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terça-feira, 21 de janeiro de 2020

Célula T de um Novo Tipo pode levar à Cura Universal para o Câncer

Descoberta foi feita em uma amostra de um banco de sangue no País de Gales. Células se mostraram capazes de destruir vários tipos de células cancerosas.


Pesquisadores da Universidade de Cardiff, no País de Gales, descobriram um novo tipo de célula no sistema imunológico humano que pode atacar e destruir a maioria dos tipos de câncer.

A descoberta é um tipo de “célula T” nunca visto. As células T são responsáveis pela defesa do organismo contra agentes desconhecidos, como vírus e bactérias. Mas o novo tipo, encontrado em uma amostra de um banco de sangue na região, tem um receptor diferente que permite que ela se “enganche” na maioria dos tumores que afetam os seres humanos, sem afetar as células saudáveis.

Em testes de laboratório, este tipo de células T foi capaz de identificar e matar células causadoras de câncer de pulmão, pele, sangue, cólon, mama, ossos, próstata, ovário, cervical e renal.

Segundo o Professor Andrew Sewell, autor do estudo e especialista em células T na Escola de Medicina da Universidade de Cardiff, a descoberta é “altamente incomum” e aponta para a possibilidade de um tratamento “universal” para diversos tipos de câncer.

Os pesquisadores ainda não conseguiram determinar o quão comum o novo tipo de célula T é. “Pode ser bastante raro, ou pode ser que muitas pessoas tenham estes receptores, mas que por algum motivo eles não sejam ativados. Nós ainda não sabemos”, diz o professor.


quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

COCA-COLA Brasileira tem MAIOR TAXA de Produto CANCERÍGENO no Mundo


A Coca-Cola comercializada no Brasil contém a maior concentração do 4-metil-imidazol (4-MI), produto presente no corante Caramelo IV e classificado como cancerígeno nos Estados Unidos, de acordo com informações da assessoria de imprensa do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec).

Conforme o Idec, a Coca-Cola do Brasil tem nove vezes mais o limite diário de 4-MI estabelecido pelo governo da Califórnia, que fixou a quantidade máxima de consumo diário de 39 ml do refrigerante por dia. Nos EUA, a empresa alterou a fórmula do produto para diminuir a concentração do 4-MI, segundo o jornal britânico Daily Mail. No Reino Unido, ativistas favoráveis a uma alimentação saudável para crianças querem que a empresa tome a mesma medida.

De acordo com o levantamento, o refrigerante vendido no Brasil contém 263 cmg do corante em 350 ml. Na Coca-Cola vendida no Quênia, que ficou na segunda posição, há 170 cmg para cada 355ml. A pesquisa, realizada pelo Centro de Pesquisa CSPI (Center for Science in the Public Interest, em inglês), de Washington testou a quantidade da substância nas latas vendidas também no Canadá, Emirados Árabe, México, Reino Unido e nos Estados Unidos. Procurada, a empresa ainda não se manifestou sobre a pesquisa.

Procurada, por meio de nota a Coca-Cola respondeu que a quantidade do 4-MI presente no corante caramelo utilizado nos produtos é "absolutamente segura" e que os índices do ingrediente apontados em amostra brasileira pela pesquisa estão dentro dos padrões aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A empresa afirmou ainda que não vai alterar sua fórmula e que mudanças no processo de fabricação de qualquer um dos ingredientes, como o corante caramelo, não tem potencial para modificar a cor ou o sabor da bebida. "Ao longo dos anos já implementamos outras mudanças no processo de fabricação de ingredientes, no entanto, sem alterar nossa fórmula secreta", diz a nota.

Conforme a empresa, ela se orienta por evidências científicas sólidas para garantir que os produtos são seguros e a Coca-Cola Brasil produz bebidas rigorosamente dentro das normas e observando as regras sobre quantidades e ingredientes recomendadas. 'O elevado padrão de qualidade e segurança dos nossos produtos permanece sendo nossa mais alta prioridade", completa.

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Relembrando, que esta questão não está apenas relacionada com a Coca-Cola, mas também com a Pepsi, de acordo com este artigo do Daily Mail.

Veja a explicação abaixo, retirada do artigo:

O que é a substância carcinogênica na Coca-Cola e Pepsi?

A cor dos refrigerantes vem parcialmente partir do 4-metilimidazole (4-MI), um produto químico que se forma na produção do corante de caramelo.

Coca-Cola, Pepsi e outros fabricantes insistem que ele é seguro em doses baixas encontradas em bebidas.

Mas estudos têm mostrado que a exposição a longo prazo ao produto químico causa câncer de pulmão em ratos, e as autoridades de saúde na Califórnia decidiram que os produtos com mais de 29 mcg (0.029 mg) devem levar uma advertência de saúde.

Quando a pesquisa do Centro para Ciência no Interesse Público, um grupo de campanha, as latas encontradas continham quase 140mcg, todas as empresas de refrigerante em todos os EUA foram forçadas a cortar os níveis.

Ativistas dizem que o consumo diário de alimentos com 30mcg de 4-MI causaria câncer em uma em cada 100 mil pessoas ao longo de suas vidas.

Mas a FDA (Food and Drug Administration) diz que alguém precisaria beber mais de 1.000 latas de cola todos os dias para atingir os níveis que causaram câncer em ratos de laboratório.
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Resolvemos enviar uma pergunta para o SAC da Coca-Cola, questionando a quantidade de  4-metil-imidazol (4-MI) utilizada no Brasil e recebemos o que acreditamos ser a resposta padrão (copy&paste) que dão para qualquer um que ouse questionar a segurança no consumo dos refrigerantes da Coca-Cola.

A Coca-Cola agradece a sua visita ao nosso site!
 Informamos que a quantidade de corante caramelo IV utilizado em nossos produtos é absolutamente segura, e está de acordo com os valores definidos pela Comissão do Codex Alimentarius (orientações relacionadas a alimentos seguidas internacionalmente),  e pela ANVISA. Para ultrapassar os limites estabelecidos para consumo do corante caramelo IV a pessoa precisaria consumir diariamente 80 litros de refrigerante.
Assim, a quantidade de 4-MI ingerida pelo consumo de refrigerantes não é considerada significativa ou indicativa de risco à saúde humana.
Nós, da Coca-Cola Brasil, buscamos um elevado padrão de qualidade e segurança nos nossos produtos. Essa é a nossa mais alta prioridade!
Coca-Cola Brasil.
Abra Felicidade! 

Fizemos mais um questionamento em relação à quantidade exata da substância nos refrigerantes brasileiros e ainda aguardo a resposta.

Veja também a discussão sobre o assunto no Fórum Anti-NOM.

Fontes:


Leia também:

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

SUCO à base de BETERRABA já curou CÂNCER em mais de 45 mil pessoas no mundo

Beterraba é bastante rica em vitaminas, como B1, B2, B6, C, contém antioxidantes, ácido pantotênico e ácido fólico e minerais; como fósforo, potássio, cálcio, magnésio, zinco, sódio e ferro.


Betacianinas (pigmento magenta) que dá a cor vermelha vem da beterraba. Beterraba tem propriedades anticancerígenas, aminoácidos, devido à chamada betaína e foi confirmado por muitos estudos que suas propriedades podem destruir as células no tecido tumoral. E também é um antioxidante poderoso, desintoxicante e agente anti-inflamatório. O Câncer morre em apenas 42 horas, um suco que curou mais de quarenta e cinco mil pessoas! Anote!


Suco de beterraba para curar o câncer

É ótimo para muitos tratamentos do câncer, também nos ajuda no tratamento da leucemia. Um estudo descobriu que cem por cento das pessoas que sofrem de vários tipos diferentes de câncer, tem respondido de forma bastante favorável a esse tratamento.

O dr. Rudolf Breuss é um médico austríaco que desenvolveu um tratamento para o câncer à base de sucos e chás. Seu tratamento alcançou grande sucesso na Áustria e em outros países da Europa. Mas, por ser natural, o tratamento do médico austríaco sofreu fortes críticas de outros médicos e, aos poucos, foi sendo esquecido em benefício de práticas mais lucrativas.

O protocolo de tratamento do câncer do dr. Breuss é muito especial. O carro-chefe do tratamento anticâncer do médico austríaco é um suco. Mas não é um suco qualquer. É um suco especial riquíssimo em nutrientes e antioxidantes e o doutor Breuss prescrevia este suco para que os pacientes com câncer o consumissem durante 42 dias.

Graças a este tratamento, segundo o médico, ele curou mais de 45 mil pessoas!

De forma simplificada, durante o período de desintoxicação com esta bebida, as células cancerosas ficariam privadas de nutrientes e morreriam de fome, Além disso, haveria uma restauração completa da saúde de todo o organismo.

Incrível, não é?

E como é feito o suco anticâncer do dr. Breuss? É simples, mas você deve seguir rigorosamente as medidas.


COMO PREPARAR O SUCO:

170 gramas de beterraba
56 gramas de cenoura
56 gramas de aipo/salsão
14 gramas de batata-inglesa
14 gramas de rabanete

Água o suficiente para bater no liquidificador (se fizer na centrífuga, não precisa usar água), bata tudo, coe e beba logo em seguida.

O tratamento do dr Rudolf Breuss determina que se consuma este suco mais de uma vez por dia, mas sem exagero, só o suficiente para alimentar.

O paciente precisa seguir essa rotina durante 42 dias.

Além do suco, só é permitido o consumo de chás, e mais nada. Por isso, este tratamento NÃO DEVE SER FEITO SEM O ACOMPANHAMENTO DE UM PROFISSIONAL DA ÁREA DE SAÚDE.

É importante também que as verduras sejam orgânicas.

As pessoas que não estão com câncer podem se beneficiar deste suco usando-o como um preventivo. Neste caso, basta consumi-lo em jejum durante 30 dias, duas vezes por ano.


quinta-feira, 6 de outubro de 2016

FUKUSHIMA: Radiação Contaminou Todo o Oceano Pacífico

O desastre nuclear contaminou o maior oceano do mundo em apenas 5 anos e continua despejando 300 toneladas de material radioativo por dia.


Qual foi o maior e mais perigoso desastre nuclear na história do mundo? A maioria das pessoas diria que foi o desastre nuclear de Chernobyl, na Ucrânia, mas estariam errados.

Em 2011, um tremor de terra, que acredita-se tenha sido uma réplica do terremoto de 2010 no Chile, criou um tsunami que causou o colapso na usina nuclear da TEPCO em Fukushima, Japão.

Três reatores nucleares derreteram e o que aconteceu em seguida foi a maior liberação de radiação na água, na história do mundo. Durante os próximos três meses, os produtos químicos radioativos, alguns em quantidades ainda maiores do que Chernobyl, vazaram para o Oceano Pacífico.

No entanto, os números podem ser, realmente, muito maiores do que as estimativas oficiais japonesas, que foram comprovados por vários cientistas nos últimos anos.

Se isso não fosse ruim o suficiente, Fukushima continua a vazar espantosas 300 toneladas de resíduos radioativos no Oceano Pacífico, a cada dia. E vai continuar a fazê-lo indefinidamente, pois a fonte do vazamento não pode ser selada, uma vez que é inacessível a seres humanos e robôs, devido aos altos níveis de radiação e temperatura.

Então, não seria nenhuma surpresa que Fukushima tenha contaminado todo o Oceano Pacífico, em apenas cinco anos.

Este poderia ser, facilmente, o pior desastre ambiental da história humana, e quase nunca é falado por políticos, cientistas ou imprensa.

É interessante notar que a TEPCO é uma subsidiária da General Electric (também conhecida como GE), uma das maiores empresas do mundo, que tem um considerável controle sobre várias corporações de notícias e políticos.

Isso poderia explicar a falta de cobertura de notícias que Fukushima recebeu nos últimos cinco anos? Há também evidências de que a GE sabia sobre o mau estado dos reatores, por décadas, e não fez nada. Isto levou 1.400 cidadãos japoneses a processar a GE por seu papel no desastre nuclear de Fukushima.

Mesmo que não se possa ver a radiação, em si, algumas partes da costa ocidental da América do Norte estão sentindo os efeitos através dos anos.

Não muito tempo depois de Fukushima, peixes no Canadá começaram a sangrar pelas brânquias, bocas e olhos. Esta “doença” tem sido ignorada pelo governo e tem dizimado populações de peixes nativos, incluindo o arenque do Pacífico Norte.

Em outra parte no oeste do Canadá, cientistas independentes mediram um aumento de 300% no nível de radiação. Segundo eles, a quantidade de radiação no Oceano Pacífico está aumentando a cada ano. Porque é que esta notícia esta sendo ignorada pela grande mídia? Poderia ter algo a ver com o fato de que os governos dos EUA e Canadá já proibiram seus cidadãos de falar sobre Fukushima pois “as pessoas poderiam entrar em pânico.”

Mais ao sul, no Estado do Oregon, EUA, estrelas do mar começaram a perder as pernas e depois se desintegrarem completamente, quando a radiação de Fukushima chegou, em 2013.

Agora, as mortes estão ocorrendo em quantidades recordes, colocando todo o ecossistema oceânico nessa área em risco.

No entanto, funcionários do governo dizem que Fukushima não é o culpado, embora a radiação no atum Oregon tenha triplicado após o incidente.

Em 2014, a radiação nas praias da Califórnia aumentaram em 500%. Em resposta, os funcionários do governo disseram que a radiação vinha de uma fonte misteriosa e “desconhecida” e não era motivo de preocupação.

No entanto, Fukushima não terá um impacto maior apenas na costa oeste da América do Norte, cientistas estão dizendo que o Oceano Pacífico, atualmente, está de 5 a 10 vezes mais radioativo do que quando o governo dos EUA detonaram inúmeras bombas nucleares no Pacífico, durante e após a Segunda Guerra Mundial.

Se não se começar a falar sobre Fukushima em breve, todos nós poderemos ter surpresas desagradáveis.


segunda-feira, 26 de outubro de 2015

FOSFOETANOLAMINA e o CÂNCER - Rede Record dá Show em matéria Espetacular! - [VÍDEO]


E mais uma vez a Rede Record deu um show e mostrou como e que se faz o verdadeiro jornalismo, aquele compromissado com a verdade e a imparcialidade, sem vínculos com máfias da informação, interesses políticos e de empresários escusos, que só pensam em lucrar nas costas das pessoas.

Clique para ampliar
O programa Domingo Espetacular, da Rede Record deu um banho no programa Fantástico, da Rede Globo, exibido no domingo passado (18), ao exibir uma matéria completa e cheia de detalhes investigativos, sobre a Fosfoetanolamina, que tem sido alvo de polêmica e perseguição covarde pela Máfia da Doença, máscara das indústrias farmacêuticas e de médicos corruptos que não deixam as pesquisas acontecerem, pois isso significaria uma perda financeira astronômica de milhões de dólares nos tratamentos de quem não tem outra alternativa para se tratar do fantasma do câncer no mundo todo.

No entanto, graças à Internet e a coragem de diversas pessoas, sobretudo do descobridor do potencial da fosfoetanolamina, o assunto ganhou o conhecimento de quem precisa saber a verdade por trás dos interesses de uma máfia que insiste em fazer as pessoas de reféns.

Assista à MATÉRIA COMPLETA no vídeo abaixo (Obrigado pela colaboração, Adriana!).

Vamos à matéria...

A Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado convidou diversos pesquisadores para um debate. O tema: a polêmica que envolve a nova substância que, para muitos pacientes, tem a capacidade de curar o câncer.



De joelhos, o Dr Renato Meneguelo implorou para que possam ser feitos os testes clínicos com a fosfoetanolamina, de modo a solicitar seu registro junto à Anvisa. EMOCIONANTE!


De joelhos, o Dr Renato Meneguelo implorou para que possam ser feitos os testes clínicos com a fosfoetanolamina, de modo a solicitar seu registro junto à Anvisa. EMOCIONANTE!
Posted by Rogério Peninha Mendonça on Quinta, 29 de outubro de 2015

Fonte: R7

sábado, 10 de outubro de 2015

Brasileiro descobre a CURA DO CÂNCER e é preso após dar remédio para doentes

Um professor aposentado da Universidade de São Paulo (USP) conseguiu desenvolver uma substância que pode curar o câncer.


Gilberto Orivaldo Chierice coordenou por mais de 20 anos os estudos com a fosfoetanolamina sintética, que imita uma substância presente no organismo e sinaliza células cancerosas para a remoção pelo sistema imunológico. “A fosfoamina está aí, à disposição, para quem quiser curar câncer”, disse o especialista.

Uma portaria da universidade proibiu a distribuição até o registro junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e pacientes que tinham conhecimento dos estudos entraram na Justiça para obter as cápsulas. Procurada, a Anvisa disse que não identificou um processo formal para a avaliação do produto em seus registros e que não houve por parte da instituição de pesquisa nenhuma iniciativa ou atitude prática no sentido de transformar o produto em um medicamento. Segundo a agência, para obter o registro, além da requisição, é preciso apresentar documentos e análises clínicas.

Mas, de acordo com Chierice, a substância, também conhecida como fosfoamina, não chegou ao mercado por “má vontade” das autoridades. Ele disse que procurou a Anvisa quatro vezes e foi informado que faltavam dados clínicos. "Essa é a alegação de todo mundo. Mas está cheio de remédios neste país que não têm dados clínicos", desabafou.

Pediu então à agência um hospital público onde pudesse realizar novos testes - os pesquisadores afirmam que, nos anos 90, a substância foi testada em um hospital de Jaú -, mas contou que não obteve retorno. A Anvisa nega que tenha sido procurada formalmente.

O professor aposentado explicou que, com a ingestão das cápsulas, as células cancerosas são mortas e o tumor desaparece entre seis e oito meses de tratamento. "Mas é evidente que um caso é diferente do outro", afirmou, reforçando que o período pode variar de acordo com cada sistema imunológico.

Contou ainda como a substância age e afirmou que já há outro país interessado em fabricá-la. “Nós podemos ter que comprar esse medicamento a custo de mercado internacional porque já está começando a aborrecer ficar todo esse tempo tentando e não conseguir”, disparou na entrevista, reproduzida a seguir: 



quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Cientistas usam VÍRUS DA HERPES para CURAR CÂNCER DE PELE

Uma versão geneticamente modificada do vírus que causa herpes pode curar câncer de pele, de acordo com pesquisadores.

Estudo foi feito com 436 pacientes que tinham melanomas inoperáveis

O vírus da herpes modificado é inofensivo para células normais mas, quando injetado em tumores, se replica e libera substâncias que ajudam a combater o câncer.

Resultados de testes divulgados na publicação científica Journal of Clinical Oncology mostram que a terapia pode aumentar a sobrevivência dos pacientes por anos - mas apenas para alguns portadores de melanoma, o tipo mais grave de câncer de pele.

O tratamento ainda não foi licenciado.

"Quando o vírus da herpes infecta uma célula ele cresce dentro dela e a faz explodir, infectando as células ao redor. Por isso a ferida, são as células morrendo na sua pele", explica Richard Marais, do Cancer Research UK.

"Eles modificaram o vírus de três maneiras. Primeiro, fizeram com que parasse de causar herpes. Segundo, fizeram com que crescesse apenas nas células cancerígenas. Por último, fizeram ele ser atraente para o sistema imunológico. Por isso, quando injetado em um tumor, ele mata o tumor e ativa o sistema imunológico, que caça outros tumores para matá-los", conclui.

Para ele, a técnica poderá ser usada, no futuro, para combater outros tipos de câncer.

Tratamentos semelhantes de imunoterapia para melanoma já estão disponíveis nos Estados Unidos e na Europa, mas os pesquisadores acreditam que o vírus modificado, conhecido como T-Vec, poderia se somar a isso.

Seria também o primeiro tratamento para melanoma que usa um vírus.

O estudo é o maior teste aleatório de um vírus anticâncer e envolveu 436 pacientes de 64 centros nos Estados Unidos, Reino Unido, Canadá e África do Sul que tinham melanomas malignos inoperáveis.
Leia mais: Uma em 4 células de pele tem mutações que podem levar a câncer, diz estudo.

"Há um crescente entusiasmo com o uso de tratamentos virais como T-Vec para o câncer, porque eles podem lançar um ataque duplo nos tumores - matando células cancerígenas diretamente e colocando o sistema imunológico contra elas", diz o coordenador dos testes no Reino Unido, Kevin Harrington, do Instituto de Pesquisa do Câncer, em Londres.

Melanoma é um tipo grave de câncer de pele devido à possibilidade de metástase

"E, como o tratamento viral pode ter como alvo células cancerígenas especificamente, há uma tendência a ter menos efeitos colaterais que a quimioterapia tradicional ou algumas das novas imunoterapias."


Mais pesquisa

"Estudos anteriores mostraram que o T-Vec poderia beneficiar algumas pessoas com câncer de pele avançado, mas este é o primeiro estudo a provar um aumento de sobrevivência", disse Hayley Frend, gerente de ciência da informação do Cancer Research UK.

"O próximo passo vai ser entender por que apenas alguns pacientes respondem ao tratamento com T-Vec, para ajudar a identificar quais pacientes poderiam se beneficiar disso", diz.

De acordo com o Inca (Instituto Nacional do Câncer), embora o câncer de pele seja o mais frequente no Brasil (25% dos casos), o melanoma - que é mais grave, devido à possibilidade de metástase - representa 4% dos tumores malignos de pele.

Os riscos de desenvolver câncer de pele aumentam com a exposição a raios UV.


Como reconhecer os sinais de câncer de pele

O câncer de pele é a forma mais comum da doença, mas, por outro lado, também é uma das mais facilmente curáveis.

Segundo a Sociedade Americana de Câncer, mais de 3,5 milhões de casos da doença são diagnosticados anualmente nos Estados Unidos, mais do que todos os outros tipos de câncer combinados.

No Brasil, são cerca de 190 mil novos casos todos os anos. O câncer de pele também é o de maior incidência no país.

Nas últimas décadas, o número de casos vem aumentando.

Quase todos resultam da exposição excessiva à luz ultravioleta, embora outros possam ser causados pelo homem, com bronzeamento artificial, por exemplo.

Contudo, o risco de desenvolver melanoma, o tipo mais perigoso de câncer de pele, dobra em pessoas que costumam tomar banhos de sol frequentes.

"As pessoas subestimam o dano que as queimaduras solares podem trazer à pele. Elas pensam que a vermelhidão é apenas uma parte inofensiva do processo de bronzeamento da pele, quando, na verdade, se trata de um sinal de dano irreparável", afirmou à BBC Johnathon Major, da Associação Britânica de Dermatologistas.

Segundo Walayat Hussain, especialista em câncer de pele do Leeds Teaching Hospitals NHS Trust, "o diagnóstico precoce é a chave para a cura."


Precaução

Sinais assimétricos podem ser indício de câncer de pele
Médicos recomendam prestar atenção à pele

A melhor maneira de prevenir o melanoma é prestar atenção à pele e, especialmente, a todos os sinais, afirmam especialistas.

Confira abaixo o alfabeto para melhor decifrar o melanoma:

A para ASSIMETRIA: Um sinal que, quando dividido ao meio, não parece o mesmo de ambos os lados.

B para BORDA: Um sinal com bordas que são pouco definidas ou irregulares.

C para a COR: Alterações na cor do sinal, incluindo escurecimento, propagação de cor, perda de cor ou aparência de diferentes cores como azul, vermelho, branco, rosa, roxo ou cinza.

D para DIÂMETRO: Um sinal maior do que 1/4 de polegada (0,6 cm) de diâmetro

E para ELEVAÇÃO: Um sinal que está elevado por cima da pele e possui superfície irregular.

Outros sinais de alerta são:

Uma ferida que não cicatriza. Propagação do pigmento da borda de uma mancha até a pele. Vermelhidão ou nova inflamação além da borda. Mudança na sensação (coceira, sensibilidade ou dor). Alterações na superfície do sinal (escamação, exsudação, sangramento, ou o aparecimento de protuberância ou nódulo).

Especialistas dizem que às vezes é difícil constatar a diferença entre o melanoma e um sinal comum. Para Hussein, a recomendação, portanto, é que o paciente vá ao médico sempre que tiver dúvidas.

Leia mais: Bloqueador não oferece proteção total contra câncer de pele, diz estudo

Atenção

O dermatologista britânico também deu várias dicas para prevenir o câncer de pele. "É preciso ser ponderado com relação ao sol", disse ele. "Não se trata de não se expor aos raios solares, mas apenas agir com sensatez", acrescentou.

Entre as medidas de prevenção destacam-se:

  • Evite expor-se ao sol das 11h às 15h
  • Use chapéu e aplique protetor solar com índice de proteção elevado
  • Aplique o creme várias vezes durante o período de exposição ao sol
  • Evite a todo custo queimar a pele


Fonte:  BBC


CÉLULAS CANCEROSAS podem ser TRANSFORMADAS em TECIDO SAUDÁVEL, dizem cientistas

Cientistas nos EUA acreditam que podem ter encontrado uma forma de transformar células cancerosas em tecido saudável.


O trabalho dos pesquisadores da Mayo Clinic foi feito apenas em laboratório, mas já sugere que há uma possibilidade de restaurar a normalidade das células e suspender sua reprodução descontrolada.
As moléculas usadas nos testes conseguiram travar o crescimento do câncer, e os cientistas esperam que esse novo mecanismo possa ser usado em todos os tipos de tumores.

No entanto, apesar de os primeiros testes em laboratórios parecerem promissores, ainda não está claro se esta técnica vai ajudar no tratamento de pessoas que tenham a doença.

Leia mais: Novo tratamento contra câncer de pulmão pode dobrar sobrevida de pacientes, diz estudo
O resultado da pesquisa foi publicado na revista especializada Nature Cell Biology.


Pisando no freio

A pesquisa da Mayo Clinic junta dois ramos da pesquisa científica: aderência entre células e biologia do microRNA (também conhecido como miRNA), que, até o momento, não tinham sido ligados.

Os cientistas pensavam que as moléculas de adesão eram simplesmente a cola que mantém as células juntas. Mas descobriu-se que elas podem ter um papel de sinalização.

O trabalho da Mayo Clinic mostrou que as moléculas de adesão conectam células e também emitem sinais através dos miRNAs para controlar o crescimento de células.

Se esse processo fica desregulado, as células crescem descontroladamente, o que pode impulsionar o câncer.

Mas reabastecer as células com miRNAs pode solucionar esse problema.

"Ao administrar os miRNAs afetados em células cancerosas para restaurar seus níveis normais, devemos ser capazes de restabelecer os freios (ao câncer) e restaurar a função normal da célula", disse Panos Anastasiadis, que liderou a pesquisa.


"Experimentos iniciais em alguns tipos agressivos de câncer são realmente muito promissores", acrescentou.

"Esta pesquisa resolve um mistério biológico que já durava muito tempo, mas não devemos nos precipitar", disse Henry Scowcroft, da Cancer Research UK, ONG britânica especializada em pesquisas oncológicas.

"Há um longo caminho a ser percorrido antes de sabermos se estas descobertas, em células cultivadas em um laboratório, vão ajudar a tratar pessoas com câncer. Mas é um importante passo à frente na compreensão de como certas células em nosso corpo sabem quando crescer e quando parar. Compreender esses conceitos chave é crucial para ajudar a continuar estimulando o progresso contra o câncer que vimos nos últimos anos", acrescentou.

Fonte: BBC

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

FLÚOR - Os Absurdos da Fluoretação das Águas

Você sabia que está sendo envenenado por um resíduo industrial tóxico capaz de diminuir sua inteligência? O assunto é bem antigo mas acredito que ainda há muitas pessoas que desconhecem, e nada mudou ainda no Brasil. Uma prova de que a sociedade anda sempre muito atrás do progresso científico, unicamente por conta de interesses escusos.


(Artigo Original em inglês - A nossa tradução é uma versão levemente modificada da tradução publicada no Uma Outra Visão)

Paul Connet, PhD, professor de Química.
St.Lawrence University, NY/USA
A fluoretação das águas é um fenômeno tipicamente norte-americano. Inicia lá nos tempos em que o asbesto (nt.: amianto, entre nós) era a base de nossas tubulações, o chumbo era acrescentado à gasolina, os PCB’s (nt.: askarel, nome mais comum) enchiam nossos transformadores elétricos e o DDT era tido como “seguro e efetivo”. E de tal forma este veneno era “seguro” que os agentes sanitários nem tonteavam quando aplicavam em nossas crianças, sentadas em sala de aula ou nas mesas rústicas dos piqueniques escolares. E um por um estes químicos foram sendo, progressivamente, banidos. Só a fluoretação permanece incólume.

Por mais de cinquenta anos, as autoridades governamentais, confiante e entusiasticamente, clamam de que a fluoretação é “segura e efetiva”. Entretanto, eles nunca estão preparados para defender esta prática em quaisquer debates públicos abertos. Hoje são tantos os argumentos contra este método que este confronto pode ser devastador.


Simplificando as coisas, ajuda começar separando os argumentos éticos dos argumentos científicos.

Para aqueles que as preocupações éticas são preponderantes, a questão da fluoretação torna-se muito simples de resolver. Ela é completamente antiética. Pessoas serem forçadas a tomar uma determinada medicação sem terem tido a mínima chance de dar seu “consentimento consciente”, já esclarece tudo. A má notícia é que argumentos éticos não têm muita influência em Washington, DC, a não ser que os políticos se conscientizem das milhões de pessoas os observando. Já a boa nova é de que os argumentos éticos estão apoiados em sólidos argumentos do senso comum e de pesquisas científicas que demonstram convincentemente de que a fluoretação não é “segura e efetiva” e nem tampouco necessária. A seguir, resumi os argumentos em diversas categorias:



A fluoretação é ANTIÉTICA porque:

1) Viola o direito individual de só se ser medicado com consentimento consciente;
2) A municipalidade não pode controlar a dose para cada paciente;
3) A municipalidade não consegue acompanhar a resposta individual de cada munícipe;
4) Ignora o fato de que algumas pessoas são mais vulneráveis do que outros aos efeitos tóxicos do flúor. algumas pessoas poderão sofrer enquanto outras podem se beneficiar
5) Viola o Código de Nuremberg com relação a experimentos feitos em humanos.


Como declarado pelo recente ganhador do Prêmio Nobel da Medicina (2000), Dr. Arvid Carlsson:

“Estou efetivamente convencido de que a fluoretação da água, num futuro não muito distante, será remetida às páginas da história da medicina ... A fluoretação da água vai contra os princípios básicos da farmacoterapia que sai do receituário estereotipado da medicação do tipo – uma cápsula três vezes ao dia – para uma terapia muito mais individualizada onde se coaduna dosagem e seleção do fármaco. Já a adição de drogas à água potável significa exatamente o contrário desta visão terapêutica individualizada.”

Já o Dr.Peter Mansfield, médico inglês e assessor do Conselho Superior do atual governo no processo de revisão do processo de fluoretação, afirma (McDonagh et al 2000): 

“Nenhum médico em seu juízo perfeito, prescreverá a uma pessoa que jamais encontrou e que nem conhece seu histórico médico, uma substância que está destinada a criar condições de alterações orgânicas com a seguinte receita: ‘utilize na quantidade que quiser e será para o resto de sua vida tendo em vista que algumas crianças sofrem cáries dentárias’. Isto é uma postura estapafúrdia.”


A fluoretação é DESNECESSÁRIA porque:

1) As crianças podem ter dentes perfeitamente sadios sem serem expostas ao flúor;
2) Seus promotores (Centers of Disease Control/CDC-USA-Centros de Controle de Doenças/EUA – 1999, 2001) admitem que os benéficos são pela aplicação tópica e não sistêmica. Assim, introduzir flúor nas pastas de dente, como está hoje disponível em todo o planeta, é uma ação muito mais racional de aplicar flúor a um órgão específico (dentes) enquanto minimiza a exposição ao restante do organismo;
3) A maioria dos povos na Europa ocidental rejeitou a fluoretação da água e alcançou igual, ou talvez maior, sucesso do que os norte-americanos no manejo dos problemas dentários;
4) Se o flúor fosse necessário para se ter dentes fortes poder-se-ia esperar encontrá-lo no leite materno, no entanto seu nível é de 0,01 ppm, ou seja, 100 vezes menor do que o presente no mesmo volume de água fluoretada (IOM, 1997);
5) As crianças que são de comunidade sem fluoretação já recebem doses assim chamadas “ótimas”, originárias de outras fontes (Heller et al, 1997). E, de fato, muitas são até superexpostas ao flúor.


A fluoretação é INEFICAZ porque:

1) Os maiores pesquisadores dentais afirmam que os benefícios da fluoretação são pela aplicação tópica e não sistêmica (Fejerskov, 1981; Carlos, 1983; CDC, 1999, 2001; Locker, 1999; Featherstone, 2000); 
2) Os pesquisadores dentais mais destacados afirmam também que a fluoretação é ineficaz para prevenir cáries e fissuras dentais e que representam 85% dos problemas de dentes apresentados por crianças (JADA, 1984; Gray, 1987; White, 1993; Pinkham, 1999);
3) Uma série de pesquisas demonstrou que os problemas dentais estão caindo tão rápido, se não mais rápido, em países industrializados sem fluoretação do que naqueles que são fluoretados (Diesendorf, 1986; Colqhoun, 1994; World Health Organization, Online);
4) A mais longa pesquisa conduzida nos EUA, demonstrou que havia somente uma diminuta diferença nos problemas dentais entre crianças que viveram toda sua vida em comunidades com fluoretação comparadas com aquelas em que não havia. A diferença não teve significância clínica nem mostrou ser estatisticamente significativa (Brunelle & Carlos, 1990);
5) A pior situação de problemas dentais nos EUA ocorre nas periferias pobres de suas grandes cidades, e a vasta maioria delas recebeu fluoretação durante décadas;
6) Quando a fluoretação foi suspensa na Finlândia, na antiga Alemanha Oriental, Cuba e Canadá, os problemas dentais não cresceram, mas diminuíram (Maupome et al, 2001; Kunzel e Fischer, 1997; Kunzel et al, 2000; Seppa et al, 2000).


A fluoretação é INSEGURA porque:

1) Ele se acumula em nossos ossos e torna-os quebradiços e predispostos à fraturas. O peso das evidências, vindas de pesquisas com animais, estudos clínicos e epidemiológicos sobre este tema, é gigantesco. O tempo de vida de exposição ao flúor contribuirá para maiores níveis de fraturas ósseas na maturidade;
2) Ele se acumula em nossa glândula pineal, possivelmente diminuindo a produção de melatonina, importantíssimo hormônio regulador de nossas funções orgânicas;
3) Agride o esmalte dos dentes (fluorose dental) das crianças, em altos percentuais. Entre 30 e 50% das crianças têm fluorose dental, em pelo menos dois dentes, em comunidades com fluoretação otimizada;
4) Há uma séria preocupação, ainda não comprovada, de uma possível conexão entre a fluoretação e a osteosarcoma em homens jovens (Cohen, 1992) assim como com as epidemias atuais de artrite e hipotireoidismo;
5) Em pesquisas com animais, o emprego de flúor a 1 ppm em água potável aumenta a absorção de alumínio pelo cérebro (Varner et al, 1998);
6) Países que empregam 3 ppm ou mais de flúor no fornecimento de água apresentam maiores níveis de infertilidade (Freni, 1994);
7) Em estudos humanos, os agentes da fluoretação mais comumente utilizados nos EUA, não só incrementam a presença do chumbo no sangue das crianças (Masters e Coplan, 1999, 2000) como também estão associados ao aumento de seu comportamento violento;
8) A margem de segurança entre o assim chamado benefício terapêutico na redução dos problemas dentais e muitos destes últimos pontos é ainda não existente ou muito baixa tendo como parâmetro a precaução.


A fluoretação é INJUSTA porque:

1) O fornecimento atinge todas as residências, mas é a população mais pobre a que não tem meios para evitá-la, caso quisessem, porque não tem recursos para adquirir água de fontes minerais ou dispor de capital para instalar algum caro equipamento para removê-la;
2) Os pobres são mais suscetíveis de sofrer desnutrição, reconhecidamente uma realidade que torna as crianças mais vulneráveis aos efeitos tóxicos do flúor (Massler e Schour, 1952; Marier e Rose, 1977; ATSDR, 1993; Teotia e al, 1998);
3) Muito raramente, se é que isto ocorre, os governos se oferecem para apoiar aqueles desafortunados que adquirem fluoroses dentais tão severas que exigiriam um dispendioso tratamento.


A fluoretação é INEFICIENTE e com BAIXO CUSTO-BENEFÍCIO porque:

1) Somente uma pequena parte da água fluoretada alcança seus objetivos. A maior parcela termina sendo utilizada para limpeza de pratos e talheres, para a descarga dos vasos sanitários ou para irrigar gramados e jardins;
2) Seria totalmente proibitivo, em termos de custos, a utilização do produto graduado farmaceuticamente, o fluoreto de sódio (a substância que foi empregado para testes), como agente para fluoretação no fornecimento público de água encanada. A fluoretação da água é artificialmente barata. Isto porque, e a maioria da população desconhece, o agente empregado para a fluoretação é um resíduo, impuro e perigoso, originário da indústria de fertilizantes ao produzir o adubo fosfato;
3) Se fosse considerado apropriado ingerirmos flúor (ainda que seu maior benefício seja de forma tópica e não sistêmica), uma forma mais segura e de melhor custo-benefício seria providenciar água fluoretada, engarrafada e disponível, gratuitamente, nas prateleiras dos supermercados. Esta solução possibilitaria controlar tanto a qualidade como a dose. Além do mais, não poria “goela abaixo” daqueles que não querem consumi-la.


A fluoretação é promovida de forma ANTICIENTÍFICA porque:

1) Em 1950, o Serviço de Saúde Pública dos EUA endossou entusiasticamente a fluoretação antes mesmo de que uma simples experimentação tivesse sido completada;
2) Ainda que se tenha muito mais fontes de flúor hoje do que se dispunha em 1945, a assim chamada “ótima concentração” de 1 ppm permaneceu inalterada;
3) O Serviço de Saúde Pública dos EUA nunca se sentiu obrigado a monitorar os níveis de flúor em nossos ossos mesmo sabendo, por anos, que 50% do que ingerimos a cada dia acumule-se aí;
4) Os responsáveis públicos que promovem a fluoretação nunca se dispuseram a avaliar os níveis de fluorose dental que as comunidades tinham antes da fluoretação, ainda que eles saibam que este nível indica se a criança está tendo ou não uma superdose;
5) Nenhuma agência pública dos EUA contestou a pesquisa feita por Luke de que o flúor se acumula na glândula pineal, mesmo após suas conclusões serem publicadas em 1994 (resumo, abstract), em sua tese de Ph.D em 1997, em seu trabalho em uma conferência internacional da Society for Fluoride Research em 1998, e em 2001 na Caries Research;
6) Os relatórios da CDC (Centers of Disease Control dos USA) de 1999 e 2001 que advogam a fluoretação estavam ambos desatualizados em seis anos nas pesquisas citadas quanto à preocupação em relação à saúde.


A fluoretação é INDEFENSÁVEL EM DEBATES PÚBLICOS

Os proponentes da fluoretação das águas recusam-se a defender esta prática em debates abertos porque sabem que perderão. A vasta maioria dos responsáveis públicos pela saúde, em todo os EUA e em outros países que promovem a fluoretação, baseia-se em aconselhamento de assessores e não em familiaridade com a literatura científica mais atualizada. Estas informações, de segunda mão, produzem inconsistência em seus discursos quando são desfiados a defenderem suas posições. Suas opiniões estão mais baseadas na fé do que na razão.

Aqueles que estão com os cordéis destes marionetes da saúde pública nas mãos, sabem destes fatos, e estão cinicamente ganhando tempo e esperando continuar enganando as pessoas, recitando esta longa lista de “autoridades” que sustentam a fluoretação, em vez de se atacarem os pontos principais. Como Brian Martin deixou claro em seu livro “Scientific Knowledge in Controversy: The Social Dynamics of the Fluoridation Debate” (1991) {O Conhecimento Científico em Controvérsia: A dinâmica social do debate sobre a fluoretação}, a promoção da fluoretação está fundada no exercício do poder político e não em análises racionais. A questão a responder então é : “porque o Serviço Público de Saúde escolhe exercer seu poder desta forma ?”.

As motivações, especialmente aquelas que são exercidas há muitas gerações de tomadores de decisão, são sempre difíceis de determinar. Entretanto, intencionalmente ou não, a fluoretação serviu para nos distrair de uma série de fatos marcantes.


A fluoretação NOS DISTRAIU de:

A. A omissão de um dos países mais ricos do mundo em prover cuidados dentais decentes para sua população pobre;
B. A incapacidade de 80% dos dentistas norte-americanos de atender crianças pelo sistema “Medicaid”;
C. O fracasso da comunidade de saúde pública em combater o imenso super-consumo dos alimentos açucarados por nossas crianças, a tal ponto de fazermos vista grossa à indiscriminada invasão de máquinas de refrigerantes nos prédios de nossas escolas. Esta atitude parece ser a de, "já que o flúor interrompe todos problemas dentais, porque então se preocupar em controlar a ingestão de açúcares?";
D. A omissão de se tratar adequadamente os efeitos ecológicos e de saúde pública gerados pela poluição do flúor originário da grande indústria. Apesar dos danos já gerados, e que permanecem sendo gerados, poucos são os ambientalistas que consideram o flúor como efetivamente “poluente”;
E. A omissão da U.S.EPA (nt.: Environmental Protection Agency-Agência de Proteção Ambiental dos EUA) em desenvolver um Nível Máximo de Contaminação para o flúor na água que pudesse ser cientificamente aceito;
F. A verdade é que mais e mais compostos organo-fluorados estão sendo introduzidos no mercado na forma de plásticos, fármacos e agrotóxicos. Apesar do fato de que alguns destes compostos oferecem tantas ameaças à nossa saúde e ao ambiente do que seus parentes, os clorados e os compostos de bromo (eles são persistentes, lipossolúveis e podem se acumular na cadeia alimentar e na nossa gordura corporal), as organizações e agências governamentais que agiram para limitar a disseminação global destes últimos halogenados, parecem estar completamente cegas para os perigos trazidos pelos compostos organo-fluorados.

Assim, enquanto a fluoretação não é efetiva e nem segura, sua continuação serve para acobertar muitos dos interesses que lucram em cima da desinformação do público a respeito do flúor.

Infelizmente, as instituições públicas têm colocado muita de sua credibilidade na defesa da fluoretação, e será muito difícil a seus prepostos falarem, honesta e abertamente sobre este assunto. Como foi com a amálgama de mercúrio, é muito complicado para instituições como a American Dental Association (nt.: Associação Norte-americana de Odontologia) reconhecer os riscos sobre a saúde já que isto poderá dar margens a ações de responsabilidade tão logo declarem algo a respeito.

Mesmo que ainda seja muito difícil, é essencial - para a proteção de milhões de pessoas desta agressão desnecessária - que o governo norte-americano comece a sair deste anacrônico e cada vez mais absurdo status quo em que se transformou este assunto. Existem precedentes, pois eles foram capazes de fazer o mesmo com a terapia de reposição hormonal.

Mas arrancar-se qualquer ação honesta do governo dos EUA nesta área, será bem difícil. Efetuar mudanças é como fazer uma ranhura numa madeira com a unha - a ciência pode afiar a unha mas é necessário o peso do público para fazer acontecer. Então, são necessários esforços constantes no sentido de se educar a população norte-americana para então contar com seu auxílio para exercermos pressões sobre nossos representantes políticos. No mínimo o que necessitamos é uma moratória quanto à utilização do flúor na água (o que significaria simplesmente se fechar a torneira da fluoretação por alguns meses) até haver um grande congresso público para serem apresentados os pontos chaves com testemunho de cientistas de ambos os lados. Com a questão da educação estamos numa situação melhor do que nunca. A maioria dos estudos fundamentais estão completamente disponíveis na Internet (www.slweb.org/bibliografy.html) assim como há entrevistas gravadas em vídeo com muitos dos cientistas e protagonistas cujos trabalhos são muitíssimo importantes para a atual reavaliação desta questão (ver vídeos em www.fluoridealert.org).

Com estas novas informações, mais e mais comunidades estão rejeitando novas propostas de fluoretação a nível local. A nível nacional, existem alguns passos esperançosos, como a contestação da EPA Headquarters Union (nt.: União do Conselho Superior da EPA) posicionando-se contra a fluoretação e o Sierra Club peticionando uma nova reavaliação desta matéria. Entretanto, ainda há necessidade de colossal ação de outros grupos nacionais envolvendo-se no sentido de tornar este um assunto que, desesperadamente, precisa ser de interesse nacional.

Espero que os leitores deste site (RedFlagsWeekly.com de 28.11.2002) que discordem do que disse aqui, manifestem-se, refutando com seus argumentos. Se não puderem, espero então que ultrapassem este barreira e cooperem para que se finalize uma das políticas mais tolas que se impingiu ao cidadão norte-americano. Este é o tempo de parar com esta loucura de fluoretar a água, sem mais delongas. Não será nada fácil. A fluoretação representa um poderosíssimo “sistema de crença” acalentado por grandes interesses e por poderes e influências entrincheirados no âmago do governo.

Dr. Paul Connett
Professor of Chemistry
St. Lawrence University, NY 13617
315-229-5853 mailto:ggvideo@northnet

com apoio de 

Michael Connett
Webmaster
Fluoride Action Network

Todas as referências pode ser encontradas em http://www.fluoridealert.org/health/biblio.html


Fonte: PontoZero

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Losna - A Erva que Mata 98% das Células Cancerígenas em 16 Horas

Já reconhecida há mais de 2.000 anos pela medicina tradicional chinesa como um poderoso remédio contra a febre e, mais recentemente, contra a malária, Artemísia annua (conhecida também como Losnaou Absinto), é uma planta aromática com qualidades medicinais inequívocas.


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quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Os 11 Piores Alimentos Processados que Você Jamais Deve Comprar


Os médicos há muito tempo nos dizem que “comida natural” é o caminho certo para uma boa saúde. Isto significa nenhum alimento processado. Em vez disso, você deve comer alimentos integrais, que são os alimentos “reais” que você encontra no perímetro dos mercados. Os alimentos processados ​​são todos os alimentos que têm mais de um ingrediente, tudo o que foi ‘processado’ ou feito em uma fábrica.

Quanto mais a comida é próxima da natureza, mais saudável ela é. Alguns alimentos ​​processados continuam saudáveis. Por exemplo, alguns legumes congelados têm adição de manteiga (que agora sabemos que não é o inimigo que se pensava que era). Manteiga de amêndoa ou de amendoim? Esses são os alimentos processados, mas eles são alimentos processados ​​saudáveis.

Na maioria dos casos, porém, o termo “alimentos processados” significa que um alimento foi processado quimicamente. Estes alimentos são geralmente feitos a partir de ingredientes altamente refinados, com aditivos artificiais.

Os piores são:

Nuggets de frango 
Embora os nuggets de frango pareçam um alimento que toda criança precisa para crescer, você deve evitá-los a todo o custo (a menos, claro, que você os faça a partir do zero, em casa). Em um restaurante, ou no congelador do supermercado, os que você vai encontrar são feitos com uma grande quantidade de sal, conservantes e gorduras não saudáveis.


Barras de granola
Apesar das barras de granola estarem sendo comercializadas como um lanche saudável, elas geralmente têm uma grande quantidade adicionada de xarope de milho para torná-las mais doce. Elas também são frequentemente carregadas com sal e conservantes. Leia os ingredientes e escolha com sabedoria!


Batatas fritas
Mais uma vez, todos nós crescemos comendo batatas fritas, e muitas pessoas ainda as comem. No entanto, as batatas fritas contêm uma grande quantidade de gordura, sal e calorias. Não há quase nenhum valor nutritivo em uma batata frita, mas pode ser cozida em casa (e feita a partir de batatas frescas) para torná-las mais saudáveis. Se você fazer a sua própria, adicione molho de tomate em vez de ketchup para realmente aumentar o seu valor nutricional.


Biscoitos, Bolachas e afins
Todos biscoitos, bolachas, bolos e muffins comercializados são alimentos processados. É um fato. Estes tendem a ser alguns dos maiores criminosos da saúde do supermercado. Eles têm gordura trans, a qual os dá um sabor melhor e é a gordura mais prejudicial que você pode colocar em seu corpo. Estes produtos processados ​​também têm toneladas de açúcar e sal. Alguns se proclamam vitaminados (ou enriquecidos de vitaminas), embora estudos tenham mostrados que os efeitos destas vitaminas artificiais neles sejam prejudiciais. Leia “[ESTUDO] Vitaminas Sintéticas de Cereais Matinais ‘Enriquecidos’ Prejudicam as Crianças“.

Bebidas em pó
Normalmente misturas de bebidas em pó são apenas açúcar. 

Elas também são cheias de conservantes e sabores artificiais. 

Evite estas a todo custo.

Margarina
Hoje em dia, estamos descobrindo que a manteiga é muito melhor para nós do que nós já sabíamos. 

A margarina que é realmente mau. Ela é cheia de gorduras trans, radicais livres e conservantes, os quais são todos ruins para o corpo.

Batatas chips
As típicas batatas chips são, mais uma vez, carregadas com “más” gorduras, conservantes, calorias e sal. 

Se você precisa fazer um lanche crocante, procure chips assados ​​ou até mesmo chips feitos a partir de grãos em vez de batatas. Mergulhe-os em hummus para adicionar um estímulo saudável.


Refrigerantes carbonatados
Os refrigerantes são simplesmente calorias vazias. Eles são carregados com açúcar e até mesmo os refrigerantes diet têm mostrados ser prejudiciais para a saúde, visto que eles estão cheios de açúcares falsos que tendem a elevar o açúcar no sangue. O xarope de milho rico em frutose dos típicos refrigerantes é pior para o organismo do que o açúcar, uma vez que tem sido comprovado que causam perigosos picos de açúcar no sangue que causam danos ao fígado. Os refrigerantes são também uma das piores coisas que você pode fazer para os dentes visto que o xarope açucarado se agarra aos dentes e provoca cárie. Os refrigerantes Zero são apenas outra forma de ser prejudicial, sendo que no Brasil eles utilizam Ciclamato de Sódio, substância banida em grande parte do mundo mas ainda utilizado como adoçante no Brasil. Leia “O Perigo do Ciclamato de Sódio (Sucaryl, Assugrim, Coca Zero)” para saber mais.


Carnes processadas
Frios e cachorros-quentes são carregados com conservantes e sabores artificiais, GMS (monossódio glutamato), sal e aditivos. Se você ama frios, procure marcas que são não curadas. 

Hoje em dia é praticamente impossível achar em um supermercado no Brasil um presunto, mortadela, salsicha ou salame que não contenha monossódio glutamado, algo que é realmente revoltante.

Cereais matinais
O cereais matinais tendem a ter uma grande quantidade de açúcar adicionado. Certifique-se de ler a caixa antes de comprar. Procure por cereais que têm baixo teor de açúcar e, pelo menos, cinco gramas de fibra, ou pule o cereal por completo e opte por um café da manhã saudável.


Pipoca de microondas
A pipoca que é estalada no ar, ou estalada no fogão usando óleo de coco não é ruim para você de forma alguma. Mas pipoca de microondas? Esqueça isso! Este é um dos alimentos menos saudáveis ​​que você pode comprar. Normalmente, esses sacos de pipoca contêm grãos geneticamente modificados, bem como conservantes, falsa manteiga e muito sal. Finalmente, a pipoca de microondas contém o aditivo diacetil, o que tem sido comprovado por destruir os pulmões.

Evite esses alimentos quando fizer compras e fique com os alimentos naturais, aqueles localizados no perímetro da loja, que contêm ingredientes simples. Cozinhe sua própria comida e perceba o quanto melhor você se sentirá!

Fonte: noticiasnaturais.com