fome e desertificação. O colapso dos anasazis (América do Norte), da civilização de Tiahuanaco (Bolivia), dos acadianos (Oriente Médio), dos maias (América Central), do Império Romano e de muitos outros coincidiu com mudanças climáticas abruptas, geralmente secas.

Degradação ambiental: Colapsos podem ocorrer quando as sociedades sobrecarregam seu ambiente. Essa teoria do colapso ecológico aponta para o desmatamento excessivo, a poluição da água, a degradação do solo e a perda da biodiversidade como causas principais.

Desigualdade e oligarquias: A riqueza e a desigualdade política podem ser fatores centrais da desintegração social, assim como a oligarquia e a centralização de poder entre líderes. Isso não só causa desconforto social, mas prejudica a capacidade de uma sociedade responder a problemas ambientais, sociais e econômicos.

O campo da cliodinâmica (ciência que tenta explicar eventos históricos a partir da interação de diversos fatores) analisa de que modo aspectos como igualdade e demografia se correlacionam com a violência política. A análise estatística de sociedades anteriores sugere que isso acontece em ciclos. À medida que a população aumenta, a oferta de mão de obra supera a demanda, os trabalhadores tornam-se “baratos” e a sociedade se torna mais disfuncional. Essa desigualdade enfraquece a solidariedade coletiva e alimenta turbulências políticas.

Complexidade: O historiador Joseph Tainter afirma que as sociedades acabam entrando em colapso sob o peso de sua própria complexidade e burocracia acumuladas. Sociedades são coletivos de solução de problemas que crescem em complexidade para superar novos problemas. No entanto, o crescimento dessa complexidade acaba alcançando um limite. Depois desse ponto, o declínio acabará acontecendo.

Outra medida de crescente complexidade é chamada de Energia Retornada Sobre Energia Investida (EROI, na sigla em inglês). Isso se refere à razão entre a quantidade de energia produzida por um recurso em relação à energia necessária para obtê-lo. Em seu livro The Upside of Down: Catastrophe, Creativity, and the Renewal of Civilization  (atualmente sem edição no Brasil), o cientista político Thomas Homer-Dixon observou que a degradação ambiental em todo o Império Romano levou à queda da EROI de sua fonte de energia básica: as culturas de trigo e alfafa.

O império caiu junto com seu EROI. Tainter também considera a queda do indicador uma das principais responsáveis pelos colapsos, inclusive dos maias.

Choque externo: Em outras palavras, os “quatro cavaleiros do apocalipse”: guerra, desastres naturais, fome e pragas. O Império Asteca (México), por exemplo, foi extinto pelos invasores espanhóis.

A maioria dos primeiros Estados agrários desapareceu devido a epidemias mortais. A concentração de seres humanos e gado em assentamentos murados e com higiene precária tornou os surtos de doenças inevitáveis e catastróficos. Às vezes esses desastres acontecem combinados a fatores como, por exemplo, a introdução da salmonela (bactéria causadora de diversas doenças) nas Américas por meio dos conquistadores espanhóis.

Acaso/má sorte: Análises estatísticas sobre os impérios sugerem que o declínio é aleatório e independente de longevidade.

A bióloga evolucionista e cientista de dados Indre Zliobaite e seus colegas observaram um padrão semelhante no registro evolutivo das espécies. Uma explicação comum para essa aparente aleatoriedade é a “Hipótese da Rainha Vermelha”: se as espécies estão em luta constante pela sobrevivência em um ambiente em transformação com inúmeros concorrentes, a extinção é uma possibilidade real.

Apesar da abundância de livros e artigos, não temos uma explicação conclusiva sobre o porquê de as civilizações entrarem em decadência. O que sabemos é o seguinte: todos os fatores destacados acima podem contribuir. O colapso é um fenômeno que acontece quando fatores de tensão ultrapassam a capacidade de tolerância da sociedade.

Podemos examinar esses indicadores para ver se o risco, no caso das civilizações atuais, está caindo ou aumentando. Quatro desses possíveis indicadores que deveriam ser considerados são mudanças climáticas, impacto ambiental, desigualdade e complexidade. A temperatura é um claro indicador de mudança climática, o PIB é um parâmetro de complexidade e a pegada ecológica é um indicador de degradação ambiental. Cada um desses indicadores tem seguido uma tendência de alta acentuada.

A desigualdade é mais difícil de calcular. A medição típica do Coeficiente de Gini (instrumento estatístico para medir condições de renda das populações) sugere que a desigualdade diminuiu um pouco globalmente (embora esteja aumentando dentro de determinados países).

No entanto, o Coeficiente de Gini pode ser equivocado, pois mede apenas as mudanças relativas à renda. Em outras palavras, se um indivíduo que ganha US$ 1 e outro que ganha US$ 100 mil dobrassem sua renda, o Gini não mostraria mudança alguma. Mas a lacuna entre os dois teria saltado de US$ 99.999 para US$ 198.998.

Por causa disso, eu também olhei para a renda dos 1% mais ricos do mundo. Esse 1% aumentou sua participação na receita global de aproximadamente 16% em 1980 para mais de 20% hoje. É importante ressaltar que a desigualdade de riqueza é ainda pior. A parcela da riqueza global desse 1% aumentou de 25-30% na década de 1980 para aproximadamente 40% em 2016. É provável que a realidade seja mais acentuada, pois esses números não consideram riqueza e renda desviadas para paraísos fiscais no exterior.

Os ricos estão ficando cada vez mais ricos, o que nas civilizações do passado criou uma tensão adicional sobre as sociedades

Estudos sinalizam que o EROI para combustíveis fósseis vem diminuindo ao longo do tempo, à medida que as reservas mais fáceis de alcançar e as mais ricas estão se esgotando. Infelizmente, a maioria das fontes renováveis, como a solar, tem um EROI consideravelmente menor, principalmente devido à densidade de energia, metais raros e processo de fabricação necessários para produzi-los.

Isso levou grande parte dos pesquisadores a discutir a possibilidade de um “abismo energético”, à medida que o EROI diminui a um ponto em que os atuais níveis sociais de riqueza não podem mais ser mantidos. Esse “abismo energético” não precisa ser definitivo se as tecnologias renováveis continuarem a melhorar e as medidas de eficiência energética forem rapidamente implementadas.

Medidas de Recuperação

Uma notícia mais tranquilizadora é que os indicadores de colapso não são definitivos. A recuperação social pode atrasar ou até mesmo impedir o colapso. Por exemplo, globalmente, a “diversidade econômica” – uma medida da diversidade e sofisticação das exportações dos países – é maior hoje do que era nas décadas de 1960 e 1970, segundo medições pelo Índice de Complexidade Econômico (ECI, na sigla em inglês).

As nações são, em média, menos dependentes de tipos únicos de exportação do que eram antes. Por exemplo, uma nação que conseguisse diversificar suas exportações para além de produtos agrícolas estaria mais propensa a enfrentar a degradação ecológica ou a perda de parceiros comerciais.

O ECI também mede a intensidade do conhecimento das exportações. Populações mais qualificadas podem ter maior capacidade de lidar com crises à medida em que elas surgem. Da mesma forma, a inovação – medida por pedidos de patente per capita – também está aumentando. Em teoria, uma civilização pode ser menos vulnerável ao colapso se novas tecnologias puderem amenizar pressões como as mudanças climáticas.

Homens trabalham usando maçaricos em indústria
Nossas capacidades tecnológicas podem ter o potencial de retardar a decadência da civilização
Também é possível que o declínio possa acontecer sem uma catástrofe violenta. Como Rachel Nuwer escreveu para o BBC Future em 2017, “em alguns casos, as civilizações simplesmente desaparecem – tornando-se material para a História sem um grande estrondo, mas apenas com um gemido”.

Ainda assim, quando olhamos todos esses indicadores de colapso e recuperação como um todo, a mensagem é clara: não devemos ser complacentes. Existem algumas razões para sermos otimistas, graças à nossa capacidade de inovar e diversificar longe do desastre. No entanto, o mundo está piorando em áreas que contribuíram para o colapso das sociedades anteriores.

O clima está mudando, a distância entre ricos e pobres está aumentando, o mundo está se tornando cada vez mais complexo e nossa pressão sobre o meio ambiente está sobrecarregando o planeta.

A Escada Sem Degraus

Isso não é tudo. O mundo está agora profundamente interligado e interdependente. No passado, o colapso acontecia em nível regional – era um retrocesso temporário, e as pessoas podiam facilmente retornar a estilos de vida agrários ou caçadores-coletores. Para muitos, o colapso funcionou como um alívio da opressão dos primeiros Estados. Além disso, as armas disponíveis durante as rebeliões sociais eram rudimentares: espadas, flechas e ocasionalmente armas de fogo.

Hoje, o declínio social é uma perspectiva mais traiçoeira. As armas disponíveis para um Estado e, às vezes, até para grupos, agora variam de agentes biológicos a armas nucleares. Novos instrumentos de violência, como armas autônomas letais, podem estar disponíveis num futuro próximo. As pessoas estão cada vez mais especializadas e desconectadas da produção de alimentos e bens básicos e cada vez mais dependentes da TECNOLOGIA. E as mudanças climáticas podem prejudicar irremediavelmente nossa capacidade de retornar a práticas agrícolas simples.

Pense na civilização como uma escada mal construída. Conforme você sobe, cada degrau que você usou desmorona. Uma queda de uma altura de apenas alguns degraus não é tão perigosa. No entanto, quanto mais alto você sobe, maior a queda. Inevitavelmente, uma vez que você alcance uma altura maior, qualquer queda da escada é fatal.

Mulher caminha com criança em meio a ruínas de cidade na Síria após conflito entre combatentes
Qualquer colapso – qualquer queda da escada – corre o risco
de ser permanente’, diz especialista
Com a proliferação de armas nucleares, podemos já ter atingido este ponto de limite civilizacional. Qualquer colapso – qualquer queda da escada – corre o risco de ser permanente. Uma guerra nuclear em si poderia resultar em um risco existencial: a extinção de nossa espécie ou uma catapulta permanente de volta à Idade da Pedra.

Enquanto estamos nos tornando economicamente mais poderosos e resistentes, nossas capacidades tecnológicas também apresentam ameaças sem precedentes que nenhuma civilização teve que enfrentar. Por exemplo, as mudanças climáticas que estamos encarando são de natureza diferente daquelas que os maias ou anazasi enfrentaram. Elas são globais, influenciadas pelas ações dos seres humanos, mais rápidas e mais severas.

A ajuda para nossa ruína auto-imposta não virá de vizinhos hostis, mas das nossas próprias capacidades tecnológicas. O colapso, no nosso caso, seria uma armadilha do progresso. O colapso da nossa civilização não é inevitável. A História sugere que ele é provável, mas temos a vantagem única de poder aprender com as ruínas das sociedades do passado.

Nós sabemos o que precisa ser feito: as emissões podem ser reduzidas, as desigualdades, niveladas, a degradação ambiental, revertida, a inovação, desencadeada e as economias, diversificadas. As propostas políticas estão aí. O que falta é a vontade política. Nós também podemos investir em recuperação. Evitar a criação de tecnologias perigosas e amplamente acessíveis também é fundamental. Tais medidas diminuirão a chance de um colapso futuro se tornar irreversível. Nós só entraremos em declínio se avançarmos cegamente. Estaremos condenados apenas se não estivermos dispostos a ouvir o passado.

*Luke Kemp é especialista em colapsos de civilizações.

Este artigo faz parte de uma nova série da BBC Future chamada “Deep Civilization” (Civilização Profunda, em tradução livre), sobre uma visão de longo prazo da humanidade, que visa se afastar do ciclo de notícias diárias e ampliar o olhar sobre nosso lugar atual no tempo. A sociedade moderna está sofrendo de “exaustão temporal”, disse a socióloga Elise Boulding. “Se alguém está o tempo inteiro mentalmente sem fôlego, por lidar com o presente, não resta energia para imaginar o futuro”, escreveu ela. É por isso que essa série de reportagens vai explorar o que realmente importa no arco mais amplo da História humana e o que isso significa para nós e nossos descendentes.

Bases subterrâneas construídas pela ELITE:
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 “E os reis da Terra, e os grandes, e os ricos, e os tribunos, e os poderosos (A ELITE), e todo o servo, e todo o livre, se esconderam nas cavernas e nas rochas das montanhas; E diziam aos montes e aos rochedos: Caí sobre nós, e escondei-nos do rosto daquele que está assentado sobre o trono, e da ira do Cordeiro; porque é vindo o grande dia da sua ira; e quem poderá subsistir?” –   Apocalipse 6:15,16,17


terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Glândula Pineal - A Janela de Brahma


A glândula pineal está situada na parte posterior do cérebro. Ela tem cinco milímetros de diâmetro. Está rodeada de uma fina areia muito importante.

A glândula pineal é um pequeno tecido vermelho-acinzentado e está intimamente relacionada com os órgãos sexuais. Segrega certos hormônios que regulam todo o progresso, evolução e desenvolvimento dos órgãos sexuais.

A ciência oficial assegura que depois que esses hormônios alcançam seu objetivo, o total desenvolvimento dos órgãos sexuais, então degenera em um tecido fibroso que já não é capaz de segregar hormônios.

Descartes assegurava que essa glândula é o assento da alma. Os orientais afirmam que esta glândula é um terceiro olho atrofiado.

Quando a ciência médica do mundo ocidental descobriu que esta glândula é tão−somente um pequeno tecido vermelho−acinzentado situado na parte posterior do cérebro, rechaçou a afirmação de Descartes e dos orientais. Melhor teria sido não se fixar em dogmas científicos e estudar todos os conceitos em forma eclética e didática.

Os yogues da Índia asseguram que a glândula pineal é a janela de Brahma, o Olho de Diamante, o olho da polivalência que mediante um treinamento especial nos dá a percepção do ultra.

A ciência ocidental não é completa se não estudar também a ciência oriental. Necessitamos de uma cultura integral, total.

O microscópio nos permitiu perceber objetivamente o infinitamente pequeno. O telescópio nos permitiu ver o infinitamente grande. Se a glândula pineal nos permite ver o ultra de todas as coisas deveríamos estudar a yoga oriental e desenvolver essa maravilhosa glândula.

Os yogues da Índia têm práticas com as quais se pode obter um super funcionamento especial da glândula pineal. Então percebemos o ultra.

Negar essas afirmações da yoga oriental não é científico. É necessário estudá−las e analisá−las. Os sábios orientais dizem que da potência sexual depende a potência da glândula pineal.

Agora poderemos explicar as bases científicas da castidade. Não há dúvida que todos os grandes videntes bíblicos foram grandes pinealistas. A castidade científica, combinada com certas práticas, os permitiu ver o ultra da natureza.

Os gnósticos dizem que na glândula pineal está o átomo do Espírito Santo.

Os orientais afirmam que na glândula pineal se acha o lótus de mil pétalas. Não há dúvida que essa é a Coroa dos Santos. Os homens de gênio têm a glândula pineal muito desenvolvida. Nos cretinos descobriu−se que ela se encontra atrofiada.

Os grandes fenômenos de fascinação de massas, tão comuns na Índia, só são possíveis quando o Faquir autêntico tem a glândula pineal cheia de grande vigor.

As secreções das glândulas endócrinas são absorvidas diretamente pelo sangue, o qual leva todas essas secreções a outros órgãos ou glândulas, que, então, se veem impulsionadas a um maior esforço, a um trabalho mais intenso.

A palavra Hormônio vem de uma palavra grega que significa “Excitar”. Realmente, os hormônios têm o poder de excitar todo o organismo e obriga−lo a trabalhar.

As secreções das glândulas endócrinas influem também sobre a mente. Agora explicamos porque os hindustânicos se dedicam a controlar a mente. Por meio dela podemos regular nossas funções hormonais.

Alguns sábios hindustânicos têm permanecido enterrados durante muitos meses sem morrer.


As glândulas do cérebro

A biologia não pode permanecer indiferente a esses fatos. Os biólogos necessitam investigar todas as maravilhas e feitos desses sábios.

O senhor Immanuel Kant admite um “nisus formativus” para o nosso corpo físico. Os sábios orientais creem que esse “nisus formativus” é um corpo fluídico que está em contato com o sistema nervoso grande simpático e com o sistema nervoso líquido.

Não há dúvida de que o corpo fluídico é o resultado do corpo astral dos médicos medievais. Dentro do corpo astral está a mente humana e todos aqueles princípios puramente anímicos. Os sentidos desse corpo astral parecem dimanar como flores de lótus originário do âmago das glândulas endócrinas. Aquele lótus de mil pétalas, mencionado pelos yogues da Índia, é um sentido anímico do corpo astral.

O desenvolvimento especial da glândula pineal nos permite perceber o corpo astral e seus sentidos anímicos.

A ciência médica joga com a mecânica dos fenômenos, mas não conhece o fundo vital. Com o desenvolvimento especial da glândula pineal nos será permitido ver o fundo vital.



quinta-feira, 12 de julho de 2018

Avistamentos de OVNIs se tornaram comuns na Patagônia


Os Objetos Voadores Não Identificados (OVNIs) não deixaram de ‘visitar’ o Chile, para o deleite de quem gosta de ovnilogia/ufologia, e segundo especialistas, por alguma estranha razão as supostas naves espaciais mostraram uma preferência pela Patagônia.

Estas foram as palavras de Rodrigo Fuenzalida, diretor da Agrupación de Investigaciones Ovniológicas de Chile (AION), durante uma entrevista com a agência de notícias EFE. Ele explicou que os OVNIs eram frequentemente visíveis no céus do norte do Chile, um dos mais limpos do mundo.

Algo semelhante estava ocorrendo no Peru e na Bolívia. Mais do que uma pessoa ousou sugerir que uma base para essas naves poderia existir na área, mas agora eles se ‘movimentaram’ para o sul.

Fuenzalida afirmou:
A Patagônia é, sem dúvida, a [área] com maior concentração de casos interessantes, levando-nos como organização a focar todos os nossos esforços nessa região.
O especialista no assunto sustenta que o aumento de relatos na área começou a ser registrado a partir de 1997.

Fuenzalida, que é um sociólogo de profissão, saliente:
A partir daquele momento, temos a maior taxa de abduções na Patagônia, cerca de 2000 quilômetros ao sul da capital chilena. Mesmo a série de televisão OVNI, produzida pela Televisión Nacional, conseguiu quantificar que 70% das abduções incluídos no show tinham sido registradas neste local.
À luz do ceticismo que sua declaração poderia causar, Fuenzalida observou:
Temos uma equipe forte e multidisciplinar de especialistas, formada por psicólogos e psiquiatras, com o objetivo de estudar essas pessoas e verificar seu nível de credibilidade. Seus níveis de patologia é extremamente baixo.
Para os fãs de OVNIs, as abduções por OVNIs não são novidade no Chile e os eventos que aconteceram a um cabo do Exército no norte de Putre em 1977 são amplamente conhecidos.

Foi lá que Armando Valdés foi supostamente abduzido por um OVNI por 15 minutos, aparecendo com um denso crescimento de barba depois disso, como se ele estivesse sob o domínio de extraterrestres por pelo menos cinco dias, de acordo com fontes corroborantes.

Fuenzalida afirma que a AION tem relatos de nove abduções, seis das quais foram investigadas, mas acredita que ‘há muitos mais’.

O último relatório é de 2005 e agora recebemos um relatório de uma abdução coletiva em Puerto Natales (sul do Chile) que está sendo investigada por especialistas nessa área. Achamos interessante, pois envolve uma família inteira.

Primeiro eles viram uma luz aparecer. Eles perderam a consciência. Ao acordarem, havia uma criatura imponente na frente deles, com uma enorme luz atrás da qual a entidade finalmente entrou.

Tantos eventos são difíceis de acreditar por aqueles que não são fãs da ovnilogia. Fuenzalida afirma que a AION é um grupo fechado com os melhores analistas de imagem OVNI.

Isso significa que 97% das imagens e vídeos recebidos podem ser decifrados e explicados com alguma certeza.

Fuenzalida revelou que em 5 de maio de 2018, pilotos da LAN Peru e LAN Chile viram formas luminosas anômalas na costa chilena.

Fuenzalida, que se levantou da cadeira com um sorriso e se despedindo, disse:
O áudio é muito interessante. Os pilotos estão desconcertados. Há comunicações frenéticas entre pilotos de ambos os aviões com torres de controle, mas isso é uma história para outro dia.